sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

[Aparecido rasga o verbo] O que é a vida? - Parte um

Aparecido Raimundo de Souza

Será que a vida é uma piada que nós não entendemos?”.
Frase de autor desconhecido citado por Danilo Gentili

VAMOS DAR INÍCIO A UMA SÉRIE de artigos (ao todo serão cinco textos) sobre o tema acima, passando pelo que acham as celebridades e não só elas, as criaturas do povo também. Citaremos personalidades que já se foram, e, claro, figuras que ainda fazem parte do nosso cotidiano e querendo, ou não, seremos obrigados a conviver com elas, sabe-se lá por quanto tempo mais.

Para início de conversa, perguntamos ao senhor Lula ex-cachaceiro, ex-dono do tríplex em Guarujá e ex-dono do sitio em Atibaia quando estivemos em visita a sua mais nova mansão, em Curitiba, na Polícia Federal, “o que é a vida?” ao que ele sorrindo um sentimento sem graça e maroto, respondeu: “A vida para mim é sair daqui e viver os meus setenta e três anos e os que ainda me restam longe de toda esta palhaçada e perseguição que fizeram comigo”.

Disse com muita propriedade e firmeza F. Michaeli em seu “Nouveau Vocabulaire Biblique”, traduzido por Zimmermann, Editora LGT São Paulo, edição 1992, que “quando o Velho Testamento fala da vida do homem, permanece no terreno material e concreto da existência, sem buscar respostas abstratas a problemas teóricos sobre o destino do homem ou a filosofia de sua vida. O estudo das palavras empregadas permite compreender bastante bem o sentido desta noção que difere um pouco da exprimida pelo nosso vocabulário habitual”.

A vida, caros amigos leitores, contém, em primeiro lugar, uma idéia de unidade profunda do ser vivo.  Nossas disfunções entre vida física, vida intelectual e vida espiritual não existem. O homem é um todo, absolutamente uno. Seu corpo e seu espírito, sua respiração e sua alma estão de tal maneira associados, ou interligados entre si, que uma das partes pode designar a totalidade, sem nenhuma complicação.

É o caso de uma das palavras mais frequentemente empregadas para falar a respeito da vida: a hebraica “néphesch”, cujo sentido primitivo provém dos verbos respirar, soprar, que, por sua vez, designa o “alento vital” manifestado, em todo ser vivente por meio da respiração.

No livro “O Código da Bíblia” de Michael Drosnin, Editora Cultrix, São Paulo, edição 1977, aprendemos que “Deus deu vida ao homem soprando-lhe nas narinas o fôlego da vida (Gn 2.7)”. Desta forma, esta palavra corresponde à nossa “alma”, em sentido original (de: anima, aquilo que vive), e não no sentido espiritual e místico que lhe damos”.

Drosnin segue em frente e nos apresenta alguns exemplos. Vejamos dois deles: 1) “esta alma, esta vida do homem, tem sua sede no “sangue” (Lv 17.11) e Dt 12.23). Numerosos textos do Velho Testamento, que nossas traduções mais conhecidas vertem por “alma”, antes deveriam ser interpretados, ao pé da letra, por “vida” (ter a alma vazia ou seca significa ter fome ou sede, Nm 11.6; Is 29.8)”.

E conclui: 2) “A mesma palavra vem a designar o “homem” em sua totalidade, e poderia se reduzir também, em muitos casos, pelo pronome pessoal: “Eu, me, mim... (Sl 3.2. “Muitos dizem da minha alma” significa “muitos dizem de mim”; Sl 103.1, “Bendize, ó minha alma, ao Senhor)”’.

Diante disto, podemos afirmar sem medo de erramos o alvo, a mesma coisa de outros termos (a carne, o corpo) que representam o acervo ou a aglomeração ou, ainda, a consonância homogênea do homem. A vida forma uma unidade que não pode ser dividida. Cada parte do corpo (carne, coração, sangue etc), tem uma função total ao mesmo tempo física e psicológica.

