segunda-feira, 18 de junho de 2018

Drama dos aposentados INSS que recebem acima do SM

Almir Papalardo

Prezados Amigos:

Sintam o drama oculto vivido pelos aposentados e pensionistas:

Há anos assistimos perplexos essa parafernália toda na correção das aposentadorias! É um verdadeiro "Samba do Crioulo Doido", quando, quem paga o pato, é somente o aposentado da iniciativa privada. Aliás, nem todos. Os aposentados que ganham o salário mínimo, até que têm sido beneficiados com percentuais de correções maiores, dado a intenção dos governos de recuperar o SM. Já os que recebem benefício acima do mínimo, tem sua aposentadoria corrigida com percentuais geralmente a metade do que é dado para o salário referencial da moeda.


Um terço destes aposentados que por força das suas maiores contribuições mensais ao INSS, durante 35 anos ou mais, conquistou uma aposentadoria um pouquinho melhor. Mas nada de extraordinário. Ganharam suas aposentadorias conforme determinavam os artigos da Carta Magna e do Estatuto do Idoso. Tudo de acordo com suas maiores contribuições mensais ao INSS.

Estes aposentados que construíram uma aposentadoria melhorada, são amarrados e prejudicados pela sanha satânica de governos acomodados, que, perversamente, os escalaram para serem capachos e bodes expiatórios!

Há dezoito anos não respeitam seus direitos adquiridos! Aplicam uma sórdida manipulação sob o manto da legalidade, pela deturpação de artigos constantes da nossa constituição.

Desanexaram a atualização das aposentadorias da correção do salário mínimo!! Quanta sordidez... Estipularam um ilusório valor para pagarem aos aposentados e pensionistas, denominado teto máximo, um mentiroso valor impossível do aposentado nele se manter!

Itália: "Acabou a Festa" para os Migrantes Ilegais

Soeren Kern 
            
Estima-se que 700 mil migrantes chegaram à Itália nos últimos cinco anos — Organização Internacional de Migração (IOM).

"Não há moradias e empregos suficientes para os italianos, muito menos para metade do continente africano." — Matteo Salvini, Ministro do Interior da Itália.

Na prática essa lei (Artigo 19, da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia) impede que a Itália e os demais membros da UE deportem migrantes para a maioria dos países muçulmanos.

Da esquerda para a direita: Ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, Primeiro-Ministro Giuseppe Conte e o vice-primeiro-ministro, ministro da indústria e do trabalho, Luigi Di Maio, em 1º de junho de 2018 em Roma. Foto: Elisabetta Villa/Getty Images
O novo ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, prometeu cortar a ajuda aos migrantes e deportar os que estão ilegalmente no país.

"Portas abertas da Itália para as pessoas certas e uma passagem só de ida para fora do país para aqueles que vêm para cá causar problemas e achar que iremos assisti-los", salientou Salvini na região da Lombardia, domicílio de um quarto de toda população estrangeira da Itália. "Uma das nossas principais prioridades será a deportação".

Salvini, líder do partido nacionalista (Liga), formou um novo governo de coalizão com outro partido populista, Movimento 5 Estrelas (M5S) em 1º de junho. O programa de governo, esboçado em um plano de ação de 39 páginas, promete desbaratar a imigração ilegal e deportar até 500 mil imigrantes sem documentação.

As três razões para tantos brasileiros torcerem contra Portugal no Mundial

As redes sociais encheram-se de manifestações contra a seleção portuguesa vindas do Brasil. De onde vem a rivalidade? De Neymar. E do alegado ouro roubado aos brasileiros.


Marta Leite Ferreira

Uma avalanche de memes vindos do Brasil a apoiar a Espanha e a torcer contra a seleção portuguesa invadiu o Twitter na sexta-feira ao final da noite durante o duelo ibérico. Enquanto muitos internautas além-Atlântico pediam contenção aos conterrâneos na hora de torcerem contra Portugal — pediam-lhes antes que se limitassem a apoiar a equipa brasileira –, outros aproveitaram o momento para pintar o rosto de vermelho e amarelo e para desaprovarem a prestação portuguesa no Mundial de 2018.

Uma viagem aos tweets da última noite explicam porquê: a culpa é de Neymar, do Paris Saint-Germain o polémico “ouro roubado”.

