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| Arte: Kiko |
Na prática, o INSS utiliza registros de atividades
do cidadão para validar a prova de vida. Ações como usar biometria no banco,
acessar o aplicativo Meu INSS, atualizar documentos, votar nas eleições
ou passar por atendimento no SUS já são suficientes para confirmar a
regularidade do benefício. Quando alguma dessas movimentações é identificada ao
longo de 12 meses, a prova de vida é considerada válida automaticamente.
No entanto, o sistema não alcança todos os segurados. Pessoas que não realizam nenhum tipo de movimentação oficial por longos períodos, idosos acamados, moradores de áreas isoladas, brasileiros que vivem no exterior ou beneficiários com dados desatualizados podem ser convocados para fazer a prova de vida manualmente. Nesses casos, o INSS avisa pelo extrato do benefício, pelo Meu INSS ou pela Central 135.
A recomendação é simples: manter os dados
atualizados, acessar o Meu INSS ao menos uma vez por ano e ficar atento a
qualquer aviso no extrato de pagamento. Vale lembrar que o INSS não solicita
dados pessoais por telefone, mensagens ou redes sociais — qualquer contato
desse tipo pode ser golpe.
Se houver bloqueio por falta de prova de vida, o
benefício não é cancelado, apenas suspenso até a regularização. Após a
comprovação, os pagamentos são retomados, inclusive com valores retroativos.
Para saber mais informações sobre o INSS, economia
e finanças, você pode me acompanhar no meu canal no YouTube João Financeira e
no meu perfil no Instagram @joaofinanceiraoficial.
Título e Texto: João Financeira, O Dia, 18-2-2026

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