terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Bolsonaro fala para o povo, 18 de dezembro

Quem?


A "imprensa" tão atenta, tão digna, tão profissional, tão... isto e aquilo ainda não conseguiu descobrir?

Portugal: Evento dos coletes amarelos apagado do Facebook

O protesto nacional já tinha mais de 40 mil pessoas interessadas e 14 mil a garantirem a presença


O evento de Facebook a convocar o protesto dos "coletes amarelos" em Portugal, o "Vamos Parar Portugal como forma de Protesto", foi eliminado da rede social a pedido das autoridades. Quem o diz é Anabela Andry, uma "colete amarelo", ao i. "A página foi apagada pelo Facebook a pedido das autoridades", afirmou.


Questionada sobre como sabia que foram as autoridades a pedi-lo ao Facebook, Andry respondeu "que foram as pessoas da gestão da página/evento que receberam o aviso".

O evento já tinha mais de 40 mil pessoas interessadas e 14 mil haviam garantido que estariam presentes.

Recorde-se que o Facebook apaga eventos e páginas quando o número de denúncias é significativo.
Título e Texto: SOL, 17-12-2018

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[Aparecido rasga o verbo] O cordão e o pingente

Aparecido Raimundo de Souza

CARREGAMOS, HÁ ANOS, DEPENDURADO no pescoço, um cordão de ouro com uma medalhinha de Jesus preso numa cruz. Presente de mamãe, num de nossos aniversários passados.

Por trás dele, há um côncavo, ou espaço oco, vazio, aberto, onde costumam se juntar as secreções aquosas do dia a dia, atreladas a uma dezena de outras impurezas que nos visitam sem nenhum tipo de convite.

Se não olharmos direito e com elevado apuro e carinho, os pés do Senhor, e a base das costas, ficariam sobrecarregados de emporcalhamentos e outras imundícies formando uma espécie de pasta pegajosa escurecida e malcheirosa.

Por esta razão, a cada final de semana, damos um tempo nos afazeres, tiramos do pescoço a relíquia e damos uma geral, em regra, para livrar o presente destas borras residuais.

Além do que, é salutar, e benéfico que espalhemos, em gritos acima do normal, que o Filho de Deus (ainda que na escultura) deve estar sempre coberto de cuidados especiais, para evitar que outras pessoas, acaso nos encontrem no cotidiano da vida, não nos alcunhem de relapsos e reincidentes.

Assim também caros amigos deverão pautar, com discernimento e lisura, as nossas ações e as nossas vidas.

Essencial e imprescindível, pois, tomarmos banhos diariamente, trocarmos as roupas, fazermos a barba, cortarmos os cabelos e, sobretudo, mantermos as vestes cheirosas e os sapatos engraxados e brilhando.

Esses exercícios de princípios de higiene são fundamentais à sanidade perfeita. Carecem fazer parte do invariável do nosso cotidiano.

Jamais devemos deixar que a ausência de esmero e compostura nos decline para um só lado da balança, como se fossemos refugos amontoados num enorme monturo de restos de coisas inaproveitáveis.

Congresso pode votar vetos e Orçamento nesta terça

Agência Senado

O Orçamento da União para de 2019 pode ser votado pelo Congresso Nacional nesta terça-feira, 18 de dezembro.

Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Senadores e deputados devem analisar primeiramente os 146 destaques apresentados a 11 vetos presidenciais que trancam a pauta de votações. Depois disso os parlamentares devem votar o Orçamento e outros seis projetos de lei que liberam dinheiro para o Poder Executivo e o Ministério Público. A sessão está marcada para as 16 h.

Dos 11 vetos, dez são parciais. Cinco deles já tiveram o texto principal aprovado em sessões anteriores e respondem juntos por 69 destaques. O veto parcial (VET) 33/2018 tem 53 pontos em separado. No texto, o presidente da República, Michel Temer, torna sem validade dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) — o marco legal que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil.

O VET 20/2018 tem cinco pontos destacados. A matéria altera a Lei 13.675/2018, que disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública. O VET 25/2018, também com cinco pontos a serem votados, muda a Lei 13.690/2018. O texto cria o Ministério Extraordinário de Segurança Pública.

O VET 31/2018, com quatro destaques pendentes, trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 (Lei 13.707/2018). O VET 19/2018 barra pontos da Lei 13.674/2018, que concede isenção tributária a empresas de tecnologia da informação. São dois destaques.

