segunda-feira, 5 de maio de 2014

O falhanço não chegou para um segundo resgate...

Em 8 de julho de 2013
Seguro considera segundo resgate inevitável
António José Seguro diz que um segundo resgate parece inevitável devido ao falhanço do Governo. O líder do PS espera no entanto que a negociação não esteja a ser feita nas costas dos portugueses.



Relacionado:

O verdadeiro sentido

Nelson Teixeira
O homem perde muito tempo na vida preocupando-se com coisas que não são importantes. Geralmente, preocupa-se em mostrar para os outros, ser aquilo que não é. Vive de aparências somente para que os outros o admirem e invejem. Deseja ser o mais belo, o mais poderoso, o mais rico. Pobre homem que ainda não se deu conta do verdadeiro sentido de estarmos na Terra. Estamos aqui, graças à infinita bondade e misericórdia de Deus, vivenciando as mais variadas situações com os familiares, amigos e todos aqueles que cruzam o nosso caminho somente para crescermos e evoluirmos como espíritos eternos que somos. Não é outra a razão de aqui estarmos. Estamos na Terra para aprendermos a nos amarmos uns aos outros, incondicionalmente, como Jesus exemplificou. Ainda estamos muito longe da perfeição, mas estamos aqui para melhorarmos a cada dia um pouquinho. Deus é paciente conosco e não tem pressa. Deseja apenas que um dia estejamos melhores e mais felizes. Portanto, preocupemo-nos mais com o nosso interior, ou seja, busquemos dentro de nós os verdadeiros tesouros que nem a traça nem a ferrugem corroem.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 05-05-2014

Os oito e os doze

José Carlos Bolognese

Já passou de cinco, seis, sete, oito…

Os oito anos de calote não me tocaram como os outros “aniversários’, no sentido em que a precisa data em si, pouco importa. Com o passar do tempo, assuntos não resolvidos só tendem a piorar e data certa é para lembrar coisas boas e ponto. Portanto, a data certa fica para o futuro, se (é que) temos um.

Para mim, sempre foi claro que o nosso problema Aerus, Varig, calotes etc., é simplesmente a regra dentro da grande exceção que é o nosso país cujo “governo” atual se alinha com o que há de mais atrasado no mundo. Embora sejamos uma das maiores economias do planeta, todas as outras qualidades dos países mais desenvolvidos, grandes economias ou não, passam bem longe de nós.

Nós bem que poderíamos mudar de nome para República Relativista do Brasil, pois a nossa autoproclamada república nunca funcionou com a isonomia necessária para todos igualmente, isto é, assegurando as mesmas oportunidades, direitos e obrigações alcançando a todos, respeitando as particularidades de cada um como em qualquer estado de direito que se preze. Aqui, tudo, direitos, deveres, valores éticos e morais, tudo são moedas de duas faces, relativizando-se ao sabor das circunstâncias e dos poderes de cada um.

Mas... infelizmente os últimos doze estão a provar que a nossa vocação para o atraso não tem limites. Esse período se destaca por ter levado ao estado da arte o que sempre foi ruim.

Portugal sai do programa de assistência sem cautelar

Nuno Aguiar
Três anos e 12 avaliações depois, Portugal sairá do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) sem um programa cautelar. A decisão foi anunciada este domingo por Passos Coelho, numa comunicação ao País com todos os ministros presentes.



A decisão já era esperada e foi confirmada esta noite, 4 de Maio, por Pedro Passos Coelho: o Governo português não irá pedir às autoridades europeias um programa cautelar, optando por uma estratégia de saída sem rede, directamente para os mercados, mais conhecida como “saída limpa” ou “à irlandesa”.

"O Governo decidiu hoje em Conselho de Ministros que sairemos do programa de assistência sem recorrer a qualquer programa cautelar", anunciou o primeiro-ministro, a partir de São Bento. "É a escolha certa na altura certa. A escolha que melhor defende o interesse de Portugal e dos portugueses." O primeiro-ministro adiantou que esta decisão foi tomada “depois de uma profunda ponderação” e de avaliados “todos prós e contras”.

