terça-feira, 14 de agosto de 2018

New York Times publica artigo vigarista do condenado Lula

o antagonista

Lula assina um artigo vigarista no New York Times, repetindo as mentiras de sempre.

O título é de um cinismo ímpar: “Quero democracia, não impunidade”.

É uma vergonha mesmo para o New York Times.

Foto: Nelson Almeida/AFP/Getty Images
Leia trechos e vomite:

“Meu encarceramento foi a última fase de um golpe em câmera lenta destinado a marginalizar permanentemente as forças progressistas no Brasil. Pretende-se impedir que o Partido dos Trabalhadores seja novamente eleito para a presidência. Com todas as pesquisas mostrando que eu venceria facilmente as eleições de outubro, a extrema direita do Brasil está tentando me tirar da disputa. Minha condenação e prisão são baseadas somente no testemunho de uma testemunha cuja própria sentença foi reduzida em troca do que ele disse contra mim. Em outras palavras, era do seu interesse pessoal dizer às autoridades o que elas queriam ouvir.”

E ainda:

“Moro tem sido incensado pela mídia de direita do Brasil. Ele se tornou intocável. Mas a verdadeira questão não é o Sr. Moro; são aqueles que o elevaram a esse status de intocável: elites de direita, neoliberais, que sempre se opuseram à nossa luta por maior justiça social e igualdade no Brasil.

Eu não acredito que a maioria dos brasileiros tenha aprovado essa agenda elitista. É por isso que, embora eu possa estar na cadeia hoje, eu estou concorrendo à presidência, e por que as pesquisas mostram que se as eleições fossem realizadas hoje, eu venceria. Milhões de brasileiros entendem que minha prisão não tem nada a ver com corrupção, e eles entendem que eu estou onde estou apenas por razões políticas.

[Aparecido rasga o verbo] Nervosa agonia em surto contagiante

Aparecido Raimundo de Souza

OS BANDIDOS CHEGARAM de supetão e pegaram o casalzinho dentro do carro, de surpresa. Os jovens estavam numa estrada deserta, nos arredores da cidade, de onde uma vista maravilhosa se descortinava à frente deles. O mais forte dos dois meliantes, anunciou o assalto batendo na janela entreaberta do motorista enquanto o outro se deslocava para a porta do carona.
- Perdeu, perdeu. Quietinhos. Mãos na cabeça.

O casalzinho, no maior agarramento, tomou um susto tremendo.

- Calma aí, meus amigos. Podem levar tudo. Aqui está a chave do carro. Minha carteira tem grana. Pode olhar.  Só nos deixa ficar vivos. Calma. Vou liberar a minha namorada...
- Cala a boca, seu covarde. Pula pra fora da charanga e tira o tênis, a cueca, a calça, e a camisa.
- Amigo, quê isso?
- Um assalto diferente, seu imbecil. Obedeça e não discuta. Tira tudo como mandei. Vamos. Tudo...

- Ok.
- Rápido.
- Calma, meu amigo. Não faça nada com a minha namorada.
- Fecha essa matraca.
- Pronto. Está tudo aí.
- Legal. Agora “pro banco” de trás. Devagar sem fazer gracinhas ou leva um caroço de azeitona no meio da fuça.

Pelado e acomodado à primeira vítima, o bandido se voltou para concentrar sua fúria na bela e estonteante companheira. 
- Agora é a sua vez, gracinha. Saia do carro e tira o vestido.

Gritou para o outro comparsa.
- Vigia o galã. Senta ali do lado dele. Vamos, moça, o vestido.
- Senhor, vai me deixar pelada?
- O vestido...

Sem saída a jovem obedeceu.

Ambos os sujeitos nessa hora, arregalaram os olhos ao verem as partes da formosa expostas à visitação de suas bestialidades mais peçonhentas.
- Cadê a calcinha?

Conheça o futuro do Partido Democrata americano

Rodrigo Constantino

A radicalização – acompanhada da imbecilização – da esquerda americana é um fenômeno visível para quem acompanha política de perto, e algo que já apontei aqui algumas vezes, usando como base bons livros sobre o assunto. O Partido Democrata, que já foi o do católico anticomunista e defensor de menos impostos JFK, é hoje o partido de Bernie Sanders, de Elizabeth Warren e de inúmeros “socialistas democráticos”.

