quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ciclo de opressão

Morsi terá que definir se fará ou não as mudanças verdadeiras que o Egito necessita...
Beatriz W. de Rittigstein
Por estes dias aniversaria a rebelião ocorrida no Egito que derrubou o regime opressivo de Muhammad Hosni Said Mubarak, após mais de trinta anos de ditadura.

De fato, o levante que levou para as ruas centenas de milhares de pessoas que pediam Democracia e um Estado de Direito, não deu frutos, pois o movimento foi arrebatado pelos islamitas radicais que, deixando de lado as aspirações de liberdade do povo egípcio, estão pondo em vigor outra forma de opressão ainda pior da que afligia o país, a do fanatismo religioso; por esse motivo, os egípcios reagiram com uma série de protestos e distúrbios que mostram uma grave crise.
Recentemente, o Ministro da Defesa, Abdel Fattah al-Sisi, advertiu que "os conflitos políticos, econômicos e sociais que sacodem agora o Egito, se constituem numa ameaça à segurança do país". E afirmou que as Forças Armadas são "o pilar sobre o qual se baseia o Estado", o que significa que a se seguir a frágil situação, os militares terão que tomar o poder, deitando por terra a possibilidade de uma evolução democrática.
Os membros da Irmandade Muçulmana, os Irmãos Muçulmanos, ganharam as eleições em 2011. Seu partido, "A Liberdade e a Justiça", lidera uma aliança de 11 agrupamentos islamitas, com Mohamed Morsi como presidente do país, figura que transita no sentido da imposição à força da “Lei Shaaria” – a lei do islamismo radical – e seu projeto de renascimento islâmico que tenta ser aplicada a todos os âmbitos da atividade social nacional; com esse objetivo tem admitido um texto constitucional amplamente totalitário e socialista, onde a democracia fica reduzida a praticamente nada e aparece como uma simples máscara para a dominação forçada das pessoas.

Admiro e respeito gente que começa a trabalhar aos 16 anos

Ernst & Young: Franquelim foi "júnior auditor" aos 16 anos
A Ernst & Young Portugal confirmou, esta quinta-feira, que o novo secretário de Estado do Empreendedorismo, Franquelim Alves, trabalhou em 1970 como "júnior auditor" na Barton Mayhew & Cia, uma das empresas de auditoria na génese da atual Ernst & Young.


O currículo oficial do novo secretário de Estado do Empreendedorismo, Franquelim Alves, coloca o governante como tendo iniciado a sua vida profissional aos 16 anos na consultora internacional Ernst & Young.
Num esclarecimento enviado à Lusa, a Ernst & Young informa que o atual secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, "se juntou em 1970 como júnior, designação à altura, à Barton Mayhew & Cia, uma das firmas de auditoria na génese da atual Ernst & Young".
Na nota, a consultora não especifica as funções que Franquelim Alves, na altura com 16 anos, desempenhava na empresa.
Em Julho de 1979, a Barton Mayhew & Cia deu origem à Whinney Murry Ernst & Ernst e Cia e em Outubro do mesmo ano a empresa altera a denominação para Ernst & Whinney e Cia, a qual se mantém até Dezembro de 1989, explica a consultora.
Em Dezembro daquele ano, fruto da fusão com Arthur Young, a designação passa à actual: Ernst & Young.
Fonte: Notícias ao Minuto, 07-02-2013, 19h16
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Impressionante! Não consigo me entusiasmar com Paulo Bento


Gente, pode ser, e é, pessoal, mas não consigo confiar no Treinador da Seleção portuguesa de futebol. Gente com um certo domínio da ciência da linguagem corporal concordará comigo.
Não suporto os xis da dicção que se pretende perfeita, sempre me soaram falsos. Não será com ele que a seleção portuguesa de futebol triunfará, não!
Atenção, porra! Não estou torcendo contra a seleção portuguesa de futebol, pelo contrário!
Não consigo imaginar um outro Treinador como Felipão (ou Otto Glória se se tivesse lembrado das bandeiras de Portugal nas janelas e sacadas!). Dois egressos de um país que faz do futebol orgulho nacional e patriótico.
Mas, para mim, a seleção de futebol pode ganhar, até por 7 a 1, isso não faz Portugal um país melhor. Pode perder de 4 a 0, isso não faz o país pior. Deu para entender? 
Agora, apesar dos meus parcos conhecimentos futebolísticos, acho Cristiano Ronaldo um grande, se não o melhor, jogador de futebol; e José Mourinho, um tremendo, se não o melhor dos últimos 50 anos, treinador de futebol. Espero estar vivo para vê-lo treinar a seleção portuguesa de futebol.

