Leandro Ruschel
A militância de redação da Folha, que JAMAIS chamou o
PT de "extrema-esquerda", agora trata Flávio Bolsonaro como
"ultradireita" e afirma que "duvidar de eleições é
golpismo"
Não, @folha. Golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas, e alçá-lo à presidência numa eleição marcada por censura e perseguição em massa contra opositores, criando um verdadeiro estado de exceção para reprimir quem ousou reclamar. Nenhuma pessoa minimamente honesta pode afirmar que houve liberdade para a direita no processo eleitoral de 2022, conduzido por um ministro HOSTIL a um dos candidatos.
Quem pode esquecer dos
milhares de posts censurados? Como os que apontavam a ligação ÓBVIA do
Descondenado com ditaduras latino-americanas.
Ou a compilação de reportagens
sobre escândalos de corrupção do PT, tratada como "desordem
informacional" pelo vice-presidente do tribunal que conduziu a eleição — o
mesmo que foi depois recompensado com o Ministério da Justiça do Descondenado.
Ou do documentário IMPEDIDO de
ir ao ar por talvez ser negativo à campanha do Descondenado? A
té uma das ministras que votou
pela censura reconheceu a natureza do que estava sendo feito, mas justificou
como um caso "excepcionalíssimo"...
E o que dizer do assunto que virou PROIBIDO: as urnas?
O Brasil continua sendo um dos
únicos países do mundo — ao lado de Butão e Bangladesh — a usar o modelo atual,
e isso não é tratado pela militância de redação como um problema, mas como
motivo de orgulho nacional — mesmo diante de um amplo consenso entre
especialistas em segurança eleitoral sobre a necessidade de registro físico do
voto.
Na prática, falar o óbvio gera
o risco de ser censurado e até preso por "tentativa de golpe".
Vale lembrar que o próprio
chefe do setor de "combate à desinformação" da Justiça Eleitoral,
Eduardo Tagliaferro, já denunciou ao Congresso que o órgão funcionava como uma
máquina de perseguição contra a direita.
Ao receber a ordem de
encontrar irregularidades numa revista conservadora para justificar sua
desmonetização, Tagliaferro informou que só havia encontrado publicações
jornalísticas. A resposta que recebeu do seu superior? "Use a
criatividade."
É a confissão, saída de dentro
do próprio sistema, de que a censura no Brasil não combate desinformação — ela
É a desinformação.
E Tagliaferro passou a ser
perseguido criminalmente por ter feito essas denúncias, o que apenas confirma o
estado de exceção.
A verdade é que o Brasil foi
destruído não só por um establishment político e jurídico podre, mas também
pela "imprensa profissional", que tem operado como braço de
propaganda dessa elite, justificando o mar de arbitrariedades dos últimos anos.
Esse editorial da Folha é mais
uma prova disso: quando um candidato aponta o estado de exceção, é tratado como
"golpista" e "extremista".
Ora, o golpe foi justamente a
montagem de um regime de repressão para blindar a elite — pega com a mão na
botija na Lava Jato, e agora, novamente, no escândalo do Master.
Se opor a toda essa lama não é
golpismo. É o exato oposto.
Apenas em ditaduras não se
pode questionar o sistema eleitoral.
Texto e Imagem: Leandro Ruschel, X, 5-4-2026,16h18

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