EM 2022 NÃO PODIA. EM 2026 PODE? Em 2022, Bolsonaro era presidente e candidato à reeleição. O TSE proibiu sua campanha de usar imagens e o discurso feito na Assembleia Geral da ONU, alegando risco à igualdade entre os candidatos. Quatro anos depois, Lula é presidente, candidato à reeleição, e a própria imprensa noticia que usará a ONU para “mandar recados ao Brasil”. Então a pergunta é inevitável: Se utilizar a projeção institucional de chefe de Estado em benefício eleitoral era um problema em 2022, qual é exatamente a régua em 2026? A lei não deveria mudar conforme o ocupante do Planalto. Muito menos conforme o número do partido. Ou o princípio da isonomia vale para todos, ou deixou de ser princípio e virou conveniência.
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EM 2022 NÃO PODIA. EM 2026 PODE?
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Quatro anos depois, Lula é presidente, candidato à reeleição, e a própria imprensa noticia que usará a ONU para “mandar recados ao Brasil”.
Então a pergunta é inevitável: Se utilizar a projeção institucional de chefe de Estado em benefício eleitoral era um problema em 2022, qual é exatamente a régua em 2026?
A lei não deveria mudar conforme o ocupante do Planalto. Muito menos conforme o número do partido. Ou o princípio da isonomia vale para todos, ou deixou de ser princípio e virou conveniência.