sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Renan Calheiros falou!

Mãe

DR (www.art61?)

Também se considera mãe do seu cão?


O Dia da Mãe na Tailândia foi comemorado não só por mães de bebés humanos mas também por mães de bebés caninos. A Pedigree e a BBDO Bangkok desenvolveram uma campanha em que o amor de mãe salta da tradicional relação entre progenitora e filhos para a ligação entre os cães e as mulheres a que se chama “donas”.

Segundo a BBDO Bangkok, é comum encarar os cães de estimação como filhos na cultura tailandesa, pelo que faria sentido comemorar o Dia da Mãe também desta forma. O conceito por detrás do vídeo “Mothers” é inédito no mundo das marcas de comida para animais, afirma a agência.


Título e Texto: Revista Marketeer, 24-8-2016

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É óbvio que eles não estão arrependidos

Rui Ramos
Catarina Martins não está arrependida, tal como Jerónimo de Sousa não está arrependido. Não têm uma única razão para isso. A actual maioria parlamentar foi a maior vitória política do PCP e do BE.  

Catarina Martins disse algures que todos os dias se arrependia da “geringonça”, e a imprensa comoveu-se. Sem razão. Catarina Martins não está arrependida, tal como Jerónimo de Sousa não está arrependido. Não têm uma única razão para isso. A actual maioria parlamentar corresponde ao que o PCP e os partidos que depois engendraram o Bloco de Esquerda propõem desde 1976. Foi a sua maior vitória política em quarenta anos.

Em 1975, contra a influência militar do PCP e da “extrema-esquerda”, formou-se em Portugal uma maioria a favor de uma democracia de tipo ocidental, no quadro da NATO e da integração europeia. Essa maioria era composta à direita pelo PSD e CDS, e à esquerda pelo PS. Perante esta maioria democrática, o PCP e depois a extrema-esquerda desenvolveram duas tácticas: uma consistiu em salvaguardar a ascendência militar no regime, colando-se ao Conselho da Revolução e ao presidente Eanes, apesar do papel de Eanes na derrota do militarismo pró-comunista em 1975; outra, foi a de separar o PS da maioria democrática, aliciando-o para uma “maioria de esquerda”.

Foi esta segunda táctica que finalmente resultou no Outono de 2015. O PCP e o BE jaziam então numa situação crítica. A contestação à “austeridade” não os fizera crescer como o Syriza na Grécia ou o Podemos em Espanha. O sindicalismo comunista declinava. Mas se as razões para uma aliança eram boas, as condições foram ainda melhores: o PCP e o BE não tiveram de renegar nada, e precisaram apenas de se calar sobre alguns assuntos. Em contrapartida, o PCP salvou os seus sindicatos e voltou a controlar um ministério, e o BE tem agora um juiz no Tribunal Constitucional.

Dilma terá coragem de enfrentar um júri?

Almir Papalardo
Está marcado para o próximo dia 29 a arguição da presidente Dilma Rousseff, se ela, até lá não amarelar. Resolveu, ao que tudo indica, tomar coragem para enfrentar a Comissão de Impeachment, valentia esta que não teve nas outras fases do processo.

Será a hora dos senadores transformados em juízes, fazer-lhes as mais variadas perguntas, usando a inteligência e a criatividade para deixá-la imobilizada, sem chances de escapulir, preferindo optar pelo silêncio covarde. Como os senadores poderão fazer qualquer tipo de indagação, englobando o "conjunto da obra", aproximadamente dez milhões de aposentados gostariam de sugerir que algum senador ou senadora, fizesse-lhe a seguinte pergunta:

“Como a senhora teve a coragem de vetar na Medida Provisória 672/2015 a Emenda que estendia para os aposentados e pensionistas que recebiam acima do piso, o mesmo percentual de correção dado ao salário mínimo, cuja validade iria até 2019? Quantos aposentados e pensionistas não sofreram um forte abalo emocional, uma crise psicofísica, provocando o encurtamento de alguns anos mais que teria para viver?”

Esta pergunta naturalmente deixará atônitos todos os participantes porque foge totalmente do foco da matéria, já que o aposentado é descartado, considerado uma carta fora do baralho, um marginalizado, não tendo os mesmos direitos de usufruir uma boa cidadania como qualquer outro cidadão! É uma aberração dentro do conjunto da obra, uma gestão perversa e preconceituosa que discrimina o trabalhador idoso, porque, devido à sua aposentadoria, não atende mais aos interesses governamentais que ainda tem o dever de sustentá-lo sem nada receber em troca!

