sexta-feira, 17 de março de 2017

A Graça produz gratidão; a luta de classes, ódio

Vitor Grando

Quer admita-se, quer não; quer concorde-se, quer não. A Igreja é a única instituição que realmente transforma a vida de indivíduos com histórico de criminalidade. Tanto é que ouvimos - em tom de crítica - que evangélico é ex-tudo: ex-bandido, ex-traficante, ex-prostituta, ex-assassino. E é mesmo. A Igreja é a única instituição que de fato cuida do indivíduo, lhe dá uma segunda chance e - o mais importante - o transforma para melhor.

Você pode achar que é manipulação psicológica, ilusão ou o que for. O fato é que acontece. Seria, portanto, de se esperar que esses políticos, partidos e ideólogos que tanto amam os desfavorecidos se mostrassem entusiastas do papel da Igreja. Mas não o fazem. PSOL, Marcelo Freixo, Marilena Chauí, Lula e o progressismo em peso atacam a Igreja como a raiz de todo o mal.

Mas por quê? Ora, é simples. Tais movimentos revolucionários não tem como o objetivo a emancipação do desfavorecido, mas sua escravidão. Vendo que não havia proletários o bastante para fazer revolução, Satanás resolveu buscar outras fontes de ressentimento. Jogando a mulher contra o homem, o gay contra o hétero, o ateu e o muçulmano contra o cristão, o negro contra o branco e, mais recentemente, até o gordo contra o magro.

Em síntese, TODOS esses movimentos tem um objetivo: a erradicação do cristianismo e sua influência na sociedade. Tanto é que esse ódio junta lado a lado feministas e muçulmanos, o que seria absurdo se o objetivo do movimento fosse de fato a emancipação feminina.

A Igreja produz no desfavorecido um coração renovado e agradecido; a esquerda produz ressentimento e ódio de classe. É por isso que a esquerda odeia a Igreja. Enquanto a Igreja arromba as portas do Inferno transformando um traficante num pai de família trabalhador, amoroso e de coração grato, a esquerda usa esse mesmo traficante, transforma-o num ressentido isentando-o de responsabilidade pelo que faz e atribuindo à sociedade o monstro que ele é. Esse ressentimento gera ódio de classe, que é o motor da revolução esquerdista.

Não conheço nenhum movimento tão perverso quanto esse na história dá humanidade. Por isso, digo sem medo: a esquerda revolucionária é um instrumento do Inferno. E parece que seus resultados práticos provam o meu ponto.

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