sábado, 22 de setembro de 2018

QUIZ: Baía dos Porcos

A Baía dos Porcos é um enclave que ficou conhecido por ter sido o palco da tentativa fracassada dos Estados Unidos de invasão de que país?


A – Cuba
B – Porto Rico
C – República Dominicana
D – Nicarágua

Charada (618)

Qual é a
característica
comum
destas três frases?

LUZ AZUL.
ÓDIO DO DOIDO.
EVA ASSE ESSA AVE.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Bistro Libertés avec Stéphane Édouard, le sociologue viré de M6 pour son franc-parler


Caroline Parmentier, Martial Bild et les sociétaires reçoivent le sociologue Stéphane Edouard. Au programme : la vague populiste en Europe profite-t-elle au Rassemblement National ? et Enseignant : est-ce encore un métier attractif ?

Entenda as diferenças entre consumo de peixes de cativeiro e da natureza

Jornal da Record

A terceira reportagem da série Tribunal dos Alimentos esclarece se os peixes e camarões continuam sendo nutritivos mesmo quando são criados em cativeiro.

[Pernoitar, visitar, comer e beber fora] Ohhh TC!!!


Seis gentis pessoinhas e este escriba fomos ao Ohhh TC!!!, na Costa da Caparica.

Com exceção de Mlle. M.C., que pediu dourada, nós optamos pelo rodízio de sardinhas. Pedimos salada mista e batatas cozidas para acompanhá-las.

Refrigerantes e vinho da casa, branco ou tinto; a jarra de vinho branco na pressão vem dentro de um balde com gelo! A jarra de vinho tinto pode ser fresca ou natural. Não sei se a casa tem adega climatizada para as garrafas de vinho.

Bom, começa o rodízio. Efetivamente é um rodízio! Não há necessidade de fazer sinal, se esgoelar, plantar bananeira... o atendente, simpático, coloca duas sardinhas em nosso prato tantas as vezes que ele passa. E ele passa e repassa!

Falando em simpatia, os demais atendentes também são tranquilos, gentis. Não vi ninguém trabalhando de cara amarrada.

Democracia ameaçada


Juarez Cruz
                                               
O Brasil vem passando por transformações políticas desde o golpe militar de 1964, a primeira delas se deu logo após o fim da ditadura, em 1984, com a eleição de Tancredo Neves, via Colégio Eleitoral. Infelizmente, com a morte inexplicável de Tancredo seu vice, José Sarney, teve que assumir e seu sucessor, Fernando Collor de Melo, que surgiu como um salvador da pátria, sofreu impeachment dois anos depois de assumir a presidência, acusado de corrupção. Sua renúncia se deu em 29 de dezembro de 1992.

Durante este período e mesmo nos governos de Fernando Henrique Cardoso-PSDB (1994/1997 e 1998/2002) o metalúrgico e líder sindical, Luiz Inácio Lula da Silva, se colocava como uma alternativa à esquerda para assumir o país. Depois de três tentativas frustradas, eis que em 2002, finalmente, Lula ganha a eleição e assume o governo (2003) com o discurso de fazer um governo diferente de todos os seus antecessores, com discurso da moralidade, sob a égide da ética, prometendo um governo mais plural, menos desigual e que beneficiasse trabalhadores e os mais pobres. 

O governo Lula-PT (2003/2006 e 2007/2011) assim como o poste que o sucedeu, Dilma Rousseff-PT (2011/2014 e 2015/2016) que também foi impedida de governar por práticas ilícitas em 2016, mostrou que tudo não passou de um golpe contra o povo que votou neles, contra a nação e suas instituições, quando formou uma composição política com partidos que iam da extrema-esquerda à extrema-direita (famoso centrão), aliando-se na época ao que havia de mais retrógado, reacionário, fisiológico e corrupto na política e no segmento empresarial, sempre apoiados pelo PCdoB, PSB, PDT, partidos que, como o PT, tanto combateram estas coligações e práticas de governanças nefastas ao País.

Vigilância neles!

