quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Leia uma nota pública de apoio a Fernando Bustamante. Escrita no tom certo

Luciano Henrique

Sociedade de Estudo e Desenvolvimento Social lança uma nota pública de apoio a Fernando Bustamante, que foi vítima de acusações difamatórias e criminosas vindas de ultraesquerdistas no carnaval em virtude de usar uma fantasia onde interpretava o papel de Aladdin com seu amigo Abu, personificado pelo seu filho adotivo.

Você pode ler sobre o assunto aqui e aqui. Em seguida, leia a nota:



NOTA PÚBLICA DE APOIO A FERNANDO BUSTAMANTE

Como muitos já sabem, neste carnaval houve a “polêmica” do pai que saiu fantasiado de Aladdin com seu filho que estaria, aparentemente, interpretando o papel de Abu, o macaquinho amigo de Aladdin.

Por que “polêmica”, entre aspas?

É porque não há nada de polêmico. O que há, de fato, são pessoas criminosas que se manifestam com ódio e malícia para prejudicar, intencionalmente, a vida de outras pessoas. O que esta família passou após Fernando ter sido acusado de racismo foi terrível. Ele recebeu ofensas, ameaças, xingamentos e foi obrigado a ler uma quantidade imensa de bobagens, dentre elas, pessoas alegando que ele não era plenamente capaz de ser pai de um menino negro.

Quem são as pessoas que o julgam? Pessoas que nem o conhecem e que fazem toda essa baderna por uma só razão: ideologia. Não uma ideologia qualquer, mas uma ideologia doentia, digna de pessoas pequenas e desprezíveis. Muitos acreditam que esses justiceiros sociais sejam pessoas inocentes e enganadas, mas não são. Em sua maioria, são pessoas mal intencionadas e bastante cientes do que fazem. E isso tem que acabar. Já passou da hora de essa corja perceber que existe reação e que as pessoas decentes não têm medo do que eles possam fazer ou dizer. Mesmo porque, são todos covardes, atacam aqueles que julgam mais fracos e despreparados.

Aeroporto de Lisboa passa a chamar-se aeroporto Humberto Delgado

O aeroporto de Lisboa vai passar a chamar-se aeroporto Humberto Delgado, decidiu hoje o Conselho de Ministros.



O projecto da Câmara de Lisboa foi aprovado no Conselho de Ministros de hoje e é justificada pelo papel que Humberto Delgado teve no desenvolvimento da aviação nacional. Foi o responsável pela criação da TAP há 70 anos, lançou as primeiras rotas para fora do país e criou a ponte aérea entre Lisboa, Luanda e Lourenço Marques (hoje Maputo).

Humberto Delgado, o general sem medo, teve também um papel decisivo na história do país ao desafiar a ditadura de Salazar. Acabou de resto por pagar esse gesto de coragem com a própria vida. 
Título, Imagem e Texto: SIC Notícias, 11-2-2016

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Hotel cobra R$ 6,00 pelo empréstimo de um prato

Marcelo Braga
Estou em São Paulo (no Slaviero Slim – Congonhasonde participei hoje (30 de janeiro) de um curso o dia todo.
Por retornar ao Rio de Janeiro amanhã cedo preferi pedir uma pizza para ser entregue no próprio hotel. Quando a pizza chegou fui informado pela recepção e desci para poder pegá-la. Até ai tudo normal.

Pelo fato do quarto não ter prato e nem talheres à disposição fui até o bar do próprio hotel e perguntei se poderia me emprestar um prato e talher para eu poder comer.

ACREDITEM, me cobraram uma taxa de R$ 6,00 pelo prato!

Calma que o que era inacreditável vai piorar. Debati com a menina do Bar, cujo nome é Vania, e ela me disse que eram normas do hotel. Pedi para falar com um gerente e ela me disse que não havia nenhum.

Segundo ela não havia nenhum superior que pudesse resolver qualquer problema e que seriam os funcionários que resolveriam caso acontecesse algo. Já imaginando o que eu faria, pedi o prato e que pagaria mas que queria uma nota discriminada do que eu havia pago. Ela disse que também não poderia discriminar isso e que teria colocar na nota como guarnição extra (vide nota)!


Pedi o prato. Ao ver o prato sem o talher, indaguei sobre ele e ela me disse: " talher são mais R$ 6,00!"