Uma segunda noção ou concepção contida na ideia da vida é a do “movimento e de ação”. O verbo “viver” (haya) parece ter, nas línguas semíticas, como preceito original, o sentido de uma contração musculosa por oposição à “morte” cuja raiz verbal sinaliza: se estender ou se afrouxar.

O poeta americano Matthew Arnold, tio-avô de Aldous Huxley (aquele do “Admirável mundo novo”), em seu livro “The Strayed Revellen” (ou O Folião Desgarrado) deixou, para nós, sobre a vida (ou “O que é a vida?”) o seguinte ensinamento: “A vida não é ter e obter. É ser e tornar-se”.

Neste saco de gatos, a banda pop rock inglesa ‘Os Beatles’, na canção “We can work it out” dá conta que “a vida é muito curta e não há tempo para chateação e brigas, meu amigo”. Pois bem! A vida é uma tensão (às vezes um pouco estressante) de todo ser, animada de um poder que se manifesta e se fortifica pela inquietude pujante do movimento.

Não é o fato passivo da existência, mas a presença fústiga de uma energia ativa que estimula o homem e o impulsiona a se locomover de forma constante e ininterrupta. Fústiga, aqui, caros senhores (para evitar indagações posteriores), deve ser entendida como sólida, rígida e compacta. 

Michel Jackson Temer questionado no final de seu mandato sobre “O que é a vida?”, bateu o pé, levantou o nariz, como sempre fez dando a nós, jornalistas, aquela ideia antiga de que havia merda por perto e mandou esta: “é deixar a presidência do Brasil mais fortalecida e dona de si, e, sobretudo, ter conseguido nomear Carlos Marun para o conselho de Itaipu até 2020”. 
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. De São Paulo, Capital. 4-1-2019
P.S.: A segunda parte continuará no nosso próximo encontro dia 8-1-2019, terça-feira.  

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13 comentários:

  1. Caro Aparecido;
    O que é a a vida?
    Em cinco capitulos?
    Quero crer que mesmo para vc com esta mente fértil é uma tarefa impossivel.
    Estarei aqui para conferir e afinal ficar sabendo a resposya para tal questão , eu e a humanidade!
    abs!

    paizote
    Paizote

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    1. Bom dia meu caro Paizote, e igualmente as Vítimas da Varig. Comentario de 04.01.2019 às 21.54.. O que é a vida? A vida é isto: Viver bem, comer bem, não ter nenhuma doença que perturbe a minha paz, ser feliz, curtir os netos, os filhos, o aviãozinho executivo, o carrinho, o sitio Shangri-La... meus cavalos, minhas galinhas, meus boizinhos, meus livros que escrevi. A vida é isto: curtir a Carina, ir e vir para onde der na telha (agora mesmo vamos para Nova York), não ter problemas com a polícia, com a justiça, não ter inimigos... estar em sintonia meridiana com aqueles que me amam. A vida é como uma lata de sardinha com um monte de patos e marrecos dentro. Além das sardinhas, claro. Nós todos (estranhos no ninho) estamos procurando um abridor. Buda me disse uma vez o seguinte: "Aparecido, a vida não é uma pergunta a ser respondida. É um mistério a ser vivido. Agora vá e me deixe meditar". Então, Paizote, e, igualmente as Vítimas da Varig. Não quero saber o que é a vida. Tampouco pretendo desvendar os mistérios que a envolvem. Quero viver. O que é a vida? A vida é isto: estar assim... livre, leve e solto... o resto que se fale, ou que se escreva, é como disse certa vez José Mauro de Vasconcellos, à sua única neta Cintia, hoje com 16 anos. José Mauro é o autor de "O Meu pé de laranja Lima. Quando a mocinha lhe perguntou, certa vez, "Vô, como era conversar na minha idade com um pé de laranja?" Ao que ele respondeu, sem pestanejar: "Essas bobeiras não existem, é tudo LITERATURA". Falar sobre o que é a vida, é LITERATURAR. Um ótimo domingo. Muita paz e viva a VIDA. Viva enqunto estiver vivo.

