terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Falta de interesse em desfazer o caos

Haroldo Barboza

A violência diária que nos assola exibe a incapacidade de atuação de dirigentes (em todo o país) da área de segurança no gerenciamento de um modelo falido. O caos de autoridade desgastou tanto a credibilidade dos dirigentes inúteis (alguns até são sócios dos marginais) que a população aceita qualquer tentativa de restabelecimento da ordem pública, onde a inversão de hierarquia está estampada nas regiões onde não podemos transitar. Em suma: quem paga impostos não tem a certeza de voltar vivo para casa. E 75% dos legisladores que podem endurecer as leis se omitem pelos seguintes motivos:

- eles mesmos (ou parentes) desejam leis brandas para que possam escapar impunes quando descobertos em mutretas;
- usam elementos da força pública (que faltam nos bairros) para escolta particular;
- alguns estão comprometidos com pilantras que os patrocinam;
- já possuem plano para evasão quando a situação estiver insustentável.


Quando o General Hamilton Mourão explanou (sem hipocrisia, em 15 de fevereiro de 2018) a necessidade de mudança de atitude para a retomada do estado social equilibrado, logo surgiram “defensores dos direitos de lorotas” mais interessados no cenário de impunidade que geram polpudas somas em suas contas bancárias.

Algumas “dondocas” que vivem usando mordomias numa confortável “bolha” de Brasília (transporte, moradia, alimentos de alto gabarito, segurança) se sentiram “ofendidas” pelas palavras que estão na boca de 98% da população oprimida e foram externadas por um patriota que possui sensibilidade e coragem para dizer a verdade.

Poderiam ser mais úteis policiando os congressistas (da mesma “bolha”) que estão sabotando a aprovação da intervenção federal no RJ.

Não é difícil concluir que estabilizar o cenário para termos condições de crescimento não está nos planos dos que produzem peças midiáticas para embromar o povo.
Título e Texto: Haroldo Barboza, 19-2-2018

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Não Ofenda as “Formiguinhas”, Senhor Marques Mendes!

Cristina Miranda

Devia haver um organismo que responsabilizasse os comentadores de televisão pelos absurdos e mentiras que dizem. Desinformar nos média e usá-los para propaganda devia ser crime num país democrático. É inadmissível ver pessoas como Marques Mendes [foto] a usar o espaço nobre para induzir em erro os cidadãos que, muitos deles, por serem iletrados, vão dar crédito às opiniões que vende na SIC.


Já não é a primeira vez que como cidadã me zango com este senhor. Mas ontem à noite, saltou-me a tampa de vez pelo descaramento. Então não é que segundo este “ilustre” senhor do PSD, a propósito do período antes da geringonça e pós geringonça, foi dizer que “no antes” havia claramente uma divisão entre os “partidos das formiguinhas” que poupam e controlam despesa com os “partidos das cigarras” que prometem e gastam. Mas que hoje, Costa, concentra em si o prémio de conseguir sozinho estas duas!!! Brincamos com os portugueses, é isso? Como pode Marques Mendes sequer atrever-se a fazer esta afirmação completamente falsa, quando sabemos todos (os cidadãos bem informados) que este governo é uma afronta às “formigas” REAIS deste país!!  

Um governo que gastou MUITO MAIS do que tinha disponível ao reverter medidas de forma totalmente irresponsável que fizeram disparar a dívida pública. Um Governo que para sobreviver a este aumento de despesa carregou nos impostos colocando-nos aos níveis do tempo da Troika. Um Governo que para apresentar em Bruxelas um “lindo défice”, CATIVOU toda despesa pública como não há memória.  Um Governo que martelou contas nos Orçamentos de Estado sem entregar toda a informação necessária à UTAO como é seu dever, para prolongar no tempo o embuste das contas equilibradas. Um Governo que não criou uma única medida estrutural sendo, pois, o crescimento económico agora verificado apenas mérito de medidas implementadas por outros cujos efeitos se verificam agora e da conjuntura externa. Um Governo que vende mentiras que nos vão ficar muito caras sempre que diz que o país está melhor, que os rendimentos aumentaram, que a austeridade acabou.

Obrigado, Pedro Passos Coelho

Luís Rosa

Numa altura em que devemos agradecer a Passos Coelho pelo futuro sustentável que ajudou a construir, também devemos lembrar a Rui Rio que tem a especial obrigação de não desrespeitar esse legado.


