domingo, 3 de maio de 2015

#PetiçãoPúblicaPT73539: Benefício fiscal para entidades protetoras de animais.

Olá, caríssima e caríssimo apoiante da Petição Pública PT73539 "Por que os contribuintes portugueses não podem ajudar entidades que cuidam de outros seres, que não humanos?", como sabem, a nossa Petição foi aprovada, por unanimidade, pela Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, da Assembleia da República.

A Petição está nas mãos da presidente da AR, desde dezembro do ano passado.

Sugiro que encaminhemos mensagens a ela solicitando deferimento. Assim como aos membros da Comissão pedindo apoio a rápida deliberação.

Para contactar a senhora presidente da Assembleia da República, clique aqui, por favor.
Para contactar os membros da Comissão, clique no nome. (Quadro abaixo)

Sugestões de Textos

Para a presidente da AR:

Excelentíssima Deputada Maria da Assunção Esteves, Presidente da Assembleia da República.
Senhora Presidente,
Em dezembro do ano passado a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública aprovou por unanimidade a nossa #Petição406COFAP, que solicita a extensão do benefício fiscal a entidades que cuidam de #AnimaisAbandonados.

A #PetiçãoPúblicaPT73539 alojada no portal PetiçãoPública está com 5.560 apoiantes.

Venho através deste meio solicitar a Vossa Excelência que se digne deliberar favoravelmente sobre o referido Parecer da Comissão.

Protetores e cuidadores de animais abandonados vos serão eternamente gratos.

Respeitosamente,
(Nome completo)


O que Richa e outros governos não-petistas devem fazer contra o terrorismo bolivariano?

Luciano Henrique

O que vou escrever aqui pode ser polêmico, mas infelizmente na atual configuração de guerra com o PT devemos fazer alguns sacrifícios iguais aos feitos pelos aliados na luta contra os nazistas na Segunda Guerra Mundial. O fato é que os métodos tradicionais de reação não funcionarão. Então, ao menos em alguns aspectos, devemos estar prontos para a dureza de uma guerra.

O fato é que o PT joga sujo, em todas as instâncias da guerra política. Se nada for feito, eles conseguem o poder totalitário. Ou seja, não podemos deixar de fazer nada. Mas não podemos também sermos os “santinhos”. Temos que entender a dureza do combate e, de acordo com nossos princípios morais, tomar algumas ações mais do que úteis.

As manifestações do Paraná foram feitas para criar um discurso de “coitadinhos”, pois, em ações terroristas, pessoas do MST, Black Blocs e outros aparelhos do PT partiram para cima da polícia. Como eles perderam o apoio da sociedade, essa será a tática decisiva para eles. Alias, lá no Paraná não deu certo. Se eles acharam que isso iria resultar em manifestações por todo o Brasil, deu em água. Mas o fato é que eles vão tentar de novo, agora em São Paulo. E de novo no Paraná. E em qualquer estado governado por opositores. Alias, as greves de professores tem ocorrido em estados governados por opositores do PT. Não nasci ontem.

A tática bolivariana é esta:

1) Efetuar ataques terroristas infiltrando-se no meio de professores
2) Obter a reação da polícia diante do terrorismo
3) Expor as pessoas que sofreram a reação como “vítimas”

Ou seja, este é um jogo fácil para eles, pois basta executarem o passo 1, já que as mentes normais irão buscar a defesa. É aqui que a tática de retorno precisa ser mudada. Como eu já disse antes, temos que assumir que lutamos com perfis sórdidos como eram os nazistas. Não podemos usar o pensamento tradicional. Temos que olhar para estratégias de guerra mais avançadas.

Chelsea, de Mourinho, vence Crystal Palace e conquista quinto título inglês

O Chelsea conquistou este domingo o seu quinto título de campeão inglês de futebol, terceiro sob o comando do treinador português José Mourinho, ao vencer em casa o Crystal Palace por 1-0, em encontro da 35ª jornada.

Hazard marcou o único gol da partida, foto de Facundo Arrizabalaga/EPA

O belga Eden Hazard, aos 45 minutos, na recarga a um penâlti por si falhado, marcou o golo do ‘onze’ de Mourinho, que havia conquistado os outros dois títulos na primeira passagem pelo clube (2004/05 e 2005/06).