Passos Coelho explicou que o programa de ajustamento cumpriu os objectivos a que se propôs e tem depósitos suficientes para um ano, permitindo que não seja necessário um programa cautelar. "Podemos estar tranquilos. Esta é a decisão certa", sublinhou o primeiro-ministro.

Contudo, Passos reconheceu que "ainda temos um longo caminho a percorrer e não é de um dia para o outro que gozaremos de todos os benefícios de sermos autónomos". Mais: prometeu continuar "um processo reformista".

Há seis meses, a hipótese de uma "saída limpa" estava quase afastada. No entanto, um movimento generalizado de descida das taxas de juro dos países europeus periféricos, a almofada financeira criada pelo Tesouro e a relutância de países do Norte da Europa em autorizar um novo empréstimo a menos de um mês das eleições europeias acabou por levar o Governo português a optar por esta solução.

Ação entre amigos

Alberto José
Eu estava caminhando pela praia do Leme, estava muito cansado, como sempre sem dinheiro e precisando descansar, pois eu comecei a caminhar às 2h da manhã para fugir de assaltantes de rua que não podem ver um sem teto.

Ah! Meu Deus, a minha vida se tornou um inferno! Eu devia ter ido prá China, pró Oriente Médio, mas deixa prá lá, cada um tem seu destino. Meu azar foi acreditar nos outros... Ah! Como estou cansado! Precisava tomar um banho. Há cinco dias que eu não encontro um porteiro amigo prá me deixar tomar um banho na garagem!

Hoje de madrugada, me deram umas roupas e consegui me alimentar. Varri a calçada junto a um trailer e ganhei um cachorro quente e um Guaravita! Eu, que já tomei vinho na Europa! Já eram 3h da manhã quando eu encontrei um cantinho na Pedra do Leme para descansar.
O frio estava cortante mas eu tinha uma manta que ganhei no abrigo da Prefeitura.

Fui acordado por um grupo de voluntários que me chamou para tomar um café da manhã... "Breakfast" como eu já tinha falado muitas vezes na minha vida. Quando eu estava tomando café com um pão com manteiga notei que um senhor que vendia cachorros quentes estava olhando muito prá mim. Ele me chamou e falou: “eu te conheço, não lembro de onde! Você já andou pelo aeroporto?”
Eu respondi: “eu vivia por lá, eu trabalhava na aviação! Lembra da Varig?”

[MH-370 versus PP-VLU] Segunda parte: O PP-VLU

Anterior: [MH-370 versus PP-VLU] Primeira parte: As aeronaves


José Manuel
O voo RG 967, partiu do aeroporto de Narita , no dia 30 de janeiro de 1979 às 20h23, com destino a Los Angeles. Após não reportar posição às 21h23, uma hora depois, o controle Japonês entrou em estado de alerta.


Nunca foi encontrado absolutamente nada dessa aeronave,e por este motivo resolvemos investigar.

Após a concordância de todos em que era urgente que se fizesse algo para encontrar o PP-VLU, uma vez que todas as possibilidades tecnológicas estavam sendo descartadas, estabelecemos um grupo de trabalho, em que pessoas com conhecimento de radiestesia, utilizando pêndulo e mapas, mais a hipnose, poderiam chegar a algum tipo de esclarecimento.


Consegui através do F/E Rockstrok, na época em Operações, uma cópia do painel de instrumentos do VLU, e algumas cartas de navegação, assim como a cópia do manifesto de carga do voo  RG 967.

Recessos & Recursos

José Manuel
Era 22 de abril, depois 1º de maio, agora não há mais datas definidas, aí vem um tal de recesso da Copa, no país dos recessos e dos recursos, aí vem a Copa, aí vem as duas variantes, sendo uma positiva com a vitória e o país não faz mais nada durante o ano porque afinal somos os maiores e melhores do mundo, ou a negativa com a derrota, e o complexo de vira-lata se instala fazendo com que ninguém tenha ânimo para trabalhar mais, pois um povo como o nosso, não merecia tal sorte.
Esse é o cenário que nos espera. Triste mas infelizmente é assim que funciona.