Haroldo P. Barboza

Depois que os PROCON foram criados, diversas pessoas que antes não tinham um ombro para chorar, passaram a contar com uma ajuda, ainda que tímida. Este organismo ainda carece de uma campanha mais frequente de propaganda e de uma estrutura maior para atender aos casos em que os gananciosos pretendem engolir suas presas desprevenidas.

Aproveitando carona nesta ideia, alguns jornalistas e advogados não comprometidos com o sistema corrupto que comanda o rumo de nossa pátria, poderiam criar um PROELEN (PROteção ao ELeitor ENganado (site e/ou APP). Proibido de ser composto por qualquer político, mesmo não exercendo o cargo no momento, com duas missões básicas:


1) acompanhar trimestralmente as ações de cada legislador (de Vereador a Senador) no sentido de verificar se ele está executando as tarefas que prometeu durante a campanha eleitoral. Cada vez que ele deixasse de atuar na defesa dos programas sociais em benefício de grupos poderosos, seu arquivo seria atualizado num BD (Banco de Dados) magnético criado para este fim. Também seria elogiado quando merecesse. Com a alimentação regular dos eleitores atentos, estaríamos criando a “ficha corrida virtual” de cada representante do povo. A ser exibida com ênfase às vésperas de cada eleição.

2) Acompanhar semestralmente os sinais de enriquecimento de cada um destes elementos (bem como de parentes próximos) para verificar se sua renda mensal lhe dá esta condição.

Tendo este arquivo atualizado com notas (1 a 9) pelos comportamentos praticados e disponíveis num site de domínio público, cada eleitor (e qualquer membro da mídia a pedido de seus leitores/ouvintes) poderia acompanhar a vida profissional da pessoa em quem ele confiou os destinos de sua comunidade. Ao final de cada semestre, o PROELEN divulgaria na mídia de grande penetração a relação dos quatro melhores e dos quatro piores (um político com notas baixas, obteria alguns créditos se apresentasse delação premiada sobre maracutaias de outro colega da “casa”) elementos de cada município/estado. Com isto, estaria sendo desenvolvido o processo de eliminação da doença do "esquecimento" que contamina nosso povo há dezenas de anos. Seria o primeiro passo para a prática da cidadania plena.

Nazismo, comunismo, esquerda e direita

Pedro Frederico Caldas

Volta e meia e vejo a tentativa solerte de jogar os conservadores no campo do nazi-fascismo. Nazi-fascismo e comunismo são farinha do mesmo saco, ambos socialistas, favoráveis à estatização dos meios de produção, controle absoluto das liberdades, sistemas totalitários que retiram o pátrio poder e entregam as crianças, sua educação e orientação moral ao Estado, abolem a oposição e impõem um partido único que regerá a vida de todos. Um, internacionalista e favorável à ditadura de uma classe; o outro, nacionalista e cultuador de uma raça, razão que o impede de ser, como o outro, internacionalista.

Após a primeira guerra, a Alemanha foi impedida de ter forças de ataque, devendo seus exércitos estarem voltados somente ao plano da defesa, com limitações de toda ordem. Em razão disso, o oficialato e as forças de ataque do exército nazista foram treinadas dentro da então União Soviética. Os partidos (comunista e nazista) viviam de mãos dadas, Hitler era grande admirador da brutalidade de Stalin e nela muito se inspirou para estabelecer o seu regime brutal.

Às vésperas da invasão da Polônia, fato que deflagrou a Segunda Grande Guerra, foi selado o famoso pacto Ribbentrop-Molotov, que levou esse nome porque firmado pelos dois ministros das relações exteriores da Alemanha e da Rússia [foto]. Por esse pacto, as duas nações, uma comunista, a outra, fascista, fizeram um acordo de não-agressão. Se se leem as publicações de forma distraída, se aceita que a Segunda Grande Guerra começou porque a Alemanha invadiu a Polônia. Essas mesmas publicações omitem o fato que, dias depois da invasão alemã, a Rússia também invadiu a Polônia, eis que aquelas nações tinham dividido entre si aqueloutra. Após ter dominado toda a Europa Ocidental, com exceção da Inglaterra, que ficou lutando sozinha, Hitler, que considerava o povo russo uma raça inferior, invadiu a Rússia, fato que deixou Stalin três dias sem fala.

