terça-feira, 16 de julho de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] Poliphonia reserva tinto 2015

Região: Alentejo
Tipo: Vinho Tinto
Graduação: 14,5%
Tamanho: 750 ml
Castas: Alicante Bouschet, Syrah, Aragonêz, Petit Verdot
Enólogo: Pedro Baptista
Colheita: 2015

Vinificação:
Feito de uma mistura de diversas variedades de uva e amadurecido em barricas novas de carvalho francês esta Reserva é um vinho muito complexo. A acidez bem equilibrada faz deste vinho uma escolha muito elegante e fresco para uma refeição especial. Fermentado em tanques de mármore com temperatura controlada. O vinho, em seguida, maceração “mentiras sur” em cubas. Os occurres fermetation maloláctica em cubas de carvalho francês grande. Maturação de 12 meses em barricas novas de carvalho francês.

Notas de prova:
Cor púrpura. Notas de aromas de frutas e geleia maduros. folhas de tabaco e canela. Densa e concentrada. Exibe forte estrutura com taninos firmes, mas suave, associado com uma acidez correta. Termina em notas aromáticas longos de frutas vermelhas.

Conselhos de armazenar e servir:
Servir a uma temperatura de 16 ° C a 18 ° C.

Emparelhamento com comida:
Este vinho finamente acompanha carnes vermelhas, carne assada e carnes grelhadas.

Críticas e prémios:
. 16,5 pontos Revista de Vinhos;
. Medalha de Prata Concours Mondial de Bruxelles 2014 (2012);
. Recomendado International Wine Challenge 2014 (2012);
. Medalha de Prata Concours Mondial de Bruxelles 2013 (2011);
. Recomendado Decanter World Wine Awards 2013 (2011);
. Medalha de Bronze International Wine Challenge 2013 (2011);
. Medalha de Ouro Concours Mondial de Bruxelles 2012 (2009);
. Medalha de Prata Decanter World Wine Awards 2012 (2009);
. Recomendado International Wine Challenge 2012 (2009).

E (muito) recomendado por mim. 😉

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Sínodo da Amazônia ou Concílio Vaticano III?


Marcos Luiz Garcia
            
Para todos nós católicos, o panorama na Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana se enegrece cada dia mais.
           
A ofensiva esquerdista que está sendo preparada através do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia prenuncia uma verdadeira revolução, não só a respeito do modo de se considerar a Igreja, mas com reflexos apocalípticos para toda a ordem mundial.

Há pouco foi publicado o documento Instrumentum laboris, que define a pauta desse Sínodo. É verdadeiramente assustador! Mais apropriadamente, poderia chamar-se Documento Preparatório para o Concílio Vaticano III, pois o Sínodo Pan-Amazônico está para o Concílio Vaticano II como este está para o Concílio de Trento.
           
Em outras palavras, a verdadeira explosão de modificações pastorais e doutrinárias que o Concílio Vaticano II provocou na Igreja se repetirá com o lançamento da Igreja Amazônica, mas num âmbito muitíssimo mais grave e radical. A tal hermenêutica da continuidade, já impossível, pura e simplesmente se evapora.
           
Para ajudar a compreender melhor o que estou dizendo cumpre retroceder ao Pontificado antimodernista de São Pio X, que pautou sua vida em combater o modernismo, heresia que, segundo ele, continha em si todas as heresias.
           
Após São Pio X começou um afrouxamento no combate ao modernismo, que depois deu lugar à ascensão paulatina de uma doutrina que é o próprio modernismo revestido de hipócritas aparências, o chamado progressismo.
           
Ao mesmo tempo, um amolecimento sentimental gerado na alma dos católicos subtraiu-lhes a combatividade e inoculou um espírito entreguista, concessivo e meloso, o qual foi se acentuando até o Concílio Vaticano II.
           
Suficientemente amolecidos os católicos, foi possível lançar as “novidades” do Vaticano II e, depois, a crescente desfiguração do espírito e da mentalidade católicas. A Teologia da Libertação ganhou impulso e a esquerda católica robusteceu-se muito.