A três jornadas do fim, os londrinos, também campeões em 1954/55 e 2009/10, passaram a somar 83 pontos, contra 68 do Manchester United e 67 de Manchester City (menos um jogo) e Arsenal (menos dois jogos). 
Texto: Agência Lusa/Observador, 3-5-2015

Despachante e burocracia: os brasileiros “espertos” e os americanos “bobalhões”

Rodrigo Constantino

Quando resolvi me mudar temporariamente para a Flórida, sabia que isso iria gerar várias pautas para o blog, comparando o dia-a-dia de nós, brasileiros, com o dos americanos ou latino-americanos que vivem aqui. Quem acompanhou aquela minha série “Brasileiro é otário?” sabe que tal comparação já era um instrumento usado por mim para esfregar em nossas caras como somos “espertos”, e com isso criamos um país de otários. Mas agora terei minhas próprias experiências para contar.

E em apenas dois dias aqui já as tenho. Na verdade, a primeira começa até antes, quando resolvi que não dava para me apartar de meus livros e decidi bancar o elevado custo de um frete internacional. Fechei com uma empresa da Flórida mesmo, com nome em português que é para atrair os vários clientes brasileiros na mesma situação. Aliás, seu nome significa aquilo que falta no Brasil, e o que há aqui de sobra, marcando a grande diferença entre nós: confiança.

Na sociedade da desconfiança, o império das leis impessoais não conta, e sim o relacionamento entre as pessoas, o “jeitinho”. Na sociedade da desconfiança, partimos da premissa de que o outro quer sempre nos enganar, tirar vantagem sobre nós. Na sociedade da desconfiança, ninguém confia nas regras do jogo, e um enorme processo burocrático é instaurado, levando a casos estranhos em que você precisa, a todo custo, provar que é você mesmo, com autenticação em cartório para tudo.

Pois bem: ao fechar com a empresa, foi necessário o uso de um despachante, mas até onde sei, somente do lado brasileiro. Serve para “agilizar o processo”, i.e., para enfrentar toda a papelada e burocracia criadas pelo nosso governo justamente para dificultar nossas vidas. Do lado americano, tudo será mais simples, e após a chegada do navio no porto, em poucos dias meus livros – e com eles vários móveis que aproveitei para mandar no container – chegarão em casa.

A outra experiência se deu neste sábado, quando resolvi comprar logo um carro para não ficar gastando dinheiro com o alugado. Nem vou entrar na questão do preço, que é para não irritar muito o leitor que precisa pagar os preços absurdos dos carros no Brasil (e antes que alguém tente culpar a ganância das empresas, que tal responder como essa ganância aumenta tanto ao se cruzar a fronteira, uma vez que estamos falando das mesmas montadoras mundiais?). Vou me ater à burocracia apenas.

Por que é que os cães lambem os donos?


Nídia Teiga
A língua do cão é um instrumento com várias utilidades e através dela o cão consegue perceber várias coisas. A maioria das pessoas pensa que os cães lambem apenas para demonstrar afeto, carinho e amor pelo seu dono o que nem sempre está correto. Este comportamento remonta ao antepassado dos lobos onde este gesto servia para saber quem pertencia à matilha dado que as mães lambiam os seus filhos para os identificar.

Para além do afeto as lambidelas podem também significar submissão. Um dos especialistas em comportamento animal, Alexandre Rossi defende que quando os animais lambem perto do queixo ou da boca do dono está relacionado com submissão. Faz parte também das suas afirmações e defesas que quando um cão bebé lambe perto do queixo da mãe está a pedir que esta regurgite comida depois de caçar. Com os donos é igual. Este gesto mostra que o cão vê o dono como um líder, pai ou mãe.

A língua ajuda ainda na captação de sinais de outros cães. Na rua muitas vezes os cães têm tendência para lamber o xixi dos outros. Isto não quer dizer que ele seja sujo, ele apenas está a reconhecer quem esteve naquele sítio. 

Lambidelas em excesso
As lambidelas em excesso podem ser uma forma de chamar a atenção. Se sempre que o cão nos lamber nós retribuirmos atenção, ele utilizará este gesto para ser notado. Para travar este comportamento podemos virar costas e ignorar o cão.

Caso o cão se lamba em excesso num local, isto poderá significar um problema de saúde como por exemplo doenças de pele, neurológicas ou hormonais e neste caso deverá levá-lo ao veterinário.
Título, Imagem e Texto: Nídia Teiga, Love Pet Food, 22-4-2015

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The Erosion of Free Speech

Denis MacEoin

§ "If PEN as a free speech organization can't defend and celebrate people who have been murdered for drawing pictures, then frankly the organization is not worth the name." — Salman Rushdie, former President of PEN.

