terça-feira, 13 de novembro de 2018

PT, PSDB e MDB fazem lobby indireto por comando do Itamaraty

Claudio Dantas

Desde que foi eleito, Jair Bolsonaro tem recebido diferentes sugestões para o comando da política externa – muitas delas através de notinhas plantadas na imprensa.

O presidente eleito precisa ter cuidado redobrado, pois é intenso o lobby de petistas, tucanos e até emedebistas/sarneyzistas.

O Antagonista sabe que Celso Amorim, Seixas Corrêa e Sérgio Amaral trabalham intensamente nos bastidores. Bolsonaro precisa evitar essa gente, caso queira imprimir uma nova diplomacia.
Título e Texto: Claudio Dantas, o antagonista, 13-11-2018

Apontamento sobre as visitas à nossa revista

Nos últimos meses a média de visitas à nossa revista é de 3 000 visualizações.
Claro, estamos MUITO longe do recorde alcançado no dia 29 de setembro de 2016:
609 189 acessos!

Mais de meio milhão!

Ontem, segunda-feira, 12 de novembro: 4 261 acessos.


Neste momento já são 7 956 visualizações. Amanhã informarei o número exato.

Muito obrigado!


Abraços e beijos de carinho./-


[Aparecido rasga o verbo] Furna da onça

Aparecido Raimundo de Souza

BIGORNINHO JÚNIOR CHEGOU DA ESCOLA jogou, de qualquer jeito, os cadernos em cima do aparelho de som e se dirigiu ao homem que lia um jornal sentado diante da televisão ligada falando sozinha para as paredes. Dividia os pés ensapatados e sujos de terra com um gato preto que dormia tranquilamente recostado sobre uma almofada vermelha.
- Pai, o senhor poderia me explicar qual é a função do aparelho reprodutor do homem e da mulher?

Bigórnio ficou furioso. O filho vinha da rua feito um furacão e, da maneira mais malcriada possível, interrompia a sua leitura, como se isso fosse à coisa mais natural do mundo. 
- Eu? Logo eu?
- Sim Pai. Tem mais alguém aqui?
- Tirando o gato, a televisão.
- Ela não é gente, Pai. Nem o Berlioz.
- Mas fala. Não está ouvindo?

O guri pegou o controle remoto e acionou o botãozinho que indicava desligar. Proft.
- Pronto.  
- Falta o bichano.
- Ele não está nem aí.
- Sem educação. Estava assistindo...
- Deixa de conversa fiada, Pai. O senhor lia o jornal.
- Está me chamando de mentiroso?
- Claro que não, mas é verdade!
- O quê? - Seu sem vergonha filho de uma égua. Onde aprendeu tanta falta de educação e desrespeito aos mais velhos?
- Com o senhor.
- Não me tire do sério, seu pirralho, ou te meto a mão no meio da fuça. Vá se livrar desse uniforme ridículo.

O garoto parecia resoluto na sua determinação de não arredar da frente do pai.
- Primeiro me fale dos tais aparelhos.
- Aparelhos? Que aparelhos?
- Os reprodutores do homem e da mulher.
- Para que quer saber?
- Preciso apresentar um trabalho escrito em forma de redação até depois de amanhã.
- Vá atrás de seus amiguinhos Tiago e Huguinho.
- Estão de férias Pai. Viajaram.
- Bem feito. Você não estuda! Só quer saber de jogar bola. Por isso vive de recuperação. Tem mais é que puxar carroça, como eu. A propósito: no seu aniversário vou lhe dar um burro de presente.
- Só estou seguindo seu caminho.

Fake news, uma arma sutil de manipulação


Santiago Escobar

“Menti, menti, algo sempre ficará” – diz uma conhecida frase atribuída a Voltaire e usada desde então por filósofos e políticos.

Hoje há muita informação chamada fake news. A questão que surge é qual é o interesse em espalhar notícias falsas.

Ao longo deste artigo, tentaremos desvendar essa questão a fim de dar resposta a um problema que causa indignação e desconforto na maioria das pessoas.

