segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Charada (645)

Considerando
que os lugares do
estacionamento
estão numerados,
qual o número do lugar
onde o carro estacionou?


16
06
68
88
Carro
98

A prova da participação

Antes que pensem em duvidar da minha presença presencial na manifestação pró-Bolsonaro realizada hoje, domingo, 21 de outubro, na Praça do Comércio, vulgo Terreiro do Paço, em Lisboa, eis o daguerreótipo digital comprovatório.

Agradeço ao amigo Bruno Silva o empenho em me ajudar a comprovar. Diferentemente da Folhinha, eu mato a cobra e mostro o pau. No mesmo dia!

domingo, 21 de outubro de 2018

O maior movimento da história do Brasil

o antagonista

O antipetismo derrubou Dilma Rousseff, garantiu que Lula continuasse preso e, agora, vai às ruas para eleger Jair Bolsonaro.

O antipetismo é o mais importante movimento popular da história do Brasil.

O PT* só faz de conta que ainda não entendeu.
Título e Texto: o antagonista, 21-10-2018

* O PT e as suas correias de transmissão: PSol, PSTU, PDT, PCO, PCdoB, PCB e etc.

Relacionados:

Copacabana, Rio de Janeiro, 21 de outubro

Decomposição venezuelana infecciona o Continente

ABIM


Mais de dois milhões de venezuelanos emigraram para a Colômbia, Brasil e outros países.

Aproximadamente 300 mil vivem ao relento no Equador.

Em Buenos Aires nasceu o bairro “Palermo Caracas”.

 Muitos técnicos deixaram a petroleira da Venezuela (PDVSA), e alguns tentam chegar a pé até a Patagônia (8.000 km!), onde novas jazidas de gás e petróleo precisam de mão-de-obra.

A inflação anual beira 1.000.000%.

Maduro apagou cinco zeros das cédulas e promete um crescimento irreal, com recursos da Rússia e da China.

“O pessoal está morrendo de fome”, disse o diretor da petroleira norueguesa Equinor.

O seguro médico não funciona; as refeições não chegam; encanamentos e depósitos vazam petróleo. “Roubam carros, a tampa das cisternas. Tiram as peças e as fundem, para revender o cobre e alimentar a família”, narrou Ali Moshiri, executivo da Chevron.
Título, Imagem e Texto: ABIM, 21-10-2018

Mas, todavia, segundo as ONGs esquerdistas disfarçadas em jornais, revistas e canais de televisão, o perigo para a democracia é... Jair Bolsonaro (!!!)

Avião sobrevoa Miami: “BOLSONARO 17 #ELESIM”

O vídeo abaixo é de um avião sobrevoando hoje as praias de Miami, durante duas horas, com uma faixa escrito "BOLSONARO 17 #ELESIM".
Isso foi patrocinado por um grupo de comunistas amigos para minar a campanha do mito.


Texto e Vídeo: Pedro Frederico Caldas, 21-10-2018

Manifestação pró-Bolsonaro, em Lisboa, 21 de outubro (pequeno vídeo)


Relacionados:

Em Niterói, domingo, 21 de outubro...



Lisboa cheira bem, cheira a Bolsonaro

O dia chegou nublado, com nuvens de chuva...

15h00, ainda não choveu... e espero muito que não chova.

São 15h40, chegando ao Terreiro do Paço...


Fotografo o monumento...


Poucos manifestantes, receio da chuva?

15h50...

Programa de governo do PT e asseclas


[Pensando alto] Meus amigos policrômicos: o paraíso e os porquinhos tristonhos

Pedro Frederico Caldas

Uma das riquezas da vida são os amigos. Falar de todos seria tarefa enciclopédica, seria trabalho para um Diderot; mas, como a vida é longa, little by little, chegaremos lá.

UM DIA NO PARAÍSO

Estamos, Nêga e eu, às portas do paraíso. Nêga, suponho que já saibam, é a mulher que me mantém sob ordem e controle. Dito isso, voltemos ao começo: Estamos às portas do paraíso e, como vocês já sabem, há uma liturgia para ser admitido. São Pedro, Pedro como eu, diz a crônica cristã, tem as chaves da admissão. Estamos no requintado bairro de Higienópolis, a Jerusalém paulista. Justamente no caso e nas atuais circunstâncias, essa figura sacrossanta é o porteiro chamado Deusarino dos Santos, importado do Ceará. Desconfiado, como deve ser todo porteiro que se preze, pergunta sobre o alvo da minha visita. Anuncio: Senhor Oswaldo Salazar Caldeira Marques e Dona Gabriela Ferro Caldeira Marques. O inquérito continua: A quem devo anunciar? Respondo: José Dirceu, eis que sempre oculto minha identidade sob o nome de alguém acima de qualquer suspeita, além de servir de uma espécie de password para Salazar. Meio ressabiado, o São Pedro de condomínio faz o anúncio do pretendente. Recebe de volta o consentimento movido a gargalhadas do consultado.