Uma parte dos fieis se escandalizou com o progressismo e o recusou. A estes foi oferecido, em lugar da espiritualidade tradicional católica, um carismatismo oriundo dos protestantes pentecostais americanos.
           
Essa mudança na Igreja escandalizou muitos católicos de fé fraca, que por falta de convicções profundas preferiram abandoná-la em troca de religiões protestantes.

Suposto jornalismo


O Antagonista, 16-7-2019

Os palestrantes do STF vão condenar o palestrante Deltan?


Os Pingos nos Is, 16-7-2019

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[Aparecido rasga o verbo] Por fora, bela viola... por dentro...

Aparecido Raimundo de Souza

É RIDÍCULO E VERGONHOSO, caricato e pilhérico tratarem o Lula como se ele fosse um santo. Pior, um deus. Lula não é santo, nem deus. No caso aqui em tela, Lula é um diabo em figura de gente totalmente feito de merda. Da pior delas, ou a mais fedorenta. Algumas pessoas vão além do extremo da imbecilidade galopante e o sustentam no albor de presidente Lula. E o veneram, o reverenciam, como se ele fosse, de fato, um rei. Em decorrência dessas “idiolatrias” estapafúrdicas, deixamos uma pergunta dançando em baila: senhoras e senhores, Lula é presidente: presidente do quê?!

Ora, prezados. Vamos e convenhamos. Se fosse o nosso chão sagrado, um país sério, um país onde a corrupção se mostrasse zero, os ladrões meia dúzia de gatos pingados, a ladroagem um pontinho no infinito, ainda se aceitaria tal honraria (mesmo que dirigido erroneamente a um crápula, um marginal). A figura “pitocaresca” (pitoresca com picareta) de Lula é a mesma de um assassino que assalta que mata que manda dar cabo da mãe e do pai por míseros trocados. Lula foi um presidente da pior qualidade. Um boçal sem escrúpulos, que meteu as mãos até dizer chega e roubou ao absurdo de não ter mais onde enfiar dinheiro.

Em paralelo, o brazzzil sempre foi um país de aproveitadores, de vagabundos, de salafrários. Não nos esqueçamos de um detalhe. Somos a única nação em todo o planeta que conseguimos ter (ao mesmo tempo) dois chefes de estado engaiolados e mais sujos do que pau de galinheiro. Sentimos, nessa hora, pena das galinhas. Por isso, pedimos, com veemência, perdão às coitadinhas. Pois bem. Nessa toada de Lulas, Dilmas, Temers e outras pústulas malucas, não passa o brazzzil do presidente Mula, de um chão selvagem, bancarrotado, enfiado num orifício maior que o rabo do Temer. Desculpem. Maior que o rombo dos engravatados que fingem lutar ferrenhamente de unhas e dentes por uma sociedade melhor e mais igualitária.  Ledo engano!

A “Câma-ra” dos deputados é uma puta casa de mãe joana. O “Sernado” federal idem. A nossa justiça é uma “vagaba” bem safada e seus representantes se vendem por tostões. Tostões, claro, grosso modo falando. O que rola por baixo das cuecas desses senhores da lei, deixa Deus com os cabelos dos pentelhos em pé. No mesmo saco de vermes peçonhentos, mantemos, em brazzzilia, um colegiado de bons faladores, verdade seja dita. Homens de linguagens perfeitas. Assistir a uma seção, seja no STJ ou STF, é passar por um verdadeiro exercício de conhecimento da língua pátria, onde o português se vê expressado sem erros de ortografia e, via de mão única, sem pronúncias erradas.

Charada (939)


Quando chegou à porta
de uma casa, Filipe viu três
interruptores. Ele sabia
que três interruptores
acendiam três candeeiros
que ele não podia ver
por estarem no interior
da casa. Considerando
que Filipe já tinha a solução
quando entrou, como é que ele
descobriu quais os interruptores
que acendiam cada um dos três
candeeiros?