1. Podemos censurar os exageros retóricos do “que se lixem as eleições”, do pedido para os portugueses “serem menos piegas” ou dos diversos apoios à emigração – erros que demonstram uma relação masoquista com o eleitorado que em nada beneficiam um líder que devia ter um discurso agregador e não divisionista. Podemos ainda divergir face à falta de ambição de reformar o Estado, de levar avante um verdadeiro programa de redução estrutural da despesa pública e, consequentemente, de não conseguir aplicar uma baixa estrutural da carga fiscal portuguesa, tentando colocá-la ao nível das mais competitivas a nível europeu. Podemos até criticar o erro estratégico (comum a praticamente todos os líderes do centro direita) de se estar nas tintas para a comunicação social – desistindo, logo à partida, de tentar explicar as suas ideias e reformas Opinião Pública através do escrutínio jornalístico e apostando numa comunicação direta com o eleitorado. E afirmar que não teve sucesso enquanto líder da oposição entre o final de 2015 e o final de 2017.

Podemos constatar estes erros e mais alguns. Mas de uma coisa não podemos esquecer: Pedro Passos Coelho foi o líder político mais reformista dos últimos 30 anos. Desde Cavaco Silva que não aparecia um primeiro-ministro que não estivesse apenas preocupado em gerir o dia-a-dia do Estado sem ferir as suscetibilidades do eleitorado (como Durão Barroso), que não tivesse como foco da sua ação programar espetáculos de marketing em redor de programas que só aumentaram de forma irresponsável e criminosa e sem qualquer racional económico a despesa e a dívida pública (como José Sócrates) ou que não tivesse como única ação promover uma política de diálogo que rimou com inação e que desaproveitou circunstâncias económicas ideais para continuar a reformar o país e promover um crescimento económico convergente com a União Europeia (como António Guterres).

Ao contrário de todos os outros, e por única e exclusiva culpa de um deles (José Sócrates), Passos Coelho teve de gerir um país à beira da bancarrota, focado que estava em cumprir um único programa de ajustamento para evitar repetir a tragédia da Grécia. Tudo ao mesmo tempo que reconstruía o tecido econômico nacional com um enfoque estratégico no sector exportador de valor acrescentado que permitisse um equilíbrio sustentável da nossa Balança de Pagamentos, que construía reformas importantes na legislação laboral para atrair investimento direto estrangeiro, que criava uma legislação no arrendamento que acabou com décadas a fio de iniquidades derivadas do congelamento das rendas que promoveu o abandono e a decadência dos nossos principais centros urbanos e que liberaliza sectores estratégicos da nossa economia de forma a combater o desemprego e a promover o progresso econômico.

O PS não quer saber nem do PSD, nem das reformas

Alexandre Homem Cristo

Ao acreditar que o PS, tomado de espírito patriótico, negociará reformas do Estado com o PSD e sacrificará a geringonça, Rio está a criar uma armadilha a si mesmo. Não, o PS não quer reformar o Estado.

Rui Rio percebeu a necessidade de afirmar um rumo reformista no PSD. Mas parece estar em vias de cometer um grande erro: o de acreditar que António Costa ou o PS são um parceiro viável para esse projeto e que veem algum interesse em reformar o Estado. Não são. E não veem.

A estratégia de Rui Rio parte de vários diagnósticos corretos. Primeiro, na existência de uma crispação excessiva e muitas vezes artificial no debate político, que impede entendimentos em matérias onde as discordâncias não são profundas. Segundo, na constatação do bloqueio político que a geringonça representa: qualquer solução política à esquerda, por incluir PCP e BE, bloqueia reformas, na medida em que estas colidem com as clientelas desses partidos. Terceiro, na necessidade de ser o PSD assumir a liderança de uma agenda reformista, que olhe aos desafios estruturais da sociedade portuguesa e que seja uma via para a modernização do país. Quarto, na eleição das áreas sociais como prioridade para essa agenda reformista – tais como a natalidade, a terceira idade, a sustentabilidade da segurança social, a saúde e a educação. A soma destes quatro pontos sintetiza, aliás, o caminho que Passos Coelho não soube percorrer na oposição, desde 2015.

