sábado, 30 de setembro de 2017

[Aparecido rasga o verbo] Plano “b” ou pepino grosso para nos enfiar no rabo?!

Aparecido Raimundo de Souza

“A merda está posta. Agora é convivermos com ela”.
Tompson de Panasco

ALGUNS POLÍTICOS, MELHOR DITO, todos os políticos, sem exceção, do grande penico Brasília (esse cagalhão em forma de aeronave pousada), precisariam ter um Plano “b”, ou seja, quando pintasse sujeiras, conspurcações, canalhices ou bandalheiras, como nos casos dos safados Romero Jucá (Jucá ontem ao ingressar aqui no Congresso Nacional latiu bem alto ‘NÃO VÃO ME INTIMIDAR’ fazendo menção sobre a operação da Polícia Federal que corre de pires e bisturi nas mãos atrás de seus filhos e enteados), Geddel Vieira Lima, Henrique Eduardo Alves, dos vagabundos Mendonça Filho, do Raul Jungmann, do Antonio Palocci, dos “intocáveis” Lula, Bruno Araújo, Aécio Neves, José Dirceu, Guido Mantega, Eduardo Cunha, Ricardo Barros e outras figuras estrambóticas (da corriola que vive à custa dos nossos bolsos), escapassem impolutos, resguardados e ilesos. Até agora, na prática, só Michel Jackson Temer conseguiu essa proeza.

Antes de tecermos comentários sobre essa cartada excepcional do malabarista e mentor intelectual da súcia, vamos dar um passeio pelas sujeiras de outros pilantras. Imaginem se esses “outros” biltres, esses indignos e inidôneos tivessem, ao alcance das mãos, a famosa escada de Jacó? Raciocinem, senhoras e senhores. Poderiam subir e descer para o céu (perdão, para o inferno) quando a coisa esquentasse ou ficasse preta, de supetão. Em outras palavras, esses larápios, ao serem chamados para deporem na justiça federal (por exemplo) perante o doutor Sergio Moro, teriam como subir ou descer disfarçados de cafajestes em busca de conforto e abrigo nos braços acariciantes do tinhoso. Bem sabemos, o tinhoso, infelizmente, pende a balança, perdão, a caldeira, para quem dá mais ou paga em dólares, e consegue alimentar, com grana viva (saída de nossos bolsos), a proliferação de todas as falcatruas conhecidas, inclusive aquelas ainda não inventadas.

No mesmo cheiro fedorento do orifício do porco abatido, quem precisaria aparecer mais? A nossa simpática e boa amiga Dilma. A coitada anda sumida da mídia, divorciada das festas, escondida dos encontros, apartada dos conchavos no Palácio Janucu (é Janucu mesmo). Estamos com saudades da guerrilheira. Dilma só tem um problema. Carrega a alma (para quem não sabe, escurecida) em tom negro, como lady Macbeth. Todavia, apesar desse pequeno probleminha, parece que ela e esses outros vermes (que acima citamos) moradores oficiais do Epicentro, têm vida de gato, ou pior, todos os nossos salafrários eternos se assemelham a Hidra de Lerna. Ou pior, esses virosos se entrelaçam aparentados do Coisa-Ruim.

Dançando ao som cafajeste desse samba do crioulo doido (do pega me agarra, me larga, me bate, me solta, me come, me deixa, me leva), precisaríamos, para acabar com a porra da Hidra, filho de Tifão e Equidna, não de um, pelo menos mil Hércules (com as disposições de Schwarzenegger e seu inseparável Stallone) para botarem esses crápulas na cadeia e estabilizarem a ordem no galinheiro. Para lembrar, o galinheiro, para quem ainda não sabe ou está chegando agora, é o outro nome glorioso e majestoso da capital do país.  CAPITAL FEDEMAL, perdão, F-E-D-E-R-A-L.