23 de agosto de 1939

Após a invasão da Rússia, durante a guerra e logo em seguida ao pós-guerra, a Rússia foi considerada uma aliada e os países ocidentais passaram a mão pela cabeça da União Soviética.

Através da Quinta Coluna representada pelos partidos comunistas no mundo, começou o jogo de empurra e conseguiram vender a ideia de que os nazi-fascistas eram de direita, como se eles também não fossem socialistas, rótulo que pespegaram também nos países conservadores.

[Aparecido rasga o verbo] Estatísticas

Aparecido Raimundo de Souza

“Vivemos em um mundo de estatísticas, como Dante em seu inferno particular”.
Flutônio de Alencar, um dos moradores da estação de trem em Barão de Cocais, MG.

NOSSOS FUTUROS PRESIDENCIÁVEIS, a bem da verdade, o correto seria nossos SERVENGONHÁVEIS ao cargo de Chefe Maior desta republiqueta de merda elevada ao quadrado (como é do saber geral, esses parasitas só estão de olho gordo nas benesses por debaixo das pocilgas palacianas). Os porvindouros ladrões visam chupar ou sugar nosso sangue, como as abelhas colhendo o néctar das flores. Numa apresentação sintética, esses bostas se constituem, sem exceção, sem tirar nem pôr, em meras estatísticas. Não importam os partidos que esses cânceres representam. Como o nome realça a palavra, e o faz de modo catastroficamente lurbeco, P-A-R-T-I-D-O, é porque, de fato, a cagada está faccionada, quebrada, despedaçada.

Nesse espaço sem saída, tudo o que é partido ou está partido, é porque não está inteiro. Se não está completo, qualquer babaca, logo perceberá, ou conseguirá concluir, por mais imbecilênico ou lerdaço da cachola que venha ser, concluirá que realmente a coisa manifestamente se digladiou patenteada, ou seja, quem está chegando agora, poderá arregalar os músculos faciais, brospiar a cara de abestalhado e exclamar: “Meu Deus, os partidos se manietaram espatifados”. Mergulhando de cabeça no ponto nevrálgico, temos a dizer que esses samexungas estão pensando apenas e não só pensando, sonhando com o PODER. O poder é tão enfático e dominante, que tira a vergonha, mancha a honra, contamina os princípios básicos que afluem de dentro de bom ânimo, energia que vêm ou pelo menos deveria vir de berço.

Daí, senhoras e senhores, a nossa insistência quase doentia, em batermos na tecla dos números. Ganhe quem ganhar, vença quem vencer, suba a rampa do chavascal Planalto quem subir (daremos aqui uma de Conselheiro Acácio, aquele personagem de Eça de Queirós, que se especializou em proclamar, aos quatro cantos do planeta, o óbvio ululante), nada fará nada criará. Dito de forma mais direta para que as damas e os cavalheiros entendam. O óbvio ululante é aquilo que está diante do nariz e da fuça de todos. Esse cagalhão salta aos espantos da raia miúda, como um elefante disfarçado de Lula dentro de um ônibus lotado em horário de rush. Estatísticas.

Gemidos da miserabilidade russa

ABIM

A Rússia desviou verbas de cento e quarenta e duas cidades (quase em via de desaparecimento) para pagar a Copa do Mundo. Com exceção de Moscou e São Petersburgo, o país caiu a um nível inferior ao período comunista da URSS. Segundo a Caritas, de 30 milhões de crianças, 15 milhões vivem abaixo da linha da pobreza.

Em vinte anos, o consumo de drogas teve um aumento de 500%, e as mortes de jovens por alcoolismo, de 30%.

Em 2017, a AIDS cresceu mais de 10%, enquanto a expectativa de vida caiu para 55 anos. 