Por estas e por outras Portugal continuará "socialista" e nunca sairá da cepa torta!


No Porto Canal:
(e eu que cheguei a pensar que seria um canal “diferente”. Mas não, está tão dominado quanto os outros!)
– Alunos protestam por lhes ter sido negada a inscrição no segundo semestre, por falta de pagamento;
– Parquímetros aumentam em Braga, escândalo!;
– A Casa da Música quer mais dinheiro: PCP e BE “exigem” do governo que seja “recuperado o nível de financiamento”…
– Trabalhadores de um bingo da cidade do Porto, demitidos, exigem que o governo…(o logotipo do departamento sindical do Partido Comunista está lá, claro!)
–  Os funcionários públicos dos Estaleiros de Viana do Castelo exigem que o governo injete 20 milhões de euros… e o prefeito de Viana do Castelo, do PS, surfa a onda, claro!
– Existem centenas de outros exemplos, ops!, quis dizer, desgraças, que o Estado tem que resolver.
Enfim, sabe de uma coisa? Ninguém quer TRABALHAR! São todos uma multidão de coitadinhos, desgraçados e espoliados pelo Governo. Portanto, vamos todos pagar essa multidão de desgraçados! Tem sorte quem pode emigrar, se mandar daqui!
Curiosamente, a TVI, porque está comemorando o 20º aniversário, anda entrevistando, no telejornal da noite, VINTE alunos universitários, com excelentes notas. Todos, eu disse, todos, quando indagados sobre o que falta a/em Portugal a resposta parece combinada: TRABALHAR!
Outra coisa, aproveitando o embalo, não aguento ver em todos os canais, várias vezes ao dia, os tipos e as tipas do PCP e do BE exigindo, acusando, ameaçando, PQP!!
Impressionante como a classe média (a que mais 'alimenta' o Bloco de Esquerda) esqueceu o verão quente de Vasco Gonçalves, o PREC-Processo Revolucionário em Curso, as nacionalizações/expropriações...
'Alimenta', eu disse, mas não sabe, ou assobia para o lado, os VALORES que essa turma do BE e do PCP defendem e representam.

Perdas dos aposentados...


Orcelino Andrade
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura” Este é um velho ditado conhecido por todos. Noticia-se no momento pela imprensa,  déficit de mais de 60 bilhões na Previdência pública (RPPS) sendo que segundo o governo, o referido déficit foi 20 bilhões a mais que na Previdência Privada – (RGPS). Todos sabem que o RGPS – Previdência Privada, em se retirando o que é desviado irresponsavelmente para outras finalidades que nada tem a ver com Previdência, o RGPS – Previdência Privada é superavitário – veja comprovação no artigo abaixo; portanto, o que o governo noticia no que se refere à Previdência Privada, é uma grande e irresponsável mentira e enganação. Portanto, é imprescindível que continuemos a persistir, perseverar na cobrança; novamente divulguemos amplamente esta. Também aos senadores e deputados; vou enviar novamente à imprensa. Manifeste também junto à Câmara dos deputados 0800 619 619 opção 2 da ura e depois opção 1, dirijam os pedidos às lideranças partidárias - votação urgente dos Projetos de Lei 001/2007, 4434/2008 e 3299/2008, especialmente o Projeto de Lei 001/2007 pois este se votado e aprovado, estanca a homorragia do desrespeito, discriminação, humilhação e extorsão de direitos de milhões de trabalhadores aposentados RGPS.  
Lembrem os senhores, que no dia 06/02/2012 o governo anunciou e de forma comemorativa no Jornal Nacional através da apresentadora Patrícia Poeta, que com o reajuste de 6,08% concedido, 300 mil trabalhadores aposentados passaram a receber apenas um salário mínimo, ou seja, 300 mil aposentados caíram para a vala de apenas um salário mínimo, em 2013 foram mais 300 mil totalizando 600 mil  em apenas dois anos.  Isto para qualquer de bom senso é supressão da dignidade do ser humano e não da pobreza como anuncia mentirosamente o  governo.
O Projeto de Lei 001/2007 deve sair da gaveta com toda urgência, só não sai por falta de vontade política do governo, dos parlamentares covardes, descompromissados com a representatividade. Recursos financeiros não faltam. Senhores parlamentares,  tenham atitudes de pessoas eleitas para defenderem o trabalhador, seus eleitores. Milhões de famílias extremamente prejudicadas, espoliadas, aguardam atitudes condignas de Vossas Excelências.
As perdas desde o Plano Real – julho de 1994 – , são de  47%; já as perdas desde janeiro de 2003, quando Lula assumiu o seu primeiro mandato acumulam 37%. Exemplo, se um cidadão recebia em janeiro de 2003 R$ 800,00 (4 salários mínimos), hoje ele recebe 2,52 salários mínimos, ou seja R$ 1.567,44 (dados fevereiro 2012). Enquanto isto, somente em 2011, 980 mil ex-funcionários públicos provocaram rombo de 56 bilhões de reais à Previdência Social, isto é justiça? Palavras do próprio Ministro da Previdência à Revista VEJA. 
Orcelino Andrade, Belo Horizonte, 06-02-2013

