quinta-feira, 25 de agosto de 2016

OS PINGOS NOS IS – Lula para procurador-geral: “Obrigado, Janot! Não tem de ouvir o Leozinho mesmo”

A fala pertence ao "Lula Bolado", uma criação minha. Mas o Lula oficial pode tomar como sua
O agradecimento é feito a partir de 39min52s.
Atenção! Por problema técnico, o vídeo está sem som entre 24min35s e 26min55s. Não se perde conteúdo jornalístico porque é o intervalo comercial.

Banhos ao cão: semanalmente, quinzenalmente, três vezes por ano?

Há pouco, e mais uma vez, leio em um site veterinário português que... só se deve dar 3/4 banhos ao cão, por ano!

Não é à toa que o querido Kenzinho era conhecido como o "o cão mais limpo de Massamá"...

Gente, eu até concordo em dar um banho mensal ao Bill... mas três por ano?!

Aí, lembro de Kenzo (e da maioria dos cachorros que conhecia no Rio) que tomava banho semanalmente. E isso durante sete anos, no Rio!... 

Kenzinho tomando banho, 25 de julho de 2011
Aí, continuo me lembrando... será que ele não ganhou a maldita alergia por causa de tantos banhos?

E penso, e recordo.

Não. Embora compreenda a alegação dos veterinários lusos (a camada de gordura que protegeria a pele de picadas, etc...) e estranhe o absoluto silêncio dos veterinários cariocas (nunca, na minha alegre vida com Kenzo – 7 anos de Rio, caminhando mais de uma hora do Novo Leblon até o Novo Mundo, e volta!, nenhum veterinário me recomendou dar menos banhos!)

Pois, confira a recomendação desta veterinária dermatologista brasileira:


Aliás, foi com Kenzo que aprendi (entre outras coisas) que... cão cansado (se possível, exausto, de brincar, de correr ou de caminhar) é feliz!

Kenzo chegava em casa, na Aroazes, dava dois passos e deitava! Porque chegava cansado.

Mas, contudo, porém, dois minutos depois de você achar que ele tinha ‘morrido’, eis que chegava uma ‘madrinha’…

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A politização da Olimpíada e o eterno mimimi das esquerdas

Rodrigo Constantino


A marca da esquerda moderna é a politização de tudo na vida, até mesmo dos órgãos sexuais de cada um, ou do esporte. Tudo precisa virar bandeira política, ser encaixado na narrativa de “opressores e oprimidos”, a ideia de luta de classes marxista que até hoje seduz aqueles indispostos ao exercício do raciocínio honesto.

Claro que não seria diferente na Olimpíada. Se Rafaela Silva vence o ouro no judô, não foi a vitória espetacular de uma menina determinada, que contou com o apoio de voluntários em seu treinamento (conheço alguns), mas sim a marca da negra pobre que, apesar das elites, chegou no topo. O discurso precisa ser enquadrado na ideologia, apesar dos fatos.

O ouro de Thiago Braz no salto com vara criou, nesse sentido, um desafio e tanto para essa esquerda. Como adaptar o feito ao discurso de vitimização das “minorias”, se o garoto é branco, heterossexual e cristão? E pior: o que fazer diante de sua própria declaração acerca da importância de sua fé em sua conquista?

Esse foi o tema da coluna de hoje de Carlos Andreazza no GLOBO. Já antecipando toda a patrulha que virá em cima do rapaz, Andreazza dissecou a múmia esquerdista, que vive do vitimismo e enxerga golpe em todo lugar, que precisa demonizar os militares para reacender a chama dos anos 1960, já bem apagada, mas fundamental para mantê-la – múmia – viva, respirando a asfixia de suas inversões históricas. Diz Andreazza:

Aos 22 anos, é um vencedor cuja vida não empresta à exploração política — um ganhador brasileiro que não é mais sofrido que os outros, que não chegou ao lugar mais alto do pódio apesar das barreiras impostas pela sociedade, mas por consequência de seus méritos individuais, do treinamento, da concentração.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Congresso aprova LDO para 2017 com déficit de R$ 139 bi e crescimento do PIB de 1,2%

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Agência Senado

O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quarta-feira (24) o texto principal da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2017 (PLN2/2016).  Foram 252 votos favoráveis e 8 contrários entre os deputados, além de obstrução promovida por parlamentares da oposição, que não votaram. Entre os senadores, a votação foi simbólica. Ficaram pendentes de votação três destaques.