Estranhamente, a propaganda no Ocidente costuma aplaudir um enorme reerguimento familiar e religioso impulsionado por Putin, que é apresentado por vezes como um “novo Constantino do Oriente”.
Título, Imagem e Texto: ABIM, 20-9-2018

A quadratura do círculo, uma declaração de voto e a indicação de minha comadre solucionática

A Bahia já me deu régua e compasso – Gilberto Gil

Em termos de dúvida, não há como talvez – Millôr

Pedro Frederico Caldas

Munido de régua e compasso ofertados pela Bahia, Gilberto Gil achou que sabia do caminho a seguir e mandou abraços para todos. Construir, em um número finito de etapas, um quadrado com a mesma área de um círculo dado, com o só uso de régua e compasso, foi um desafio colocado por geômetras da Grécia antiga que se queda insolúvel até hoje. Daí, meu caro Gil, somente régua e compasso, mesmo de origem baiana, não são instrumentos, por si sós suficientes, para a solução de tudo.

Agora, caros e minguados leitores, imaginem eu, desreguado e descompassado, como resolver em quem votar, e, ainda por cima, instado por amigos e leitores, a sair de cima de um muro onde jamais me quedei, para revelar minha preferência presidencial.

Mas, como as instâncias são cerradas e o dia da eleição se aproxima, hei de dizer em quem votaria ou muitos não perdoarão a minha omissão, principalmente Nêga que me espicaça o tempo todo a tomar uma decisão, sob pena de... Melhor não falar.

Vou revelar, agora mesmo, a minha decisão e todos os porquês que a alicerçam. Ou, melhor dizendo, vou tentar quadrar o círculo para resolver tão vexatório desafio.

Método, minha gente, método! Toda decisão crucial há que ter um metódico fio condutor.

Usarei como método o princípio da exclusão. Vale dizer, relacionarei os candidatos que não sagraria em nenhuma hipótese, salvo se num segundo turno eleitoral tiver que fazer a opção pelo mal menor, seguindo os sábios conselhos de Santo Agostinho. Nem sei se existe o “princípio da exclusão”, salvo o elaborado por Pauli, mas isso nos domínios da química. Se ainda não existe, fica agora criado.

A minha análise não leva em conta o fato de o candidato ser feio, bonito, branco, preto, rico ou pobre. Também não levarei em conta a mentira política para não correr o risco de não fazer nenhuma escolha. Não examinarei candidatos que, até o momento, não se mostraram politicamente viáveis. Seria perda de tempo e implicaria multiplicar o esforço desnecessariamente.

Sangue da vida

Nelson Teixeira

Vocês já repararam que o coração é o único órgão que não tem câncer? Tem ideia por que isto acontece?

Porque ele nunca para, ou seja, está em atividade constante, visto que recebe e joga sangue para todo corpo, ininterruptamente.

O sangue é vital para o funcionamento do corpo e fundamental também para sobrevivência da vida, visto que sem ele não haveria vida.

Mas o que será que isto tem a ver com nossa vida? Que assim devemos ser e agir, ou seja, viver e gerar vida para nós e quem estiver ao nosso redor também. Pense nisso!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 21-9-2018

Charada (617)

A senha do cofre
do engenheiro Camacho
é uma sequência
com seis números
todos menores que 100,
que obedecem a um
padrão lógico.
Certo dia, ele esqueceu o quarto
número, mas lembrou-se
dos restantes, que são:
28, 25, 30, __, 32, 29.

Assim, qual é o quarto número
da senha do engenheiro Camacho?

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

No princípio era o ódio

Flávio Gordon


“Oh, ódio, conduz-me que eu te sigo” (Sêneca, Medeia)

“Tendo minha cólera como alimento, jantarei minha própria substância, desse modo ficarei saciado à medida que me alimentar” (Shakespeare, Coriolano)

Um dos atributos mais interessantes da grande arte é a capacidade de infundir humanidade, e mesmo personalidade, à matéria inanimada. Quando olhamos para o Moisés de Michelangelo, chegamos mesmo a esperar que, a qualquer momento, a criatura obedeça à célebre exortação de seu criador: – Parla!