Um país de artures baptistas da silva


Alberto de Freitas
Vem aí o TGV, foi o "isco" que fez abrir a boca de todos os artures. Ei-los em clamores opinativos, comprovativos de convicções delirantes.
Essa gente, meteu – ou alguém o fez – na cabeça que o capital é coisa de vontade política. Confundem papel “pintado” com dinheiro. Insistem, em candura mental, que “bolha” – seja lá do que for – só rebenta se aparecer um neoliberal de alfinete na mão.
Imaginam em círculo vicioso, uma dívida em crescendo... sem credores. Um pensamento mágico de imbecis keynesianos – graças-a-Deus.
Como crianças convictas de os pais serem uns chatos por não lhes oferecerem os ambicionados brinquedos.
Um mundo em que a falta de dinheiro seria suprida, fabricando dinheiro. Um mundo da vitória marxista, um mundo de abundância, em que os problemas existentes seriam a justeza da distribuição. Infelizmente, no mundo, a abundância não é infinita, mas a carência sim. E não é por culpa dos liberais, mas dos humanos. Aquilo que nenhuma ideologia consegue que o deixemos de ser.
Mas os portugueses conseguiram provar como está errada, a tese que a economia em livre mercado, assenta em 3 pilares: acção, tempo e incerteza. Nós, com as nossas acções, todo o tempo, garantimos a certeza: somos malucos... se considerarmos a inconsciência, forma de loucura.
Título e Texto: Alberto de Freitas, 06-02-2013

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Não, ele não volta

"O cão que fuma" recebe visitantes de 138 países

Números de “O cão que fuma”:
Nascemos num dia de fevereiro de 2010 na plataforma wordpress. Nos transferimos para a atual plataforma (blogger) em 19 de abril de 2010. Portanto, faz 3 aninhos.

Contando com este, são 8 464 posts que provocaram 2 675 comentários.

Por enquanto, e desde maio de 2010, o contador registra 793 170 visualizações.

O recorde de visitas foi batido no dia 28 de janeiro de 2013: 3 205 visitantes!

Que chegaram de 138 países, sendo o último Sri Lanka.

Flag Counter


De salientar o percentual dos visitantes do Brasil: 66,9%! Muito à frente de Portugal, com 14,7%, seguido de perto pelos EUA, 12%.

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“Almeida Lima, eu sou um nordestino de outra estirpe que não é a sua. A sua estirpe é a mesma do Renan Calheiros, ou seja, a estirpe dos ladrões”

Otacílio Guimarães
Jim, saudações!
Dando uma arrumada em meus arquivos eu encontrei uma carta que enviei para o senador Almeida Lima, de Sergipe, que gostaria que você divulgasse em seu blog pois apesar da data da carta o assunto ainda é atual, principalmente depois da volta desse mafioso Renan Calheiros à presidência da Casa do Espanto.  
Eu não sei onde o povo brasileiro escondeu aquela qualidade moral que se chama vergonha na cara, pois o retorno desse canalha à presidência de um dos poderes da república é motivo mais que suficiente para provocar um alarido capaz de abalar os alicerces do congresso nacional.
Pede à censura aí para deixar passar mais essa, ok?
Um forte abraço,
Otacílio Guimarães, 06-02-2013

Senador Almeida Lima, PMDB/SE, foto: José Cruz/ABr, 24-03-2009
Almeida Lima, 
Sem nenhum respeito por sua figura bisonha, tosca, desprezível, sabe, aquele tipo que nenhum homem de bem permite aproximação, quanto mais, intimidade, tenho umas coisas para lhe dizer. Não só a você como aos demais canalhas que hoje acabaram de por uma pá de cal no que restava de dignidade na cara de uma nação que certos homens de bem um dia quiseram transformar num país decente e que você e seus comparsas estão querendo transformar num prostíbulo. 
Eu sou um brasileiro que pessoas como você e seu chefe, o Exú de Nove Dedos, tão canalha quanto você e o seu presidente senatorial, obrigaram a viver num exílio voluntário do outro lado do planeta. Eu não iria jamais permitir que indivíduos como você e essa canalha que hoje domina consciências e mentes de um amontoado amorfo de miseráveis me transformasse no escravo em que vocês transformaram os brasileiros que ainda vivem aí.