§  Today, a genuine fear of retribution for a "blasphemous" statement has subdued the will to stand up for one's own beliefs, values and the right to speak out. This fear has made most of the West submissive, just as Islam -- in both its name [Islam means "submission"] and declarations -- openly wants.

§  This time, the condemnation had not come in a fatwa from Iran's Supreme leader, but from a Western academic. If we do not reverse this trend, censorship, blasphemy laws, and all the other encumbrances of totalitarians, will return to our lives. The bullies will win.

§  If Geert Wilders and others are being accused of hate speech, then why isn't the Koran -- with its calls for smiting necks and killing infidels -- also being accused of hate speech?

§  The mere criticism of a religious belief shared by many people mainly in the Third World has been linked, with no justification, to their genuine prejudice against the inhabitants of the developed world.

Anyone who has had much to do with publishing, or anyone who cares about books and free speech, will be familiar with the American Library Association's Office for Intellectual Freedom, an enduring champion of the First Amendment and the public's right to read whatever they please -- without the interference and censorship of self-appointed guardians of inoffensiveness and sexual purity.

Every year, the ALA mounts Banned Books Week, a nationwide celebration of our freedom to read. And every year it issues an unnerving list of Frequently Challenged Books. Unnerving because of the pettiness and obsession betrayed by the people who try to have books banned in local libraries, school boards, and even bookshops. For years, most of the attempts to ban books have come from fundamentalist Christian groups; the reasons have mainly been sex, offensive language, or "controversial issues," whatever they are. God forbid that anyone in the United States be exposed to "controversial issues."

This year a new note has entered Banned BooksWeek. Elizabeth McKinstry, a graduate student at Georgia's Valdosta State University (which earlier in April witnessed students trampling on the American flag) launched a petition about ALA's anti-censorship poster, calling it "Islamophobic." There is nothing on the poster, however, that relates in the slightest way to Islam. The poster shows the top of a woman's head, then her clothed chest and arms. She is not wearing Islamic dress on her head, and her arms and hands are bare. In front of her face she holds what looks like a book bearing the text "Readstricted." Her eyes can be seen looking through the cover where it bears the universal symbol for "Restricted" (a red circle with a white bar). That is all.

In her petition, McKinstry writes, "This poster uses undeniably Islamophobic imagery of a woman in a niqab, appears to equate Islam with censorship, and muslim (sic) women as victims." She goes on to demand that the poster be "removed immediately from the ALA Graphics store, and the ALA Graphics Store and Office of Intellectual Freedom should apologize and explain how they will prevent using discriminatory imagery in the future." To make matters worse, she goes on to write: "Whether the poster was intentionally or accidentally a racist design, it is still racist and alienating."

Not only is this possibly an example of political correctness in overdrive, but the greater irony lies in that McKinstry is studying for an MA in library and information science; works as a library associate, and is a member of the ALA. Here we see a distortion of thinking that is grotesque: a person claiming to be "progressive," trying to ban an anti-censorship poster in an organization that works to end censorship.

* * *

PEN International is known worldwide as an association of writers. Together they work tirelessly for the freedom of authors from imprisonment, torture, or other restrictions on their freedom to write honestly and controversially. This year, PEN's American Center plans to present its annual Freedom of Expression Award during its May 5 gala to the French satirical magazineCharlie Hebdo. The award will be handed to Gerard Biart, the publication's editor-in-chief, and to Jean-Baptiste Thorat, a staff member who arrived late on the day when Muslim radicals slaughtered twelve of his colleagues. This is the sort of thing PEN does well: upholding everyone's right to speak out even when offence is taken.

Já se pode falar sobre os sindicatos?

Helena Matos
Há quantos anos o electricista Arménio Carlos deixou de trabalhar em electricidade? O que sabe Mário Nogueira da realidade das escolas onde deixou de dar aulas há mais de vinte anos? E, por fim mas não por último, em que serviço, balcão, secretaria, cartório, departamento… da função pública trabalhou Ana Avoila antes de o seu nome se ter tornado num prefixo da Frente Comum de Sindicatos da Função Pública?

