quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Minha mensagem aos que vão receber o meu voto

José Carlos Bolognese
Prezados candidatos,
Já faz algum tempo que decidi votar nos senhores para deputado federal e estadual. Voto por agradecimento ao constante apoio recebido dos senhores à nossa luta de mais de oito anos como ex-funcionários da Varig e aposentados do Aerus.  

O que passo a escrever a seguir talvez não lhes agrade, porque sei que pelo menos um dos senhores está na política há muito tempo. É que eu sou contra a reeleição para qualquer cargo político. Até de gente boa como os senhores.

O bom senso recomenda que em qualquer atividade sejam mantidos os trabalhadores que dão certo. Dizem que não se deve mexer em time que está ganhando e eu concordo com isso. Mas aqui estamos falando de empreendimentos pessoais, de carreira profissional, da busca da excelência ainda que compartilhada entre empregador e empregado, o que não reflete na vida de cidadãos anônimos como os atos dos políticos, seja no executivo ou no legislativo. Não reconheço uma coisa que se possa chamar de “carreira política”. Um mandato numa função pública, no executivo ou no legislativo, deveria ser a oportunidade de qualquer cidadão servir ao seu povo. Remunerado sim, mas sobriamente, em consonância com o trabalho executado e o nível de renda de um trabalhador comum, até porque, “trabalhador comum” seria sinônimo de bem remunerado se não houvesse um contraste tão grande entre ele - e os políticos que nos custam tanto dinheiro.

Não deveria haver reeleição para nenhum cargo, mesmo que uns poucos (e são poucos mesmo) deputados e senadores possam ter lá seus quatro anos de boa atuação no interesse do povo. De vereadores nem falo porque penso que viveríamos bem melhor sem eles. Se houvesse interesse real pelo bem-estar urbano, se encontrariam alternativas bem melhores.

Chavezismo mostra indiferença perante a febre mortal

“Não existe doença nem epidemia”, diz o governo de Maduro, enquanto a febre hemorrágica vai empilhando cadáveres no país socialista.
Francisco Vianna


Grassa na Venezuela um surto epidêmico provocado por um vírus conhecido como “chicungunha” ou “catolotolo”, um arbovírus que é também transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes e tem um início de infecção viral semelhante à dengue. Inicialmente restrito à área silvestres da África e Ásia, já apareceu contudo no Brasil desde agosto de 2010 e na Venezuela explode agora num surto epidêmico que já matou em torno de dez pessoas pela chamada “febre chicungunha hemorrágica”.

Ante tal virose severa que pode matar suas vítimas em muito pouco tempo, os venezuelanos apavorados com o surto epidêmico da infecção, estão a esperar que as autoridades sanitárias do país se manifestem a respeito e tomem qualquer providência em relação a essa que poderá se tornar na maior tragédia nacional da história de Venezuela.

No entanto, os pedidos da população para que o governo mostre qualquer ação com relação ao problema têm sido recebidos com indiferença pelo regime de Nicolás Maduro, cujo único pronunciamento oficial a respeito foi para dizer à população que a doença, bem como o surto epidêmico, não existe.

As mortes já registradas nas últimas semanas causadas por esta febre misteriosa e mal conhecida, que conforme a mídia local pode já ter passado de dez casos neste último fim de semana, são os assuntos dominantes nas redes sociais, enquanto médicos venezuelanos qualificam de “irresponsável” a indolência das autoridades sanitárias do regime em reconhecer o surto epidêmico e em adotar medidas que possam combater o mosquito vetor e circunscrever as áreas de maior incidência.

Depardieu diz que bebe 14 garrafas de vinho por dia (!)

O ator francês diz que bebe quando se aborrece e nesses dias pode chegar a esvaziar 14 garrafas de vinho


"Começo em casa, com champanhe ou vinho tinto antes das 10h00. Depois mais champanhe e a seguir "pastís", talvez meia garrafa. O almoço é acompanhado de duas garrafas de vinho. À tarde, champanhe, cerveja, outra vez "pastís" até às 17h00 para acabar a garrafa. Mais tarde, vodka e/ou whisky". A rotina dos dias em que bebe é contada pelo próprio numa entrevista à revista "Sofilm".

Depardieu admite que quando começa a beber não consegue parar. "Posso beber 12, 13, 14 garrafas de vinho. Justificação: "Quando me aborreço, bebo".

