sábado, 25 de outubro de 2025

[Pernoitar, comer e beber fora] Cadeg: 13ª edição do Festival do Bacalhau começou nesta sexta-feira

Evento fica disponível ao público até o dia 23 de novembro; 25 restaurantes participam

Raphael Fernandes

Teve início, nesta sexta-feira (24/10), a 13ª edição do Festival do Bacalhau do Mercado Municipal do Rio de Janeiro (Cadeg), em Benfica, Zona Norte carioca. O evento fica disponível ao público até o próximo dia 23 de novembro e contará com a participação de 25 restaurantes.

Quem for aproveitar as ofertas e pratos exclusivos, também poderá participar de palestras e experiências sensoriais com renomados chefs e sommeliers gastronômicos.

Em meio a isso, para celebrar o reconhecimento do bolinho de bacalhau do Cadeg como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio, no dia 12/11, a iguaria estará com 50% de desconto em 17 estabelecimentos do Mercado.

”O Festival do Bacalhau e o nosso bolinho são tradicionais, né? Todo carioca sempre espera por esse evento e aproveitam para se deliciarem com a especiaria, independente da distância. Para nós do Cadeg, ver o nosso bolinho sendo reconhecido como Patrimônio Imaterial Cultural do Rio é motivo de muito orgulho. São mais de 60 anos de Mercado Municipal do Rio e conseguir manter viva essa tradição é muito especial”, destaca André Lobo, diretor social do Cadeg.

Motociclista é flagrado carregando moto na garupa, na Barra da Tijuca

Cena chamou atenção de outros motoristas que passavam pela Avenida das Américas

O Dia

Um motociclista foi flagrado carregando uma outra moto na Avenida das Américas, na altura do Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra que outro homem, sentado na garupa do veículo, está segurando uma moto de menor porte apoiada no colo.

A cena inusitada e perigosa, gravada na quinta-feira (23), chamou atenção de outros motoristas que passavam pela via. "O brasileiro tem que ser estudado. O cara está levando na moto uma outra 'motinha', uma moto! Gente, que maluquice", comentou a moça que filmou o vídeo.

É só um cão, não é uma pessoa!

Aproveitar a oportunidade de alguém estar a sofrer para a educar acerca de dimensões e proporções de dor é a melhor definição da antítese da empatia

Ana Moniz

Empatia é uma daquelas palavras que de tão repetida já toda a gente se cansou de ouvir. Infelizmente cansámo-nos muito antes de a integrarmos no nosso modo de estarmos uns com os outros. Gostamos de pensar em nós como “muito empáticos”, mas parece-me talvez das palavras cujo significado e modo de operacionalizar mais permanecem obscuros. E é uma daquelas expressões que perdem o valor quando é o próprio a dizer, tal como perderia o valor alguém dizer de si próprio «Sou um líder carismático!» ou «Eu sou uma pessoa muito empática!». A empatia é reconhecida pelos outros, sobretudo os que são diferentes de nós e a quem, apesar das diferenças, nos conseguimos ligar. Quando trabalho a empatia nos cursos que dou costumo pedir as definições dos participantes e aparecem expressões como «calçar os sapatos do outro»; «compreender a outra pessoa…»; «não fazer juízos de valor…». Avançamos então para a prática, peço para imaginarem uma conversa com alguém que eles conhecem e, perante o que a pessoa lhes diz, o objetivo é responderem com empatia. Em seguida projeto uma frase, costumo usar bastante esta:

– «Desde que o meu cão morreu que não consigo sair de casa…»

E começam a aparecer as respostas que de tão familiares até parecem empáticas:

– «Eu percebo, gostavas muito dele, mas a vida continua!»

– «Precisas é de ir viajar!»

Há quem abdique de lamechices e opte por dar uma ajuda prática sugerindo:

– «Porque é que não arranjas outro?»

E por vezes aparece:

– «É só um cão, não é uma pessoa!»

Aproveitar a oportunidade de alguém estar a sofrer para a educar acerca de dimensões e proporções de dor é a melhor definição da antítese da empatia. E aqui está a nossa maior dificuldade: somos próximos uns dos outros, mas somos intrusivos, emaranhados e intrincados. Temos muitas opiniões e gostamos de as fazer saber. Em vez da tal experiência de calçar os sapatos e ver da perspectiva do outro, calçamos-lhes uns sapatos à força e arrastamo-los para verem da nossa perspectiva e fazer o que “é óbvio” que está certo.

