quinta-feira, 10 de setembro de 2015

País da orgia financeira

Alberto José

O governo vive uma época de fausto, como se estivesse na corte de Louis XVI – "se o povo tem fome, que coma brioches", como ordenou Maria Antonieta!

Quadro de Thomas Couture, Les Romains de la décadence, 1847

O rebaixamento do grau de investimento se deve à "orgia financeira" praticada pelos poderosos da República, a começar pela chefe do governo que, além das "pedaladas" e da manutenção do sorvedouro de recursos que são trinta e nove ministérios e cerca de vinte e três mil cargos de confiança (para garantir a "lealdade" de militantes e simpatizantes lulo-petistas) ainda mantém "cartões corporativos" para pagar gastos não discriminados, sob a proteção da rubrica de "despesas protegidas pelo sigilo" que, em tempo de paz, só se justifica para garantir o anonimato das despesas abusivas, sem precisar se justificar ao Tribunal de Contas da União!

Nas viagens presidenciais são incluídas dezenas de pessoas que, sem justificativa ou interesse comercial, aumentam as despesas pois gozam das mordomias de ótimos hotéis e almoços e jantares dos contos das mil-e-uma-noites!

O presidente do Senado, que dispõe de três carros de luxo com motoristas e seguranças – proteção contra o povo? – se hospeda em hotéis de alto luxo, como recentemente em São Paulo – com diária de cerca de R$ 1.400,00 para tratar de assunto estritamente particular com empresário que agora está sob custódia das autoridades.

Com toda essa orgia financeira, o governo da senhora Dilma para tentar se equilibrar, não se constrange em procurar criar mais um imposto para sacar mais dinheiro do bolso dos contribuintes e ainda querem crucificar o aposentado como responsável por suposto "rombo" na Previdência, esquecendo que os congressistas se aposentam com salário total após três ou quatro anos de "esforço laborativo"!

Alguns defensores do governo declaram que há países onde o Imposto de Renda é maior (acima de 27%); acontece que nesses países o cidadão recebe do imposto boas escolas, bons hospitais, transporte, segurança, além de poder descontar na sua declaração anual de impostos outras despesas como saúde e educação quando no Brasil, ao contrário dos grandes sonegadores (antes da Operação Lava-Jato) o cidadão que desconta na fonte, no "holerith" tem sido torturado pela Malha Fina da Receita Federal que, por sua vez, fica temerosa de convocar o conhecido ex-presidente para comprovar a origem da sua riqueza de padrão internacional! 
Título e Texto: Alberto José, 10-9-2015

Um comentário:

  1. Heitor Rudolfo Volkart10 de setembro de 2015 22:44

    Alberto, veja só, o Rei da Alemanha, no passado, que construiu o Castelo Neuschwanstein, na Bavária, estava exterminando as finanças daquele País, amanheceu morto no riacho ao lado do Castelo, disseram que teria se afogado, ele tinha 1m90 e o riacho meio metro.
    E aqui no Brasil…
    Abs.
    Volkart

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