O francês, que se mudou a sua residência para a Rússia por motivos fiscais, garante que nunca fica "completamente bêbado, só um pouco alegre". E dá ainda a receita para evitar ficar ébrio. "Tudo o que é necessário é dormir uma sesta de dez minutos e já está. Um pouco de vinho rosé e ficas como uma rosa".

O ator, conhecido pelos papéis de Obélix, Cyrano de Bergerac e, mais recentemente, Dominique Strauss-Khan, tem protagonizado vários episódios relacionados com o consumo excessivo de álcool, nomeadamente ao volante. Ja foi operado para pôr um bypass por causa do colesterol "e outras coisas", adiantou.


Gérard Depardieu anunciou recentemente a intenção de vir a produzir vodka biológico. Além de representar, o ator é proprietário de adegas e restaurantes.
Título e Texto: Diário de Notícias, 16-09-2014
Foto: Reuters

terça-feira, 16 de setembro de 2014

"Não sei como este país ainda existe...". Nem eu!

Notícias do Burgo
Lura do Grilo
(…)
A Sra Lurdes, das festas da educação, não convive bem com a Justiça. Reage com um libelo acusatório de monta contra a Justiça, ganha entrevistas na comunicação social e solta as habituais desculpas de quem passa por altos cargos políticos. Tudo por míseros 100 000 euros de resmas de fotocópias A4 tiradas por um advogado. Curiosamente a notícia nem apareceu na "capa" dos telejornais (quase acontecia o mesmo que com os mísseis dos fachas de Gaza para Israel).

Não sei como este país ainda existe depois de ver os telejornais ano após ano: a chuva arrasa o tomate, a chuva arrasa o milho, os professores ficam colocados longe, faltam auxiliares aqui e ali, fecham escolas novas, pais não arredam pé da escola fechada por falta de alunos, o amianto prolifera, chove nas escolas, os livros são caros, os livros são pesados, a escola fica longe, os pais apanham tampinhas e cartão, o citius não funciona, os tribunais não funcionam, etc.
()
Do blogue “Lura do Grilo”, 16-09-2014
Grifos: JP

A imprensa, dominada até à ponta da cauda por esquerdistas, que não se conformam com a alternância democrática do poder (aliás, eles não gostam da Democracia, servem-se dela, tão só), tudo fez, tudo faz e continuará fazendo para instigar o povo contra o Governo (de Direita, eleito em junho de 2011); não assisto mais aos telejornais, não leio jornais (algo de que sempre gostei muito) já há algum tempo. Desde que me apercebi do nojo que são.

Lembro-me do martelamento exaustivo em relação a um tal de Duarte Lima (?): gente, seis vezes por dia era um tal de repetir (não fosse o inculto e imbecil povo esquecer) “ex-deputado do PSD”, “ex-deputado do PSD”, ex-deputado do PSD”….

Todo o mundo feliz pela prisão dele, como também pela prisão de Isaltino de Moraes!...

Não me lembro de ter lido, visto ou ouvido, “personalidades” se manifestarem em favor desses julgados – pela Justiça...

Ao contrário do que está acontecendo em relação à condenação de uma ex-ministra do Partido Socialista. Ela e outros mais, acarinhados pela Comunicação Social, estão achando a Justiça portuguesa uma merda!

Um nojo, todos eles!

Nunca desejei tanto uma vitória eleitoral na minha vida como desejo a vitória da atual coligação, ou do PSD, nas próximas legislativas. Escrevi vitória em itálico porque, devo confessar, mais do que a vitória desejo a derrota dessa cambada!

Que trambolhem toda essa parasitada!

Viva Portugal!  

Felicidade Já, Justiça Já!

José Manuel
 
A seguir, trecho da entrevista à revista Veja, da Ministra Cármen Lúcia:
(clique aqui para ler na íntegra)
"O Estado brasileiro é devedor e, sendo devedor, cada vez mais vira alvo de insatisfações. A vida é tão passageira que digo que meu lema é felicidade já, justiça já. Ninguém está com paciência de esperar. O cidadão trabalha e quer ter educação, saúde e justiça rápida, não aceita mais essa realidade que lhe é oferecida...”
     
