segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

2016 vai ser bem pior do que 2015, o ano do golpe

Bem podem os golpistas de esquerda andarem a distribuir dinheiro que não há pelos portugueses mais pobres. O filme é velho e o fim é sempre o mesmo: a bancarrota.



António Ribeiro Ferreira

O ano de 2015 está a acabar e verdadeiramente não deixa saudades. Passaram-se meses em campanha eleitoral, com o PS de Costa obrigado a ganhar as eleições e mesmo alcançar a maioria absoluta. Acabou por perder estrondosamente as legislativas de 4 de Outubro e só à custa da maior fraude da democracia portuguesa conseguiu assaltar o poder, com o apoio dos golpistas Jerónimo e Catarina.

O governo chefiado pelo mais do que relativo presidente do Conselho entrou a fazer a única coisa que a esquerda sabe fazer bem: aumentar desvairadamente a despesa do Estado com o dinheiro esmifrado aos portugueses que pagam impostos. Em nome de um Estado social com despesas brutais que nem uma brutal carga fiscal consegue pagar, a esquerda do costume com as ideologias do costume atira-se como gato a bofe à iniciativa privada, assalta empresas, como o golpista Costa pretende fazer à TAP, impõe salários mínimos que milhares e milhares de micro e pequenas empresas não podem pagar, atira trabalhadores para o desemprego e o país para a miséria e a bancarrota.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que o Estado não cria riqueza nem empregos.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que Portugal não tem uma economia capaz de criar a riqueza necessária e suficiente para pagar um Estado monstruoso e um Estado social universal para ricos e pobres.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que só o investimento privado cria emprego e riqueza para os portugueses.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que o investimento público é uma ilusão em matéria de emprego, de riqueza e um desastre para a já quase insustentável dívida pública.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que uma economia que vive do consumo privado está condenada ao fracasso.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que o Estado não cria empregos, só os destrói com aumentos brutais de impostos e monstruosas burocracias que afastam os investimentos fundamentais à criação de riqueza e de emprego.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que a legislação laboral deve ser flexível e a contratação colectiva limitada, ao contrário dos acordos de empresas, instrumentos determinantes para a paz social, a produtividade e a competitividade.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que o Estado deve estar fora da economia, dos negócios e das empresas.

A esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não entendeu em quarenta anos de democracia e não entende agora que a presença do Estado na economia, nos negócios e nas empresas é o principal fermento da corrupção.

Mas como a esquerda que assaltou o poder e entra em 2016 no governo não é estúpida, a sua defesa do Estado e da presença pública na economia, nos negócios e nas empressas só pode significar que a corrupção faz parte do seu ADN e que é boa quando está no poder e horrível quando está na oposição. É por isso que neste final de 2015 já se sente um cheiro nauseabundo que começa a empestar o ar português. Até para o ano.
Título e Texto: António Ribeiro Ferreira, jornal “i”, 28-12-2015

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