Sabemos que o pai da mentira é o diabo, o inimigo infernal que enganou Eva no Paraíso, prometendo que se eles comessem do fruto proibido seriam como deuses. Eva aceitou a tentação e deixou-se encantar pela serpente. Dizemos “encantar” porque esse réptil usa essa estratégia com sua vítima para paralisá-la e depois injetar-lhe seu veneno.

Nós vemos que mentir é sempre um símbolo de traição e conspiração.

No entanto, Nosso Senhor Jesus Cristo deixa claro no Evangelho: “Eu sou o caminho a verdade e a vida” (Jo 14,6), isto é, o próprio Deus declara ser a verdade absoluta, e isso nos ensina que aqueles que promovem a iniquidade são homens que restringem a verdade ou a substituem por mentiras.

Há nações que se caracterizam por seu alto senso de honestidade. Nos EUA, por exemplo, uma das coisas mais sérias é mentir. É um vício considerado vil e execrável, deixando as pessoas mentirosas completamente isoladas e socialmente desprezadas.

E o Óscar de melhor argumento original vai para… João Salaviza

Sérgio Barreto Costa


Habituados que estamos, historicamente, a que a verdade domine a política e caracterize os políticos, é natural esta surpresa generalizada diante do mundo novo das fake news. É certo que os investigadores nos falam, a propósito da Batalha de Kadesh, de uma gigantesca campanha de mentiras orquestrada a partir da cúpula do poder imperial de Ramsés II (obrigado, Yul Brynner): o faraó egípcio, nesse célebre episódio, mandou inscrever nas pedras das mais imponentes construções da época o relato da sua gloriosa e retumbante vitória contra os Hititas, algo que seria bastante justo caso tivesse de facto vencido, o que não aconteceu. Mas isso foi no séc. XIII antes de Cristo, não sendo por isso minimamente representativo da honestidade que os políticos cultivaram durante os 3 290 anos que se interpuseram entre as aldrabices de Ramsés o Grande e as aldrabices de Donald Trump.

Embora haja neste momento um enorme pessimismo sobre a eficácia do combate às notícias falsas, eu confio na resolução do problema. E fui invadido por essa confiança quando li o texto que o realizador João Salaviza escreveu no jornal Público, relativo às presidenciais brasileiras, no qual lamentava a propagação de mentiras durante a campanha eleitoral. Quando um especialista em difundir patranhas se vira contra a difusão de patranhas, só podemos ter esperança de que todos os outros façam o mesmo e o fenômeno se extinga.

Recordemos, para contextualizar a conversão do cineasta, um episódio relativamente recente: há cerca de meio ano, comentando o filme que rodou no Aleixo, o autor desabafou sobre o pesadelo que representa ainda hoje a sinistra comemoração de Rui Rio, que se pôs a brindar com champanhe durante a demolição das torres do bairro portuense. Salaviza olha para essas imagens e considera-as tenebrosas e traumáticas, o que seria uma opinião perfeitamente legítima não fosse o caso de elas não existirem! Sabemos bem que os artistas têm uma sensibilidade especial para analisar os acontecimentos, mas os dotes artísticos de Salaviza são tão extraordinários que essa sensibilidade se manifesta até na análise do que nunca aconteceu. Se fosse um vulgar cidadão a imaginar coisas destas, teríamos de lhe dar medicação; sendo um realizador de cinema, merece que lhe seja dada a Palma de Ouro.