Todos, ou pelo menos os que se interessam, sabem que as instituições públicas também passam por um momento ruinoso em seus departamentos, com a falta de pessoal adequado ao seu desejado desempenho.
O Brasil hoje, segundo pesquisa, está com 80 milhões de processos em andamento, e não existe um corpo funcional que consiga dar pleno andamento a essas demandas.

Porém, permanecer sem uma resposta durante cinco anos com um processo engavetado, como foi o caso do processo Aerus/Terceira Fonte, que só foi adiante depois que as associações fizeram um apelo ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) é, sem dúvida, algo que temos que nos colocar em posição de alerta máximo.

O caso do acordão, que agora vem à tona a notícia de que alguns do Ministros que nos deram a vitória, ainda não assinaram seis meses depois do julgamento para dar prosseguimento e cumprimento do que determina o art.96 parágrafo terceiro do regimento interno, é no mínimo questionável.
Vejam o que escreve o colega Herênio:

Para que a vontade de cada ministro tenha validade conhecida ergaomnes, é necessário que os votos de plenário sejam "elaborados" e dado a conhecer no D.O. através de acórdãos. No STF, prevê o Regimento da Casa que, para isso, cada ministro deve comparecer posteriormente à Seção de Acordãos para  "retificar" (parece expressão estranha, mas não é) e rubricar o seu voto, sem alterar a substancia votada,  contida em ata, é claro. Acontece que muitos deixam de comparecer de imediato para atender tal formalismo, acumulando em muito o já substancial monte já existente. Isso, em nada altera o que foi decidido pelo plenário  da Casa.  Apenas irrita e muito as partes litigantes, pelo atraso e consequente prejuízo às diretrizes processuais que pretendam adotar.

Somente agora e após a interferência  da Aprus , em consonância com o Aerus, é que finalmente o fato ocorreu, e desde os dias 11,12 e 15/09, segundo a planilha do STF.

Bumerangues

Partindo-se da premissa de que o tempo como conhecemos não existe, mas sim é vertical e não horizontal, tudo o que aconteceu acontece e vai acontecer, está acontecendo Agora.
E isto quer dizer, quando escolhemos antecipadamente em agradecimento, o que seria nosso “futuro”.

Sim, se não gostar do que escolheu, pode escolher outra vez, ilimitadamente.

Todos os Mestres que passaram por este mundo fizeram isto. E sempre disseram, que um belo dia fariam muito mais do que fizeram.

Particularmente, chamo de bumerangues. Se o que lançou não foi bom, lance outra vez.
Porque nestes tempos em que o tempo passa cada vez mais rapidamente, mas rapidamente Acontece!


Título e Texto: Ivan A. Ditscheiner, 16-09-2014
Imagem: Ekaterina Novikova

The Origins and Implications of the Scottish Referendum

George Friedman

The idea of Scottish independence has moved from the implausible to the very possible. Whether or not it actually happens, the idea that the union of England and Scotland, which has existed for more than 300 years, could be dissolved has enormous implications in its own right, and significant implications for Europe and even for global stability.


The United Kingdom was the center of gravity of the international system from the end of the Napoleonic Wars until World War II. It crafted an imperial structure that shaped not only the international system but also the internal political order of countries as diverse as the United States and India. The United Kingdom devised and drove the Industrial Revolution. In many ways, this union was a pivot of world history. To realize it might be dissolved is startling and reveals important things about the direction of the world.

Scotland and England are historical enemies. Their sense of competing nationhoods stretches back centuries, and their occupation of the same island has caused them to fight many wars. Historically they have distrusted each other, and each has given the other good reason for the distrust. The national question was intertwined with dynastic struggles and attempts at union imposed either through conquest or dynastic intrigue. The British were deeply concerned that foreign powers, particularly France, would use Scotland as a base for attacking England. The Scots were afraid that the English desire to prevent this would result in the exploitation of Scotland by England, and perhaps the extinction of the Scottish nation.

The Union of 1707 was the result of acts of parliaments on both sides and led to the creation of the Parliament of Great Britain. England's motive was its old geopolitical fears. Scotland was driven more by financial problems it was unable to solve by itself. What was created was a united island, acting as a single nation. From an outsider's perspective, Scotland and England were charming variations on a single national theme -- the British -- and it was not necessary to consider them as two nations. If there was ever a national distinction that one would have expected to be extinguished in other than cultural terms, it was this one. Now we learn that it is intact. We need a deeper intellectual framework for understanding why Scottish nationalism has persisted.