      Aparecido Raimundo de Souza, do aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

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    2. Caro parceiro;
      Lamento, mas aquela citação na qual eu não vejo nenhum sentido, novamente está aí !
      A mim causa estranheza que um poeta,escritor, alma sensível seja afetado pelo materialismo colocando o em destaque -mesmo que inconsciente- em sua vida .
      Pela sexta vez, no último semestre , sem somar as vezes que a Carina citou, é incluso em seus textos uma coisa que em nada melhora suas histórias , e que em nada interessa aos teus leitores. Hoje foi citado ,logo após os filhos (??)
      Perdão mas a simplicidade é uma nota que aprecio em um contador de histórias
      O que ele tem ,resultado de seu trabalho honesto , não melhora o escritor que aprendemos a admirar..
      Por favor não cite mais seu "jatinho particular" , deixe que apenas teus textos nos impressionem , e tenha a certeza que são muito bons.
      Dispense essas vaidades , se vc tem um "jato particular" é porque fez por merecer,ou porque teve sorte na vida.
      Boa estada em NY city , e perdoe-o atrevimento deste alerta.

      Paizote


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    3. Boa noite caro Paizote. Mais uma vez obrigado pela sua participação. Vamos lá. A minha simplicidade está acima de qualquer coisa. E me orgulho dela. Tenho sim, um jatinho particular (não piloto, infelizmente), tenho minha própria tripulação. Quando faço citação às coisas que tenho, é porque me orgulho de ter saido do nada, de família pobre e chegado onde cheguei. Sem precisar lavar dinheiro, sem precisar dar golpe, sem ter a polícia federal em meus calcanhares. Sem ser senador, governador, presidente, ou qualquer outro carguinho de bosta, para justificar meu salário. Não quero ser político, odeio todos eles, se pudesse mandaria todos para o inferno. Lado outro, nunca fui preso, meu nome nunca aparecerá no Jornal Nacional, ou pior, no Fantástico. Ando por ai de cabeça erguida, não devo nada a ninguém a não ser à Deus. Desculpe se alguma coisa lhe ofendeu. Fica na paz.
      Aparecido Raimundo de Souza, de Congonhas, São Paulo, voando agora, às 23 hs para Fortaleza, no Ceará. Um triplo fraterno.

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    4. Caro Aparecido.
      Fique tranquilo, vc não me ofendeu , nem poderia!
      Apenas entristeceu , mas isto não tem nenhuma importância.
      O que me entristece é a ostentação , mesmo que fruto do trabalho honesto .
      E por ser totalmente desnecessária!
      Como simpatizante de filosofias budistas e franciscanas , (embora não siga o lado religioso!) , não vejo com simpatia a necessidade de mostrar bens materiais ou realizações pessoais,principalmente vindas das pessoas a quem admiramos pelo intelecto.
      Em especial no local inapropriado, como ,me parece ser este aqui!
      E você, como conhecedor profundo das palavras sabe que o termo ostentação não é ofensivo ,mesmo assim postarei a definição ,fins evitar mal entendidos;
      “A ostentação (do latim "sustentare" que significa "mostrar") é o ato de, com muito excesso e orgulho, exibir realizações pessoais, posses ou habilidades de si próprio.”
      Meu avô dizia que ; “ Aos outros não deve interessar quantos pares de sapatos temos,e sim, de quantos pés dispomos para usá-los!”
      Mas , não se importe comigo!, doravante quando ler teus textos -e continuarei fazendo!_ pularei as partes das citações materiais e auto elogios , que não tenham -a meu ver!-. importância alguma!
      Abraços!
      Paizote

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    5. Paizote, meu velho amigo, não sei a sua idade mas fique a vontade. Se eu lhe ofender, apesar dos meus sessenta e cinco, pode me puxar as orelhas. Mas por favor, uma de cada vez. Gostei da sua definição para "ostentação". Pretendo leva-la ao pé da letra. Lado outro, me importo com o prezado. A sua presença constante nos meus escritos, muito me agrada e me deixa lisonjeado. Para quem escreve isto faz toda a diferença. Chegar aqui e não ver uma observação sua, é o mesmo que ir à Roma e não ver o Papa. Sério. Sem rasgação de sedas. Continue me prestigiando com as suas intervenções. Elas sempre serão bem vindas e oportunas. Muita paz.
      Aparecido Raimundo de Souza, de Fortaleza, no Ceará.