As notícias falsas não nasceram nas redes sociais porque sempre existiram

Cristina Miranda

Hoje chamam-lhe “Fake News” porque dá estilo falar americanizado. Dantes eram designados apenas por boatos, a arte de descredibilizar e atacar o adversário, mais antiga do mundo. Lembrou  Carlos Abreu Amorim no facebook, e muito bem, que “a melhor e mais proveitosa “fake news”  aconteceu em 1383, quando “O Mestre de Avis e amigos foram ao Paço matar o Conde de Andeiro e puseram os pajens e o cúmplice Álvaro Pais a gritar pelas ruas de Lisboa:
“Todos ao Paço que matam o Mestre! Venham que matam o Mestre que é filho de El-Rei D. Pedro!” Ou seja, o futuro D. João I e os seus, foram matar um inimigo político e, à cautela, puseram o povo em armas em frente ao Paço, já quase a arrombar as portas, porque espalharam a “fake news” de que eram eles que estavam prestes a ser assassinados”.  Onde está a novidade que tanto agita hoje governo e comunicação social? Simples:  é que hoje as falsas notícias já não são controladas por eles.

A arte de manipular é antiga. Mas foi com a imprensa que ela se tornou mais eficaz. Se um boato lançado boca a boca já corre várias cidades, um boato escrito na imprensa, faz uma volta ao mundo. Por isso Gramsci, depois de ver fracassado o marxismo da luta de classes pelo proletariado, virou-se brilhantemente para a “revolução” através das letras tendo dito: “Não tomem os quartéis, tomem as escolas e universidades; não ataquem blindados, ataquem ideias”. E ainda: “Os jornais são aparelhos ideológicos cuja função é transformar uma verdade de classe num senso comum, assimilado pelas demais classes como verdade coletiva – isto é, exerce o papel cultural de propagador de ideologia. Ela embute uma ética, mas também a ética não é inocente: ela é uma ética de classe”. Foi o marxismo cultural que ideologicamente deu o mote para transformar nossa sociedade numa incubadora de falsas verdades para desconstruir valores, conceitos e culturas. Criar um pensamento único em que a verdade é somente aquela que eles defendem e mais nenhuma.

Com este princípio posto em ação, silenciosamente, durante décadas, as sociedades sem se darem conta, foram sendo doutrinadas por um batalhão de gente que controla os meios de difusão das letras sob o batuque dos políticos que assim que se apoderam do poder, tudo fazem para controlar a notícia e a História  a seu favor. Uns de forma sutil outros completamente à descarada como foi o caso em Portugal de Sócrates que queria comprar a TVI para a silenciar e manipular a informação.

Um retrato da Igreja no Brasil

FratresInUnum.com

“A Igreja deu o seu povo para o movimento socialista, que o perdeu para os protestantes”. Esta frase do nosso último editorial, como um flash, resume a trágica situação em que nos encontramos.


É praticamente indescritível a sensação de expatriados que os católicos comuns sentem na Igreja do Brasil. Os cenários são aterradores e apenas demonstram como o clero perdeu completamente a conexão com o seu povo. Falamos como leigos.

De um lado, padres da teologia da libertação, que usam seus sermões como desculpa para a tentativa de doutrinação socialista, mas são como uma vitrola quebrada, apenas repetem chavões, ideias marteladas obsessivamente, para um público de idosas que permaneceram ali por pura inércia. Os outros, já se foram. De outro lado, conscientes da derrota para os protestantes, alguns padres adotam a mesma retórica dos pastores pentecostais e, na disputa entre quem é mais protestante, é óbvio que os protestantes acabam levando vantagem.

Em algumas igrejas, você não percebe muito bem se o que está diante de você é um padre, um coach, um comediante ou um(a) apresentador(a) de programa da tarde. São aqueles sermões: “sete passos para achar marido” ou “dê um gostinho diferente pra vidinha”… Enfim, tudo tão patético, uma palhaçada tão mal feita que dá vergonha até em quem está passando na rua!

A vida se torna um inferno para alguém que só quer ser simplesmente católico, sem esquisitices e excentricidades. Não passa pela cabeça desses senhores que um fiel queira apenas um sermão piedoso, doutrinal, baseado nas Sagradas Escrituras. Se quisesse um show-man ou um militante comunista, iria para uma stand up ou para o diretório do PT ou do PSOL.

Bolsonaro fraquejou

o antagonista

Jair Bolsonaro foi mole com os senadores que aprovaram o aumento dos salários do STF.

