sábado, 19 de abril de 2014

21 de abril, Dia Internacional de BookCrossing: LIBERTE os seus livros!

Nesta segunda-feira, 21 de abril, será o Dia Internacional de BookCrossing.
 

BookCrossing é um conceito que surgiu nos Estados Unidos da América e, num sentido lato, pode ser definido como a prática de deixar um livro num local público, para que outros o encontrem, o leiam, o voltem a libertar e assim sucessivamente. O conceito encontra-se definido desde Agosto de 2004 no Concise Oxford English Dictionary:
bookcrossing n. the practice of leaving a book in a public place to be picked up and read by others, who then do likewise.
Wikipédia

Dois livros libertados na Estação de Metrô Carnide, Lisboa, abril de 2014:

O Brasil e a Petrobras

Valmir Fonseca Azevedo

Ultimamente, apesar das escandalosas tratativas do desgoverno mais comuna da América Latina, a redoma que encobria a Petrobras foi levantada e o mau cheiro é tão forte que nem atarraxando as fossas nasais é suficiente para barrar a podridão.
A estatal do PT fede como um cadáver mal enterrado em cova rasa no cemitério das almas penadas. A caixa preta é o mausoléu do nosso nacionalista jargão “O petróleo é nosso”.
Contudo, apesar de longínquo, recordo com orgulho das palavras sempre retumbantes de nosso portentoso guru que bazofiava sobre o pré-sal e sobre o nosso ingresso na OPEP, a nossa autonomia em petróleo, e na refinaria em Pernambuco, fruto de seu acordo de cumpadre com o Chávez, e a participação financeira da portentosa PDVSA.
Ufanei e endossei os sacramentados ditos da metamorfose de que “nunca nesta terra...”.
A cada pronunciamento do incólume impune, mais o nosso peito nativo se inflava de desmedido orgulho.

Porém, não há embromação que sempre dure, nem imbecil que sempre perdure (no Brasil tudo é possível, e sabe-se lá se ele não voltará?).

E a Petrobras, desnuda, sucumbiu.
Em consequência, a nossa comparação entre aquela degringolada entidade e o futuro do nosso País é inevitável.
Assim como a cambaleante entidade, que há poucos anos era cantada e explorada em prosa e verso pelo camaleão ambulante, e que nós em breve seríamos top do mundo e outras baboseiras, como a de que o nosso sistema de saúde era um dos melhores do mundo, hoje, ao que parece, a verdade emerge e geme de vergonha.

O cão que fuma: QUATRO anos!


O primeiro post foi no dia 19 de abril de 2010.
QUATRO anos depois o blogue transformou-se numa revista virtual. A afirmativa é de responsabilidade deste editor, que a escreve sem complexos, sem medo de ser feliz.
Os assuntos são diversos e variados. Justamente como uma revista em papel. Podia ser melhor se tivéssemos uns outros dois editores, well

Alguns interessantes números a seguir.
13 426 posts; 5 471 comentários.
1 490 995 visitantes; falta pouquinho para UM milhão e quinhentos mil visitantes!
O segundo mais acessado, E se se preocupassem com o porco?, vem longe atrás, com 13 087 visitas.

O recorde de acessos, num único dia, foi alcançado em 29 de junho de 2013: 15 194 visualizações!

No Twitter são 310 amigos.
E no Facebook são mais de 750 curtidores!

Cidadãos de 168 países ou territórios acessaram a nossa revista.

Don't expect!

Minuto do dia – 164

ASSIM como os universos foram criados pela palavra de Deus, assim também nossos pequenos mundos individuais são criados pelas nossas palavras.
E as palavras são a manifestação dos pensamentos, a fim de criar um mundo de paz e beleza, de saúde e felicidade, através de palavras amáveis e delicadas, corteses e animadoras.
Lembre-se de que, uma vez proferida uma palavra, nada mais a destrói.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Repórter sai em busca do lobo ibérico, espécie em extinção em Portugal


Temido por fazendeiros, o lobo ibérico é um exímio caçador e ataca, frequentemente, os rebanhos do sul de Portugal. Por conta da ameaça, a espécie está próxima da extinção. Téo Taveira mostra os detalhes.
Título, Vídeo e Texto: Domingo Espetacular, 13-04-2014