Essa guinada ao radicalismo se deu de forma lenta, gradual e “silenciosa”, o que a torna mais perigosa. Afinal, o segredo do Diabo é fingir que não existe, e muitos ainda consideram os democratas “moderados” ou de centro, o que é uma piada. Entre as novas estrelas da esquerda americana, temos Alexandria Ocasio-Cortez [foto], que já foi mencionada aqui algumas vezes, mas que segue uma ilustre desconhecida do leitor brasileiro.

Considerada atraente por alguns, e com sobrenome “correto”, a jovem está em clara ascensão em termos de destaque na mídia, sempre repetindo suas ladainhas esquerdistas. Ela se diz socialista, mas não quer o modelo cubano, e sim o escandinavo. É onde todo socialista se esconde, ignorando que os países escandinavos podem ter impostos altos, mas possuem economias bastante livres e capitalistas, e que foi na época mais liberal que ficaram tão ricos.

Até mesmo a mídia mainstream, toda ela com viés esquerdista, tem tido dificuldade de engolir as barbaridades da jovem estrela socialista. O Washington Post, por exemplo, publicou uma “checagem de fatos” que expõe a falta de compromisso da esquerdista com a verdade. Numa breve lista com 5 afirmações de Ocasio-Cortez, o WaPo mostrou como ela solta declarações sem sentido como se fossem fatos reais, apenas para forçar uma narrativa sensacionalista.

NBC News Ignores Antifa Attack On Their Own News Crew In Charlottesville

Chris Menahan

NBC News has ignored the story of their own reporter and news crew being attacked in the streets of Charlottesville by Antifa marchers on Saturday

From NewsBusters:

On the one-year anniversary of the deadly Charlottesville protests, white supremacists and radical leftists known as Antifa descended on the Virginia town once more to commit more violence. Late Saturday night, NBC News reporter Cal Perry and his crew were in the thick of it as Antifa members ganged up on them and attacked. The next morning, NBC’s Sunday Today ignored the attack and suggested the media was simply “heckled” by their assaulters.

On Twitter, Perry was documenting the protesters as they marched through the streets of college town when they started to get “very aggressive with the media” and trying to block their camera shots. “Yeah. We’re getting a lot of this. Protesters trying to grab our camera,” he responded to one Twitter commenter telling him to “f**k off national media vulture.”


Things got super-heated when one Antifa protestor shouted “F**k you, snitch a** news b**ch. F**k you” and tried to either pull the camera away from the person using it or knock it to the ground. It was unclear in the video.

Despite the video evidence on the ground from their own reporter, NBC went to Garrett Haake who was at the White House in anticipation of violence there as another white supremacist rally was set to be held. “Overnight, tense moments in the streets of Charlottesville, Virginia, far left protesters heckling the media and chanting anti-police slogans,” he suggested at the top of his report. They actually used footage Perry and his crew shot but didn’t show anything from their attack.

Salas de reuniões do Facebook

Nomes das salas de reuniões na sede do Facebook em São Paulo, escolhidas pelos próprios funcionários!
Agora, tirem as suas próprias conclusões.


Queriam a fonte? Então toma!
Daniele Kleiner, ex-assessora da Gleisi Hoffmann na Casa Civil durante o governo da Dilma.
Socialista de iPhone, 14-8-2018



Charada (579)

André chegou a casa de Andreia,
sua namorada, com dois ramos de
flores. O primeiro continha um cravo,
dois antúrios e duas sardinheiras,
e o segundo continha um cravo, duas
orquídeas, uma margarida,
um girassol e uma íris. Andreia
deduziu logo que aqueles ramos, por
serem tão peculiares, constituíam uma
pergunta silenciosa. Por isso, depois de
pensar um pouco, tirou dos ramos uma
das sardinheiras, a íris e a margarida.
Então, André sorriu e, feliz,
ofereceu-lhe uma peça de joalharia
que trazia no bolso.

