sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Deriva totalitária

José António Rodrigues Carmo

Ao mesmo tempo que faz uma radical (e péssima) alteração curricular no ensino, pela calada da noite, utiliza métodos mafiosos para censurar livros e editoras, e pretende decidir a quantidade de açúcar que eu tenho direito a apreciar nas bolachas Maria, o governo das esquerdas avança pelo caminho da virtude, com essa intrínseca pulsão totalitária que tanto caracteriza o ADN da esquerda.

Pretende agora proibir espetáculos futebolísticos nos dias de eleições.

Para as cabecinhas totalitárias que neste momento espojam as gordas nalgas pelos ministérios e gabinetes, o cidadão deve acordar de manhã, vestir o seu fato domingueiro e ir votar sem distrações e divagações. Nada de futebóis.

Imagino que também nada de cinemas, praias, piqueniques, teatro, concertos, etc, etc.

O voto é importante, sem dúvida. É dele que depende a legitimidade do poder.
Mas é também um dever e se estes tontos que nos governam tivessem dois dedos de testa, em vez de avançar com medidas ridículas e patetas, tomariam a única decisão sensata e lógica:

Tornar o voto obrigatório!

Não é preciso andar com proibições parvas, como se fôssemos crianças do jardim escola. 
Título e Texto: José António Rodrigues Carmo, Facebook, 14-9-2017

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