Por obra de Bernini, escutamos os gemidos de Santa Teresa em seu êxtase, ao ser trespassada pelo dardo flamejante do anjo. E esquecemos por completo de que a sensual figura feminina de A Modéstia, de Corradini, cujo calor corporal quase podemos sentir sob a transparência do véu, nasceu de um frio bloco de mármore, antes que de um ventre humano.

Saindo da escultura para a música, sabemos que um violino Stradivarius é mais que um mero objeto feito de plátano, abeto e tripa de carneiro. É uma pessoa, com caráter, nome próprio e biografia. Como, por exemplo, Lady Blunt (1721), que viveu por muito tempo com a neta de Lorde Byron e, mais tarde, conquistou o amor de Yehud Mehunin. Ou Molitor (1697), que, após um caso intempestivo com Napoleão Bonaparte, pulou de galho em galho até encontrar a sua cara-metade, a violinista nipo-americana Anne Akiko Meyers, com quem hoje mantém um relacionamento estável. Ou ainda o introvertido Messias-Salabue (1716), que, conhecido intimamente por uns poucos privilegiados, a exemplo do violinista húngaro Joseph Joachim, hoje permanece casto, recluso e contemplativo em seu leito no Museu Ashmolean, em Oxford, na Inglaterra.

Em contraste com a arte, um dos atributos da ideologia é a capacidade diametralmente inversa, qual seja a de despersonalizar, desumanizar e amputar o espírito daqueles que, salvo engano, foram pessoas algum dia, mas passaram a sê-lo menos do que estátuas e violinos. Conta-se que, certa vez, após apresentação de uma sonata de Beethoven, Vladimir Lenin teria dito: “Não posso ouvir música com constância. Dá-me vontade de fazer afagos na cabeça das pessoas e de dizer palavras amáveis e tolas. Mas, no momento, é preciso sovar cabeças, espancá-las sem misericórdia”. Da mesma forma, recusava-se a ler Os Demônios, de Dostoievski, obra que qualificou de “exemplo de imundície reacionária”.

[Atualidade em xeque] O capitão e o cabo

José Manuel

Não vou me estender, pois não há necessidade e ninguém mais lê textos longos. É uma pena!

O Brasil do século 21 corre o risco de se tornar a Alemanha do início do século 20.

O Capitão vem dizendo isso, em outras palavras e, para um bom entendedor meia palavra basta. O problema é que não há bons entendedores no Brasil varonil.

Na Alemanha dos anos 20, um cabo medíocre levou o país a protagonizar uma das maiores catástrofes humanas de que se tem conhecimento.

Criou um partido socialista e o povo nada fez. Transformou-o em partido nazista e o povo nada fez. Mudou a bandeira da Alemanha para a vermelha do partido e o povo nada fez. Trocou o símbolo da nação alemã para uma suástica e o povo nada fez.

Assenhoreou-se do judiciário alemão em prol de benesses do seu partido, e o povo nada fez. Criou um exército paramilitar à sua imagem e semelhança, com patentes militares, e o povo nada fez. Assassinou milhares em diferentes etnias e o povo nada fez.

Gritava tresloucadamente com um microfone na mão e o povo assistia passivamente seus impropérios, nada fazendo.


Todos sabem, ou pelo menos se imagina que sim, como terminou esta história, mas, ao que parece, a HISTÓRIA não é suficiente para deter tragédias anunciadas.
Título e Texto: José Manuel - Indivíduo histriônico, bêbado e fanático por microfones nunca deu certo em lugar nenhum. Tampouco aqui. 20-9-2018

Colunas anteriores:
Stockholmssyndromet Tupiniquim

O nazismo e sua aproximação ao socialismo

Elias Minotto


Muito se tem ouvido que “aquele é esquerda, este é direita, o outro é centro”, mas o necessário de ser observado nisso tudo é a ideia que cada indivíduo expressa de sua vontade política e não podemos nos apegar aos rótulos e apelidos. É preciso investigar ao máximo o que cada pessoa pensa e o porquê de ela pensar daquela forma. Por isso investigaremos sobre a ideologia política do nazismo.

