segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cardeal Marx contra a Cruz

O governo regional da Baviera decidiu afixar cruzes em lugares visíveis nos prédios públicos. Contrariando o desejo dos católicos, e causando espanto até mesmo a ateus e anticristãos, o Cardeal Reinhard Marx [foto], Arcebispo de Munique e Presidente da Conferência Episcopal alemã, insurgiu-se contra essa decisão. Ele é um dos próceres do progressismo “católico” ecumênico e estimulador da imigração islâmica. Já vinha se opondo a símbolos católicos como a árvore de Natal e o presépio, sob o pretexto de não ferir os sentimentos dos invasores maometanos. No caso das cruzes em locais públicos, seu pretexto para a oposição foi que a ordem do governo bávaro gerou “animosidade, divisões e distúrbios”. O Cardeal Marx apoia decididamente a distribuição da comunhão a divorciados recasados e a protestantes, e não oculta sua simpatia por outro Marx — o fundador do comunismo. Recentemente recomendou o estudo do marxismo “para se entender a doutrina social da Igreja” (sic!).
Título, Imagem e Texto: ABIM, 25-6-2018

[Ferreti Ferrado suspeita...] Tocantins

Haroldo P. Barboza

Título, Arte e Texto: Haroldo P. Barboza, 25-6-2018

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Onde estava António Costa quando se discutiu a imigração em Bruxelas?

João Marques de Almeida

Costa comportou-se como o húngaro Orban. O PM não encontrou tempo para ir a Bruxelas a uma reunião sobre um tema crucial para o futuro da Europa, mas vai hoje à Rússia assistir a um jogo do mundial.

A imigração é hoje o maior problema da União Europeia. Por isso, a Comissão Europeias convidou todos os líderes nacionais para se deslocarem a Bruxelas para discutir soluções europeias para a imigração ilegal. Como disse o porta voz de Juncker, “foram todos convidados, ninguém foi excluído.” Ora, o nosso PM resolveu não ir. Com esta decisão, abandonou um princípio central da diplomacia portuguesa: nunca faltar a uma iniciativa europeia quando a Espanha está presente. O novo PM espanhol, Pedro Sanchez, não só esteve em Bruxelas como desempenhou um papel de relevo, apresentando uma proposta com o Presidente francês, Macron. Sanchez representou a Península Ibérica em Bruxelas. Os nossos diplomatas devem estar com um ataque de nervos.

Um dos temas principais da reunião foi a segurança e a proteção das fronteiras externas da União Europeia. Portugal constitui uma das fronteiras externas, mas António Costa achou que não era necessário ir a Bruxelas. Além disso, Costa resolveu imitar os líderes que recusam políticas europeias e adoptam soluções nacionais, como o PM húngaro e o Presidente polaco. Em relação à reunião de Bruxelas, Costa comportou-se como Orban. O PM não encontrou tempo para ir a Bruxelas a uma reunião sobre um tema crucial para o futuro da Europa, mas vai hoje à Rússia assistir a um jogo do Mundial. Entre o futebol e a política europeia, Costa escolhe o que lhe dá mais popularidade. Espero que os socialistas pensem duas vezes antes de atacarem o populismo.

A ligeireza com que o PM trata estas questões também mostra a falta de escrutínio da oposição, nomeadamente por parte da nova liderança do PSD. Se Passos Coelho fosse ainda o líder da oposição, Costa teria muito provavelmente ido a Bruxelas, e não trocava a Europa pelo futebol. Esperemos que Rui Rio diga alguma coisa de relevo. Aliás, o PSD e o CDS deveriam chamar o PM ao Parlamento para explicar a sua ausência da reunião de Bruxelas.

Red Hen Go Cluck Yourself

Ben Garrison

President Trump’s press secretary, Sarah Sanders, was asked to leave the  “Red Hen” restaurant in Lexington, Virginia.

The far left owner, Stephanie Wilkinson, said she told Sanders (and only Sanders) to go and then said her party of seven could stay. (How classy)


Wilkinson then claimed she had to tell Sanders to leave because her restaurant had “certain standards of honesty, compassion and cooperation”. Sarah received none of those standards and was treated like a monster to be driven from the village with pitchforks and torches.

Wilkinson also said some of her servers were “gay” and Sarah made them “uncomfortable”. A person with any common sense would say, well, just don’t have the gay servers wait Sanders table. But we have no common sense here, only Trump Derangement Syndrome.