Qual foi a pergunta de André,
e qual foi a resposta de Andreia?

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Swamp Creatures Like Omarosa Will Do ANYTHING for a Buck

Anote na Agenda: presidenciáveis participarão de mais nove debates até o 1º turno

Próximo encontro será nesta sexta-feira, 17 de agosto


O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2018, realizado na última quinta-feira, 9, pela TV Bandeirantes, avivou a atenção de boa parte do eleitorado brasileiro para o pleito que se aproxima. Os índices de audiência (7,5 pontos no Ibope, contra menos de um ponto do programa que o antecedeu na emissora) e de conversa nas redes sociais (1,6 milhão de publicações sobre o tema no Twitter, segundo a Fundação Getúlio Vargas) indicam interesse da população nos encontros entre os presidenciáveis.

Até 7 de outubro, dia da votação em primeiro turno, estão programados ao menos nove debates e sabatinas. O próximo encontro será promovido na sexta (17) pela RedeTV! em parceria com a revista IstoÉ, a partir das 22h, com mediação dos jornalistas Boris Casoy, Amanda Klein e Mariana Godoy.

Confira a agenda dos debates de 2018:

17 de agosto – RedeTV!/ IstoÉ 
Debate com os candidatos a presidente da República, a partir das 22 horas. O encontro será transmitido pela televisão e, simultaneamente, pelo portal da emissora, pelo UOL, e nos perfis da RedeTV! no FacebookTwitter e Youtube.

27 de agosto – Rádio Jovem Pan 
Debate com os cinco candidatos à Presidência mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto. O encontro acontecerá durante o 5º Fórum da Liberdade e Democracia e será transmitido para todas as plataformas digitais da Rádio Jovem Pan.

27 a 31 de agosto – Rede Globo/ Globo News 
Os candidatos a presidente da República serão entrevistados na bancada do Jornal Nacional. Na sequência, os presidenciáveis concederão entrevistas para o Jornal das Dez, na GloboNews.

3 de setembro – Rádio CBN
A emissora iniciará nesta data a série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República. As transmissões acontecerão a partir das 8 horas e terão duração de 45 minutos.

9 de setembro – TV Gazeta/ Estadão 
Debate com os candidatos à Presidência da República, a partir das 19h30. Os políticos responderão perguntas dos jornalistas e também questões enviadas pelos internautas por meio das redes sociais.

Mais uma boa razão para votar em Bolsonaro: ele é portista!

Generoso leitor e estimado amigo, esta colagem já tinha passado pelos meus olhos duas vezes... reparei na quarta fotinha, fiquei meio intrigado, mas deixei passar... Neste fim de semana, believe it or not!, procurei esta colagem no Facebook, no Twitter, debaixo do armário e da cama, nada! Eis que há minutos (cacildis!, vou ao meu Facebook em busca do perfil de onde salvei a imagem e não mais encontrei!), a colagem apareceu de novo. Salvei-a de imediato. E eis a prova de que Jair Bolsonaro é Portista!


"No Dia dos Pais, O Globo calunia o meu falecido"

E Revistas IstoÉ e Época seguem a mesma linha.


Título e Vídeo: Jair Bolsonaro, 12-8-2018

“O Globo não perdoa a humilhação que Bolsonaro impôs na semana passada aos seus jornalistas.”
Políbio Braga

Charada (578)

Quais os
animais
que se
escondem
na Noruega?

domingo, 12 de agosto de 2018

“Eles” estão encastelados em todo o lado, não só em Hollywood, no NYT, no EL País Brasil, na "Cultura"...



Relacionados:

[Aparecido rasga o verbo] Texto para o meu pai

Jim, boa tarde.
Achei este texto que fiz para o meu pai.
Não sei se o meu cidadão pai está morto ou vivo, vez que sumiu e nenhum dos filhos sabe dizer-lhe o paradeiro.
Mando as únicas fotos que tenho.
Abraços,
Aparecido
12 de agosto de 2018

Lembranças de meu Papito

(Para meu pai Roberto Raymundo de Souza)

Aparecido Raimundo de Souza

SEMPRE PENSO NELE. E o faço imbuído numa saudade enorme, com respeito, com paciência de um filho que não se achou. Ao ver aproximar-se o seu dia, o dia dedicado aos pais, envelhecidas recordações insistem em arrancar-me lagrimas ocultas. O fato é que papai sempre fez questão de viver ausente. Foi assim desde que passei a me entender – não como gente – mas como adulto.

