segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Quem será o 59º presidente dos EUA?

eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020 será realizada em 3 de novembro, uma terça-feira. Será a 59ª eleição presidencial do país. 

Os eleitores escolherão os integrantes do Colégio eleitoral, que se reunirá em 14 de dezembro para eleger oficialmente o presidente e o vice-presidente. 

Entre fevereiro e agosto de 2020 os partidos realizaram as primárias nos estados e territórios. Após, cada agremiação designou seus candidatos através das convenções partidárias. A eleição presidencial ocorrerá simultaneamente com as eleições para a Câmara dos Representantes e o Senado, além de várias disputas estaduais e locais. 

Eleito na última eleição, Donald Trump candidatou-se à reeleição e em março de 2020 atingiu a quantidade de delegados necessária para ser nomeado o candidato republicano para a presidência. 

Na oposição democrata, as primárias contaram com dezenas de candidatos relevantes e, em abril de 2020, o ex-vice-presidente Joe Biden se tornou o presumível candidato do partido com a desistência do senador Bernie Sanders. 

Outros partidos menores, como o Libertário e o Verde, também escolheram seus candidatos presidenciais. 

Biden e Trump são os candidatos presidenciais mais idosos já designados pelos maiores partidos dos EUA; se Biden for eleito e tomar posse, também se tornará o presidente mais idoso a ocupar o cargo. 

Os tiranos fofinhos

Foto: Josh Edelson/AFP/Getty Images

Helena Matos

Vale a pena ler este artigo sobre os incêndios na Califórnia

Antes de começar a ler chamo a atenção para a nota final:

This article was published under a pseudonym as the author didn’t want to risk his job.  

O que diz o artigo? Que os ditos amantes da natureza a estão a destruir: «This didn’t have to happen. Once upon a time, forests in California were logged,grazed, and competently managed. It wasn’t always perfect, but generally it worked. Fires, which are a natural part of that ecosystem, were generally small— not just benign but beneficial. Land management focused on keeping the forest healthy for all involved, whether they were loggers, ranchers, fishermen, hunters, homeowners, or backpackers But then things started to change. Groups such as the Sierra Club and National Resources Defense Council began to drive a myopic agenda of protecting environmental interests at all costs. Logging was shut down. Grazing was banned. Controlled burning and undergrowth clearance were challenged and subjected to draconian regulations. Fires were put out as quickly as possible. » 

Título: Helena Matos, Blasfémias, 21-9-2020 

Alexandre Garcia avalia relação entre Brasil e EUA

No quadro Liberdade de Opinião desta segunda-feira (21), Alexandre Garcia falou sobre a relação diplomática entre Brasil e Estados Unidos diante da visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo. A passagem dele pelo país foi criticada por autoridades como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. 

Título, Vídeo e Texto: CNN Brasil, 21-9-2020 

O quadro vai ao ar diariamente na CNN. ASSISTA AO VIVO A CNN BRASIL: http://www.cnnbrasil.com.br/ao-vivo

Notícias para lá da agenda

Helena Matos 

O mundo visto pela agenda é tão, mas tão previsível que até cansa. Já se sabe que temos a notícia sobre a estupidez do Trump, a solidariedade de uma ONG com os migrantes-refugiados para lá da notabilíssima prestação do nosso governo. Enfim o mundo passa ao lado desta lusitana-socialista noticiosa. 

Assim sendo era para lembrar que Milla a adolescente francesa que foi ameaçada de morte no início deste ano por ter escrito: «Le Coran il n’y a que de la haine là-dedans, l’islam c’est de la merde» voltou a estar sob ameaça. Reconhecida em Malta voltou a ouvir “On va te violer dans une cave», «je vais violer ta mère», «que je ne te revois pas sinon je vais t’étrangler»…  


Também aconteceu um combate na Venezuela entre gente das FARC colombianas e militares venezuelanos. Sim já se sabe que são aliados mas a realidade é um pouco mais complexa e pode envolver os russos

Por fim, o nosso conterrâneo Luís Figo tomou-se de fúrias com o líder do Podemos, Pablo Iglesias, e perguntou-lhe «¿En qué mundo vives?» a propósito do apoio do líder do Podemos à ocupação de casas

Enfim, amanhã há mais que hoje tenho mais que fazer. 

Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 21-9-2020 

E a obsessão edipiana por Trump e Bolsonaro…
"Mais quatro anos de Trump podem ser fatais para a ordem constitucionalamericana"

Bretas ordena bloqueio de R$ 237 milhões em bens de advogado de Lula

Juiz também bloqueou R$ 32,1 mil do associado de Zanin, Roberto Teixeira 

Afonso Marangoni 

O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, determinou o bloqueio de R$ 237,3 milhões de Cristiano Zanin Martins [foto], advogado do ex-presidente Lula, do PT. 