Diz Fernando Gabeira:


“Bolsonaro reagiu de uma forma discreta. Temo que não tenha percebido a extensão do golpe. Aliás, temo mais ainda, que ele não tenha ainda compreendido o caráter parasitário e atrasado da grande máquina estatal.

Não tenho condições de questionar a mudança dos outros, porque também mudo. Mas afirmar que não contingencia o orçamento das Forças Armadas é prematuro. Isso só se faz com a noção bem clara do conjunto. E se houver um gargalo na saúde? (…)

Tanto Bolsonaro como Guedes têm afirmado que o fracasso do seu governo poderia trazer o PT de volta. Dependendo do fracasso e das circunstâncias, pode surgir algo mais radical ainda.

Nada começou ainda. Mas nesses momentos de transição, creio que o presidente deveria brigar mais contra essas benesses de fim de mandato (…).

Não me surpreende pauta-bomba em fim de mandato. Sempre foi assim. O que me surpreendeu foi como os novos atores foram polidos e discretos diante desse tipo de facada.”
Título e Texto: o antagonista, 12-11-2018

A mentira

Nelson Teixeira

Muitos podem ser os defeitos ou imperfeições que carregamos conosco, mas a mentira é algo muito dificultoso para o nosso progresso evolutivo, pois mentir para os outros não é bom, mas mentir para nós mesmo é ainda pior.

A mentira, além de tudo é progressiva, visto que precisamos sempre contar uma outra mentira para salvar a anterior.

Mentir é algo muito triste pois nos tira algo fundamental que nos caracteriza, que é a credibilidade.

Mentir para os outros é um péssimo defeito, mas mentir para si próprio é ainda mais grave. Nunca se deixe levar por menor que seja as mentiras que ainda estão com você.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 13-11-2018

Charada (663)

Qual o
nome
próprio
que se esconde
nesta estranha
palavra?
AMONAR.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

[Foco no fosso] Não basta apenas rezar

Haroldo P. Barboza

Houve uma época num passado remoto em que a Igreja Católica exerceu o poder de administração de algumas nações. Por ser composta de seres humanos, também cometeu seus desatinos e algumas injustiças. E qualquer que seja a entidade que venha exercer esta função haverá de passar por esta ocorrência. Não vamos ser hipócritas a ponto de desejar a sociedade perfeita. O que procuramos é a sociedade suportável, onde as realizações sejam voltadas para a maioria, que sejam transparentes e que ao acontecer o erro, haja honestidade do gestor em admiti-lo e esforço no sentido de corrigi-lo da melhor maneira possível.

Imaginemos uma avenida longa que tenha sido construída sem retornos e por onde atravessam 40.000 veículos por dia. Surgirão reclamações de 4.000 moradores da região e de outros 40.000 que atravessam o local engarrafado diariamente. Após algumas ponderações, o engenheiro explica o motivo de não existirem os retornos em seu projeto (na verdade deveria ter tentado algumas opiniões da comunidade antes da obra). Mas acaba aceitando sugestões e os abre em 4 ou 5 pontos ao longo da via. Depois disto, uns 100 moradores da região ainda vão reclamar que tais retornos foram mal feitos, pois terão de transitar 1 km ou realizar uma perigosa contramão de 20 metros. Neste caso, não há como atender a estes insatisfeitos. É o sacrifício aceitável de 100 em prol de 43.900 pessoas.

O importante é que haja participação do maior número de pessoas e entidades representativas ao lado do governo eleito, para sugerir as prioridades sociais e fiscalizar as ações destes governantes. Hoje, sentimos que a Igreja não participa ativamente deste processo. Limita-se a suprir a fome de desesperados obtendo recursos junto a desamparados em potencial. Pouco faz junto à administração pública no sentido de evitar o surgimento de novos desamparados. Orienta para que o rebanho reze para que a luz se faça na cabeça dos governantes. Afinal de contas, riscar um fósforo não é um pecado imperdoável. Se todos nós riscarmos um palito e desfilarmos com velas acesas em frente aos palácios das elites, certamente os resultados virão com menos sessões de reza (temos de perder o hábito de apenas ficar pedindo milagres aos santos - temos de fazer nossa parte). Ela só se pronunciou com mais ênfase quando uma tv comandou a queda de Collor (dizem que a rede de tv se comprometeu a recuperar algumas igrejas despedaçadas). Estará ela contente com o atual modelo que massacra seus fiéis impunemente e os leva a ingressar em outros grupos religiosos que gritam mais alto?