Acostumei-me desde tenra idade, a sua falta logo ao acordar à mesa do café, a sua carência física na hora do almoço e do jantar sempre feito entre mamãe e os meus outros seis irmãos. Como eles, habituei-me, igualmente, ao seu paradeiro incerto, duvidoso, ao seu lapso de afetividades em relação aos nossos laços de consanguinidade.

Essa brecha deixada por papai, apesar dos pesares, legou-me marcas profundas ao coração. Com o passar dos anos, a minha certeza de felicidade, o meu conceito de família perdeu o brilho do amor. A minha alma se transformou em pedra bruta. O meu “eu” sucumbiu às inconsequências de um amor que não foi regado, como uma plantinha que necessitava de água para sobreviver.

Todavia, consegui vislumbrar nessa falta de insensatez de papai, alguns pontos positivos. Para não me tornar cansativo citarei apenas um a título de exemplo. Jamais deixar meus filhos ao abandono, ou jogados à sorte de dias cinzentos e divorciadamente vazios, sem a magia e o encantamento de estar com eles, lado a lado, vivenciando cada minuto, cada hora, cada acontecimento novo.


A abstinência de meu pai pelo silêncio duradouro fez-me, pois, forte na fraqueza. Deu-me a coragem para seguir adiante. Cheguei aonde pretendia meio capenga verdade seja dita, porém, confesso, o seu eterno desaparecimento pontilhou meus passos com profundas marcas indeléveis. Saudades criaram formas, formas se agigantaram e se perpetuaram na solidão da minha estrada incerta e sem fim.

Transe intransitivo

Carina Bratt

Era tão magra e raquítica que muitas vezes se via confundida com um desses palitos de restaurantes de periferia. Às costas do dia a dia, passava longe da arrogância, embora se achasse melhor que todo mundo. Não se amava, se mordia a ponto de sangrar os cotovelos dos pés de tanta inveja que sentia, principalmente de uma vizinha sua, que parecia ter sido irmã siamesa de Pabllo Vittar em encarnações passadas.


Frequentemente abordava longos papos consigo mesma. Extremamente inteligente, conversava, ora com as paredes, ora com seus medos e receios, embora, na maioria das vezes, não entendesse exatamente nada do que as cadeiras da cozinha lhe dissessem. Católica até dizer chega, não faltava às missas de domingo. Chegava sempre atrasada, quando todos se propunham a ir embora e o padre, para fugir de suas tagarelices, se escondia ligeiro, na cueca do sacristão.

Apesar disso tinha Deus Pai como um Ser Divinizado. Comungava com os botões de suas blusas e vestidos, que “Fé demais não cheirava bem”, principalmente depois que assistira por cento e duas vezes ao longa “Leap of Faith”, de Richard Pearce. Nutria, por conta desse filme, o convencimento positivista de que o negócio mais lucrativo do mundo seria um só. Comprar um de nossos parlamentares (fosse essa bosta senador, deputado ou ministro do Supremo) pelo que ele não valeria ainda que trocado por merda na feira de Acari e vendê-lo para Donald Trump pelo que ele pensaria custar em dólares estando fora do país.

Sua única sogra jamais fora considerada parente mesmo quando estivera casada com o filho da pobrezinha por dois meses. Para ela, essa infâmia se constituía numa pedra de encosto, principalmente na de seu entre aspas, “marido provisório”, enquanto lhe servira de esposo. Propagava em encontros com amigas e amigos que feliz, de fato, fora o bíblico Adão, que não tivera uma jararaca em sua existência, apenas uma cobrinha insossa e sem graça com a qual palitou por diversas vezes os dentes depois de jantar fartamente a sua pequena e sonhadora Evinha.