Foto: Gabriela Biló/SP Press/AE

A decisão, tomada no dia 1º de setembro, foi tornada pública no último sábado, 19. 

A ordem foi tomada no âmbito da Operação E$quema S, que apura tráfico de influência e desvios milionários nas seções fluminenses do Sistema S. 

Bretas também bloqueou R$ 32,1 mil do associado de Zanin, Roberto Teixeira, e outros R$ 237 mil do escritório de advocacia dos criminalistas. 

“O escritório de advocacia Teixeira, Martins e Advogados, que tem à frente os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, teria sido o precursor no recebimento de honorários advocatícios exorbitantes pagos pela Fecomercio/RJ em prol de interesses particulares de Orlando Diniz”, diz Bretas. 

A operação se baseia na delação premiada do ex-presidente da Fecomercio do Rio Orlando Diniz.

Advogados renomados no meio político são investigados. Entre os alvos está Frederick Wassef, ex-defensor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). 

Em entrevista à CNN Brasil, Zanin negou que possua esse montante e disse que foi feita uma construção pelo juiz Bretas para tentar constranger seu trabalho. 

Título e Texto: Afonso Marangoni, revista Oeste, 20-9-2020, 18h50

Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

Levantamento aponta que desigualdade cresceu no período 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Letycia Bond 

O primeiro trimestre da pandemia de covid-19, declarada oficialmente em 11 de março, ocasionou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.  

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os apontamentos constam da pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro, coordenada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).  

Conforme demonstra o estudo, observa-se que tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% - de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% - de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país. 

Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.  

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens. 

Título e Texto: Letycia Bond; Edição: Pedro Ivo de OliveiraAgênciaBrasil, 20-9-2020, 17h13

O pensamento

Nelson Teixeira 

O pensamento é nosso único poder criativo… 

Tudo o que desejamos e mentalizamos flui através do que pensamos… 

Por isso, olhe a vida amorosamente, com positividade e alegria… 

O pensamento cria situações boas ou más, decorrente de como se pensa e age… 

Sempre é muito importante analisar o que se está pensando e se isto estaria certo ou errado ao nosso ver… 

Jamais deixe de passar pelo crivo da razão o que se está pensando antes de falar ou agir… 

Pense se o que está fazendo você acharia certo de que alguém fizesse para si ou para os outros. 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 21-9-2020

domingo, 20 de setembro de 2020

Veja o vídeo: jornalista ou justiceiro social?

O retrato bem humorado da prática jornalística atual

Paula Leal

A prática jornalística contemporânea está cada vez mais afastada da objetividade e da transparência. Sob a falsa égide da imparcialidade, veículos de mídia tradicionais adicionam um viés ideológico em cada conteúdo. Às vezes bastante sutil, outras de maneira escancarada. E o leitor que se vire para separar o joio do trigo. 

O vídeo abaixo, do canal Hipócritas, é uma sátira e uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. 

Título e Texto: Paula Leal, revista Oeste, 20-9-2020, 13h50

FC Porto deu início à defesa do título com uma vitória (3-1) sobre o SC Braga

A Liga NOS nem começou de feição para o FC Porto. Os Dragões estiveram a perder na própria casa com o carrasco da temporada passada, mas tiveram estofo e mostraram a fibra de que são feitos os campeões. Frente a um Sporting de Braga com o mesmo esquema que tinha sido antídoto ao emblema da Invicta, por três vezes, na época 2019/20, o coletivo portista até iniciou a nova campanha a perder. No entanto, quando tudo parecia encaminhado para que chegassem ao intervalo em desvantagem, os azuis e brancos deram a volta em minutos consecutivos e conseguiram reaver o controlo da partida na etapa complementar.

Foto: Manuel Fernando Araújo/EPA

O jogo teve ação desde o primeiro minuto. O trio de ataque portista, composto por Otávio, Corona e Marega entrou de olhos postos na baliza Norte e, nos primeiros dez minutos, foi dando trabalho a Matheus. Depois de o VAR Tiago Martins anular o primeiro aos Dragões, por posição adiantada de Tecatito no início da jogada, o Braga respondeu com um golo que deixou a equipa de Sérgio Conceição ainda mais ciente da dificuldade do adversário. Após a reposição de bola a meio campo, os arsenalistas voltaram a marcar. Contudo, o 0-2 viria a ser invalidado por fora de jogo. Foi preciso chegarem os descontos para os campeões nacionais inaugurarem o seu lado do marcador do Estádio do Dragão. Na sequência de um cruzamento teleguiado saído da canhota de Alex Telles, Sérgio Oliveira voou sobre os três centrais bracarenses e igualou a contenda com uma cabeçada exemplar. No último suspiro do primeiro tempo, Marega sofre falta de Raul Silva dentro da área. João Pinheiro assinalou, de imediato, grande penalidade e o especialista azul e branco, Alex Telles, não vacilou da marca dos onze metros. O apito para o descanso surgiu logo a seguir, com os portistas já na frente, por 2-1.

