domingo, 5 de abril de 2020

Non! Il est moins seul que votre président!


Ué?! E por que haveria de querer?!

Não, Alexandre Garcia não escreveu isso aí

Se você sobe quando (quase) todos descem

e



então, pode deixá-la aqui nos comentários, nesta ou em qualquer uma das 30 526 postagens da revista, ou para o nosso endereço eletrônico. 
Obrigado!

Obviamente do contra

Este é o mundo em que nos lares se afixavam códigos de combate ao assédio sexual, mas se esqueceram os planos de contingência para o vírus. Um mundo de frases feitas.

Helena Matos


Isto é uma guerra – Não, não é. Poucas pessoas escrevem e proferem a palavra guerra com tanto à vontade quanto os civis, sobretudo aqueles que nunca cumpriram serviço militar. (Valham-nos os militares para colocar alguma temperança no uso da palavra guerra!) Por mais dramáticas que sejam as situações vividas nos hospitais italianos, ingleses e chineses, ou nos lares de idosos em Espanha e França, o que estamos a viver não é uma guerra. E é importante que o assumamos rapidamente porque se comparar a atual situação com uma guerra revela alguma infantilidade, acreditar que se sai dela como nas guerras é um erro trágico: ao contrário do que acontece nas guerras aqui não há um dia da libertação para celebrar mas sim muitos dias a tentar ganhar imunidade. E sobretudo não há vencedores sobre o vírus, mas sim habituação ao vírus. Não é épico, não dá grandes momentos de televisão, mas é indispensável.

Está sob controlo – Não, não estava. E como não estava acabamos fechados em casa e a viver sob estado de emergência pois os maiores adeptos das soluções radicais no momento atual são precisamente aqueles que antes subestimavam os avisos de perigo. Recuar às declarações dos responsáveis nacionais e europeus perante a ameaça do coronavírus é uma viagem à bolha em que se movimentam as elites: a 2 de Março, a Presidente da Comissão, Ursula von der Leyen recusava “a introdução de controlos fronteiriços, a interdição de viagens para determinados destinos ou o cancelamento de eventos — que, de acordo com os epidemiologistas, não têm qualquer eficácia em termos de contenção das infecções e segurança das populações.” (Deve existir algures um depósito de epidemiologistas a que os governos e as organizações vão buscar o “seu epidemiologista” segundo a sua conveniência do momento!).

Dias antes, a 24 de Fevereiro o comissário europeu para a Gestão de Crises, Janez Lenarcic, desdramatizava (o verbo desdramatizar é fundamental nesta versão do mundo em que o povo é alarmista e as elites tranquilas porque informadas): “O risco aqui é muito baixo”, desdramatizou o comissário europeu para a Gestão de Crises, Janez Lenarcic. “Mas o risco existe, e por isso estamos a preparar-nos para todos os cenários”.

Por esses dias a grande preocupação de António Guterres enquanto secretário-geral das Nações Unidas era que os cidadãos asiáticos pudessem vir a ser estigmatizados por causa da Covid-19. Em França, Espanha ou Portugal vamos encontrar declarações semelhantes. E isso não é coincidência, mas sim consequência de uma geração de governantes que em vez de enfrentar os problemas “desenvolve políticas” e que tem horror à realidade. Como o vírus não se submeteu ao pensamento mágico que adotam noutras áreas, nomeadamente na economia, acabamos ter de fechar os países porque perdemos a oportunidade de implementar programas de prevenção.

Coronavirus: China's Great Cover-up

Giulio Meotti
     
§  Bats were not, it seems, sold at Wuhan's seafood market. The Lancet noted in a January study that the first Covid-19 case in Wuhan had no connection to the market.
§  One more person has just disappeared. Ai Fen, a Chinese physician, who... claimed her bosses silenced her early warnings about coronavirus, appears to have vanished.... The journalists who saw what happened inside Wuhan have also disappeared.
§  "No one has been able to study it. How can you say it's not a release from a lab if you can't go to the lab? Indeed, we have seen Beijing do its best to prevent virologists and epidemiologists from actually going to Wuhan." — Gordon Chang, in Die Weltwoche, March 31, 2020.
§  That is another major problem. The potential major investigator on Wuhan's origin, the World Health Organization, is now accused of being "China's coronavirus' accomplice".
§  Why is China trafficking in dangerous viruses in the first place?
§  "Debate may rage over which center it is, but at this point it seems undeniable that a center has been directly involved with research on viruses, although not necessarily on the creation of a virus." — Father Renzo Milanese, AsiaNews.it, March 13, 2020.