Saiba quem é ‘Vasco’, o lulu-da-pomerânia que virou amuleto da torcida

Cachorro da cantora Luiza Andrade, 'Vasco', vira amuleto de sorte da torcida do Vasco da Gama nas redes sociais

Aniele Lacerda

No domingo, momentos antes do jogo contra o Bragantino, pelo Brasileirão, os torcedores do Vasco poderão contar com uma injeção de confiança na vitória. Após o cachorro da cantora sertaneja Luiza Andrade virar símbolo de sorte para a torcida cruzmaltina, nas redes sociais, a capixaba de 24 anos garante que o seu pet, também chamado de “Vasco”, vai aparecer cada vez mais.

Foto: Luca Lanes/ge.globo

Luiza Andrade, ou a “menina do chapéu colorido”, como é conhecida, vem consolidando seu sucesso com o passar dos anos. Compositora desde os 13, a capixaba de Vila Velha já acumula mais de 150 mil seguidores em seu perfil no Instagram, plataforma onde viu um de seus cachorros roubar a cena.

A relação entre o clube e o spitz alemão anão (lulu-da-pomerânia) de um ano de idade, vai além do nome homônimo ao time da Colina. “Vasquinho”, como é chamado carinhosamente pela cantora de 24 anos, ganhou notoriedade entre os torcedores após um jogo contra o Cruzeiro, onde um vídeo do cachorro, postado por Luiza nas redes sociais, foi associado pelos cruzmaltinos à vitória conquistada por dois a zero na ocasião. Desde então, a cantora conta que postar a foto do pet nas redes sociais virou sinônimo de sorte para o clube.

– Essa brincadeira nos stories começou no jogo contra o Cruzeiro, que é um time complicado de se enfrentar atualmente. Nós ganhamos sem sofrer gols, por 2 a 0, então a partir disso a torcida não deixou mais ele em paz, sempre me cobram para que ele dê as caras no perfil em dia de jogo. O nome dele é Vasco, mas a gente chama de “Vasquinho” de maneira carinhosa, porque ele é pequeno, diferente do time, que é enorme – brincou Luiza em entrevista ao ge.globo.

‘Torcedor do Fluminense’ comemora gol do Vasco e explica o motivo

Guia turístico aparece com camisa do Fluminense no meio da torcida do Vasco da Gama, comemora gol e explica o motivo inusitado

Aniele Lacerda 

Foto: André Durão

Uma cena curiosa tomou conta das redes sociais após a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Fluminense, no último fim de semana, pelo Campeonato Brasileiro. No meio da torcida vascaína, um homem foi flagrado comemorando efusivamente um gol do Cruzmaltino — até aí, tudo normal. O detalhe é que ele segurava uma camisa do Fluminense, o que fez muitos acreditarem que se tratava de um tricolor que havia “mudado de lado”.

Mas a história é bem diferente. O nome dele é Marco Amaral, mais conhecido como Amaral, de 32 anos, guia de turismo há nove e CEO da Agência de Turismo RioNamoral. Apaixonado por futebol e por viajar, Amaral encontrou uma maneira de unir suas duas paixões em seu trabalho: proporcionar a turistas estrangeiros a experiência de viver o futebol brasileiro de perto, especialmente no Maracanã.

24-10-2025: Oeste sem filtro – Lula sai em defesa dos traficantes + Maduro pede trégua aos EUA

[Versos de través] Para merecer a poesia + Pastoral

Joel Henriques

Para merecer a poesia

A poesia não vem de uma torre
Mas da profundidade de um poço.
Por que motivo eu tanto a ouço?
Por que razão ainda ela corre?

A palavra que vem não se deduz
Da altivez da alma iluminada
Ou da estratosfera de um nada:
A água desde o fundo já é luz.

E nasce o seu fio de areia
No meio do deserto sem ninguém,
Mas bebo toda a água que vem:
Não é de quem merece, mas se abeira.

O antes e depois não a seduz:
A água desde o fundo já é luz.