Hamilton Mourão rebate críticas às queimadas

Vice-presidente diz que governo não compactua com ilegalidades

Karine Melo 

Em uma postagem Twitter neste sábado (19), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão [foto], rebateu as acusações que o Brasil tem sofrido de diversos atores ambientalistas de não ser capaz de cuidar do seu patrimônio ambiental, em particular a Amazônia. No texto, o vice-presidente pede que as pessoas “não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico”. E garante que o governo do presidente Jair Bolsonaro “não compactua com ilegalidades e manterá esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei”.

Foto: Romério Cunha/VPR

“Somos a nação que tem a matriz energética mais limpa e a maior cobertura vegetal original, chegando ao admirável valor de 84% de área nativa preservada na Amazônia e mais de 60% se considerarmos todo o território nacional. Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia”, afirmou.

Queimadas

Sobre as queimadas que acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do país, Mourão lembrou que o Brasil não é a única nação a enfrentar esse problema, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam. Apesar de admitir o problema, o vice-presidente disse que no Brasil elas não têm as mesmas proporções vistas na Califórnia ou na Austrália. “As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são padrão Califórnia ou Austrália e as ações do governo federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas”, destacou. 

Segundo Hamilton Mourão, para entender os números divulgados é preciso saber o que significam os focos identificados pelos satélites de referência utilizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “As imagens acusam todos os focos de calor, o que não significa incêndio, pois qualquer área com temperatura acima de 47º - uma fogueira por exemplo – é assim identificada. Além disso, como consta no site do instituto, é comum uma mesma queimada ser detectada por vários satélites. Os dados brutos também não distinguem as ilegais das legais, que são aquelas ocorridas dentro dos 20% de terra que, de acordo com nossa legislação, pode ser explorada no bioma Amazônia”, disse. 

Na mesma postagem, o vice-presidente avaliou que os fatores que levam a uma queimada não são matemáticos, pois questões ambientais e humanas, observou, influenciam tanto a ignição como a propagação e contenção do evento. Para que o combate às ilegalidades e para que a informação produzida “seja a expressão da verdade”, Mourão defendeu que os dados sejam transparentes. 

[As danações de Carina] Como sair da depressão ‘depressinha?!’

Carina Bratt 

Hoje falarei às minhas amigas e leitoras, de um assunto que vem preocupando as pessoas, as famílias, os médicos tanto quanto a desastrosa Covid-19. Faço referência à depressão. Em linhas gerais, o que é, ou o que venha ser a depressão? A depressão, ou transtorno depressivo, é uma doença comum, porém séria, que pode afetar negativamente qualquer uma de nós, não importando a idade. 

Tanto pode surgir sem motivo aparente, numa pessoa de quinze anos, como numa de vinte, de trinta, ou quarenta, seja através de um evento corriqueiro qualquer, seja motivada pelo fim de um relacionamento entre adolescentes, uma gravidez indesejada ou divórcio. Pode pintar em nós, no simples descobrir de alguma coisa que não deu certo, tipo a perda do emprego, a morte súbita de um parente que nos era caro; o desfazimento de um sonho planejado há anos que se esvaiu em fumaça. 

Costuma ser mais contundente, notadamente no estágio em como a gente se sente, ou como pensamos e agimos. É um dos males que mais atingem a população, com atenção especial, claro, à banda cada vez mais avolumada dos idosos. Ela provoca (como o puxar de um gatilho), o desencadeamento de sentimentos de melancolias, de desespero e angústias. Traz, à tona, a perda de interesse por atividades que, em outros momentos de nosso cotidiano, nos davam prazeres os mais diversos e variados. 

Dados recentes de uma (PNS), ou Pesquisa Nacional da Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em convênio com o Ministério da Saúde, por sua vez, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), dão conta que 11,2 milhões de brasileiros sofrem com o tal transtorno. Destes, 27,92% têm mais de sessenta anos. Na maioria das vezes a tormenta (vamos chamá-la assim), chega calma e mansinha, sossegada e sem fazer alarde ou estardalhaço. 

Esta alteração biológica do estado de saúde, pode ser mais difícil de ser determinada as suas dimensões, na terceira idade, uma vez que, ao contrário de nós, jovens sadios e com a corda toda, os nossos idosos tendem a não apresentarem os sintomas da velha e batida tristeza. Além dos sinais considerados básicos e vitais, é possível que a criatura acometida apresente grau de hipocondria (focalização compulsiva do pensamento e das preocupações sobre o própria satisfação de conforto) ou de ansiedade, com batimento cardíaco acelerado, suor nas mãos, tendência a supervalorização das suas conflagrações orgânicas e funcionais, com observação ao do consumo de medicamentos os mais variados. 