Kkkkkkk. Só rindo! Tinha uma senhora ao meu lado que também considerou um absurdo e o que a Vania me disse foi o seguinte: "se quiser tem guardanapo!"e aí rebati: quanto custa cada guardanapo?
Ela, debochadamente, respondeu: "Aproveita que ainda é de graça.”

Caíu a ficha! Peraí! A prefeitura que deixa morrer animais em zoológico é mesma que constrói… museus do amanhã e outras megalomanias?


Grades enferrujadas separam espaço reservado a leão-marinho no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, situado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, zona norte da cidade.Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo
Jaula que abrigava o leão do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, morto em julho deste ano, está vazia. O zoológico está situado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, zona norte da cidade. Foto: Gustavo Maia/UOL

Macroscópio – A revolta dos eleitores zangados

José Manuel Fernandes

Não houve surpresa nos vencedores das primárias de New Hampshire: Donald Trump no campo republicano, Bernie Sanders entre os democratas. Onde houve surpresa foi na dimensão das suas vitórias, ambas por larga margem. O que é que isto significa? Será que vamos assistir a uma eleição presidencial disputada por dois políticos anti-sistema, genericamente definidos como populistas pela imprensa norte-americana? Abrirá essa possibilidade espaço para uma terceira candidatura, a de Michael Bloomberg, o ex-presidente da Câmara de Nova Iorque que é também proprietário de um poderoso grupo de informação financeira?

Como já veremos – ou como os leitores do Macroscópio poderão ler nalguns dos textos que hoje recomendaremos – os resultados das duas primárias que abrem a corrida à nomeação como candidato presidencial, a do Iowa a semana passada e a de New Hampshire nesta terça-feira, produziram resultados que podem ser invertidos quando outros estados, maiores e com um outro tipo de eleitorado, começarem a votar. Mas o sinal de alarme já se acendeu: quem neste momento vai à frente tanto entre os republicanos como entre os democratas são candidatos que não só vêm de fora das elites políticas tradicionais e exploram o sentido de desconforto dos eleitorados com as elites no poder.

Mas antes de irmos às análises sobre o que se está a passar, recordemos antes, com a ajuda de trabalhos do Observador, quem são os principais candidatos. A começar por Trump, sobre o qual fizemos um Explicador - Quem é, afinal, Donald Trump? - e por Bernie Sanders, a quem dedicámos um Especial - E se os EUA tivessem um presidente socialista?

Mark Rubio, que depois do Iowa e antes de um debate que lhe correu muito mal parecia ser o republicano melhor colocado para barrar o caminho a Trump, também teve direito a um Especial, Nascer com pressa de ser Presidente

Já Ted Cruz, que saíra vencedor do Iowa, apresentámo-lo em O conservador que detesta Washington D.C. mas sabe o caminho para lá de memória. Finalmente, para que possa perceber melhor o complicado mecanismo que começa com estas primárias e só termina, com a eleição do Presidente dos Estados Unidos, na primeira terça-feira de Novembro, temos outro Explicador: Isto é complicado: guia para as eleições nos EUA.

Hillary. Porque sim

Maria João Marques
A maioria das críticas a Hillary ganham tração por ser mulher. Dizem-na, por exemplo, muito apegada ao dinheiro. As fasquias diferentes que colocam aos homens e às mulheres são muito pouco século XXI.

Há oito anos, quando Obama ganhou pela primeira vez as presidenciais americanas, Tara Wall – mulher, negra e republicana (donde, votante em McCain) – disse na cobertura da noite eleitoral na CNN ‘today you can’t be black in America and not be proud of what Barack Obama has achieved’ (estou a citar de memória – que costuma ser fiável).

Eu não fiz parte da corte de enamorados do discurso, tão evidentemente vazio que até doía, ‘esperança e mudança’ de Obama. Gozei com fartura nos blogues com a semelhança dos discursos de Obama e as tiradas do presidente Bartlett na série televisiva West Wing e não me surpreendi por ver que o supostamente pacifista presidente tornar o mundo mais perigoso (sim, o querido ISIS) retirando a correr do Iraque. (Se lá deviam ter ido ou não depois do 11 de setembro é outra questão.) A melhor parte (para mim) da presidência de Obama foi a espécie de redenção de um país com uma história de escravatura, de segregação racial, da luta pelos direitos civis e de racismo tão entranhado ao eleger para seu representante cimeiro um negro.