The Principle of National Self-Determination

The French Enlightenment and subsequent revolution had elevated the nation to the moral center of the world. It was a rebellion against the transnational dynasties and fragments of nations that had governed much of Europe. The Enlightenment saw the nation, which it defined in terms of shared language, culture and history, as having an inherent right to self-determination and as the framework for the republican democracies it argued were the morally correct form of government.

O Que é Dez Mil?

José Carlos Bolognese

“Nesses tempos de notícias a mil por hora, um fato de um mês atrás pode ter perdido seu impacto, exceto para os que sofrem suas consequências.”

Quando o entrevistador lembrou que seu dinheiro, “guardado no colchão”, renderia uns dez mil reais por mês caso fosse bem investido, ela tascou:

“O que é (sic) dez mil?”

Ilustração: Didiu Rio Branco
Não se esperava que (ela) fosse formular a frase corretamente - é o de menos. Talvez, se fosse expectativa de votos, o plural não fosse maltratado como foi. Mas o aparente desprendimento com os números sugere - e a situação de muitos trabalhadores e aposentados confirma; nós da Varig não menos – que esse descolamento com os números não se aplica só a um “dinheirinho”... que a ela não faz falta. Seguindo por essa maneira descolada de lidar com números, pode-se, não esquecendo as condições terríveis em que se encontram muitos aposentados, lembrar que um dos seus ídolos, o sanguinário Josef Stálin disse uma vez:

“A morte de um homem é uma tragédia; a de um milhão de homens é estatística”

Os avanços da medicina, a melhoria de condições sanitárias e outras conquistas sociais e humanas (que não são do governo atual), permitem que os brasileiros fiquem mais tempos vivos. Mas não necessariamente vivendo melhor. Nas últimas décadas alguns avanços superficiais surgiram para agradar as pessoas mais velhas - afinal, até os setenta são obrigados a votar e muitos depois desta idade ainda votam. Desprezar esse manancial de votos é estupidez política.

Atendimento prioritário em caixas de banco e supermercados, gratuidade no transporte público e umas poucas aleivosias que passam por avanços notáveis, foram concedidas à velharada. Ao mesmo tempo, o achatamento das aposentadorias, o tal fator previdenciário, a quebra de fundos de pensão pelo ataque de sindicatos vorazes; a exclusão de idosos dos planos de saúde e outras malvadezas, são forças que também envelhecem, mas ao contrário de seres humanos, não se fragilizam, não perecem, sobrevivem aos trabalhadores e continuam firmes e fortes martirizando a vida de quem justamente produziu a riqueza da qual indevidamente se alimentam.

O que são dez mil aposentados da Varig?
O que são um mil e tantos que morreram sabendo-se roubados pelo conjunto de empresários canalhas, governos corruptos e uma justiça relativista, que distingue duas classes de cidadãos – os que podem confiar na sua segurança e os outros, cuja certeza legal é a de serem cobrados? O que são trinta, quarenta ou mais anos de trabalho e contribuições que se vão pelo ralo da prevaricação dos agentes públicos “responsáveis” por sua fiscalização e correta destinação? O que são 65, 70, 80 anos de vida e uma renda reduzida a quase zero quando mais se precisa dela?

Campanha de Dilma imita peças das ditaduras militar e do Estado Novo e cria o “Pessimildo”

Reinaldo Azevedo
O PT, para não variar, morre de inveja das duas ditaduras havidas no período republicano: a do Estado Novo getulista e a militar. Explico.

Os que já andam aí pelos 50 e poucos — 53, no meu caso — se lembram de um dos lemas infames da ditadura militar: “Brasil: ame-o ou deixe-o”. Amar, estava claro, implicava concordar com as decisões oficiais e aderir ao clima de entusiasmo alimentado pela máquina publicitária — que era pinto, diga-se, perto do que faz o petismo. Os incomodados, então, que se mudassem. Considerando que, no período, muitos brasileiros estavam no exílio, não se tratava apenas de ufanismo burro; ele era também truculento.


Mas a ditadura militar, na violência ou na máquina de propaganda, ainda perdia para o Estado Novo, que vigorou no país entre 1937 e 1945 e que foi liderado por Getúlio Vargas, o ditador mais violento que o Brasil já teve. Governou como um autocrata a partir de 1930 e como um tirano a partir de 1935. Terminou seus dias como herói. Fazer o quê? Sigamos.

