terça-feira, 21 de agosto de 2018

Beatriz Kicis anuncia que processará Revista Veja por distorcer declaração

Postulante ao cargo de deputada federal, a ativista gravou áudio de entrevista que concedeu à ‘Veja’ e apresentou como prova para abrir processo


A procuradora do Distrito Federal aposentada e ativista Beatriz Kicis se tornou conhecida pela sua participação em vídeos ao lado de figuras como Olavo de Carvalho e pelo seu esforço constante por pautas como o voto impresso e o Escola Sem Partido. Candidata a deputada federal no Distrito Federal pelo partido de Bolsonaro, o PSL, ela denunciou, nesta sexta-feira (17), uma distorção em suas palavras em entrevista para a Revista Veja.

Em matéria de capa da revista sobre o economista Paulo Guedes, apresentado pelo presidenciável Jair Bolsonaro como seu nome para a economia, a candidata afirmou que Guedes definiu sua união com o militar como “um casamento entre a ordem e o progresso; a ordem representada por Bolsonaro e o progresso representado pelas pautas liberais”. A Veja escreveu que Kicis teria dito que o progresso é “representado por ele mesmo”, Paulo Guedes.

A distorção, que ela demonstra exibindo o áudio da entrevista, deverá dar origem a um processo contra a revista. Confira o vídeo:


Título e Texto: Boletim da Liberdade, 21-8-2018

[Ferreti Ferrado suspeita...] Miss Gay

Haroldo P. Barboza


Título, Arte e Texto: Haroldo P. Barboza, 21-8-2018

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[Aparecido rasga o verbo] De volta ao passado

Aparecido Raimundo de Souza

NOS IDOS DE 1977 o escritor Lourenço Carlos Diaféria (nascido em 28 de agosto de 1930), foi preso e processado com base na Lei de Segurança Nacional (LSN ou Lei dos Salafrários Noiados), pela autoria de uma crônica intitulada “Herói. Morto. Nós”, considerada ofensiva às Forças Armadas. Notem que já naquele tempo, ou mais precisamente quarenta anos atrás, alguém descontente com a situação do país botava a boca no trombone, se insurgia veementemente contra as barbáries e as podridões da sua época.

O que mudou, desde então? Praticamente nada. Continuamos herói? Sim. Mas herói de quê? Da mesma nação fodida e malparida a querer eleger, por exemplo, um vigarista e malandro, ex-presidente condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, para governar. E que país é esse? Brazzil senhoras e senhores. O mesmo Brazzil conhecido como a Republiqueta de merda.
 
Na verdade, nos tornamos heróis a cada vez que saímos do conforto de nossas casas. De outro modo, nos fazemos heróis ao metermos os cornos para irmos à busca do pão de cada dia. O ato em si é um ato de heroísmo e de bravura. Sobretudo, de loucura e insensatez. Não sabemos, entretanto, se voltaremos vivos ou mortos. Continuamos heróis, porque lutar contra as intempéries do desconhecido, a cada amanhecer, é a mesma coisa que pugnar em desacordo com o desconhecido.

Pelejamos na mesma pernada no escroto, com armas insignificantes, ineficientes e sem as mínimas condições de sobrevivência.  Isso que fazemos não é heroísmo, é a mais pura e cristalina imbecilidade. Resumindo: somos todos, ou continuamos todos, desde os tempos de Lourenço Diaféria, sem tirar nem pôr, um enorme bando de idiotas.

Brigamos acirradamente contra as forças do mal e das correntes do incerto. E o que fazemos?  Nada.  Ser herói, portanto, é lutar contra nós mesmos, vencer nossos medos e cagaços interiores e botar para fora as amarguras que estão presas dentro de nossos corações. Continuamos heróis. Sempre. Mas heróis vivos ou mortos? Definitivamente mortos. E bem mortos. Morremos a cada movimento e novos passos. A cada gesto e palavras proferidas. Nessa engrenagem toda, somos ou pensamos ser o herói, ou (o “eroi”) dos nossos filhos pequenos, dos nossos netos.

Quem convidou Marine Le Pen?

Rui Ramos

Ao tentarem criar um tabu sobre as migrações, as elites europeias criaram Marine Le Pen, Gert Wilders e os outros. Talvez a voz deles não chegue ao céu, mas já quase chegou ao Web Summit.