Neymar vs. Ronaldo
A rivalidade entre brasileiros e portugueses no mundo do futebol começa com a recente batalha que Cristiano Ronaldo e Neymar travam pelo título de melhor do mundo. Em termos de mercado, e segundo o site Transfermarkt, o brasileiro leva a melhor com um valor de 180 milhões (o mesmo que Messi); enquanto Cristiano Ronaldo fica-se pelos meros 100 milhões.

Isso pode justificar-se pelo facto de Neymar ser um ativo mais novo — tem 26 anos enquanto Ronaldo já vai nos 33 — e por isso se esperar que ainda tenha muito mais para dar em termos de longevidade do que o português. Além disso, o brasileiro a atuar em França protagonizou o ano passado a mais cara transferências da história do futebol mundial ao ser vendido por 222 milhões de euros pelo Barcelona ao Paris Saint-Germain.

A juntar a tudo isto estão os números. Neymar está a roçar alguns recordes mundiais: é um dos futebolistas que mais vezes fizeram agitar as redes da baliza adversária do Brasil. Neste momento é o quinto jogador a marcar mais vezes com a camisola brasileira, surgindo logo atrás de Pelé, Ronaldo, Zico e Romário.

Acredite

Nelson Teixeira

Cada um faz a própria vida. Se você duvida disso faça uma experiência. Escreva num papel todos os seus problemas, dificuldades e dores.

Em seguida escreva em outro papel todos os seus pensamentos mais frequentes, as coisas em que você acredita, como você vê a vida, o que pensa sobre si mesmo, como é seu jeito de ser e como lida com as pessoas.

Em seguida compare as duas listas e terá uma grande surpresa: verá que toda sua vida e todos os seus problemas foram atraídos e criados por suas crenças, pensamentos e atitudes.

Não espere mais.

Feche a porta para o mal cultivando bons pensamentos, modificando suas crenças, melhorando seu jeito de ser, acreditando que é merecedor de todo bem e felicidade do mundo.

Você tem o poder de vencer o fracasso, dar a volta por cima e ser muito feliz. Acredite.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 18-6-2018

domingo, 17 de junho de 2018

QUIZ: New Deal

Que presidente norte-americano aplicou uma nova política econômica chamada New Deal?

A  – Franklin D. Roosevelt
B  – Harry S. Truman
C  – Dwight D. Eisenhower 
D  – John F. Kennedy

Charada (545)

Qual é a
característica
comum
destas três frases?

A MALA NADA NA LAMA.
O CÉU SUECO.
AME O POEMA.

Orgulho de ser negra!

sábado, 16 de junho de 2018

A emoção do locutor português


Relacionados:

QUIZ: Presidente durante a Grande Depressão

Quem era o presidente dos Estados Unidos durante os primeiros anos da Grande Depressão?

A  – Woodrow Wilson
B  – Franklin D. Roosevelt
C  – Herbert C. Hoover 
D  – Harry S. Truman

Charada (544)


Quantas 
vezes
podemos
subtrair
20 de 100?

Cristiano - Não são os números


Rica Perrone

É comum hoje em dia defender teses sobre futebol dando números. Eu gosto de números, os uso, mas no futebol ainda os entendo como biquíni: mostram tudo menos o que interessa.

Cristiano pode ter 120 mil gols, ou 600. O que faz dele um dos maiores de todos os tempos não é matemático. Você só sabe que se trata do melhor do mundo quando olha para ele.

Não, não! Sem viadagem. Me refiro a postura do sujeito. A confiança, a forma com que chama para si a responsabilidade e a alergia que ele tem a ser coadjuvante em grandes jogos.

O craque normalmente, em algum momento, se encosta no fato de ser craque. Talvez por ter se feito muito mais do que nascido craque, Cristiano não se acomoda. Ele atua num limite irritante o tempo todo e nem mesmo o peso de ser cobrado como o dono do time lhe afasta de ser, de fato, o dono do time.

É impressionante. Jogos como os de hoje deixam a gente sem saída ao tentar encontrar "poréns" que o desqualifiquem da lista de maiores de todos os tempos.

Das “fake news” aos “fake comments”

Rui Ramos

A presidência de Trump teve o efeito de trazer para a luz do dia o sectarismo e a vulgaridade de uma elite despeitada por os cidadãos americanos terem votado contra as suas instruções.