O passo seguinte seria concluir que só um projeto reformista, liderado pelo PSD e com o CDS, constituiria uma real alternativa ao atual bloco PS-BE-PCP. O problema é que Rui Rio parece estar do lado dos equivocados, ao terminar o raciocínio com a conclusão errada: ao acreditar que o PS, invadido de algum espírito patriótico, negociará reformas do Estado com o PSD e sacrificará a geringonça, Rui Rio está a criar uma armadilha a si mesmo. Não, o PS não quer reformar o Estado. Não, o PS não está desconfortável com o imobilismo reformista da atual solução governativa à esquerda – está orgulhosamente a alimentar as suas clientelas eleitorais.

E não, o PS não se quer livrar de PCP e BE – muito pelo contrário, quer eternizar a sua ligação com PCP-BE, porque essa é a sua fórmula de poder perpétuo (só uma esquerda unida pode controlar o aparelho de Estado, dominar a máquina sindical e amordaçar a contestação social). Nem agora, nem no pós-2019 (que parece ser legitimamente uma preocupação de Rui Rio), o PS abdicará dos instrumentos de poder que o apoio da esquerda lhe garante.

O impasse brasileiro

Manuel Villaverde Cabral

O Brasil está muito longe de ter saído do impasse e tanto Lula como o velho PT, em cuja «diferença» se quis acreditar, só acrescentam dificuldades à busca de uma solução viável e positiva.

O Partido dos Trabalhadores (PT) e o seu líder, Lula da Silva, já beneficiaram de mais apoio do que aquele que tiveram no passado, mas continuam a ter boa imprensa fora do Brasil, em Portugal concretamente. Há dias atrás, o Professor Boaventura Sousa Santos *, assinando como Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, dirigiu aos «democratas brasileiros» uma mensagem acerca da eventual candidatura de Lula às eleições presidenciais do corrente ano.

De permeio, como se ainda estivéssemos no tempo da União Soviética, acusou o «imperialismo norte-americano» de manobras contra Lula. Não assinala, porém, a «diplomacia paralela» conduzida durante a governação PT pelo recém-falecido Professor Marco Aurélio Garcia e continuada por Lula depois de o PT ter perdido o poder. Dias depois, o Professor Arriscado Nunes, também de CES de Coimbra, acusou os juízes brasileiros de fazerem «pós-justiça» – seja lá o que isso signifique – no sentido de impedirem Lula de se candidatar de novo a Presidente…

Esta incessante mobilização dentro e fora do Brasil omite, porém, três coisas fundamentais. A primeira é que, segundo tudo quanto é possível saber acerca de Lula e do PT, inclusive nas suas relações com Sócrates e o seu governo, nenhum deles escapa à legítima suspeita que levou tantos dirigentes «pêtistas» (e dos outros partidos!) à cadeia por corrupção financeira e político-partidária, desde o chamado «Mensalão» até ao «Lava-Jacto»! A verdade é que é difícil acreditar que Lula, com a sua longa experiência, ignorasse o que se passava no Brasil e nas próprias fileiras doPT

Seja como for, o segundo facto omitido pela esmagadora maioria dos apoiantes da recandidatura de Lula é que grande parte dos políticos dos múltiplos partidos que têm vindo a ser incriminados por corrupção em sucessivos processos participaram do princípio ao fim na governação «pêtista» com Lula e depois com Dilma. O mais notório de todos eles é, obviamente, o mais votado partido brasileiro, o PMDB, cujo líder era nem mais nem menos do que o antigo vice de Dilma e atual presidente da República, Michel Temer!

CNBB e Eleição 2018: Coerente na Incoerência

Marcos Costa

O que faz o deputado da extrema-esquerda, Alessandro Molon, na foto? Ele é arcebispo?
Se alguém esperava que a CNBB se pronunciasse sobre os valores morais (como a defesa da família e da propriedade) a propósito das eleições de 2018, ficou totalmente frustrado com as recentes declarações do Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo e Brasília e presidente da Conferência Episcopal, durante o lançamento da Campanha da Fraternidade de 2018. [foto acima]

Esqueceu-se o purpurado do clamor popular contra o aborto e a ideologia de gênero?

“Em entrevista após o lançamento da campanha, em Brasília, o presidente da entidade [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil] e arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Sérgio da Rocha, informou que a Igreja não apoiará, nas eleições deste ano, candidatos que promovam o discurso da violência.” Ele reafirmou a posição da Igreja Católica favorável ao Estatuto do Desarmamento, o qual foi rejeitado pelos brasileiros no plebiscito de 2005, pois retira do cidadão de bem o direito de defesa.