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Moleskine (15 de julho de 2019): Macron, o vaiado, pode, Trump, não


Macron, o vaiado, pode, Trump, não

Ontem, 14 de julho, realizou-se o tradicional desfile MILITAR na Avenida Champs Élysées. E, como sempre, ‘presidido’ pelo presidente da França em exercício. Curiosamente, não me chegou nenhuma reportagem da CNN, servilmente papagaiada pela imprensa d’aquém e d’além mar, nos mostrando ‘milhares’ de cidadãos contrários ao dispêndio, à militarização e ao aproveitamento político da data nacional, como fizeram com Donald Trump. Este, não pode, Macron, pode.

Aliás, o generoso leitor soube das vaias e assobios dirigidos ao atual presidente da França? Claro, compreendo que não saiba, pois não foi noticiado na velha imprensa militante. Já imaginou se essas vaias e assobios fossem dirigidos a Trump ou a Bolsonaro?? Mesmo que fossem, comprovadamente, cinco gatos-pingados a assobiar, a manchete de hoje, em vários idiomas, seria:

População vaia Bolsonaro




Eduardo Bolsonaro
Me surpreendeu a declaração do presidente Jair Bolsonaro que disse cogitar em nomear o filho, o deputado federal – mais votado da história – Eduardo Bolsonaro, para embaixador nos EUA. Me surpreendeu porque imaginei de imediato a “indignação” da Academia e da mídia a serviço. Não creio que o presidente não soubesse das consequências que tal declaração geraria. Me refiro, especificamente, às reações da oposição, que não perderia essa chance.

Alexandre Garcia fez um sensato comentário sobre essa possibilidade. Concordo com ele.

Mas, se se efetivar essa nomeação continuarei apoiando o presidente Jair Bolsonaro. Se não se efetivar, o presidente Jair Bolsonaro continuará alvo de desqualificação. Já estou vendo as manchetes:

Bolsonaro recua
Bolsonaro é derrotado na sua pretensão em nomear o filho

Portanto, criticado por fazer, criticado por não fazer, criticado por dizer, criticado por não dizer... quer saber? Presidente Bolsonaro, siga a sua intuição!

Ah, ainda sobre o desfile de ontem: o atual presidente de Portugal esteve lá – ó presidente viajado! Vi por aí (Facebook ou Twitter) o título de um jornal português: Marcelo Rebelo de Sousa rouba a festa (!?) querendo significar que o desfile de 14 de julho foi animado e honrado pelo presidente de Portugal (!!).

Depois se queixam da falência de ‘jornais’...

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"Brasil precisa de quimioterapia para que não pereça", diz Bolsonaro

Presidente participou hoje de sessão solene na Câmara

Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que “juntamente com parlamentares” está resolvendo um problema do Brasil, em referência à reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. “O Brasil precisa de uma quimioterapia para que ele não pereça. Alguns poucos ainda reagem, mas serão convencidos pelo povo e pela maioria dessa Casa. Deputados, senadores, nós juntos poderemos, sim, mudar o destino do Brasil”.

Foto: Marcelo Camargo/Câmara dos Deputados
Após a aprovação em primeiro turno, a votação em plenário do segundo turno da reforma da Previdência começa após o recesso parlamentar, em 6 de agosto.

Bolsonaro participou hoje (15) de uma sessão solene, na Câmara dos Deputados, em homenagem aos 17 anos do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro. “Feliz é a nação que tem Forças Armadas e forças auxiliares comprometidas com a democracia e a liberdade, mesmo com o sacrifício da própria vida ou com a destruição da própria reputação. Pagamos para que nosso Brasil tenha um povo que possa servir seu destino e a esse povo devemos nossa absoluta lealdade”.

Ele destacou a atuação das forças especiais na “missão de bem zelar pelo país”. “Sabemos que grande parte das missões ninguém toma conhecimento. Melhor do que uma boa informação é saber como utilizá-las, melhor que uma boa operação é ter meios distração para que o inimigo não ouse nos afrontar”.

Embaixada no EUA
Durante seu discurso, o presidente Bolsonaro disse que, se a possibilidade de indicar o seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para assumir a embaixada do Brasil em Washington está sendo criticada, "é sinal que é a pessoa adequada". “Por vezes temos que tomar decisões que não agradam a todos, como a possibilidade de indicar para embaixada do Brasil nos Estados Unidos um filho meu, tão criticado pela mídia. Se está sendo criticado é sinal que é a pessoa adequada”.