Marine Le Pen [foto] foi desconvidada pelo Web Summit, e os comentadores nacionais dedicaram-se durante uns dias a determinar o exato significado da retirada do convite: “censura politicamente correta”, ou “resistência antifascista”? Acontece que antes de ser desconvidada, Le Pen foi convidada, e é esse o grande facto desta história. Há anos que toda a Europa bem-pensante está unida em oração e em gritaria contra a líder da ex-Frente Nacional. Como é possível ter constado da lista de convidados do Web Summit? O Web Summit é para os Bono e os António Guterres. No Web Summit, nenhuma opinião pode ofender, e só se pode dizer mal do Trump. Como é que o nome de Le Pen apareceu entre os oradores?

Poderá ter-se tratado de um golpe publicitário: “como é que pomos a malta a falar do Web Summit em agosto?” “Olha, tenho uma ideia: convidamos a Le Pen, e depois desconvidamo-la”.

Talvez tenha sido isso, mas mesmo que tenha sido só isso, é significativo. O ponto é que acabou o tempo em que podíamos esquecer Le Pen. Em 2002, quando o pai Le Pen chegou à segunda volta das presidenciais, obteve 17,8% dos votos. Em 2017, a filha teve 33,9%. Não é possível ignorar para sempre a escolha de um terço dos eleitores franceses. Tal como já não é praticável fingir que a Alternativa para a Alemanha não é o terceiro maior partido alemão, ou que Geert Wilders não lidera o segundo maior partido holandês, ou que a Áustria e a Itália não são governadas por partidos próximos de Le Pen, ou que até o Syriza não manda na Grécia em aliança com a “extrema-direita” nacionalista (fazem-se “geringonças” com muitos ingredientes).

Sim, haverá nostálgicos do fascismo nesses partidos, tal como há nostálgicos das tiranias comunistas nos partidos da esquerda. Sim, os seus líderes gostam de tirar fotografias com Vladimir Putin. Sim, são soberanistas e protecionistas. Não é no entanto porque 33,9% dos franceses desejem a ressurreição do fascismo, o fim da UE ou o avanço de Putin que ouvem Le Pen ou votam nela, mas porque as elites europeias, da esquerda à direita, decidiram entregar a Le Pen ou a Wilders o exclusivo de falar sobre aquela que é, manifestamente, a questão fundamental para os eleitorados, porque é essa questão que explica a subversão “populista” dos velhos sistemas de partidos: a transformação das sociedades da Europa ocidental através das migrações descontroladas das últimas décadas.

O inconveniente Trump

A sua vitória, mais do que a vitória de um homem, foi um grito de revolta da América profunda a favor de certos valores da América, dos interesses da América e contra uma ideologia que avança na Europa, mas muitos americanos rejeitam

José António Saraiva

Donald Trump e Vladimir Putin, julho de 2018, foto: Pablo Martinez Monsivais/AP
ANTES DA CIMEIRA entre Trump e Putin, ouvi um ‘professor universitário’, investido nas funções de comentador de um canal televisivo, afirmar que o Presidente americano «não fazia a menor ideia do que ia dizer» ao líder russo. Afirmou-o assim, sem se rir.

Já escrevi que Trump me faz lembrar o dono de um saloon no velho far west. Imagino-o a dar umas palmadas no rabo das dançarinas enquanto espreita para dentro dos folhos que lhes cobrem o peito, disparando uma piada brejeira. 

Também pode dizer-se que Trump trata as relações externas como fossem negócios privados, comportando-se como um capitalista sem grandes escrúpulos e não como um homem de Estado. E que tem poucas maneiras e mente com frequência. Mas afirmar-se que vai para os encontros com homólogos sem fazer «a menor ideia» do que irá dizer-lhes, isso não lembra ao careca!

SERÁ QUE NÃO EXISTEM assessores na Casa Branca? Que o Presidente dos EUA prepara as cimeiras fechado no gabinete oval, sozinho, a olhar para o ar a ver se lhe vem alguma inspiração?
Quem conhece os americanos sabe que, nas reuniões, eles estão sempre entre os mais bem preparados. Levam as coisas muito a sério e são focados e pragmáticos. Sabem exatamente o que pretendem de cada reunião e não divagam. Podem não saber muito de outros assuntos, mas sabem o que estão a fazer ali.

Roraima: "Como me enoja ver gente cobrando de nós a caridade que jorramos em cima dos que fugiram do Socialismo."

Daniele Custódio

Como me enoja ver gente de outros estados cobrando de nós, roraimenses, a caridade que por três anos jorramos em cima dos venezuelanos que fugiram do Socialismo.

