quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Precisamos falar sobre os sapatos de Melania Trump?

Rodrigo Constantino

O furacão Harvey fez com o Texas o que o PT fez com o Brasil: espalhou sofrimento, deixou um rastro de destruição e várias pessoas desamparadas, sem nada. É o momento de focar nas vidas em risco, de ajudar as pessoas necessitadas, não de fazer politicagem.

Mas eis que, em meio a esse cenário de caos, várias revistas e jornalistas acharam que o foco adequado era criticar as roupas da primeira-dama. Melania Trump apareceu no hangar para pegar o helicóptero com sapatos de salto-alto, e de repente muitos na mídia pensaram que esse era o tema mais relevante do dia.

Atacar Trump tem sido uma obsessão, e dá para compreender o motivo pelo qual os sapatos da FLOTUS (sigla para First Lady of the United States, que Melania ostenta com orgulho até em boné) despertaram tanto interesse: a alternativa era falar sobre o crescimento de 3% da economia, acima do esperado e longe do apocalipse que a mesma imprensa vendia caso Trump fosse eleito.

Melhor espetar o casal com base nos sapatos de Melania mesmo. The New York Times, Washington Post, Vanity Fair, Politico e Vogue (*): todos escreveram editoriais sobre esse assunto altamente relevante para o público. Não importa que a distância entre o pórtico da Casa Branca e o hangar seja de 200 pés apenas. Não importa que essa não era a roupa com a qual ela sairia no Texas inundado (de fato, ela usava tênis Adidas na ocasião, o que finalmente silenciou a imprensa). O objetivo era só achar mais um pretexto para alfinetar o casal.


Stephen Miller escreveu um texto na Fox News lamentando a “mesquinhez” da imprensa. Ele questionou o discurso feminista de “empoderamento da mulher”, que não encontra em Melania um ícone apenas por motivos ideológicos (Michelle Obama era idolatrada pela turma). E concluiu: “Enquanto a mídia profissional estiver dedicando 800 palavras para um par de sapatos de Melania Trump, os americanos não estarão inclinados a escutar a uma só [palavra] sobre escândalos reais sobre esse presidente”.

A alcunha de “Fake News” que o próprio Trump colocou na mídia mainstream pegou por conta desse tipo de atitude. É uma mídia partidária, torcedora, obcecada, que consegue criticar até o laquê usado pelo presidente como ameaça ao planeta, ou então analisar que a letra da primeira-dama revela uma personalidade “pouco generosa”. É simplesmente patético!

Portanto, fica a pergunta: precisamos mesmo falar sobre os sapatos de Melania Trump? E isso quando milhares de texanos precisam de toda a ajuda que for possível? O “jornalista” Caio Blinder achou que sim, por exemplo, e escreveu um tuíte sobre isso, que já apagou. Ele perguntava se era “politicamente correto” falar sobre o sapato da primeira-dama, e eu respondi que era apenas prova de obsessão e falta do que fazer.

Mas há um motivo importante pelo qual devemos falar dos sapatos de Melania, e esse motivo é expor um dos fatores que levam certas figuras para a esquerda e o feminismo (hoje sinônimos). Chama-se recalque, inveja. O socialismo, afinal, é pouco mais do que a idealização da inveja. E enquanto os conservadores prezam a beleza, que é fundamental para a vida, muitos esquerdistas têm feito de tudo para detonar o conceito do belo, por revolta, ressentimento, inveja.


Eis aí a mais barulhenta nas críticas às vestimentas de Melania Trump: Lynn Yaeger. Ela escreve para a Vogue, revista de moda. É a senhora com cabelos vermelhos (ou seria peruca?), à direita, para que o leitor não tenha dúvidas. A outra é justamente a primeira-dama Melania Trump:


Como perguntou Alexandre Borges ao divulgar a imagem: caso encerrado? 
Título, Imagens e Texto: Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo, 31-8-2017
(*) E o Los Angeles Times, USA Today... ventriloquados pela imprensa portuguesa, brasileira e francesa.

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3 comentários:

  1. Está na cara que o sistemático ataque a Melania, além de pretender atingir o seu marido, é movido pela inveja social, característica de esquerdistas e feministas feias como o caralho.

    Atacar Melania, uma mulher linda, e poupar Michelle Obama, uma mulher feia e desengonçada, é uma estratégia político-ideológica. O que não é de surpreender.
    Agora, a maioria silenciosa continuar silenciosa, por medo de ser rotulada de isto ou aquilo, é lamentável!

    De que têm medo?
    Entendo, é que a primeira é branca (malvada) e a segunda, negra (vestal), é isso!
    Pois eu acho, segundo os meus próprios julgamentos de beleza feminina, a mulher de Obama é um canhão, pode se pintar de amarelo.
    Quer ver uma mulher negra linda, um pouco magra? Whitney Houston.
    Tem outras mulheres negras, que não foram esposas de presidentes negros ou brancos analfabetos, lindíssimas e... com classe!
    Uma mulher com classe e elegância, RESOLVIDA, é o mais eficaz afrodisíaco para o homem que gosta de mulher.

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  2. President Trump will personally contribute $1 million toward relief efforts for Hurricane Harvey.

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  3. Vejam bem, uma mulher bem resolvida, linda, e de bom caráter, é tudo!!!!
    As feias que me perdoem, mas para mim mulher feia tem que morrer de fome.
    A inveja é uma Merda!!!
    Heitor Volkart

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