Outros cinco vetos parciais ainda não tiveram o texto principal apreciado por senadores e deputados. O VET 38/2018 reponde por 52 dos 76 dispositivos destacados nesse grupo. A matéria altera a Lei 13.729, que institui o Programa de Regularização Tributária Rural.

Mariana Godoy entrevista William Waack


Mariana Godoy, 14-12-2018

Quando os cristãos forem minoria

Cristina Miranda

Os cidadãos europeus ainda não acordaram para a realidade. Anestesiados pelos discursos globalistas (globalismo não é o mesmo que globalização) das boas intenções multiculturalistas dos governantes e líderes da UE, acreditam que é evolução social quando se defende nações sem fronteiras por onde passam livremente grandes massas de indivíduos, em idade jovem, sem documentos e sob o falso estatuto de refugiados. Acreditam porque a lavagem cerebral dos médias é tão agressiva que deixam de pensar por eles próprios. É uma espécie de coma induzido à sociedade civil que se não for combatida poderá ser tarde para a nossa civilização ocidental.

Comecemos por nos questionar porque razão condenamos todo o tipo de crítica (factual) ao islão se é mais do que sabido que se trata de uma ideologia que defende  abertamente e sem tabus, a pedofilia, crimes de honra, a bigamia, oprime as mulheres, persegue homossexuais e todas as outras religiões, rotulando esses corajosos de “islamofóbicos”, enquanto ignoramos por completo o massacre e perseguições do islão aos cristãos e judeus. Porque não designamos os muçulmanos radicais de “cristianofóbicos”, por exemplo, em vez de os proteger?

Outra questão pertinente: se 77% da população muçulmana são moderados mas receptivos à aplicação da Sharia, como se vê por toda a Europa, onde já existe partidos políticos muçulmanos, na Bélgica e Holanda, que a querem implementar, isto significa que só 23% são indivíduos capazes de se integrar realmente na sociedade ocidental, logo uma minoria. Mesmo dentro desta, há quem defenda o Hamas (veja aqui esta estudante nos EUA). O que vai acontecer à sociedade ocidental quando a população muçulmana passar a maioria? Pensou nisso?

Mais: se o islão é uma religião de paz como se explica que nos países 100% islâmicos se verifica um atraso civilizacional gigantesco, constantemente em conflitos, banhados de sangue, quando comparado com todos os países fortemente desenvolvidos e pacíficos onde predominam outras religiões? Alguém se lembra do que aconteceu ao Líbano maioritariamente cristão depois de invadido pelos islâmicos? Vão ver ao Google, descubram as preciosas diferenças e vejam se aquilo se parece com o paraíso.

L’islam à la conquête de l’occident

Jean-Frédéric Poisson était l’invité de TV Libertés pour parler de son nouveau livre.

Jean-Frédéric Poisson, le président du Parti chrétien-démocrate nous présente son livre, l’Islam à la conquête de l’Occident. Un ouvrage dans lequel il décortique au scalpel un document daté de l’an 2000 dans lequel les pays musulmans ont mis au point leur stratégie d’expansion dans les terres occidentales. Un plan de bataille qui a fait son chemin depuis.

"Querem nos desgastar a todo custo!"



Amor cura

Nelson Teixeira

O amor perdoa e sabe conviver com as diferenças, pois o amor cura, cativa e fortalece sempre o elo de ligação entres todos os seres.

O amor não separa nem desagrega, pois a sua capacidade fundamental é agrupar as mais diferentes características.

O amor é a melhor coisa existente em nós e se soubermos entender isso, nossa vida e de nossos semelhantes se tornará muito mais leve.

Quando se tem amor provoca-se um impacto muito grande em nós e quem estiver próximo.

Viva sempre de amor e pelo amor.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 18-12-2018

Charadas (698)

Qual das
seguintes
atividades
destoa,
logicamente,
deste grupo?

Desenho, Pintura,
Escultura, Fotografia, Serigrafia.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Gosto do Natal (republicação)

Da véspera, do dia, do antes e do depois. Mais do antes do que do depois.
Gosto do mês de dezembro. Porque tem Natal.

Gosto dos postais e imagens mostrando presépios, casinhas escondidas pela neve, pinheiros, árvores de Natal, papais Noel, pais Natal…



Gosto de ver as ruas decoradas e engalanadas. Uma pena que algumas vilas e cidades, sob o argumento faccioso de ‘economia’, não brindem seus munícipes com esse desvelo. Preferem distribuir dinheiro a fundações, coletivos de vanguarda e outras iniciativas pantagruélicas, às quais a população, de fato, não assiste. E se assiste, detesta. Mas prossigamos.
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[Foco no fosso] Feliz 2019 à nação

Haroldo P. Barboza

Peço desculpas por iniciar com um anagrama chulo.

