segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Maior facilitismo na escola pública, mais alunos nos colégios privados

Luis Moreira
Vejam aqui o infantilismo da argumentação usada para acabar com os exames e as provas de aferição, por forma a impedir a comparação dos resultados entre escolas. 


A esquerda caviar entre reuniões, manifestações e saídas para jantar não tem horário para levar os filhos à escola pública. O Vitor (comunista) rasga as vestes porque os netos frequentam um colégio privado. O Zé que vive paredes meias com uma escola pública tem quatro netos num colégio no Porto e os restantes (2) em Lisboa. Os horários da escola pública não dão. O Vasco, entre duas tiradas indignadas, acerca da destruição da escola pública, trás o neto num colégio privado. O João que me chama reaccionário, por eu dizer que só há escolas boas e escolas más, paga a frequência dos cinco netos num dos mais modernos e caros colégios da capital (o melhor que se pode deixar a uma criança é uma boa educação diz-me, enquanto acende o charuto e escolhe o whisky.). As minhas netas frequentam o mesmo colégio que o pai frequentou porque as duas escolas públicas aqui da zona sempre foram um inferno. E já aqui vivo há 38 anos...

As crianças stressadas com os exames não se stressam por mal verem os pais à noite entre o apressado banho e o ainda mais rápido jantar? E não terem tempo para brincar?     
Estudar seriamente os problemas do ensino dá um stress do caraças... 
Título e Texto: Luis Moreira, Banda Larga, 30-11-2015

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