Dono da Centauro afirma: ”Vou de Bolsonaro”

Em entrevista ao Terra, Sebastião Bomfim, dono da Centauro afirmou:
”Em outubro, vou de Bolsonaro. Está decidido. Tive uma reunião face to face com Bolsonaro e vi um cara com posições fantásticas”.


O mineiro Sebastião Bomfim Filho acha que é melhor seus amigos de golfe já irem se acostumando: "Em outubro, vou de Bolsonaro. Está decidido", afirma. Dono da rede de artigos esportivos Centauro, uma das maiores varejistas do País, o empresário de 65 anos enxerga no deputado do PSL a chance de romper com "o modelo que está aí", que é refém do presidencialismo de coalizão e de um Estado que alimenta privilégios.

"Sem dúvida nenhuma vou sofrer discriminação. Levarei pedrada, mas paciência", diz, resoluto.

Os petardos virão de seus pares da elite paulistana, aposta Bomfim, que recebeu a reportagem para uma entrevista em sua casa no bairro Cidade Jardim, em São Paulo.

Há cerca de um mês, ele compartilhou com amigos pelo WhatsApp um desabafo que terminava com a indicação de voto em Jair Bolsonaro nas Eleições 2018. A maior parte deles torceu o nariz. "Estou em São Paulo. A elite aqui vota no Alckmin", diz o empresário que, na eleição passada, deu seu voto ao PSDB do senador Aécio Neves.
(...)
Fonte: Renata Agostini, Terra, 12-8-2018

Brasil marcha trôpego rumo às urnas

José Augusto Filho

Capturadas por uma elite exclusivista entrincheirada no poder há séculos e sem vontade de se autorreformar, as frágeis instituições do Brasil indicam que o país continuará a ser um gigante adormecido.

Ilustração: Amarildo
Está aberta a temporada de caça ao voto. Tal como acontece a cada dois anos no Brasil, sua excelência, o eleitor, converte-se no centro das atenções da classe política. Após as convenções realizadas no domingo, 5 de agosto, o cenário do pleito que vai escolher o novo presidente, governadores, deputados e senadores apresenta-se mais definido, muito embora a crise política que assola o país desde 2014 não dê mostras de arrefecimento. Ao contrário, a calculada pressão imposta pelo ex-presidente Lula da Silva, que mesmo preso numa cela na Polícia Federal de Curitiba parece ter capturado o debate eleitoral, pinta um quadro de insegurança jurídica e debilidade institucional.

Do mesmo modo, o instinto de autopreservação de antigas lideranças não permitiu que o cataclismo que balança a elite política brasileira, distinguida pela incompetência e corrupção de seus membros, fizesse surgir um conjunto renovado de práticas e princípios voltados para o bem comum. Ameaçado pela sequência de escândalos, o sistema tratou de isolar o avanço de possíveis alternativas. Sobrou para o eleitor um cardápio pouco diversificado e sem novidade. Apesar das treze candidaturas postas, número elevado e somente superado pelas vinte e duas da corrida presidencial de 1989, sem surpresas, a verdadeira disputa poderá ser resumida a não mais que três chapas.

Ameaçado pela sequência de escândalos, o sistema tratou de isolar o avanço de possíveis alternativas. Sobrou para o eleitor um cardápio pouco diversificado e sem novidade.

A liderar as sondagens de intenção de votos, o encarcerado Lula da Silva é um candidato cuja sorte será decidida pelos tribunais. A estratégia do ex-sindicalista consiste em postergar ao máximo a composição final da chapa do seu Partido dos Trabalhadores (PT), que hoje tem o ex-prefeito da cidade de São Paulo Fernando Haddad como vice. Enquanto a impugnação final de Lula da Silva não acontece em decorrência da Lei da Ficha Limpa, que impede condenados em segunda instância de se candidatarem, a determinação é sustentar a narrativa de que eleição sem o ex-presidente é ilegítima. O cálculo do petista é esticar esta corda ao máximo.

General Hamilton Mourão: um vice com telhado de concreto


Paulo Eneas

Bastou a confirmação do nome do General Hamilton Mourão como candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, para a grande imprensa e detratores darem início à esperada campanha de tentativa de assassinato de reputação.