Doravante, em homenagem ao português castiço do amigo Salazar, elevo meus substantivos, adjetivos, orações sindéticas ou assindéticas, coordenadas ou subordinadas, ao último e mais nobre andar do edifício linguístico da “última flor do Lácio”, tudo movido, à moda salazarense, à castiça forma de tratamento na segunda pessoa do plural, oh, pá! Quem conhece essa ilustre figura lusitana, herdeiro direto de Camões, sabe que sua língua foi purificada na leitura, dentre outros clássicos, de Padre Antônio Vieira, Camilo Castelo Branco e Eça de Queiroz, com abluções realizadas nas salas, nos corredores e na linda biblioteca da egrégia Universidade de Coimbra.

Portão aberto, com a devida vênia do São Pedro retirante, já prelibando as iguarias a serem degustadas, deslizo até ao elevador, em êxtase, a três palmos da superfície do solo pátrio.

Chegados à porta do ninho fraterno, lá estão aqueles braços abertos de um redivivo Cristo Redentor para nos acolher com o calor e a exaltação que só a amizade pode explicar. Beijos e abraços trocados, contemplado aquele sorriso de Buda feliz, desfaço-me de todo e qualquer protocolo, viro à direita e ultrapasso os umbrais daquela sacrossanta cozinha. Levito, à altura de meio metro, a tampa da primeira panela: Lá está a me fitar, com o olhar gélido do Mar do Norte, um bacalhau banhado no mais puro azeite português, apavorado pela certeza da presença do seu mais voraz predador. Deixe-o com os seus temores, que será devorado sob a escolta de “batatas ao murro”. Dirijo-me reverente à segunda panela e, tampa içada, contemplo costelinhas de porco, entre cozidas e assadas, de textura alçada a um estado da matéria sem explicação plausível quer pela física quer pela mecânica quântica, tudo preparado pelas mãos da Gabi, nascida Gabriela, que tem sob sua custódia os mais bem guardados segredos da inigualável cozinha lusitana, conduzidos do passado para o presente e a serem levados ao futuro por sussurros soprados ao pé do ouvido, de mãe para filha.

QUIZ: Gdansk

Em 1980, nos estaleiros de Gdansk, na Polônia, nascia um movimento operário que marcou a história do país. Que futuro Prêmio Nobel da Paz o liderou?

A – Czeslaw Milosz
B – Lech Walesa
C – Stanislaw Lem
D – Ryszard Kapuścisński

Charada (646)


O que é
GRANDE
em Tomar
e PEQUENO
no Porto?

Generoso leitor, nossa revista teve acesso à próxima denúncia: O canibalismo de Bolsonaro

A redação de O cão que fuma recebeu agora há pouco, em arquivo PDF, a minuta da matéria que sairá amanhã na Folhinha de S. Pedro, e já programada para ser ventriloquada por El Toro Brasil, CCB Brasil e outros amici.

A reportagem estarrecedora, assinada pela jornalista Patchouli do Melão, traz à tona o canibalismo de Jair Messias Bolsonaro, que terá ocorrido, em maior escala, quando o fascista tinha entre 18 e 22 anos.

Patchouli do Melão não soube precisar o sexo das vítimas. Mas, deixa a entender, que a expressiva maioria seria do sexo feminino.

Continuando a leitura da explosiva matéria, percebe-se – a jornalista é muito discreta –, que o ogre não tinha preferência por raça. Comia tudo o que lhe chegava ao caldeirão.



A redação de O Cão, que não tem WhatsApp – nem quer ter! – pede ao generoso leitor o favor de não repassar/reenviar/compartilhar esta ‘bomba’. Pelo contrário, se receber, delete logo! Pois que, além de correr o risco de ser indiciado por caixa dois e quatro, você estará ajudando a afundar de vez a candidatura de Jair Bolsonaro! 