O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit de R$ 139 bilhões e prevê um crescimento de 1,2% no produto interno bruto (PIB). Caso se confirme a estimativa da lei, o Brasil completará quatro anos consecutivos de déficit fiscal e, consequentemente, de crescimento da dívida pública nacional. Além do rombo previsto a nível federal, o projeto antecipa déficits de R$ 1,1 bilhão para estados e municípios e de R$ 3 bilhões para as estatais.

A previsão do déficit foi uma alteração promovida pelo presidente interino, Michel Temer, em relação ao texto original do projeto da lei, que falava em resultado fiscal zero (nem superávit e nem déficit). As bancadas de oposição ao governo interino tentaram resgatar essa proposta através de um destaque, mas não tiveram sucesso.

Outros indicadores trazidos pelo texto para o próximo ano incluem a previsões de inflação de 4,8%, taxa de juros de 11,25% e preço do dólar a R$ 3,81.

“Realismo”
O relator da LDO, senador Wellington Fagundes (PR-MT), destacou que o projeto aprovado pelo Congresso tem como principal mérito ser “realista”. Segundo ele, essa característica pode ser alcançada porque o texto conta com dispositivos que obrigam o governo federal a limitar as suas despesas e trabalhar com uma arrecadação concreta.

— Longe de ser uma tábua de salvação, o projeto procura retratar o Brasil de hoje. Nossa realidade fiscal indica um perfil de muitas dificuldades. Não adianta incluir no texto despesas que não serão executadas. Isso gera frustração na sociedade e desvaloriza o papel do orçamento e do parlamento — afirmou o relator.

Em quem você votará para Prefeito de São Paulo?




Altino Prazeres (PSTU)

Branco/Nulo

Celso Russomano (PRB)

Delegado Olim (PP)

Denise Abreu (PMB)

Fernando Haddad (PT)

Henrique Áreas (PCO)

João Bico (PSDC)

João Doria (PSDB)

Laércio Benko (PHS)

Levy Fidelix (PRTB)

Luiza Erundina (PSOL)

Major Olimpo (Solidariedade)

Marco Feliciano (PSC)

Marta Suplicy (PMDB)

Não sei

Ricardo Young (Rede)

Roberto Trípoli (PV)

Responda na enquete que já está rolando na barra lateral.

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Em quem você votará para Prefeito de Porto Alegre?

Luciana tem 23% e Pont, 18% à disputa de Porto Alegre, diz Ibope
Nelson Marchezan Jr (PSDB) aparece com 12% e Melo (PMDB) com 10%.


Margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
G1 RS

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de Porto Alegre:

- Luciana Genro (PSOL) - 23%
- Raul Pont (PT) - 18%

- Nelson Marchezan Júnior (PSDB) - 12%
- Sebastião Melo (PMDB) - 10%

- João Carlos Rodrigues (PMN) - 3%
- Júlio Flores (PSTU) - 3%

- Mauricio Dziedricki (PTB) - 3%
- Marcello Chiodo (PV) - 2%

- Fábio Ostermann (PSL) - 1%
- Branco/nulo - 15%
- Não sabe/não respondeu - 10%

A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.

O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o protocolo RS-09253/2016.

Participe na enquete aqui na barra lateral direita 

QUIZ: Clark Gable

Com que filme Clark Gable ganhou o seu primeiro Óscar? 


A Uma Noite Aconteceu
BRevolta na Bounty
CE Tudo o Vento Levou 
DSan Francisco

Charada (293)

Patricia conheceu Rodrigo
no dia de Ano Novo de 1975.
Enquanto conversavam,
Patrícia perguntou-lhe:
“Em que ano nasceste?”
Em resposta, Rodrigo desafiou-a:
“Se somares os 4 ALGARISMOS
do ano em que estamos saberás a
RESPOSTA e também a MINHA IDADE”. 


Qual é a data de nascimento do Rodrigo?

Lealdade e verdade

Nelson Teixeira
Lealdade diz respeito à conduta de uma pessoa, seja em relação a si própria, aos seus ideais ou ao relacionamento com outras pessoas.

Em qualquer situação devemos ser leais com a verdade e com a justiça sempre.

Não devemos jamais, por interesses escusos agir com falta de lealdade.