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

[Aparecido rasga o verbo] Meros operários da construção civil

Aparecido Raimundo de Souza

NA ENORME caixa de ferramentas, entre o alicate e o prumo, o esquadro e nível de mão, vivia um simples Martelo. Todavia, um sujeito de compleição forte, viril, pesado, de cabo firme e cabeça de aço. Se orgulhava, sobremaneira, de sua utilidade; de sua força e precisão. Porém, havia algo que o inquietava de forma contundente: um pequeno Prego de gestos adamados e efeminadamente tímido. Apesar disso, um ser educado e brilhante. Mesmo sendo um prego, encarava sem pestanejar qualquer trabalho, tipo um desses apelidados de “pau pra toda obra”. Final do dia, o delicado se recolhia em seu canto ladeado pela Talhadeira, a Segueta, a Brocha, a Colher de pedreiro e a Turquesa e ali repousava sem que ninguém o perturbasse.

O Martelo, forte e espadaúdo, opulento e alentado, o observava em silêncio. Havia algo naquele Prego mirrado e franzino que o fascinava. Talvez a sua simplicidade carente, o seu corpo precisado de afeto, ou ainda, quem sabe, a sua vocação nata para suportar impactos traumáticos e ainda assim permanecer firme e porfioso. O Martelo, acostumado a bater forte e pesado, preciso e sem rodeios, pela primeira vez em sua vida passou a nutrir uma vontade de tocar com delicadeza bucólica aquela criaturinha que sem saber por qual motivo, lembrava uma mocinha intocável em sua vidinha desprotegida de um amor, ainda que fosse um querer selvagem e avassalador.
— Fomos feitos um para o outro — pensava o Martelo em suas espiadelas. Mas será que ele me vê apenas como uma ferramenta descomedida que só sabe bater duro, embora a minha força seja de impactos controlados?

O Prego, em seu íntimo, albergava com a mesma intensidade, uma admiração secreta. Sabia que só o Martelo poderia lhe dar propósito, cravá-lo num mundo desconhecido e torná-lo útil. Temia, a bem da verdade, os golpes da sua marreta avolumada e o impacto da sua virilidade, bem ainda a dor que viria junto, de roldão, com o amor, caso algum dia, por acaso, ele resolvesse se abrir e se declarar majestoso e brejeiramente amante. Até que naquele final de semana, o carpinteiro os escolheu. O Martelo foi então erguido e levantado e o Prego posicionado para o aconchegante e tão sonhado açoite. No instante do encontro — no primeiro golpe —, houve um silêncio terrificante. Não o silêncio da dor em si arrebatada em toda a sua potencialidade, mas o encontro tanto tempo aguardado da inocência e da revelação.

Fim de semana no Rio será de calor e tempo firme

Temperaturas sobem durante o final de semana; na segunda feira (27) o tempo muda

O Dia

O fim de semana no Rio deve ser de tempo firme e temperaturas altas. Segundo o Alerta Rio, o céu deve ficar claro a parcialmente nublado até domingo (26) e sem previsão de chuva. 

Foto: Érica Martin/Agência O Dia

Nesta sexta (24) e no sábado (25), os ventos sopram de moderados a fortes, especialmente na orla, e as máximas previstas são de 29°C e 31°C, respectivamente.

Já no domingo (26), as temperaturas tendem a subir, apresentando máxima de 36°C e mínima de 19°C e sem previsão de chuva.

A próxima semana deve começar com mudança no tempo. Na segunda-feira (27) o céu fica parcialmente nublado a nublado, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde. A temperatura máxima pode atingir 36°C.

Título e Texto: Redação, O Dia, 24-10-2025, 7h29 

Castigo máximo

FC Porto teve dois pênaltis contra e um golo anulado em Nottingham (2-0)


Ao 12.º jogo oficial da temporada, o FC Porto consentiu o primeiro desaire de 2025/26. Em Inglaterra, onde continuam sem conseguir ganhar, os portistas sofreram dois golos de grande penalidade, viram outro ser-lhes anulado por fora de jogo e perderam por 2-0 diante do Nottingham Forest. Com este resultado na terceira jornada da Liga Europa, os Dragões deixam de liderar a fase de liga só com vitórias e passam a ocupar o 15.º lugar em igualdade pontual com o oitavo classificado. 