Porque a população brasileira aceita fascista, misógino, homofóbico, racista, taxista e outros “istas”, mas, comedor, não!

sábado, 20 de outubro de 2018

A vez dos que não tinham voz (II)


Marcos Machado

Cinco lições tiradas das urnas

Continuamos hoje os comentários sobre a grande mudança operada no Brasil a partir das reações conservadoras de 2013.
Os resultados do Primeiro turno nos trouxeram a confirmação da maior realidade do Brasil nas últimas décadas: chegou a vez dos que não tinham voz.

O tempo em que tudo “terminava em pizza”

Como se sabe, o movimento conservador norte-americano deu seus primeiros passos no fim dos anos 60. De lá para cá, a defesa dos valores morais, a reação antiaborto, as derrotas do Partido Democrata, e, recentemente, a Suprema Corte mais conservadora desde 1934 mostram a pujança, continuidade e vitalidade desse movimento.

No Brasil, os primeiros movimentos de opinião pública contra o PT e a esquerda a partir de 2013 levantaram a interrogação: será que tudo isso não “terminará em pizza?”

As manifestações populares conservadoras subiram de tom e culminaram no impeachment de Dilma Rousseff.

O movimento conservador propugnando pela volta dos valores morais se afirmou com uma continuidade surpreendente, a ponto de a esquerda e do falso Centrão serem os grandes derrotados das urnas. Delenda “efeito pizza”.

Conservadores: somos a maior força do País

A mídia de esquerda e as pesquisas de opinião não tendo como esconder a sua face (lembram-se os leitores das enquetes do DATAFOLHA e o alardeado “empate técnico” entre Bolsonaro e Haddad?) procuram novamente desviar a atenção do público da grande lição destas eleições: o ressurgimento conservador e antipestista!

Como na mensagem de Júlio Cesar ao Senado romano, em que ele descreve sua vitória sobre Fárnaces II do Ponto, na Batalha de Zela, a direita conservadora pode dizer: Vim, vi e venci.

Mais adequado seria repetir a frase do Rei João III da Polônia (século XVII), após a Batalha de Viena: “Venimus, Vidimus, Deus Vincit” – Viemos, vimos, Deus venceu.

Resumão Antagonista: Haddad quer o zap de Bolsonaro

Beijar os avós é violência?

Cristina Miranda

Eu não quero saber o que um professor universitário faz na cama, só com um ou vários parceiros ao mesmo tempo, com cordas ou sem cordas. Eu não quero saber se gosta de mulheres, homens ou outros espécimes.  Não quero saber, nem tenho nada que saber, porque não me diz respeito.


Mas quero saber e devem-me uma explicação, sobre o que faz um indivíduo destes doutrinar crianças, jovens ou adultos, de acordo com a sua ideologia, sem o conhecimento nem consentimento dos pais. Porque eu posso amar quem e como eu quiser, mas não posso impingir os meus gostos nem a minha visão da vida,  como agora estes  pseudointelectuais o fazem, num lugar público, com responsabilidades públicas, com a maior desfaçatez possível. Ponto. A pergunta que todos os pais deveriam estar a formular neste momento, é: “Como chegamos até aqui?” porque é exatamente nesta resposta que temos a chave do “mistério” e da solução.


Não foi por acaso que numa ficha sociodemográfica distribuída às crianças do 5º ano, com 9/10 anos, numa escola pública, se pedia que dissessem por quem se sentiam atraídos: meninos, meninas ou outros. Há um ano que no nosso país, arrancou um projeto piloto do ensino da Teoria da Ideologia de Género nas escolas, que pretendem tornar obrigatório (veja aqui). 

É nesse projeto que se  materializa o ensino de coisas tão estapafúrdias como beijar os avós é violência   ou ninguém nasce menino ou menina porque é uma construção meramente social. Surpreendido? Não esteja. Você está a ser formatado pela ideologia que inventou esta asneirada toda, durante anos: o marxismo cultural. Quer saber como?

Vem pra Caixa você também!



Senadora Ana Amélia Lemos para presidente do Senado Federal!

Desespero

O Estado de S. Paulo

Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu ‘plano B’: fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no “subterrâneo da internet”, segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J’accuse de fancaria.

‘Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país’, afirmou Gleisi, que acrescentou: ‘O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (…) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?’

Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da “fraude eleitoral” se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado – e, mais do que isso, à História – como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

Esse ‘plano B’ foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal ‘frente democrática’ contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?

Emílio Surita, do Pânico, me representa! Confira

Renan Bolsonaro e Cristina ex-Bolsonaro


Diego Rox Oficial, 1-10-2018

José Nêumane Pinto: “Isso é um golpe nojento, vagabundo, repugnante!”

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