Para aceitar embaixada, Eduardo tem que abandonar mandato e CPI do Foro de São Paulo


Alexandre Garcia, 15-7-2019

Projeto da LDO para 2020 será votado no início de agosto na CMO, afirma relator

O relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020, deputado Cacá Leão (PP-BA), disse que o parecer será votado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) no início de agosto. O relatório, apresentado no dia 7, seria examinado na última quarta-feira (10), mas a reunião foi cancelada em razão da análise da reforma da Previdência pelo Plenário da Câmara.

O relator, deputado Cacá Leão, e o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Marcelo Castro. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
— Fizemos uma reunião com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, da Câmara, Rodrigo Maia, e da CMO, senador Marcelo Castro (MDB-PI), para que a LDO não interferisse na reforma da Previdência — afirmou. — Adotamos a cautela de deixar a LDO para o segundo semestre. Na primeira semana de agosto, acredito que vamos votá-la na comissão e no Plenário do Congresso Nacional.

Cacá Leão promoveu alterações em relação ao projeto original enviado pelo Executivo. O parecer prevê a possibilidade de reajustes salariais para o pessoal civil da União, mas a iniciativa caberá ao governo. O Executivo havia previsto apenas a correção das remunerações nas Forças Armadas, medida que integra o projeto de mudanças no sistema de pensões dos militares (PL 1.645/2019).

— O texto do Executivo veio bastante enxuto, foi necessário escrever alguns capítulos, como o Anexo de Metas e Prioridades — explicou o relator. — Se houvesse a proibição de reajuste para todos, eu manteria, mas com a previsão para os militares, coloquei os civis dentro desse pacote — continuou, ressaltando que se trata apenas de autorização, que dependerá também dos rumos da economia.

O líder do governo na CMO, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), minimizou o adiamento da votação do projeto da LDO.

Ofensiva do diabo: derrubar os padres

FratresInUnum.com

Há algo de sobrenatural naquela cena. Uma mulher desequilibrada desce as arquibancadas, salta as cercas de ferro, passa pelas estruturas de som, sobe num palco de dois metros, sai correndo sem ser percebida em todo o trajeto e atira ao chão um padre de quase dois metros e cerca de cem quilos como se fosse uma folha de papel…


Alguém dizia que “Deus permite ao diabo agir apenas com a condição de que não esconda o rabo”. Deixando de lado todas as tolices e infantilidades litúrgicas do Padre Marcelo Rossi, o ataque sofrido carrega um misterioso alerta: há uma guerra declarada de Satanás contra o clero.

Não é mera coincidência que a reportagem principal da revista VEJA deste fim de semana seja propriamente sobre os abusos sexuais cometidos por padres na diocese de Limeira, que obrigaram o bispo Dom Vilson a renunciar ao cargo. A foto de capa é a de um padre com vestes tradicionais: batina e barrete, ambos frisados.

Para além do significado fotográfico óbvio – mesmo sendo para representar um molestador, o que representa um padre católico continua sendo ainda a batina tradicional –, é evidente que a intenção semiótica principal é a de colar no clero conservador a marca de abusadores potenciais, coisa que se não faz com o clero progressista.

Fato é que a reportagem de VEJA não está descolada de uma agenda interna mais ampla, que decorre da opção preferencial de Francisco pelo politicamente correto, mesmo com sacrifício dos bispos e dos padres do mundo inteiro. Sejamos mais claros.

Com o Motu Proprio Vos estis lux mundi, o papa argentino institui uma política denuncista na Igreja, que não apenas desburocratiza acusações, mas as potencializa de modo quase incontrolável. Via de regra, as dioceses precisariam disponibilizar guichês para a denúncia de seus clérigos, criando, assim, espaços para a produção de documentos acusatórios contra si mesmas. Trata-se do completo aniquilamento da aplicação do direito pela Igreja, em favor da soberania mundana.