CNBB: fim de vida amargo


Péricles Capanema

Desde há muitos anos a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) tem sido linha auxiliar do PT. O CIMI (Conselho Indigenista Missionário), órgão da CNBB, a mesma coisa, estridência maior a favor da esquerda. A CPT (Comissão Pastoral da Terra), também órgão da CNBB, igual, escarcéu favorecedor do comunismo de arrebentar os tímpanos. Congruentemente, recebiam elogios de morubixabas da esquerda, do tipo Fidel ou Raul Castro — os lobos uivavam em defesa dos pastores. E assim, dentro da Igreja, para tristeza dos católicos, tais entidades têm presença desagregadora. São fermentos de discórdia e fatores de exclusão, pois a maioria dos fiéis se julga rejeitada por elas. Tais fatos se tornaram largamente anacrônicos? Aspectos do Brasil de ontem? O quadro está se movendo.

Diante da inconformidade generalizada contra o lulopetismo, sentimentos que elegeram Jair Bolsonaro, parte da esquerda está se distanciando rápida e ruidosamente do PT e de Lula, buscando assim se viabilizar eleitoralmente para os próximos anos. Seria uma esquerda em que a roubalheira, a malandragem e a incompetência não constituiriam traços repugnantes e dominantes.

Como a tal esquerda em formação (o esboço está no PDT, PC do B, PSB, acenos à Rede, parlamentares do PSDB e PPS) tratará a esquerda católica, suja dos pés à cabeça, com os abraços líricos e os auxílios efetivos que propiciou ao petismo? Todos se lembram, durante todos esses anos, ela calou-se vergonhosamente diante do desastre econômico e da gatunagem. As primeiras manifestações sugerem que a tal nova esquerda não faz tanta questão de apoios na esquerda católica. A razão é simples: não quer se sujar e, com isso, arriscar-se a perder votos.

Brilhante entrevista de Sérgio Moro ao 'Fantástico'

A apresentadora do Fantástico, Poliana Abritta, foi a Curitiba para uma entrevista com o juiz Sérgio Moro, que está de mudança pra Brasília a partir de janeiro. Ele assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sob elogios e críticas, o juiz Sérgio Moro aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro.

A esperança

Nelson Teixeira

Uma das grandes virtudes que possuímos é a esperança. Para termos um futuro melhor é preciso que tenhamos esperança.

A esperança está longe do poder, é querer, pois temos necessidade da esperança. É fundamental que todos tenhamos esperança em dias melhores, caso contrário seremos pessimistas, e passamos a viver sem perspectiva.

Quando perdemos a esperança, normalmente nos tornamos amargos e melancólicos.

Para novos desafios ou fazer algo diferente, há a necessidade de termos a esperança ao nosso lado.

Só o esperançoso conseguirá reverter qualquer obstáculo à sua frente. Sem esperança por menor que seja, perdemos o foco para melhores realizações. Sem esperança perdemos o amanhã.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 12-11-2018

Charada (662)

O Barnabé pretende afixar
um novo reclamo publicitário
na fachada do seu restaurante.
Considerando que o reclamo
é uma placa quadrada com
1,20 metros de lado,
e que o Barnabé terá de colocar
5 parafusos, de forma
equidistante,
em cada um dos lados da placa,
quantos parafusos, no total,
serão necessários
para afixar o reclamo?

domingo, 11 de novembro de 2018

Marcelo Madureira divide a alegria que sentiu com o anúncio da extinção do Ministério do Trabalho

Bolsonaro sai de casa neste domingo, 11 de novembro...