Continua o Cardeal: “Nós queremos candidatos comprometidos com a justiça social e a paz. Não [queremos] candidatos que promovam ainda mais a violência”.

Talvez Sua Excelência se esqueceu de que Raúl Castro ou Nicolás Maduro não são candidatos às eleições brasileiras de 2018. Ou estará se referindo a Stédile, que comanda impunemente as invasões de propriedades? Ao MST? Ou então à CPT ou ao CIMI, que tentam jogar água “benta” da “Teologia da Libertação” nas invasões “indígenas”?

Autoridade – o que é?

Não havia sapos à porta do São João

Alberto Gonçalves

Em teoria, eu deveria achar certa graça à fúria com que os ciganos investem contra o Estado. Na prática, a graça perde-se no zelo com que reclamam os respectivos benefícios.

Durante o Estado Novo, os jornais fintavam a censura mediante palavras ou expressões que diziam mais do que o explícito: ainda que tosco, o “código” permitia ler o que não estava escrito.
Hoje, no Estado Novíssimo a que chegámos, pouco mudou. A censura e os “códigos” mantêm-se, simplesmente a primeira é obra dos próprios jornalistas e os segundos, sempre toscos, pretendem ocultar em vez de revelar.

De acordo com o “Jornal de Notícias”, “pelo menos quatro indivíduos agrediram dois enfermeiros, um auxiliar de enfermagem e um segurança, na triagem do serviço de Urgência do Hospital de São João, no Porto, terça-feira à noite”.


Segundo a RTP, “profissionais de hospital do Porto [foram] agredidos por grupo que tentou atropelar polícia”.

O “Sol” confirma que “grupo [tentou] atropelar polícia depois de agredir enfermeiros no Hospital S. João”.

O “Público” esclarece que “cerca de dez pessoas estiveram envolvidas nos desacatos”.

O “Expresso” volta a esclarecer: “um grupo de aproximadamente dez pessoas – familiares que acompanhavam um doente – agrediu com ‘socos e pontapés’ dois enfermeiros, um auxiliar e um segurança da unidade de saúde”.

O “Diário de Notícias” avança com um motivo: “enfermeiros agredidos no Hospital de São João devido à demora no atendimento”.

Professora dá piti contra intervenção no Rio mas show fracassa: Internet descobre que ela é da extrema-esquerda

Luciano Ayan

Neste sábado, a Globo News criou a narrativa de que estaria chamando “uma especialista” para falar da intervenção federal no Rio.


A atuação da professora Jacqueline Muniz [foto acima] – do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) – teatralizou uma indignação diante da intervenção, o que chegou até a impressionar alguns direitistas.


Mas a Internet já descobriu o passado de extrema-esquerda da tal “especialista em segurança pública”, como mostra a imagem do Socialista de IPhone:

Editor militante


Obsessão do USA Today

 

Os dois Rios

Carlos Guimarães Pinto

De todas as cidades onde tive o privilégio de trabalhar – mais de 30 em 3 continentes – há poucas em que a minha experiência seja tão diferente da percepção geral como Khartum, a capital do Sudão. Para além de muitas outras coisas, Khartum é a cidade onde confluem os dois Nilos: o chamado Nilo Azul e o Nilo Branco. O Nilo Branco na verdade é azul, límpido e transparente. O Nilo Azul na verdade é castanho porque ao longo dos últimos quilómetros do curso vai acumulando terra agrícola, dejetos e esgoto. Os rios são de tal forma diferentes que na sua confluência dá para perceber exatamente a água que vem de um ou de outro (como podem ver na imagem).


Neste PSD também aparecem dois Rios. Há o Rio dos discursos, que parece ter uma ideia clara e acertada do que quer para o país. Discursos que poderiam ser retirados, linha por linha, de um discurso de Passos Coelho. O discurso de encerramento foi dos mais estruturados e bem pensados que alguma vez se viu não só no PSD, mas em todos os partidos. Tocou nos pontos certos, conseguindo ser mais realista do que muitos elementos da chamada nova geração que, talvez pelo deslumbramento de se querer afirmar moderna, parece viver num Mundo diferente do país velho e falido que o PSD um dia terá de governar. Neste Rio seria fácil votar. Mas depois há um outro Rio: o Rio que escolhe aqueles que o acompanham. O Rio dos caciques, do homem da mala, da Elina Fraga e de todos os outros que me escuso de comentar por não ter dinheiro nem tempo para passar em tribunais. O Rio que mais parece uma versão ressequida de José Sócrates. Este Rio é o pior inimigo possível, não só do PSD, mas também do país. O país aguenta ter um partido socialista, dominado por interesses e susceptível à corrupção, desde que exista uma alternativa para o socorrer. Este Rio que foi colecionando o esgoto do partido na sua subida ao poder é o Rio que manterá o PSD dividido e perdedor. É o Rio que retira a alternativa ao país, obrigando-o a escolher entre as caras que o assaltarão e não entre visões para o país.