A insustentável leveza de Catarina

José Manuel Fernandes
É fácil ser Catarina Martins, e não é por causa dos arrependimentos. É fácil porque não é preciso ter um discurso coerente, apenas seguir os ventos que sopram e repetir os lugares comuns mais na moda.

As chamadas “entrevistas de vida” são, por regra, entrevistas “fofinhas”. Faz parte: mais do que confrontar os protagonistas com as suas posições, procura-se que eles se revelem, “mostrando-se” como raramente fazem publicamente. Têm por isso uma desvantagem que é, ao mesmo tempo, uma vantagem: ao não contraditar, ou contraditar muito levemente, os entrevistados, permitem muitas vezes que eles se apresentem mais descontraídos, acabando por dizer o que não diriam se estivessem à defesa, como sucede noutro tipo de entrevistas.

Creio que, numa entrevista mais aguerrida, com perguntas mais desafiantes, Catarina Martins não teria dito o que disse este domingo ao Público: “Todos os dias me arrependo da geringonça”. Com franqueza é uma confissão que pouco adianta, pois o essencial não desaparece, e esse essencial também é admitido na mesma entrevista, quando a líder do Bloco de Esquerda não se limita a repetir a lenga-lenga sobre “travar o empobrecimento do país” como cimento da dita geringonça, mas lhe acrescenta o “afastar a direita do governo”. Mantendo-se válido este segundo objectivo, pouco custará viver com os revezes evidentes na outra frente, pois a economia não tem querido nada com a geringonça, como os números têm atestado de forma quase cruel.

Mas adiante, que o meu ponto principal nem sequer é este. É antes o absoluto vazio de pensamento político que essa mesma entrevista revela. Catarina Martins caiu no goto de muitos eleitores, até eleitores instruídos, mas espremendo o que diz apenas se encontra uma sucessão de lugares comuns cujo significado é difícil de discernir.

Um velho truque da imprensa

Rui Carmo
A partir do automóvel, um condutor palestiniano ataca soldados israelitas. Decide  sair da viatura e, supõe-se que por mero acaso, esfaqueia um militar e é abatido a tiro. A agência de notícias Reuters notícia o incidente assim: “Israeli soldier shoots dead Palestinian driver in West Bank: army.”


Permanece um mistério as razões pelas quais as armas rudimentares continuam a ser usadas para matar pessoas e a mesma agência de notícias ter alterado o título inicial da notícia para “Palestinian who stabbed Israeli soldier shot dead: army“, de modo a clarificar o incidente.
Título, Imagem e Texto: Rui Carmo, O Insurgente, 25-8-2016

A conspiração neoliberal na imprensa portuguesa e o Público

Sebastião Bugalho
Na sua crónica de opinião de hoje no Público, José Vítor Malheiros considera o Observador como um “órgão de propaganda neo-liberal”, “financiado por empresários conservadores empenhados em impor na esfera política e em defender no espaço público uma agenda de privatização de serviços públicos, desregulação económica, liberalização do mercado de trabalho, destruição de direitos sociais e demonização do Estado”.

ra o articulista, por outro lado, uma publicação ideologicamente assumida, mas à esquerda, teria “um ideário de combate às desigualdades e à injustiça social e em noticiar a actualidade a partir de um ponto de vista socialmente empenhado e intelectualmente independente dos poderes vigentes”.

O leitor fica assim a saber que, para Malheiros, a direita, ao mesmo tempo conservadora e “neo-liberal”, tenciona destruir os nossos direitos, enquanto a esquerda é “independente dos poderes vigentes”. Ora, tenho que confessar que esta novidade fez o meu dia. Além de ter passado a destacar-se uma direita conservadora em Portugal, em que o único partido que se assume de direita tem menos de 10% nas sondagens, a nossa esquerda também passou a ser “independente dos poderes vigentes”. O Partido Socialista, que da última vez que eu vi era o maior partido à esquerda do parlamento, tem, como é sabido, uma longa reputação de independência face a interesses. Perguntem à Galp e ao senhor Rocha Andrade. Ou ao Grupo Lena e ao senhor Sócrates. Estou certo que concordarão em uníssono.