É um fato histórico Adolf Hitler ser a favor da propriedade “privada”, a favor do anticomunismo, antimarxista, condenar a luta de classes e apoiar a inciativa “privada” como motor da economia. Porém, um dos inimigos do nazismo é o liberalismo, o mesmo que levanta a bandeira da iniciativa privada, da propriedade privada, condena a luta de classes, é anticomunista, e faz oposição ao marxismo.

Acerca do liberalismo, o nazista Moeller van den Bruck, declara:

“Não tardaria muito, e o expoente máximo do nacional-socialismo, Moeller van den Bruck, proclamaria a Primeira Guerra Mundial – uma guerra entre o liberalismo e o socialismo: ‘Nós perdemos a guerra contra o Ocidente. O socialismo perdeu-a para o liberalismo’. Como para Spengler, o liberalismo é, pois, o arqui-inimigo. Moeller van den Bruck vangloria-se de que não há hoje liberais na Alemanha: ‘há jovens revolucionários e jovens conservadores. Mas quem desejaria ser liberal? …O liberalismo é uma filosofia de vida à qual a juventude alemã volta hoje as costas com nojo, cólera e um desprezo especial, pois não há nada mais exótico, mais repugnante e mais contrário à sua filosofia. A juventude alemã dos nossos dias reconhece no liberalismo o arqui-inimigo.” – Parágrafo retirado do livro: “O Caminho da Servidão” do capítulo “As raízes socialistas do Nazismo” da página 173.

Os liberais defendem a propriedade privada, mas que não seja regulada pelo governo, assim como acontece no nazismo. O filme “A lista de Schindler” mostra bem como a propriedade privada era controlada pelo governo nacional-socialista.

Os liberais são antimarxistas, mas isso não os torna parecidos com os nazistas, pois os mesmos possuíam um discurso nacionalista e socialista, um governo em prol de uma raça. É aí que surge o termo alemão “Volksgemeinschaft” – que em português significa “comunidade do povo” -, conceito que prega o socialismo para a raça superior, uma sociedade sem classes e contra a elite burguesa alemã. Os liberais condenam a luta de classes de forma ampla; não pregam ódio aos demais por sua cor, religião, ou condição financeira.

Fatos que urram e exigem investigação

Fernando de Oliveira Diniz

A imprensa nacional publicou hoje (19-9-18), sem grande destaque, as declarações do atual presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, o qual, enquanto integrante da equipe econômica do governo do PT, foi um dos responsáveis pelos empréstimos bilionários dessa instituição bancária a Cuba e Venezuela, agora “admite” que ambos os países “não tinham condições de pagar”, concluindo que “temos que ir atrás do dinheiro”.

Enquanto ele vai atrás do dinheiro, o governo federal, para tapar o buraco do calote venezuelano e moçambicano, teve que desembolsar, à custa do contribuinte brasileiro, R$ 1,16 bilhão do orçamento deste ano para o Tesouro Nacional.

O surpreendente dessa notícia, que deveria figurar (e não figura) na primeira página dos jornais, é que o Sr. Dyogo Oliveira continue ocupando a presidência do mesmo BNDES que ele ajudou a lesar por improbidade administrativa.

Fiquemos na expectativa de que o ministério público se debruce preferencialmente sobre esse grande escândalo, e concentre seus esforços — inegavelmente meritórios — não apenas em investigar corrupção por favorecimento pessoal ou a partidos, mas em desvendar essa trama de favorecimento internacional de regimes comunistas e bolivarianos às custas do erário público, conduta muito mais grave do que, por exemplo, o caso do triplex do Guarujá ou do sítio de Lula em Atibaia.
Título, Imagem e Texto: Fernando de Oliveira Diniz, ABIM, 19-9-2018

Vai começar a Primavera, de um lado, e o Outono, do outro lado da... grande lagoa

Início da Primavera

Início da Primavera 2018 começa às 22h53 do dia 22 de setembro de 2018; e termina em 21 de dezembro de 2018.