Lealdade é virtude da alma. Sejamos leais, agindo com justiça, bondade e afeto em relação àqueles que nos cercam.

Façamos ao outro somente aquilo que gostaríamos que fizesse por nós.

Não há nada pior do que a traição, a falta de lealdade. Agir pelas costas dos outros, com a finalidade de se beneficiar prejudicando os demais demonstra falta de caráter.

Melhor ser prejudicado do que prejudicar.

Quem age com deslealdade, estará semeando espinhos e chegará a hora de colher os frutos, que não poderão ser outra coisa senão espinhos. Além disso, logo virá a dor em forma de remorso.

Portanto, sejamos leais sempre e nossa consciência não terá do que nos acusar.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-8-2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Após vencer a Roma por 3 a 0, Porto segue na Liga dos Campeões


Carteiro escreve cartas para não decepcionar cadela que ama pegar correspondência


Esqueça a birra entre cães e carteiros. A cadela Pippa de Brisbane, na Austrália, é fã do carteiro do bairro e gosta de pegar a correspondência de sua família todos os dias. Mas nem sempre há cartas para a casa e, para não decepcioná-la, o carteiro Martin Struder escreve cartões postais e entrega a ela.


Martin compartilhou a história em seu facebook e, rapidamente, encantou milhares de pessoas que compartilharam as fotos da cadela feliz com sua cartinha. “Às vezes, Pippa sai para receber as cartas, mas não há nada para ela recolher. Então, eu tenho que improvisar”, escreveu o carteiro. No texto escrito para a cadela, ele demonstrou o carinho ao escrever “Carta para Pippa” ao lado de dois corações. Pippa, claro, pareceu bem contente com a iniciativa.


Título, Imagens e Texto: Jorna EXTRA, 23-8-2016

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Petição Pública 73539 ainda não foi ao Parlamento!

Leio na Sábado:

Quatro mil
Em quatro dias, uma petição pública online para que se crie, em Portugal, o estatuto do cuidador informal de pessoas com Alzheimer ou outras demências associadas ao envelhecimento conseguiu as 4 mil assinaturas necessárias para ir ao parlamento.
Grifos meus.

A petição pública online “Por que os contribuintes portugueses não podem ajudar entidades que cuidam de outros seres, que não humanos? está com 5 715 assinaturas! e ainda não foi ao parlamento!



A cronologia (em ordem inversa):







QUIZ: Quanto ganhou a escritora Margaret Mitchell?

Qual o valor do cheque que a escritora Margaret Mitchell recebeu pelos direitos cinematográficos do seu romance E Tudo o Vento Levou?



A – Nada
B – 35 000 dólares
C – 50 000 dólares 
D – 1 000 dólares

Charada (292)

Qual dos
seguintes
meses
destoa,
logicamente,
deste grupo?

Março, Abril,
Maio, Julho,
Agosto, 
Outubro.

Os cinco anéis

O patriotismo emprestado é uma completa idiotia. Noutra prova aquática, exigia-se que “todos torcêssemos” pelo concorrente brasileiro. Preferia torcer o pescoço ao comentador

Alberto Gonçalves



Primeiro anel. Além de parecer bom moço, Michael Phelps é, de certeza e de longe, o maior atleta da história do desporto. A carreira que agora encerrou só não é inacreditável porque está minuciosamente registada. Fosse português e arranjaria uma hérnia discal graças a tantas comendas.

Segundo anel. Os resumos diários da "prestação" portuguesa dizem imenso sobre a nossa célebre "identidade". Durante 10 ou 15 minutos, inventaria -se o desempenho dos atletas indígenas de modo a parecer que estiveram quase, quase, quase a conseguir grandes proezas. O "quase" é aqui fundamental, já que as proezas nunca acontecem. É um rol interminável de desistências, vitórias morais, brilhantes sétimos lugares, desculpas esfarrapadas, desculpas impecáveis, favoritos que se ficam pelos fundilhos da classificação e desastres tão espalhafatosos que nem o "jornalismo" patriótico consegue encontrar atenuante. Para quem levar estas coisas a sério, é deprimente. Para os outros, entre os quais me incluo, é uma galhofa.