A argumentação de Malheiros acerca da imprensa portuguesa é tão descabida quanto a sua análise política. Defende que o jornalista de um Observador “de esquerda” não teria lugar cativo nos “painéis de comentadores da RTP”. O canal de televisão público contratou recentemente um dos maiores opositores do PSD ao alegado “neo-liberalismo” de Passos Coelho, José Eduardo Martins; para não falar na presença assídua de Ana Drago, ex-Bloco.

Malheiros coloca mesmo a questão: porque não é o Observador apresentado como “ligado aos meios de direita radical”?

Uma pessoa que se dê ao trabalho de ler o estatuto editorial do Observador encontrará umas frases bonitas tiradas do “Sobre ser Conservador”, de Michael J. Oakeshott.

Oakeshott, que tem tanto a ver com neo-liberalismo quanto a feira de Castro e o olho do dito, foi um filósofo britânico cujos textos têm uma dimensão extraordinária de pensamento e qualidade literária, embora a sua aplicação à prática política seja limitada.

Mantida apreensão judicial de bens de ex-administrador do Instituto Aerus

RL
Por unanimidade, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou dois recursos especiais e manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) que havia decretado o arresto dos bens de ex-administrador do Instituto Aerus de Seguridade Social, devido a supostas irregularidades na gestão de planos previdenciários da entidade. O arresto é uma medida preventiva de apreensão judicial de bens, a fim de garantir futura cobrança de valores após eventual condenação.

Inicialmente, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ingressou com medida cautelar de arresto de bens contra cinco ex-administradores ligados ao Instituto Aerus de Seguridade Social, responsável pela gestão de planos de benefícios das empresas Varig, Transbrasil e Interbrasil.

Custeio dos fundos
Segundo o MPRJ, o instituto tinha o objetivo de atender os funcionários das empresas aéreas, que eram responsáveis pelo custeio dos fundos previdenciários em conjunto com as empresas empregadoras.

De acordo com o órgão ministerial, a falta de aporte de recursos das empresas aéreas (que decretaram falência ou entraram em recuperação judicial), aliada à má administração dos fundos de benefícios, resultou na decretação da liquidação extrajudicial do Instituto Aerus. O MP apontou passivos de mais de R$ 3 bilhões à época da decretação da liquidação.

Dessa forma, a medida de arresto tinha o objetivo de resguardar ação futura de indenização em virtude da existência de passivo a descoberto (quando o valor das obrigações com terceiros é superior ao dos ativos da empresa) em planos de benefícios mantidos pelo instituto previdenciário.

Provas
Em primeiro grau, o magistrado extinguiu o processo em relação a quatro ex-administradores, sob o argumento de que o Ministério Público não havia apresentado provas suficientes da responsabilidade deles no tocante aos prejuízos verificados nos planos de benefícios.

Todavia, em relação ao quinto ex-administrador, a sentença entendeu ter havido prova suficiente para a decretação de arresto de seus bens, em razão de investigação realizada pela Secretaria de Previdência Complementar. A entidade fiscalizadora apontou responsabilidade do gestor pela existência de passivo a descoberto no Instituto Aerus.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Nigel Farage to Trump Rally: ‘You Can Beat the Pollsters… You Can Beat Washington’


Raheem Kassam
Jackson, Mississippi – UK Independence Party leader Nigel Farage addressed a 10,000+ strong crowd at the Coliseum in Jackson, Mississippi, telling them to “put on their walking boots” and urging them to form their own “People’s Army” to defeat the U.S. political establishment.

Mr. Farage – who led his party (UKIP) to victory in the 2014 European Parliamentary elections, to a whopping 4m votes in the 2015 UK general election, and mostly importantly, to Britain voting to leave the European Union in 2016 – has used the “People’s Army” moniker to describe his party’s supporters for years.


Introduced by Republican Party presidential candidate Donald Trump, he told the crowd that UKIP and Brexit campaigners had defeated the UK political establishment including the big banks, the corporations, the political classes, the pollsters, and the “liberal elite” by talking to people about controlling their country, their borders, and having self-respect for themselves.

He hit out at U.S. President Barack Obama, who visited Britain during the campaign and threatened to send the country “to the back of the queue” for a trade deal with the United States if Britain voted for Brexit.


Mr. Farage has previously called Mr. Obama “despicable” and said he refused to repeat his behaviour by telling Americans how to vote.