As eleições de novembro também vão ter a sua novidade. Pela primeira vez poderão eleger para a presidência uma mulher (Hillary Clinton), um judeu (Bernie Sanders) ou um latino (Marco Rubio ou Ted Cruz).

Destes todos prefiro a Hillary e não escondo que o sexo da candidata é o fator decisivo. E não, por favor não me macem com a conversa ‘não se deve votar num candidato por ser mulher’. Ser mulher é um fator da identidade do candidato como qualquer outro – na verdade mais marcante do que muitos outros – pelo que o argumento de não se valorizar o sexo tem tanto sentido como não valorizar se tem um doutoramento ou se nem sequer frequentou a universidade, se foi Secretária de Estado ou se foi presidente da associação de pais, se era advogada na vida antes de Washington ou se escrevia livros de poesia experimental.

Claro que se as posições políticas de Hillary fossem terríveis, à Catarina Martins ou à Pablo Iglesias ou à Marine Le Pen, nem o sexo a salvaria. Depois das defesas absurdas que Manuela Ferreira Leite fez e faz do status quo e da espoliação crescente aos contribuintes, não votaria na senhora nem para a administração do condomínio. Mas Hillary, em boa verdade, deve ser consideravelmente menos socialista e socializante do que o candidato médio do PSD. Nada que provoque achaques à minha alma liberal. Nunca a vi a fazer as defesas tristes do socialismo que Marcelo Rebelo de Sousa fez na sua campanha, e tive muitos amigos de direita (que tremem com a possibilidade Hillary) a convencerem-me a votar no candidato apaixonadamente estatista. (Não votei; votaria só numa segunda volta.)

Michael Moore ‘invade’ Portugal e copia política portuguesa sobre drogas

Agência Lusa
O realizador Michael Moore apresenta no seu novo filme “Where to Invade Next” Portugal como um exemplo a seguir pelos Estados Unidos da América no que toca à descriminalização do consumo de drogas.

A ideia do documentário é descobrir políticas internacionais que possam ser seguidas pelos EUA. Foto: José Sena Goulão/EPA

A ideia do documentário é descobrir políticas internacionais que deveriam ser importadas pelos norte-americanos e para isso Moore visita vários países onde copia os ‘melhores sistemas’ e as melhores ações governamentais para levar para os EUA.

O documentarista chama-lhe invasões amigáveis, anexações para salvar os EUA, e de cada vez que encontra algo de bom coloca uma bandeira dos EUA em solo estrangeiro e pede licença para copiar a ideia no seu país.

Michael Moore diz que os americanos deviam “invadir” a França e importar o modelo de refeições saudáveis aplicado nas suas cantinas escolares, deviam ocupar a Finlândia e copiar o fim dos trabalhos de casa para os estudantes e de Portugal deviam levar a política de descriminalização de drogas aprovada em 2001.

Em Portugal ninguém é preso por consumir drogas ou por ter na sua posse uma quantidade considerada para consumo próprio e esta mudança legislativa não provocou um aumento de consumo de substâncias.

Vencedor de um Óscar de Melhor Documentário, por “Tiros em Columbine”, Michael Moore aplaude ainda as várias medidas que foram introduzidas neste campo, como a troca de seringas ou os gabinetes de apoio à prevenção.

“Where to Invade Next” estreou nos EUA no final de dezembro.
Título e Texto: Agência Lusa, Observador, 9-2-2016

Lessons from Trump’s Win in New Hampshire

Although Donald Trump clinched the New Hampshire Republican primary by once again bringing out a large number of former non-voters, a breakdown of that record turnout does not bode well for a Republican presidential election victory in November.


According to official figures, with just 89 percent of votes cast, some 258,479 registered Republicans came out to vote in the 2016 primary, in which nine would-be Republican candidates took part. This figure is likely to climb to well over 260,000 by the time the full results are in.

In 2012, by contrast, with a record 33 would-be Republican candidates taking part, registered Republican turnout was only 243,000.

This means that at least an extra 20,000 voters turned out in 2016 for a considerably smaller field, and the results indicate that almost all of them voted for Trump, along with a sizeable part of the traditional Republican voters.