Getúlio chegou a criar uma cartilha que foi enviada às escolas. Na capa, ele aparece abraçando criancinhas, uma imagem que mimetizava a peça de propaganda de Hitler— como esquecer a simpatia de Getúlio pela Itália fascista e pela Alemanha nazista? No livrinho, aparecia a mensagem do ditador aos infantes. Leiam:

La bande-annonce du retour de Sarkozy

Nicolas Sarkozy va bientôt envahir vos écrans. Le scénario de son retour est digne d'un film hollywoodien. L'Express a donc réalisé une bande-annonce pastiche pour raconter ce qui s'annonce comme le blockbuster politique de cet automne. Les candidats pour la présidence de l'UMP ont jusqu'au 30 septembre pour se déclarer.





Alexandre Sulzer, Stéphane Moret, Pierre Trouvé, L’Express, 16-09-2014

Alex Antunes e a semântica assassina do discurso LGBT na busca de um bode expiatório para campanhas de ódio

Luciano Ayan
Há um fenômeno interessante relacionado ao movimento LGBT: sempre que eu escrevo um texto a respeito, eles simplesmente enlouquecem, mesmo que meus argumentos sejam muito mais libertários do que qualquer um deles possa sequer conceber. Eles entram em ataque histérico e não conseguem compreender absolutamente nada do que foi escrito.

Fico até imaginando o choque deles ao descobrir que eu não tenho absolutamente nada contra o casamento gay, nem contra a adoção de crianças por gays. Para mim, o estado não deveria proibir ninguém de fazer o que quiser, desde que isso não cause impactos diretos nas vidas de terceiros. Aliás, não sou religioso e minhas análises são bastante amparadas pelo darwinismo. Mas duvido que algum deles sequer leia esse trecho. A mente deles com certeza editará a informação.


Ao falar sobre o movimento LGBT, eu me sinto o personagem Dr. Doolittle, que conversava com animais. Minto. Eles nem conseguem me entender, ao contrário do que ocorria com o personagem de Eddie Murphy. E daí o resultado das litanias deles é sempre ridículo, como podemos ver no texto de um tal Alex Antunes intitulado A semântica assassina da homofobia, suposta refutação ao meu texto Suspeito de matar jovem gay em GO tinha relações sexuais com a vítima: lá vai mais um truque sujo de “homofobia mata” para a lata do lixo, do qual ressalto esse trecho em particular:

Como quase sempre ocorre quando um gay morre de forma bárbara, o movimento LGBT tenta jogar a culpa nas costas daquilo que eles chamam de “homofobia”, que na verdade é o direito de um sujeito optar pela heteronormatividade.

Notaram o que eu escrevi? É importante, pois o Sr. Alex Antunes não percebeu esse detalhe. Eu não tentei livrar a cara dos verdadeiros homofóbicos, mas daquilo que o movimento LGBT chama de “homofobia”, o que é completamente diferente.

Minuto do dia – 234

“QUEM alimenta o ódio atira fogo ao próprio coração”, André Luís.
Se alguém o magoou, se o ofendeu com calúnias, não o imite, repetindo os mesmos erros.
Coloque-se acima dele, sabendo relevar.
E procure esquecer, porque o pensamento negativo da raiva atrai, para nós, a onda de maldade que nosso infeliz adversário lança contra nós.
Para ser feliz, saiba relevar e esquecer.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Quero o meu salário de volta!

José Manuel
Pensando bem, eu não quero, eu exijo, porque posso, porque a lei me chancelou para isso.
Eu e você, amigo de infortúnio, estamos esperando o quê para começarmos a exigir nada mais, nada menos do que é absolutamente nosso?
Eu disse, NOSSO, porque já ganhamos na justiça o direito a tê-lo de volta.


Eu estou fazendo aqui como você pode ler, a minha parte, que é encher o saco dos responsáveis por esta maldição que se abateu sobre todos.
E você? Já parou para pensar no que pode fazer?
Ou está preocupado agora com as eleições?
Caiamos na real de vez, pois se isto que aí está se chama governo, é melhor começar a pensar seriamente em mudar de país. E pior, há uma possibilidade real de tudo continuar por mais quatro anos, exatamente ou pior do que já ficou, e você, não se engane quando repassa e-mails de escândalos, e pensa estar contribuindo para alguma coisa, não pode fazer absolutamente nada.
Sabemos quem pode, mas pelo visto não querem. Então esqueça e pelo menos lute pelos seus direitos adquiridos.