A primeira regra do jornalismo atual é esta: seja o que for que o presidente americano Donald Trump diga ou faça, o contrário é que está certo – seja o que, em cada momento, for o contrário.
Há uns meses, Trump ameaçava o ditador da Coreia do Norte com um botão nuclear maior do que o dele. Que louco, que criminoso! Não sabia ele que o mais importante, numa situação de confronto, é continuar a conversar e a negociar, mesmo que os acordos em cima da mesa não sejam muito bons? Que é um perigo encurralar Kim Jong-un? Que desconsiderá-lo só por ser um ditador é até ilegítimo, porque não compete a nenhum país escolher os líderes e os regimes dos países com quem tem de se entender?

Mas isto, como já disse, era há uns meses. Porque na terça feira, Trump viajou até Singapura para conversar, negociar e tirar a foto da praxe com o ditador norte-coreano. Ah, o que foste fazer, grande louco e criminoso! Não sabe Trump que é um perigo dar a Kim Jong-un qualquer destaque? Que nunca devia ter aceitado conversar e negociar, a não ser sobre um compromisso firme e claro? E que vergonha se encontrar com um ditador, quando devia estar a fazer tudo para mudar o regime!

A partir daqui, posso antecipar os comentários da imprensa à eventual notícia de que, afinal, o entendimento desta semana não deu frutos: como é que foi possível deixar escapar esta grande oportunidade para resolver a tensão na Península da Coreia? Não percebeu Trump a ocasião histórica criada pela disponibilidade de Kim Jong-un para se encontrar com ele? Que louco, que criminoso!

Tínhamos as notícias falsas. Agora temos isto: os comentários falsos, isto é, comentários que não têm nenhum fundamento, a não ser a má vontade. A imprensa americana e internacional não se dá conta de que, na sua sanha de recusar a Trump qualquer razão ou legitimidade, está a reduzir a análise a uma birra incoerente — se Trump não conversa com Kim Jong-un, devia conversar; se conversa, não devia conversar. Há quem, dramaticamente, ache que o jornalismo corre o risco de morrer com Trump. Steven Spielberg até fez um filme por causa disso (The Post). Mas se esse receio tem alguma razão de ser, é porque demasiados jornalistas abandonaram qualquer pretensão de objetividade a favor de uma lógica de guerra civil, que os tornou uma espécie de espelhos do que eles próprios dizem ser Trump. Nada há de mais parecido com o trumpismo do que o anti-trumpismo.

O outro lado do sagrado direito de votar

Haroldo P. Barboza

"Informe-se e vote consciente” (exaltado pela nobre Senadora Ana Amelia PP-RS)

É um belo lema para um país onde os dirigentes (todos os poderes) oferecem REAIS oportunidades para que os eleitores estudem e onde sejam ensinados a avaliar o trabalho de seus representantes para decidir a quem oferecer sua procuração (voto) e TENDO meios de cancelar esta procuração tão logo seu representante seja condenado por um ato lesivo aos nossos cofres. Em assim não sendo, até o próximo pleito ele terá tempo suficiente para criar enormes problemas ao nosso país (para pagarmos a conta depois).

O Rio Grande do Sul (desejei nascer lá desde a minha primeira visita em 1985) sem dúvida possui uma população de alto nível educacional, cultural e cívico. E mesmo assim, algumas vezes conduz alguns ratos à esfera do poder.

Imaginemos agora o restante do povo deste imenso território, devidamente “emburrecido” (e sem condições mínimas para interpretar manchetes de jornais pendurados nas bancas) por estes que se apossam do “direito” de elaborar “leis” que interessam aos patrocinadores de suas campanhas eleitorais.

O sagrado direito de votar (pelo menos isto) não nos obriga a escolher um número para eleger um candidato que consta de um repetitivo menu viciado. Mais do que levantar a preocupação em termos de escolher um número diferente de 99, seria importante para a Democracia que houvesse uma cruzada cívica (partindo das câmaras – há interesse?) no sentido de tornar o resultado das urnas-E (consulte o Deputado Amilcar Brunazo para conhecer mais de dez formas de manipulação de votos) transparentes. Começando pela impressão do voto para eventuais conferências pontuais.