A photo from Wilkinson’s Facebook page revealed a selfie with her husband and son from the Women’s March, all three sporting lovely Pink Pussy Hats. The picture becomes clearer. The Red Hen’s owner Stephanie Wilkinson is a Trump hating, pussy hat wearing virtue signaler that can’t deal with the fact that Trump is President and Hillary Clinton is on her way to the prison mental ward.

Melhor Copa de Cristiano Ronaldo pode ter desfecho dramático

Um dos artilheiros da Copa, Cristiano lidera Portugal em jogo decisivo que pode mudar a bela história que o atacante está escrevendo em 2018

Danilo Monteiro

Cristiano Ronaldo abre o placar para Portugal na partida contra o Marrocos em Moscou, 20-6-2018, foto: Christian Hartmann/Reuters

Cristiano Ronaldo e Portugal terão um jogo crucial contra a seleção do Irã nesta segunda-feira, a partir das 15h de Brasília), no Estádio Kaliningrado. Um dos artilheiros da competição, o atacante português é até o momento o melhor jogador desta edição da Copa do Mundo de 2018, mas um fracasso contra iranianos pode dar fim precoce ao belo voo do craque.

A estreia de Cristiano Ronaldo em Copas foi em 2006, na Alemanha, quando tinha 21 anos de idade, ainda na sombra de Luís Figo, ex-jogador do Real Madrid. O atacante marcou um gol e a seleção portuguesa foi eliminada na semifinal pela França por 1 a 0.

Na segunda participação, em 2010, na África do Sul, Cristiano chegou já com o rótulo de melhor do mundo, porém a situação física do atacante e o esquema extremamente defensivo de Portugal ofuscaram seu jogo e os portugueses caíram nas oitavas-de-final para a Espanha, por 1 a 0.

Em 2014, no Brasil, o roteiro de Ronaldo foi semelhante ao de 2010: físico abaixo do esperado, vindo de lesão no joelho. No entanto, a participação de Portugal foi ainda pior do que em 2010, perdendo a vaga nas oitavas para a modesta seleção dos Estados Unidos. Os portugueses foram, por fim, humilhados pela Alemanha na estreia com um sonoro 4 a 0.

Diferentemente das últimas duas edições do Mundial, Cristiano Ronaldo chegou à Rússia 100% fisicamente e ainda no auge, apesar dos 33 anos de idade. A mudança de postura dentro de campo, atuando mais como um camisa 9, os dias e jogos de descanso dados por Zinedine Zidane, seu ex-técnico no Real Madrid, contribuíram para esse rejuvenescimento de Ronaldo – que declarou, no último mês, ter idade biológica de 23 anos.

Mudar o outro

Nelson Teixeira

Conseguimos ver todos os defeitos dos outros e tentamos de todas as maneiras fazer com que o outro se modifique.

Queremos que o mundo se modifique para nós, conforme a nossa vontade. Como se isso fosse possível.

O que vai determinar a forma como os outros agem conosco é a nossa forma de agirmos com os outros.

Como podemos concluir, quando enxergamos muitos defeitos nos outros, na verdade somos nós que precisamos mudar. A nossa mudança pode influenciar uma multidão. Cada um de nós precisa aprender que antes de apontar os defeitos alheios devemos olhar os nossos e procurar nos modificar.

A única forma de modificarmos uma situação e a forma de agir de outras pessoas é reconhecendo nossos próprios erros e nos modificando, procurando crescer e evoluir sempre.

Lembremo-nos do nosso Mestre Jesus que influenciou multidões com os seus exemplos de bondade, paciência e abnegação.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 25-5-2018

QUIZ: Copa do Mundo (7)


Que instrumento musical ficou diretamente associado ao Mundial de 2010, realizado na África do Sul?

A. Bombo
B. Vuvuzela
C. Caxirola

domingo, 24 de junho de 2018

A política da miragem

Helena Matos

Nos anos 70 trauteavam “A África é dos africanos." Agora se pudessem despovoavam essa mesma África para através da imigração alimentarem o ativismo do ressentimento.


Aquarius já foi. Agora temos o Lifeline: a bordo do navio que está nas proximidades de Malta e tem capacidade para 50 pessoas estão 230. As provisões esgotam-se nas próximas horas.
À espera de porto de destino está nas proximidades da Sicília o Alexander Maersk: a bordo estão 113 pessoas.