Ilustração: Jaime Vaz de Sousa

Na verdade o que sabemos sobre os dirigentes sindicais, um cargo quase vitalício em Portugal? Sabemos pouco, muito pouco. A divisão que a greve decidida pelo Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil gerou dentro da TAP – com trabalhadores a manifestarem-se contra esta greve – chamou a atenção para alguns aspectos pouco ou nada noticiados sobre a vida sindical: de repente percebemos que os sindicatos, ou pelo menos alguns, têm assessores que ganham tanto mais quanto mais assessorarem, ou seja, quanto mais conflitualidade existir. Percebemos também que um sindicato se pode comportar como se fosse dono e senhor da empresa.

E de repente esse mundo do qual pouco mais nos chega que os slogans, o debitar das acusações, as garantias de vitória, esse mundo sindical está um pouco mais exposto. Coisa rara. Pois tendo sido a unicidade sindical derrotada em 1975, em termos informativos mantém-se inalterada: há décadas que governos, oposições e jornalistas mantêm viva a ficção de que os sindicalistas são trabalhadores que defendem os trabalhadores e as empresas. As greves são sempre apresentadas como de defesa do ensino, dos transportes, do SNS… mesmo quando literalmente os destroem.

Durão Barroso seria obviamente o melhor presidente

João Marques de Almeida 

Durão Barroso [foto] é um político para tempos difíceis. Nunca o dirá em público, mas até António Costa concordaria que se algum dia estiver em São Bento, seria muito melhor tê-lo em Belém do que Nóvoa.

Com o anúncio da candidatura de Sampaio da Nóvoa a Belém, as presidenciais entraram na agenda política – mesmo que Marcelo Rebelo de Sousa queira adiar o calendário. Aliás há um paradoxo interessante entre o anúncio de Nóvoa e o calculismo de Rebelo de Sousa. O primeiro proclama-se independente, mas quer o apoio do PS. O segundo é do PSD, mas não quer fazer campanha com o seu partido.

Nenhum dos dois tem as qualidades para ser o Presidente que Portugal precisa nos próximos cinco anos. O país necessita acima de tudo de um político disciplinado e que saiba resistir aqueles apelos e sentimentos populares que acabam por ser prejudiciais aos portugueses. Há momentos na história em que um país necessita de um anti-populista, que tenha a frieza e a disciplina para tomar as decisões certas, mesmo que não sejam populares. Sobretudo um Presidente da República deve manter uma racionalidade que não perca de vista os grandes objectivos do país. O pior para Portugal, neste momento, seria um Presidente que se perdesse nos populismos tácticos e não aguentasse a pressão de não ser popular.

A política, sobretudo nos tempos de crise, é uma actividade ingrata e muito exigente. Não é um concurso de popularidade, como infelizmente muitos políticos nacionais julgam. Mais do que um bom Presidente, Cavaco Silva foi o Presidente que o país precisou nos últimos quatro anos. Espero que um dia a história seja justa para o seu contributo – absolutamente decisivo – para o país ter saído da crise para a qual foi arrastado pelo “populismo” de Sócrates.

Pelo que se viu na apresentação da sua candidatura e por outras declarações públicas, Sampaio da Nóvoa não tem as qualidades exigidas a um político para tempos difíceis. Nunca apresenta ideias políticas concretas, refere-se apenas a sonhos e a ilusões. O seu discurso é o exemplo perfeito do populismo político. Não faz a mínima ideia do contexto europeu e internacional em que Portugal está inserido, e dos quais o seu bem-estar económico e social depende absolutamente. Não tem qualquer experiência política. Sampaio da Nóvoa em Belém seria o caminho para a instabilidade permanente. Seria uma espécie de Syriza na Presidência da República. E António Costa sabe-o muito bem. Aliás, a sua estratégia parece clara. Deixar que Sampaio da Nóvoa se derrote a si próprio. Eis o drama presidencial de Costa: com a desistência de Guterres, não tem candidato.

Floyd Mayweather venceu o combate do século


O norte-americano Floyd Mayweather bateu hoje o filipino Manny Pacquiao, numa decisão unânime do júri após o combate denominado do "século" em Las Vegas, Estados Unidos, entre os dois pugilistas.

Num combate em que Pacquiao considerou que tinha vencido por o seu adversário "não ter feito nada", o júri decidiu o que é descrito nas agências internacionais como o melhor que Floyd Mayweather sabe fazer: frustrar a ofensiva do seu adversário.