Já que estamos falando em LEI, judiciário, que tal relembrar que essa mesma lei nos concedeu uma sentença indenizatória, na ação civil pública, ajuizada pela Transbrasil/SNA e contempla todos os participantes do Aerus, sem exceção.
Esta sentença foi promulgada em 13-07-2012, exatamente há 2 anos, 2 meses e  2 dias.
Pior do que isso, é que dentro dessa ação, também nos foi contemplada uma "Antecipação de Tutela" que nos dá o direito imediato ao recebimentos dos nossos salários.
Este governo através do seu judiciário,vem nos infringindo recurso após recurso para não nos pagar e o que é muito pior é que esse mesmo judiciário "engaveta" propositalmente esses recursos fazendo o jogo cruel e sem escrúpulos de um governo fracassado.

O que nos reserva o futuro após as eleições, independentemente de quem será o presidente?...

Valdemar Habitzreuter 

 
Esta opacidade pavorosa, que por ora paira no horizonte político sem que saibamos a realidade que está sendo desenhada, nos deixa inquietos e apreensivos. Nenhum dos três principais postulantes ao cargo de Presidente da nação nos inspira confiança. Suas altissonantes propostas de governar para o povo demonstram apenas um discurso flatus vocis, um discurso vazio de reais propósitos factíveis. Nenhum deles, até agora, foi capaz, nesta reta final da campanha, de traçar as diretrizes de como vai governar, respeitando a voz do povo.

O mais simples dos cidadãos sabe que o bom governo é aquele que transmite confiança e coragem no enfrentamento dos problemas sociais, que joga limpo com o povo pelo qual tem responsabilidade quanto ao seu bem-estar, pois participante do processo de engrandecimento da nação.

O objetivo dos três candidatos, me parece, é chegar lá, chegar ao topo do poder e, para isso, valem-se de um discurso distante do que o eleitor quer ouvir. Estas promessas mirabolantes que os candidatos vociferam em alto e bom-tom denunciam suas fragilidades de um bom governo no futuro. O foco da campanha não visa o cidadão, mas tão somente a conquista do poder, e é por isso que se atacam mutuamente expondo o que cada um tem de podre, tanto moral como politicamente.
Seus supostos programas de governo são pífios, ilusórios, complexos e sem clareza.

Aos cidadãos o que interessa é se o futuro presidente respeitará os ideais democráticos de nossa República, simples assim. A presidente em exercício – e candidata à reeleição – não foi capaz, durante seu mandato, de deixar-se orientar por tais ideais. Quis centralizar o poder para si, enfraquecendo o poder legislativo e judiciário. A Dilma não merece ser reconduzida ao poder, sob o perigo de surgir no Brasil uma democracia capenga nos moldes da venezuelana em que a liberdade é uma fachada ilusória.

Dois zeros à esquerda

Alberto Gonçalves

Com a sobrancelha vibrante de angústia, o António acusa o António de deslealdade e traição. O António, com o lábio inferior trémulo de mágoa, reage e lamenta que o António recorra a ataques pessoais. O António sente-se. O António choraminga. O António faz queixinhas. O António corre para a mãe. Antes do debate na TVI, José Alberto Carvalho anunciou que iríamos testemunhar uma coisa nunca vista. Estava certíssimo.


Por mim, nunca vi demonstração tão cabal de vazio quanto o primeiro confronto directo entre os Antónios do PS. E esperava não voltar a ver, até que no dia seguinte o confronto se mudou para a SIC e os Antónios mudaram o registo. Depois da pieguice, passaram alegadamente a discutir ideias. Dado que não possuem uma única, além da peculiar noção de que a crise é facultativa e o crescimento decretável, o vazio foi ainda mais evidente.

Não significa isto que o António e o António sejam os maiores embaraços da história da democracia, embora essa hipótese não deva ser desprezada. Significa apenas que não há memória de os embaraços se exporem assim ao olhar do público. Por regra, quando uma organização de poder quer colocar uma nulidade na liderança, convoca um congresso e procede em relativo recato. Por razões que me escapam, o PS decidiu autopsiar as respectivas nulidades em horário nobre. E o resultado é este.