Já no início da semana, a versão em português do jornal espanhol esquerdista El País publicou uma matéria baseada numa denúncia anônima e infundada sobre suposta fraude em licitação para aquisição de materiais bélicos envolvendo nome do General Mourão. A tentativa de ataque não resistiu a umas poucas horas de investigação cuidadosa.

Uma publicação do Diário Oficial da União de fevereiro desse ano, traz uma decisão oficial da Procuradoria Geral da Justiça Militar, que arquivou tal denúncia por falta de indícios, por anonimato injustificado e pelo seu caráter especulatório, como pode ser visto na cópia do Diário Oficial da União de 16/02/2018 reproduzida abaixo.

Segundo informações que obtivemos, o militar que levou a calúnia a público irá responder a inquérito interno e o General Hamilton Mourão irá processar na justiça tanto esse militar quanto o jornal comunista El País.


Também essa semana a grande imprensa e também uma parte inexpressiva da direita contaminada com o politicamente correto, tentou fazer guerra política contra o General Mourão, tomando trecho de uma palestra sua na qual ele dava uma aula de antropologia da formação da sociedade brasileira, remetendo a autores como Roberto Campos e, indiretamente, a Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro.

Vera Magalhães, José Fucs e Marcelo de Moraes comentam o debate


Relacionados:

QUIZ: Ajuda do Plano Marshall

Qual dos seguintes países não recebeu ajuda do Plano Marshall?

A – Suíça
B – Espanha
C – Turquia
D – Grécia

Charada (577)

Misturando as
seguintes cores,
que cores
podemos obter?

a. Vermelho + Amarelo;
b. Amarelo + Azul;
c. Verde + Vermelho;
d. Azul + Rosa;
e. Verde + Azul;
f. Todas as cores.

sábado, 11 de agosto de 2018

FC Porto começa defesa do título com uma goleada

Com um bis de Aboubakar e uma grande exibição de Brahimi, os “dragões” venceram com enorme facilidade o Desp. Chaves na estreia no campeonato.

David Andrade

Com uma exibição de qualidade, o FC Porto iniciou a defesa do título com uma vitória clara frente ao Desp. Chaves (5-0). Num jogo onde os “dragões” dominaram por completo, a goleada surgiu com naturalidade. Um bis de Aboubakar, que não marcava há mais de seis meses, e golos de Brahimi, Corona e Marius garantiram a Sérgio Conceição os primeiros três pontos na época 2018-19.

Foto: José Coelho/Agência Lusa
Com o sistema táctico habitual (4x4x2), Conceição teve a boa notícia da recuperação de Brahimi e foi pelos pés do argelino que passaram as melhores jogadas dos “azuis e brancos”. Apesar do mérito portista, a superioridade do FC Porto é também explicada pelas muitas debilidades dos transmontanos, um conjunto com reforços a mais e equipa a menos.

Quase sempre pelo lado esquerdo, onde Brahimi foi fazendo gato-sapato de Brigues, o FC Porto não demorou a criar perigo. Aos 5’, após um grande passe do argelino, Aboubakar deixou fugir a primeira oportunidade; aos 8’, foi Sérgio Oliveira a servir o camaronês, mas o avançado, sozinho na pequena área, cabeceou por cima. Sem qualquer golo desde 3 de Fevereiro, Aboubakar quebrou o enguiço à terceira: aos 14’, após demasiada displicência flaviense, Otávio colocou na área e o camaronês marcou.

Meia dúzia de minutos depois, chegou o bis, na melhor jogada da partida. Com um passe magistral, Sérgio Oliveira desequilibrou a defesa flaviense e ofereceu novamente o protagonismo a Otávio e Aboubakar: o brasileiro voltou a assistir, o camaronês voltou a marcar.

Morador do Alferce revoltado com a "Desproteção Civil"


O ministro da Administração Interna, socialista, é o senhor bem nutrido que está à direita do atual presidente da República, este fazendo um papelão – como lhe é peculiar – pois a Proteção Civil que o revoltado senhor tanto critica é de RESPONSABILIDADE do governo, não da presidência da República!

Sigo à risca!

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