Paulo Hasse Paixão
Uma jovem alemã do grupo feminista Lukreta publicou um vídeo a denunciar mais uma violação coletiva cometida por estrangeiros no seu país, desta vez envolvendo três suspeitos afegãos acusados de estupro de uma jovem de 17 anos em Dortmund.
Os três homens – Quais W., de
20 anos, Burhanulla N., de 19 anos, e Kambiz H., de 25 anos – estão a ser
julgados no Tribunal Regional de Dortmund por uma série de acusações graves,
incluindo violação e filmagem de vídeo pornográfico de menor.
🇩🇪🔴 "Three Afghan men raped a 17-year-old girl in Dortmund, filmed the act, and even laughed while doing so." A young German woman says the case was "covered neither by public broadcasters nor by the political Left." Why? Because the suspects were Afghan. The suspects are currently on trial. Their criminal records include drug offenses, robbery, bodily harm, assaults on police officers, and other offenses. Follow: @RMXnews
— Remix News & Views (@RMXnews) August 26, 2026
Os três homens terão atraído a
vítima para o seu apartamento em setembro de 2024, na cidade de Dortmund, sob
um falso pretexto. Uma vez no apartamento, os suspeitos embriagaram a jovem ao
ponto de esta perder os sentidos.
O procurador Fabian Weishaupt afirmou a este propósito:
“Durante a noite, a vítima
perdeu os sentidos devido ao consumo de álcool. Os acusados aproveitaram-se da situação.”
Os três homens violaram então
a jovem sistematicamente e filmaram o tenebroso ato, onde são vistos a rirem-se
da situação. Um deles chegou mesmo a abrir os olhos da jovem inconsciente.
De acordo com o jornal Bild,
os três suspeitos têm extensas fichas criminais, incluindo roubo, agressões a
polícias, tráfico de droga, agressões físicas e outros crimes.
Quanto ao grupo feminista
Lukreta, uma das suas ativistas afirmou:
“O caso não foi noticiado
nem pelas estações públicas nem pela esquerda política, embora seja
extremamente grave em termos de anormalidade e misoginia. A razão, claro, é que
os três autores são todos de origem afegã e conhecidos da polícia”.
Por outras palavras, os meios
de comunicação social e os grupos feministas de esquerda são muito cautelosos
quando os autores destes ataques são estrangeiros, mas apenas porque estes
casos estão a motorizar a insatisfação com as políticas de imigração do regime
globalista de Berlim e a correspondente ascensão do partido Alternativa para a
Alemanha (AfD). Os dados são claros: no ano passado, um número recorde de
suspeitos envolvidos em violação coletiva era estrangeiro, atingindo os 53% pela primeira vez, sendo mais que três vezes sobrerepresentados
na relação com a sua penetração demográfica na Alemanha.
A jovem ativista também tem
pouca fé no sistema judicial alemão e questiona se os homens afegãos serão
deportados caso sejam condenados:
“É questionável se os três
afegãos serão condenados de forma justa. O que é certo, porém, é que, em caso
de deportação, ativistas de extrema-esquerda da Antifa estarão no aeroporto
para impedir a fuga dos violadores”.
Capazes disso são eles, de facto.
Título, Imagem e Texto: Paulo
Hasse Paixão, ContraCultura,
28-9-2026

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