Ex-Blog (Cesar Maia) entrevista “cardeal” do PSDB sobre Aécio e eleitores nestas últimas 3 semanas

Cesar Maia      
O que aconteceu com a campanha de Aécio?
Dilma vinha estável, na faixa dos 35% e Aécio cresceu, mas também se estabilizou em pouco mais de 20%, podemos dizer em 22%. Eduardo Campos também estava estabilizado em 12% a 13%. Nas pesquisas de segundo turno, Aécio e Campos colavam em Dilma. Então, o que crescia, na verdade, era o voto contra Dilma, e nem Aécio nem Campos tinham desenvolvido um carisma de atração para eles ainda no primeiro turno. A sensação que se tinha é que quaisquer dos dois poderiam vencer no segundo turno.
       
E por que Marina cresceu tanto após a morte de Campos?
Bem, em primeiro lugar ela tem esse carisma. Mas sua entrada nada mudou em relação ao segundo turno em que qualquer dos três; ela, Aécio e Campos, seria muito forte no segundo turno. Agora vamos aos números. As últimas pesquisas dizem que Marina tem uns 33% e Aécio 15%. Dos 33% – digamos- 13% vieram de Campos. Aécio perdeu 7 pontos para Marina. Com isso, ela ficou com 20% somados. Os outros 13% vieram do Não Voto, que ela expressa melhor que os demais.
       
Neste momento, como devem se comportar os eleitores potenciais do Aécio?
Seria um erro eles migrarem para Marina como, em alguma medida, isso ocorreu. Se for possível deveriam remigrar. Marina viria para uns 26% e Aécio para uns 22%. Mas admitamos que isso seja difícil. Se os eleitores do PSDB tendem a votar em Marina no segundo turno, deveriam votar em Aécio no primeiro turno.
       
Não entendi. Explique mais essa última afirmação.
É simples. Marina exala um cheiro de antipolítica. Isso assusta os partidos e os políticos orgânicos. Quanto maior a abertura de Marina em relação a Aécio, antecipando a adesão compulsória no segundo turno, mais forte será aquele cheiro de antipolítica. Mas – na hipótese de que Marina estará no segundo turno- quanto maior for a votação de Aécio no primeiro turno maior será a necessidade de Marina estabelecer acordo com o PSDB no segundo turno. O cheiro de antipolítica se esvai.

Pesquisas eleitorais

As pesquisas dos institutos chapa branca – IBOPE, DATAFOLHA, CNT SENSUS e VOX POPULI – são manipuladas em favor da candidata do PT, seja através de amostras “pseudo aleatórias”, escolhidas adrede para dar resultados favoráveis, seja através de questionários de pesquisa forjados.

A consequência imediata da manipulação é a influência exercida sobre os comentaristas e os cientistas políticos, que são, até certo ponto, formadores de opinião. Assim, desenham-se os cenários desejados pelo PT, com ampla divulgação pela mídia:

inicialmente o rápido crescimento de Marina Silva em detrimento da candidatura de Aécio;

em seguida (apesar do escândalo da delação premiada do PRC) Dilma sobe e ultrapassa Marina;

as próximas pesquisas manterão a “tendência” de crescimento da Dilma e de queda da Marina.

A partir daí, entram em ação as urnas eletrônicas.
Texto: Fernando Batalha, 15-09-2014

Isto vai correr mal [2]

O buraco de que falei aqui continua a aumentar. Felizmente, agora já está assinalado para prevenir acidentes...


... simplesmente, como é visível, teve de ser um cidadão interessado a agir perante a inexistência da Câmara de Costa.
Título, Imagem e Texto: João Sousa, “nós andamos a pedi-las”, 15-09-2014