L'édito de Christophe Barbier

Aquilino Morelle ne sera pas la seule victime d'ici la fin du quinquennat Hollande. De son côté, Abdelaziz Bouteflika sur le point de se faire réélire pour la 4ème fois en Algérie. Enfin, il faut voir et revoir du Molière, car il est l'âme française.
Christophe Barbier, L’Express, 18-04-2014, 15h13



AlDu36 - 18/04/2014 18:13:21
Merci monsieur Barbier, Il ne s'agit pas de flagornerie de ma part dans ce remerciement, mais c'est la satisfaction de constater qu'il existe encore un journalisme susceptible de dépasser l'événement pour se poser, et répondre à quelques questions sur l'actualité :
- Qui a lancé l'affaire Morelle ?
 - Qui est visé au-delà de ce conseiller ?
- Quel en est l'objectif ?
 Il semble bien que la guerre de succession soit d'ores et déjà ouverte au sein du parti de gouvernement, et ce n'est pas le coup de mou de Hollande dans sa déclaration de Clermont-Ferrand qui va refroidir les ambitions. Une primaire "sauvage" trois ans avant la présidentielle ! Il va y avoir du sport et d'autres affaires, c'est certain. Pas de quoi se réjouir, loin s'en faut pour le français moyen, mais de quoi suivre votre conseil, relire nos grands classiques à l'humour et à la sagesse intemporelle, relire faute d'être parisien, mais à méditer en tous les cas. Combien d'Alceste, de Monsieurs Jourdain, de Tartuffe, et aussi de Cinna ? Mais pas d'Auguste !

A verdade sobre a real situação dos aposentados

Almir Papalardo
Através das indignadas queixas e veementes reclamações por direitos não respeitados que vemos diariamente nos blogs, murais e grupos do facebook, chega-se à conclusão que nem todos sabem o verdadeiro motivo da existência de engrenagens administrativas que trituram perversamente os aposentados do RGPS-Setor Urbano.

Cansamos de ver acusações sérias contra o governo federal que achata anualmente os nossos proventos desde o ano de 1998, praticando, assim, uma medida inconstitucional contra os aposentados indefesos.

Pelos artigos inseridos na Constituição Federal de 1988 e no Estatuto do Idoso de 2003, estaria o governo sim, burlando leis que protegem os aposentados vetando qualquer defasagem nas suas aposentadorias.

No entanto, o governo não estaria tão seguro de si, os outros poderes públicos já teriam partido em nossa defesa e, até os direitos humanos internacionais a quem já denunciamos, já nos teriam socorrido se o Executivo não estivesse devidamente respaldado pelo procedimento grosseiro, mas legal, contrário aos nossos direitos.

Lula, arrogante como sempre foi, já dizia abertamente que não tirava um centavo sequer dos aposentados, apenas, cumpria o que as leis determinavam. Por isso, na realidade, essa má vontade contra o aposentado não é inconstitucional, embora seja, na verdade, uma tremenda imoralidade.

Boas e outras notícias...

Expresso

Pensando na unidade territorial do Brasil…

Assisto, nos canais televisivos, à provável implosão da Ucrânia.

Vimos todos o que aconteceu com a ex-União Soviética e, como num jogo de dominó, com a Tchecoslováquia, com a Iugoslávia… era tudo falso, não era verdade serem uma “união de repúblicas soviéticas”, pelo contrário, eram um ajuntamento de países ou nações subjugadas.

Quanto à Iugoslávia, foi República Socialista Federativa:
República Socialista da Bósnia e Herzegovina, cuja capital era Sarajevo;
República Socialista da Croácia, cuja capital era Zagreb;
República Socialista da Macedónia, cuja capital era Skopje;
República Socialista de Montenegro, cuja capital era Titogrado (chamada hoje Podgorica);
República Socialista da Sérvia, cuja capital era Belgrado e que compreendia:
a) a Província Socialista Autónoma do Kosovo, cuja capital era Priština e
b) a Província Socialista Autónoma da Voivodina, cuja capital era Novi Sad.
República Socialista da Eslovénia, cuja capital era Liubliana;
O país era constituído por seis repúblicas socialistas federadas; além delas, a Sérvia contava com duas províncias socialistas autónomas. A capital federal era Belgrado.
Enfim…

Olho para o mapa da América. Lá em cima, dois grandes países, os EUA e o Canadá. Abaixo a América Central e Latina.