On January 11, China's government announced that Wuhan's wet market was the origin of the coronavirus epidemic. The same Chinese regime later claimed that the virus "may not have originated in China", and later still, Chinese officials began claiming that US soldiers brought the virus to Wuhan. What respected scientist or institution can now trust anything that comes out of China? (Photo by Kevin Frayer/Getty Images)

We have been paying dearly for China's lies.

"This is one of the worst cover-ups in human history, and now the world is facing a global pandemic," said Rep. Michael T. McCaul, the ranking Republican member of the House Foreign Affairs Committee, before the US intelligence community concluded, in a classified report to the White House, that China has concealed the origin and extent of the catastrophic global coronavirus outbreak.

The Chinese Communist Party's "failure has unleashed a global contagion killing thousands", wrote Cardinal Charles Maung Bo, president of the Federation of Asian Bishops' Conferences, on April 1. "As we survey the damage done to lives around the world, we must ask who is responsible?"


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Vera, serjão e a grobo, botafogo e o flango flito


Nesse vídeo vou te atualizar sobre o que anda fazendo esse povo e as novas sobre a situação do mundo e aquele negócio.


Te atualizei, 4-4-2020

Ressaca em Ipanema: água cobriu a Vieira Souto e a Delfim Moreira

Redação Diário do Rio


Uma forte ressaca afetou a Praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, assim como a do Leblon. Relatos de moradores, que postaram fotografias e filmagens nas redes sociais, mostram as águas cobrindo as Avenidas Vieira Souto e Delfim Moreira e ilhando os quiosques de uma das praias mais famosas do país.

Em Copacabana, a Ressaca encurtou a faixa de areia e está atraindo surfistas e curiosos. A todo o momento se escutam sirenes dos bombeiros e polícia que tentam manter as pessoas longe da faixa de areia, para evitar aglomerações e manter o isolamento social.

No Leblon, a COMLURB já está terminando a limpeza da areia trazida pela ressaca.


Título, Imagens e Texto: Redação Diário do Rio, 4-4-2020

Para não perder mercadoria, dona de loja da Kopenhagen tem ideia ousada

Redação Diário do Rio

Correndo sério risco de quebrar e ainda estragar sua cara mercadoria, a dona da Kopenhagen no Botafogo Praia Shopping resolveu inovar. Ela estocou, em casa, todos os chocolates que tinha na franquia e está vendendo através da internet, entregando na casa das pessoas, com desconto de até 30%. Para não estragar os produtos, seu ar-condicionado está ligado 24 horas por dia.


Pessoas próximas à dona da franquia da Kopenhagen do Botafogo Praia Shopping contam que ela estava bastante preocupada com o prejuízo que iria sofrer. Ela empenhou-se nas vendas desses chocolates para a Páscoa desde agosto de 2019, quando passou a investir mirando neste objetivo.

E os resultados estão acontecendo. O catálogo online está sendo atualizado com muita frequência para que os produtos que estão esgotados sejam retirados.

O desconto de 30% vale, também, para as Nhá Bentas e Balas de Leite. E o principal contato é via WhatsApp através dos telefones (021) 97985-7893 e 99911-1107. Os produtos disponíveis estão neste catálogo online.

DIÁRIO DO RIO vem mostrando histórias de empresários que estão inovando para evitar que seus negócios desandem. Por exemplo, os muitos restaurantes que passaram a intensificar o serviço de delivery, os hotéis que estão focando em profissionais da saúde, uma construtora que faz liquidação online de apartamentos, entre outros.
Título, Imagem e Texto: Redação Diário do Rio, 4-4-2020

Shangai fica na China

Gratidão

Nelson Teixeira

A vida é como um eco, ela devolve aquilo que você dá.

Para receber energias positivas do Universo, terá primeiro que emanar energias positivas para todos aqueles que estão ao seu redor.