Momentaneamente, nossa pátria está numa profunda MERDA. Por isto, vou ME DAR o presente de Natal deste ano, rompendo com o PASSADO que nos acostumou a somente pedir, desde viagens luxuosas aos extremos do planeta, à continuidade das “bolsas” que aprimoram a indolência que o próprio clima fermenta sobre parte da população cujas raízes não foram as mais vitalizadas em direção ao labor. Em função disto, por dezenas de anos alargamos os cinturões que delimitam o perímetro de misérias que sufocam nossos sonhos.

Concordamos (mais de 99,9%) que a magia infantil do presente no sapatinho deve ser alimentada entre as crianças até 8/10 anos. Bem como outras magias que lentamente estão sendo propositalmente corrompidas pelos que têm interesse em acabar com a unidade familiar que corresponde ao elo de cidadania que precisa estar em funcionamento contínuo.

No pacote de meu presente, consta a vontade que pretendo dividir com outros interessados que possam ter o mesmo objetivo. Ela está baseada nos pilares básicos: observar, sugerir, ensinar, construir, fiscalizar, cobrar, aplaudir, preservar.

Vamos nos doar um pouco a favor da nação contaminada pela “peste roububônica”, deixando de praticar o “jeitinho vantajoso” apenas para o idealizador e que por menor que seja, cria prejuízos à coletividade.

[Daqui e Dali] As lentes dos novos e dos velhos

Humberto Pinho da Silva


Ao manusear as obras expostas num escaparate de livraria, encontrei, em certa ocasião, livro que folheei ao acaso.

A determinado passo, deparei com frase que ficou bailando na mente por ser bem pensada e muito verdadeira.

Autor? Não sei. Livro? Também não me recordo do nome, por mais que o rebusque na memória.

Dizia o autor, mais ou menos, isto: “ Os novos, se usam óculos é para verem ao longe; mas os velhos usam-nos para verem ao perto.”

Observação excelente! Maravilhosa metáfora! Na verdade, há dois modos de contemplar a vida: a dos jovens e a dos idosos.

Sartre, referindo-se a seu amigo Paul Nizan, disse: “Pensávamos que o mundo era novo, porque nós éramos novos no mundo.”

Para eles, tudo era novidade: os reclames luminosos de Paris, a beleza e o encanto da Primavera…etc…etc… (“Jean Paul Sartre” por Alfredo Margarido).

“O Brasil está no caminho de recuperar as liberdades individuais”

o antagonista

O general Santos Cruz [foto] desmontou o argumento dos embusteiros internacionais que acusam o governo de Jair Bolsonaro de retrocesso institucional.



Ele disse para o Poder 360:

“Eu vejo aí umas besteiras imensas de algumas pessoas fazendo conferências internacionais, falando que o Brasil está com risco de perder as liberdades individuais. Não. O Brasil está é no caminho de recuperar as liberdades individuais. Por que você não tinha mais nem liberdade de andar na rua. Você tem que contratar segurança particular, todo mundo para o seu condomínio, para sua casa, para o seu carro, comprar carro blindado, não sei mais o quê”
Título, Imagem e Texto: o antagonista, 17-12-2018

A verdade vem sempre ao de cima

Alexandre Homem Cristo

De mentira em mentira, Costa e a esquerda conseguiram ganhar tempo, gerir expectativas e comprar a paz. Agora, o discurso do governo está a esgotar-se à medida que o seu escrutínio se torna possível.

Uma das vantagens da passagem do tempo é viabilizar o escrutínio da decisão política, seja porque são, entretanto, publicados os indicadores comparados que permitem essa análise, seja porque as consequências de determinadas decisões se tornam visíveis a olho nu. É a adaptação política do ditado popular de que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo: de facto, demora um pouco mais de dois anos até que a informação disponível seja arrebatadora.

Ou seja, uma governação alicerçada em ilusões vai ficando, com o passar do tempo, fragilizada pela confrontação com a realidade e os factos que desmentem promessas e expectativas. É esse o desafio atual da geringonça: à entrada do ano eleitoral, existem cada vez mais indicadores que contrariam as suas narrativas políticas.