A Guerra dos Palestinos Contra os Empresários

Bassam Tawil  
       
§  Ao boicotarem a conferência do Bahrein, na realidade, os líderes palestinos estão sinalizando ao mundo que eles preferem ver seu povo continuar passando por dificuldades financeiras do que receber bilhões de dólares de ajuda... Em vez de cuspir na cara dos empresários, os líderes palestinos deveriam trabalhar em estreita colaboração com Israel e os EUA e qualquer um que esteja disposto a ajudar o povo palestino.

§  Abbas e seus altos dirigentes da velha guarda estão, como não poderia deixar de ser, esperando que os EUA e a comunidade internacional continuem inundando-os com milhões de dólares sem terem que dar nada em troca. Eles querem que o conflito continue infindavelmente para que possam continuar recebendo ajuda financeira dos americanos, europeus e outros.

§  Os líderes palestinos querem continuar chantageando a comunidade internacional para que recebam ajuda financeira incondicional e ilimitada, ao mesmo tempo em que privam o povo palestino de qualquer oportunidade de melhorar sua condição de vida. Eles querem que seu povo continue vivendo na miséria para que Abbas e seus funcionários de alto calibre possam culpar Israel e o resto do mundo pelo "sofrimento" dos palestinos.

Treze empresários palestinos que desafiaram a exortação da Autoridade Nacional Palestina de boicotar a conferência do Bahrein passaram a ser alvos das forças de segurança de Mahmoud Abbas na Cisjordânia. Alguns desses empresários se viram forçados a se esconder. Foto: conselheiro da Casa Branca Jared Kushner fala na conferência sobre como alavancar a economia palestina, reduzir o desemprego e melhorar as condições de vida dos palestinos, em 25 de junho de 2019. (Imagem: Bahrain News Agency)

A violenta repressão da Autoridade Nacional Palestina contra os empresários palestinos que participaram da recente conferência econômica "Paz para a Prosperidade" liderada pelos Estados Unidos no Bahrein, mostram de maneira contundente como os líderes palestinos agem diretamente contra os interesses de seu próprio povo.

Mais preocupante do que isso é a mensagem que essa repressão manda ao povo palestino: quem se atrever a trabalhar com a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, será considerado traidor e colaborador dos "inimigos" dos palestinos, no caso EUA e Israel.

Charada (938)

Complete
o provérbio popular:
“Quem tudo quer, ...”

a) nada terá;
b) tudo perde;
c) tudo consegue;
d) não vencerá.

[Pernoitar, comer e beber fora] Pão de Rala


Descrição: 
Bolo confeccionado com açúcar, amêndoa, gemas e alguma água para formar uma pasta denominada «espécie» que forma o invólucro do «pão». Este é depois recheado com fios de ovos, ovos moles e doce de gila (um tipo de abóbora, NdE). Leva ainda raspas de casca de limão e, eventualmente, chocolate. Utiliza-se farinha como auxiliar de manipulação.

A origem:
"Diz a lenda que durante o seu curto reinado, visitou Évora o jovem rei D. Sebastião, tendo-se acolhido às freiras Xabreganas do Convento de Santa Maria do Calvário.

À chegada do régio senhor, cansado das durezas da viagem e do calor que fazia, um valido real encarregado do protocolo, lembrou a Madre Abadessa da necessidade de oferecer um refrigério ao real hóspede.

A monja, que há muito esperava em vão a ajuda do Paço para a sobrevivência do pobre convento, retorquiu que só havia uns "pães ralos", azeitonas e água; era o que havia e foi o que veio.

O monarca comeu e apreciou.

De volta a Lisboa, despachou uma tença compensadora em benefício do convento e em agradecimento, a criatividade monástica retribuiu com esta doce alegoria conhecida por Pão de Rala, que fez as delícias do rei e também de todos nós."


Onde:

domingo, 14 de julho de 2019

[Discos pedidos] Felipe Araújo

Portugal é campeão do mundo de hóquei em patins

Inês Rocha, Manuela Pires, Ricardo Vieira

Guarda-redes Ângelo Girão deixa apelo aos portugueses: "adorava que nos viessem receber ao aeroporto"

Foto: Toni Albir/EPA
Portugal é campeão do mundo de hóquei em patins. A seleção portuguesa bateu a Argentina por 2-1, nos pênaltis.

