sábado, 21 de julho de 2018

Charada (559)

Qual dos seguintes
futebolistas destoa,
logicamente, deste grupo?


Eusébio, Figo, Zidane,
Ronaldo, Beckam, Messi.

QUIZ: Desembarque na Normandia

Quem comandou o desembarque na Normandia?


A – George C. Marshall
B – George Patton
C – Douglas MacArthur
D – Dwight D. Eisenhower

QUIZ: Copa do Mundo (33)


A Suécia já esteve presente em alguma final do Campeonato do Mundo?

A. Sim, em 1938
B. Sim, em 1958
C. Não

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Não queriam que os EUA fossem como os outros?

Rui Ramos

Por mais que custe a admitir, Trump é fundamentalmente o presidente de uma época em que os EUA voltaram a ser um país que faz o que os outros países fazem.



Às antigas potências da Europa ocidental, deu sempre jeito a proteção dos EUA, que as dispensou de se preocuparem com a sua própria defesa. Isso, porém, não impediu que ressentissem a “hegemonia” americana. Daí, a recorrente exigência de que os EUA se portassem como um país igual aos outros. Mas agora, que essas preces foram atendidas, parece que os europeus não gostam.

A história torna-se mais complexa quando inclui a ambivalência americana sobre a sua missão no mundo. Os EUA emergiram como primeira potência, não no fim da Segunda Guerra Mundial, mas da primeira. Só que em 1918, escusaram-se a pagar o preço de zelar pelo planeta. Não apenas pelos custos, mas porque recearam que o policiamento internacional subvertesse o seu regime de governo limitado e administração mínima. O máximo que se propuseram fazer, nos anos 20, foi ajudar a restabelecer o comércio livre internacional. Mas quando, no fim da década,  a crise lhes bateu à porta, não tiveram dúvidas em recolher-se, cancelando créditos e protegendo-se com barreiras alfandegárias (sobre tudo isto, ver o livro de Adam Tooze, The Deluge. The Great War and the Remaking of Global Order).

São conhecidas as dificuldades de Roosevelt em romper esse “isolacionismo” entre 1939 e 1941. Em 1945, porém, com os tanques soviéticos na Alemanha e enormes partidos comunistas em França e em Itália, qualquer retirada americana teria significado a entrega da Europa a Estaline. Foi preciso ficar. As elites americanas aderiram então à ideia de um destino mundial, como guardas do “mundo livre”. Para muitos críticos dessa opção internacionalista, foi apenas o começo da transformação da velha república num império. Desde 1989, sem o comunismo, houve logo quem exigisse os “dividendos da paz”.

‘Profissão Repórter’ exclui trecho de entrevista em que Luciano Ayan destrói a Globo apresentando provas de fake news da emissora


Eric Balbinus de Abreu

No dia de ontem a Rede Globo exibiu uma edição em que a pauta eram as "fake news". Foram entrevistados responsáveis por sites independentes, entre eles o consultor de TI Carlos Afonso - que administrava o site Ceticismo Político com o pseudônimo de Luciano Ayan.

Carlos Afonso e o repórter, Estevam Muniz, da TV Globo
Ayan foi tratorado pelo Facebook e pela mídia, que forjou a narrativa de que ele e o MBL haviam espalhado boatos sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro no dia 14 de março de 2018. Ayan simplesmente republicou uma matéria sobre uma desembargadora que emitiu opiniões controversas sobre a vereadora. Claro, a notícia havia sido veiculada primeiro pela jornalista Mônica Bergamo após a grande repercussão dos comentários. Mas a mídia e os grupos políticos de extrema-esquerda que queriam calar o MBL e a mídia independente resolveram fazer daquilo o espantalho de guerra que usaria o combate as fake news para implantar censura e monopólio da informação. Este episódio foi decisivo para a parceria do Facebook com as agências de censura ligadas a grupos de extrema-esquerda, como Agência Pública, Aos Fatos e Truco.

[Aparecido rasga o verbo] Convite especial

Aparecido Raimundo de Souza

Falta pouco para cair de vez no buraco. Apenas um empurrãozinho”.
Padre Gabriel (religioso assassinado em Vila Velha, no Espírito Santo, em dezembro de 1989).