Aliás, por falar em trabalho, desde o início do ano já estamos com três carnavais em feriados, e enquanto os carnavalescos acham que estão na ilha da fantasia, os chineses estão mais atentos do que nunca, pois nos dois cenários, vão exportar para cá como nunca, ganhando o dinheiro nosso de cada dia para fazer mais um sistema ultra-moderno de metrô, mais um aeroporto ultra-internacional e vão inundar a bananalandia com carros batmaniacos, que o governo patrocina e os naturais adoram e passam até fome se preciso for para ter um novo a cada ano.

O mês de maio é a nossa última fronteira contra toda essa malandragem que aí está e se até ao dia 15, nada de concreto acontecer aos participantes do AERUS é bom começar a pensar em invadir, tirar a roupa, enfim coisas que já deveriam ter sido feitas que se não ocorreram não foi por falta de avisos do que poderia acontecer.

Gostaria de relembrar aos esquecidos, que nós somos de uma outra época, tempo aquele em que ninguém nos enganava, portanto, está mais do que na hora de ter uma reação violenta a esses recessos de vagabundagem paga com o nosso dinheiro e partir de uma vez por todas para cima da justiça para que se acabe de uma vez com essa indústria safada de recursos após recursos, que a única coisa que traz à sua população é a sua miséria declarada e mais dinheiro no bolso dos atores envolvidos.

Tenho a certeza de que os nossos colegas que ficaram em Brasília durante vinte e poucos dias, continuam trabalhando para que o desfecho nos seja favorável, porém, jamais deveriam ter saído de lá sem o documento anunciado.

domingo, 4 de maio de 2014

Passeio em Lisboa

Ontem, sábado, meus netos me levaram a Lisboa. A tarde estava ótima. A temperatura se mostrava em 30 ozinhos, ou zerinhos, como queiram.
Desembarcamos na estação ferroviária (da CP-Comboios de Portugal), do Rossio.


Viramos à esquerda para a Praça dos Restauradores. Logo revimos três ou quatro senhores que estão lá todos os dias para trocar (e vender, acho) figurinhas, cromos, autocolantes.

Foto: Cátia
Subimos um pouquinho mais e atravessamos para a direita no início da Avenida da Liberdade.

 

Descemos a Rua das Portas de Santo Antão. Passamos pelo Rei dos Frangos, Restaurante Bonjardim. Atravessamos ilesos o assédio das alas dos empregados dos restaurantes dessa rua.


Fome Zero

Ivan Ditscheiner

Interessante...
Observa-se falar tanto de fome sem saber o que é fome
E isso, é fácil. Muito fácil. Os que assim falam sabem disso
Porque são fartas as suas refeições

Vamos sugerir uma idéia, para quem goza de boa saúde
Tem comida em casa? Esquece por pouco tempo
Agora, imagine ter somente 5,00 reais, para comprar pãezinhos. Esquece por pouco tempo


Esquece, porque vai passar pela experiência de não comer nada
Vai passar pela experiência de passar fome
Vai morrer não! Quantas vezes já lhe disse que são imortais?

Só lembre-se de a todo momento, beber água. Muita água
Por quanto tempo? Isso, é você quem vai ditar
Talvez, no esquecimento dos 5,00 reais, até o ponto

Em que lhe venha a vontade de roubar um pãozinho
Mas é só uma experiência. Lembre-se disso
Vai começar o momento em que os trilhões de células que compõe
seu universo físico, e como muitos já sabem tem vontade própria

Vão começar o berreiro e a gritaria
Porque estão habituadas ao que você fornece

Suporte, é só uma experiência beba água, mais água
Vai morrer não!
O que está você fazendo enquanto suporta?

Apenas, reeducando sua vontade suas células, que funcionam por induções mentais
Disseram à elas o que é ruim ou bom
Em maior ou menor quantidade
Ou quando no café da manhã já pensam no almoço e jantar

Sidney Magal

Ernesto Ribeiro


Sim, é ele mesmo: o Rei dos Canastrões. o Máximo Ídolo das Mulheres. o cigano morenão, o amante latino. 
O Símbolo Sexual Supremo da breguice cool. Mais do que um astro, uma figura histórica.