O juiz de ringue Dave Moretti colocou o combate em 118-110 favorável ao norte-americano enquanto os juízes Glenn Feldman e Bert Clements marcaram 116-112, também favorável a Floyd Mayweather. 
Título, Imagem e Texto: Lusa/SOL, 3-5-2015

Tempestade de areia


O abrir e fechar de portas

Nelson Teixeira
A vida se apresenta como um grande casarão, num abrir e fechar de portas;
Muitas vezes desperta em nós a ansiedade de abrir todas as portas de uma vez;
Por outro lado, muitas vezes essa ansiedade faz com que sempre estejamos a trancar as portas e ficar do lado de dentro, presos em nossa própria consciência.

Outras vezes ficamos à espera da abertura das portas para que possamos adentrar, mas raramente a espera nos é favorável, muitas vezes temos que unir nossas forças para segurar o trinco e abri-las.

E assim vamos caminhando pelo casarão da vida abrindo e fechando portas, andando de um cômodo a outro e quando vemos uma das portas se fechar, muitas vezes não entendemos que é necessário fechar uma para poder abrir outra.

O que devemos refletir pelo abrir e fechar das portas é que sempre teremos várias portas a abrir com nosso próprio esforço e dedicação e que várias serão fechadas para que possamos aprender algo que nos fará crescer e amadurecer. 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 3-5-2015

Mãe, feliz Dia!

Ilda da Silva Pereira
O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe é uma data comemorativa em que se homenageia a mãe e a maternidade. Em alguns países, como no Brasil, é comemorado no segundo domingo do mês de maio.  Em Portugal é comemorado no primeiro domingo do mês de Maio

A noite desce...

Como pálpebras roxas que tombassem
Sobre uns olhos cansados, carinhosas,
A noite desce... Ah! doces mãos piedosas
Que os meus olhos tristíssimos fechassem!

Assim mãos de bondade me beijassem!
Assim me adormecessem! Caridosas
Em braçados de lírios, de mimosas,
No crepúsculo que desce me enterrassem!

A noite em sombra e fumo se desfaz...
Perfume de baunilha ou de lilás,
A noite põe embriagada, louca!

E a noite vai descendo, sempre calma...
Meu doce Amor tu beijas a minh'alma
Beijando nesta hora a minha boca!

Florbela Espanca

Charada (43)

Arménia tem três
Recipientes com as
seguintes capacidades:
6 litros, 5 litros e 1 litro.
Neste momento,
o de 6 litros contém
2 litros de água e
dois restantes estão cheios.
O que terá
Arménia de fazer para
que o recipiente de 5
litros e o de 6 litros
fiquem, cada um, com
litros de água?

sábado, 2 de maio de 2015

Os vídeos gravados pela presidente Dilma Rousseff

Almir Papalardo

A presidente Dilma num dos seus vídeos gravados para o Dia do Trabalhador, esquivando-se de proferir ao vivo uma mensagem em cadeia de rádio e tevê com medo de vaias e panelaços, fala sem ficar ruborizada de vergonha que também favoreceu o aposentado, quando estendeu a política de valorização do salário mínimo de 2015 até o ano de 2019. (O SM de R$ 788,00 está mesmo valorizado, será?!)


Se beneficiou os aposentados como afirma cheia de bazófia, na verdade joga areia nos olhos da sociedade, escondendo que beneficia não a todos os aposentados do RGPS, mas, somente a dois terços, porque eles já se aposentaram com apenas o piso, e as nossas leis não permitem que algum assalariado tenha correções que o desnivele por baixo do salário mínimo. Não é permitido que o trabalhador perceba salários com valores inferiores ao do salário mínimo.

Para ratificar a inverdade e cegar ainda mais os trabalhadores, declara cheia de prosopopeia, que em 2011 no início do seu governo, corrigiu o salário mínimo em 14,13% acima da inflação, estando incluído aí os aposentados da iniciativa privada. Não está sendo nada sincera porque os 14,13% de reajuste somente contemplavam a massa de trabalhadores do salário mínimo, incluindo assim, obrigatoriamente, a maioria dos aposentados. Dilma não falou que na verdade são usados dois percentuais diferentes na correção das aposentadorias. Os aposentados representando dois terços do total cadastrado no INSS, realmente receberam o reajuste de 14,13%. Mas os aposentados que ganhavam acima do salário mínimo, representando o outro um terço, receberam de correção um índice abaixo da metade do que foi dado aos seus pares, ou seja, de apenas 6,08%.

Nesta brincadeira de manipular os percentuais de correção, cortou-nos nada menos de 8,05%. Isto é um odioso preconceito e discriminação!

