sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A estupidez da igualdade de gênero

Cristina Miranda

Depois do fracasso mundial que foi a luta de classes do comunismo que mais não conseguiu do que criar os maiores genocídios, fome e miséria de que há memória à conta da implementação forçada dessa ideologia marxista, eis que estas mentes brilhantes, financiadas pelo criminoso Soros, logo inventaram outra forma de divisão entre grupos: o marxismo cultural.  Através da ideologia do pensamento único formatam os indivíduos para libertar as bestas que há neles, sem qualquer limite e revoltarem-se contra as sociedades organizadas e defensoras de valores. O resultado, não podia ser mais nefasto e absurdo. Hoje, com a preciosa ajuda dos ignorantes do politicamente correto, defende-se coisas que assustam um susto. Então não é que afinal não há segundo eles nem homens nem mulheres, mas sim géneros? Bem, creio que a esta hora a Mãe Natureza (ups! mãe não porque não existe maternidade, mas sim parentalidade!) já desmaiou com esta insanidade! Pois é. Estas criaturas que se opuseram ao binário homem/mulher criaram em alternativa 71 géneros diferentes de seres. Veja aqui só alguns. Não é de génios?

Alegam que o fazem em defesa da igualdade e integração de minorias. Tretas. Não é por acaso que lhes chamam de “Temas Fracturantes”. A ideia é mesmo criar fissuras, guerras, fraturas sociais. Se assim não fosse não instigariam as maiorias ofendendo-as no seu direito a não ser o que eles impõem obrigando-as a aceitar tudo sem oposição em vez de dialogar sobre o assunto e criar condições de entendimento e respeito. Na verdade, trata-se de uma espécie de “Sharia Ocidental” onde só se é livre de pensar como eles, agir como eles caso contrário somos rotulados. É a ditadura do pensamento imposto com recurso à violência verbal.

Acontece que a biologia humana, por muito que a contestem, não mudará sua natureza só porque assim o desejam. Nascemos efetivamente homem ou mulher. Ponto. Esta é a nossa natureza. Mas então, perguntarão e bem, porque há homens femininos e mulheres masculinas? A razão prende-se com os níveis de testosterona que o feto recebe durante o seu desenvolvimento. Se for equilibrado, temos um homem ou mulher bem definidos. Se não, temos o inverso. Por isso há mulheres que são autênticos homens no aspecto e na maneira de ser e vice-versa. Nada mais do que isso. Mas mesmo dentro daqueles considerados “normais” haverá senhoras com grandes aptidões masculinas (veja aqui) e homens com grandes aptidões femininas. O segredo está nos níveis de testosterona que cada um recebeu na concepção. Tudo perfeitamente normal. Além disto, nascemos com cérebros diferentes (veja aqui). Logo, comportámo-nos de forma divergente. Claro que a natureza ás vezes confunde-se e nascem os hermafroditas. Mas isso é outro assunto.

A Comissão Igualdade Género, criada nos tempos ditos modernos, não é mais do que o conceito reinventado da PIDE, devidamente legitimado pelos governos socialistas para assegurar que a ditadura do pensamento único prevaleça sobre a vontade das pessoas. Queres ser e pensar como menino ou menina? Não podes! Tens de ser SEM GÉNERO DEFINIDO! Então se a Porto Editora faz uns meros livritos de atividades para tempos livres azuis e cor de rosa para um mercado interno de gente que aprecia as diferenças, sai uma ordem imediata para a sua destruição. Sim, ouviu bem. Destruição. Não se discute o assunto. Não se propõe alterações. Mas se for um João Quadros a referir-se num órgão público de forma ordinária às mulheres, é humor. Ouviram-nas a exigir sua demissão? Claro que não. Não se passa nada.

Mas a hipocrisia da CIG vai mais longe. Enquanto luta para que supermercados deixem de ter brinquedos separados de menino e menina, vestem seus filhos na praia com calções azuis e biquíni cor de rosa. Não se indignam com as fábricas e lojas que contratam exclusivamente mão de obra feminina, dos canais televisão e revistas só femininos com nomes femininos, das 99% de lojas nos Shoppings só femininas, dos papeis nas novelas desempenhados exclusivamente por mulheres para desempenhar papeis de mulher em vez de serem os LGGBDTTTIQQAAPP. Então? Em que ficamos? Não se indignam com esta desigualdade? Sinceramente também ainda não percebi do que estão à espera para exigirem o fim dos adjetivos sexistas na gramática portuguesa. Já agora…

A verdade é que a CIG quer acabar com o machismo dos homens para o substituir por machismo feminista. Só isso. O resto é folclore.

Há quatro décadas atrás, no meu tempo de meninice, não havia estas comissões da treta. Estive submetida às “atrocidades” de haver coisas de meninos e meninas, azuis e cor de rosa, de forma bem vincada. No entanto nunca pedi que me comprassem uma boneca. Mas fazia birras para ter peluches e brinquedos da Playmobil. Mais tarde, minha filha mais velha, hoje com 31 anos, sujeita também a essa “crueldade”, também só pedia gameboys, sega-mega drives, tartarugas ninja, legos e super-heróis, (mesmo com a TV no horário infantil a bombardear com publicidade separada de brinquedos, em intervalos de quase 20 min.). A única boneca autorizada por ela foi a Barbie, mas só para expor no quarto como colecção. Tinha mais de vinte… Como foi possível escapar a esta “tortura” sem mazelas psicológicas graves sem uma CIG?

Quando os pais deixam as crianças livres para escolher, não há nada mais poderoso. É no berço, na forma de educar que tudo se determina. Não são necessárias imposições estúpidas e inquisitivas de uma Comissões da treta para haver igualdade. Basta respeitar a liberdade individual de cada criança e deixá-las fazer suas próprias escolhas de acordo com sua personalidade.

Porque igualdade não é sermos todos cinzentos. É termos a liberdade de sermos o que quisermos.
Título e Texto: Cristina Miranda, Blasfémias, 25-8-2017

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