Muitos países! Mais de vinte! Todos ‘descobertos e colonizados’ pela Espanha d’antanho.
E o maior país da América Latina, o terceiro, em tamanho, do continente América, que foi 'descoberto e colonizado’ por Portugal, posteriormente defendido contra a invasão de franceses e holandeses… tem vinte e sete estados!
É o Brasil!

Os irresponsáveis ambientalistas

João Bosco Leal 

Na última década, temos assistido surgir em território brasileiro centenas de ONG's em defesa das mais diversas causas ou com os mais variados interesses, muitas vezes até inexplicáveis, como a de atualmente haver muito mais dessas ONG's na região Amazônica ou em diversas outras partes do país, atuando em defesa das "nações" indígenas e da preservação de animais, do que nas regiões de extrema pobreza do país, como no Nordeste, onde nossos compatriotas, seres humanos, sobrevivem sem nenhum tipo de infraestrutura nas áreas de saúde, educação, transporte, e muitos deles literalmente passam fome.

O que se observa por trás desta realidade é que no sertão nordestino elas não encontram tantos minérios ou espécimes do bioma amazônico - que são ilegalmente subtraídos do país, principalmente pelas indústrias multinacionais de medicamentos e por contrabandistas de minérios -, ouro e pedras preciosas. É por isto que existem no Amazonas áreas de acesso totalmente restrito a brasileiros, mas liberado a estrangeiros e também, são estes os motivos de milhares de brasileiros, corruptos ou imbecis - inclusive políticos e funcionários públicos responsáveis pelos órgãos que deveriam cuidar dos índios e do meio ambiente -, continuarem apoiando essas ONG's.

Há menos de um ano eram comuns os protestos contra a construção de mais Usinas Hidrelétricas no país sob a alegação de que prejudicariam o meio ambiente e que o alagamento da área para uma das represas exigiria a mudança de uma tribo indígena do local que habitam. Entretanto, o clima mudou e estamos enfrentando uma seca que em determinadas regiões já é a maior dos últimos cinquenta anos, enquanto em alguns locais - exatamente da região norte -, diversas cidades estão isoladas pela ocorrência de tantas chuvas, que inundaram as estradas que a elas dão acesso.

Minuto do dia – 163

MANTENHA seu equilíbrio.
O equilíbrio depende da serenidade da mente.
Jamais se aborreça nem se exalte.
Não ligue importância às coisas passageiras que lhe vêm de fora.
Não se impressione com o que os outros dizem.
Siga a conduta ditada por sua consciência, e não perca seu equilíbrio.
Caminhe para a frente, alegre e certo de que há de vencer, por maiores que sejam as dificuldades do caminho.

Príncipe Real – Lisboa




quinta-feira, 17 de abril de 2014

O fanatismo dos “anti-fanáticos”

José Manuel Fernandes
Francisco Assis não é conhecido por ser um político radical. Pelo contrário. Que lhe deu então para, na sua coluna semanal, insultar Pedro Lomba – “pequeno apparatchik ligeiramente alfabetizado” – e Bruno Maçães – um aparente “pateta” que escreve “num inglês próprio de quem nunca leu Shakespeare”?

O texto, ao contrário do que é habitual em Assis, não argumenta, vai apenas de bordão em bordão, atirando com Hayek para um lado, Pinochet para o outro, num amontoado de lugares comuns sobre o “governo dogmático” com “uma mentalidade escassamente democrática”. É, porventura, um texto eleitoral: Assis necessita de aumentar o tom de voz para que, no PS, não desconfiem dos seus galões. Mas não deixa por isso de se um texto revelador.

Quando chama a Lomba e Maçães “dois pequenos génios condenados à incompreensão”, Assis revela ao que vem, pois a palavra-chave da frase é “pequenos”. “Pequenos” porque novos, porque jovens, porque exteriores ao círculo autorizado dos políticos experientes e sensatos.