Although Trump’s victory was predicted by many polls, as was his second place win in Iowa, one important caveat must be considered: that some 227,543 people also turned out to vote in the Democratic primaries, which handed a decisive victory to the socialist Jew Bernie Sanders. Once again, that figure is likely to increase once the final results are in.

This means that the combined Republican and Democratic turnout in New Hampshire will have been in excess of 500,000—a huge percentage when it is considered that there are only around 800,000 registered voters in total in that state.

Fernando Holiday: “Onde eles veem racismo, eu vejo amor”

Luciano Henrique
Belas palavras foram escritas no Facebook de Fernando Holiday sobre o ataque podre e imundo feito pela extrema-esquerda contra uma família – ver aqui  – por causa de uma foto inocente de carnaval:

Onde eles veem racismo, eu vejo amor.

A mais recente bizarrice do Movimento Negro e dos imbecis da corrente “politicamente correta” foi acusar um pai de ser racista por fantasiar seu filho de Abu, o melhor amigo de Aladdin – que era a fantasia do pai.
Segundo eles, o pai foi racista porque Abu – na história de Aladdin – é um macaco.

E se fosse um coelho? Um cachorro? Um esquilo? O que vou dizer aqui talvez incomode alguns, mas a verdade é que – cegados pelo ódio e pelo vitimismo barato – eles já não enxergam o amor, já não sabem o que é humanidade. Eles se veem e veem aos negros como animais, animais maltratados por homens brancos. Eles são os verdadeiros racistas, são repugnantes! Não me representam e não representam muitos outros. Porque eu me vejo e vejo todos os outros negros como seres humanos. Nem melhores, nem piores.

Na imagem enxergo pais se divertindo com o filho que amam. Não me importa sua etnia ou cor de pele. Na imagem vejo uma família feliz se divertindo no carnaval, fantasiados de personagens que também se amam e que querem o bem uns para os outros.

Charada (183)


De acordo com o
padrão definido,
qual destes animais:

Ovelha,
Cisne,
Golfinho,
Gazela,
Peru,
Coelho,
Perdiz,

completa a seguinte sequência: 

Raposa/Lebre/Javali/Esquilo/…

A chave da felicidade

Nelson Teixeira
Para muitos a felicidade é um tesouro escondido em algum lugar distante e de difícil acesso. É interessante observar que todas as pessoas vivem em busca da tal felicidade.

Mas há algo comum nessa busca: infelizmente, todos buscam a felicidade nas coisas materiais, nos prazeres do mundo, na riqueza material, no poder ou em alguém que desejam ter ao seu lado a todo custo. Só que quando conquistam o objeto do desejo percebem que continuam infelizes. Isso ocorre porque essa felicidade que buscaram não é real. É ilusória.

Há quem diga que a felicidade está onde a colocarmos não é? Não é bem assim.

A felicidade real está muito perto de nós. Ela está dentro de nós. A chave para abrirmos a porta da felicidade se chama amor e caridade.

A chave da felicidade está em levarmos paz, harmonia, alegria, conforto, esperança e fé aos irmãos em aflição.

A felicidade está em amarmos o próximo como a nós mesmos. Todo o bem que fizermos ao próximo será a nós mesmos que estaremos fazendo. Assim, a chave da felicidade de cada um de nós está na felicidade que levarmos aos outros. Pensemos nisso! 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 10-2-2016

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

8 de fevereiro: 3 440 visitas


Tra, tra, tra, tra, tra, tra, tra, tra, tra, tra…


O clipe oficial da Tra, tra, tra…

Kim Kataguiri na Folha: #EsseImpeachmentÉMeu!

Luciano Henrique

Clique aqui para ler o texto “#EsseImpeachmentÉMeu!”, na coluna de hoje de Kim Kataguiri[foto] para a Folha. Aqui traremos apenas alguns trechos.

Kim começa lembrando como o governo e setores da imprensa inventam o mito de que o impeachment “se resume a um mero embate entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha”. Lembra também que existe a farsa dita pelo PT de que o processo “é golpe da oposição”.

O detalhe, como lembra Kim, é que “o impeachment começou a ser debatido pela classe política única e exclusivamente por causa da pressão popular. Antes de a população impor essa pauta, até a oposição a rejeitava”.

Claro que a mídia hoje fala aquilo que as verbas estatais ditam o que ela deve dizer, que não difere daquilo que é escrito pelos marqueteiros do PT.