Uma das maneiras de emanar boas vibrações é através da gratidão.

Não precisa ir longe, se olhar para o lado verá pessoas com fardos muito maiores que o seu.

Por que não ser grato? O pessimismo é uma mala muito pesada de se carregar. Livre-se de todo peso extra, e sua vida fluirá…

Confiança e gratidão são ótimos companheiros de viagem, portanto, alimente-se da fé, e seja grato!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 5-4-2020

[As danações de Carina] Transitório

Carina Bratt

Tudo aconteceu exatamente assim. O corpo estava inerte e se fazia muito longe. O que ainda poderia ser tentado se resumia em lhe fomentar ânsias de não estar preso.

Zoom, aproximou a janela: um pássaro tentou uma arremetida e, desarvorado desabou o mundo de cabeça para baixo. O âmbito se carregou de inundar tudo com um cheiro fétido, no silêncio que se seguiu.

Ela decidiu que se fazia chegada a hora da liberdade.  Diante do espelho do armário embutido, calçou as luvas de lã e se disfarçou com uma alma nova, que havia guardado especialmente para uma ocasião como esta.

Tanto tempo enclausurada e, no entanto – se admirou -, nenhum cupim, nenhum roído, nada de memória. Saiu de casa pensando animosamente nas coisas que a reencontrariam. Sorriria, caso a reconhecessem.

“Não”, disse para si mesma. “É cedo ainda. Sendo assim, devem estar todos dormindo”. Se enganou como durante sempre. No instante em que pisou a rua, reparou na chuva.


Amedrontada, voltou sobre seus próprios passos, para não se perder, denunciar, fechou a porta e se esqueceu em definitivo de onde pôs a chave.

Não queria mais sair. Pretendia raiz. O cheiro acre se assemelhava a de um enterro e persistia incrustado no ambiente.

Súbito, feito uma evidência de traição, um raio de sol varou as copas dos edifícios em frente e lhe sublinhou no olhar um rasgo de serena idade.

Ela continuou, ainda assim, radicada em seu canto, à espera de algo que a comovesse, até que a tarde, abdicando da luz, abortou uma noite gélida, quase tátil, que permaneceu boiando no ar com sua lua e uma prole numerosa de estrelas.

Ela se levantou, enfastiada, e tomou banho. Se esfregou com força, buscando arrancar da pele o cheiro do dia, até aquele instante presente. Estarrecida com a resistência que encontrou, se deixou ficar na banheira, enquanto a alma nova, esta sim, fina e emancipada fugia pelo ralo.

[Foco no fosso] O som do corona

Haroldo Barboza

Nos últimos dias temos recebido áudios de pessoas relatando que hospitais do RJ (Salgado Filho, rede D’Or) estão apenas com uma ou duas pessoas internadas devido ao corona.

Uma mensagem de voz facilmente será contestada pelos terroristas (e seus aprendizes) que pretendem derrubar o governo através do esfacelamento da economia.

Então, é importante que médicos, enfermeiros, auxiliares, pessoal da limpeza, pacientes e familiares de outras enfermidades gravem vídeos (até de forma anônima) dando o nome do hospital, a quantidade de leitos vazios e ocupados por CORONA para que a população fique menos apreensiva.

Enviar estes vídeos para todas as redes sociais e a seguir para as mídias (muitas não confiáveis) para ver se pelo menos duas delas se libertam da “censura”.

E mais importante: enviar estes vídeos para a sede do Planalto Central para que o governo tenha ciência (ou já tem e vai agir antes que seja tarde?) do plano imundo colocado em prática pelos que usam o povo como capacho.

Nações estrangeiras sabem que mais de 70% de nossos políticos são corruptos. Poucos estão se lixando se dentro de seis ou oito meses estivermos a ponto de nos transformarmos num “Braití”.
Título e Texto: Haroldo Barboza, 4-4-2020

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sábado, 4 de abril de 2020

Brasil pede à Índia que garanta fornecimento de insumos farmacêuticos

Presidente Bolsonaro destacou medidas de repatriação de brasileiros

Alex Rodrigues

O presidente Jair Bolsonaro pediu hoje (4), ao primeiro-ministro Índia, Narendra Modi, o apoio do governo indiano para que o Brasil continue recebendo os produtos farmacêuticos necessários à produção da hidroxicloroquina.