Diogo Costa, Pablo Rosario e Samu foram lançados de início nas posições ocupadas por Cláudio Ramos, Gabri Veiga e Deniz Gül na Taça e a primeira oportunidade do encontro só surgiu após um quarto de hora de estudo mútuo entre as duas equipas. Na sequência de novo canto e de nova chance para Hudson-Odoi, a bola embateu no braço de Jan Bednarek e Radu Petrescu assinalou grande penalidade. 

Chamado à marca dos onze metros, Gibbs-White escolheu o lado contrário a Diogo Costa e abriu a contagem no City Ground (1-0). Em desvantagem pela primeira vez desde a chegada do técnico italiano, os comandados de Francesco Farioli mantiveram a posse de bola e a cabeça fria, mesmo quando Igor Jesus usou o cotovelo para atingir Alan Varela num lance duríssimo que valeu apenas o cartão amarelo. 

23-10-2025: Oeste sem filtro – Câmara aprova projeto que cria regras para decisões individuais no STF + Paulinho da Força diz que se arrepende de relatar projeto de anistia

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

[Viagens & Destinos] 2h da manhã na avenida mais famosa do Rio


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O Rio de Janeiro que você nunca viu【4K】🔥 
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Rua da Carioca - o que aconteceu com a promessa de centro cervejeiro? 
Rio de Janeiro na madrugada – Lapa sem filtro

Nenhuma política faz nascer um filho

Telmo Azevedo Fernandes

Numa recente entrevista, António José Seguro disse que se for eleito uma das suas prioridades enquanto Presidente da República será a questão demográfica e o problema da baixa natalidade que deve ser atalhado através de políticas públicas. Conversa redonda e pastosa a que ele, e outros já nos habituaram.

Mas a questão é que se discute a natalidade como se fosse um problema técnico, económico ou fiscal. Porém, na verdade, nenhuma política pública conseguiu inverter o declínio demográfico. Subvenções, licenças parentais, creches subsidiadas — tudo isso tem impacto mínimo. No máximo podem antecipar uma gravidez que já estava planeada, mas não criam o desejo de gerar nova vida. Ninguém decide ter filhos por decreto do Estado.

Mesmo os países ricos, com amplas redes sociais, veem as suas populações encolher. Por quê? Porque o modo como olhamos a vida mudou. Ter filhos deixou de ser uma necessidade e passou a ser uma escolha existencial. E essa escolha tem um preço, um custo de oportunidade gigantesco. Cada filho representa tempo, energia, renúncia, e uma interrupção do percurso profissional.

À medida que aumenta o nível de instrução e se adia a primeira gravidez, o custo de oportunidade cresce — não apenas em dinheiro, mas em projetos, ambições e sonhos adiados.

O colapso demográfico não é económico. É cultural, espiritual e moral. É esta a conclusão de uma investigadora norte-americana cuja argumentação procurei resumir num artigo meu de agosto passado no Observador. Uma sociedade que não acredita no transcendente, que vê a maternidade como opressão, não gerará vida nova.

Se se quiser romper com a narrativa anti-natalista e inverter o declínio, precisamos de recuperar a dimensão espiritual da família, a liberdade de escolher uma escala de valores diferente e desalinhada da norma e a coragem de dizer que a vida é um bem em si mesma. Deve-se defender as causas profundas da natalidade, não paliativos fiscais ou políticas públicas inconsequentes e até contraproducentes.

Juiz do Reino Unido liberta Jihadista ligado ao 11 de Setembro e ao 7 de Julho, desejando-lhe "tudo de bom"

Paulo Hasse Paixão

Haroon Aswat [foto], um jihadista que admitiu ter participado nos ataques terroristas de 11 de Setembro nos Estados Unidos e nos ataques terroristas de 7 de julho no Reino Unido, está prestes a ser libertado, e numa audiência no Royal Courts of Justice de Londres, em Abril, cuja transcrição só foi obtida recentemente pela imprensa, o juiz do Supremo Tribunal, Sir Robert Jay, desejou, desavergonhadamente, “tudo de bom” ao criminoso. 

A ligação de Aswat aos atentados de 7 de julho de 2005 — em que bombistas suicidas atacaram três comboios do metrô e um autocarro de dois andares, matando mais de 50 pessoas e ferindo cerca de 800 — foi descoberta através de registros telefônicos, enquanto a sua ligação ao 11 de setembro foi provada por documentos pertencentes ao principal planeador do ataque, Khalid Sheikh Mohammed, num esconderijo paquistanês.

