domingo, 5 de abril de 2026

🚨 Vocês realmente sabem quem é o BESSIAS, homem de Lula que será o próximo ministro do STF?

Preparem-se...

É bem pior do que parece.

Ouçam o que o sujeito diz sobre os presos políticos do 8 de janeiro e sobre Alexandre de Moraes.

Um comentário:

  1. 🗣️ALERTA À SOCIEDADE

    Essa fala de Jorge Messias é gravíssima e precisa ser ouvida com muita atenção por todo brasileiro que ainda se preocupa com liberdade, equilíbrio institucional e limites do poder do Estado.

    Na própria fala, Messias diz com todas as letras que a AGU foi a primeira instituição a pedir a punição dos envolvidos no 8 de janeiro e que o pedido de prisão em flagrante e preventiva foi feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes. Ou seja: ele não fala como alguém distante dos fatos. Ele fala como agente direto dessa engrenagem.

    Mais do que isso, ele trata qualquer discussão sobre anistia como uma “agressão à população brasileira”, afirma que ela seria inconstitucional e insiste que a única pauta possível é punição, punição e mais punição. Não há, em sua fala, qualquer sinal de ponderação, proporcionalidade ou preocupação com excessos, individualização de condutas e garantias fundamentais.

    Isso deveria acender um alerta em toda a sociedade.

    Porque quando uma autoridade com pretensão de chegar ao STF assume publicamente esse nível de envolvimento, defende com convicção máxima a linha punitivista do 8 de janeiro e rejeita até mesmo o debate político e jurídico sobre anistia, o que está em jogo não é apenas a opinião pessoal dele.

    O que está em jogo é a visão de poder que ele carrega.

    Uma visão em que o Estado acusa, prende, bloqueia bens, cobra reparação e ainda tenta interditar moralmente qualquer voz que questione esse processo.

    Se esse é o espírito com que Jorge Messias enxerga os acontecimentos de 8 de janeiro, o Brasil precisa se perguntar com muita seriedade: é esse o perfil de ministro que deve ocupar uma cadeira no Supremo?

    Porque quem vê apenas “golpistas” e só fala em punição, sem qualquer preocupação visível com abusos, dosimetria e limites constitucionais, não transmite senso de Justiça. Transmite compromisso com uma única narrativa.

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