Esperança e Persistência

Nelson Teixeira 

Nada dura para sempre, e momentos difíceis também chegarão ao fim. 

A chuva cai, mas chega o dia em que ela para e o sol retorna, e assim será na sua vida também. 

Dias melhores vão chegar, mantenha a esperança, a persistência e nunca desista de lutar pelos seus sonhos.

Tudo nesta vida tem altos e baixos, e nesta hora é necessário ter calma para superar as dificuldades que venham a ocorrer. 

Com esperança e persistência, aliada a luta, tudo será vencido. 

Quem não luta pelos seus sonhos, jamais irá vencê-los e se tornará um eterno fracassado, pois sem luta não haverá vitórias. 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 20-9-2020

sábado, 19 de setembro de 2020

Campello fica inelegível para próxima eleição do Vasco

Junta de Recursos tornou Alexandre Campello, atual presidente do Vasco da Gama, inelegível, impedindo-o de concorrer no pleito de novembro 

Raphael Fernandes 

O atual presidente do Vasco da Gama, Alexandre Campello [foto], está momentaneamente impedido de concorrer à reeleição no pleito que será realizado no dia 7 de novembro. 

Foto: Thiago Ferreira/AGIF

O recurso que tornou Campello inelegível foi apresentado Elói Ferreira de Araújo, primeiro vice-presidente do Vasco. Após votação por 2×2, o voto de minerva que decidiu pelo mandatário não poder concorrer partiu de Edmilson Valentim, presidente do Conselho Fiscal. 

A decisão sobre quem pode ou não concorrer à eleição do Vasco começou a ser votada na última segunda-feira (14), na Assembleia Geral Ordinária (AGO). Ela é comandada por Faues Mussa, presidente da Assembleia Geral, contando ainda Rafael Landa e Otto de Carvalho Junior, membros do Conselho Fiscal.

Enquanto Mussa e Otto votaram por negar o recurso, Landa e Edmilson foram a favor. Com o empate, prevaleceu o voto de Valentim, que tem o poder de decisão, por ser o presidente do Conselho Fiscal. 

Após o resultado, Campello utilizou seu perfil no Twitter para criticar o veredito. Segundo ele, trata-se de uma ”manobra política covarde” de Roberto Monteiro, presidente do Conselho Deliberativo do Vasco. 

Bolsonaro anuncia adesão ao programa global de vacinas contra a covid-19

Um dos compromissos de quem adota a iniciativa é garantir imunização de pelo menos 20% da população 

Paula Leal 

O presidente Jair Bolsonaro disse, na noite desta sexta-feira 18, que tem intenção de aderir à Covax Facility, consórcio da Organização Mundial da Saúde para acelerar o desenvolvimento de vacina contra a covid-19. 

Ao anuir com a iniciativa, o Brasil se compromete a garantir a imunização de pelo menos 20% da população. Ainda não há informações sobre quanto será investido no programa. 

Governo federal e Estados apostam em diferentes vacinas

O governo federal aposta na vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca contra a covid-19. A Fiocruz recebeu R$ 2 bilhões para receber, processar, distribuir e passar a fabricar sozinha o imunizante. A ideia é que os primeiros 15 milhões de doses sejam aplicados em janeiro de 2021 no Brasil. 

Já os governos estaduais têm negociações próprias sobre vacinas. São Paulo, por exemplo, aposta na Coronavac, fabricada na China. O Paraná e a Bahia, por sua vez, firmaram parceria com a Rússia para fabricar a Sputnik V. 

Título e Texto: Paula Leal, revista Oeste, 19-9-2020, 11h50

Ricardo Salles dispara contra ‘esquerda caviar’ e ‘militontos’

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles reclama de quem critica o Brasil no exterior

 Anderson Scardoelli 

A questão ambiental brasileira tem tudo para ser mais bem-vista fora do país. Para isso, basta ignorar a “esquerda caviar” e os “militontos”. É assim que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [foto], define a situação do setor que está sob sua gestão. 

De acordo com Salles, artistas internacionais e nacionais reclamam sem base das políticas ambientais do atual governo federal. Entretanto, não fazem nada para ajudar a resolver o que, segundo eles, não está correto. Nesse sentido, o ministro citou o ator norte-americano Leonardo Di Caprio

“É a esquerda caviar”, enfatizou o aliado do presidente Jair Bolsonaro ao conceder entrevista à rádio Jovem Pan. “Ficam em seus iates e jatinhos, mas não ajudam”, lamentou Salles. Ele esteve em Os Pingos nos Isprograma da emissora que conta com a participação de Ana Paula Henkel e Guilherme Fiuza. Os dois são colunistas da Revista Oeste

Imprensa

Ricardo Salles destacou outro ponto. Afinal, agentes da imprensa estrangeira revelaram a “culpa” nacional. Isso porque brasileiros “plantam” o noticiário negativo no exterior. “Plantação” feita por personagens como jornalistas, artistas e acadêmicos — uma turma chamada de “militontos” pelo ministro. 