O terrorista tentou também montar um campo de treino jihadista no Oregon, tendo participado anteriormente numa unidade análoga no Afeganistão, em colaboração com o notório jihadista Abu Hamza.

Extraditado para os Estados Unidos para enfrentar acusações americanas em 2014, depois de o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ter inicialmente bloqueado a transferência, declarou-se culpado, mas foi devolvido ao Reino Unido em 2022. Atualmente, está detido no Hospital Real Bethlem, no sul de Londres, mas está agora pronto para ser libertado depois de pouco mais de dez anos de cativeiro, com documentos judiciais a indicar que pretende ficar com familiares em Batley, West Yorkshire. Nem sequer será submetido ao uso de uma pulseira electrônica, devido a uma disposição legal britânica relacionada com condenados com problemas psiquiátricos.

Ou seja: Aswat será recompensado por ser um assassino demente.

Five Reasons Why Trump Is Once Again Escalating Against Russia

Andrew Korybko 

They’re all primarily due to his belief (however possibly mistaken) that Putin won’t risk tensions spiraling out of control in response

It was earlier assessed that “The Next Putin-Trump Meeting Might Lead To Something Tangible This Time Around” due to newfound mutual interests in reaching a deal, but then Trump canceled the Budapest Summit on the grounds that he didn’t think it’d be worth his time. He also imposed new energy sanctions on Russia and might be lying about not having approved Ukraine’s use of long-range missiles. Trump’s latest flip-flop surprised many but can be attributable in hindsight to the following five reasons:

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1. He’s Driving A Hard Bargain To Coerce Putin Into Maximum Concessions

Russia’s minimum goal is to obtain full control over Donbass, without which Putin can’t hypothetically freeze (let alone end) the war without “losing face”. Trump refuses to coerce Zelensky into withdrawing from there, instead believing that he can coerce Putin into freezing the conflict without first controlling Donbass, thus amounting to maximum concessions. That’s still unacceptable for Putin and might always be, but Trump seems to be taking his refusal personally, perhaps seeing it as a challenge to his authority.

2. The Warmongers Appear To Have Once Again Made Him Change His Mind

Trump’s announcement was made during a meeting with NATO chief Mark Rutte, thus suggesting that warmongers like him, ZelenskyLindsey Graham, and others still have his ear. He’s infamously capricious, with many having noticed that he tends to be influenced by the last person who talked to him. This idiosyncrasy makes him comparatively easier to manipulate than most, which has enormous implications in terms of how certain lobbies and foreign forces could influence US policy throughout his second term.

3. Trump Seems To Truly Believe That The Any Escalation Will Remain Manageable 

[Fotografando por aí] Montemor-o-Novo

Montemor-o-Novo, vista do Santuário da Nossa Senhora da Visitação. 

Foto: JP, 11-10-2025

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Justiça censura notícia que expõe juiz após soltar indivíduo com 86 passagens pela polícia

Leandro Ruschel

Isso aqui é suco de Bostil. 

Um juiz solta vagabundo preso em flagrante por furto, mesmo com o sujeito tendo 86 passagens, porque “não se pode presumir que os acusados retornarão a delinquir, posto que no Estado Democrático de Direito não há espaço para exercício de futurologia”. 

Obviamente, alguns dias depois, o sujeito foi preso em flagrante por outro furto. 

Um portal de notícias divulga o fato. 

Outra juíza decreta a censura da matéria. 


É proibido questionar? 

22-10-2025: Oeste sem filtro – STF publica decisão que condenou Jair Bolsonaro + Governo quer driblar regra fiscal para turbinar gastos + Discursos de Lula contra Trump preocupam o Itamaraty

[Daqui e Dali] Serei de Cristo ou de Pedro e Paulo?

Humberto Pinho da Silva


Quando Paulo ouvia crentes afirmar "Eu sou de Paulo ou de Pedro" agastava-se muito.

Em Corintos 3:4,7, disse: Quando escuto dizer: "Eu sou de Paulo ou eu sou de Apolo, é prova que precedeis como homens. Quem é, pois, Apolo? E quem é Paulo? Servidores, porque quem foste trazido à fé. Cada um deles agiu segundo os dons que o Senhor lhes concedeu. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus fez crescer. Nem o que plantou nem o que rega são coisa alguma; mas só Deus, que dá o crescimento."