Como hamsters na rodinha

Vitor Cunha

Terça-feira, junho de 1986, ainda durante o tempo de aulas, terceiro dia do mês, estava aqui o miúdo de onze anos a ver o jogo, às 22h00 (hora de Gondomar), entre Portugal e Inglaterra, o primeiro da participação portuguesa num mundial de futebol desde que nascera. Aos setenta e seis minutos, Carlos Manuel enfiava a bola na baliza de Peter Shilton, aquele que viria a sofrer o golo marcado com a mão por Maradona pouco antes da véspera do São João. Íamos ser campeões: a primeira seleção a derrotar a Alemanha Federal na sua própria casa acabara de vencer a Inglaterra. Perderia com a Polónia e com Marrocos e concluiria a sua participação com os jogadores mais entretidos a acalmarem as mulheres após umas (alegadas) sessões com ninfas de ocasião, uma farsa em repetição da Ilha dos Amores.

Hoje, Portugal entrou a vencer o jogo com a seleção campeã de 2010. “Vamos ser campeões!”, exultou o filho de onze anos do puto desiludido com Saltillo. Acabou a festejar um empate, o que, feitas as contas, até não é nada mau.

É que Portugal é assim: passa de geração em geração a expectativa de que desta é que é, desta é que vai ser.

Ocasionalmente, graças a um ou outro português com um talento a roçar o sobrenatural, lá se concretiza qualquer coisa. Uns chamam-lhe D. Sebastião, outros chamam-lhe Cristiano Ronaldo, outros ainda chamaram-lhe Salazar. E depois volta tudo ao mesmo, às geringonças, aos Louçãs, às Iniciativas Liberais, às malucas do feminismo psicopata e ao livre trânsito para a patifaria do Partido Socialista. E não, nunca estive verdadeiramente a falar de futebol. 
Título e Texto: Vitor Cunha, Blasfémias, 15-6-2018

Vitórias

Nelson Teixeira

As vitórias que conquistamos na vida são sempre um alento ao coração, porque nos encorajam e nos tornam mais fortes para continuar a busca incessante pela melhora moral e crescimento espiritual, porque é esta a tarefa a ser desempenhada por cada um de nós na Terra.

Somos fortes e possuidores do amor de Deus a nos embalar caminho a dentro em busca das resoluções das mazelas da vida. E assim a vida vai tomando forma e a cada momento proporcionando a todos nós as oportunidades para desbravarmos caminhos sombrios, mas com muita coragem para vencê-los sem medo de buscarmos mais adiante a tão vitoriosa estadia na Terra.

Muitas vezes pensamos em desistir, mas a desistência só nos congela ao anonimato da vida e não nos torna fortes, por isso todas as dificuldades pelas quais passamos são necessárias, para que possamos unir forças e continuar em frente, já pensou como seria a vida se tudo fosse fácil? qual aprendizado? 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 16-6-2018

sexta-feira, 15 de junho de 2018

[Aparecido rasga o verbo] A seleção está em campo. Qual delas?!

Aparecido Raimundo de Souza

A COPA DO MUNDO COMEÇOU. Com ela, entraram em ação os nossos ases da Copa, e, igualmente, os azares da Capa dos Imundos. Todos se posicionaram, cada um na sua marcação previamente ordenada. Uns se preparam, para, realmente, fazerem gols bonitos e inesquecíveis. Outros para placarem gols (contra), ou seja, por debaixo dos panos, os jogadores darem vida às novas cartadas que surgirão, enquanto os Manés e os Trouxas, bem ainda as Marias e as Joaninhas viajarão (diante de seus televisores, radinhos de pilhas, Smarts fones, iPhones, consoladores de cornos adaptáveis para  ouvidos entupidos, Wi-fi’s e outras bobagens), com os semblantes estáticos e as cucas apatetadas. Viva a Copa do Mundo. Viva a Capa dos Imundos. Chegou a hora de viajarmos além da nossa imbecilidade alucinante na maionese dos nossos mais obscuros espantos.