Não faltam episódios que o demonstram e que põem em causa as grandes linhas políticas dos partidos que apoiam o governo. Por exemplo, após reiteradas promessas de virar a página da austeridade, é hoje absolutamente evidente que a contenção orçamental está a esmagar os serviços públicos e a prejudicar sobretudo a população mais desfavorecida (a que mais depende dos serviços públicos). Por exemplo, ao contrário das expectativas, estes anos de crescimento econômico têm sido também anos recordistas em carga fiscal, que nunca esteve tão elevada, e de diminuição histórica do investimento público, que bateu no fundo. Por exemplo, mesmo que o primeiro-ministro faça loas à devolução dos rendimentos e garanta que a economia portuguesa está a convergir com a UE, os números mostram o contrário: o poder de compra relativo dos portugueses em 2017 é inferior ao em 2016, e cada vez Portugal vai afundando mais na lista de países europeus.

Mas se isto é tudo a nível macro, também nas áreas setoriais da governação se observa o mesmo confronto entre o discurso das promessas e realidade dos incumprimentos. Não é só na Saúde, onde é sabido há vários meses, que o sistema está a colapsar, sendo agora os sinais indisfarçáveis, ou na Segurança Social, área na qual as queixas se acumulam. É transversal, alargando-se também a outras áreas menos discutidas sob esta perspectiva, como a Educação e a Ciência.

[A coluna do Almir] Uma democracia fajuta

A nossa democracia está longe de ser uma democracia de verdade pelo mal que causam aos aposentados...

Almir Papalardo

Após um período de turbulências, vale a pena recordar, a democracia foi conquistada pelo patriotismo, bravura, dedicação, coragem e desprendimento da sociedade. A população queria eleições diretas, e com grandes manifestações nas ruas conseguiram o intento. Foi bom (pelo menos de forma imaginária) para a nação e para o povo. Enfim, bom para a governabilidade e para todas as camadas atuantes do país.

Entretanto, ficaram falhas danosas que os nossos acomodados políticos não conseguiram sanar! Ao contrário, faltando-lhes visão de líderes estadistas, complicaram-nas ainda mais com a criação de estapafúrdias e pretensas soluções nefastas, postas em vigência, sem uma profunda e responsável análise de consciência!

Aponto como falha relevante a situação adversa dos indefesos aposentados, sem dúvida, uma classe das mais prejudicadas por políticas esdrúxulas, injustas e indecentes. Há duas décadas que este segmento não tem atualizações reais nos seus proventos. Só acumularam perdas verdadeiras, que degradaram o seu poder de compra em mais de 80%! O valor do salário mínimo cresceu. Já as aposentadorias da iniciativa privada, por não receberem o mesmo índice de correção dado a moeda de referência, decresceram no seu total potencial de compra!

Os segurados da Previdência são aproximadamente trinta milhões de trabalhadores que pelo peso da idade em sua maioria, se afastaram do mercado de trabalho, abrindo vagas para novos ingressantes que irão participar da rotatividade do sistema previdenciário. Cerca de dois terços de segurados do RGPS se aposentaram com o valor do salário mínimo, que sabemos, embora tivesse um acréscimo melhorado, é ainda insuficiente para manter um padrão de vida pelo menos razoável.

Os aplausos vão para...

Além da Economia e da Justiça, Bolsonaro acerta na Agricultura e na Infraestrutura

Eliane Cantanhêde

Apesar do foco na Economia, com Paulo Guedes, e na Justiça, com Sérgio Moro, a formação de pelo menos duas outras áreas merecem aplauso no futuro governo Jair Bolsonaro: a Agricultura e a Infraestrutura. Além de serem grandes geradoras de empregos, o que é urgente, ambas são fundamentais para o desenvolvimento, a recuperação da nossa combalida economia.

Na Agricultura, a agrônoma Tereza Cristina [foto abaixo] é dessas que não faz estardalhaço, não se mete em confusão, trabalha muito e ganhou respeito e interlocução na Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e na Frente Parlamentar do Agronegócio. Não chegou ao Ministério da Agricultura por outra coisa senão mérito.


Na Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, capitão reformado do Exército, como Bolsonaro, tem três troféus: passou num concurso para a única vaga de consultor legislativo da Câmara, foi o primeiro de turma no Instituto Militar de Engenharia (IME) e tem a maior média de notas de engenharia civil na história da instituição. 