Ninguém supera o clássico dos clássicos. A música libertária cigana, que nos impulsiona a dançar como se não houvesse amanhã.
Eis o mestre dos ritmos quentes e sensuais, do bolero e rumba, da guarânia e lambada, da salsa e merengue. 


O cara é um mito: cabelão cacheado, roupas bizarras, rebola, desmunheca, faz 1001 poses e trejeitos... e continua macho pra cacete. 
Praticamente um Clint Eastwood. É o nosso Rambo, Elvis e Bruce Dickinson. 
Duvida? Então assista:  
Direto do Túnel do Tempo, ele volta pra fazer você dançar...

Contradições e consequências

Luís Naves

Durante três anos vivemos num clima de naufrágio iminente ou de pré-insurreição garantida. Vinha aí a espiral recessiva, o segundo resgate e o grande colapso da sociedade. Este devia ser o momento ideal para recuperarmos alguma serenidade, mas nas últimas semanas temos assistido ao regresso do clima de histeria, com insultos à honra das mães dos governantes e o teatral rasgar de vestes. O espaço do debate público, que nunca foi famoso em Portugal, descolou definitivamente da realidade. O poder vive numa bolha e os anti-poderes sonham com um Portugal transformado numa república popular ou num mercado perfeito onde as desigualdades não produzem conflitos. Para os comendadores do comentário, o resgate que agora termina foi um detalhe sem importância. Nunca houve ameaça de bancarrota e não estivemos três anos sob intervenção externa e com soberania limitada. A narrativa oficial dos críticos nunca refere o Tribunal Constitucional, a crise da TSU de 2012, quando as reformas comçaram a patinar, ou os aplausos gerais na crise do verão de 2013, quando essas reformas abrandaram de forma irreversível. 

A reacção da direita ao anúncio das recentes medidas de aumento do IVA e da TSU é um caso exemplar do exagero retórico que tem caracterizado as últimas semanas. A decisão visa contornar um acórdão do Tribunal Constitucional, mas isso não é referido nas críticas e não li nenhuma explicação para a parte estranha do caso: o que levou o Governo a dizer que não ia aumentar impostos dias antes de decidir aumentar impostos?

O grau da indignação à direita (veja-se por exemplo este post de Gabriel Silva, em Blasfémias, ou este de Ricardo G. Francisco, em Insurgente, para só mencionar dois blogues influentes) obriga a pensar um pouco sobre o futuro: o que quer o centro-direita para o País e onde é que estes descontentes vão votar? Mas o problema coloca-se também à esquerda, como mostra este comentário de Pedro Bidarra, que mereceu a observação certeira de Ana Matos Pires, em Jugular.

O sonho de Ícaro

João Sobreira Rocha

Dédalo, como cita a mitologia grega, estava preso com seu filho Ícaro e tentava de todas as formas encontrar uma saída para escapar dos grilhões de uma prisão qualquer. Naquele antro, entre o silêncio sepulcral de quatro rústicas paredes, apenas o pensamento se tornava a chave enigmática para equacionar as suas idéias e poder dar asas a sua imaginação privilegiada. Da minúscula janela da prisão, o céu em azul se estampava forte diante dos seus olhos miúdos. Era ali, daquela distância, que ele voava alto em pensamentos de liberdade. Mas qual a liberdade que o faria de prisioneiro junto ao filho, o desbravador de nuvens? E foi exatamente nas nuvens que ele vislumbrou gaivotas em bando, de asas soltas e as atraiu ao parapeito da prisão, rente à janela, para alimentá-las.

Ao tocar suas asas, acendeu-se uma ideia brilhante: precisamos aprender a voar. Meses inteiros e longos foram de um trabalho duro e cansativo até que sua ideia inicial tornou-se realidade. Aproveitando as penas juntadas uma a uma, construiu com a ajuda do filho Ícaro, dois pares de asas grandes. Adaptou-as aos seus corpos com a ajuda de muita cera de abelha e o plano de voar estava pronto com um senão. Disse ao filho que evitasse voar muito alto, pois o calor do sol poderia comprometer o voo devidamente projetado e pronto. E partiram rumo aos ventos.