Quando alguém de fora de Roraima nos chamar de xenófobos, vamos lembrar que semana passada venezuelanos mataram um homem a pauladas para roubar os tênis dele e também venezuelanos montaram uma emboscada para matar um senhor, roubar seu carro e vender as peças na Guiana.

Quando disserem que somos cruéis vamos lembrar que três semanas atrás venezuelanos agrediram as ÚNICAS médicas plantonistas da única maternidade de Boa Vista, fazendo assim com que elas saíssem assustadas para fazer um B.O. (Boletim de Ocorrência) e resultando em bebês mortos no ventre de suas mães.

Estado de emergência social foi decretado em Roraima em 2017. Foto: Geraldo Maia/EPA
Quando disserem que somos desumanos vamos lembrar das vezes que as marmitas entregues em TODOS os abrigos, muitas vezes foram parar no lixo porque os venezuelanos diziam que frango e peixe eram comida para cachorro, eles queriam carne vermelha. Cavalo dado não se olha os dentes? Esse ditado só existe para a gente.

Quando nos chamarem de covardes vamos lembrar que no HGR nós não temos preferência e que se eu estiver grávida e chegar num posto da prefeitura só vou conseguir uma consulta pra dali a uns dois meses, ao passo que a venezuelana que atravessou a fronteira com um filho doente em cada braço e mais um na barriga consegue uma consulta para o outro dia. Ainda falando em grávidas venezuelanas, vamos lembrar que 40% dos partos na maternidade são de bebês filhos de imigrantes.

Quando disserem que somos bárbaros vamos nos recordar do casal de idosos que foi morto a pauladas (impressionante como eles adoram matar roraimense à paulada) por um casal de venezuelanos que tinha conseguido emprego de caseiros no sítio do casal; lembremos do senhor de Mucajaí, seu Japão, que numa festa da cidade foi também foi morto a pauladas por um venezuelano, o que foi a gota d'água para os moradores de lá, que fizeram a mesma coisa que os moradores de Pacaraima.

Ofereça

Nelson Teixeira

Ofereça sempre aquilo que você não pode oferecer no momento.
Não entendeu?
Então deixa eu te explicar:
Se dentro de você estiver em guerra, apresente a paz.
Se estiver chuvas e trovoadas, apresente um lindo sol brilhante.
Se estiver o dissabor, apresente o amor.
Porque quando oferecemos aquilo que não temos no momento, poderemos atraí-los com a mesma exatidão com que eles saem de dentro de nós.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 21-8-2018

Charada (586)

Qual dos seguintes
animais
destoa,
logicamente,
deste grupo?

Zebra,
Raposa,
Jumento,
Antílope,
Ovelha.

[Para que servem as borboletas?] Bolsonaro para presidente?

Valdemar Habitzreuter

Muitos aclamam-no o salvador da pátria, face ao caos reinante no país. Mas, não seria uma irracionalidade de pessoas que se deixam levar apenas pela emoção, sem se preocupar com seu conteúdo programático de governo?

Não me furto ao direito de dizer que ele é uma fraude, só não quer ver quem não quer. Se tem, por ora, este índice de porcentagem de intenção de voto acima dos outros candidatos (provavelmente já atingiu seu auge) é porque esse é o espelho de uma parcela da sociedade alheia aos graves problemas do país e quer mais que tudo exploda.

Isso não é ser patriota, é ser irresponsável e embarcar numa aventura de um homem sem conteúdo político, vazio de tudo, sem ideias que possamos, minimamente, conferir como louváveis. Vide na área da economia que é o quesito mais importante a ser tratado e contemplado por quem vier a ocupar a presidência para que o país saia do buraco e alavanque os investimentos necessários para que o país se desenvolva, e Bolsonaro simplesmente é um zero à esquerda nesta área, delegando a responsabilidade econômica ao “posto Ipiranga”.

Não é um candidato a ser levado a sério, é pura enganação.

Na atual conjuntura em que o país se encontra é necessário alguém com discurso conciliador que sane a divisão, o racha “nós-e-eles”, que o petismo criou. Não podemos admitir outro extremista com ideias radicais fundadas na violência e intolerância que podem incentivar uma verdadeira guerra civil.

Bolsonaro não tem cacife político para promover essa conciliação, é avesso ao diálogo e seu oráculo de confiança e inspiração é nada menos que “mourões” e “fuzis”. Não tem, em absoluto, apoio de partido político algum, apesar de ter lutado pelo apoio dos partidos do centrão que o rechaçaram.