… A lista está em permanente atualização. As palavras também. Ora lhe chamamos refugiados. Ora migrantes. Ora imigrantes. São na sua maioria pessoas transportadas por traficantes até à costa do norte de África. Aí novas máfias embarcam-nos com destino à Europa. Em seguida, navios das ONG e equipas de salvamento dos países europeus resgatam essas embarcações e trazem para solo europeu os seus ocupantes. (Sim, as máfias sabem que não precisam de se preocupar com o resto da viagem: alguém há de recolher a carga de que se desembaraçaram.)

Sendo certo que do ponto de vista do acolhimento é muito diferente que sejam considerados refugiados ou imigrantes, essa destrinça é cada vez mais difícil. Seja como for, como portuguesa não me surpreende nem choca, antes pelo contrário, que se veja na emigração económica uma saída para a vida de cada um e das suas famílias. Aliás se deixarmos de lado as questões associadas aos traficantes, o problema não está na emigração nem nos emigrantes. Está sim naquilo que se espera deles. E aí chegamos a um dos momentos charneira nesta questão: quando na Europa o muro de Berlim foi deitado abaixo pelo povo, o sonho da sociedade sem classes foi substituído pela utopia do multiculturalismo. Consequentemente a imigração deixou de ser a circunstância de uns milhões de portugueses, turcos, espanhóis, gregos e italianos tão falhos de consciência política que em vez de combaterem o capitalismo migravam para os países onde ele mais se tinha desenvolvido, para se tornar na gesta de sudaneses, iraquianos, nigerianos, sírios, paquistaneses, senegaleses, marroquinos… a que há que acudir, resgatar, esclarecer sobre os seus direitos e, não menos importante,  excepcionalizar nas suas diferenças culturais.

[Discos pedidos] Lisboa

El País BRASIL tuíta matéria de 2015, com as intenções que lhes conhecemos

Comece prestando uma baita atenção na foto. Repare nas pessoas fotografadas. Atente para o idioma do cartaz brandido pelo sem-abrigo...
A matéria foi publicada originalmente em novembro de 2015...



[Língua Portuguesa] Afinal, Migração, Imigração ou Emigração?


Título: Paizote Marques, 24-6-2018

Colunas anteriores:

Sarah Sanders vítima da ‘democracia antifa’



Paulo Watson: a verdade sobre as crianças imigrantes


Repito como já escrevi: Trump está absolutamente certo. Trump está certo do ponto de vista legal e está certo do ponto de vista moral. Sua forma de lidar com a imigração é a forma mais eficaz de proteger as tantas crianças vítimas de tráfico humano e de "coyotes" (atravessadores) que são abandonadas para morrer na travessia. É o que os fatos demonstram.
Vitor Grando

Relacionados:

Charada (548)

Qual das seguintes
cores
destoa,
logicamente,
deste grupo?
Azul, Branco,
Amarelo, Verde?

QUIZ: Segunda Guerra Mundial

Segunda Guerra Mundial
1939-1945

As grandes potências do mundo agruparam-se em duas coligações militares – os Aliados e as Potências do Eixo – e protagonizaram a maior contenda bélica da História. A entrada dos Estados Unidos no conflito, em 1941, desequilibrou as forças e deu a vitória aos Aliados. Hitler suicidou-se pouco antes da queda definitiva de Berlim. Finda a guerra, os países europeus, de novo em ruínas, tiveram de se alinhar com uma das duas novas potências hegemônicas, os Estados Unidos e a URSS.

Em 1 de setembro de 1939, o exército alemão entrou na Polônia, que poucos dias depois também seria ocupada pelo Exército Vermelho. Qual a cidade polonesa por onde penetraram os nazistas?

A – Varsóvia
B – Gdansk
C – Lublin
D – Wroclaw

QUIZ: Copa do Mundo (6)


A pretexto do Mundial de 1950, que futebolista é autor da frase “Só três pessoas silenciaram o Maracanã: o Papa, Frank Sinatra e eu”?

A. Alcides Ghiggia
B. Pelé
C. Ademir Fontaine

sábado, 23 de junho de 2018

Os portugueses e a vergonha de torcer por Portugal

Ruth Manus

Se há um país onde as cores deveriam tomar as ruas, escolas e bares, era Portugal, tão verde e tão vermelho. Se há um país que não deveria ter vergonha da sua camisa, esse país era Portugal.

