segunda-feira, 20 de março de 2017

Escandinávia: A Cidadela do Antissemitismo Ocidental

Giulio Meotti 

Ódio a Israel virou uma obsessão real na Escandinávia, que revitalizou a gloriosa parceria entre os "idiotas úteis" liberais -- aqueles preocupados com a igualdade e com as minorias -- e os islamistas, aqueles preocupados com a submissão e assassinatos de "infiéis".

Não obstante o fato dos judeus da Noruega representarem apenas 0,003 por cento da população total do país, Oslo é hoje a capital mundial do antissemitismo europeu. Os jornais noruegueses estão repletos dos tradicionais clichês antissemitas.

Um festival em Oslo também rejeitou o documentário: "The Other Dreamers" Os Outros Sonhadores, que trata da vida de crianças com deficiência, simplesmente porque era israelense. "Nós apoiamos o boicote acadêmico e cultural a Israel", salientou Ketil Magnussen, criador do festival.

O mesmo racismo existe na Suécia. Dagens Nyheter, o jornal mais sofisticado da Suécia, publicou um editorial violentamente antissemita intitulado: "é permitido odiar os judeus".

Será que a Ministra das Relações Exteriores da Suécia Margot Wallström realmente acredita que para acabar com a agressão Islâmica, Israel tem que se render? A situação dos palestinos é realmente desesperadora, mas como eles já desfrutam de total autonomia por décadas, a situação desesperadora deles é causada pelos seus próprios líderes corruptos que parecem manter deliberadamente seu povo na miséria e procuram jogar a culpa sobre Israel, da mesma forma que há aqueles que mutilam crianças para torná-las "melhores" mendigas.

O diário nazista Der Stürmer não faria uma charge melhor do que aquela.

Em janeiro de 2009 uma turba de muçulmanos em Malmö arremessou garrafas, ovos e bombas de fumaça contra uma demonstração pacífica de judeus. A polícia ordenou aos judeus, que tinham permissão para a realização do comício, que se dirigissem para uma viela.
Em 12 de janeiro o jornal norueguês Aftenposten publicou um artigo sobre Jared Kushner, genro e conselheiro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump: "o judeu Kushner, segundo consta, pressionou para que David M. Friedman fosse nomeado o novo embaixador em Israel", salientou Aftenposten. O jornal teve que se retratar por ter se referido a Kushner como "o judeu".

Poucas semanas antes, a câmara municipal de Trondheim, a terceira maior cidade da Noruega, aprovou uma moção conclamando seus moradores a boicotarem produtos israelenses -- uma cidade que pretende ser "livre de Israel". Na sequência foi a vez de outra cidade norueguesa, Tromso de 72.000 habitantes, cuja câmara municipal aprovou uma moção semelhante. Mais de 40% dos noruegueses já estão boicotando produtos israelenses ou são favoráveis ao boicote, de acordo com uma pesquisa de opinião. 

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