Cuidar dos pensamentos

Nelson Teixeira
Devemos cuidar dos nossos pensamentos, vigiando e orando. Sabemos que o pensamento é uma energia poderosa, que tem o poder de criar qualquer coisa. Se pensarmos somente no bem e em coisas boas, atrairemos para nós tudo de bom. Por outro lado, quando temos maus pensamentos, seja em relação ao próximo ou a nós mesmos, pela afinidade atrairemos coisas ruins para nós. Portanto, devemos ter muito cuidado com os nossos pensamentos. Façamos leituras edificantes, que elevam o espírito. Em certos momentos é melhor fugir de noticiários sensacionalistas, que alimentam a violência e a falta de amor ao próximo. Fujamos também da maledicência e da maldade, pois elas geram pensamentos e energias perniciosas para nós. Todos os dias façamos uma faxina mental, jogando fora tudo o que não for bom e deixando somente coisas boas. Nosso corpo e nossa mente agradecerão por isso!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 15-09-2014

domingo, 14 de setembro de 2014

Dilma pratica racismo e diz que não há “negros à altura” para participar de seu governo. Não, Dilma, tem sim…

Luciano Ayan
Quando achamos que a presidente chegou ao fundo do poço, ela novamente nos surpreende e submerge ainda mais mais, em termos morais. Agora, conforme vemos no Globo, Dilma cometeu um ato falho gravíssimo ao fazer um discurso pelas cotas. Leia:

Eu tenho muitos negros no segundo escalão. E acho que isso reflete também o fato, por isso é muito importante a lei de cotas nas universidades. Nós temos de formar pessoas negras para ocuparem os postos mais altos desse país. Temos de fazer isso.

O que essa aí disse? Ela disse que os negros para ela “só no segundo escalão”. Com isso, ela comete uma ofensa gravíssima aos negros, dizendo que entre eles não há pessoas capacidades a ocupar os postos mais altos desse país. Se compararmos com algumas pessoas do governo de Dilma que só destruíram valor (algumas delas envolvidas com corrupção), a ofensa se torna mais grave ainda.
Veja abaixo o discursinho, inclusive com uma gaguejada:


É realmente uma vergonha ver o quanto essa gente ofende o povo. Mas se é para falar de negros capacitados para assumir altas posições governamentais, temos vários. Mas um deles se destaca: Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF. Em relação a ele, petistas já chegaram até a ameaçá-lo de morte, por causa da prisão dos mensaleiros.

É Dona, depois de ter sido pega usando os homossexuais de forma oportunista, agora é a ver de tentar usar os negros. Até onde vai o limite dos petralhas?
Título, Imagem e Texto: Luciano Ayan, Ceticismo Político, 14-09-2014

A razão contra a baixaria e apelação

Estado de S. Paulo
A inacreditável baixaria e a apelação na qual o desespero de Dilma Rousseff e a empáfia de Marina Silva transformaram a campanha eleitoral em sua fase decisiva tiveram um contraponto na atuação de Aécio Neves, terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, em sua participação, no último dia 10, na rodada de entrevistas com os presidenciáveis realizada pelo jornal O Globo. No momento em que o PT apela para o que sabe fazer melhor - atacar e iludir - e Marina recorre ao bom-mocismo e à manipulação de obviedades para seduzir um eleitorado ávido por mudanças, o candidato do PSDB introduziu um sopro de racionalidade no debate eleitoral.

O que se pode esperar daqui para a frente da campanha petista é a desfaçatez crescente de Dilma Rousseff diante do mar de lama que envolve seu governo, como ela demonstrou sem o menor constrangimento na entrevista ao Estado publicada no dia 9, ao responder sobre o mais recente escândalo na Petrobrás: "Se houve alguma coisa, e tudo indica que houve, eu posso garantir que todas, vamos dizer assim, as sangrias que eventualmente pudessem existir estão estancadas". "Sangrias", aliás, sobre as quais a ex-ministra de Minas e Energia e chefe do governo "não tinha a menor ideia".

Marina Silva, por sua vez, tem falado muito sobre a "nova política" que se propõe a levar ao Planalto e pouco sobre como e o que fará para transportá-la do plano das boas intenções para a realidade dura de um ambiente político que a prática dos últimos 12 anos levou a limites extremos de degradação. E fala pouco sobre os 24 anos em que, sob as asas do guru Lula, militou nas falanges petistas que, com denodo e método, se dedicaram a desmoralizar as instituições democráticas do País.

Surpreendido, como todo o Brasil, pela reviravolta provocada na campanha eleitoral com a morte trágica de Eduardo Campos, Aécio Neves, cuja candidatura até então parecia presença certa contra Dilma Rousseff no segundo turno, defronta-se agora com a necessidade de, em circunstâncias mais desfavoráveis do que até então, demonstrar que é a melhor opção para um eleitorado claramente ávido por mudanças.