Quem tem um mínimo de consciência da grave situação social nossa (desemprego, segurança pública, saúde e educação em frangalhos) verá que não podemos confiar em embusteiros que nada entendem de governança. Desde quando Bolsonaro tem experiencia de governação? Tem trinta anos de vida pública e nunca se candidatou a um posto no executivo (prefeito, governador).

FHC reafirma união do PSDB com o PT contra Jair Bolsonaro

“Eles continuarão fazendo de tudo para me tirar do combate!”



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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Pesquisa CNT/MDA aponta polarização Bolsonaro x PT

Tarciso Morais

A primeira pesquisa nacional desde o início oficial da campanha eleitoral de 2018 foi divulgada nesta segunda-feira (20).


O levantamento foi feito pelo instituto MDA e encomendado pela CNT (Confederação Nacional de Transportes).

Foram testados os 13 candidatos que pediram registro ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Veja o resultado:

1.      Lula (PT) – 37,3%
2.      Jair Bolsonaro (PSL) – 18,8%
3.      Marina Silva (Rede) – 5,6%
4.      Geraldo Alckmin (PSDB) – 4,9%
5.      Ciro Gomes (PDT) – 4,1%
6.      Alvaro Dias (Podemos) – 2,7%
7.      Guilherme Boulos (PSOL) – 0,9%
8.      João Amoêdo (Novo) – 0,8%
9.      Henrique Meirelles (MDB) – 0,8%
10.   Cabo Daciolo (Patriota) – 0,4%
11.   Vera (PSTU) – 0,3%
12.   João Goulart Filho (PPL) – 0,1%
13.   José Maria Eymael (DC) – 0%
·        Branco/Nulo – 14,3%
·        Indeciso – 8,8%

A candidatura de Lula foi questionada e o TSE deve decidir se o ex-presidente, que está preso desde de abril, poderá disputar as eleições de outubro.

Por ter sido condenado em segunda instância, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP), ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa e está inelegível.

Adaptado da fonte UOL

Título e Texto: Tarciso Morais, Renova Mídia, 20-8-2018

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[Língua Portuguesa] Blog ou blogue?

Qual a forma correta?


Colunas anteriores:

"Futebol champanhe" e o "vinho de tasca". A análise de Sérgio Conceição ao jogo com o Belenenses

Sofia Esteves Teixeira

Foto:  Ivan Del Val l/Global Imagens
No final do encontro com o Belenenses, Sérgio Conceição considerou que o F. C. Porto venceu, este domingo à noite, de forma justa num terreno historicamente difícil.

"O calor, uma relva diferente daquela a que estamos habituados, fatores que existiam para as duas equipas. Mas o Belenenses treina aqui diariamente e tem uma habituação diferente. A circulação de bola fica mais lenta, por vezes tem que se dar mais um toque... Isso pode ter prejudicado a nossa equipa, mas não quero entrar por aí. Mérito do Belenenses, uma equipa com qualidade, com uma dinâmica de jogo interessante. Não fomos inteiramente eficazes no primeiro tempo, o Belenenses conseguiu jogar a espaços, conseguiu chegar com alguma facilidade ao nosso último terço. O jogo acabou por ser difícil por tudo aquilo que é um ambiente historicamente difícil", começou por analisar o técnico.

Quanto à exibição da equipa azul e branca, o treinador foi categórico. "Alguns dias pratica-se um futebol champanhe, outros um vinho tinto da tasca, que não deixa de ser saboroso. O futebol também é assim", atirou.
Título e Texto: Sofia Esteves Pereira, Jornal de Notícias, 20-8-2018

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Em terras da senhora Merkel

Cristina Miranda

Quando vi um comentário às minhas publicações durante as minhas férias na Alemanha vindo de alguém da ala do PSD e que se desunha para provar que sou “xenófoba”, pensei imediatamente que a melhor forma de colocar este tipo de pessoas no lugar seria escrever sobre a minha pequena passagem pelas terras da Sra. Merkel. Mais do que um dever cívico de testemunho real sobre o que por lá se passa, é desmistificar este conceito tão estúpido de que, quem se pronuncia contra as migrações descontroladas e massivas de jovens que chegam sem documentação de todo o lado, e imposição da cultura e tradição islâmica aos ocidentais, são “racistas”. Isto tem de acabar.

