terça-feira, 18 de abril de 2017

Ana Caroline Campagnolo desmascara professora que a coagiu

Luciano Ayan

A professora que praticou coação e intimidação contra Ana Caroline Campagnolo [foto] resolveu dar uma entrevista ao Diário Catarinense.

Antes, vamos rever o vídeo histórico em que Ana Maria Campagnolo conta o caso no Congresso:


A entrevista da professora pode ser acessada aqui e já aviso que é repugnante. Ela demonstra autoritarismo, desrespeito à individualidade, vitimismo, e, ainda pior, comportamento invasivo, tentando interferir na vida privada de Ana Maria Campagnolo. Ou seja, o processo não lhe ensinou nada.

A professora foi arrogante ao ponto de dizer: “Assistindo àquele vídeo e principalmente à forma com aqueles entrevistadores a constrangiam com perguntas capciosas, eu olhei aquela menina, porque ela tinha 21 ou 22 anos, sendo atacada, até constrangida com perguntas pesadas… eu fiquei pensando: nossa, eu errei? Como pode, né? Fiquei mais preocupada com ela do que com as outras coisas.”

Isso é comportamento invasivo, pois ela não tem moral alguma para falar nada sobre a interação social de Ana Caroline Campagnolo com seus questionadores.

Ana Caroline a demoliu em uma resposta:

A professora me humilhou em sala de aula, chamou minhas convicções de “inconsistentes e ridículas” e enviou e-mails questionando e recriminando minhas opções na vida particular. Depois, deu uma entrevista dizendo que não foi nada sério, que ela e super democrática e eu exagerei o caso

Por outro lado, eu concedi uma entrevista a dois rapazes que me encheram de elogios, chamavam-me de “linda”, “elegante” e etc. Trataram-me bem e carinhosamente. Aí, a professora — que me humilhou, discriminou e perseguiu — disse que eles estavam me atacando, constrangendo e assediando.

Perceberam? Feminismo não é sobre ajudar mulheres — afinal, eu sou mulher. Feminismo é sobre discriminar homens e qualquer pessoa não-militante.

Em outro post, Ana Caroline segue:

As feministas são tão EMPODERADAS que quando levam um processo — pelas ilicitudes que praticam — tiram licença de saúde para se recompor emocional e psicologicamente. Trabalhar não era um direito? Por que abandonar assim? Não era sinal de libertação?

Ela descreve o padrão:

Descrição exata do “professor” doutrinador, dogmático, militante e perseguidor: “Este tipo de pessoa não aceita a existência de qualquer outra visão de mundo e sociedade, mas vivem chamando os outros de alienados. Não aceitam que haja divergências, mas vivem dizendo que os outros é que são intolerantes. Não aceitam outras crenças mas vivem dizendo que os outros é que são fanáticos.”

Está aí. A entrevista da professora que tão maus exemplos deu é outro exemplo de que a extrema-esquerda nada respeita. Em vez de se defender, a professora resolveu atacar Ana Caroline Campagnolo até em suas interações sociais que não lhe causaram mal algum. A professora não tem nenhum interesse em melhorar as reações humanas. Somente em obter capital político.

Isto representa a essência dos doutrinadores. Contra esse tipo de gente só podemos pensar em uma coisa: luta política.
Título, Imagem e Texto: Luciano Ayan, Ceticismo Político, 18-4-2017

2 comentários:

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