A primavera é a estação que antecede o verão e sucede o inverno. No Hemisfério Sul, onde está localizado o Brasil, esta estação é caracterizada pelo desabrochar das flores, chuvas e pelo aquecimento da temperatura.

Nesta estação, o clima é mais ameno, ou seja, não tão quente quanto o verão, e nem muito frio como no inverno.

Equinócio da Primavera
O equinócio da primavera marca o início da primavera no Brasil. O equinócio é um fenômeno astronômico onde o Sol atinge com maior intensidade as regiões próximas à linha do Equador. No equinócio, o dia tem a mesma duração no hemisfério Norte e no hemisfério Sul.

Fim da Primavera
O fim da primavera é marcado por outro evento astronômico: o solstício de Verão. Este é o período em que o hemisfério Sul está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol. Em 2018, o solstício de Verão será às 19h22 ou 20h22 (para estados com horário de verão) do dia 21 de dezembro de 2018 no Brasil.

E no outro lado da... grande lagoa:


Diga SIM ao Helenão!

Ser

Nelson Teixeira

Nem tudo nessa vida é fácil, mas com certeza nada é impossível, ser forte não é ter a força de um leão, mas sim a paciência e humildade de um pássaro que mesmo na gaiola não deixa de cantar e nem perde a esperança de voar!

Ser forte não é diminuir nem humilhar quem quer que seja, mas aceitar os insultos dos outros com tolerância e paciência.

Ser humilde não significa estar à margem mais pobre da sociedade, mas aceitar os outros como são e não como gostaríamos que fossem.

Ser grande não é impor respeito pela força e truculência e sim pelo caráter e sabedoria.
Título e Texto: Nelson Texeira, Gotas de Paz, 20-9-2018

Charada (616)


Na quinta do Gabriel
coelhos e galinhas.
Se, olhando para os animais,
conseguimos contar
35 cabeças e 94 patas,
quantos coelhos
e quantas galinhas
há na quinta do Gabriel?

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

[Presidenciais 2018] Em quem você vai votar? (Segunda rodada)

Em 3 de agosto disponibilizamos uma enquete encerrada a 20 do mesmo mês perguntando aos nossos generosos leitores em qual candidato eles pensavam em votar.


O resultado foi este:

Jair Bolsonaro: 62.5% (85 votes)

Álvaro Dias: 11.76% (16 votes)

Ainda não decidi: 6.62% (9 votes)

Não vou votar/voto em branco/voto nulo: 5.88% (8 votes)

Outro(a) candidato(a): 5.15% (7 votes)

Geraldo Alckmin: 4.41% (6 votes)

Ciro Gomes: 3.68% (5 votes)

Marina Silva: 0% (0 votes)

E acrescentei o seguinte comentário:

"Esta foi a primeira ‘colheita’ de ‘votos’ dos amigos leitores. Daqui para a frente, o horário gratuito entrará nas nossas casas, a campanha eleitoral se acirrará, debates e entrevistas acontecerão, difamações contra os candidatos (particularmente contra Jair Bolsonaro – já tem uma rolando afirmando que ele vai acabar com as férias e o 13º salário!) pipocarão...

Como escrevi algures:
'A luta política é para macho! (Sem conotação sexual). Mas, acontece que quem mais fala, escreve e é publicado são os bunda-mole, submissos e passivos!'

Então, depois de tudo isto, reabrirei uma nova enquete, no dia 20 de setembro, antes do primeiro turno.

Julgo que esses “votos” nos revelarão a tendência de voto no dia 7 de outubro."

Então, promessa sendo dívida, eis a segunda rodada da enquete “Em quem você vai votar para presidente no dia 7 de outubro de 2018?”, aqui na barra lateral. 

Muito obrigado pela participação!

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Criação: SoldadasdoBolsonaro
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