sábado, 9 de março de 2019

Moleskine (9 de março de 2019) Confira porque peguei ojeriza à “imprensa”

Ojeriza, o mesmo que nojo, aversão, repulsa
Os dois generosos e pacientes leitores que visitam a revista já sabem, a long time ago, que eu não leio (mais) jornais, não assisto telejornais, especialmente os das grandes redes, no Brasil, em Portugal, nos EUA... e, volta e meia e meia volta, lembro que a (tradicional) imprensa acabou, a long time ago, porque os ‘jornais’ e as ‘tevês’ deixaram-se aparelhar e dominar por militantes de esquerda, marxistas ou gramscistas, transformando-se em meras Organizações Não Goovernamentais a serviço e vassalas dessas ideologias e agenda.

Recentíssimo exemplo
Exatamente o que você leu, querido leitor. Está no Diário de Notícias, um jornal de Lisboa, mal das pernas (e da cabeça), que já vendeu a sua icônica sede no centro de Lisboa, modo de tentar não se apagar de vez...
A “notícia” apareceu na minha linha do tempo. Fiquei tão pirlimpipado que fui ler a “matéria”.


Deixei um comentário:

Nossa! O título me aterrorizou, sério!!
Por esta e por outras, pela militância e panfletagem, é que ninguém mais lê estas ONGs. Depois, saem chorando pelos cantos a falta de leitores e pedindo ajuda ao Estado!
Patético, para não dizer outra coisa mais feia!

Peço aos nossos leitores, brasileiros e portugueses de bem e do bem, que, por gentileza, deixem os seus comentários lá na “matéria”.

Se tiverem tempo de deixar cópia aqui embaixo deste post, muito agradecerei.
Lembrando que “anônimos” não serão publicados.
Muito obrigado!

Anteriores:
Moleskine (27 de fevereiro)

Um comentário:

  1. Boa noite, Jim.
    Não possuo facebook, somente e-mail e zap; por isso estou enviando meu comentário a respeito do assunto para a sua apreciação e publicação, se assim o desejar, e pelos meios que achar melhor.

    Abraços.

    Sidnei

    Há um fator importante nos governos democráticos que é a alternância no poder. Houve um período que o Brasil vivenciou vinte e uma anos no regime militar diferenciado (Ditadura é a cubana, venezuelana e coreana do norte). Depois, entre 2002 e 2016, experimentou-se a extrema-esquerda socialista sob a égide da foice e do martelo. Agora em 2019 iniciou-se uma nova era da "extrema-direita" (ou simplesmente direita). Qual é o problema? Foi o povo quem escolheu Bolsonaro, não foi?

    Se ele e a equipe farão um bom governo, um governo justo e equitativo é outra história. Erros, insatisfações, revolta, descrença, desapontamentos e etc. irão certamente ocorrer. O fato concreto é que os brasileiros estavam cansados do famigerado socialismo; este conduz qualquer nação ao atraso e infortúnio.

    Quanto à mídia, seja ela portuguesa, brasileira ou de qualquer outro país, sempre primará pelo sensacionalismo nos casos de grande impacto social, permeado com notícias verdadeiras e de interesse geral; entretanto, a mola mestra do negócio é vender o produto e obter lucro, além de manter a sociedade bem informada.

    Hoje em dia, tudo o que Bolsonaro diz ou faz é motivo de crítica implacável; se São Paulo ficou alagado ou se um padre fez greve de fome por que Jean Wyllys saiu do Brasil, a culpa é do Bolsonaro!

    Li na edição da matéria o termo "jornalismo-militante" e estamos de pleno acordo. Estão procurando cabelos em ovos e confundindo "A saga dos filisteus" com as sogras dos filhos teus!

    O assassinato da vereadora Marielle está sendo ainda apurado, e tem muita revelação pela frente. Tem a ver com milicianos, mas pode ter "peixes graúdos" envolvidos, entre outros interesses escusos; daí a aventar a possibilidade de o presidente da república estar por trás... é querer vender todos os jornais em um só dia.
    O Brasil precisa de atualização, desenvolvimento e, principalmente, de uma grande transformação. Para melhor. Sempre!

    Sidnei Oliveira

    ResponderExcluir

Não aceitamos comentários "anônimos".

Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-