Evil Gamers Brasil, 11-11-2018

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[Pernoitar, comer e beber fora] Adegão Português

Quando cheguei ao Brasil (no dia 29 de março de 1972) este restaurante já existia. Foi aberto em 1964.


Naquela década e nas décadas seguintes era muito bem comentado. Estou me referindo ao Adegão Português, que (ainda) fica no Campo de São Cristóvão. Atualmente tem duas filiais, no Rio Design Barra e em Ipanema.

Poucas vezes, talvez umas três, fui ao Adegão Português, em São Cristóvão, nas décadas de 70, 80 e 90. Uma vez por década 😉. Mantinha uma imagem na minha mente de um restaurante muito bom e farto, talvez um pouco caro. (Conceito subjetivo, defendo).

Mas, mais tarde, nos primeiros anos da década de 2000 fui várias vezes a São Cristóvão, e uma vez ao Rio Design. Lembro de ter comentado com a demoiselle que então me acompanhava que este, o da Barra, não era tão bom quanto o de São Cristóvão.

E sempre que fomos ao Adegão, tanto quem me acompanhava e eu, éramos ‘unânimes’ na tecelagem de elogios.

Pois então, na véspera do feriado de 1º de novembro, quando perguntado onde queria jantar, observado que o casal que me acompanharia já se encontrava na vizinhança do Campo de São Cristóvão, sugeri com entusiasmo e salivando: Adegão Português!

E fomos, o casal VG e ER e este ‘comilão’, ao Adegão Português de São Cristóvão. A expectativa era grande, como já perceberam.

Adentramos no restaurante, por volta das 20h, véspera de feriado. No salão do restaurante um casal cliente.

A epistocracia dos 'democratas'

João Pereira Coutinho

AQUI HÁ UNS TEMPOS, li e diverti -me com um livro de Jason Brennan, já editado em Portugal. Intitula-se Contra a Democracia (Gradiva) e a tese do autor, na boa tradição platónica, é simples: a democracia não presta; precisamos de uma epistocracia (tradução: só os sabedores devem poder votar).

No livro, Brennan propõe vários esquemas para realizar o seu plano. Um deles consiste na realização de um exame "técnico" por todos os candidatos a eleitores. Exatamente como acontece nos exames de código para quem deseja tirar a carta.

O livro é interessante – como exercício filosófico. Mas é também delirante pelo motivo mais óbvio, que escapou ao autor: uma epistocracia só seria possível à lei da bala.

Curiosamente, esta evidência também não ocorre aos nossos "democratas", que nas suas prosas anti-Bolsonaro suspiram por um regime onde só vota quem pensa como eles.

Estranho mundo, este, em que os defensores da democracia sonham com a instituição de uma ditadura.
Título e Texto: João Pereira Coutinho, SÁBADO, nº 758, de 8 a 14 de novembro de 2018

[Flagrantes do quotidiano] Os avós que deseducam

Ângela Marques

O neto não se afastou da saia da avó e, aproveitando isso, a avó plantou-lhe amor em cada centímetro de pele.


Era Verão, mas, no calendário daquela avó, a segunda semana de Agosto tinha um grande círculo vermelho à volta, símbolo universal para "dia tão ou mais importante que a véspera de Natal". Ela não conseguia (e na verdade não tentava nem um bocadinho) disfarçar a ansiedade: o neto emigrado ia voltar à aldeia - uma aldeia onde ele nunca tinha estado, mas que, quisesse ele ou não, lhe estava gravada no GPS interno como "casa".

Para ele, sentia ela, aquela aldeia teria de ser esse lugar mágico, parque de diversões e ninho ao mesmo tempo. Para o explicar numa Web Summit privada, ela falava numa língua que só os avós conhecem e dominam e que é feita de pulos e palminhas, olhos nublados a mareados e abraços tão apertados como imaginados.

