terça-feira, 31 de outubro de 2017

[Aparecido rasga o verbo] La hora de los rumiantes

Aparecido Raimundo de Souza

A quarta Guerra Mundial será lutada a paus e pedras”.
Albert Einstein.

UMA PRAGA ISRAELENSE se aclimata em algumas regiões do Brasil e ameaça tempestivamente as lavouras de feijão, algodão, tomate e soja, entre outras centenas de diversificadas especiarias existentes em nossa boa e santa terrinha. Paralelamente, outra desgraça toma o país inteiro de assalto. Agride na cara dura, no tapa sem beijos. Mais valente e coesa essa infâmia amedronta e intimida a população de modo devastador e calamitoso.

Numa rápida vista de lince, temos a impressão de estarmos diante de um quadro em terceira dimensão do alemão nascido em 1430, Hans Memling, pintor que retratou a “Condenação dos pecadores no Fogo do Inferno”, ou pior, de Pieter Bruegel, falecido em 1569 em Bruxelas, na Bélgica que se destacou nos deixando a beleza inconfundível de “O Triunfo da Morte”, mostrando a ruína causada pela peste negra na Europa.

Em ambas as relíquias, entestamos com uma única verdade: a demolição arrasadora da humanidade por embuço de uma sequência natural da vida, como a colisão de um cometa com a terra, os gazes do efeito estufa no ambiente e a erupção de um vírus medonho, mais resistente à medicina conhecida dos cientistas deste século. São as “MOSCAS BRANCAS”.

“Menores que um grão de arroz medem menos de um milímetro. Sua capacidade de aniquilação é inversamente proporcional ao tamanho. Uma coisa importuna, que assola plantações inteiras de melão, batata, quiabo e duzentas outras espécies de vegetais indispensáveis ao ser humano. Em pouco tempo, os agricultores veem suas lavouras se tornarem inutilizadas com bananas que não amadurecem, abóboras com folhas açucaradas e prateadas e uvas escurecidas e imprestáveis para o consumo. O ataque dessas destruidoras é rápido e certeiro”.

A Segunda Epidemia atende pelo nome de Michel Jackson Temer, genericamente uma abjeção repulsiva, tipo “bug” mutante, resultado de sufrágios mal direcionados a uma vagabunda que, depois de ter levado um tremendo pé no traseiro, foi afastada do trono e relegada a secundário plano, ocupando a sua vaga, esse desdouro dos submundos do capeta como gestor do país. Em outras palavras. Saiu uma merda da bacia da privada e entrou outra bosta não convidada. Descarga mal dada, não resta a menor dúvida.

De forma indireta, essa maldição que aí está e ficou, veio em consequência de uma imensa massa disforme de cabeças cheias de cocôs de ratos espalhadas pelos grotões mais distantes deste rincão sem fronteiras. Identificou-se tão ligeiramente com as condições orgânicas das metrópoles, que através de um chute certeiro galgou, em preliminar, a conquista acachapante da vitória. 

Por via dessa consequência absurda, imoral e desonesta, essa úlcera prossegue pilotando a nação em direção às trincheiras das desigualdades e das injustiças sociais, aos padrões errôneos, às trovoadas econômicas, às recessões relampiosas e às dependências dos capitais externos, bem ainda às ínfimas taxas de crescimento de prerrogativas, os desempregos com ponteiros indicadores voltados a índices elevados, a desnacionalização e a baixa competitividade das indústrias, sem mencionarmos a queda vertiginosa do real e a volta triunfal da inflação, entre outras fissuras que servem apenas para foderem a vida do brasileiro.

Não é de agora, que Michel Jackson Temer domina astutamente o panorama das sendas e carreadouros que conduzem ao “glory chair”. Antes mesmo de o estropício israelense sinalizar sua chegada em nosso meio, esse amaldiçoado já propagava aos quatro cantos, alto e em som ouvível, que ganharia todas as brigas que entrasse o que, de certa forma, inspirou confiança e crença na plebe imbecilizada. Cogitou-se até que o manda chuva não assumiria num momento de desalento, em face do impeachment da guerrilheira Dilma, mas de esperança. Que a economia estaria em ordem e o mundo seguiria na sua progressão. 