Depois de uma igualdade a zero no final do tempo regulamentar e no prolongamento, Portugal foi mais forte no desempate por grandes penalidades.

Durante a final no Palau Blaugrana, na Catalunha, o guarda-redes Ângelo Girão defendeu tudo o que havia para defender.

Este é o 16º título mundial da formação das “quinas”. O título fugia aos portugueses desde 2003, quando ganharam em Oliveira de Azeméis.

Fora de Portugal, não ganhavam desde 1993 e em Espanha só triunfaram uma vez, em 1960.

Foto: Federação Portuguesa de Hóquei

"Podem começar a fabricar" uma estátua para Girão

No final do jogo, em entrevista à RTP, o capitão João Rodrigues não colocou de fora a hipótese de construírem uma estátua para o guarda-redes Ângelo Girão, que teve uma exibição irrepreensível. "Podem começar a fabricá-la", brincou o jogador português. "Quando a gente chegar fazemos uma estátua para o menino".

Depois dos ataques que atacavam e das armas que disparavam temos os confrontos que esfaqueiam e fecham estações. Nem sei o que seria se isto fosse provocado por seres humanos



Foto: Correio da Manhã
Título: Helena Matos, Blasfémias, 14-7-2019

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[As danações de Carina] O envesso do avesso

Carina Bratt

Como o poeta português Miguel Torga, “sinto o medo do avesso”. Melhor explicado com palavras minhas: sinto estupefato assombro de tudo o que é contrário. O contrário, na prática se sustenta por aquilo que não vejo ou que não posso tocar ou sentir, ver e usar no dia a dia, como uma calça jeans, uma calcinha, um vestido, ou um par de sapatos. O avesso é sempre um distante afastado que não se percebe o que existe na sua integridade. Como um hostil essedário destituído do que se me apresenta como uma coisa estranha, esquisita, difícil de decifrar.


O avesso, lado outro da moeda, para mim, não é só aquela blusa que se vestiu de maneira errada, ou a peça de meia trocada do pé direito quando deveria ser direcionada para o esquerdo. O avesso vai mais longe à minha concepção de vida. É uma fumaça de neblina espessa desenhando em meus sonhos, um estado mórbido de vícios redibitórios os mais variados. O oculto traz para o cotidiano, uma sacola de situações paradoxais difíceis de serem entendidas e acertadas. Situações que sempre se colocam na antítese pendendo o fiel da balança para o lado que melhor lhe interessa.

Existem (nesse oposto), distorções inconcebíveis, inaceitáveis, espantosas e anormais. Particularidades que chamaria de “adversantes da hora agá”, ou seja, tudo aquilo que nos coloca entre a cruz e a espada. Metadeados entre o padre e o confessionário, sufocados entre o sim e o não. Espremidos como azeitonas encaroçadas em vidros de conservas. Entre o querer fazer e não querer fazer, numa mistura heterogênica tão fabulosa, mas igualmente tão desvirtuada e falseada que nos tira o sentido correto na hora exata de escolhermos entre o jardim do Éden e o inferno de Dante.

O contraposto é sempre o pesadelo do desconforme. Eles não se entendem de maneira nenhuma.  Às vezes chegam às vias de fatos por picuinhas bobas, corriqueiras, que poderiam ser resolvidas se ambos, irmanados em idêntica sintonia meridiana deixassem de lado as discordâncias, ou melhor, se agregassem às ideias num só objetivo-fim, ou se tornassem unha e carne, carro e gasolina, perfume e essência. Enfim, seriam prepósteros por afinidade consanguínea. Por tudo isso eu confesso sinto receio do avesso. Notadamente daquele paranoico que não se inclina a meus caprichos.

Felipe Moura Brasil resumiu

Charada (937)

Qual das seguintes
palavras
destoa logicamente
deste grupo?

Castelhano, Francês, Italiano,
Inglês, Romeno,

Charada (936)

Qual das opções disponíveis
completa a seguinte sequência?

Rússia, Canadá,
China, ____.

a) México;
b) Brasil;
c) Índia;
d) Angola.