Tereza Cristina anuncia três prioridades. Primeiro, reformular e ampliar o seguro para os produtores rurais e, com isso, poder ampliar o crédito, hoje limitado e restrito ao Banco do Brasil. E está obstinada com a ideia, como Bolsonaro, de flexibilizar regras, desburocratizar, acelerar concessões de alvarás.

Nos agrotóxicos, é pragmática: a questão não é usar ou não, é calibrar o uso com segurança e eficácia. “Ninguém planta nada sem defensivos agrícolas, isso não existe. O que precisamos é racionalizar o uso e preservar as garantias.” Esse debate é uma guerra, mas ela prefere diplomacia, está costurando apoios, explicando, convencendo.

Miss Macronie 2019

by DéLiRiUs

Charada (697)

De que
número
podemos tirar
metade do
seu valor e não
deixarmos nada?

domingo, 16 de dezembro de 2018

França: Revolta Contra as Elites da Europa?

Bruce Bawer

Quem sabe tenha chegado a hora, quem sabe foi dada a largada para o início da resistência pública da Europa Ocidental contra o desastroso projeto multicultural e globalista das elites.

Um manifestante atira uma bomba de gás lacrimogêneo de volta aos policiais durante uma manifestação dos "coletes amarelos' perto do Arco do Triunfo em 8 de dezembro de 2018 em Paris, França. Foto: Chris McGrath/Getty Images
Entra ano, sai ano, aqueles entre nós que escrevem e se preocupam com a ascensão do Islã na Europa Ocidental sabem que, mais cedo ou mais tarde, se os governos desses países não mudarem radicalmente de curso, a casa irá cair. Até agora, os autóctones, na maioria dos casos, têm se comportado de maneira extremamente dócil. Eles engoliram muito. Os detentores do poder inundaram seus países com enormes contingentes de imigrantes do Oriente Médio e Norte da África, sendo que um número desproporcional desses imigrantes deixaram bem claro que não tinham a menor intenção de se misturarem ou contribuírem com as sociedades que os acolheram e, muito pelo contrário, para eles bastava tomar, causar sofrimento, danos e destruição e que estavam determinados, no decorrer do tempo, a conquistar e tomar o poder.
Ninguém nunca se deu o trabalho de perguntar aos cidadãos da Europa Ocidental se eles queriam que seus países fossem radicalmente transfigurados dessa maneira. Essa transformação, ademais, foi se intensificando ano após ano. A certa altura, indubitavelmente, as populações nativas da Europa Ocidental iriam reagir.

Como seria a reação? Aqueles, como nós, que estão profissionalmente enfronhados nessa matéria, queimaram as pestanas por horas a fio ponderando em cima dessa questão. Nós nos perguntávamos uns aos outros: o que você acha que vai acontecer? Alguns previam a balcanização. Já havia zonas proibidas, enclaves ao redor e no interior de grandes cidades onde "infiéis" não eram bem-vindos e onde policiais e bombeiros eram, via de regra, apedrejados se ousassem entrar em cena. Poder-se-ia tranquilamente imaginar que essas regiões iriam se expandir, a soberania de fato seria exercida sob a lei da Sharia, oficialmente reconhecida, além da consagração de algum tipo de estabilidade. Outros observadores previam vandalismo e pancadaria por parte dos autóctones, não por parte das elites cujo cotidiano foi infimamente afetado pela presença muçulmana em seus países, mas por parte dos menos privilegiados cujos bairros e escolas se transformaram em zonas de perigo, cujos impostos aumentaram exponencial e recorrentemente para financiar o custo elevadíssimo dos grupos de imigrantes, cujos médicos e hospitais estavam tão sobrecarregados com os recém-chegados que os tratamentos vitais eram cada vez mais racionados e o tempo de espera cada vez mais demorado.

Como é bela a vida num país sem populismo

Helena Matos

O PR comenta os descarrilamentos dos eléctricos. Os hospitais públicos recusam doentes. Saída para a crise? Adotar uma coelha selvagem e também um ex-criador de vacas reconvertido energeticamente.

Foto: Maria Miguel Cabo/TSF
Terça-feira, 11.
O tiroteio voltou a eclodir e a matar. Desta vez foi num mercado de Natal, em Estrasburgo. A cada atentado terrorista temos uma espécie de guião: quem começa por matar é o tiroteio.

Depois admite-se que alguém terá segurado a arma. Em seguida temos um razoável compasso de espera até que se avançam os elementos que confirmam o que já se suspeitava: o autor do atentado é muçulmano e fez questão de o sublinhar, no momento em que matava.