Louca ilusão! O fato é que a esperança TEMER, até hoje, não mostrou totalmente o semblante. Existe uma venda encobrindo o rosto (igual ao da fuça nojenta da porra da justiça) que aprovaríamos ver frente a frente. O desalento, ao contrario, se materializou condensado, criou um escurão embruscado, virando uma calamidade indescritível. Se transformou, mesma mordida da cobra, num esmorecimento torpe, vil, abatido e extenuado.

Cedeu Michel Jackson Temer, a princípios contraventores, resultantes de uma descontextualização ditada por razões ideológicas e nefastas aos princípios básicos, deixando, distorcidas, uma legião contínua de cenhos frangidos e olhares perplexos. A economia, comprometida com a sacralidade do FMI (Fundo de Mamadores Inveterados, ou Malandros Incompetentes) nunca esteve sistematicamente em ordem.

Experimentamos na órbita dessa paulada, uma imagem capenga, deformada, distorcida e incompleta de sua verdadeira faculdade. Por conseguinte, do jeito em que as coisas se entrelaçam essa ciência jamais alcançará os degraus que a direcione para o sucesso pleno que cogitamos. Por seu turno, a pátria mãe, carrega no ventre um estilo especial e carinhoso para fabricar, sustentar e colocar em pedestais, bestalhões e bocós que cooperam exclusivamente para a concepção de reflexos negativos, mormente o que representamos para o restante do planeta. Apesar dos pesares, formamos um berço esplendido diferente dos demais, muito embora, em verdade, a vocação para as mediocridades gritantes e atabalhoadas nos aflore constantemente a pele.

Assim, em vista dessas fotografias inóspitas e lúgubres, deparamos com uma plêiade de sanguessugas (como aqueles parasitas nos fiofós dos elefantes) vivendo, gozando, se multiplicando, notadamente, se centuplicando comodamente à sombra do boi gordo. Esse boi gordo (amadas e amados) não é outro, senão a nossa sofrida e pisoteada NAÇÃO. O velho e carcomido Brasilzinho, tentando crescer e se agigantar. Todavia, a cada minuto, embora se esforce, segue para baixo, em rota de colisão com o OCULTO ENTERRADO, a contrário senso do que os seus consanguíneos esperam.

“Quase imperceptíveis, as moscas brancas se espalham com os ventos e conseguem se mover por uma área de até cem quilômetros em apenas dois dias. Atingem o Nordeste, se aproveitando das noites quentes para se multiplicarem mais velozmente. Em Petrolina, Pernambuco, onde o plantio de peras e maças (embora em fases experimentais) se tornou na mais importante atividade sócio econômica do Vale São Francisco, 40% (quarenta por centro) da produção se perdeu, ano passado, por causa desses pulgões”.

Na verdade, senhoras e senhores, os técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), responsável pelo controle dessa espécie de percevejos extraterrestres, ainda não calcularam os prejuízos causados, contudo, tentam correr contra as horas, montados em tartarugas menstruadas, perdão, em bichos preguiças normalmente de um olho só (a moda dos Ciclopes), antes que seja tarde demais e as malditas desembarquem de mala e cuia, na vasta plantação de soja e manga.

A Segunda Tribulação se define igualmente com ar atmosférico, porém, se desloca de avião particular. Rodeado de conforto, pompa, suntuosidade e luxúria, não lhe faltam o que comer ou beber. Enquanto os paupérrimos dão um duro miserável para não deixarem as latas das despensas sem o “rice and beam”, longe das bocas famintas de suas famílias, o sevandija visita seus médicos para cuidar de infecção urinária e próstata, em São Paulo, frequentando os melhores hospitais com especialistas pagos com nosso dinheiro. Nem para morrer, esse porco imundo e nojento serve.

Intrépido, gatuno e larápio, deveria para dar exemplo a seus governados, encarar as filas do SUS, consultar com esculápios cubanos, como todo cidadão trabalhador. Mas não. Essa lombriga de Tietê, interior de São Paulo, passa bem, promove jantares, ao tempo em que acomoda tranquilamente o rabo numa cadeira ao redor de soberba mesa farta, para se deleitar com saladas de invídias e mozzarella de búfala acompanhada de suculento filé de salmão ao molho de alcaparra. Mesmo rodar da catraca, quem mantém o vivaldino a “Caranguejos Devon, trufas brancas, caviar belga em folhas de ouro”? Ora, ora, meus prezados! Os burros que comem “maulmita” com feijão, farinha e omelete.

