quinta-feira, 26 de março de 2015

Antes que eu me esqueça…

Sobre o lamentável desastre aéreo da Germanwings
A minha primeira reação foi a de gritar “Copiloto terrorista filho da puta!” Uma coisa é suicidar, outra é matar cento e cinquenta pessoas.

Mas… peraí! Por maior que seja o meu respeito pelo Procurador de Marselha…
Por que a certeza que era o copiloto e não o comandante que estava no cockpit?
Falta uma outra “caixa preta”… foi achada… vazia?!
E fosse quem fosse que estivesse sozinho no cockpit não é um suicida, é um puta de um criminoso!

Pode parecer que não tem nada a ver, discordo, tem tudo a ver a deformação mental de muitos dos meus compatriotas portugueses encastrados na imprensa… olha só!


6 comentários:

  1. Quem avisa que vai ao toalete é o comandante. Daí a versão coerente do procurador.
    Em prol da segurança criaram uma cabine que somente quem está dentro pode abrir. com os avanços tecnológicos e economias de boteco tiraram o terceiro homem da cabine, e reduziram o número de atendentes de bordo.
    Tanto as cabines de passageiros necessitam de pelo menos um atendente para cada porta, quanto as cabines de comando necessitam de 3 pilotos, hoje em dia.
    O FBI acredita que há pilotos no mundo com fanatismos religiosos.
    Fiz até um tópico no face sobre o assunto. Creio que muitos países cumpram normas da OIT, mas eu particularmente acho que importa muito uma avaliação da vida pregressa dos pilotos a nível mundial. A empresa tem de saber suas posições politicas e religiosas, colocar um avião com centenas de vidas e com calor de milhões de dólares nas mãos de um fanático é uma imbecilidade.
    quem assistiu a intervenção do procurador como eu, pode afirmar que ele sabia quem estava fora da cabine, era o comandante.
    Quanto a hipótese de suicídio, não acredito.
    A Dinamarca já colocou 3 pilotos em todos os seus voos, por normativas de seu setor aéreo.
    Não quero que levem para o lado pessoal e pensem que quero colocar um F/E à bordo, volto a dizer que acho razoável a medida de 3 pilotos no mínimo em qualquer voo.
    Quanto a caixa preta que fala o jornalista acima, ele não é mais necessária.
    O copiloto utilizou o piloto automático, setou 3000 pés por minuto de razão de descida e calmamente esperou o impacto.

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  2. se fosse por fanatismo deixaria a nave cair em uma cidade
    matando muito mais pelo que vi ele era um gay que brigou com o namorado essas bicha são assim não pode contraria...

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  3. uma fonte da imprensa alemã me disse que o chifre que ele levou foi de mulher mas agora tocando no assunto isto tem sentido.

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  4. […] A investigação do diário alemão dá conta ainda que Lubitz estaria medicado e que terá tido um problema recentemente no relacionamento com a namorada, com quem estaria há sete anos e com quem vivia, segundo um jornal local, em Düsseldorf.
    Observador

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  5. O fato é que não adianta por um atendente de bordo na cabine, quando um dos pilotos sair para ir ao toalete. A pessoa que fica na cabine tem que ter noções de pilotagem e emergências, para colocar-se em tal posição. Tal e qual não ter atendentes de bordo suficientes para todas as portas, será que algum passageiro abriria?
    Talvez!
    E talvez não significa segurança.
    Esse acidente deixa um legado e uma mensagem.
    Ele é uma lição sobre economia versus segurança.
    Exemplo prático é que um copiloto de linha nacional custaria 10 reais a mais no preço de uma passagem.

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    Respostas
    1. Julgo ridículo um comissário de voo no cockpit para "substituir" um piloto que sai da cabine...
      E se o cara que fica "seta três mil pés por minuto de razão de descida"? O comissário vai perceber o que o criminoso fez?...

      Mesmo dois pilotos no cockpit, um deles enlouquece, imaginemos a violenta luta física entre eles... um querendo morrer, outro querendo salvar as vidas que transportam...

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