Sunday Telegraph: Vote in the national interest. Vote Conservative

Telegraph View: Labour offers socialism and chaotic government. David Cameron wants to build a strong future with common sense policies. We would urge our readers to back the Tories in this election

David Cameron delivers a speech to party activists whilst campaigning in Norton Sub Hamdon near Yeovil Photo: Reuters

On Thursday, Britain faces an unambiguous choice. Not since the Eighties has the distinction between Labour and the Conservatives been so clear; not since that turbulent decade has the ideological divide between Left and Right been wider. The polls for 2015, however, suggest that the election result will be close – and that it could end in deadlock and confusion. That would be calamitous. The Sunday Telegraph believes that Britain needs a strong government with a clear mandate and a large dose of common sense. That is why we would like to see a Conservative majority.

We understand that the past five years have been difficult for many people. The Coalition inherited a country in economic trouble and deep in the red – and it had to hammer out a compromise to deal with these problems. Some of the decisions that it made along the way may well have disappointed some of our readers. Change has often been slow; there have been too many U-turns. Therefore, we understand why many have felt drawn to the Ukip rebellion. Nigel Farage’s party has its faults, but it has helped put matters such as immigration and EU over-centralisation back on the national agenda. It has been a beacon to those tired of political correctness and the politics-as-usual approach.

But in an election this tightly contested, those who want to see Britain embrace conservatism cannot afford to waste a vote on Ukip. In seat after seat, the arithmetic shows that even just a few percentage points going to Mr Farage will result in a gain for Ed Miliband. Those tempted to vote for Ukip would doubtless like to see Britain move to the Right, but they will also be aware that this could help the Left to win. We would urge them not to take that risk.

MP aperta o cerco para incriminar Lula por desvio de dinheiro do BNDES

Jorge Oliveira  
Roma - Afirmei em artigo durante as eleições do ano passado que Lula, em algum momento, teria deixado a Dilma sozinha na campanha quando ela achou que teria condição de ganhar sozinha, sem precisar do prestígio do ex-presidente junto ao povão do Bolsa Família. Arrisquei a dizer aqui, inclusive, que Lula estaria torcendo pela vitória do Aécio para voltar ao governo depois nos braços do povo. Ele achava que o tucano não iria administrar o caos da herança maldita. O fracasso do Aécio seria, portanto, a porta de entrada de Lula na presidência novamente. Pois bem, Lula deixou a estratégia de lado quando foi aconselhado a não deixar o PT perder o poder, risco que poderia levar ele e seus companheiros para a cadeia. Assim, a Dilma desceu goela abaixo do ex-presidente e agora amarga um isolamento político jamais visto na história do país.

A matéria da revista Época desta semana de que o núcleo de combate à corrupção da Procuradoria da República de Brasília abriu investigação contra Lula por tráfico de influência internacional e no Brasil joga o ex-presidente nas cordas e enfraquece o seu sonho do terceiro mandato. O MP quer provar que Lula beneficiou a Odebrecht quando virou seu lobista de luxo ao deixar o governo. Viajou em jatos particular da empresa para países que depois receberam financiamentos do BNDES para obras públicas. O MP cita como exemplos Cuba, Venezuela, Gama, Angola e República Dominicana como beneficiados. Os governos desses países, dominados por déspotas sanguinários, de regime fechado, receberam US$ 4,1 bilhões do banco enquanto a Odebrecht manteve Lula como seu principal intermediário nos negócios.


O BNDES escancarou as portas para esses países. Luciano Coutinho, presidente do banco, tinha receio de perder o cargo. Além disso, sabia que no governo da Dilma quem manda é Lula & Companhia. As viagens do ex-presidente para os países beneficiados eram disfarçadas por convites para palestras, artifício usado na lavagem de dinheiro. Em alguns deles – imagine! – Lula chegou a receber títulos de Doutor Honoris Causa só oferecido a personagens que se destacaram no mundo da ciência e da educação. As empreiteiras viram no ex-presidente a chance de encher os cofres de dinheiro sem que para isso precisassem prestar contas do serviço, já que o BNDES decidiu que esses empréstimos estariam protegidos por sigilo bancário. Enquanto Lula abria as comportas do dinheiro público para obras no exterior, no Brasil fazia discurso demagogo em defesa do povão, dos desprotegidos, levando-os a adorá-lo como protetor dos mais pobres e desvalidos.