Indicada para o tratamento e prevenção da malária e de outras doenças, como o lúpus, a hidroxicloroquina vem sendo testada em pacientes com o novo coronavírus em vários países, inclusive no Brasil.

Importante produtora de insumos para remédios e principal fornecedora mundial de medicamentos genéricos, a Índia restringiu a exportação de ingredientes farmacêuticos em meio à crise que motivou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a decretar pandemia.

“Neste sábado, em contato com o primeiro-ministro da Índia, solicitei apoio na continuidade do fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção da hidroxicloroquina”, escreveu o presidente no seu perfil pessoal no twitter. “Não mediremos esforços para salvar vidas”, acrescentou.
Também no Twitter, o primeiro-ministro indiano afirmou ter tido uma "conversa produtiva" com Bolsonaro sobre "como Índia e Brasil podem unir forças contra a pandemia de covid-19". Modi também revelou que, mais cedo, conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "Tivemos uma boa discussão e concordamos que Índia e Estados Unidos devem unir suas forças para combater à covid-19." 

Na semana passada, o governo federal zerou o imposto de importação cobrado de medicamentos como a cloroquina – e seu derivado, a hidroxicloroquina - e a azitromicina para uso exclusivo em hospitais, em casos de pacientes em estado crítico, com o objetivo de facilitar o combate da doença.

Até a tarde desta sexta-feira (3), o Brasil já registrava 9.056 casos confirmados da doença e 359 mortes, segundo o Ministério da Saúde. Em todo o mundo, até esta manhã, a doença já matou a 60.887 pessoas, de acordo com levantamento da Universidade Johns Hopkin.

Repatriação
Durante a teleconferência, Bolsonaro estava acompanhado de assessores e do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que também participou da conversa. Bolsonaro e Araújo também comentaram, entre si, das medidas de ajuda aos brasileiros retidos em outros países devido à crise do novo coronavírus.

[O cão tabagista conversou com...] Jeronimo: “Lembro que me agarrei a uma oração escrita pela minha mãe, que eu guardava no bolso da minha camisa do uniforme. Essa oração me acompanhou durante meus vinte e oito anos de voo.”

Nome completo: Joel Jeronimo Martins

Nome de Guerra: Jeronimo

Onde e quando nasceu?
Piraúba-MG, em 21 de fevereiro de 1951

Onde estudou?
Estudei até à quinta série na Escola José Lins do Rego, no Rio de Janeiro. Da sexta até à conclusão do ensino médio, no Colégio Estadual Olavo Bilac, em São Cristóvão, bairro do Rio de Janeiro.
Não tenho curso superior.

Não tem curso superior... dependendo do curso, não faz nenhuma falta, well...  😉

A Escola Municipal Jose Lins do Rego fica em Cachambi, correto? Portanto, você passou a infância e juventude em Cachambi e em São Cristóvão...
Pois é, aos oito anos eu me mudei de Piraúba-MG para o Cachambi no Rio de Janeiro. Esqueci de citar que o meu 1º e 2º primário foram concluídos na escola municipal José Pires de Lima em Piraúba.

Morei no Cachambi de 1959 até 1975 quando me casei.

Qual (ou quais) acontecimento marcou a sua infância e juventude?
Nasci e fui criado numa fazenda próxima à cidade onde nasci, fui criado no meio de vacas, porcos, cavalos, cachorros, galinhas...

Das vacas tirávamos o leite, que era usado na produção de queijos vendidos na cidade, fabricávamos também embutidos de carne de porco, os ovos também eram vendidos.

Tínhamos também produção de milho, arroz, feijão, mandioca, além de hortaliças. Todos esses itens serviam para a nossa alimentação e para o nosso sustento.

A minha cidade não tinha médico, quem cuidava de nossa saúde era um farmacêutico, os partos eram feitos por parteiras, não existiam vacinas. Eu, por exemplo, tive todas as doenças que as crianças hoje não têm, como sarampo, catapora, caxumba, coqueluche.

Aos oito anos me mudei para o Rio de Janeiro, a viagem foi feita de trem e a máquina que puxava os vagões era a famosa Maria Fumaça.