Por contar com o melhor ao alcance do nariz, lembram que ano passado, logo após acertar o rabo balofo da sua sócia Dilma, ao desembarcar em um dos 1700 municípios nordestinos que compõem o chamado Polígono das Secas, Michel Jackson Temer pouco se importou ao deparar com o espetáculo tantas vezes visto e tantas vezes estimulado por uma politica perversa, que une no mesmo balaio, gatos de unhas afiadas, clientelismo, malversação de recursos públicos e uma inércia criminosa dos poderes constituídos.

Da mesma forma agiu quando esteve no Espírito Santo e Minas Gerais, por ocasião do rompimento da barragem de Mariana, em Bento Rodrigues, e pela contaminação do Rio Doce, que, por conta dos rejeitos da Samarco, uma cidade em peso e pior, famílias inteiras até hoje estão à espera de uma solução das AUTORIDADES.  Autoridades oportunamente compradas, recheadas com advogados cafajestes, juízes pilantras, desembargadores filhos da puta. Justiça com problemas nas juntas, e nas vistas.

Só para lembrar, a Tragédia de Mariana completou dois anos e até agora, de especial, ganhou um Globo Repórter inteiro só com suas lamúrias e lamentações. Salvo contradita, o maridinho da primeira dama, Marcela Temer, está cagando e andando para os sertanejos e igualmente para os solapados da Lama Assassina, que, sequiosos e desorientados, seguem as vias tortuosas vagando sem rumo, atrás do pão suado que o diabo amassou com os pés.

Esses miseráveis do Polígono (como os estiolados de Mariana, que perambulam como um bando de ciganos pelos sertões esquecidos deste país latrina do mundo), costumam ver no governo o derradeiro cavaleiro estelar chegando de dimensões afortunadas para salvá-los da fera de dez chifres, cinco colhões e sete cabeças descritas pelo apóstolo João, no Livro do Apocalipse.

Na prática, caros leitores, não só eles, nós também nos deixamos enrolar.  Acreditamos com tamanha fé e crença nessa canoa furada, que o mergulhar em águas turvas e as consequentes dores oriundas desse desastre, passam despercebias as almas combalidas.  Somos por natureza, quadrúpedes de pai e mãe. Espantosamente gostamos de tomar porretadas. Amamos dar a cara a tapas e sopapos, como Cristo. Aceitamos, de coração, viver sufocados, com a corda no pescoço e a banana na regueifa.

Não nos importamos se o ar que respiramos se nos apresenta benigno ou impregnado pelos peidos dos senadores ou pelas evacuadas dos nossos deputados. Por mais que o açoite nos importune, deixamos de lado e no esquecimento, os sentimentos de aprendizados das velhas lições de casa. Quanto mais sofremos na carne as cutucadas das lâminas afiadas da burrice e das asnices berrantes, as “vias crucis” intermináveis pelas quais transitamos como nômades parecem relaxar o corpo inteiro. Nesse frigir dos ovos Michel Jackson Temer, sabendo de antemão que abonamos qualquer balela que saia de sua bunda, perdão, amados, de sua boca, aproveita para sentar o ferro, enfiar com força, promover em nossas mentes uma lavagem cerebral de deixar os cabelos não só dos pubianos como de nossas cabeças, em desordenados despenteios e desalinhos.

Panacas de carteirinhas e firmas reconhecidas, seguimos adiante, na convicção de encontrarmos, numa curva qualquer da trilha interminável, um porvindouro recheado de prosperidades e chances de sobrevivência. Ingênua dispepsia! Vivemos a rotina repetida, embutida no desgastado e grave ciclo de crises que, minuto a minuto se engrossam ao redor da nossa atoleimada estupidez. O “boom” que deveria acontecer visando proteger o futuro resvala, desliza como graxa por entre os dedos do pessimismo e se perde na sujeira do lixo das maracutáias, das demagogias e das apatias insanas da nossa doentia falta de altanaria e brio na porra da cara.

