Filipe Escobar de Lima
O Campeonato do Mundo volta a casa em 2014. O país do futebol vai entrar em festa, que se prolonga até 2016 com os Jogos Olímpicos. Todo o brasileiro satisfeito. Todos, menos Juca Kfouri.
Durante dois anos, o Brasil vai receber as duas provas desportivas mais importantes do planeta. O país do futebol vai entrar em festa com o Campeonato do Mundo em 2014 e continua até 2016 com os Jogos Olímpicos. É todo um samba feito desporto e deixa todo o mundo satisfeito. Todo o mundo não, Juca Kfouri, o jornalista mais polémico do Brasil é contra e aponta o dedo à corrupção.
O Campeonato do Mundo volta a casa em 2014. O país do futebol vai entrar em festa, que se prolonga até 2016 com os Jogos Olímpicos. Todo o brasileiro satisfeito. Todos, menos Juca Kfouri.
Durante dois anos, o Brasil vai receber as duas provas desportivas mais importantes do planeta. O país do futebol vai entrar em festa com o Campeonato do Mundo em 2014 e continua até 2016 com os Jogos Olímpicos. É todo um samba feito desporto e deixa todo o mundo satisfeito. Todo o mundo não, Juca Kfouri, o jornalista mais polémico do Brasil é contra e aponta o dedo à corrupção.
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| Juca Kfouri, foto: Miguel Manso/Público |
Fala em entregar a soberania de um país à FIFA, o organismo que controla o futebol mundial. A isenção de impostos, os convidados VIP, publicidade enganosa, as bebidas alcoólicas de volta aos estádios. "Tudo isso já está no caderno de encargos", conta Juca. Quem?
Juca Kfouri (lê-se "quifuri") é um homem contra o sistema, uma voz isolada que grita no meio do silêncio, palavras que são balas disparadas aos "cartolas", os engravatados. Fá-lo na sua coluna no jornal Folha, de São Paulo; no seu programa na rádio CBN ou na TV (ESPN). São diárias as suas declarações contra a política da FIFA e a Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol.
Juca Kfouri (lê-se "quifuri") é um homem contra o sistema, uma voz isolada que grita no meio do silêncio, palavras que são balas disparadas aos "cartolas", os engravatados. Fá-lo na sua coluna no jornal Folha, de São Paulo; no seu programa na rádio CBN ou na TV (ESPN). São diárias as suas declarações contra a política da FIFA e a Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol.


