A partir da chegada no Rio, passei a ter uma vida completamente diferente, com a qual demorei muito para me adaptar, passei a conviver com carros, ônibus, barulho e tudo isso me assustava.

Minha grande paixão desde menino sempre foi o futebol, cheguei a fazer parte das divisões de base do Botafogo do Rio de Janeiro, quando o clube era conhecido internacionalmente.

Esse fato marcou muito a minha juventude, tenho algumas frustrações por não ter sido profissional, mas ao mesmo tempo tive muitas alegrias, até hoje tenho sonhos que sou menino e estou jogando bola.

Se profissional fosse, ultrapassaria o CR7, não? 😊
CR7 é imbatível, além de ser um exemplo como cidadão, eu era apenas um jogador mediano.

Quando começou a trabalhar?
Aos oito anos, fora do horário de aulas. Trabalhava na olaria (produção de telhas e tijolos) da própria fazenda.

Já no Rio de Janeiro trabalhei num armazém de secos e molhados, de um italiano, Sr. Caruzzo, amigo do meu pai, também fora do horário escolar e sem registro em carteira.

Aos quinze anos já recebia salário como futebolista, porém, também sem registro em carteira de trabalho.

New evidence suggesting COVID-19 came from a Wuhan virology lab is hard to ignore

Scientists were allegedly researching coronaviruses in bats late last year

Phil Siver

Several new pieces of publicly available evidence that have come to light in recent days seem to indicate that a virology lab in Wuhan, China, may have been the location where the novel coronavirus originated.

Photo: China Daily, via Reuters

In a lengthy article published Friday, National Review senior correspondent Jim Geraghty detailed the investigatory work of Matthew Tye, a documentary filmmaker and YouTuber who used to live in China. In his most recent video upload, Tye professes to have identified the source of the virus.

Geraghty is sure to note that it "is understandable that many would be wary of the notion that the origin of the coronavirus could be discovered" by a YouTuber, but contends "a great deal of the information that he presents, obtained from public records posted on the Internet, checks out."

Two examples of this are all-too-coincidental job openings posted late last year by the Wuhan Institute of Virology.

Suspicious job postings

On Nov. 18, the lab posted a job opening that requested scientists to come "research the relationship between the coronavirus and bats."

According to a Google translation of the job posting, it offers this description of the nature of the work:

Taking bats as the research object, I will answer the molecular mechanism that can coexist with Ebola and SARS- associated coronavirus for a long time without disease, and its relationship with flight and longevity. Virology, immunology, cell biology, and multiple omics are used to compare the differences between humans and other mammals.

Then, just over a month later on Dec. 24, the lab posted another job opening, this time noting "long-term research on the pathogenic biology of bats carrying important viruses has confirmed the origin of bats of major new human and livestock infectious diseases such as SARS and SADS, and a large number of new bat and rodent new viruses have been discovered and identified."

CNN’s Jim Acosta Interrupts Dr. Birx To Attack Trump; Claims Dr. Fauci Bumped From Taskforce

CNN chief White House correspondent Jim Acosta was widely blasted for interrupting Dr. Deborah Birx during Friday’s coronavirus briefing to attack President Trump.

GOP USA

“We can talk about why didn’t Italy do something or Spain do something or Germany do something, or we can really say right now — we all can do something,” Dr. Birx explained. “We can do the social distancing and all of the pieces that we know is starting to work around the globe in country after country. And then when we get through all of this, we can ask the questions about could we have done some piece of this better as a global community.”

File Photo - CNN's Jim Acosta sulks in White House briefing room. - (AP Photo - Susan Walsh)
“I will remind you that on February 3rd, the head of the WHO said there was no reason to ever do a travel ban,” Dr. Birx continued. “It wasn’t until January 14th that we knew that there was human-to-human transmission,”

Acosta quickly derailed her observations about WHO to knock President Trump.

“Dr. Birx, the president was saying this was going to go away,” Acosta said. “It’s April.”

Excerpt from Fox News.