“Malafaia foi bem e levou a melhor”


Vitor Grando
Só agora pude assistir à entrevista do Malafaia. A conclusão: ele foi bem e levou a melhor sobre a Marília Gabriela, que falou algumas bobagens. Uma delas foi dizer que o Silas equiparou homossexuais a bandidos. É imperdoável que uma jornalista como ela não consiga interpretar uma frase.
Ao dizer "amo os homossexuais como amo os bandidos", é ÓBVIO que não há uma comparação aqui, caramba! A razão da frase é mostrar que se o indivíduo é capaz de amar um pária como um bandido, então A FORTIORI, ele pode amar também os homossexuais. É inacreditável que isso ainda tenha que ser explicado! Ademais, o seu exemplo da mãe que ama o filho encarcerado fechou perfeitamente a boca dela. É irrefutável.
E dizer, como ela disse, que os militantes gays "só querem direitos e igualdade" é de uma vigarice tão grande que ou a pessoa é muito desonesta ou não tem a menor ideia do que tá falando. É só ler os projetos de lei desses caras e ver o que diz o deputado BBB.     
Outra coisa, antes que alguém diga que eu disse o que eu não disse: dizer que ele se saiu bem na entrevista NÃO é a mesma coisa que concordar com todas as ideias dele né?! Entendido?
Título e Texto: Vitor Grando Pereira, 06-02-2013

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Franquelim e a memória

José Luís Seixas
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.” 

Convoca-se o soneto de Camões para retratar a insólita polémica sobre a designação do novo Secretário de Estado, Franquelim Alves. Esclareço, em jeito de declaração de interesses, que nunca com ele me cruzei pessoal ou profissionalmente. A sua biografia pública revela um trajeto profissional consistente. Porém, foi administrador da SLN no ocaso de Oliveira e Costa, no advento de Abdul Vakil e no consulado de Miguel Cadilhe.
Que se saiba, não foi indiciado, suspeito, arguido ou acusado da prática de qualquer infração ou crime. O PS contesta a sua idoneidade. Há um par de anos o mesmo PS abespinhava-se com as investigações sobre o Eng. Sócrates e com imputações da prática de factos que ainda aguardam pleno esclarecimento. A diferença é que, neste caso, estamos perante um Secretário de Estado com passado profissional sem outras máculas que não o trajeto (breve) na SLN. No outro estávamos perante um primeiro-ministro que até a licenciatura aparecia coberta pelo manto da suspeita. Serão ambos inocentes. Acreditemos. Mas, achará o PS que o que está a fazer a Franquelim Alves é diferente do que então definia como “assassinato de caráter” que outros faziam a Sócrates?
Título e Texto: José Luís Seixas, Destak, 06-02-2013

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Não, ele não volta


Uma notícia da TVI deixou ontem em histeria os apaniguados do antigo primeiro-ministro nas redes sociais: vem aí o TGV.

jcd

Tudo nasceu de uma notícia da TVI:


«TGV»: Governo acertou com Bruxelas novo projeto - Obra para linha de alta velocidade que ligará Lisboa a Madrid deverá avançar entre 2014 e 2020

A notícia era acompanhada de uma entrevista por escrito ao ministro Vitor Gaspar (que aparentemente já não está online) e em que este explicava que o financiamento para o TGV Lisboa-Madrid tinha sido renegociado e que os fundos iriam ser utilizados num novo projeto reformulado e focado nas mercadorias.  A leitura era óbvia: o dinheiro que estava reservado para o TGV ia para outras coisas. Além do mais, o Ministro Álvaro esclareceu rapidamente qual era esse projeto: a linha ferroviária de mercadorias Sines-Madrid, em bitola europeia.

Não há lugar a grandes interpretações nem confusões, mas mesmo assim, a RTP acompanha a notícia com a luz verde da discórdia: “…horas depois de o ministro das Finanças ter declarado à TVI que negociara com Bruxelas o financiamento da ligação entre Lisboa e Madrid, obtendo nesse processo uma comparticipação europeia superior à que estava prometida ao Governo Sócrates.”

O DN, por sua vez, fez uma maravilha de jornalismo inventivo. Perante a frase de Álvaro Santos Pereira:“não está previsto para o período da atual legislatura qualquer iniciativa por parte do Governo para que o projeto de alta velocidade seja retomado”, ou seja, até 2015.”, escolhem este título:Álvaro Santos Pereira diz que TGV faz-se após 2015.