Em Khartum, a merda acumulada no Nilo Azul eventualmente dissolve-se e o Nilo, já unido, segue forte e limpo até ao Egito. Sobre o outro Rio tenho menos certezas. O futuro o dirá. 
Título, Imagem e Texto: Carlos Guimarães Pinto, Blasfémias, 18-2-2018

Ensinos da vida

Nelson Teixeira

A vida te ensinará a ser melhor. Cabe a você querer aprender ou não. Nem tudo serão flores, mas você não estará desamparado. Só não desista no primeiro obstáculo. Caso tenha caído, levante-se e continua. Brilha o sol mais longe.

E essa estrada está apenas começando. Siga adiante e não olhe para trás.

Mas se olhar, aproveite os erros que cometeu para não cometê-los mais.

Vivemos sempre cometendo os mesmos erros, sem que tenhamos feito deles uma lição para não errarmos mais.

Na vida existem as coisas que devemos repetir e melhorar ainda mais, e as que não devemos repetir. 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 19-2-2018

QUIZ: General engenhoso

Que general da Tríplice Entente levou a cabo, na frente oriental, uma das ações mais engenhosas contra o Império Austro-Húngaro?


A  – Bernard Montgomery
B  – Robert Nivelle
C  – Douglas Haig 
D  – Alexei Brusilov

Charada (501)

Hoje,
o termómetro
subiu 6°C, o que
corresponde
a metade da
temperatura
de ontem.

Então, qual
a temperatura 
de hoje?

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Sharyl Attkisson: When Propagandists Work This Hard To Shape Your Opinion, Their Goal Is To Separate You From The Truth

Tim Brown

Former CBS investigative journalist, five-time Emmy Award winner and author of New York Times bestsellers “The Smear” and “Stonewalled” Sharyl Attkisson has been one of the few journalists in the mainstream media willing to try to go beyond partisanship to the facts of a story and draw conclusions based on those facts.

In the following video, Attkisson tackles the issue of fake news, and asks just how real it is and whether or not it was a propaganda effort.


As an investigative journalist, Attikisson found herself asking several questions about the rise of fake news as a fad.

1.      What does fake news and what is not?
2.      When did fake news begin?
3.      Who’s behind the massive effort to direct our attention onto fake news.  Is fake news real?
Ms. Attkisson believes the last one is the most interesting of the three.

“I’ve investigated the shadowy multi-billion dollar industry that seeks to manipulate all of us through news social media and online,” she said.

One thing that always must be put forward are definitions of term and when it comes to the issue of fake news, it depends on who is talking about it.

“Fake news has always been embedded in our culture,” she said.  ” It just wasn’t called that.  The supermarket rags gave popularized, blatantly fake news with front-page images of aliens impregnating unsuspecting usually large breasted earthling women”.

Of course, the majority of people would believe nothing in those papers, but some would take it all in.

However, fake news was not relegated to supermarket tabloids.

It has also shown up time and again in mainstream media.

One example that Attkisson gave occurred in 1996 when the news media wrongly blamed a security guard named Richard Jewell for the Atlanta Olympic bombing.

“We later learned that poor Jule had actually been a hero moving people away from a suspicious backpack before it exploded,” she said.

As another example of fake news in the mainstream media, Attkisson pointed to a 9/11 network TV news reporter who falsely reported that a terrorist plane had crashed in the presidential retreat Camp David.

It never happened.

Gleisi divulga foto falsa de Sérgio Moro e finge que era uma foto real. Novo mico

Luciano Ayan

Gleisi Hoffmann volta a pagar mico. E de novo não economiza no papelão.

Agora ela divulgou uma fotomontagem de Sergio Moro, como se fosse imagem real.

No Twitter, ela escreveu: “Afe, muitos interesses por trás! Menos os do povo!!!”.

Na imagem Moro aparecia frente a um quadro com patrocinadores, incluindo PSDB e Rede Globo.