Era sexta-feira, 15 de junho, dia do primeiro jogo de Portugal neste Mundial. Ao vestir minha enteada para ir para a escola, perguntei se ela não queria ir com a camisa de Portugal. Ela, surpresa, me disse que não, que tinha que ir com o uniforme normalmente. Fiquei surpresa pois, crescendo no Brasil, sei que dia de jogo do meu país é dia no qual é terminantemente proibido não sair de casa de verde e amarelo. Ainda assim, quando fui prender os cabelos da miúda, escolhi os elásticos vermelhos e os ganchos verdes para representar o país. Ela ficou contente.

Ao sair para as ruas, imaginei que pelo menos os adultos estariam, senão com a camisa da seleção portuguesa, pelo menos vestidos de verde ou de vermelho - como eu mesma estava. Nada disso. Parecia um dia como qualquer outro, todos vestidos normalmente, exceto uma ou outra camisa vermelha que poderia perfeitamente ser uma coincidência.

Mais tarde, antes de buscar a miúda na escola, passei numa loja para comprar uma bandeira de Portugal e uma buzina. Esperava que o movimento de torcida fosse crescer no fim da tarde, mas nem por isso. Chegamos à casa dos amigos na qual íamos assistir ao jogo e ninguém estava uniformizado. O jogo iniciou e não havia barulho de foguetes, nem de cornetas, nem de buzinas. Eu ficava cada vez mais desnorteada.

E Portugal jogou bem, muito bem. Ronaldo, inspirado como sempre, marcou três vezes. Os amigos gritaram junto comigo e nos abraçamos. Pelo menos senti esse alívio. Mas nada de gritaria na vizinhança, nem de buzinaço após a partida. No dia seguinte imaginei que as pessoas estariam com suas camisas para comemorar. Mais uma vez fui surpreendida. Nada disso.

Charada (547)

O Francisco
e a Francisca
têm, juntos, 96€.
Se o Francisco
tem o dobro da quantia
da Francisca,
quanto dinheiro tem cada um?

QUIZ: "Política conciliadora" dos Aliados

A chamada “política conciliadora” dos aliados atingiu o seu zénite com a cedência dos Sudetas à Alemanha, meses depois da anexação da Áustria. Em que tratado se decidiu essa cedência?

A – Tratado dos Sudetas
B – Tratado de Munique
C – Tratado de Viena
D – Tratado Chamberlain

QUIZ: Copa do Mundo (5)


Que avançado marcou 13 gols numa única fase final de um mundial? Ajuda: foi em 1966.

A. Sandór Kocsis
B. Pelé
C. Just Fontaine

Quem inventou o problema da imigração?

Rui Ramos

A “separação das famílias” nos EUA prova que a imigração é um assunto em que quase toda a gente tende a ser desonesta: critiquem Trump, mas também os que gritam hipocritamente contra Trump.

Balseros cubanos, foto: AP, abril de 2015
Parece que é agora moda entre os bem pensantes dizer que não há um problema de imigração, que é tudo uma invenção daqueles políticos que não são bem pensantes, como Donald Trump, que, para se divertir, separa os filhos dos pais. Falemos, portanto, de quem inventou o problema.

Dizer que a imigração este ano está abaixo do pico de 2015 e que por isso não tem qualquer significado — é uma manipulação estatística grosseira. A migração legal e sobretudo ilegal para o Ocidente cresce desde a década de 1990, e não por acaso. Cresce, como é óbvio, devido ao desnível entre o Ocidente e algumas regiões próximas que não têm conseguido participar na globalização a não ser através da circulação de pessoas. Mas cresce também por causa dos cálculos e cinismos das elites ocidentais, em que uns estão tentados a resolver o recuo demográfico através da importação de mão de obra barata, e outros andam fascinados pela transformação dos migrantes em blocos eleitorais cativos (como a esquerda americana, esperançada com a expansão do “voto latino”). Sim, o problema da imigração foi criado pelos políticos, mas por políticos do “sistema” como Angela Merkel, que ao tentar fazer do descontrolo migratório uma prova de virtude provocou uma enchente em que demasiada gente se arriscou e morreu.

A imigração não é um problema para todos. Para as elites, representa um fluxo de trabalhadores dependentes, que permitiu às classes médias abonadas voltarem a ter empregados domésticos: na prática, tratam a África, o Médio Oriente e a América Latina como a velha burguesia europeia tratava o mundo rural, como um reservatório infinito de pessoal doméstico e de operários dóceis. A imigração, porém, é um problema para a população menos qualificada do Ocidente, que têm de concorrer com os recém chegados nos bairros e nos serviços sociais.