Título e Texto: Anderson Scardoelli, revista Oeste, 18-9-2020, 19h13

As “presidenciais” para fazer monárquicos

Alberto Gonçalves 

Até agora, no atual regime, não houvera eleição presidencial sem pelo menos um candidato “plausível”. Durante 40 anos, tivemos Eanes. E depois Soares. E depois Cavaco (incluindo quando perdeu para o implausível Sampaio). E, em 2016, Marcelo (para os ingénuos ou otimistas terminais, entre os quais me incluo, que precoce e irresponsavelmente o acharam uma hipótese tolerável). Em 2021, teremos os senhores e as senhoras que se seguem. Se não se trata de uma conspiração da ala monárquica para enxovalhar a República, parece.  

Marcelo Rebelo de Sousa

O estatuto dúbio da função presidencial costuma favorecer alguns exageros e extrapolações. Certo é que, por turva que fosse a serventia do cargo, era claro que o cargo não servia para: tirar fotografias com transeuntes; mudar de cuecas; mergulhar no mar; fingir que se salva banhistas; dizer convulsivamente que Portugal é “o melhor do mundo” no que calha, da astronomia ao desentupimento de fossas; sorrir imenso; proferir inanidades; condecorar toda a gente, incluindo o 7º classificado num torneio de macaca em Valladolid; abraçar pedintes e desinfetar-se de seguida; louvar a boa ação de um pedinte e enganar-se no pedinte; dar palestras sobre virologia; abraçar o rato Mickey num aeroporto; prestar vassalagem a Fidel Castro; submeter a rainha de Inglaterra a monólogos confrangedores; assistir a partidas de futebol; entrar nas “entrevistas rápidas” após uma partida de futebol; subscrever a posição do Governo em qualquer assunto que possa suscitar polémica; não emitir opinião sobre coisa nenhuma que realmente importe; em casos de facto graves pedir esclarecimentos cabais e rezar para que nada se esclareça; viver exclusivamente aflito com a própria popularidade, numa obsessão com o voto das pessoas e com total indiferença às respectivas vidas  – e tudo isto na condição de as televisões filmarem.


Fora das televisões, o prof. Marcelo não existe. O prof. Marcelo não é um presidente. É um “entertainer”, para cúmulo sem particular talento para cantar e dançar (sim, também já assistimos a tentativas): os portugueses adoram “entertainers” coxos. Num mundo ideal, e noutro meio social, estaria a fazer furor em “reality-shows” alheios. Assim, transformou o mandato no “reality-show” dele. É complicado garantir que não terá comprometido a presidência para sempre, e que algum dia o cargo volte a merecer um vestígio de respeito e não este simulacro de camaradagem infantil. 

O prof. Marcelo ainda não é candidato. Será candidato. E ganhará as eleições, não importa se à primeira se à segunda. E desempenhará novo mandato, que só não será pior do que o vigente porque pior é impossível. E não há impossíveis para o melhor presidente do mundo. 

André Ventura

O dr. Ventura é o candidato contra a corrupção e à revelia do sistema. Exceto quando a corrupção não o contraria e o sistema está dentro dele, como por exemplo sucedeu com o episódio do dr. Costa e a comissão de “honra” do sr. Vieira. Para disfarçar as incongruências, e seduzir o eleitorado potencial, o dr. Ventura adota dois métodos, ambos partilhados com a extrema-esquerda e, passe a redundância, com aqueles cultos que terminam em suicídio coletivo. O primeiro consiste em atribuir-se uma aura mística, género Cunhal, o guru de Jonestown ou, na versão infantário, o frade Louçã. O segundo método é a gradual radicalização do discurso. Lá para o meio da campanha o dr. Ventura estará a organizar bandos para perseguir pedófilos, ciganos ou ateus. No final, é provável que tente enforcar um – a menos que este seja do Benfica. 

Viver a vida

Nelson Teixeira 

Apaixone-se pela vida, pela estrada, e esqueça o destino… 

Viva cada nascer do dia e seu pôr do sol.; cada paisagem, ter tempo de conviver com cada pessoa que encontrar e ter uma história rica em momentos e sentimentos que irá ficar em seu coração por toda a sua vida e eternidade. 

