In the Valley of Elah (No Vale de Elah, em Portugal, No Vale das Sombras, no Brasil) é um filme norte-americano de 2007 dirigido por Paul Haggis.
No primeiro fim de semana após
retornar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece. Ele passa a
ser considerado como foragido do exército, com seus pais, Hank (Tommy Lee
Jones) e Joan (Susan Sarandon), sendo informados.
Ao saber do caso, Hank, que é
um ex-policial militar, decide partir em busca do filho.
Ele recebe a ajuda da detetive
Emily Sanders (Charlize Theron), que trabalha na jurisdição onde Mike foi visto
pela última vez.
À medida que as investigações avançam o que era um caso de desaparecimento torna-se uma suspeita de assassinato, o que faz com que Emily tenha que enfrentar o alto escalão militar.
***
Fala terráqueos como vão vcs? Cês tão legais? Como tá a Pandemia de vcs? Tá Boa? Tá ruim? Tá coisada que nem a minha? Espero que não… Eu nem posso reclamar, na verdade, sabe… eu reclamo porque a gente sempre reclama de tudo né? Então eu vou dizer que eu tô legal…
Terceiro e último filme dessa sexta-feira, primeiro de abril… dia da mentira. É um drama… de duas horas de duração chamado “No Vale das Sombras” (ou “In The Valley of Elah” no original em inglês), lançamento dele foi em 2007, então já tá velhinho. Eu tropecei nele zapeando no catálogo da Netflix. O filme estrelado por Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Susan Sarandon e Jason Patric conta a história de Hank Deerfield (interpretado por Tommy Lee Jones) um sargento aposentado das Forças Armadas Americanas que resolve procurar pelo filho Mike (interpretado pelo ator Jonathan Tucker), que desaparece do nada, próximo à base onde estava trabalhando depois de voltar de uma campanha sangrenta na Guerra do Iraque.
Como não tem ajuda dos canais oficiais do exército, nem da polícia Hank começa uma investigação por conta própria. Atormentado pelo fato de que o filho pediu ajuda para ele quando ainda estava no Iraque por conta de uns episódios que aconteceram por lá… e ele não fez nada. Atormentado também pelo fato de que o filho mais velho dele, já tinha morrido em combate e a sua esposa Joan o culpava por essa morte, porque acreditava que os dois filhos seguiram os passos do pai no exército porque sentiam que se não fizessem isso não seriam homens o suficiente.
O único apoio que Hank encontra na sua empreitada é da jovem, e constantemente desrespeitada pelos seus colegas de trabalho a Detetive Emily Sanders (interpretada por Charlize Theron) que descobre várias falhas na investigação e fica condoída com a busca de um pai. É um filme longo, pouco mais de duas horas… o ritmo é bem lento, ele conta a história usando pra caramba o recurso de mostrar o passado via flashbacks então… se vc tiver paciência para aguentar essa lentidão toda e esse vai e volta, é um baita filme, vale muito a pena.
Vou terminando este post por aqui, espero que vcs tenham curtido saber um pouco mais da rotina do diabetes… Espero ver vcs no próximo texto! Se vc curtiu o texto clique aí na estrelinha, compartilhe com seus amigos e se vc também tem um blogue, deixa aí embaixo nos comentários que eu adoraria conhecer o blogue de vcs!
Abraços, Shao. Diário de bordo da Shao, 1-4-2022
IMDb: 7,1
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