E aí ele relembra como a coisa foi diferente no impeachment de Collor:

Durante o processo de impeachment de Collor, a história foi bem diferente. As manifestações eram apoiadas ou organizadas por diversos partidos políticos. A narrativa da imprensa também era outra: não se falava em “golpismo” ou “fascismo”, mas em “festa da democracia” e “momento histórico”.

Partidos de esquerda levantavam a bandeira da honestidade. Lula discursava sobre a importância de o povo ter o poder de destituir um político. A população mantinha a esperança de que um governo de esquerda pudesse trazer uma nova moralidade.

E o que mudou?

Emma Watson




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Emma Watson é desafiada a passar uns dias com refugiados islâmicos, mas sem seguranças

Mudança de comportamento

Nelson Teixeira
Existem certos dias que todos nós parecemos saber somente criticar a tudo e a todos.
Tudo está errado, tudo foi mal feito e tudo não vai funcionar desta forma.

O monge Liu-Pei, num destes dias de descontentamento e arredio a todos e ao mundo, desabafa:
– Não consigo imaginar como pode haver tanta coisa errada.
Ao que o sábio Kwan-Kun retruca:
– Caro Liu-Pei, se você acha que tudo está errado, comece a mudar por você mesmo, pois desta forma você conseguirá mudar a todos que estão ao seu redor.

Não se muda o mundo de cima para baixo e sim de baixo para cima.
Quando vejo que tudo está errado, é imperioso analisar, se o verdadeiro errado não sou eu.

Pode ser que o erro esteja dentro de mim, mas que não será consertado sem a minha indulgência para com os meus semelhantes.
Jamais conseguirei ajudar os outros somente com críticas.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 9-2-2016

Não ignoremos

Vasco Mina

Inicia-se amanhã (10 de fevereiro) a Quaresma com a Quarta-Feira de Cinzas.

Os católicos preparam, neste tempo, a Paixão, Morte e Ressureição de Jesus Cristo. É um tempo de oração mais intensa e neste ano de Jubileu da Misericórdia somos especialmente convidados a olhar e a tratar dos que mais sofrem, estejam estes próximos ou distantes de nós.

Conforme já referi, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre divulgou as cartas enviadas, há dias, pelo Patriarca da Igreja Católica Greco-Melequita de Antioquia e de todo o Oriente, Alexandria e Jerusalém , Gregorios III Laham, e pelo Patriarca dos Católicos Caldeus e Presidente da Conferência Episcopal do Iraque, Louis Raphael Sako. Ambos nos pedem orações pelos povos que acompanham e amanhã teremos um tempo de oração na Igreja da Encarnação, conforme cartaz ao lado.

Seja na Igreja da Encarnação, seja noutro templo, seja em casa, tenhamos bem presente todos aqueles que fogem da guerra e das perseguições que lhes são movidas.

Sejamos crentes ou não crentes tenhamos consciência do que sofrem os povos da Síria e do Iraque.

Os que acreditam na Revelação de Jesus que procurem a oração e os que não acreditam em Deus que procurem um momento de silêncio, para que, todos, não ignorem o que se passa à nossa volta.
Título e Texto: Vasco Mina, Corta-fitas, 9-2-2016

Pesquisa de opinião: Quem serão os nomeados para a corrida?

Pelo Partido Democrata:











Bernie Sanders, Senador pelo Estado de Vermont, (desde 2007)
Hillary Clinton, Secretária de Estado (2009-2013)

Pelo Partido Republicano:


Ben Carson, Neurocirurgião de Maryland
Donald Trump, Empresário de Nova Iorque
Jeb Bush, Governador da Flórida (1999-2007)
Marco Rubio, Senador pela Flórida (desde 2011)
Ted Cruz, Senador pelo Texas, (desde 2013)
Outros 

‘Vote’ aqui na barra lateral direita 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

40 graus no Rio


As olimpíadas do Zika...


Valdemar Habitzreuter
É espantoso o descuido, incompetência e relaxamento da saúde pública praticados pelo governo brasileiro. (É o PT que está no governo ainda?... Já não sei mais)

De há muito o mosquito aedes aegypti se faz presente em nossas plagas e os agentes de saúde nada conseguem para debelar essa praga. É evidente que o colapso da saúde pública é decorrente de uma administração governamental falida.