No Rio Grande do Sul, Dédalo era Ruben Berta e Ícaro, a família VARIG pelo mundo afora, cortando os céus e criando espaços em azul para a brilhante jornada de cruzar oceanos, mundos novos e conceitos de tecnologia avançada. Mas um dia, o sol de Brasília, em rotas diferentes, deu sinal de pane em altas temperaturas. Dédalo já havia alcançado com sucesso outras aerovias, e Ícaro sentiu suas asas arrefecerem e foi caindo, caindo, perdendo altura, até seu pouso forçado sobre o chão batido das inconformidades. Hoje, os Ícaros de ontem, caminham tapetes verdes de ácaros, ouvem das tribunas discursos inflamados, se digladiam entre si em face das mentiras do Planalto e resvalam na inconsistência macabra de uma justiça injusta e fria que determina aos seus aposentados e pensionistas a sisudez mórbida e silenciosa daquelas quatro paredes da prisão de Dédalo.

O preferido


Acordo em chamas

Alberto José

 
A nossa reportagem apurou que o acordo agendado para o dia 22 e, posteriormente para o dia 30, agora está procrastinado para depois da Copa! Porra, novamente essa história de Copa? Vou torcer pelo Uruguay!
E a senhora B conseguiu dar a entender que o genôves Mantega é contra o pagamento da Defasagem Tarifária, o que nos faz lembrar que a Dilma fala pela boca do italiano!
A senhora B, que tem contatos nos altos escalões da Corte brasiliense informou que sobre o acordo não tem mais informações. Nem o seu prestígio junto ao Lulla e outros petistas conseguiu demover a presi... denta de torturar os velhinhos; por essa razão esta reportagem se intitula Acordo em Chamas.

Eu sempre evito acessar os blogues da senhora B devido à falta de informação e muita conversa de comadre mas, dessa vez, me recomendaram que assistisse à última edição. Fiquei surpreso como a senhora B perdeu a linha e o fio da meada. Entre baforadas de cigarros (que é uma agressão ao internauta que não fuma) e o tilintar das pedras de gelo no copo de uísque, entremeado de dezenas de alisadas no cabelo, que não ficava no lugar, a senhora B disparou uma série de ofensas a internautas "invasores" que fizeram observações que não foram do seu agrado.

Domingueira (04-05-2014)




Não se maltrate

Nelson Teixeira
Às vezes nos encontramos envolvidos em situações embaraçosas e problemas dos mais variados. São problemas no trabalho, nos relacionamentos, problemas de ordem física, emocional e assim por diante. O que não conseguimos enxergar nesses momentos é que boa parte desses problemas foram criados por nós mesmos. Todas as vezes em que pensamos, agimos e sentimos de forma negativa, somos nós os maiores prejudicados. Nós mesmos nos maltratamos em razão do nosso orgulho exacerbado e vaidade sem fim. Infelizmente esses sentimentos ainda nos dominam. Que tal começarmos a ver a vida por outro prisma, ou seja, passemos a vê-la da forma simples como ela é para que tenhamos alegria, saúde e paz. Troquemos o orgulho e a vaidade pela simplicidade e humildade que são os ingredientes para uma vida tranquila e feliz. A vida é simples, nós é que a complicamos. Pense nisso!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 04-05-2014

Minuto do dia – 173

SE você enveredou na senda da política, saiba que não foi por acaso.
Deus colocou em suas mãos o destino de sua pátria.
Desperte sua consciência íntima, para assumir essa tremenda responsabilidade.
Muito lhe foi dado e, por isso, muito lhe será pedido.
Não deixe que a vaidade e os interesses pessoais o desviem da missão que o trouxe ao mundo.
Conduza a pátria à felicidade e à paz.

Feliz Dia da Mãe!