O mundo que se exploda no grau da sua pior dessintonia apática. Os imundos que se fortaleçam além da cronologia comum e explicável. Cada vez mais couraçada e absconsa. O importante, agora, é torcer. Torcer, torcer, torcer até as veias dos pescoços ficarem vermelhas de emoções e as vozes roucas, junto com as gargantas bastardamente fenecerem afônicas. Vamos torcer pela Seleção Brasileira de TITE, enquanto a outra Seleção, a da Capa dos Imundos, do técnico PODER, de igual forma, exija de seus arúspices a começarem logo, e sem mais delongas, mostrarem para que treinaram tanto e, sobretudo, para que vieram. A câmara de Rodrigo Caia deve ter um amontoado de bostas para votar. O senado federal de Comício de Oliveira, idem.

Sem falarmos no STJ, o Tribunal da “Demo- Sem cracia”, com seus bizarros e pulcros personagens das terras do nunca, intocáveis e sacrossantos, encabeçados pela esquelética e carcaçeada Carnem Bife Lucia. Essa galera de ossos e cartilagens ultrapassadas deverá aproveitar a babel da torre, para votar assuntos importantes e urgentes, repetindo, enquanto os boçais berram e urram os nomes de seus ídolos. Neymar, Alissom, Cássio, Danilo, Fagner, Marcelo, Felipe Luiz, Thiago Silva, Casemiro, Fernandinho etc. etc., e sonham com os fantásticos chutes de seus basculhados pés de ouro para os encantamentos das redes balouçantes dos nossos adversários famintos pela traça. Desculpem. Taça.


Viva a Seleção de TITE. Viva a Seleção PODER de Carnem Bife Lúcia. Por falarmos nela, vejamos a escalação da sua rapaziada. Dias e Semanas Toffoli, Gilmar Pendes, Ricardão Lewandowski, Celso de Mello Mellado (o deuocano, perdão, decano), Luiz Fuxca, Rosa Espinhosa Weber, Roberto Carlos Barroso, Edson Aipim, Alexandre de É uma Brasa e Moraes. Será que esquecemos do patronímico de alguém?

Ils veulent tuer TV Libertés : mobilisez-vous !


Madame, Monsieur,

Vous l'avez sans doute constaté hier soir, la chaine Youtube de TV Libertés a purement et simplement été supprimée suite à des plaintes, émises bien évidemment par nos ennemis.

L'heure est grave, mais nous ne lâcherons rien et à la fin, nous remporterons ce combat médiatique, soyez en certain.

La décision de clôturer la chaîne Youtube intervient au même moment que le grand lancement lundi de notre grande campagne TVL pour lutter contre le plan anti-fake news et contre le Ministère de la Vérité ; TVL étant honteusement assimilé à un site diffusant de fausses informations car non conformes au politiquement correct.


Martial Bild explique :  « YouTube a bloqué la diffusion du Journal Télévisé du jeudi 14 juin pour atteinte aux droits d’auteur. Une mesure inédite et fausse. En effet, nous pouvons aisément faire valoir le droit de citation, argument juridique incontestable. Avant même de procéder aux recours et aux modifications nécessaires, la chaîne TVLibertés a été tout bonnement supprimée. Une décision unilatérale, arbitraire et sans aucun avertissement préalable. 

À partir d’un argument juridique dérisoire à été prise une décision politique majeure spoliant les 100 000 abonnés de la chaîne de la presse alternative. C’est au moment où TVLibertés entamait une campagne de dons cruciale et s’imposait définitivement comme la chaîne de la presse alternative et de contre-pouvoir, que ce sale coup lui est porté.»

Nos équipes ont travaillé toute la nuit pour vous permettre de visionner le journal de TV Libertés via notre chaine Youtube de secours (rendez-vous sur www.tvlibertes.com).

Nous nous activons actuellement par ailleurs pour rechercher une solution, forcément très coûteuse, qui nous permettra de ne plus être à la merci de Youtube et de ces GAFA (Google, Apple, Facebook, Amazon ...) qui nous veulent du mal, et qui obéissent aux ordres de la galaxie Soros.

[Ferreti Ferrado suspeita...] Degelo

Haroldo P. Barboza


Título, Arte e Texto: Haroldo P. Barboza, 15-6-2018

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

[Discos pedidos] Yvette Horner

Yvette Horner, nom de scène d'Yvette Hornère, née le 22 septembre 1922 à Tarbes et morte le 11 juin 2018 à Courbevoie, est une accordéoniste, pianiste et compositrice française.

