quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

🚨 Chocante o que se passa na Islândia!

Alexandre Rocha — descendente português emigrado na França e agora a viver em Reiquiavique, gerente de hotel — perdeu a custódia exclusiva do filho de 11 anos só porque se opõe à transição de gênero da criança.  

O menino, diagnosticado com autismo atípico + TDAH, começou a identificar-se como rapariga aos 8 anos. A mãe apoia bloqueadores da puberdade e hormonas. Alexandre defende que o filho é demasiado novo, não entende as consequências e que as comorbilidades complicam tudo.  

A 10 de dezembro de 2025 o tribunal de Reiquiavique deu custódia total à mãe, autorizou nome feminino e tratamentos médicos irreversíveis. O pai fica com fins de semana alternados + 4 semanas no verão.  

Nenhum pai devia ser castigado por querer proteger o filho. As crianças não são experimentos de ideologia!

Título e Texto: Padeira de Aljubarrota, X, 24-2-2026, 21h38

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