Alimentamos o lume, ainda que tênue, um dia (nem que daqui uns três mil e quinhentos anos), o povo desperte, acorde desse marasmo tétrico, tome consciência, se desvincule dessa apatia, dessa lerda e intrínseca sonsice berrante e vá, incontinente, marche, para frente da Câmara, do Senado, do Tribunal Superior de Justiça (T.S. J) e outras joças de prostituições legalizadas, armado de paus, pedras, paralelepípedos, bombas caseiras e grite, berre, estardalhasse. Never, for ever! For ever, never!, fazendo referência, evidentemente, a essas abjeções que só servem para nos aniquilar e nos fazer de palhaços.

Esperamos mais da grande massa. Que o ladrão do Temer (conforme rotulou injustamente seu consorte de gandaia, o enfático Joesley Batista), siga, de vez, para os píncaros do purgatório e, em breve tempo, se transforme num definitivo ‘L’introuvable’. Em palavras entendidas, do português claro, ‘aquele filho das unhas que ninguém consegue encontrar!’. Nem ele mesmo a si próprio. Aliás, seria bom que Temer arranjasse, nessa altura do campeonato, um daqueles anéis de mil e uma utilidades descritos nas obras de J.R.R. Tolkien, ‘O Senhor dos Anéis’. Dessa forma, nosso Amado ficaria invisível aos olhos de seus perseguidores, notadamente daqueles que o querem ver de binóculos pelo lado contrário.  De igual forma, poderia transitar livremente pelos corredores sombrios do T.S. J, do senado, da câmara, e outras galerias, como o topetudo Silmarillion, sem ser visto ou olhado, ou “mais melhor ainda”, sem ser captado. 

Chafurdados nessa putaria toda, precisaríamos no mesmo desbravar da bandeira emporcalhada, parar de corrermos cortinas em torno de nossas vidas, de fecharmos janelas e portas em derredor de nossas necessidades mais prementes. Carecemos deixar de ser bobos da corte. Arrelias. Girofales é o que somos, sem tirar, nem pôr. Um bando de idiotas gravitando em volta dos ratos de esgotos, quando na verdade deveríamos dar veneno a eles e extirpá-los, de vez, do nosso convívio, do nosso meio. Na mesma borrifada do extintor que não deixará explodir a merda em direção aos ventiladores dos soberanos, indispensável deixarmos de ser otários e manés.

Mesmo com os ventiladores traíras ligados nas tomadas dos inimigos. Se faz mister não mais nos condicionarmos a obedecer (‘sim senhor, não senhor, pode botar com força, ‘nóis’ aguentamos’), como meros paus mandados, vaquinhas de presépio. Cansamos de ser prisioneiros desses vagabundos, desses pilantras, desses sórdidos malfeitores. Urgente, urgentíssimo, requeremos soltar à garganta aberta, o brado de independência, de nos livrarmos desses e ‘dessas’ sanguessugas que não alimentam outra finalidade, senão a de nos fazer de escravos, de capachos, de cativos e prisioneiros desses filhos da puta.

Todos que nos fazem de burros de cargas, de babacas, de joãos e cândidas sem chão e tetos, são filhos da puta. Com todas as letras. Consanguíneos dessa pátria vagabunda. Dessa província com fuça de brasilzinho terceira categoria de bosta. A derradeira meus queridos, aí está, fervendo pior que vapor de vulcão prestes a lançar chamas sobre nossa pútrida imbecilidade. O senhor doutor Michel Jackson Temer tem sobre suas costas a segunda denúncia.  Para derrubá-la, o Plano “b”. Com ele, a trolha rombuda para nos enfiar... os senhores sabem exatamente onde. 