CAROS AMIGOS E LEITORES, notadamente os de fora do país. Os estrangeiros, para sermos mais exatos. Passamos para convidar todos vocês, a conhecerem, de perto, o Brazzil. Isso mesmo. O Brazzil, a nação sem rumo, a terra nua, desorientada, derrotada, falida, acabada, fodida e sem administração. Mesma porrada na moleira, sem resguardo, sem escora, sem amarra, sem hombridade, sem altivez, sem brio, sem altanaria, sem pundonor ou lisura. Preparado para as exéquias singelas de um porvir mortuário que logo se fará terminante.

O país onde o presidente é um dédalo. Um imbondo, “um banana”, e o seu vice uma casca de limão, ou seja, temos uma banana estragada, azedada. Venham, senhoras e senhores, corram a conhecer os palácios da Alvorada, residência oficial do banana e suas paredes sujas e seus inúmeros tapetes enlameados da melhor merda reinante de todas as latrinas conhecidas. Vocês ficarão boquiabertos, apatetados, vendo tanta pobreza nesse palácio, enquanto a raia miúda (o povinho) nada em dinheiro e o proletariado de manés e sirigaitas gastam seus ganhos vivendo à custa de sonhos.

Aproveitem também e deem uma passada no outro palácio. Fazemos referência ao Palácio do Planalto, ou o local sagrado, augusto, extraordinário, patriarcal, santificado, onde trabalha mais de dez horas por dia, imaginem, o nosso incansável, ativo, buliçoso, executivo, expedido, esforçado e heroico chefe de Estado. Não poderíamos deixar de declinar seu nome. Patronímico por sinal, lindo, agradável, formoso, airoso, aprazente e cortês: Michel Jackson Temer.

Para acessar essas duas pocilgas, perdão, caríssimos amados, para se  assomar a essas arquiteturas projetadas pelo ilustre o honroso Oscar Niemeyer, é preciso  preencher uma série de requisitos, como ser comportado, não ter passagens pela polícia,  não ter batido na mulher, possuir o passaporte em dia, ser eleitor cu de ferro, provar que entrou em solo brasileiro pelas vias legais e, principalmente, não carregar uma bomba amarrada nos colhões. Bomba amarrada nos colhões pode provocar pane e dar um nó tremendo na cabeça daqueles menos desavisados. Principalmente os santinhos. O que não falta em Brazzília, são santinhos...

Caminhando

Nelson Teixeira

Caminhar é preciso sempre, independentemente de tudo o que nos possa estar acontecendo.

Caminhar, mesmo que devagar, é muito importante, e ao longo desta vida ainda é melhor ir devagar do que parar.

Na vida é melhor pingar do que secar, e da mesma forma é preferível andar lentamente do que parar.

Nunca deixe que o desânimo ou a falta de vontade tome conta de você, convidando-o a parar ou desistir. Quem caminha mesmo que devagar um dia chega lá.

Se não tivermos força de vontade para seguir veremos que a vida acaba nos empurrando. Somos sempre convidados ao progresso. Parar, jamais! 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 20-7-2018

QUIZ: Copa do Mundo (32)


Quais dos seguintes estádios, onde decorreram jogos de mundiais, tiveram uma enchente com mais de 100 mil torcedores?

A. Camp Nou (Espanha) e Maracanã (Brasil)
B. Maracanã (Brasil) e Azteca (México)
C. Rose Bowl (EUA) e Azteca (México)

Fórmula da amizade


Haroldo Barboza

Amigo não é apenas uma palavra que começa pela letra “A”. Este rótulo define um sentimento que cultivamos por outra pessoa no decorrer da vida e nem sempre é percebido ou reconhecido em algum tempo de nossa existência. Ele se aprofunda com o tempo e se solidifica nos momentos críticos, quando nossos espíritos estão frágeis. Como toda boa relação, em momentos de divergência de opiniões ele se coloca à prova, quando os envolvidos mostram o quanto são capazes de ceder para não estremecerem a amizade conquistada pela troca de virtudes e aprimoramento mútuo de características humanas defeituosas.

Não existe uma regra para definir o que é um amigo. Não existe um tempo mínimo para determinar que tal relação passe a existir. A amizade pode ser ilustrada pelo empréstimo de uma quantia num momento de aperto, pela divisão de um pão dormido na hora da fome comum ou numa caminhada pela acidentada trilha da vida. Nada impede que uma pessoa tenha diversos amigos fiéis. Devido às diversas situações de nosso cotidiano, é difícil definir com exatidão qual deles é o mais amigo de todos.