Greg Gutfeld, da FOX NEWS, aponta racismo sutil em chamada da CNN: o politicamente correto é uma máscara

Rodrigo Constantino
Vivemos na era do politicamente correto. Isso, todos sabem. Mas o que é esse PC, e de onde ele vem? Em parte, ele é fruto do narcisismo de uma geração mimada, refém do “marketing do comportamento”. Ou seja, pessoas que precisam se considerar as mais bondosas e tolerantes do planeta, em nome de sua imagem, mas que, no fundo, não são nada disso, criaram um mecanismo de autoengano e de restrição aos seus próprios sentimentos preconceituosos. Nascia assim a ditadura do politicamente correto.

Por isso todo “progressista” costuma ser um hipócrita. Porque eles falam em nome da tolerância, da igualdade, da diversidade, mas não costumam praticar nada disso. Os sinceros chegam a acreditar que são mesmo almas abnegadas, ao contrário dos canalhas conscientes. Para evitar a dissonância cognitiva, a dor de suas próprias contradições esquizofrênicas, essa turma politicamente correta adota o velho duplo padrão, bem seletivo.

Mas os sentimentos continuam lá, embaixo do pano. Os preconceitos seguem vivos, atrás das aparências. O politicamente correto é a máscara que, um dia, cai. E essa introdução toda foi para chegar a esse exemplo: uma chamada da CNN, canal bastante “progressista”, que denota todo esse preconceito jogado para baixo do tapete.

O apresentador Greg Gutfeld, da Fox News, comentou sobre isso no programa “The Five” desta terça, chamando a atenção para o racismo sutil da chamada, que dizia algo assim: “Trump quer que seu partido corteje os negros – e então detona os direitos de voto dos prisioneiros”.


Ora, quem faz o elo entre “raça” e crime aqui é a própria CNN, não Donald Trump! Sim, é perfeitamente possível cortejar os votos dos negros e ao mesmo tempo atacar o voto dos criminosos. Quem parece não entender isso é a “progressista” CNN, que interpreta negros e criminosos como sinônimos, apontando, assim, uma suposta incoerência do candidato republicano.

OS PINGOS NOS IS – Lula para procurador-geral: “Obrigado, Janot! Não tem de ouvir o Leozinho mesmo”

A fala pertence ao "Lula Bolado", uma criação minha. Mas o Lula oficial pode tomar como sua
O agradecimento é feito a partir de 39min52s.
Atenção! Por problema técnico, o vídeo está sem som entre 24min35s e 26min55s. Não se perde conteúdo jornalístico porque é o intervalo comercial.

Banhos ao cão: semanalmente, quinzenalmente, três vezes por ano?

Há pouco, e mais uma vez, leio em um site veterinário português que... só se deve dar 3/4 banhos ao cão, por ano!

Não é à toa que o querido Kenzinho era conhecido como o "o cão mais limpo de Massamá"...

Gente, eu até concordo em dar um banho mensal ao Bill... mas três por ano?!

Aí, lembro de Kenzo (e da maioria dos cachorros que conhecia no Rio) que tomava banho semanalmente. E isso durante sete anos, no Rio!... 

Kenzinho tomando banho, 25 de julho de 2011
Aí, continuo me lembrando... será que ele não ganhou a maldita alergia por causa de tantos banhos?

E penso, e recordo.

Não. Embora compreenda a alegação dos veterinários lusos (a camada de gordura que protegeria a pele de picadas, etc...) e estranhe o absoluto silêncio dos veterinários cariocas (nunca, na minha alegre vida com Kenzo – 7 anos de Rio, caminhando mais de uma hora do Novo Leblon até o Novo Mundo, e volta!, nenhum veterinário me recomendou dar menos banhos!)

Pois, confira a recomendação desta veterinária dermatologista brasileira:


Aliás, foi com Kenzo que aprendi (entre outras coisas) que... cão cansado (se possível, exausto, de brincar, de correr ou de caminhar) é feliz!

Kenzo chegava em casa, na Aroazes, dava dois passos e deitava! Porque chegava cansado.

Mas, contudo, porém, dois minutos depois de você achar que ele tinha ‘morrido’, eis que chegava uma ‘madrinha’…

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A politização da Olimpíada e o eterno mimimi das esquerdas

Rodrigo Constantino


A marca da esquerda moderna é a politização de tudo na vida, até mesmo dos órgãos sexuais de cada um, ou do esporte. Tudo precisa virar bandeira política, ser encaixado na narrativa de “opressores e oprimidos”, a ideia de luta de classes marxista que até hoje seduz aqueles indispostos ao exercício do raciocínio honesto.

