sexta-feira, 23 de março de 2018

Os Hipócritas do Hospital São José!

João Pimentel Ferreira

Em São José, primeiro está o comodismo do pessoal, depois então a saúde dos doentes
O juramento de Hipócrates de 1983, usado atualmente em Portugal no momento em que o clínico é admitido, tem esta excelsa passagem que cada futuro médico deve recitar:

A Saúde do meu Doente será a minha primeira preocupação.

FALSO! Como pode ser constatado pelo caso prático dos clínicos de São José. Reescrevemos:

O Meu Comodismo e o meu Conforto serão a minha primeira preocupação.

Ou seja, como pode ser verificado pelas seguintes fotografias, os hipócritas, perdão, os médicos que juraram Hipócrates e respectivos auxiliares de saúde, pensam sempre em primeiro lugar no seu comodismo e conforto, e só então, na saúde dos doentes e de todos aqueles que precisam de se deslocar a este hospital São José.

Ademais, ao contrário de empresas privadas que têm uma imagem a preservar e que perante uma queixa escrita do Passeio Livre, normalmente atuam com medo de represálias na sua imagem, no caso em apreço, como se trata de um organismo do funcionalismo público cujo último interesse é servir o cidadão ou preservar a sua imagem perante o cidadão, o coio e antro de preguicentos nojentos da administração do dito - sim, causa nojo as seguintes imagens - ignoraram sempre as nossas queixas e ignorarão por completo também esta publicação.

Temos assim consciência que, como qualquer administrador público, há que primeiro servirem-se a si próprios e ao seu conforto pessoal, e apenas depois, há que procurar servir e prestar contas aos cidadãos. É assim nas instalações do Instituto Superior Técnico, como é assim em frente ao Ministério da Defesa, ou em frente ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial; situações as quais temos repetido ad nauseam. Ademais, sendo organismos do Estado, acham-se no sacro direito de poder violar a própria lei, mormente o artigo 49.º do Código da Estrada, sem qualquer pejo de vergonha! Afinal, são "servidores públicos", que usam o estatuto para (se) servir.

Portanto, a porca burguesia motorizada "ao serviço do interesse público" está-se completamente a cagar para os peões ignora os nossos apelos, assim como ignoram os nossos apelos as respetivas administrações dos variados institutos e ministérios, porque ao contrário das empresas privadas que têm uma imagem a manter, a última preocupação destes organismos do Estado é proteger a sua imagem junto da opinião pública, visto viverem num autêntico monopólio. Ademais, sendo o Estado, acham que têm estatuto superior que lhes dá o sacro direito para violar a lei emanada do Parlamento!

Parece um paradoxo capitalista, considerando que o sistema capitalista preza primeiro o lucro e depois apenas o interesse dos cidadãos, mas a práxis tem demonstrado, visto que uma empresa privada teme muito uma "mancha" na sua imagem, que as empresas privadas atuam de forma mais célere e expedita perante as nossas queixas.

Já os serviços do Estado, que deveriam ser os primeiros a defender o primado da Lei e os mais fracos e vulneráveis, neste caso os idosos, grávidas, peões, utilizadores vulneráveis da via pública, assim como os doentes; estes mesmos serviços públicos são os últimos a defender o interesse destas mesmas pessoas. E ao contrário das empresas privadas, estes serviços públicos não têm qualquer pejo em violar constantemente o Código da Estrada nem têm qualquer receio perante as nossas publicações, visto que "estado é estado".

As imagens que se seguem foram todas retiradas das instalações do Hospital de São José, e para que fique registado, é um hospital público do Serviço Nacional de Saúde. Um autêntico nojo, para que os hipócritas, ou seja, os que juraram Hipócrates, possam ir confortavelmente de "popó para o trabalho"!

E o que faz a administração do hospital? Obviamente, nada! Afinal, os doutores precisam do carro para trabalhar, e só não o estacionam dentro da sala de cirurgias, porque não cabe!








Título, Imagens e Texto: João Pimentel FerreiraPasseio Livre, 22-3-2018

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