Après avoir remporté la Coupe du monde d'accordéon en 1948, elle obtient le grand prix du disque de l’académie Charles-Cros en 1950 grâce à l'album Le Jardin secret d'Yvette Horner.

Elle établit sa popularité en accompagnant la caravane du Tour de France à onze reprises.

Durant sa carrière, longue de soixante-dix ans, Yvette Horner donne plus de deux mille concerts et réalise cent cinquante disques, dont les ventes cumulées s'élèvent à trente millions d'exemplaires.

Um mau dia para CNN e Globo News


Pedro Henrique Alves

Eu tive a graça de acompanhar as eleições americanas de 2016 do início ao fim, em vários artigos destaquei o perigo que era apostar em Hillary para o cargo por seu largo histórico de financiamentos dos globalistas e por seu viés socialista descarado; assim como destaquei o perigo que era eleger Donald Trump, um protecionista econômico que, por vezes, parecia beirar a sandice.

Como busco fazer em todas as minhas análises políticas que tratam de pessoas e não somente de ideias, não levanto deuses e nem demônios para possuir o espectro que julgo ser o pior ou o melhor dos candidatos; apenas tento mostrar os males e os benefícios que podem existir em certas escolhas políticas, econômicas e filosóficas que embasam cada um dos indivíduos analisados. Em especial aqueles que galgam a cadeira presidencial.

Todavia, o caso de Donald Trump frente à mídia extrapolou todos os patamares de parcialismos; um movimento de assassinato de reputação começou a despontar na mídia mundial contra o republicano de maneira viral e sem par na história recente. Eram quase que tangíveis tais investidas retóricas que se valiam de absolutamente tudo a fim de denegrir e enlodar a imagem do agora presidente dos Estados Unidos; dias e noites, em noticiários americanos e também aqui no Brasil, um sistemático e orquestrado ataque contra o americano foi posto em ação. Não se trata de uma apologética do presidente americano, mas sim de uma constatação pura e simples; o Jornal Nacional chegou a se utilizar de um GIF compartilhado por Donald Trump em sua conta no Twitter a fim de atacá-lo e pintá-lo como extremista. Se tornou uma histeria vexatória para a própria mídia.

“Esterilização forçada”? Foi fake news

Flavio Morgenstern

A notícia de uma usuária de crack que teria sido "esterilizada sem defesa contra a sua vontade" foi fake news da Folha. E logo a seguir, o jornal tentou associá-la a Bolsonaro.


O Brasil se assustou nesta segunda-feira com a notícia de que Janaina Aparecida Quirino, usuária de crack, teria sido submetida a uma “esterilização forçada”, sobretudo pela forma como jornais como a Folha de S. Paulo escolhia cuidadosamente as palavras usadas na manchete, sabendo-se que raros leitores vão ultrapassar tal limiar. Na mesma sacada, a Folha desenterrou um antigo projeto do presidenciável Jair Bolsonaro que visava facilitar o acesso à vasectomia para o chamado planejamento familiar. Sua manchete: “Bolsonaro defendeu esterilização de pobres para combater miséria e crime” (sic).

Assim, dois sentimentos já estavam trabalhados: a ideia do horror que seria o Estado exigindo esterilização forçada de uma mulher, apenas por ser pobre e usuária de drogas, e também a idéia de que Bolsonaro teria, naquele mesmo dia, aprovado esterilizar os pobres em massa à força, num projeto higienista que, é claro, seria comparado ao Terceiro Reich de Adolf Hitler, como é a única crítica que é feita a Bolsonaro.

Um próprio colunista da Folha, Oscar Vilhena, envidou seus melhores esforços para denunciar o “higienismo” que é uma esterilização forçada, e logo estavam até setores anti-petistas (o eleitorado preferencial de Jair Bolsonaro) horrorizados com a ideia de alguém, sobretudo o poder estatal, exigir uma esterilização à força de pobres.