O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe é uma data comemorativa em que se homenageia a mãe e a maternidade. Em alguns países é comemorado no segundo domingo do mês de maio (como no Brasil).
 
Em Portugal é comemorado no primeiro domingo do mês de maio.

No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio, embora durante muitos anos tivesse sido comemorado no dia 8 de Dezembro, dia da Nossa Senhora da Conceição.


Origens
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada pela ativista Ann Maria Reeves Jarvis que organizou em 1865 os Mother's Friendship Days  (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Mais cedo, em 1858, Jarvis fundou os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe  (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

170 bandeiras!

A 170ª bandeira a nos visitar é de Uganda.
 

Anteriores:

From Russia with love

(Da Rússia com amor)

José Manuel

Da Rússia com amor eu voei para você
Mais sábio do que quando eu dei adeus a você
Eu viajei pelo mundo para aprender
Eu preciso voltar à Rússia com amor
Eu vi lugares
Faces e sorriu por um momento
Mas oh, você me assombrou tanto
Minha língua permaneceu atada, jovem orgulho
Não permitindo mostrar meu amor por você
No caso de você dizer não
Para a Rússia eu voei, mas lá e então
De repente eu sabia que você se importaria novamente
Minha corrida de volta já está acontecendo
Eu voo para você, da Rússia com amor

Esta letra é da famosa música de um filme não menos famoso, que aqui no Brasil se chamou então "Moscou contra 007". Mas, ao que tudo indica, decididamente amor mesmo só em filmes, porque vocês, Russos, não o povo, é claro, mas aqueles que o dirigem, são uns chatos abobalhados desde 1917. Vocês ainda não se tocaram, que a guerra acabou e que o que o mundo quer é viver em paz, trabalhar em paz, consumir em paz, criar em paz, produzir cada vez mais tecnologia que traga o bem-estar dos seres humanos, que traga o bem-estar dos povos e por aí em diante?

Vocês são um porre e deve ser a vodca que vocês ingerem em doses muito altas, que os deixa dessa maneira. Não há um lugar no planeta em que haja um problema político, que vocês não estejam metidos, sempre para criar confusão e normalmente tragédias políticas. Qual é o problema de vocês? É o frio, que vos deixa sem fazer nada e resolvem aporrinhar o mundo? Estão com saudade de uma guerrinha? Se vocês quiserem nós indicamos uns excelentes games para vocês matarem à vontade, dar bastantes tiros para suportarem o tédio do frio que os assola por aí, pelas estepes.

Não há um lugar onde haja um ditadorzinho medíocre, que vocês não estejam lá metidos, ajudando o idiota, fornecendo armas e arrumando uma confusão enorme. Não há uma só conferência internacional para resolver algo, que vocês, espíritos de porco natos, sempre digam não a qualquer coisa, e o tal do partido medíocre que vocês adoram exportar para os quatro cantos do mundo, só arruma confusão por onde passa.

sábado, 3 de maio de 2014

Quem é o pior para aposentados, PT ou PSDB?

Almir Papalardo
Amigos, vou ratificar o motivo que me leva a condenar mais energicamente o Partido dos Trabalhadores-PT do que o Partido da Social Democracia Brasileiro-PSDB. Diante de análises aprofundadas das duas gestões, não tenho a menor dúvida quanto a isso. Queixo-me mais do PT e re-explico o porquê, já que alguns amigos pensam, equivocadamente, que eu sou um grande admirador do PSDB esquecendo-me que o mesmo também prejudicou os aposentados.

Garanto que não é por admiração e sim por estratégia política e opção consciente, até porque, não existe até o presente momento, outras alternativas de escolha para podermos desbancar o Partido dos Trabalhadores! O clássico PT versus PSDB, tende a se repetir, ainda por várias outras eleições.

Os dois partidos juntos, perfazendo um período de 19 anos e 5 meses, representado pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso - PSDB, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff - PT, foram os terríveis algozes dos velhos e perseguidos aposentados. Juntos, defasaram nossa aposentadoria em 77,60%.