Video of interruptions and attempts to score points at briefing followed by more of the same, including claims about Fauci, with Wolf Blitzer in studio:

Pobres e agradecidos: muito obrigado, dr. Costa

Embora o comportamento do dr. Costa d.C. (depois do Covid) permaneça igualzinho ao do dr. Costa a.C., o komentariado descobriu um pretexto para elevar a glorificação a níveis desconhecidos de ridículo 

Alberto Gonçalves

Em vinte anos de ofício, nunca me importei de ser insultado. Por curiosidade antropológica, limito-me a reparar no tipo de insultos, que em geral hesitam entre chamar-me nomes feios e jurar espancar-me, além de outras pedagogias democráticas. Nos últimos dias, reparei numa linha insultuosa diferente: dezenas de criaturas decidiram que não sou patriota. Na verdade, jamais fui. Mas, por algum motivo, jamais alguém usara essa característica para ofender a minha estrangeirada pessoa. Agora passaram a usar. Vários cidadãos aconselharam-me a sair do país (é o “Brasil, ame-o ou deixe-o”, em voga durante a ditadura militar), dois ou três apelidaram-me de Miguel de Vasconcelos e um sugeriu mesmo que eu fosse julgado por traição. O que motivou tamanha insurgência nacionalista?

Pelos vistos, o facto de eu ter escrito umas opiniões menos abonatórias acerca das sumidades que conduzem a guerra (o termo não é meu) contra o vírus. Quem não está com as sumidades está a favor do vírus. Ainda que o prof. Marcelo tenha trocado as lides domésticas por “intervenções” diárias de uma vacuidade desgastante, não se deve criticar o senhor presidente. Ainda que a senhora da DGS e a “tutela” da Saúde sejam exemplos raros de desorientação, dissimulação e inépcia, não se pode criticar as estarolas em causa. Ainda que o dr. Costa atual não se distinga do dr. Costa de sempre, um habilidoso para consumo do Terceiro Mundo, não há qualquer hipótese de criticar o dr. Costa sem despertar a fúria de uma multidão raivosa.



Claro que parte da multidão é constituída por avençados do PS, arregimentados para denunciar os hereges que divergem da doutrina oficial. Porém, também me vi insultado por sujeitos recente e genuinamente convertidos aos méritos das “autoridades”. Não admira: o português não aprecia destoar. E se a exaltação dos “media” em volta do prof. Marcelo tem sido discreta, que porque não haja grande interesse em promovê-lo, quer porque a atuação de Sua Excelência embaraça até os maiores bajuladores, os “media” não se poupam a transformar as donzelas da Saúde em heroínas sem sono e o dr. Costa num estadista.

O caso das donzelas, “guerreiras” que estão há mês e meio para acertar numa conta, num esclarecimento ou numa decisão, é apenas o “branqueamento” do desnorte. O caso do dr. Costa é fascinante. Embora o comportamento do dr. Costa D.C. (Depois do Covid) se mantenha igualzinho ao do dr. Costa A.C., o “komentariado” descobriu aqui um pretexto para elevar a glorificação do primeiro-ministro a níveis de ridículo desconhecidos. Quando o dr. Costa mente sobre a capacidade de um SNS em ruínas, o “komentariado” ignora. Quando o dr. Costa solta uma bazófia sobre os europeus que produzem e poupam e não partilham, o “komentariado” rebenta de entusiasmo, a louvar a “dignidade” de um mendigo grosseirão. Os fiéis mais zelosos, com a coluna vertebral em frangalhos, asseguram que o dr. Costa “está a trabalhar para a História” (pela minha saúdinha) e comparam-no a Churchill.

Em meio à pandemia, mais de 750 brasileiros foram repatriados hoje

No total, 11.235 brasileiros retornaram ao país
   
Pedro Rafael Vilela

Um total de 768 cidadãos brasileiros desembarcou no país nesta sexta-feira (3), oriundos de diferentes países, em meio à pandemia do novo coronavírus. A repatriação dessas pessoas tem sido articulada pelo governo federal, através do Itamaraty, já que a oferta de voos comerciais caiu drasticamente e dezenas de países fecharam suas fronteiras para conter o avanço da doença. 

