Paulo Figueiredo
A rede de televisão ABC, o canal de notícias CNN e o jornal Washington Post serviram como modelo para a imprensa brasileira. A Globo copiou o Jornal Nacional do CBS Evening News, a GloboNews nada mais é do que uma CNN brasileira, e o Washington Post é o fetiche de todo jornalista saudoso da época do Watergate (que hoje sabemos ter sido uma operação de desestabilização da CIA, que se sentia ameaçada por Nixon, mas isso é outra história). É a isso que eles enchem a boca para chamar de "jornalismo profissional".
Como ensino nos meus cursos, na década de 2010 o jornalismo desses veículos (que sempre teve uma tendência de esquerda) deu uma guinada ideológica aguda. Durante o primeiro governo Trump, eles se tornaram basicamente uma máquina de propaganda difamatória e das pautas woke mais alucinadas e lacradoras. Foi por isso que eu disse, em 2020, à Thais Oyama, que "o jornalismo profissional morreu".
E agora, estão todos quebrados. É hora de enterrar os corpos.
Acabamos de ter demissões em massa no Washington Post, a ABC reformulou todo o seu jornalismo há poucos meses, e a CNN teve em 2025 o seu pior ano em 30 anos. Tudo está colapsando.
Sem dinheiro da USAID e outras ajudas governamentais, o exército de militantes de esquerda travestidos de jornalistas está passando fome. Está acontecendo e vai acontecer ainda mais no Brasil. A Globo não vai resistir a quatro anos sem verba governamental, e os anunciantes, por mais ideológicos que sejam, em algum momento vão embora quando percebem que não há mais audiência.
O jornalismo profissional
morreu. Vida longa ao jornalismo independente.
Texto: Paulo Figueiredo,
X,
6-2-202619h57

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