“Indubitavelmente os agricultores querem acabar com a epidemia. Será uma tarefa árdua e difícil. Barrar a entrada e controlar é uma questão urgente, de segurança. Somente com uso do defensivo aplicado gradualmente, do mais fraco ao mais forte, num processo que começa com a inusitada aspersão de detergente de cozinha nos campos e nas ervas daninhas em entorno da área de plantio, se conseguirá erradicar definitivamente as invisíveis ‘moscas brancas’”.

Para que pudéssemos arrancar de vez, pela raiz, o segundo predador, Michel Jackson Temer (lembrando, a todos, ele não é nenhum gigante Briareu), necessitaríamos usar um remédio igual ao empregado pelos especialistas. Qual seria? Que agrotóxico milagroso poria fim a Temer e seu bando de flibusteiros e estelionatários?! Se tivéssemos como pedir ajuda ao professor Pardal, o sensato indicaria rogar-lhe que inventasse uma moderna máquina de fabricar ciclones.

Com ela nas mãos, direcionaríamos a geringonça para o “Power Center” e despejaríamos sobre a capital federal uma tempestade dessas bem devastadoras, semelhante ao Irma, que fustigou recentemente a Ilha de Barbuda, entre o mar do Caribe e o mar das Caraíbas, com ventos que chegaram a 295 quilômetros por hora. Sem falar no Maria, no José e outros que, segundo o centro de furações dos Estados Unidos, sigla conhecida pelas letras NHC, estão listados na categoria “Cinco” o nível mais elevado dessas catástrofes.

As senhoras e os senhores acham que seria loucura pedir um SOS ao professor Pardal? Terrorismo? Talvez! Anarquismo? Com certeza, não.  Sacanagem? Sacanagem, amados, terrorismo, anarquismo ou outra merda qualquer, é o que nossos deputados fazem com nossas hombridades, em parceria com os senadores e outros picaretas que enfeiam e emporcalham a capital do país. Seria, portanto, reconfortante se a resposta fosse simples. Não é.

O aspecto badernístico atingiria seu ápice no instante em que assistíssemos de camarote, o grande avião pousado virar um monte de escombros, como (vamos voltar na história) o Palace II do ex-deputado Sergio Naya, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ou a derrubada das Torres Gêmeas do Word Trade Center, em Nova York. Desventuradamente não dispomos de um certo professor Pardal, tampouco do remédio milagroso. O que fazer?! Contemplamos três saídas distintas e emergentes.

Primeira – atacarmos direto o ponto de fervura usando uma fórmula da Maga Patológika transformando o pulha, desculpem, o piolho de escroto Michel Jackson Temer, em sapo. Ao mencionarmos Temer, nos referimos a alterar a forma atual de governo colocando, na berlinda, um sujeito dedicado e honrado, que verdadeiramente postule em nome do bem comum. Segunda – o povo precisaria ser forte bastante (cada um se revestir na pele de Coto, “o furioso”), para tomar decisões que sabemos amargas, quais sejam arrancar, à unha, nos dentes, nas mordidas, nos beliscões, do Parlamento, os contrabandistas, estelionatários, homicidas, corruptos, golpistas, vagabundos, punguistas, e exigir dos que lá forem colocados dinamismo e prioridade no desenvolvimento da federação. 

De que nos serve ter um cartão de visita de primeiríssima ordem, um advogado renomado, professor emérito de faculdade (tivemos a oportunidade se ser aluno dessa toupeira, em Itu, interior de São Paulo) poliglota, conhecedor das questiúnculas e politicamente globalizado, se na Câmara e no Senado, afluem, a favor dele, corsários e bandoleiros que deveriam cumprir pena em regime fechado no presídio da Papuda?   

Uma terceira e derradeira, como válvula de escape: a morte dos grandalhões por lapidação. Os prezados amigos que me leem, saberiam explicar essa espécie de morte sem sofrimento ou passamento para os quintos do caldeirão do Tinhoso?! Lapidação é acabar com a vida de qualquer verme jogando pedras em seus costados. Para isso, os defensores da pátria, os descamisados, os futricados, os sem casa, os sem eira, nem beira, os pisoteados, os mal atendidos pelo SUS (Sistema Único Sucateado), fariam um “roke into” nas principais ruas e avenidas do C M L (Centro Mundial dos Ladrões) ou como é conhecida a capital dos bandalhos e poderosos, tipos Eliseu Padilha, Moreira Franco, Sarney, Fernando Collor Pozinho de Melo, entre outras figuras pitorescas da zorra total, B R A S Í L I A.