Charada (935)

A minha mãe
é professora
de Química
e o meu pai
é professor de Latim.
Por isso, eles costumam
chamar-me Ferro59.
Qual é o meu
verdadeiro nome?

[Viagens e Destinos] Cromeleque dos Almendres


O nome é bastante exótico e curioso. What the hell quer dizer Cromeleque dos Almendres??

O Cromeleque dos Almendres localiza-se na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, no concelho de Évora, Distrito de Évora, em Portugal.

Constitui-se num círculo de pedras pré-histórico (cromeleque) com 95 monólitos de pedra. É o monumento megalítico do seu tipo mais importante da Península Ibérica, e um dos mais importantes da Europa, não apenas pelas suas dimensões, como também pelo seu estado de conservação.

Junto com o menir dos Almendres, localizado nas proximidades, o conjunto foi elevado a Monumento Nacional em 2015.
(...)

Fica a meia hora da cidade de Évora. O último lanço do acesso é por estradinha de terra batida, em alguns trechos bastante esburacada. Condução atenta e lenta exige-se.

Claro, o local tem sempre visitantes. Que se multiplicam alegremente em julho e agosto – verão no hemisfério Norte, férias escolares nos dois hemisférios. Quis dizer que, não fosse a presença de turistas, incluindo a nossa, seria um local de meditação. Afinal, aquelas pedras foram colocadas lá no sexto milênio antes de Cristo!!
Fotos: Daniel Torres e JP, julho de 2019


sábado, 13 de julho de 2019

Notícias da Inquisição Portuguesa

Alberto Gonçalves

A preocupação dessa gente, que de resto enxovalha com jovialidade os homens, os brancos, os heterossexuais, os “ricos”, os cristãos ou os judeus, não são as calamidades, mas as liberdades


Há racismo em Portugal? Claro que sim: ainda há dias, uma deputada (socialista) apresentou um relatório que aconselha quotas para negros e ciganos em sectores sortidos. Chamar “positiva” a esta forma de discriminação é mera cosmética. É evidente que o principal aqui é a discriminação, que no fundo pressupõe a inferioridade dos beneficiários das quotas – e garante que, sem ajuda, as “minorias” são incapazes de chegar onde chega a “maioria” (?). É igualmente notório que nenhum negro ou cigano com um pingo de dignidade aceitaria por exemplo entrar no ensino superior à custa de medidas que decretam a sua inata estupidez. Sucede que, suponho, a percentagem de estúpidos entre negros e ciganos será próxima da percentagem de estúpidos entre brancos e esquimós, pelo que as propostas descaradamente racistas do tal relatório teriam sempre quem as aproveitasse.

O chato, porém, não é que se atafulhe o ensino, a política ou o que calhar com tontinhos. A política é o que é, e a universidade que acolhe Boaventura Sousa Santos poderia acolher uma embaixada da tribo Sentinela sem qualquer decréscimo de sofisticação intelectual. O chato é os racistas que defendem as quotas chamarem racistas às pessoas que se opõem às quotas. O método é velho, tão velho quanto os fascistas que descobrem um fascista em cada esquina (e que em geral coincidem com os racistas que descobrem um racista em cada esquina, a mesma esquina, entretanto repleta): atribuir ao inimigo as características que nos definem. Como a atribuição é feita aos berros, o espectador distraído pode ser tentado a acreditar nos racistas (ou fascistas), e a julgar que racistas (ou fascistas) são os outros.

Veja-se o que aconteceu esta semana a propósito de Maria de Fátima Bonifácio. Em artigo no “Público”, a historiadora escreveu umas linhas sobre “raças”, incluindo a crítica às quotas e certas generalizações esquisitas. Admito que a senhora seja racista, não sei. Sei que a turba furiosa que exige a delapidação, às vezes literal, da dra. Bonifácio é coisa pior. Nenhum ou quase nenhum dos furiosos, esmagadoramente brancos, está de facto preocupado com o alegado racismo. Em circunstâncias similares, também não estariam preocupados com a xenofobia, a “masculinidade tóxica” (pausa para alívio cómico), a homofobia e demais calamidades da época.
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