segunda-feira, 30 de maio de 2016

Mentiras de Dilma à Folha se encaixam em psicopatia pura

Luciano Henrique


Para confrontar o petismo, é preciso adquirir a habilidade de prever os meandros da mente psicopática. Sem isso, eles vencem. Por certo já adquirimos essa habilidade em alguns momentos, mas muito trabalho ainda precisa ser feito no sentido de adquirirmos a habilidade de prever o que há de mais podre nos abismos da mente humana.

Exemplos de mentiras somente praticáveis a partir de mentes psicopáticas estão na recente entrevista de Dilma à Folha. Observem:

A senhora fala que o programa de Temer não passou pelas urnas. Mas a senhora também falou uma coisa na campanha e fez outra depois de eleita.

Quando é que o pessoal percebeu que tinha uma crise no Brasil, hein? A coisa mais difícil foi descobrir que tinha uma crise no Brasil.

Na eleição, todo mundo tinha percebido, menos a senhora?

Me mostra a oposição falando que tinha crise no Brasil! Ninguém sabia que o preço do petróleo ia cair, que a China ia fazer uma aterrissagem bastante forte, que ia ter a pior seca no Sudeste.

A senhora diz então que não deu uma guinada de 180º, como até seus aliados afirmam?

Eu vinha numa política anticíclica e acabou a política anticíclica. A guinada é essa. Agora, isso não significa que não possamos ter errado nisso e naquilo. Porque senão fica assim “não errei em nada”. Não é isso.

Errou em quê?

Ah, sei lá. Como é que eu vou falar da situação depois?

Não é normal um nível de cinismo que faz alguém dizer, fingindo espanto: “Quando é que o pessoal percebeu que tinha uma crise no Brasil, hein?”.

Pois se em toda a campanha eleitoral a crise foi exposta e denunciada por adversários como Aécio e Marina, como ela pode dizer que “ninguém falou disso antes”? Isso já não é mais mentira: é provocação. É como se o Maníaco do Parque dissesse, no momento de sua prisão: “Como é que vocês, policiais, não falaram disso antes, para que nós juntos pudéssemos salvar essas garotas?”.

Definitivamente, é uma mente monstruosa, capaz de em seguida afirmar, com pose angelical, isso aqui: “Me mostra a oposição falando que tinha crise no Brasil!”.

Mas é só pegar os vídeos de toda a campanha eleitoral. Todo mundo disse que havia uma crise no Brasil.

Em seguida, o cinismo reaparece aqui: “Ninguém sabia que o preço do petróleo ia cair, que a China ia fazer uma aterrissagem bastante forte, que ia ter a pior seca no Sudeste.”

A mentira aqui é fingir que a crise veio do “preço do petróleo”, “aterrisagem da China” ou “seca no Sudeste”. A crise veio do crime de responsabilidade contido nas fraudes fiscais – também chamada pelos “good guys” de pedaladas – que destruiram a economia.

Ao acusar Temer de fazer um programa “diferente do que foi proposto nas urnas”, tomou uma enquadrada do jornalista: “A senhora diz então que não deu uma guinada de 180º, como até seus aliados afirmam?”.

De novo em cinismo apavorante, ela disse: “Eu vinha numa política anticíclica e acabou a política anticíclica. A guinada é essa.”

Mas quem “acabou a política anticíclica”? Foi o espírito? Foi o Garpazinho?

Se bem que o papo de “política anticíclica” também é furado. Na verdade, as fraudes fiscais tiveram o seu preço cobrado e não foi mais possível esconder. Esta é a crise.

Para que a coisa não ficasse tão feia, ela até diz que pode “ter errado nisso e naquilo”. Na verdade, ela não errou. Ela foi cruel e destruiu a economia intencionalmente. Mas, enfim, vamos lá… acreditemos na hipótese para enganar crianças de que “Dilma errou, quando queria acertar”.

Pois quando o repórter pergunta: “Errou em quê?”, eis a resposta: “Ah, sei lá. Como é que eu vou falar da situação depois?”.

É mole?

Está aí a causa raiz do problema: a psicopatia. No nível em que essa senhora discursa, é evidente que ela é um risco para qualquer convívio social. Quem mente nessa escala e nessa velocidade só poderia mesmo ter cometidos fraudes fiscais em tal nível que destruiu intencionalmente a economia de um país.

Ela só foi a presidente que mais cometeu crimes de responsabilidade na história por ter uma das mentes mais pérfidas a terem ocupado a cadeira presidencial.

Sua entrevista deve fazer qualquer pessoa moralmente normal ter pesadelos.

P.S.: Não afirmei que Dilma é clinicamente uma psicopata. Mostrei, apenas, que ela agiu como os mais frios psicopatas fazem. Se ela é clinicamente normal e agiu dessa forma, então a coisa é ainda pior.
Título, Imagem e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 29-5-2016

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