Posta na berlinda as sujeiras anunciadas dos nobres de colarinhos brancos, sem mais delongas, discorramos sobre o auspicioso Plano “b”. Qual seria? Por partes, como diria Jack, o estripador de Londres nos idos de 1888. Antes rir, um bocado, como faria o neoclássico Bocage, se vivo fosse, para relaxar. Gargalhar faz bem. Kikikikikiki. Feito isso, o que é, do que trata exatamente o Plano “b”? Explicamos. Os senhores sabem quem será o relator junto à “onrosa”, inviolável e inoxidável C.C. J. (Comissão de Canalhas da Justiça?!). Não?! Que pena! Falamos na figura esquizofrênica e pútrida do cidadão Bonifácio de Andrada, p-o-l-í-t-i-c-o conservador, de 87 anos. Senhoras e senhores, esse é o Plano “b” do Michael Jackson Temer. Bonifacinho de Andrada. Amigo de Dom Pedro. Lembram da historinha do Brasil? Os prezados assistiram à novela “Novo Mundo?” Pois então. Uma vez que, para o nosso Chefe Maior, se esvaiu a honestidade de Jacó, a prodigiosa escada do filho de Isaque debandou para as cucuias, o anel de Tolkien para a casa do caralho, e o poder do voador inveterado Clark Kent, se irrequietou preso nos quadrinhos de Joe Shuster e Jerry Siegel...

Para esse infame e velhaco sair de cena, numa boa, e ficar bonitinho na foto, só existe uma maneira digna, merecedora e pundonorosa.  Meter uma bala na cabeça. Com todo respeito amadas e amados. Com toda a falta de lisura à nossa escassez de brio e vergonha, a nossa protérvia. Se esse desgraçado fosse para o raio que o parta... todavia, lhe falta a coragem de Sansão, a intrepidez de Aquiles e o fôlego de Páris para apertar o gatilho. Então, do nada, num passe de mágica, das cinzas, o Plano “b”. Bonifacinho de Andrada, do PSDB ou Partido dos Sacaneadores do Brasil.   

Entre mortos e feridos, vem aí com esse Plano “b”, mais uma pouca vergonha sem precedentes, sem liminar preparatória. Vamos tomar (escrevam isso), vamos tomar mais tapas, mais safanões, mais bordoadas e cacetadas bem dadas no meio de nossas fuças. Merecemos, com certeza. Não precisamos, pois, dizer nada. Acrescentar detalhes seria chover feio no molhado encharcado. Procrastinar. Empurrar pra barriga, nos levaria à ruina, à bancarrota. Nos levaria não.  Estamos atolados nelas, faz tempo. Enterrados, por sinal, até o pescoço.  Em verdade, perdidos, fodidos, sem eira, nem beira. Como aquele pobre caçador, no meio da selva, sem a espingarda e a munição salvadora. Frontispiciados diante do inevitável iminente nos cabe caros leitores... nos basta, nos contenta, nos enche o espírito e o coração, chorar copiosamente, no quentinho do travesseiro.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza. De Brasília, Distrito Federal. 29-7-2017

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11 comentários:

  1. Boa noite caro escritor Aparecido
    e caro editor do Cão que Fuma.

    Desculpem a minha intromissão, não é a primeira vez que me manifesto. Em outros e-mails tive o prazer de me pronunciar em torno dos seus textos e gostaria de fazê-lo de novo, por conta de uma palavra que achei colocada erroneamente. Eis a mesma e o parágrafo onde figurou.
    "Dançando ao som cafajeste desse samba do crioulo doido (do pega me agarra, me larga, me bate, me solta, me come, me deixa, me leva), precisaríamos, para acabar com a porra da Hidra, filho de Tifão e Equidna,"
    Seria realmente um som cafajeste? Confesso não ter entendido o que significa som cafajeste como ali foi colocado. Aguardo, se não for pedir, muito, uma explicação. E desde agora peço mil desculpas ao prezado e ao editor.
    Abraços
    seu fã
    Leonardo Cussoline

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  2. No que me toca, eu percebi o vocábulo como sem-vergonha, malandro, abusado...
    Cumprimentos./-

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  3. Dona Carla Regina,

    Boa noite.

    Acompanho, há tempos, os escritos de Aparecido Raimundo de Souza e, por conta disso, me vejo na obrigação de deixar no ar uma indagação. Como está na sua página do Face, "divulgadora dos trabalhos do escritor" Aparecido Raimundo de Souza, por favor, me informe se aquela palavra 'cafajeste' não está colocada de forma errada.
    Vejamos o texto conforme saiu publicado:

    "Dançando ao som cafajeste desse samba do crioulo doido (do pega me agarra, me larga, me bate, me solta, me come, me deixa, me leva), precisaríamos, para acabar com a porra da Hidra, filho de Tifão e Equidna, não de..."