Mesmo depois de todas estas considerações, ainda não consegui definir o que seja um amigo de fato. Existem amigos em vários níveis. Alguns destemidos, capazes de correrem riscos da própria vida para ajudar o parceiro. Outros que recuam num momento de alto perigo. Será que nós também não recuaríamos? Se tivermos esta resposta certamente vamos compreender o momento de fraqueza pelo qual nosso estimado amigo foi envolvido. E saberemos perdoá-lo, superando o egoísmo.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Taca-lhe pau, taca-lhe pau, Matteo!

“Pedofilia é uma doença crônica que não tem cura, mas tem tratamento” (!)



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Deve a Europa ser o único lugar no mundo que pertença a todo o mundo?

PEDÓFILO é apenas atraído por crianças, uma "BULLSHIT" moderna

Vanderlei dos Santos Rocha

Pois,
Fico a pensar com meus imbróglios. Em todos os canais, pelo menos quinze minutos sobre o presidente americano Donald Trump, suas gafes, seus discursos, seus erros, mas em nenhum momento sobre seus acertos.


Por outro lado, ninguém comenta sobre a corrupção que grassa desde 1985 em nossa terrinha Brasiliana.

O energúmeno de nove dedos, governou por doze e nunca reclamaram.

Sobre a Anta que estocava vento, nenhum comentário.

Só comentam de Moro quando tentam convencer o povo que ele errou. Quando ele foi defendido pelo STJ, nenhum comentário.

Nenhuma notícia de presidenciais e suas rotinas. Quando uma bêbada ataca um deles, vira notícia revolucionária.

Quando o ladrão de nove dedos fazia peripécias bêbado nenhuma linha.

Nossa mídia depende de dinheiro público para continuar as suas farsas.
Sou brasileiro, e pouco me importa o que o governo americano faz ou deixa de fazer com brasileiros ilegais. Não me importo com ninguém que desrespeita a legalidade de um país.
Conheço vários brasileiros que vivem legalmente nos Estados Unidos.

[Ferreti Ferrado suspeita...] Tacapes e flechas

Haroldo P. Barboza

Título, Arte e Texto: Haroldo P. Barboza, 18-7-2018

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O que ficou de Neymar...

Burger King oferece hambúrgueres a cão com doença terminal


O objetivo da cadeia de fast food é que o patudo aproveite bem o resto da vida

Notícias ao Minuto

A cadeia de fast food Burger King quis proporcionar um bom resto de vida a um cão com uma doença terminal, até que este eventualmente morra, dessa forma declarou que lhe vai dar cheeseburgers gratuitos para sempre.


Sendo que o sempre de Cody, um arraçado de boxer-labrador está entre o um e três meses, pois foi esse o tempo que lhe deram de vida depois de ter sido descoberto que tinha uma forma de cancro nos ossos.

"O veterinário disse-nos para o levarmos para casa até que as coisas piorassem. Então decidimos que queríamos fazer do resto da vida dele o melhor possível", explicou o dono Alec Karcher, de 22 anos ao jornal Metro, revelando que nos últimos dois meses têm dado ao animal cheeseburgers diários seja em casa ou em algum restaurante de fast food.

Inovação

Nelson Teixeira

Nunca tenha medo de inovar, porque as melhores coisas da vida acontecem quando você decide fazer algo que nunca foi feito antes.

Na vida é importante aprender a viver com pouco.

Muitas vezes um sorriso e a vontade de vencer são mais do que suficientes.

Quem muito quer nada tem, dizia o velho ditado. Não ter tudo que deseja é normal, mas amar tudo que tem é fundamental. Querer acima das suas necessidades e não obter, pode ser frustrante e desmotivador.

Procure sempre viver com o fundamental e necessário para sua vida, pois isto lhe trará muita paz de espírito.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 18-7-2018

Charada (558)

Quantos euros
há em uma
dezena de moedas
de 20 cêntimos?

QUIZ: Última ofensiva alemã

Que grande batalha foi a última ofensiva alemã para tentar não perder a posição na frente oriental?


A – Batalha de Estalinegrado
B – Batalha de Moscovo
C – Batalha de Kursk
D – Batalha de Kiev

QUIZ: Copa do Mundo (30)


Quem era conhecido por “major Galopante” no Campeonato do Mundo de 1954?

A. Ferenc Puskás
B. Sandór Kocsis
C. Max Morlock
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