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F de fraude, F de Fauci
ResponderExcluirDurante dois anos, as nossas vidas, as vidas de centenas de milhões de pessoas, estiveram penduradas na empáfia e no orgulho de um homenzinho deslumbrado e, quase que por definição, sinistro.
O silêncio da mídia brasileira sobre o escândalo envolvendo Anthony Fauci e a maior fraude de saúde pública já registrada é exatamente o mesmo do cúmplice que se cala ante a descoberta de seu crime.
ResponderExcluirEssa entrevista foi concedida por mim em 2023 ao canal do jornalista português Sérgio Tavares. Naquele momento, eu já dizia aquilo que hoje se confirma - nenhum veículo do mainstream daria destaque ao caso Anthony Fauci. E não por falta de relevância jornalística, mas porque isso significaria colocar no banco dos réus a si próprios.
ResponderExcluirDurante anos, esses veículos abandonaram a essência do jornalismo para se transformarem em departamentos de propaganda de uma narrativa uníssona e falaciosa, induzindo bilhões de pessoas ao erro. Demonizaram médicos, censuraram especialistas, ridicularizaram jornalistas independentes e destruíram reputações de qualquer pessoa que ousasse fazer perguntas. Bastava questionar para receber um rótulo de “negacionista”, “anticiência”, “espalhador de fake news”.
Enquanto isso, Fauci era tratado como uma figura intocável, acima de qualquer suspeita. A imprensa não investigava; ela protegia, promovia e militava.
Agora que documentos, depoimentos e investigações colocam sua atuação sob um escrutínio cada vez maior, o silêncio continua ensurdecedor. E não poderia ser diferente - dar publicidade ao caso significaria admitir que venderam certezas onde havia dúvidas, ajudaram a sufocar o debate público e participaram ativamente da perseguição contra quem ousou desafiar a narrativa oficial.
O maior escândalo não é apenas Anthony Fauci. É descobrir que uma parcela significativa da imprensa abriu mão de sua função de fiscalizar o poder para se tornar cúmplice dele - e cúmplices raramente denunciam os próprios crimes.