Alexandre Rocha — descendente português emigrado na França e agora a viver em Reiquiavique, gerente de hotel — perdeu a custódia exclusiva do filho de 11 anos só porque se opõe à transição de gênero da criança.
O menino, diagnosticado com autismo atípico + TDAH, começou a identificar-se como rapariga aos 8 anos. A mãe apoia bloqueadores da puberdade e hormonas. Alexandre defende que o filho é demasiado novo, não entende as consequências e que as comorbilidades complicam tudo.
A 10 de dezembro de 2025 o tribunal de Reiquiavique deu custódia total à mãe, autorizou nome feminino e tratamentos médicos irreversíveis. O pai fica com fins de semana alternados + 4 semanas no verão.
Nenhum
pai devia ser castigado por querer proteger o filho. As crianças não são
experimentos de ideologia!
Título e Texto: Padeira de Aljubarrota, X, 24-2-2026, 21h38
In December 2014, a child was born to Alexandre Rocha and his former partner in Iceland. The couple lived together from 2013 until their separation in 2019. Following the separation, they agreed to joint custody, with the child's primary residence with the mother and regular… pic.twitter.com/yysF7X45sp
— BANK OF TRUEST (@BANKOFTRUE5T) February 25, 2026

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