Não pense aonde você vai chegar, mas não perca o que a vida lhe oferece em cada dia, em cada momento que ela lhe proporciona e em cada sentimento que ela lhe faz sentir. Viva sempre com a alegria nos lábios, com o brilho do sol no olhar e com todo o amor que fizer nascer no coração… 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 19-9-2020

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Feira de São Cristóvão completa 75 anos e mantém vivas as tradições nordestinas

Comemorações terão início neste domingo e devem seguir até o fim do ano com lives temáticas e seguindo todas as medidas de segurança sanitária

Larissa Ventura 

O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, também conhecido como Feira de São Cristóvão ou Feira dos Nordestinos, celebra mais de sete décadas de história, mantendo viva a cultura dos imigrantes que chegavam ao bairro da zona norte da capital fluminense. 


Neste domingo (20/9), o pedaço mais nordestino no Rio de Janeiro completa 75 anos e, claro, que não poderiam faltar as comemorações, que começam no domingo e devem seguir até o final do ano com lives temáticas e, claro, seguindo todas as Regras de Ouro. Pela primeira vez na história do equipamento municipal uma mulher e ex-feirante é a gestora do local, Magna Fernandes fala do seu desafio. 

Sou paraibana e tenho muito orgulho. Parece que foi ontem que eu puxava lona e hoje estou como gestora. É um desafio diário, uma responsabilidade, que eu encaro de frente. Estamos no clima da reabertura e seguindo as Regras de Ouro da Prefeitura. Essa retomada e reabertura nos enche de orgulho e uma certeza: temos muito trabalho pela frente“, afirma a gestora municipal Magna Fernandes. 

O pavilhão abriga cerca de 700 barracas com comida típica, ingredientes e temperos da culinária regional, artesanato e objetos do folclore nordestino. 

Para mim, 75 de feira são 75 anos de luta. Altos e baixos. Ontem era tabuleiro na rua. Já puxei muita lona. E aqui no pavilhão eu criei meus filhos com muito orgulho. Aqui é a minha segunda casa. E em meio a uma pandemia, estamos fazendo o aniversário da esperança. Uma batalha diária”, afirma a feirante Maria da Guia. 

O espaço fica aberto ao público na sexta das 10h às 20h, no sábado das 10h às 22h e no domingo de 10h às 20h. 

Título e Texto: Larissa Ventura, Diário do Rio, 18-9-2020

Como as democracias morrem

Sim, há riscos à democracia. E eles vêm da esquerda e não da chamada “direita populista” 

Rodrigo Constantino

Está na moda falar sobre a ameaça “fascista” às democracias ocidentais. Vários alertas têm sido feitos, sem esconder o intuito de atacar o nacional-populismo de direita. Governos como Trump e Bolsonaro suscitaram a publicação desses livros que explicam como as democracias morrem, e a morte, para esses autores, vem sempre pela direita. Mas Jean-François Revel, membro da Academia Francesa de Letras, publicou um livro em 1985 chamado justamente How Democracies Perish, cuja mensagem vai na contramão da atual. O pensador francês estava alertando para a real ameaça às democracias ocidentais: o comunismo, que vem pela esquerda. 

Ele abre o livro em tom pessimista, para reforçar o alerta, alegando que a democracia pode, talvez, mostrar-se um acidente histórico, um breve parêntese que está se fechando diante de nossos olhos. Como a história mostrou, e graças à resistência de liberais, conservadores e cristãos como Reagan, Thatcher e o papa João Paulo II, as democracias sobreviveram, e foi o comunismo soviético que veio abaixo. Não obstante, vale a pena mergulhar nos argumentos do autor, pois a ameaça vermelha muda de estratégia, muda até de cor, mas nunca desaparece por completo. 

O ponto de Revel era que as democracias não estavam estruturadas para se defender de inimigos externos buscando sua aniquilação, especialmente desde o mais recente e perigoso desses inimigos — o comunismo. Essas democracias só despertam para o perigo quando ele se mostra fatal, iminente e evidente. Mas aí resta pouco tempo para salvá-las, ou então o custo desse salvamento se revela elevado demais. 

Essa fraqueza da democracia vem de uma qualidade sua: permitir aos inimigos totalitários uma oportunidade única de agir contra ela na legalidade. Às vezes eles chegam até a obter apoio aberto sem que tal relação seja vista como um rompimento do contrato social. Podemos pensar em partidos comunistas recebendo verbas públicas, espaço de propaganda na TV e tudo o mais, tudo isso para conspirar contra a própria democracia, que consideram uma “farsa burguesa”. 

A democracia não costuma receber crédito por suas conquistas e benefícios

O totalitarismo é, por definição, um inimigo subversivo, mas a democracia trata subversivos como meros oponentes por medo de trair seus princípios. E, para piorar, aqueles que visam a destruir a democracia são vistos como lutando por metas legítimas, enquanto seus defensores acabam tachados de reacionários repressores. É quase um plano perfeito de ataque. 

