segunda-feira, 17 de junho de 2013

Explicando a farsa do aquecimento global

Novo período, cíclico, de esfriamento global só intriga ecologistas e falsos cientistas do clima.

Mas a opinião pública – onde ela realmente existe e não é manipulada pelo estado – já aprendeu a ouvir apenas os climatologistas, os verdadeiros cientistas do clima terrestre.

Francisco Vianna

Neve alpina em Milão, onde o clima, ao invés de aquecer, esfriou. Só os políticos e ecologistas não entendem o porquê
Somente os políticos socialistas e os “ecologistas” – falsos cientistas do clima planetário – estão perplexos e não conseguem entender e muito menos explicar por que não está havendo aquecimento global algum e, ainda, por que o mundo, na verdade, está resfriando, conforme informa a agência de notícias Reuters

Na verdade, o tão badalado e pressuposto aquecimento global sequer ocorreu em valores acima do desprezível como também a tão vaticinada catástrofe ambiental passou a ser adiada possivelmente para nunca mais. Todavia, a grande maioria dos climatologistas sérios – os verdadeiros cientistas debruçados sobre a ciência do clima global – entendem e explicam com clareza a ciclicidade que se observa na natureza com relação às variações climáticas.

Com isso, os falsos cientistas e os ideólogos do antiantropologismo e do atraso, todos socialistas, ficam a falar sozinhos na busca por alguma razão ou argumento mágico pelo qual possam explicar porque seus vaticínios climáticos não deram certo. Põem-se agora a criticar métodos de medição e equipamentos, os mais sofisticados, utilizados para o conhecimento da realidade. E, acima de tudo, usam de sofismas e pseudoargumentos, os mais estapafúrdios, para tentarem ainda iludir a opinião pública sobre o assunto e, assim, salvar os lucros de seus negócios internacionais que movimentam bilhões de dólares para “salvar o planeta”...

Esquecem-se, no entanto, que tais métodos e equipamentos foram desenvolvidos exatamente por esses ‘falsos profetas da ciência’?
A culpa foi dos modelos computacionais do clima? Mas, quem criou esses modelos? 
Explicando a farsa do aquecimento global
O que não têm a coragem de dizer é que toda a sua faina tenha sido motivada por uma desmesurada ambição pecuniária e ideológica, além de extracientífica, o que os levou a divulgar fantasias travestidas de ciência alheias ao conhecimento climatológico e, acima de tudo, direcionadas para a obtenção de verbas, aplausos, favores e cargos públicos. Mas, como confessar uma coisa dessas, não é mesmo?

Na verdade, a ideologia neocomunista, voltada contra o progresso e contra a expansão do gênero humano, tem sido o motor a impulsionar tanta balela e falsificação com relação ao clima global, numa tentativa, por vezes até bem-sucedida, de implantar o terror com relação ao futuro climático do planeta Terra. Em muitos casos, foi o que de fato ocorreu e até tem sido admitido, com o estardalhaço de sempre, por essas forças políticas.

Mas os climatologistas sérios estão cansados de explicar a natureza cíclica das alterações climáticas e de demonstrar que a influência humana sobre essa ciclicidade é desprezível. Ou seja, em termos globais, a atividade humana “não fede nem cheira” e se ela produz efeitos deletérios, esses efeitos são pontuais, localizados e circunscritos e a somatória global deles não é capaz de produzir alteração climática global sequer mensurável. Os métodos e a programação dos computadores envolvidos nas medições dos ecologistas são de natureza retilínea, exatamente como a mentalidade dos burocratas que não conhecem os ritmos da ciclicidade climática do planeta.

As variações climáticas dependem basicamente da atividade solar, que como se sabe, aumenta e declina, ciclicamente, a cada período de cerca de sessenta anos. Assim, por volta do ano 2000 cessou um desses períodos de alta atividade solar e se iniciou um período de baixa atividade de nossa estrela. Isso significa que no próximo meio século, deveremos ter verões mais amenos e invernos mais rigorosos. 

A importância da boa compreensão dessa lição que nos dão os climatologistas, na verdade, reside no fato de que, daqui a uns cinquenta anos adiante, quando provavelmente a atividade solar começar de novo a aumentar, a humanidade não se veja outra vez às voltas com o pavor disseminado -- por ignorância, má-fé, ou possivelmente ambas -- pelos catastrofistas de plantão, dispostos a continuar a instrumentalizar a ciência para tentar impor seus objetivos ideológicos danosos ao bem-estar e ao progresso da civilização através de sua luta espúria pela regressão do ser humano ao primitivismo da vida tribal.

Diante da frustração da ofensiva alarmista, verde por fora e vermelha por dentro, dos ‘melancias’, os governos – pelo menos os ainda não ideologizados pelo socialismo – começam a abandonar as soluções e orientações ecossocialistas, tais como as que envolvem as chamadas “energias renováveis” (eólica, solar, etc.) em favor, por exemplo, da exploração do xisto betuminoso, uma matriz energética de potencial muito maior até do que a do próprio petróleo liquido. As chamadas “energias limpas”, na verdade, são extremamente dispendiosas, e exigem bilhões de dólares com retornos insatisfatórios.

Como escreveu o estatístico dinamarquês Bjon Lomborg em seu livro “O Ambientalista Cético”, “um aquecimento moderado da temperatura global, bem como um aumento ligeiro na concentração de CO2 atmosférico, seriam benéficos para as lavouras, para a saúde humana, para a flora em geral, para o indispensável 'efeito estufa' proporcionado pelas  nuvens e partículas sólidas em suspensão na atmosfera, e não por gases, e pois para a própria vida no planeta”. A perspectiva de um meio século adiante de esfriamento global, no entanto, não é nenhum motivo para preocupação, como não deverá ser quando, lá por volta de 2060, a atividade solar voltar aumentar em respeito à sua natureza cíclica.

Agora, o que vemos é o painel sobre o clima da ONU (IPCC) se lançar freneticamente a novos estudos científicos para extrair mais detalhes dessa explicação climatológica e de tentar explicar minuciosamente o porquê de a natureza não ter se comportado como queriam os políticos de esquerda associados aos ecologistas. Ora, acontece que o IPCC é uma entidade não cientifica, estritamente política e dominado por socialistas, que vem, destarte, a se desmoralizar  progressivamente na medida em que prega ideias ao invés de constatar fatos, o que o torna dificilmente aceitável e crível pela opinião pública mundial.

O ecologismo catastrofista vem também sendo usado pelos governos que se mostram incompetentes e pusilânimes em resolver problemas de poluição do ar nas grandes cidades, e de rios e mananciais, que as grandes aglomerações humanas transformam em verdadeiros esgotos a céu aberto, além de permitirem que fazendeiros inescrupulosos açorem e envenenem os rios, principalmente pela destruição do seu ecossistema ciliar.

Todos estes problemas têm soluções eficientes nos dias de hoje, nos quais os avanços tecnológicos são capazes de provê-las de modo eficiente e satisfatório. Mas os governos, principalmente os populistas e demagógicos, que agem no sentido contrário à construção de uma democracia meritocrática, não incluem essas metas como prioritárias em suas agendas, preferindo tratar o eleitor como um débil mental e que, supostamente, se satisfaz com uma política de “pão e circo” para mantê-los no poder.   
Título, Imagens e Texto: Francisco Vianna, 16-06-2013

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