"Hoje foram repatriados 768 brasileiros, sendo 434 da Bolívia, 243 do Reino Unido, 60 da Argentina, 22 do Chile e 9 de Trinidad Tobago, totalizando 11.235 brasileiros repatriados", informou o ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto [foto], em coletiva de imprensa.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Na última quarta-feira (1º), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse que cerca de 5,8 mil brasileiros ainda estavam retidos em diferentes países. Parte desses resgates tem sido realizada por meio de voos fretados pelo próprio Itamaraty. 

Cestas básicas
Braga Netto também informou que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) vai transferir cerca de R$ 40 milhões para a aquisição de cestas básicas, que serão distribuídas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pela Fundação Nacional do Índio para grupos vulneráveis e em reservas indígenas. Segundo o ministro, serão contempladas 161 mil comunidades em 25 estados. O objetivo é garantir a segurança alimentar dessas populações durante a pandemia da covid-19.
Título e Texto: Pedro Rafael Vilela; Edição: Denise GriesingerAgência Brasil, 3-4-2020, 20h04

Coronavírus: baita polêmica

Está em curso uma baita polêmica:

Esse tal de coronavírus/covid-19 é 
um vírus chinês 
ou 
um vírus que veio da China?

Salles: ‘Bolsonaro tem a obrigação de fazer o que tem feito’

Jovem Pan

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [foto], elogiou a atuação de Jair Bolsonaro frente a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Em entrevista exclusiva ao Pra Cima Deles, do Grupo Jovem Pan, Salles minimizou as discordâncias públicas entre o presidente da República e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e disse que Bolsonaro “tem a obrigação de fazer o que tem feito”.


“Eu acho que (Bolsonaro e Mandetta) têm papéis diferentes, embora complementares”, analisou Salles. “O Mandetta é um grande ministro da Saúde, faz um bom trabalho desde o início e tem, como médico que é, uma visão estritamente relacionada à questão da saúde, porque essa é a sua missão. O presidente, por outro lado, tem feito tudo o que é necessário para ajudar estados e municípios. Ele encaminhou um volume inédito de recursos, tem dado todo o apoio necessário para que o Mandetta faça um bom trabalho, não poupa esforços nesse sentido…”, acrescentou.

“Agora, o papel do presidente da República transcende a questão da saúde propriamente dita. Ele também vai para as consequências econômicas de um planejamento adequado ao combate ao coronavírus. O presidente, como é o presidente de todos os brasileiros, de todos os ministérios, tem a obrigação de fazer o que tem feito, que é ponderar sobre os diversos aspectos das medidas importantes que têm sido tomadas, tanto pelo Mandetta, mas também pelo Paulo Guedes na Economia, pela Infraestrutura, pela Agricultura…”.

De acordo com Ricardo Salles, “ninguém está imune a erros”, mas Bolsonaro “tem uma qualidade que o brasileiro buscou nas eleições de 2018, que é dizer a verdade”. “Os brasileiros estavam cansados do político vaselina, que fica em cima do mundo, que vai se compor com quem não deveria, que faz média, demagogia… O presidente Bolsonaro foi aquele que rompeu com esse paradigma. As pessoas muitas vezes ficam chocadas porque ele diz o que pensa, mas é melhor alguém que diz o que pensa do que alguém que dissimula as suas posições, que esconde quais são as suas verdadeiras intenções, que fala palavras bonitas para o público e, no bastidor, se articula com o que há de mais asqueroso na vida pública. O presidente tem dado um exemplo disso”, afirmou.

Tribunal Penal Internacional? Olha quem denunciou Bolsonaro

Bolsonaro foi denunciado no Tribunal Penal Internacional. Agora entenda neste vídeo o esquema e quem está por trás!
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!

QUESTIONE-SE, 3-4-2020

Traição

Nelson Teixeira

Na vida, poucas coisas nos machucam mais do que ver que a nossa confiança foi traída.

Depois de perdida, muitas vezes a confiança não pode ser recuperada.

Tome muito cuidado quando alguém confiar em você, para não decepcioná-lo, pois isto seria a pior coisa que poderia acontecer.

Lembre-se que não devemos fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que fizessem a nós.

Se você for traído por alguém é muito duro e lamentável, mas se for você o traidor seria muito mais dolorido ainda.

Esteja sempre atento nas suas vigilâncias, para não correr o risco de ferir alguém.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 4-4-2020
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