O problema é que um internauta divulgou a foto original, tirada por Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil.

Na imagem, o quadro de patrocinadores não existe.

O leitor disse: “Eu conto, vocês contam ou ela já sabe?”.


A vergonha foi tanta que Gleisi deletou o tuíte.

A AP desmente, mas só um dia depois

Já li na Exame, na TIME (claro!) a mentira inventada por um dirigente de uma organização de extrema-esquerda, rapidamente apropriada pela Associated Press, que o terrorista Cruz era um... supremacista branco (!?)

Atitudes

Nelson Teixeira

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos.

Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer nada pelos outros, visto que devemos fazer tudo o que nos compete.

Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos na nossa vida.

O aprendizado pode ser coletivo, mas a prática é sempre individual.

Conscientize sempre de que você determina as ações da sua vida, e ninguém pode lhe tirar esta atribuição.

Suas atitudes nortearão sempre a sua jornada na vida.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 18-2-2018

QUIZ: Nova arma

Na batalha do Somme, a utilização de uma nova arma semeou o pânico nas linhas inimigas. De que arma se tratava?


A  – Tanque
B  – Metralhadora
C  – Granada 
D  – Bombas de napalm

Charada (500)

Quem era o presidente
da República Portuguesa
em 1905?


a)   Teófilo Braga.
b)   Bernardino Machado.
c)    António de Spínola. 
d)   Manuel de Arriaga.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Moleskine (17 de fevereiro)


A Intervenção Federal no Rio de Janeiro
Tenho a absoluta certeza que a expressiva maioria dos residentes na grande cidade do Rio de Janeiro concordou e aprova essa intervenção do Exército. Contra a grita, histérica, sutil ou subliminar, plasmada no El País BRASIL, Folha de S.Paulo, além, é claro, dos políticos e dos blogues esquerdeiros.

Eis um exemplo da perfídia da esquerda
Intervenção militar no Rio leva o Golpe para novo patamar
NINJA
Diante do caos social provocado por Temer, direita traz Exército para as ruas: um AI-5 a conta gotas?
O negrito é meu. Repare: quem provocou a violência no Rio de Janeiro foi... Michel Temer! É muita f...da putice!

Mais outro exemplo sobre o mesmo assunto
Assisto na Record News à ‘unanimidade’ dos esquerdeiros contra a intervenção militar no Rio. (Não deveria me surpreender, pois eles são contra tudo e todos. Eles são movidos a rancores, não por valores!)

O filho de um ex-piloto da RG afirmou que era uma ‘iniciativa política’, pois Temer quer ‘desviar o foco da reforma da Previdência’... Nada disse sobre as vítimas dos bandidos fluminenses. Até porque, para eles, estas não são vítimas... vítimas são só aquelas que são mortas pela Polícia, não interessa se eram violentos assassinos.

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Missão 100% Português

Telmo Azevedo Fernandes

Por mero acaso, durante o intervalo do noticiário, vi uma promoção da RTP a um seu programa dedicado a incentivar o consumo de produtos “100% portugueses”.


Investiguei um pouco e cedo percebi que a respectiva empresa produtora é uma afiliada ibérica do grupo internacional EndemolShine, curiosamente com sede na Holanda. A sucursal em Portugal, aparentemente, nem sequer teve papel de relevo no desenho deste produto televisivo.

Em coerência com o propósito deste programa, felizmente os patrocinadores da série são tradicionalíssimas empresas lusas como a Europcar e o Jumbo (Grupo Auchan). Outras portuguesíssimas marcas se associam à empreitada e apresentam-se orgulhosamente na língua de Camões: Vitrine-All About You; Ideia Hub-Empowering People; Reboques Amadora – Bus & Truck Service; Giovanni Gali; More Results; Seaside.

Só isto bastaria para demonstrar ao limite do risível o logro e a fantochada pegada que é este programa.

Num olhar mais substantivo dou-me conta de que há, no entanto, uma tentativa de doutrinação sobre o tema. Tristemente nenhuma das 40 pessoas que constam da ficha técnica se apercebe da confrangedora iliteracia económica que exibem.

Vejam bem que na apresentação de estreia uma voz-off interpela-nos da seguinte forma: “será que realmente precisamos de consumir produtos importados; ou podemos apostar no consumo nacional, ter um papel ativo e ajudar a economia portuguesa?” (sic)
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