quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Generoso leitor, você ainda acha que a Folha de S. Paulo é um jornal?!


Se solidarizar com esses FDP descrevendo-os como "Coletivo" é um chute no saco de qualquer pessoa normal!

A matéria original aqui.

6 comentários:

  1. Jim;
    Considero ser de muito mau gosto a notícia, e tão forçada quanto a escolha de Felipe Neto ,como uma das 100 personalidade do ano pela Times 100.
    Só não entendo o porquê da crítica ,aqui ,do adjetivo “coletivo”!
    A expressão está correta ,porquanto se trata de várias pessoas,é um movimento americano de artistas ,cantores.musicos grafiteiros,jornalistas ,etc..
    È uma “cagada”,mas... coletiva!
    O que ao meu ver ,é passível de ferrenha crítica é a escolha desta notícia para publicar.
    É notícia ,enquanto fato novo ,independente de ser essencialmente “”Kitsch”, ou direcionada ideologicamente.
    Mesmo um crime, por mais hediondo ,não deixa de ser notícia!
    O que questiono é qual a relevância de publicar este lixo?
    Porque os jornalistas dão espaço a este tipo de informação sem nenhuma
    Relevância no no contexto.
    A construção dos objetos é sem dúvida, arte!
    Duvidosa ,mas arte !
    Mas não mereceria destaque!
    Não se qualifica ,exclusivamente ,com uma finalidade ideológica,pois as “obras de arte” representam personalidades do amplo espectro ,incluindo Putim
    Enfim , não tem nenhuma utilidade , embora possa ter interesse!.
    Exatamente como este meu comentário,que pode ser descartado!!

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  2. Sei o que significa o substantivo ‘coletivo’. A Folha de S. Paulo ao adjetivar esses seres de ‘coletivo’ o faz em glorificação ao seu intento: desqualificar e ridicularizar o atual presidente do Brasil. Daí a pressa em publicar.

    Se fosse um ‘coletivo’ de direita, definitivamente não seria noticiado como ‘coletivo’. Aliás, provavelmente já estariam todos presos por ordem de alguém ‘on behalf’ do coletivo STF.

    Demonstrar e instigar ódio não é arte. Enfiar um crucifixo na vagina não é arte. Evacuar numa imagem cristã não é arte…

    Mas, ‘coletivos’ como este (ajuntamento de pessoas desajustadas e desequilibradas, com as quais, duvido muito, você queira ter proximidade e convívio familiar) continuarão a ter as suas obras de arte ‘duvidosas’ noticiadas enquanto houver ‘coletivos’ de militantes de esquerda travestidos de jornalistas… e enquanto se julgar o ódio que nelas está implícito como… ‘arte duvidosa’. Só isso. Tadinhos, são ‘artistas’.

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  3. É óbvio!
    Concordo que uso dos objetos, de forma deturpada,não é arte, assim como, enfiar um crucifixo na vagina não é!
    Penso que ficou claro no meu comentário , os objetos (cabeças)são obras de arte, indiscutivelmente.,assim como o crucifixo o é!
    Não há como negar!
    Se enquadram indubitavelmente na definição de objeto artístico, quanto ao gosto duvidoso,também não há dúvida!
    Agora Jogar futebol ,ou enfiar na vagina é opção de cada um, de acordo com sua mente doentia!
    Assim como é opção do jornal publicar, ou não , eu só tive conhecimento pelo “Cão…!
    Numa coisa, penso que concordamos!,
    Toda mídia que pretende conceituar-se como jornalística
    deveria evitar as preferencias políticas ,sejam de direita ou esquerda!
    Ao profissional de imprensa é permitido! Já a mídia não !
    Esta teria de limitar e policiar-se tentando não virar panfletária.
    Cito meu país o BRASIL pois este eu conheço e posso opinar , não existe seriedade no jornalismo, seja de direita ou esquerda .
    A mídia tradicional,é de esquerda , a mídia alternativa é de direita ,todas com interesses que não são prioritários ao povo.
    De forma enrustida,ou assumidamente,são panfletários, como algumas revistas nacionais,
    nenhuma delas confiável enquanto difusoras da informação,e como um meios intermediários de expressão, capaz de transmitir mensagens; representativas, e isentas, no conjunto de meios de comunicação social de massas.
    Todo dia surgem publicações novas com propósito definido, comprometidas com uma facção!
    Toda mídia atual, inclusive redes sociais, são militantes, o mais importante é que tenhamos discernimento suficiente para não nos contaminarmos.
    A mídia de esquerda e a de direita se se merecem, assim como todos os políticos!

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  4. Não, não se deve botar no mesmo saco mídia ‘atual’ com redes sociais. Até porque aquela foi “atual” durante os dois últimos séculos. Duzentos anos, mano!

    Você lembra, se e quando você discordava de uma matéria de jornal, o que acontecia? Nada, né!

    Você escrevia uma carta exemplar para o jornal, este TINHA TODO O PODER de publicar ou não. Se publicava, cortava parágrafos, para caber no espaço decidido pelo jornal.

    Aí chegou as “redes sociais”, os jornais ficaram nus, descobertos com a boca na mentira, manipulação e falsidade. Aí, desnudados, inventaram o vocábulo “Fake News” e projetaram nas “redes sociais” a imagem do que eles próprios vinham fazendo há séculos.

    As “redes sociais” é a opinião pública. Ponto.

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    1. Aliás, a mídia 'tradicional' é tão FDP que criou "'Bolsonaro é um merda"' diz leitor.

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