Na verdade, os segurados da Previdência Social nunca foram olhados com bons olhos desde que o Brasil passou a ser governado por presidentes civis, eleitos através de votos pelo povo. Os aposentados, após o regime militar, ganharam a antipatia dos presidentes da república pela obrigação de nos sustentarem sem nada receber em troca. Cessaram as nossas contribuições, por isso somos considerados peso morto para o Brasil porque não compartilham mais com a  produtividade brasileira. Analisemos agora, separadamente, a atuação adversa que nos foi imposta pelos governos tucanos e petistas:

** FHC/PSDB - Iniciou o seu governo em 1995 acabando com a inflação galopante que assolava o Brasil, realizando até um bom governo sem mexer com os aposentados, dando-nos inclusive nos anos de 1996 e 1997 reajustes até superiores aos percentuais dados ao salário mínimo. Somente no ano de 1998 (último ano do seu primeiro mandado), teve a infeliz ideia de desvincular o nosso reajuste da correção do salário mínimo, além de criar o fator previdenciário. Começava aí a degradação das nossas aposentadorias. Até o fim do seu segundo mandato, em 2002, cortou-nos um percentual de 22,39%, com o que, obviamente, não concordávamos... Não sabíamos entretanto, que o mais apavorante ainda estaria por vir...

A culpa nos atrapalha.

Nelson Teixeira
Há pessoas que carregam todas as culpas do mundo nas costas. Não satisfeitas de carregarem as próprias culpas, assumem para si os erros dos outros. Isso não é virtude. Ao contrário, o sentimento de culpa sem ação para reparar o erro é atraso na grande jornada terrena. A culpa é sentimento que corrói a alma daquele que a sente e o impede de seguir seu caminho, bem como o de melhorar-se, tornar-se útil para si e para a humanidade. Se prejudicarmos alguém e nos arrependermos é natural sentirmos culpa, mas não devemos alimentá-la, vivendo na lamentação e na estagnação. Transformemos a culpa em ação benéfica para o prejudicado e todos aqueles que nos rodeiam. Façamos todo o bem que pudermos com amor e dedicação e não haverá lugar para o sentimento de culpa.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 03-05-2014

"Não desejo ser mais inteligente do que ninguém, respeito a todos e gostaria que a recíproca fosse verdadeira."

Thomaz Raposo
A arte da comunicação realmente não é fácil, a APRUS já há algum tempo busca não interferir com as teorias de acordo por parte do SNA (Sra. Graziella), pois entendia queo seu trabalho, de certa forma, buscava uma solução para o problema de todos.

Ontem, por solicitação de outros, escutei a fala da Senhora Graziella e entendi, através dos seus comentários, a necessidade dela de relacionar a ação civil pública com a ação da tarifária da VARIG, com comentários, ora da importância de sua utilização para o acordo via ação civil pública, ora do conflito desta (tarifária) com o Fisco.

Sobre tal entendimento estranho dois fatos muito claros para a minha pessoa, de que a Tarifária ou parte dela é garantia real dos planos I e II da VARIG e não podem ser negociados pela ação civil pública, e tenho a convicção que este fato é já do conhecimento da AGU e da Previdência Social, não entendendo assim os comentários feitos ontem pela Senhora Graziella tendo como base a tarifária, visto isto ser de certa forma ilegal pela Lei 109 da Lei de Previdência Complementar que não pode misturar alhos com bugalhos.

Comentários estranhos com relação ao AERUS e sua cobrança ao desembargador Carlos Moreira Alves omitindo inclusive que esta foi uma ação conjunta do AERUS, AMVVAR e APRUS, tendo informado que em janeiro do corrente ano já era do seu conhecimento da mudança que iria ocorrer na sexta turma do TRF e que isto teria acarretado um despacho desfavorável para a ação da terceira fonte.

Certamente a Senhora Graziella não se lembrou, ou realmente não tomou conhecimento, de que o início da petição ao CNJ se deu em final de dezembro de 2013  ou seu início e de que realmente motivou uma ação por parte do desembargador, não me lembrando ainda dela ter sido convidada para tal ato, visto que não é dada a ligações com as associações.