Paulo Hasse Paixão
Não estamos zangados como devíamos
Não estamos zangados como
devíamos com o que aconteceu durante a pandemia, quando fomos tratados, em nome
da ciência, como ratos de um distópico laboratório conduzido por fascistas,
nepotistas e aprendizes de feiticeiros.
Não estamos zangados como
devíamos com a manipulação genética da humanidade, mascarada de programa de
vacinação.
Não estamos zangados como
devíamos – e devíamos estar maximamente zangados – com o facto escarrapachado de
todos nós, no Ocidente, sermos governados por pedófilos, canibais, satanistas,
transhumanistas, escatologistas, sionistas, tiranos e sicofantas.
How the fuck did a civil war not break out over the Epstein files ?
— Parody Jeff (@Parodyjeffx) August 1, 2026
Não estamos zangados como devíamos com a carga tributária a que somos submetidos, que transformou as repúblicas em imparáveis e eficientíssimos sistemas de coacção, onde o cidadão serve o Estado, ao invés do Estado servir o cidadão.
Não estamos zangados como
devíamos com o meticuloso e abrangente empobrecimento a que as elites submetem
as massas.
Não estamos zangados como
devíamos por sermos substituídos pela imigração, humilhados pelo
entretenimento, doutrinados pela imprensa, censurados pelas tecnológicas, e
mentidos, alienados e alucinados pelas máquinas de propaganda do regime
leninista-globalista.
Não estamos zangados como
devíamos com os sistemas de ensino, que lavam o cérebro dos nossos filhos com
horas do conto LGBT, revisionismo histórico, marxismo salvífico e dogmatismo
académico.
Não estamos zangados como
devíamos com a paz que nos prometem e a guerra que nos impõem.
Não estamos zangados como
devíamos quando as repúblicas de que somos cidadãos fazem explodir escolas,
pontes, fábricas, centrais eléctricas, áreas residenciais, cidades inteiras,
num esforço genocida que não conhece limites éticos.
Não estamos zangados como
devíamos com o facto, que nos é oferecido como incontornável, de que a
inteligência artificial vai destituir de função a maior parte da humanidade, já
a seguir.
Não estamos zangados como
devíamos por nos terem trocado o cristianismo por descontos de sexta-feira
negra e as igrejas por estádios de futebol.
Não, não estamos zangados como
devíamos.
Mas os nossos descendentes vão
ficar zangados conosco, por dever de consciência, quando souberem da nossa
passividade, da nossa servil obediência, durante esta era de trevas.
For real, but we have not forgotten pic.twitter.com/jK9BXNWn8N
— RealWorldElite (@Real_WorldElite) August 2, 2026
Título, Imagem e Texto: Paulo
Hasse Paixão, ContraCultura,
18-8-2026

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