    O que seria, na visualização ou no pensamento do autor, um som cafajeste? Antes de verificarmos isso, vamos às pesquisas realizadas. Segundo os dicionários, a palavra cafajeste se traduz por "homem que engana a esposa, ou que se relaciona com outras mulheres". Ou ainda, segundo o Delta Larousse, "Um homem ordinário, sem vergonha e malandro". Na Enciclopédia Barsa, cafajeste se entende por "Sujeito capadócio, tratante, malfeitor, desonesto". Indo mais fundo, no Aurélio edição revista e aumentada 2017, cafajeste é o mesmo que "Safado, piriga, mau elemento, bisbórria e até meliante". No Tesouro da Juventude, temos o cafajeste em várias situações, além das acima citadas: "Safardana, salafrário, farrista, desocupado e tratante". Na Enciclopédia Conhecer, cafajeste se traduz por "Patife, sujo, súcia, gaudério, parrana e rufião". Pois bem. Pensei, em decorrência de algumas palavras "estranhas" usadas pelo escritor, em seus outros escritos, que ele, o Aparecido, tivesse construído ou inventado uma nova fórmula para descrever um som ruim, ou um som porcaria; um som grosso modo, bosta; um som merda. Porém, dona Carla Regina, nos romances do escritor Morris West, quais sejam, "Os Fantoches de Deus, Terra nua, A Concubina e O Herege", descobri a palavra cafugesto com "g" nesta sequência.

    "O rapaz parecia vaidoso. Mas vestia-se de forma cafugesta" Trecho de "Os Fantoches de Deus".
    Cafugesto, aqui, direcionando a degradante, imoral.

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    1. "O corpo vigoroso, no caixão de fino trato, mostrava-nos a todos, um falecido cafugesto. Trecho de "Terra nua".
      Cafugesto vem no sentido de malévolo, arrepiante, em decorrência da morte do personagem.

      "A respiração de Martina era fria, insossa, cafugesta" Trecho de "O Herege".
      Cafugesta, aqui, nos leva a arrepiante, desgraçante.

      Suponho que Aparecido sintetizou o som como um som cafugesto, com "g" ou um som nojento, estranho, degradante, imoral, funesto, incível, malévolo, arrepiante. Note que todos os insumos, ou todas as formas indistintas das palavras dicionarizadas, se enquadram. Se coadunam, se entrelaçam. Patrick Modiano, ganhador do Nobel de Literatura de 2014, em seu livro "Place de L'Etoile", em tradução de Bernardo Ajzenberg na fala do personagem Gilles Ottolini menciona um certo senhor que se assemelhava a um indivíduo cafugesto, e explica: "Em derredor, um amaldiçoamento cafugesto, não o deixava ser feliz". Podemos entender esse "cafugesto" como um "amaldiçoamento arrepiante, horrível". Judith Leão Castello Ribeiro, no livro "Presença" menciona: Há quem afirme que o Belo é a fusão harmônica de uma forma cafugéstica revestida de um aspecto sensível à vida" Aqui essa cafugéstica nos levaria, indubitavelmente a forma degradante, em sintonia com a sensibilidade plena da vida. Parece haver e realmente há, uma fusão.

      Leon Eliachar, não sintetiza cafugesto, como uma palavra nova, mas escreve em "O Homem ao meio" uma variante dela. "Um espirro à moda cafugestiana de Mona Lisa. Acchimmmmmmmmmmmmmmmmmm". Resumindo, o som cafugesto do "Plano "b", do escritor Aparecido, repetindo o acima escrito, entendo e não só entendo, concluo, que cafugesto está posto, colocado como som degradante, funesto, malévolo. Só repeti "o erro", do texto, para arrematar e consumar que a palavra idealizada pelo escritor, foi cafugesto. O que sucedeu, me perdoe dizer, foi um pequeno erro da redação, ou da digitalização, ao editar o trabalho, talvez, quem sabe, por entender cafugesto como cafajeste. Esses pequenos contratempos existem, acontecem. Em suma, o voto de minerva, vamos deixar para que o próprio Aparecido Raimundo de Souza, do alto da sua sabedoria irrepreensível, nos dê a palavra final.