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  2. Sei que para muitos a vida é encostar-se nos outros. Se cada um carregasse sua própria carroça seria excelente.

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    1. Resposta ao anônimo das 22.17. De fato, cada um deveria carregar a sua própria carroça. Com burro e tudo. Ou cavao, sei lá. Não importa. Parto do seguinte principio: Muito da sabedoria do cavalo, vem da sua experiência de puxador de carroças. Eu sou um excelente cavalo. O que puxei de carroças. Do meu livro "Como matar sua mulher sem deixar vestígios"

      Aparecido Raimundo de Souza, do aeroporto de Congonhas, São Paulo.

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  3. Vida é permeada de escolhas.
    PAZ a gente planeja e conquista!

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  4. Primeiro devemos parar com O TEXTO VÍTIMAS DA VARIG, e escrever VITIMADOS PELO SISTEMA.

    SEGUNDO EU GOSTARIA DE SABER O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE PAZ?

    ME DESCULPEM, essa palavra é um paradoxo, tem gente que só consegue dormir em PAZ quando morre.
    Quem sonha á noite não tem PAZ.
    Acho que sua melhor definição é "SHALON" porque ausência de guerras e conflitos seria um preceito negativo.
    SHALON é perfeição.
    A “paz” nos Textos Sagrados da cultura judaica não é um pacto que possibilita uma vida tranqüila, nem o tempo da paz por oposição ao tempo da guerra... Não é mera pacividade; nada tem de semelhança com a chamada “paz de cemitério”; também não é simples ausência de crise...

    Shalôm deriva de um radical que, conforme sua maneira de ser empregado, pode significar o fato de completar ou concluir um trabalho, por exemplo, completar a construção de uma casa; o ato de restabelecer as coisas em seu antigo estado, em sua integridade, por exemplo, um credor ao pagar o débito, ou cumprir os votos a Deus.

    “Ai dos que transformam o direito em veneno e atiram a justiça por terra... Eu detesto e desprezo as festas de vocês... tenho horror dessas reuniões litúrgicas... Longe de mim o barulho de seus cânticos, nem quero ouvir a música de suas liras. Eu quero, isto sim, é ver brotar o direito como água e correr a justiça como riacho que não seca” (5,7.21-24).
    Amós profeta judáico 35 anos antes de Cristo.
    fui...

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    1. Respostas a Vanderlei Rocha, meu amigo que deixou um comentário às 16h50min do dia 06.01.2019.
      Em primeiro lugar, meu respeito às vítimas da Varig. Em face do nosso país maravilhoso, dos nossos governantes safados e ladrões e, claro acobertada por uma justiça de merda, acredito que as vítimas da Varig seguirão como até agora. Vítimas. Aliás, somos todos vítimas eternas, vítimas aprisionadas de um sistema sucateado, falido. E pior, fodido.
      Por segundo, em relação a PAZ e seu significado, reitero ipsis litteris o que disse ao Paizote em minha resposta das 12.54. Acrescentando, todavia, ao dito, o seguinte: não importa o que significa a paz. De onde veio. A que veio. O importante é que eu tenho paz. As pessoas não tem paz só quando morrem. Negativo. Roberto Carlos, por exemplo, morreu mil vezes (a primeira vez em 1972) e continua por ai, belo e formosos. Não acreditam? Ouçam “SE EU PARTIR”.
      De resto, a grande questão que precisamos ter diante de nós, é a seguinte: nos encontros que realizamos, como é que fazemos para não perder de vista o que somos? Como viver a dinâmica de um mundo que é plural, sem que a nossa subjetividade corra o risco de ser sufocada ou sequestrada?
      O desafio, meu caro Vanderlei é constante. O risco é iminente. É muito fácil perder a liga existencial, o cordão que nos costura a nós mesmos. É muito fácil a gente se perder na pluralidade do mundo. É muito fácil entrar nos cativeiros dos que idealizam, dos que nos esmagam, dos que nos desconsideram, dos que nos viciam, dos que pensam por nós.
      Creio ser este o ponto nevrálgico das vítimas da Varig. Elas entraram nos cativeiros dos que idealizam, dos que esmagam. E lá ficaram presas. Pés e mãos amarrados. Logo, reféns de um sistema falido, repetindo, fodido. E obviamente de uma justiça cega, burra, imbecil, cara, safada, puta e literalmente retrógrada.
      Por derradeiro, meu jovem Vanderlei, “A paz não tem fronteiras”. Paz pode ser também como nos ensinou a Austríaca Maria Schell. Ela disse: “Paz é quando o tempo não faz diferença quando passa”. Como escrevo e tenho alguns livros publicados, comungo do mesmo pensamento do escritor americano Steven Wright. Que pensamento seria este? “Eu mataria por um prêmio Nobel da paz”.
      Era isto o que precisava dizer.
      Aparecido Raimundo de Souza, voando agora, às 23 horas (horário local de São Paulo), para Fortaleza, no Ceará.