Terceiro anel. Consta que o problema português é a popular "falta de condições". Do alto dos seus luxos, o Quénia e a Etiópia discordam: o problema é a falta de jeito. Em 120 anos de olimpíadas, não há maneira de admitir simplesmente que, tirando meia dúzia de indivíduos excepcionais, não nascemos para isto. Tudo somado, Portugal juntou 24 medalhas em 29 JO (4 de ouro), o que nos eleva um bocadinho acima do Taipé Chinês e um bocadinho abaixo de Michael Phelps. É grave? Absolutamente nada. É só absurdo perpetuar o equívoco. E é ridículo fingir que um "bronze" ou dois, celebrados como se fossem o Segundo Advento, o desfazem.

Quarto anel. Os relatos televisivos das participações portuguesas são um delicioso wishful thinking. Numa prova de natação, à entrada da última piscina, o excitado comentador garantia que a nossa compatriota ia "muito bem". Ia em penúltimo, e em penúltimo permaneceu. É uma das vantagens do patriotismo: confunde-se facilmente com a inocência das crianças. Já o patriotismo emprestado é uma completa idiotia. Noutra prova aquática, exigia-se que "todos torcêssemos" pelo concorrente brasileiro. Preferia torcer o pescoço ao comentador: a que propósito me interessaria especialmente a vitória de um brasileiro por oposição, digamos, à vitória de um peruano, belga ou senegalês? A língua comum? Sob esse belo "argumento" eu seria "irmão" da dona Dilma, dos "comediantes" da Porta dos Fundos e de Ivete Sangalo. Antes ser mudo, e, como abençoadamente acontece, filho único. Já é castigo suficiente partilhar a Pátria com as gémeas Mortágua.

Humildade consigo

Nelson Teixeira
Quantas vezes nos deparamos em situações onde a nossa arrogância fala mais alto e a vaidade e o orgulho pautam a nossa caminhada, tudo isso porque ainda não sabemos ser humildes de coração, temos sempre uma resposta a dar a qualquer questionamento que nos tire da nossa zona de conforto, onde a vida é como queremos que seja, mas nos enganamos pensando assim, ainda somos pequenos diante da grandiosidade da vida e de todos os seus acontecimentos.

De nada vale termos a convicção de sermos os melhores se não temos humildade.

Quando se fala em humildade muitos de nós pensamos no pobrezinho sem nada material, e ainda falamos: “ele é muito humilde”, erramos pensando assim, porque uma pessoa pode não ter nada de material e não ser humilde, a humildade está no coração, nos sentimentos e não na matéria, por isso a importância de estarmos sempre atentos aos nossos sentimentos e principalmente como estamos nos apresentando para aqueles que encontramos pelo caminho.

Feliz é aquele que consegue ser humilde consigo próprio, porque este se despiu de sentimentos menores que atrasam a caminhada, não perde tempo nem energias desgastando os seus sentimentos.

Todos nós temos capacidade de promover em nós a humildade só depende de nós.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 23-8-2016

Charada (291)

Três irmãos correm sem se cansarem.
O mais velho é gordo e baixinho
e corre lentamente.
O do meio é mais alto e mais magro
do que o primeiro e mantém
um ritmo constante.
O mais novo é o mais magro dos três e,
apesar de ser o mais veloz, corre sempre
em segundo.

Quem são os três irmãos?

Bill, cão, meu amigo

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Cidade Maravilhosa!... Brasil cheio de encantos mil!...

Valdemar Habitzreuter
Ontem foi o encerramento dos jogos olímpicos. Tudo transcorreu às mil maravilhas. Os turistas se encantaram com a cidade maravilhosa. Foram duas semanas de festas.

Mas, e agora que acabou o sonho do fascínio da vida lúdica? A cidade maravilhosa mergulhará novamente em sua realidade nua e crua, tudo como dantes no quartel de Abrantes?

Não resta dúvida que o povo da cidade do Rio de Janeiro se beneficiou das grandes obras que foram feitas e exigidas para sediar a olimpíada. Principalmente, o transporte público teve um grande ganho com a ampliação da rede viária com o BRT, VLT e Metrô; fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro na cidade; o centro da cidade foi revitalizado com o Boulevard Olímpico e tornou-se um ponto turístico de grande beleza.

Mas, quem mais se beneficiou neste sentido foram os moradores da Zona Sul, a parte nobre e rica da cidade; os que moram nos subúrbios, Zona Norte..., tiveram menor favorecimento e é justamente estes que mais necessitam do transporte público para deslocar-se diariamente aos seus postos de trabalho; para eles, a cidade não é tão maravilhosa, são vítimas da má gestão governamental.