Semelhante parecer teve Lutero ao escrever, em 1522 "Sinceras Admoestações a Todos os Cristãos", advertindo os crentes para essa abominável tendência:

"Eu peço que se queira calar o meu nome. O que é Lutero? A doutrina não é minha; e eu não fui crucificado por ninguém. São Paulo, Iº Corintos, 3,4,5, não suportava que os cristãos se quisessem chamar discípulos de Paulo ou de Pedro, mas cristãos, que posso eu, pobre invólucro de carne pestilenta prometido aos vermes, para que o meu miserável nome seja dado aos filhos de Cristo? Não, meus bons amigos! Extirpemos antes de mais os nomes partidários e chamemo-nos discípulos de Cristo, de quem temos a doutrina."

Eu sei que a pulverização de Igrejas e Igrejinhas, seitas e seitinhas, são, em regra, devido a meras quezílias domésticas.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Germany Stands To Lose & Poland To Gain From The EU’s Latest Energy Move

Andrew Korybko 

Poland’s role in providing more US LNG to Central & Eastern Europe is expected to erode Germany’s influence in this region and accelerate Poland’s revival of its lost Great Power status

The European Council decreed that the import of Russian gas will be banned across the bloc next year, but with varying lengths of grace periods for countries with short- and long-term contracts, the longest of which will last till 1 January 2028. The Council earlier admitted that pipeline gas and LNG combined accounted for a little less than a fifth of the bloc’s imports last year. It should also be mentioned that the EU continues to import Russian oil too, including indirectly, which has proven to be similarly scandalous.

Nevertheless, the EU’s plans to phase out the remaining fifth of its gas imports from Russia will further enfeeble its economy by leading to their replacement with more expensive US LNG, which will predictably result in the costs being passed down to consumers. This was entirely predictable too since the EU agreed to purchase $750 billion in US energy by 2028 per the terms of their lopsided trade deal from last summer that was assessed here as having turned the EU into the US’ largest-ever vassal state.

Germany is expected to be the most dramatically affected by this development in terms of its domestic politics and geostrategy. As regards the first, a greater decrease in living standards caused by the costs of more expensive US LNG being passed down to consumers could accelerate the AfD’s rise, which would lead to significant political changes if they’re ever able to form a government. Even if they’re kept out of power, such blatant meddling by the elites could worsen political polarization and associated tensions.

O Caso que nos julga


Rafael Nogueira

Não é “mais um caso”. É O Caso. E não por falta de material, mas por excesso de despropósito. Filipe, jovem inteligente, conselheiro do presidente (sem poder de decisão), virou peça de uma máquina que, em nome da democracia, desaprendeu o ABC da lei e do respeito ao indivíduo. O leitor faça a bondade de trocar o nome pelo de alguém próximo: filho, amigo, noivo, neto. Se não mexe com você, o problema deixou de ser jurídico. É de consciência.

A prisão preventiva nem deveria ter sido cogitada. O tal “risco de fuga” que lhe daria justificativa está baseado numa viagem que não houve. Quando ele já estava preso, brotaram registros migratórios nos EUA — todos falsos — para mantê-lo por mais de 185 dias no cárcere. Contagem de hoje. Vai saber onde isso vai parar? A história agora viaja, ora ora, para uma investigação nos EUA.

No mérito, tudo se baseia numa delação de terceiro, aquela da suposta reunião antecipatória de “golpe”. Delação não é prova. É buzina para chamar a prova. Daí veio o depoimento de um general e uma caderneta de entradas no Alvorada. Depois, por escrito, o general avisou que não podia cravar presença nenhuma, e um “possivelmente” foi promovido a “esteve lá”, por força mesmo.

A defesa trouxe geolocalização, corridas de aplicativo e versões oficiais anteriores, via Lei de Acesso à Informação, que desmentiam viagens e quaisquer papéis da vez. Encerrada a instrução, surgem cópias reprográficas do nada. Ao olhar de perto: rasuras, caligrafias que trocam de mão, assinaturas com humor variável. Erguem andares e mais andares sobre a lama da confusão e/ou da mentira. Uma hora dá bode.