Do BE, do PCP, do PS espero tudo. São correntes ideológicas fundadas a partir do marxismo onde a demagogia reina desde que Karl Marx a criou. Mas dos que se dizem sociais democratas ou de direita, espero coerência, bom senso, inteligência, capacidade de análise e objetividade e não mais do mesmo dos nossos camaradas. Por isso, quando essa criatura me perguntava se na Alemanha tinha encontrado e passo a citar: “um país invadido por muçulmanos e assolado por guerras civis e violações em massa onde impera a Sharia que nos descrevem os sites de “notícias falsas” que tanto circulam nas redes sociais”, gelei. E eu a pensar que só os esquerdistas é que se saíam com estas pérolas!

Vamos lá pôr os pontos nos “is” de uma vez por todas: a Alemanha não está ainda invadida; as violações ainda não são em massa; a sharia ainda não está legalizada. Mas isso não quer dizer que as imagens e testemunhos reais que nos chegam de todo o lado em vídeos amadores, são falsos. De todo. Não é por eu viver neste cantinho a norte do céu lusitano que não existe Chelas em Lisboa, nem por ainda não ter nascido nem visto, que não tenha havido Holocausto ou Holodomor. Vamos ser sérios.

A Alemanha que encontrei ainda é um país ocidental. Claramente. Multicultural, mas ocidental. Muitas culturas que convivem saudavelmente umas com as outras com base nos valores ocidentais. Em Colónia, onde estive umas semanas, apesar da riqueza cultural, sentimo-nos ainda em terras germânicas com uma predominância de alemães. Nitidamente. Mas esse sentimento aumenta ainda mais quando vamos para os arredores da cidade. Longerich por exemplo, é uma localidade simpática, sossegada, limpa, bonita, muito segura, onde as pessoas vivem tão tranquilamente que até deixam os carros e casas abertas. Não há registos de criminalidade naquela zona. Mas aqui praticamente só vive alemães. Coincidência?  O certo é que há zonas na cidade que, ao contrário desta, a paisagem muda. Mais feia, mais destruída e desleixada onde a predominância é claramente doutras culturas. Por que será?

Doenças por não perdoar

Nelson Teixeira

Várias doenças que temos são criadas por nós mesmos, pela não vigilância de nossa mente.

Somos os responsáveis, em grande parte, por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

Sempre que estamos doentes necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.

Quando estamos empacados num certo ponto significa que precisamos perdoar mais.

Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.

Perdoar dissolve o ressentimento.

Reflita, vale a pena tentar evitá-las.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 20-8-2018

[Ferreti Ferrado suspeita...] Ponte Morandi

Haroldo P. Barboza


Título, Arte e Texto: Haroldo P. Barboza, 19-8-2018

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Charada (585)


Por que razão
o último rei de Portugal
foi assassinado no
Terreiro do Paço,
em Lisboa, no dia
1 de fevereiro de 1908?

domingo, 19 de agosto de 2018

Vitória suadíssima: F. C. Porto vence Belenenses nos descontos

Sofia Esteves Teixeira

A equipa da casa foi a primeira a ameaçar, mas foi o F. C. Porto (campeão nacional) a inaugurar o marcador. Ao minuto 26, na sequência de um livre de Alex Telles, Diogo Leite [foto], entre a defesa, não perdoou e elevou-se para, de cabeça, inaugurar o marcador. Após uma primeira parte com mais posse de bola e com as melhores oportunidades de golo, o F. C. Porto abriu a segunda metade do encontro a aumentar a vantagem.

Foto: Jorge Amaral/Global Imagens
Ao minuto 47, Otávio aproveitou um mau passe de Dálcio e, isolado, fez o 2-0 para a equipa azul e branca. O Belenenses ia tentando reagir e conseguiu reduzir ao minuto 56, por Fredy. O árbitro assinalou uma grande penalidade por mão de Diogo Leite e, na conversão do castigo máximo, o avançado não falhou. Três minutos depois, Licá esteve perto de empatar, mas valeu a atenção de Casillas.

Não marcou Licá, marcou Keita, de cabeça, após um cruzamento na direita de Fredy. O F. C. Porto tentou ir atrás de resultado e chegaria à vitória, já nos descontos, por Alex Telles. O árbitro assinalou penâlti por mão de Henrique e o brasileiro não falhou na marcação da grande penalidade.