Garota, eu não vou para a Califórnia

Políticas progressistas tolerantes ao crime, elevados gastos sociais sem planejamento, aumento da população de rua e regulação cara e complexa para negócios provocam o êxodo californiano


Ana Paula Henkel

Muitos aqui que me acompanham sabem que sou filha de professores. Meu pai, professor de matemática, também foi diretor da escola com fundações norte-americanas onde estudei, o Instituto Gammon, em Lavras, Minas Gerais. Constantemente, meu pai trazia livros em inglês para casa e minha mãe, professora de português e inglês, tinha uma infinidade de dicionários e livros norte-americanos que eu usava durante horas e horas para traduzir o que não entendia. 

E foi nessa rica coleção de livros de minha mãe que vi pela primeira vez a foto da ponte Golden Gate em São Francisco, na Califórnia. A foto estampava a capa de um grosso livro em inglês que tinha a Estátua da Liberdade na contracapa. Impressionada com a exuberância da ponte californiana, me debrucei sobre outros livros para achar mais fotos daquele Estado norte-americano que parecia ter monumentos majestosos e imponentes, assim como belezas naturais de tirar o fôlego, como a Baía de São Francisco. 

Não foi necessário muito tempo mergulhada naqueles livros para entender a razão dos versos da canção de Lulu Santos que tanto cantarolávamos: “Garota eu vou pra Califórnia, viver a vida sobre as ondas, vou ser artista de cinema, o meu destino é ser star… O vento beija meus cabelos, as ondas lambem minhas pernas…”. Tudo fazia sentido. Lulu conhecia a Califórnia, com certeza! E ela era linda. Aquelas fotos se encaixavam na música e no pensamento do que seria a Costa Oeste dos Estados Unidos, um lugar tão, tão distante de minha querida Lavras, mas tão rico, ali na minha frente por meio dos livros de minha mãe. 

Os anos se passaram, a menina do interior cresceu, disse que ia jogar vôlei e disputar uma Olimpíada pelo Brasil, e partiu mundo afora. Partiu, fez uma penca de bons amigos espalhados pelo globo, conheceu um ianque californiano, casou e se mudou para o Estado da ponte Golden Gate. 

Alta criminalidade e custo de vida elevado forçam êxodo nunca antes visto

Para quem é fã de Ronald Reagan, como eu, a Califórnia é um marco importante na história de um dos presidentes e líderes mais marcantes que o mundo já viu. Antes de ser eleito presidente, em 1980, Reagan foi governador do Estado, de 1967 a 1975, quando o “Golden State” ainda votava majoritariamente nos republicanos. Na década de 1990, as populações latinas e asiáticas aumentaram vertiginosamente, e o crescente número de eleitores do partido caiu após a rígida postura dos republicanos com imigrantes ilegais quando o partido se vinculou à Proposição 187 — uma medida, na época controversa, que negava serviços públicos a pessoas que estavam no país ilegalmente. 

A magia do boicote

Se todo mundo se comportar, Paulo Coelho pode desistir do boicote e fazer chover na Amazônia pra acabar com as queimadas


Guilherme Fiuza 

Paulo Coelho pediu ao mundo que não compre produtos brasileiros. A atitude do mago contrariou muita gente. Mas essa gente não sabe com quem está falando. Em se tratando de um mago, Paulo Coelho foi até modesto. Imagine se, em vez de usar o Twitter, ele tivesse usado a magia para sacanear o Brasil. Vocês estão reclamando de barriga cheia. 

Se quisesse, num passe de mágica, Paulo Coelho jogava o seu país de origem na miséria, completando gloriosamente a obra de Lula, seu líder predileto. E vocês aí se irritando por causa de um post contra produtos brasileiros… 

Vocês não sabem do que um mago é capaz. Não têm ideia do que seja o poder da magia. Paulo Coelho poderia estar matando, poderia estar roubando e poderia estar transformando o Brasil em abóbora (bichada). Mas está só pedindo um boicote mundial aos produtos brasileiros. Parem de reclamar e agradeçam ao mago por sua humildade e comedimento. Se vocês continuarem perturbando, da próxima vez ele usa seus poderes plenos e aí vocês vão ver o que é bom pra tosse. 

Eles tinham que passar uma temporada na mansão do mago pra entender como é bom ficar em casa

Falar em tosse, no meio da polêmica pouca gente percebeu o feitiço lançado pelo mago contra o coronavírus. É o mal da modernidade: fala-se muito e presta-se pouca atenção às coisas boas. Aos que passaram batido, aqui vai a explicação: se tudo der certo e o boicote proposto pelo Paulo Coelho for um sucesso mundial, ninguém mais compra nada daqui, os brasileiros morrem de fome e não precisarão mais se preocupar com a covid. 

E aí? Quem vai agradecer ao mago por ter tirado o Brasil do mapa da pandemia? Ninguém. Povo ingrato, só pensa em reclamar. 