Claro que não seria diferente na Olimpíada. Se Rafaela Silva vence o ouro no judô, não foi a vitória espetacular de uma menina determinada, que contou com o apoio de voluntários em seu treinamento (conheço alguns), mas sim a marca da negra pobre que, apesar das elites, chegou no topo. O discurso precisa ser enquadrado na ideologia, apesar dos fatos.

O ouro de Thiago Braz no salto com vara criou, nesse sentido, um desafio e tanto para essa esquerda. Como adaptar o feito ao discurso de vitimização das “minorias”, se o garoto é branco, heterossexual e cristão? E pior: o que fazer diante de sua própria declaração acerca da importância de sua fé em sua conquista?

Esse foi o tema da coluna de hoje de Carlos Andreazza no GLOBO. Já antecipando toda a patrulha que virá em cima do rapaz, Andreazza dissecou a múmia esquerdista, que vive do vitimismo e enxerga golpe em todo lugar, que precisa demonizar os militares para reacender a chama dos anos 1960, já bem apagada, mas fundamental para mantê-la – múmia – viva, respirando a asfixia de suas inversões históricas. Diz Andreazza:

Aos 22 anos, é um vencedor cuja vida não empresta à exploração política — um ganhador brasileiro que não é mais sofrido que os outros, que não chegou ao lugar mais alto do pódio apesar das barreiras impostas pela sociedade, mas por consequência de seus méritos individuais, do treinamento, da concentração.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Congresso aprova LDO para 2017 com déficit de R$ 139 bi e crescimento do PIB de 1,2%

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Agência Senado

O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quarta-feira (24) o texto principal da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2017 (PLN2/2016).  Foram 252 votos favoráveis e 8 contrários entre os deputados, além de obstrução promovida por parlamentares da oposição, que não votaram. Entre os senadores, a votação foi simbólica. Ficaram pendentes de votação três destaques.

O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit de R$ 139 bilhões e prevê um crescimento de 1,2% no produto interno bruto (PIB). Caso se confirme a estimativa da lei, o Brasil completará quatro anos consecutivos de déficit fiscal e, consequentemente, de crescimento da dívida pública nacional. Além do rombo previsto a nível federal, o projeto antecipa déficits de R$ 1,1 bilhão para estados e municípios e de R$ 3 bilhões para as estatais.

A previsão do déficit foi uma alteração promovida pelo presidente interino, Michel Temer, em relação ao texto original do projeto da lei, que falava em resultado fiscal zero (nem superávit e nem déficit). As bancadas de oposição ao governo interino tentaram resgatar essa proposta através de um destaque, mas não tiveram sucesso.

Outros indicadores trazidos pelo texto para o próximo ano incluem a previsões de inflação de 4,8%, taxa de juros de 11,25% e preço do dólar a R$ 3,81.

“Realismo”
O relator da LDO, senador Wellington Fagundes (PR-MT), destacou que o projeto aprovado pelo Congresso tem como principal mérito ser “realista”. Segundo ele, essa característica pode ser alcançada porque o texto conta com dispositivos que obrigam o governo federal a limitar as suas despesas e trabalhar com uma arrecadação concreta.

— Longe de ser uma tábua de salvação, o projeto procura retratar o Brasil de hoje. Nossa realidade fiscal indica um perfil de muitas dificuldades. Não adianta incluir no texto despesas que não serão executadas. Isso gera frustração na sociedade e desvaloriza o papel do orçamento e do parlamento — afirmou o relator.

Em quem você votará para Prefeito de São Paulo?




Altino Prazeres (PSTU)

Branco/Nulo

Celso Russomano (PRB)

Delegado Olim (PP)

Denise Abreu (PMB)

Fernando Haddad (PT)

Henrique Áreas (PCO)

João Bico (PSDC)

João Doria (PSDB)

Laércio Benko (PHS)

Levy Fidelix (PRTB)

Luiza Erundina (PSOL)

Major Olimpo (Solidariedade)

Marco Feliciano (PSC)

Marta Suplicy (PMDB)

Não sei

Ricardo Young (Rede)

Roberto Trípoli (PV)

Responda na enquete que já está rolando na barra lateral.