E o mundo está de olho no Brasil pelo surto de epidemia do zikavirus que poderá evoluir para uma pandemia catastrófica. Gastou-se bilhões para as Olimpíadas e pouco caso se deu à erradicação do mosquito transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e, agora, da zika.

As Olimpíadas estão aí à porta e, parece, que o grande vencedor das competições será o aedes aegypti. É ele que estará no alto do pódio para receber a medalha de ouro. Seu hino, ou zumbido, da vitória já há muito está sendo ensaiado. Nada mais justo que receba os louros da vitória, já que as autoridades lhe deram as condições para se proliferar e colocar a nocaute qualquer atleta que aparecer.

Emma Watson é desafiada a passar uns dias com refugiados islâmicos, mas sem seguranças

Luciano Henrique


Lemos no Mídia Pop sobre uma petição convidando Emma Watson [foto] a passar uma semana em um acampamento de refugiados. Mas, é claro, sem seguranças por perto.

Acontece que – com a hipocrisia de costume – ela havia divulgado em setembro de 2015 a hashtag #refugeeswelcome. Obviamente, ficou de bico calado quando centenas de mulheres foram estupradas em Colônia, na Alemanha.


A petição sugere que ela passe uma semana em um acampamento de refugiados islâmicos para provar que eles não representam qualquer perigo:



Mais:

petição do Change.org  pede para Emma Watson passar um tempo no campo de refugiados “sem guarda-costas” para demonstrar ao público como os refugiados são “pró feminismo”.

O fundador Oscar Izard disse que rejeita a ideia de que os refugiados da África e do Médio Oriente são estupradores.

Golpe do xixi: Homens cobram para foliões usarem banheiros públicos no Centro do Rio

Nelson Lima Neto
E para quem pensava que já havia visto de tudo, o sábado de carnaval no Rio de Janeiro apresentou o "golpe do xixi". Foliões tinham que pagar até R$ 2 para usar banheiros públicos instalados na Rua Uruguaiana, no Centro. O golpe foi feito por dois homens: cada um tomava conta de um banheiro — um público e outro químico. Pela manhã, por volta das 10h40, o comerciante José Britto, de 45 anos, flagrou a irregularidade e enviou fotos para o Whatsapp do EXTRA (21 99644-1263). Nas imagens, é possível ver que os banheiros foram até cercados com grades, também públicas e que são usadas para impedir a travessia de pedestres em locais de risco de acidente.

— Só no Rio mesmo. A prefeitura coloca banheiros químicos, aí vêm os vagabundos, os cercam e cobram para você usar o que é de graça. Rua Uruguaiana, sem nenhum policial ou guarda municipal. Estão cercando e cobrando R$ 2. E ai de quem não quiser pagar — relatou José.

Dois homens cobram R$ 1 para o uso de dois banheiros públicos na Rua Uruguaiana Foto: Nelson Lima Neto/Extra

A equipe do EXTRA foi à Rua Uruguaiana, à tarde, para confirmar se realmente os banheiros foram "privatizados". Na esquina da Rua Senhor dos Passos com a Uruguaiana, no mesmo local da denúncia do leitor, dois homens permaneciam na guarda dos banheiros, aos risos e sem qualquer abordagem da Guarda Municipal ou da Polícia Militar.

Parolos e ceguinhos

João Pereira Coutinho

Vitória de Costa na TAP é pôr os privados a mandar na companhia.

Quando o assunto era a TAP, o excelentíssimo parolo indígena sentia o hino dentro dele e jurava de peito feito que a TAP era uma questão de ‘soberania’. Como era possível que os privados decidissem rotas de aviação que poderiam colocar em causa ligações fundamentais à lusofonia? Sem a TAP, diziam os parolos, nunca mais seria possível visitar os ‘resorts’ da Baía, as praias de Cabo Verde ou os esgotos de Luanda. António Costa, o nosso cavaleiro andante, enfrentou a besta.

E conseguiu a proeza de torrar 1,9 milhões para ter 50% da companhia. Além disso, o Estado ainda nomeia 6 nulidades não-executivas e o presidente do conselho de administração. Os privados, coitados, limitam-se a ter os 50% restantes e ainda sofrem a humilhação de serem eles a mandar de facto na companhia. Se isto não é uma vitória para Costa, que eu seja como o parolo indígena: ceguinho. 
Título e Texto: João Pereira Coutinho, Correio da Manhã, 7-2-2016