O Estado Islâmico também celebra a mortandade, mas, segundo o novo mantra jornalístico, não estamos perante um verdadeiro terrorista islâmico. A questão do “verdadeiro terrorista islâmico” está a tornar-se uma espécie de alargamento do conceito de denominação de origem dos vinhos e enchidos àqueles que, além da infelicidade de não consumirem os produtos atrás citados, passam à prática o seu desejo de matar em nome de Alá. Por mais que o terrorista islâmico grite que “Alá é grande!” enquanto dispara sobre os desgraçados que se cruzam no seu caminho temos de evitar a expressão “terrorista islâmico”.

Por fim, mas não menos importante, com 29 anos e 27 processos judiciais em França e na Alemanha, Chérif Chekatt   classificado como “S”, ou seja, como perigoso para a segurança da França, estava, contudo, em liberdade. Como é que isso é possível? O enquadramento legal na UE não está feito para responder ao terrorismo: mesmo com ficha “S”, um estrangeiro que tenha conseguido a nacionalidade francesa  dificilmente pode sequer ser expulso para o seu país de origem.


Como de costume acenderam-se velas e fizeram-se as declarações piedosas do costume sobre as vítimas de mais este incidente. Até que um novo tiroteio volte a eclodir e a matar voltaremos a ignorar o assunto.

Quarta-feira, 12.
Um doente com uma lesão grave numa mão, decorrente de um acidente de trabalho com uma rebarbadora, foi enviado do hospital de Setúbal para o hospital de São José, onde deu entrada cerca das 18h. No Hospital São José estava avariado o equipamento necessário à cirurgia e foi decidida a transferência do doente “para outra instituição com capacidade para a intervenção”.

Precisamos da Esquerda

António Pedro Barreiro

Na guerra cultural em curso, a nova Esquerda esqueceu o povo e assumiu a defesa da excentricidade das elites. Eu, que não sou de Esquerda, acho que uma outra Esquerda faz falta ao sistema político.

A Esquerda abandonou as classes trabalhadoras. Mais ainda, a Esquerda traiu as classes trabalhadoras. Ao abraçar a cantilena da “autodeterminação de género”, da “masculinidade tóxica”, da “heteronormatividade” e das “micro agressões”, a Esquerda escolheu ter como principais bandeiras políticas as preocupações mais superficiais do diletantismo burguês. Em nome delas, policia o discurso e julga sumariamente os adversários; confunde discordâncias com discriminação; erige muros, queima pontes e levanta polêmicas.

Em nome do libertarianismo social, a Esquerda alheia-se do destino dos pobres. Liberalizar e normalizar a droga, como pretendem o Bloco e parte do PS, permite às elites urbanas satisfazer comodamente os seus desejos de excentricidade e transgressão – e, no dia seguinte, regressar à normalidade. Mas, para quem convive diariamente com o mundo das drogas, a normalidade não existe. A liberalização traz consigo a deterioração de bairros e comunidades inteiras; de estruturas familiares e de vidas humanas. Para os mais pobres, a droga não é apenas um inebriamento passageiro. É um flagelo que espreita em cada esquina, corroendo laços de solidariedade, ameaçando a saúde e a ordem pública, envenenando a infância e a juventude e trazendo consigo o vandalismo, o crime e a violência. Para as elites, a droga legal é liberdade de escolha. Para os mais pobres, é um sem-fim de fatalidades que passam a acontecer sob a anuência do Estado.

O mesmo se diga acerca da legalização das barrigas de aluguer, tão almejada pelo Bloco e pelos seus aliados socialistas, que criará condições para transformar a maternidade num negócio e para colocar o ventre das mulheres pobres a trabalhar ao serviço da vantagem financeira de casais ricos.

Não contentes com tamanha barbaridade, o Bloco e a parte do PS que vive a mando do Bloco querem também legalizar a prostituição, forçando o Estado a dar o seu aval ao aluguer de corpos humanos. É quase confrangedor que os mesmos que insistem (e bem) na importância de aumentar o salário mínimo ignorem a necessidade de salvaguardar limiares mínimos de dignidade humana. O corpo de uma mulher – pobre, imigrante, isolada, sem alternativas – não se fez para ser exposto, avaliado e transacionado como uma carcaça de animal pendurada no gancho do talho. E um Estado de bem não pode dar respaldo a tamanha monstruosidade.
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