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Em quem você votará para Prefeito de Porto Alegre?

Luciana tem 23% e Pont, 18% à disputa de Porto Alegre, diz Ibope
Nelson Marchezan Jr (PSDB) aparece com 12% e Melo (PMDB) com 10%.


Margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
G1 RS

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de Porto Alegre:

- Luciana Genro (PSOL) - 23%
- Raul Pont (PT) - 18%

- Nelson Marchezan Júnior (PSDB) - 12%
- Sebastião Melo (PMDB) - 10%

- João Carlos Rodrigues (PMN) - 3%
- Júlio Flores (PSTU) - 3%

- Mauricio Dziedricki (PTB) - 3%
- Marcello Chiodo (PV) - 2%

- Fábio Ostermann (PSL) - 1%
- Branco/nulo - 15%
- Não sabe/não respondeu - 10%

A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.

O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o protocolo RS-09253/2016.

Participe na enquete aqui na barra lateral direita 

QUIZ: Clark Gable

Com que filme Clark Gable ganhou o seu primeiro Óscar? 


A Uma Noite Aconteceu
BRevolta na Bounty
CE Tudo o Vento Levou 
DSan Francisco

Charada (293)

Patricia conheceu Rodrigo
no dia de Ano Novo de 1975.
Enquanto conversavam,
Patrícia perguntou-lhe:
“Em que ano nasceste?”
Em resposta, Rodrigo desafiou-a:
“Se somares os 4 ALGARISMOS
do ano em que estamos saberás a
RESPOSTA e também a MINHA IDADE”. 


Qual é a data de nascimento do Rodrigo?

Lealdade e verdade

Nelson Teixeira
Lealdade diz respeito à conduta de uma pessoa, seja em relação a si própria, aos seus ideais ou ao relacionamento com outras pessoas.

Em qualquer situação devemos ser leais com a verdade e com a justiça sempre.

Não devemos jamais, por interesses escusos agir com falta de lealdade.

Lealdade é virtude da alma. Sejamos leais, agindo com justiça, bondade e afeto em relação àqueles que nos cercam.

Façamos ao outro somente aquilo que gostaríamos que fizesse por nós.

Não há nada pior do que a traição, a falta de lealdade. Agir pelas costas dos outros, com a finalidade de se beneficiar prejudicando os demais demonstra falta de caráter.

Melhor ser prejudicado do que prejudicar.

Quem age com deslealdade, estará semeando espinhos e chegará a hora de colher os frutos, que não poderão ser outra coisa senão espinhos. Além disso, logo virá a dor em forma de remorso.

Portanto, sejamos leais sempre e nossa consciência não terá do que nos acusar.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-8-2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Após vencer a Roma por 3 a 0, Porto segue na Liga dos Campeões


Carteiro escreve cartas para não decepcionar cadela que ama pegar correspondência


Esqueça a birra entre cães e carteiros. A cadela Pippa de Brisbane, na Austrália, é fã do carteiro do bairro e gosta de pegar a correspondência de sua família todos os dias. Mas nem sempre há cartas para a casa e, para não decepcioná-la, o carteiro Martin Struder escreve cartões postais e entrega a ela.


Martin compartilhou a história em seu facebook e, rapidamente, encantou milhares de pessoas que compartilharam as fotos da cadela feliz com sua cartinha. “Às vezes, Pippa sai para receber as cartas, mas não há nada para ela recolher. Então, eu tenho que improvisar”, escreveu o carteiro. No texto escrito para a cadela, ele demonstrou o carinho ao escrever “Carta para Pippa” ao lado de dois corações. Pippa, claro, pareceu bem contente com a iniciativa.


Título, Imagens e Texto: Jorna EXTRA, 23-8-2016

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Petição Pública 73539 ainda não foi ao Parlamento!

Leio na Sábado:

Quatro mil
Em quatro dias, uma petição pública online para que se crie, em Portugal, o estatuto do cuidador informal de pessoas com Alzheimer ou outras demências associadas ao envelhecimento conseguiu as 4 mil assinaturas necessárias para ir ao parlamento.
Grifos meus.

A petição pública online “Por que os contribuintes portugueses não podem ajudar entidades que cuidam de outros seres, que não humanos? está com 5 715 assinaturas! e ainda não foi ao parlamento!



A cronologia (em ordem inversa):