Odoaldo Vasconcelos Passos
Resposta à deputada Jandira Feghali.
O texto abaixo, acabou de ser
publicado no site
diariodopoder.com.br,
como meu comentário à coluna da deputada federal Jandira Feghali, do PCdoB do Rio
de Janeiro, intitulada ‘Na defesa do trabalhador’.
Aconteceu um fato muito
estranho. Quando acabei de postar o comentário, estranhamente, a coluna e o
comentário, misteriosamente, desapareceram do site.
Fiz um pequeno texto no mesmo
site, na bronca geral, (abaixo) perguntando o que aconteceu e ainda não tive
resposta. Será que já estamos sofrendo censura?
"Onde nasce uma pauta
trabalhista, o PCdoB atua de forma consistente e corajosa."
"A bancada comunista no
Congresso Nacional tem sido a voz de milhões de brasileiros no combate às
desigualdades."
"Nossa bancada vem
lutando por uma pauta positiva em inúmeras fontes."
"Participação na
articulação pela votação do piso dos agentes comunitários de saúde."
"Redução de jornada de 30 horas para enfermagem."
"Ampliamos a voz dos
trabalhadores na luta contra a terceirização e a redução da jornada dos
caminhoneiros."
"Para a economia de uma
nação ser forte, é preciso que Parlamento e Executivo se atentem aos apelos de
sua massa trabalhadora. É preciso cuidá-la com atenção e respeito."

Palavras da Deputada Federal
do PCdoB do Rio de Janeiro e líder da bancada na Câmara, Jandira Feghali. Tudo
isto seria muito valioso se correspondesse à verdade do nosso país, tão
prejudicado pela falsidade dos nossos políticos que compõem o nosso Congresso
Nacional.
Falar é fácil, o difícil é
cumprir aquilo que se diz. A Deputada Jandira Feghali defendeu os interesses de
várias categorias, dizendo que faz parte do programa do seu partido, o PCdoB.
Depois de tudo que li, eu
pergunto à ilustre Deputada: a senhora é filha de um toco? Não teve pai, mãe,
avôs avós, tios, etc.? Sim, a minha pergunta faz sentido, porque ela em momento
algum se lembrou da classe de ex-trabalhadores idosos (aposentados e
pensionistas) da Previdência Social RGPS Urbano, que recebem benefícios acima
de um salário mínimo, abandonados pelo governo federal comandado pelo Partido
dos Trabalhadores, o qual o seu PCdoB apoia.