Biometria obrigatória do INSS começa em novembro: idosos devem atualizar cadastro para não perder o benefício


O Dia

A partir de novembro de 2025, aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC/LOAS deverão realizar o cadastro biométrico obrigatório, por meio de reconhecimento facial ou digital, para continuar recebendo seus benefícios. A medida, prevista no Decreto nº 12.561/2025, integra a política de modernização da Previdência Social e tem como objetivo reforçar a segurança, evitar fraudes e agilizar a verificação dos dados em todo o país. Embora o governo garanta que haverá ampla divulgação e prazos estendidos, a orientação é clara: quem não atualizar o cadastro dentro do prazo poderá ter o pagamento suspenso temporariamente, e, em casos mais graves, o benefício pode ser cancelado.

Como será feita a atualização
O processo será gradativo, conforme cronograma que será divulgado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O segurado poderá realizar a atualização de duas formas:

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* On-line: pelo portal ou aplicativo Meu INSS, utilizando o reconhecimento facial integrado à conta Gov.br;
* Presencial: em agências do INSS, especialmente para quem não tem acesso à internet ou encontra dificuldades técnicas.

Enquanto o novo sistema não estiver totalmente ativo, o INSS continuará aceitando biometrias já registradas em documentos oficiais como Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Título de Eleitor com biometria, Carteira de Identidade Nacional (CIN) ou registros da Polícia Federal.

Quem já possui biometria não precisa refazer
Segundo o governo, mais de 150 milhões de brasileiros já possuem algum tipo de registro biométrico, o que permite o reconhecimento automático sem necessidade de novo cadastro. A integração entre as bases do TSE, Detran e Polícia Federal garantirá que esses dados sejam aproveitados para o cruzamento de informações.

A burca e o rosto

Mahmood procurou legitimar o radicalismo islâmico apresentando-o como algo de potencialmente benéfico até para as teorias feministas. Haverá loucura maior?

João Maurício Brás

O debate sobre a proibição de tapar o rosto, especialmente por motivos religiosos, tem suscitado inúmeras questões e os respetivos equívocos. A questão não é apenas legal, nem religiosa ou política: é muito mais profunda no plano humano. O significado do rosto, mostrar ou ocultar, pertence ao domínio da própria construção e destruição da humanidade.

Emmanuel Levinas foi um dos grandes filósofos do século XX, e o tema do rosto ocupa um lugar central na sua obra. É sobre este conceito que deveria assentar o debate. O rosto é a possibilidade de ser na relação com o outro e do outro comigo, constituindo também o fundamento da ética. Sem rosto, a humanidade é danificada, daí a destruição do deste em certos crimes psicopáticos e a sua deformação nas torturas dos sistemas totalitários. O rosto não é uma simples aparência física, mas a epifania do outro. É principalmente através do rosto que se dá a presença que me interpela e me diz: “não matarás”.

No rosto, o outro revela-se como infinito, isto é, como alguém que não posso dominar, reduzir nem compreender totalmente. A sua exposição, na sua fragilidade e vulnerabilidade, desperta em mim a responsabilidade e rompe a lógica da indiferença ou do poder. Assim, este é o lugar onde nasce a relação ética: é nele que o eu descobre o dever de responder ao outro antes mesmo de afirmar a sua liberdade. Ocultá-lo é, portanto, negar o próprio espaço da humanidade e da transcendência que ele encarna. Tapá-lo é, em última análise, negar a humanidade.

Também Hannah Arendt nos recorda que este é o símbolo da presença pública do indivíduo, o modo como cada pessoa se dá a ver e se torna reconhecível entre os outros. No espaço público, o verdadeiro lugar da liberdade segundo Arendt, o ser humano “aparece” diante dos demais e revela quem é através da palavra e da ação. Esse aparecer é inseparável de um rosto: só quem o mostra, quem se expõe, pode participar na vida comum. Por isso, Arendt opõe-se a todas as formas de anonimato, mascaramento ou uniformização que apagam a singularidade, sejam elas totalitárias, religiosas, burocráticas ou tecnocráticas. O rosto representa a individualidade irrepetível, a diferença que torna possível a pluralidade humana. Escondê-lo, é negar a possibilidade da comunidade livre e do reconhecimento mútuo.