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    2. APARECIDO,
      Apesar de toda sua erudição, de todo conhecimento que propõe, de toda a cultura que possui, NÓS NÃO SOMOS VÍTIMAS DA VARIG, nem vítimas de um tsunami, tão pouco de queda de barreiras, nem vítimas de acidentes aeronáuticos ou de trânsito.
      Nós SOMOS VÍTIMAS DE UM PROJETO POLÍTICO, VÍTIMAS DE ROUBO, VÍTIMAS DE CORRUPÇÃO DENTRO DO INSS VIA SPC.
      A VARIG NÃO NOS FEZ VÍTIMAS.
      Como pode um imbecil MATAR para ter um prêmio?
      A paz é um paradoxo, seu símbolo é um animal que introduz na natureza mais doenças que um rato.
      PAZ para mim é deitar e dormir minhas pouco mais de 4 hora/dia sem sonhar ou ter pesadelos.
      Nós fomos vítimas de um projeto de vida, quebrado por instituições que não cumprem seus delegados deveres.
      A nossa constituição, projetou todos os DIREITOS DO CIDADÃO, MAS NÃO FEZ SEQUER A INSTRUÇÃO DOS DEVERES DO ESTADO.
      Temos direito à saúde mas o estado não tem o dever de cumprir, por isso o legislativo e o judiciário, vivem atolados em discussões constitucionais.
      Infelizmente quando o tempo passa faz diferenças absurdas em nossa vida.
      A PAZ DEVERIA SER PODER-SE PARAR O TEMPO.
      Não precisa me responder com seus aforismos "chulos", nem sempre o grande escritor tem razão.
      Escritores acham-se deuses, como Veríssimo, Paulo Santtana e o Paulo Bostelho.
      Tem certas horas que tenho saudades de Antonio Vera Ramírez, que nasceu em Barcelona e assinava como "Lou Carrigan", e publicava pela Editora Monterrey "ZZ7" uma espécie de continuação do personagem Giselle Montfort, criação de David Nasser em 1948 no jornal Diário da Noite. Forma publicados exatas 500 histórias, e tenho a ousadia de ter lido todas.
      Assim com li os livros 40 livros e histórias de Hercule Poirot,
      os 14 livros e histórias de Miss Marple, os 5 livros de Tommy e Tuppence, os 8 livros e histórias de Arthur Hastings (com Hercule Poirot), os 5 livros do Superintendente Battle, Parker Pyne e Mr. Harley Quin.
      Doei os 74 livros para a biblioteca do Colégio são João em Porto Alegre.
      Isso era leitura divertida.
      bom dia...

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    3. Meu caro Vanderlei Rocha. Parabéns por suas palavras deixadas no comentário de 07 de janeiro às 09:03.
      Aparecido Raimundo de Souza, de Fortaleza, no Ceará.

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