Na próxima jornada, (sábado, 25 de agosto, 21h00) o F. C. Porto recebe o Vitória de Guimarães e o Belenenses defronta o Moreirense.
Título e Texto: Sofia Esteves Teixeira, Jornal de Notícias, 19-8-2018

[Pernoitar, visitar, comer e beber fora] The Bife


The Bife - Boutique de Carne
Desde 2016 no mercado, o THE BIFE surgiu com o conceito diferente de boutique de carnes. Trabalhamos com os melhores e mais nobres cortes do mercado, para assim harmonizar com vinhos ou cervejas, também selecionados e com isso proporcionar uma verdadeira experiência sensorial.

The Bife está localizada na Barra da Tijuca e nossa proposta é oferecer mais qualidade ao seu churrasco.


Tudo isso sendo atendido por quem realmente entende do assunto.

Endereço: Av. Marechal Henrique Lott, 120 - loja 112 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 22631-370, Brasil. Ou seja, Condomínio Parque das Rosas, ao lado do Clube Marapendi.

Site
Facebook

Fomos, VG e eu a esse restaurante, já faz alguns meses. Escolhi uma carne “Black Angus”, caríssima. VG escolheu um ‘sirloin steack”.

As linguicinhas servidas como entrada estavam ótimas.

A carne, nem por isso. Noutras palavras, em relação ao custo, já comemos melhores carnes mais baratas. Quero dizer, carnes mais bem preparadas.
O acompanhamento vem num potinho. Pode ser apercebido na imagem abaixo.




Uma garrafa de vinho, chileno, custa os olhos da cara. Sabe o que parece? Cobrar caro, caríssimo, sem qualquer justificativa comercial, para parecer que você está numa casa inacessível aos comuns dos mortais. Bom para você se “achar”, entende?

Mas não estou arrependido. Se lá não tivesse ido como poderia dizer agora que lá não mais porei os pés?

Depois de sairmos do The Bife passamos numa cervejaria, cujo nome não lembro, que fica ao lado. Os pasteizinhos de carne estavam deliciosos. Comi uns doze. Estava com fome? Pois é, o que parece é.

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Tendências Outono-Inverno: o Bloco quer e o fascismo obrigatório

Helena Matos

A Vogue diz que na próxima estação as sobrancelhas serão finíssimas. Nós antecipamos as tendências da política: vai usar-se o fascismo obrigatório e o básico dos básicos continuará a ser o "Bloco quer"



Digamos que é muito querer para quem conta com tão poucos votos! Contudo, basta o BE querer para que logo todos nos sintamos obrigados a querer o mesmo. Caso incorramos na heresia da discordância rapidamente percebemos que a vontade do Bloco será realidade. Quer queiramos quer não.

A outra característica do dogma “Bloco quer” é que nunca se pergunta: o que pretende o Bloco com tanto querer? Apresentadas invariavelmente como virtuosas – quem é capaz de se dizer contra o combate à desigualdade ou à violência doméstica? – as propostas do Bloco não resolvem problema algum, mas, e para isso é que elas servem, acrescentam esse conglomerado ideológico de regulamentos e multas aplicados por comissões e comissariados que ninguém escrutina e cujos poderes não cessam de crescer. Por exemplo, a quem serve a criação de tribunais exclusivos para julgar violência doméstica?  E para quê tribunais especiais para a violência doméstica e não para a violência nos assaltos?…

Quanto à penalização das empresas com maior desigualdade salarial que sucedeu à penalização das empresas que recorrem a contratos  a prazo que por sua vez sucedeu à luta contra a segregação ocupacional que como sabemos substituiu a luta contra a disparidade salarial entre géneros …  digamos que é um clássico da chamada doutrina Robles: a casta faz o que quer, vive como lhe apetece e retira todas as vantagens proporcionadas pelo regime que diz abominar. Esse seu estatuto privilegiado é mantido através da manutenção de um estado de luta constante contra inimigos públicos periodicamente revistos e atualizados: fascistas, capitalistas, machistas, racistas, patrões exploradores, senhorios…

Aprendizagem

Nelson Teixeira

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão.

A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos. Menos retardamos nossa evolução.

Nossa forma de aprendizado é coletiva, mas a nossa prática é individual. Praticar a caridade é sempre um bom progresso.

Ninguém pode fazer o que nos compete, como também não conseguimos fazer nada que compete aos outros. 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 19-8-2018

QUIZ: Duas Alemanhas

Em que ano foi constituída a República Federal da Alemanha, que confirmou a divisão da Alemanha em dois Estados?


A – 1946
B – 1949
C – 1950
D – 1952

Charada (584)

A avó é vimaranense,
o avô é limiano
e o neto é flaviense.
Onde nasceram
os membros
desta família?
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