Para as elites políticas, esta preocupação traduz apenas o “atraso” dos pobres. Mas a imigração não é apenas uma questão de xenofobia. As elites ocidentais continuam a tratar a imigração com aquela arrogância colonial que fazia da “integração” e da “assimilação” o método de lidar com povos de culturas diferentes. Não conseguem admitir que as novas comunidades migrantes possam manter a sua cultura de origem e recusar os valores das sociedades de acolhimento. Não percebem, sequer, que o relativismo e a má consciência desarmaram os ocidentais para efetuar integrações e assimilações. E não se atrevem, por fim, a refletir na hipótese de o modo de vida ocidental – a democracia, o Estado social, a tolerância, etc. — depender da coesão nacional, e poder não sobreviver à transformação das sociedades ocidentais numa justaposição de comunidades estranhas entre si. Não, a questão identitária não é simplesmente um vício dos “nacionalistas”.

Dívida pública para totós

Rui A.

Mário Centeno, foto: Olivier Hoslet/EPA
Despesa pública é aquilo que o estado gasta para desempenhar e suportar um conjunto de atividades e funções que entende só poderem ser desempenhadas por si (segurança, justiça, educação, segurança social, etc.).

Dívida pública é a quantidade de dinheiro que, entre despesas e receitas do estado, fica por pagar.  Aqui há a considerar as despesas correntes do ano e as despesas com o passivo, isto é, com a dívida acumulada. Esta, por sua vez, é aquilo que o estado deixou de pagar ao longo dos anos.

Como o estado não é produtivo e, inclusivamente, destrói, com reiterada frequência, recursos que poderiam ser muito melhor geridos (veja-se, por exemplo, o relatório deste ano da Gulbenkian sobre o SNS) por uma entidade cuja finalidade fosse o lucro e não, por exemplo, a retribuição de favores partidários (veja-se, de novo, o citado relatório…), suscita-se o seguinte problema: donde lhe vem o dinheiro para pagar a sua despesa?

Quando os estados fabricavam moeda, o recurso habitual para suportar o aumento da dívida era pintar com cores garridas folhas de papel em branco e dar-lhes o nome de «dinheiro». A consequência imediata disso era a inflação, um processo normal de correção do mercado pelo qual os produtores ajustam o valor de venda dos seus produtos ao valor (real) de mercado das unidades monetárias de troca. Bastaria conhecer um pouco de História Medieval para saber que «a quebra da moeda» nunca dá bons resultados. Mas, infelizmente, os governantes têm pouco tempo para ler História.

Here’s All The Proof You Need That Democrats Never Cared About Separation Of Illegal Immigrant Children From Parents

Ben Shapiro


On Wednesday, President Trump signed an executive order purportedly attempting to reunify migrant children with illegal immigrant parents while in custody. This separation, supposedly, was the greatest moral crisis afflicting the country in a generation. The Trump administration “zero tolerance” policy was compared with Nazism and Japanese internment; Trump was featured on the cover of Time magazine grinning down smugly at a crying small Central American child.

So when Trump signed the executive order, you’d imagine that Democrats would have celebrated – after all, kids would now be able to stay with their parents, so far as the law allowed!

Instead, Democrats immediately suggested that holding children together with parents was brutal and evil – the same argument civil rights groups made when President Obama pursued the same policy, an argument that ended in a Ninth Circuit ruling mandating the separation of children from parents.

Senator Kamala Harris (D-CA) tweeted:

Senator Bernie Sanders (Loonbag-VT) explained that the executive order didn’t go far enough, because “we have a situation where the Trump administration now, their solution is to provide indefinite detention…the Trump administration wants to undo the Flores settlement, which focuses on the needs of children and limits to 20 days, the number of days that children can be in jail.” Rep. Eric Swalwell (D-CA) told CNN that Trump’s new policy – i.e. Obama’s old policy – “could lead to family internment camps.” The execrable Samantha Bee, who was officially named World’s Least Funny Human™ just a few weeks ago, mocked, “Yay! No more baby internment camps, just regular internment camps…Cool! That’s what we call a win in 2018. To be clear, I am happy that at least these kids are theoretically gonna stay with their parents, but Mommy & Me Jails are not a solution.”
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