Lá ao longe, o neto não sabia, mas aquela avó-árvore, mistura de eucalipto com embondeiro - alta, forte, muito forte e muito alta -, já dormia a pensar na sua chegada e acordava a sonhar com dias feitos de mimo. Refém do futuro, ela nem se queixava dos poucos dias que o neto passaria com ela - não tinha tempo a perder.

Funcionário tímido não cobrava ingressos

Um funcionário do Jardim Nacional Shinjuku Gyoen, em Tóquio, no Japão, não cobrou as entradas durante dois anos e meio, por ser tímido.

Foto: Yasumi Nishi/JNTO
O homem, de 70 anos, que só fala japonês, deixava entrar os estrangeiros sem pagar para evitar problemas de comunicação.

Quando foi descoberto, para pagar o prejuízo propôs descontarem-lhe mensalmente metade da sua reforma de €2.350.

O jardim terá perdido €195 mil, já que ele deixou entrar cerca de 160 mil pessoas.
Fonte: Revista Sábado, nº 758, de 8 a 14 de novembro de 2018

Bolsonaro fala sobre o aumento do STF

Scandales de fraude électorale aux Etats-Unis : comme par hasard, tous profitent aux Démocrates

Jean-Patrick Grumberg

Brenda Snipes, responsable du bureau de vote au centre de la fraude en Floride
Les soupçons de fraude commencent ainsi : le soir de l’élection, un candidat Républicain a une avance importante. Puis dans les jours qui suivent, alors que les votes de l’armée et de l’étranger sont dépouillés, des bulletins « réapparaissent ». Et étrangement, l’avance du candidat disparaît.

· Jeudi dernier, le gouverneur de la Floride, Rick Scott, a poursuivi en justice Brenda Snipes,superviseur des élections du comté de Broward, alléguant que son bureau a caché des « informations cruciales » sur les électeurs.
·   Une poursuite distincte déposée le Comité National Républicain contre le comté de Broward est également en cours (2).

Le procès, intenté jeudi soir, accuse le bureau de Snipes de ne pas avoir tenu à jour les dossiers concernant le nombre de personnes qui ont voté, le nombre de bulletins de vote qui ont été comptés, et le nombre de votes qui n’ont pas encore été comptés.

« Le manque de transparence soulève de sérieuses inquiétudes quant à la validité du processus électoral », peut-on lire dans son procès. Il exige la tenue d’une audience d’urgence pour forcer le conseil du comté à soumettre les résultats des élections à la Division des élections de l’État.

Floride
Le candidat Républicain avait 56 000 votes d’avance le soir de l’élection. 4 jours plus tard, il n’en avait plus que 13 000.

·       Le soir de l’élection, le comté de Broward rapportait environ 634 000 votes comme ils doivent le faire.
·      Deux jours plus tard, le nombre passait à 695 000. Plus tard dans la journée, 10 000 votes de plus apparaissaient comme par magie. Plusieurs milliers d’autres étaient encore découverts quelques heures plus tard. Et cela continua encore et encore.

La loi électorale de Floride stipule que le comité de dépouillement des votes doit remettre au département d’Etat le nombre total de votes dans les 30 minutes qui suivent la fermeture des bureaux. La loi ajoute que les « votes provisionnels », c’est à dire qui demandent que l’identité du votant soit vérifiée, doivent être communiqués au département d’Etat au moins toutes les 45 minutes jusqu’à ce que tous les bulletins soient validés.

La Floride a 67 comtés. 65 d’entre eux – y compris ceux qui ont été ravagés par le dernier ouragan – se sont strictement conformés à la règle et ont agi dans le cadre de la loi. 65 sauf 2…
Dans ces deux comtés, dont l’un est dirigé par Brenda Snipes, et comporte 50% d’électeurs Démocrates, personne ne peut dire où les bulletins qui apparaissent se trouvaient pendant tous ces jours, pourquoi ils manquaient, où ils étaient, et pourquoi ces deux comtés – dont l’un est très peuple et massivement Démocrate – ont violé la loi électorale.
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