As pessoas que se acham independentes, críticas e que “pensam com a própria cabeça”, sem serem “manipuladas pela mídia”, costumam com facilidade assombrosa largar tudo isso quando se invoca o nome de Jair Bolsonaro no meio de uma notícia.
(...)
As agências de “fact-checking” Lupa e Aos Fatos, tão empenhadas em atacar tudo de Bolsonaro e considerar falas piores de Ciro Gomes meramente “exageradas”, censurando o alcance de quem divulga notícias falsas no Facebook, não deram um pio sobre o assunto que mais exaltou ânimos no Twitter nos últimos dias (já que o encontro histórico de Donald Trump e Kim Jong-un só pôde ser completamente ignorado pela extrema-esquerda para não morrer de vergonha).


[Versos de través] Pena capital

Carina Bratt  

Eu era apenas uma avezinha  
Presa numa gaiola pequena
Jogada num corredor
De uma casa enorme.
A casinha de vime ficava pendurada
Bem lá num cantinho.

Ali eu passava os dias,
dias sombrios e
horas entediadas.
Os meses compridos e vazios
e pior, sempre iguais,
sem sentidos, enervantes.

Eu, passarinho.
Avezinha engaiolada, 
Pequena
O corredor
Enorme.
A casa imensa...

A ração de todas as manhãs,
O homem trazia.
Limpava meus dejetos
Trocava a minha água
Às vezes me colocava
Um pouco no sol

Noutras me esquecia
na chuva,
no tempo,
de quando em vez um gato
vigiava curioso,
meus movimentos.

No geral,
tudo era sistematicamente igual,
igual, igual, desleal,
igual, igual, irreal.
Tudo era
Sistematicamente anormal.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Ódio do Bloco de Esquerda: Heil, Catarina Martins!

João Lemos Esteves

1. Mais uma vez, o Bloco de Esquerda – e os seus blogues e grupos de amigos satélites, com ramificações nos principais órgãos de comunicação social portugueses, que apenas vivem para servir às narrativas bloquistas – mostra a sua natureza totalitária. Amanhã, quinta-feira, dia 14 de Junho, a Câmara Municipal de Cascais (liderada pelo inexcedível e cada vez mais competente, Carlos Carreiras) apoiará uma iniciativa assaz louvável da Embaixada de Israel em Portugal, que concilia a cultura com a solidariedade social: trata-se do concerto do talento musical israelita, David D’Or – que já conta com uma extensa projeção internacional, tendo já atuado para ex-políticos, como Bill Clinton ou Tony Blair e mesmo para o ex- Sumo Pontífice, Bento XVI – que terá como mote o sugestivo título de “Voice of Love”.

Uma voz de amor, o amor que é inato à solidariedade entre povos, entre comunidades, entre pessoas: por iniciativa do Embaixador de Israel em Portugal, Raphael Gamzou, as receitas do concerto reverterão para apoiar a reconstrução das áreas afectadas pelos trágicos incêndios do verão transato na Pampilhosa da Serra.

2. Assim se evidencia – se necessário fosse – os laços de fraternidade e de amizade inquebrantável que unem Portugal e Israel. Podemos ter divergências pontuais – como todos os verdadeiros e bons amigos têm –, contudo, nunca recusamos o apoio recíproco quando os factos e as circunstâncias o impõem. Israel mostra que nunca se alheia dos problemas que a Nação portuguesa sofre; Portugal – a maioria esmagadora do povo português – não enjeitará apoio ao nosso aliado e amigo Israel sempre que a sua segurança e o bem-estar do seu povo estiverem sob ameaça, seja ela qual de que natureza for.

Porque é assim - com palavras que se materializam em gestos e gestos proporcionais e adequados aos factos e aos contextos – que se forjam amizades. Porque é, afinal, assim que o Estado de Israel sabe que contará sempre com a simpatia do povo português – simpatia, essa, pelo menos equivalente àquela que o Senhor Embaixador, Raphael Gamzou, revela para com os nossos compatriotas da Pampilhosa da Serra.

3. Ora, por razões de humanidade e de decência, esta iniciativa da Embaixada de Israel, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, mereceu um amplo elogio dos mais diversos sectores da população portuguesa, atravessando divisões religiosas, políticas ou partidárias. Exceto… os mesmos de sempre: o Bloco de Esquerda, mais uma vez, depois de ter engendrado aquela campanha insusceptível de adjetivação indecente contra a cantora Netta, representante de Israel na Eurovisão realizada em Lisboa, sentiu a necessidade de apelar ao boicote ao concerto.
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