      Desculpe dar essas pinceladas, me dirigindo a sua pessoa. Sou de opinião, que o "som não era cafajeste, mas, cafugesto, com "g".
      Pela sua atenção, por ter me lido,
      Um forte abraço.
      Bom final de semana

      Leonardo Cussoline

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  4. No texto original de Aparecido a palavra está "cafugesto".

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  5. Ufa! Que leitores exigentes ,atentos e rigorosos!

    Paizotes

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  6. AMIGO APARECIDO,
    EU ACHO QUE VOCÊ ESTÁ MEXENDO COM UM NINHO DE COBRAS SEM AS PRESAS.
    QUE NO FINAL QUEM VENCERA É O PIOR....


    Zeni Klug Berger Beijosss

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  7. Senhor Leonardo Cussoline,
    Boa noite

    Agradeço por acompanhar meu trabalho pelo face como divulgadora do jornalista e escritor Aparecido Raimundo de Souza.
    Suas dúvidas foram bem colocadas e com toda razão, a palavra certa é cafugesto e está no texto original; Realmente o jornalista descreve com toda clareza a palavra cafugesto.
    Estou admirada que você como fã dos textos dele busca sempre esclarecer suas dúvidas,e estamos aqui para tira-las.
    Agradeço em nome do Aparecido Raimundo de de Souza e em meu nome.

    Att:
    Carla Regina

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  8. Senhor Leonardo Cussoline

    Boa noite

    Primeiramente, quero agradecer por acompanhar meu trabalho pelo “Facebook”, como divulgadora do jornalista e escritor Aparecido Raimundo de Souza.
    Suas dúvidas foram bem oportunas e colocadas de forma a não deixar dúvidas. A palavra certa realmente é cafugesto, como foi postada no original enviado ao Editor da “Revista Cão que Fuma”.

    O prezado está, pois, coberto de razão. Houve um erro gritante, cometido pelo diretor da revista, ou mais precisamente pelo revisor dos textos chegados à redação. Consciente da patacoada, o responsável tomou para si a culpa formal, voltando atrás e confessando que a crônica não saiu como lhe fora enviada.

    Esses pequenos incidentes acontecem. São falhas, mancadas, que os editores, na pressa de publicarem acabam ultrapassando as raias da normalidade. Todavia, confundir cafajeste com cafugesto vê-se um longo desvio de conduta que não deveria, jamais, ter sido percorrido. É questão de ler. Ler e ENTENDER.

    Por segundo, me sinto feliz e contente, e mais que isso, realizada por saber que um fã do autor Aparecido detectou o incidente e, em vista dele, colocou a boca no trombone e deu o alerta. Meus sinceros parabéns por sua adequada e tempestiva interferência. Lado igual da moeda, meus cumprimentos mais sinceros por ser um leitor assíduo. Se todos agissem como o amigo, certamente muitas imperfeições e lacunas seriam extirpadas dos seios imaginativos que permeiam os caminhos das originalidades dos escritores, o que não deixaria, em tempo algum, macular as linhas imaginárias de suas melhores criações.

    Por nosso turno, buscamos sempre que possível, o compromisso sério de esclarecer esses “gatinhos” dos editores e creia caro amigo Leonardo, continuaremos aqui atentos para que outras barafundas e descuidos não voltem ocorrer.
    Agradeço, igualmente, em nome do Aparecido Raimundo de Souza que tenho certeza, ficou orgulhoso com a sua feliz e idônea participação.

    Um forte e grande abraço

    Carla Regina

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    1. Senhora Carla Regina,
      Tenho uma sugestão eficaz para evitar doravante erros gritantes, patacoadas, mancadas, barafundas e longos desvios de conduta: que o senhor Aparecido Raimundo de Souza não encaminhe textos para este Editor.
      Atenciosamente,
      Jim Pereira

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    2. Curto e grosso.
      Assinado: Gleisi Cafugesto Hoffmann, em nome de Lula Cafajeste da Silva

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