Paulo Coelho declarou que é preciso salvar os brasileiros do talibanismo cristão. Você nem notou essa sombra engolindo a sua alma porque é um distraído. Mas da mansão do mago na Suíça dá pra ver tudo, absolutamente tudo — no plano físico e no astral. E não adianta miliciano talibã querer sair por aí barbarizando que ele comanda de lá: fique em casa! Estátua! Mandrake! Perdeu, playboy!

Está no ar a edição da semana da Revista Oeste

A importância da nossa comunidade, a pauta da educação e o vigoroso espírito empreendedor do brasileiro

Com seis meses de atividade, a Revista Oeste, além de uma plataforma de conteúdo, tornou-se uma comunidade. Experimente ler os comentários postados pelos assinantes às matérias e aos artigos de cada edição. Você comprovará que temos, no ambiente destinado a discussões, o empenho pelo debate fundamentado em dados e argumentos sólidos, o senso de pertencimento a um grupo que compartilha valores básicos do liberalismo e das tradições judaico-cristãs, e o cuidado para que eventuais discordâncias sejam expostas elegantemente — com poucas exceções. Não é o que se vê por aí. A grande maioria dos veículos de comunicação, aliás, até deixou de publicar os comentários da audiência. 

Com transparência, código de princípios divulgado no link nosso pacto e disposição incansável no exercício de um jornalismo que não encontra similares no país, a Revista Oeste já conta com assinantes em todos os Estados brasileiros e a cada dia pelo menos 50 novos juntam-se a nós. Ainda assim, para que possamos avançar no debate público e contribuir para mudanças efetivas no país, nossa comunidade precisa ficar maior. Por isso convidamos você a apresentar a Revista Oeste a familiares, amigos e colegas de trabalho. Fique à vontade para utilizar os instrumentos que julgar mais eficazes: redes sociais, grupos no WhatsApp e, por que não?, bate-papos à moda tradicional, olho no olho. 

Não é propriamente utópica a ideia de que nossa comunidade venha a ser capaz, daqui a algum tempo, de influenciar decisivamente políticas públicas — na verdade, esse processo já teve início, graças ao compartilhamento de conteúdo. 

Há muito a ser feito e, com a devida vênia para repetir um clichê, a educação tem de estar no topo das prioridades. A reportagem de Selma Santa Cruz apresenta um diagnóstico consternador. O Brasil gasta cada vez mais com educação e isso não se reverte em aumento da qualidade do ensino. A gestão é catastrófica, boa parte dos jovens é incapaz de fazer contas elementares e interpretar um texto simples. A pandemia do coronavírus ainda aumentará o gap entre estudantes de escolas públicas e privadas. Não haverá prosperidade sustentável se o país continuar no culto à ignorância.

Páginas católicas na mira da CNBB… Começa o controle eclesial da internet?

FratresInUnum.com 

Fontes murmurantes nos informaram que a CNBB, por um de seus órgãos, teria contatado (ou contratado?) um conhecido jornalista de uma universidade jesuíta que mantém um site de notícias mega esquerdista, solicitando um dossiê sobre os maiores influenciadores católicos do Brasil. 

A finalidade do “estudo” seria sondar as opiniões circulantes sobre a CNBB e mapear quais seriam as páginas e quem seriam os maiores influenciadores, padres e leigos.

Parece que, além de terem já um mapeamento desses grupos e indivíduos, já teriam chegado à conclusão de que carca de 90% das opiniões circulantes sobre a CNBB e a hierarquia são desfavoráveis.

A pergunta que não quer calar é: mas era necessário um estudo para chegarem a conclusões tão óbvias?

Agora, o objetivo seria o de neutralizar os influencers católicos não adestrados pela intelligentsia cnbbista e isso por alguns caminhos: através dos seus superiores imediatos, desestimulá-los em seu apostolado digital; criar uma fiscalização maior para impedir a difusão de notícias que lhes são desfavoráveis, valendo-se até de instituições internacionais (como as que que detêm os direitos de copyright das fotos do papa), forçando as pessoas a se aterem unicamente à oficialidade deles; e, por último, lançando novos influenciadores, mais alinhados com a hegemonia.

Já imaginaram como seriam estes novos youtubers cnbbísticos? Preparem-se que estão chegando novos Felipes Netos, Átilas Iamarinos e Gretas Thunbergs com anel de tucum para colorir a sua telinha!… E tudo naquele estilo libertador-carismático, a foice com mel, só para tentar enganar algum incauto. 

O que a CNBB não percebe é que os influenciadores não mudaram a opinião pública. O seu sucesso foi justamente porque eles refletiram a opinião pública e, por isso, obtiveram o respaldo do povo. A tentativa de querer enfiar goela abaixo dos católicos que os aceitem – bem nos moldes: “você tem que me amar!” – está fadada ao fracasso. 

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