segunda-feira, 6 de abril de 2026

"Não, Folha, golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas"

Leandro Ruschel

A militância de redação da Folha, que JAMAIS chamou o PT de "extrema-esquerda", agora trata Flávio Bolsonaro como "ultradireita" e afirma que "duvidar de eleições é golpismo"


Não, @folha. Golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas, e alçá-lo à presidência numa eleição marcada por censura e perseguição em massa contra opositores, criando um verdadeiro estado de exceção para reprimir quem ousou reclamar. Nenhuma pessoa minimamente honesta pode afirmar que houve liberdade para a direita no processo eleitoral de 2022, conduzido por um ministro HOSTIL a um dos candidatos.

Quem pode esquecer dos milhares de posts censurados? Como os que apontavam a ligação ÓBVIA do Descondenado com ditaduras latino-americanas.

Ou a compilação de reportagens sobre escândalos de corrupção do PT, tratada como "desordem informacional" pelo vice-presidente do tribunal que conduziu a eleição — o mesmo que foi depois recompensado com o Ministério da Justiça do Descondenado.

Ou do documentário IMPEDIDO de ir ao ar por talvez ser negativo à campanha do Descondenado? A

té uma das ministras que votou pela censura reconheceu a natureza do que estava sendo feito, mas justificou como um caso "excepcionalíssimo"...

E o que dizer do assunto que virou PROIBIDO: as urnas?

O Brasil continua sendo um dos únicos países do mundo — ao lado de Butão e Bangladesh — a usar o modelo atual, e isso não é tratado pela militância de redação como um problema, mas como motivo de orgulho nacional — mesmo diante de um amplo consenso entre especialistas em segurança eleitoral sobre a necessidade de registro físico do voto.

Na prática, falar o óbvio gera o risco de ser censurado e até preso por "tentativa de golpe".

Vale lembrar que o próprio chefe do setor de "combate à desinformação" da Justiça Eleitoral, Eduardo Tagliaferro, já denunciou ao Congresso que o órgão funcionava como uma máquina de perseguição contra a direita.

Ao receber a ordem de encontrar irregularidades numa revista conservadora para justificar sua desmonetização, Tagliaferro informou que só havia encontrado publicações jornalísticas. A resposta que recebeu do seu superior? "Use a criatividade."

É a confissão, saída de dentro do próprio sistema, de que a censura no Brasil não combate desinformação — ela É a desinformação.

E Tagliaferro passou a ser perseguido criminalmente por ter feito essas denúncias, o que apenas confirma o estado de exceção.

A verdade é que o Brasil foi destruído não só por um establishment político e jurídico podre, mas também pela "imprensa profissional", que tem operado como braço de propaganda dessa elite, justificando o mar de arbitrariedades dos últimos anos.

Esse editorial da Folha é mais uma prova disso: quando um candidato aponta o estado de exceção, é tratado como "golpista" e "extremista".

Ora, o golpe foi justamente a montagem de um regime de repressão para blindar a elite — pega com a mão na botija na Lava Jato, e agora, novamente, no escândalo do Master.

Se opor a toda essa lama não é golpismo. É o exato oposto.

Apenas em ditaduras não se pode questionar o sistema eleitoral.

Texto e Imagem: Leandro Ruschel, X, 5-4-2026,16h18 

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