É curioso que Assis, um político que ocupou o seu primeiro cargo público aos 25 anos (presidente da Câmara de Amarante) se junte ao coro dos que procuram desqualificar os mais novos apenas por serem mais novos – ou “pequenos”, na sua linguagem alegórica. É curioso mas vai bem com os espírito do tempo. Depois de o 25 de Abril ter proporcionado uma ruptura geracional que permitir que gente com menos de trinta anos chegasse a secretário de Estado e a ministro (para não falar dos que chegaram a directores de jornais ou a presidentes de empresa), agora, que supostamente temos à nossa disposição “a geração mais bem preparada de sempre”, um exército de “senadores” passa a vida a desqualificar os que, mais novos, começam a mostrar o seu valor e, como é natural e saudável, o seu atrevimento. Resmas de ex-políticos que no passado tiveram a oportunidade de levar o país por outro caminho sentam-se hoje nos aerópagos que lhes são generosamente oferecidos para perorarem sobre a corrente “ausência de estadistas”, um discurso que, se tivessem um mínimo de pudor, deveriam evitar.

Cone à Portuguesa

Gentil e sabiamente convidado pelo meu neto mais idoso, fomos conhecer o minúsculo “Cone à Portuguesa”. Sim, o espaço é exíguo, mas muito bem aproveitado, realço.
Como o próprio nome faz adivinhar o prato principal é servido dentro de um cone de massa de pão. Os acompanhamentos são, pelo menos hoje eram:
batatas assadas no forno;
legumes frescos e
legumes assados no forno.
Exemplos de cones que pode escolher:
- Cone Traquina: Fiambre, Queijo Flamengo, Linguiça, Tomate Picado
- Cone Mirandês: Alheira, Frango, Queijo da Serra, Espinafres
- Cone Alentejano: Porco Preto desfiado, Queijo Alentejano, Legumes
- Cone Camarão: Camarão, Caldo de Marisco, Coentros e Legumes

Fica na Rua do Século, nº 224, no Príncipe Real – Lisboa
Facebook


Fotos: JP

Uma entrevista com Jesus

José Manuel 

– Não estou nada feliz com vocês e, por favor, transmita aos homens que estou pronto para voltar a qualquer momento.
Quando o fizer, será para mostrar e cobrar severamente aos seus semelhantes, todos os erros que eles vêm cometendo desde que os deixei há mais de dois mil anos.

Portanto, se ainda não estou aí, é porque sei que não estão preparados para o meu retorno, e neste momento o acontecimento seria um caos de consequências inimagináveis, eu não desejo isso.

O tempo que eu estou dando a vocês é para que todos fiquem sabedores do que pretendo, comecem a melhorar o vosso comportamento e o vosso progresso como seres humanos civilizados, pois caso não o façam, voltarei para concretizar aquilo que está precisando ser urgentemente feito.

– Vocês nada aprenderam com o meu sacrifício e jogam fora todos os meus ensinamentos, apesar de me idolatrarem em seus templos cada vez maiores. Vocês usam a minha imagem para enriquecer, usam as minhas mensagens para obter vantagens escusas, usam a riqueza que eu nunca tive nem quis, apenas por uma mera vaidade pessoal.

– Esquecem a minha mensagem, de que vocês são todos irmãos, que não pratiquem a guerra, que se ajudem uns aos outros, que ajudem os necessitados, compartilhem o pão que lhes dou, que não destruam o planeta que lhes dei, que não maltratem ninguém, muito menos os animais, que cresçam e se multipliquem em ordem e respeito uns aos outros.

O que tenho visto é o contrário à minha mensagem, com guerras contínuas, crimes horrendos contra crianças, maldades de todos os tipos contra tudo e todos, destruição sistemática do planeta, maus tratos a pessoas indefesas e ainda pior, cada vez mais a avareza, a usura e a trapaça como forma de enriquecimento, e a destruição de suas famílias e de suas vidas.

Leite e mel

João Sousa

Se António José Seguro, que se pendurou em Hollande como o emplastro, tivesse um vestígio de vergonha na cara, estaria neste momento a cavar um buraco para se fechar nele durante um par de anos. A França, epicentro dos tais ventos de mudança anunciados pelo velho Soares desde a eleição de Hollande, o homem-providencial que iria colocar a senhora Merkel na ordem e transportar-nos para um futuro de leite e mel, afastados da austeridade e a crescer com a fúria de um feijoeiro, prepara-se para… congelar salários, pensões e fazer múltiplos cortes nas despesas sociais.