E o fariam, logicamente, em surdina, sem barulho, sem alardes, calados, de bocas fechadas, na surpresa, municiados, entretanto, com centenas e milhares de paralelepípedos em mãos. Não só paralelepípedos poderiam ser levados, de contrapeso, às cuecas do Aécio Neves, as malas de Rocha Loures, as joias de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo... tudo em nome de um Brasil limpo, e sem corrupção, sem vigaristas e traquinas. Como furiosos e desembestados ruminantes, alterariam a rotina desse paraíso e, como acontecido no romance de José J. Veiga, na raça, no sangue frio, no “pega para capar”, TOMARIAM A CIDADE E O PODER.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. Da Rua Beneti, em frente à casa de Michel Temer, Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. 31-10-2017

Colunas anteriores:

2 comentários:

  1. Direto e arrasador o seu comentário sobre as várias pragas que nos afligem, como sempre muito bem o faz.
    Nada posso, nem quero responder sobre a política nojenta deste país, muito menos depois da última notícia das previas em que o imundo e o incógnito se encontram empatados em segundo turno. Não dá. É abortivo.
    Mas, sobre as moscas brancas posso responder até porque cultivo uma pequena horta em varanda do meu apartamento. Realmente é indescritível o que esse minúsculo inseto faz com o cultivo, principalmente em tempo de calor. Não há ainda pesticida que consiga acabar com elas. Quando consigo num dia, dois dias depois elas estão presentes em dobro e já penso em acabar com esse cultivo agradável. Fico imaginando isso, como você muito bem descreveu, em culturas gigantescas. É de arrepiar e só não sabia que é uma praga importada de Israel.
    Muito importante o seu texto e mais uma vez parabéns
    José Manuel

    ResponderExcluir
  2. APARECIDO, suas críticas são na prática inócuas, se a previsibilidade sucinta e relevante.
    São desabafos verdadeiros e perspicazes e relevantes, mas infelizmente dispensáveis ao povo.
    Tancredo Neves ara um bosta, ainda bem que morreu ou foi morto não importa.
    O declínio inicia-se em 1985 com o PMDB de Sarney.
    O mesmo PMDB da constituição aristocrática de 1988, e apoiador do Governo Collor.
    O mesmo PMDB que alijou o caçador de Marajás por causa de um Fiat Elba e por querer dar uma trepadinha com a cunhada.
    Gostosa, não?
    Assume o ITAMAR do PMDB que até criaram a imagem de macho com a perereca desnuda no carnaval.
    O mesmo PMDB que elegeu o FGAGAC, um comunistinha de merda até hoje ridiculamente dissimulado.
    O mesmo PMDB que deu guarida ao jumento retirante nordestino de Garanhuns.
    Que colocou uma ignorante búlgara na presidência com frases que nem drogados diriam.
    O mesmo PMDB que alijou-a por causa de umas pedaladinhas fiscais.
    Assumiu o PMDB temeroso.
    Não sou politicamente correto, mas defendo o governo TEMER até o fim do mandato.
    Pior seria se ele saísse e tivéssemos que fazer um mandato tampão de alguns meses, ficaríamos estagnados.
    Certamente teríamos que resolver em dezembro de 2018.
    Estão todos preocupados com o presidente a ser eleito em 2018.
    Eu não.
    Porque no presidencialismo de coalizão o presidente não manda porra nenhuma, quem manda é a coalizão.
    Porém o brasileiro votante filho de uma puta sempre troca o penico e coloca de volta as mesmas merdas dantes.
    não adianta mudar os congressistas em 50%.
    27 senadores ainda continuarão no cargo até 2023.
    Com certeza mais de 50% do resto se reelegerá.
    Dos 513 deputados pelo menos 70% serão reeleitos.
    Para presidentes teremos as mesmas figuras de sempre com poucos novatos.
    O Brasil precisa de uma compostagem política.
    Jogar as merdas na compostagem e ver se as minhocas produzem humus.
    fui...

    ResponderExcluir

Por favor, evite o anonimato! Mesmo que opte pelo botãozinho "Anônimo", escreva o seu nome no final do seu comentário.
Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente.
Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-