Por Lula, PT difama o Brasil

Partido não se peja de tentar vender no exterior a falácia de que Lula é vítima
Estadão
A “mais violenta campanha de difamação contra um homem público em toda a história do País”, da qual Lula da Silva se diz vítima, é denunciada por uma “cartilha” impressa em quatro línguas – português, inglês, francês e espanhol – que o PT vai distribuir a personalidades e órgãos de comunicação no exterior. Para compensar o fato de, segundo alegam, Lula estar sendo difamado no Brasil, os petistas decidiram ampliar a campanha de difamação do Brasil no exterior, apresentando seu líder máximo como vítima de toda sorte de violência por parte das autoridades policiais e judiciais que, no cumprimento de suas responsabilidades constitucionais, estão há mais de dois anos expondo as entranhas do maior esquema de corrupção da história do País, armado por Lula e seus asseclas. O chefão petista, que já apelou ao comitê de Direitos Humanos da ONU contra o juiz Sergio Moro, demonstra estar cada vez mais atemorizado com a possibilidade de fazer companhia aos ex-dirigentes do PT – até agora, dois ex-presidentes e três ex-tesoureiros do partido.

No mesmo dia em que o PT anunciou o lançamento da publicação A caçada judicial ao ex-presidente Lula – que reproduz material divulgado pelo site do Instituto Lula, no dia 20 de julho –, o empresário José Carlos Bumlai, réu condenado da Lava Jato, colocou mais um cravo na coroa de espinhos do amigo do peito ao declarar, em depoimento à Polícia Federal em São Paulo, que recebeu da ex-primeira-dama Marisa Letícia da Silva, em fins de 2010 – último ano do segundo mandato presidencial de Lula –, insistente pedido para que ajudasse a acelerar as obras então em andamento no famoso sítio de Atibaia, que os Da Silva negam de pés juntos ser de sua propriedade, mas que passaram a frequentar regularmente a partir de 2011.

É difícil saber o que é mais cínica, se a campanha que o PT tem promovido no exterior para difamar as instituições brasileiras depois que se viu desmoralizado no próprio País ou se a tentativa de Lula de garantir que não existe no Brasil ninguém mais honesto do que ele próprio. O fato é que denegrir a imagem do País na tentativa de criar a pressão externa para beneficiar os interesses políticos do lulopetismo e promover a imunidade criminal de seus líderes é um comportamento sórdido e irresponsável. Mas era o que se podia esperar dos inspiradores e autores materiais do mensalão, do petrolão e de outros delitos.

Chega de mimimi!


São mais as pessoas que preferem mentiras

Alexandre Homem Cristo

Se a direita não aprender a lição de 2009, repete a derrota: denunciar contas falhadas não chega. Com a mensagem certa, muitos preferirão mentiras. E o “Cenário Macroeconómico” prova que Costa o sabe.

O “Cenário Macroeconómico” do PS, elaborado há mais de um ano e construído para dar sustentação às propostas eleitorais dos socialistas, foi atropelado pela realidade. Um atropelamento mortal – dele não sobrou nada. De tal modo que, a esta distância, comparar o Portugal real com aquele que os economistas do PS imaginaram chega a ser embaraçante para a credibilidade destes – basta ler a confrontação de André Azevedo Alves para, quanto a isso, se ficar esclarecido. Mas essa é a perspectiva, digamos, académica. A questão política é, contudo, outra: que significado tem isto para a forma como, um ano depois, avaliamos a estratégia do PS?

Uma leitura possível e mais recorrente, aquela que André Azevedo Alves propõe, é a de um fracasso: para garantir o apoio de PCP e BE, o PS “está a falhar drasticamente os objectivos que o próprio PS havia delineado para o país há pouco mais de um ano atrás”. Ou seja, em função da negociação do apoio parlamentar ao governo, o plano desenhado pelo PS para o país foi sendo sacrificado até ficar desvirtuado. Nesse sentido, o fracasso do “Cenário Macroeconómico” seria um retrato da cedência dos socialistas aos seus actuais parceiros à esquerda. Ora, a meu ver, esta leitura não está exacta: o objectivo do documento nunca foi retratar fielmente o rumo da economia portuguesa, além de que o seu desfasamento face à realidade é anterior à formação do actual governo.

The shame of American Journalism



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