Na verdade, o único leite e mel que Hollande trouxe – terão sido para o seu pequeno-almoço nas casas das amantes.
Título, Imagem e Texto: João Sousa, no blogue “nós andamos a pedi-las”, 17-04-2014

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Quasímoda


Jacinto Flecha
Depois de quase três horas em torno de uma mesa de cerveja, meus quatro colegas e eu já havíamos percorrido as novidades da nossa área profissional, as fofocas sobre os outros colegas, as últimas piadas sobre o governo ineficiente, as dificuldades reais ou camufladas da economia. Teriam ampliado muito os assuntos, se eu permitisse piadas indecentes, perdesse tempo com futebol, etc. Eu tinha um motivo real para sair, e anunciei minha intenção:
— Gente, eu preciso passar pelo alfaiate, e já está quase na hora de ele fechar.

— Alfaiate?! Isso ainda existe? Achei que fosse uma espécie em extinção.
— Em extinção, é verdade. Mas ainda há alguns espécimes raros. E eles encontram gente de bom gosto como eu, que valoriza essa mão-de-obra.

O meu uso de flechas não se limita ao papel, e sei que uma cutucada como esta é muito útil para mudar o rumo de uma gozação. Logo um dos colegas comentou:
— Agora estou entendendo por que você anda sempre bem vestido.

— Eu achava isso tão evidente, que nunca disse a vocês, mas sempre uso roupa sob medida. Tentei comprar roupa feita, mas minha aparência ficou como a de um aleijado. Acabei dando-a para alguém não tão exigente, e virei freguês de um bom alfaiate. Não me agrada nem um pouco usar roupa tipo “o dono dela era maior”. Ou menor, ou mais gordo, ou mais magro. Ou até mais corcunda, como aquele de Notre Dame… acho que se chamava Quasímodo.

Um colega mais espirituoso esclareceu:
— É que a moda virou quase moda — ou quasímoda, se você preferir.

Considerações sobre AERUS/DÍVIDA

Oscar Burgel
Quem não pagou ao AERUS foi a VARIG. Isto é fato sabido. Quem nos deve, é a Varig. O governo foi omisso, conivente, etc… mas quem deixou de pagar as suas partes de contribuição para o Instituto foi ela, a Varig.
Que foi finalmente reconhecida dos desmandos governamentais que sofreu, e é credora de $$$$$$$ oriundos da Defasagem Tarifária, justos, porém, tardiamente. Prejuízo que levou a Companhia Aérea a situação falimentar. Tivéssemos este resultado em outros tempos, estaríamos voando, pagando as parcelas e, certamente, uma das maiores companhias aéreas do mundo com mais de 400 aeronaves.
Entretanto, a Lei 11.101 de Recuperação/Falência foi inúmeras vezes rasgada pelo juiz, vide histórico da “Recuperação”. Neste momento, quando a Lei nos ferra o juiz vendido quer cumprir a lei.
REFLITAMOS, “sómente existe salvação para o AERUS se salvarmos a Varig”, esta era uma afirmativa que usávamos durante a luta.
Título e Texto: Oscar Burgel, 17-04-2014

A minha Dor

A minha Dor é um convento ideal
Cheio de claustros, sombras, arcarias,
Aonde a pedra em convulsões sombrias
Tem linhas dum requinte escultural.

Os sinos têm dobres de agonias
Ao gemer, comovidos, o seu mal…
E todos têm sons de funeral
Ao bater horas, no correr dos dias…

A minha Dor é um convento. Há lírios
Dum roxo macerado de martírios,
Tão belos como nunca os viu alguém!

Nesse triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro,
E ninguém ouve… ninguém vê… ninguém…

Florbela Espanca

Manuel Valls: “Nós vivemos acima de nossas possibilidades”


Manuel Valls: "Nous vivons au-dessus de nos moyens"
Invité du 20 heures de France 2, le Premier ministre est revenu sur ses annonces de ce mercredi en matière d'économies budgétaires.

Este senhor é socialista, primeiro-ministro da França, presidida pelo socialista François Hollande.


Estou rindo até agora! Ao mesmo tempo que choro por saber que os portugueses, na sua avassaladora maioria, não saberão destas declarações (e medidas) do primeiro-ministro francês. Mas o nosso bloguinho está contribuindo para diminuir a densidade dessa maioria.
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