Senadores: digam não à escolha de Fachin para o STF!

Guilherme Ferreira
Luiz Edson Fachin poderá se tornar o novo Ministro do STF na próxima semana. Ele será sabatinado pelos senadores no dia 6 de maio.


Fachin defende o estabelecimento de um ordenamento jurídico contrário à família formada por homem, mulher e filhos. Ele também endossa a tese de um ex-aluno seu, segundo a qual a monogamia como princípio estruturante da família deve ser superada.  

Além disso, para ele, “lei é aquilo que o juiz diz ser lei, desde que esteja afinado com os bons propósitos”, ou seja, o juiz pode dizer o que é e o que não é legal sem levar em conta o poder legislativo.

Ele também é conhecido por já ter advogado para o MST, que Lula chamou de “exército de Stédile” há dois meses durante um evento de “apoio à Petrobras”.

Ter no STF mais um Ministro 100% afim ao seu projeto de poder é de suma importância para o PT, pois será mais um a “fechar fileiras” para fazer avançar, via ativismo jurídico, a agenda bolivariana do partido.

Na Venezuela, um dos elementos mais importantes para o enraizamento do chavismo no poder foi justamente o aparelhamento do poder judiciário. O governo do PT está implementando a mesma estratégia no Brasil.

Assine a campanha para enviar aos senadores um e-mail pedindo que Luiz Edson Fachin não seja aceito como novo Ministro do Supremo Tribunal Federal. 
Título e Texto: Guilherme Ferreira, Belo Horizonte, 29-4-2015


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[TAP] Os bons da fita

Joana Petiz
Governos e sindicatos nunca se entendem quando chega a hora de fazer contas à adesão a uma greve. Cada qual puxa a percentagem para mais perto da fasquia que colocou - mas o que ambos contabilizam são os estragos. Ontem não foi assim. Pela primeira vez, assistimos - e não foram estimativas, foi a realidade - a uma greve realmente falhada. Todos os voos intercontinentais chegaram ao destino. Quatro quintos dos passageiros viajaram na companhia de bandeira. Cumpriram-se 83% dos voos da TAP.

Os números deste primeiro dia de greve revelam bem a verdade sobre o protesto: não é a vontade da classe, está longe de representar os desejos da maioria. É uma greve de um pequeno grupo de pilotos que não está disposto a abdicar de um conjunto de exigências umbiguistas mesmo que isso destrua a empresa onde trabalham e deixe no desemprego, no mínimo, um terço dos colegas.

Felizmente, a maioria dos profissionais da TAP revelou ter consciência quer da má-fé subjacente aos motivos invocados para a paragem quer do que dez dias sem sair do chão poderiam fazer à TAP. E, perante estes números, o sindicato percebeu que estava no caminho errado e retratou-se, certo? Errado. O senhor que conhecemos há dois dias pela televisão, a anunciar que não havia negociação possível, veio ontem encolher os ombros e dizer que a greve vai continuar. Mas vai continuar sem a adesão da maioria.

Os pilotos viraram a cara à inflexibilidade cega do sindicato - que poucos ainda sentem que os representa - e vão continuar a garantir que se cumpre o máximo de voos programados. São eles os heróis desta história. Acima de tudo, mostraram que respeitavam os passageiros e que lutariam até ao fim para preservar a companhia.

O vice-primeiro-ministro encontrou a expressão mais certeira: "Estes pilotos não são fura-greves, são salva-empresas."

Mas o sindicalista tem uma versão diferente. Sem piscar os olhos, teve a coragem de dizer que a greve só não regista números mais elevados porque alguns pilotos "colocam interesses individuais à frente de interesses coletivos". Faz-nos desconfiar - de tão verdadeiro o comentário e tão errado o alvo - que teria um espelho à frente dos olhos.
Título e Texto: Joana Petiz, Diário de Notícias, 2-5-2015

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Vem aí o Bndesão e a tiracolo o Lulão...

Valdemar Habitzreuter
A se confirmar as denúncias da revista Época, mais um escândalo à vista: por influência de Lula a empreiteira Odebrecht obteve contratos no valor de 4,1 bilhões de reais do BNDES para obras em outros países.

Não acredito que Lula seja tão iletrado que não saiba interpretar no correto sentido certas siglas como, no caso, a sigla BNDES. Mas, parece que este personagem é realmente um analfabeto.

Ilustração: Aroeira
Para Lula, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é considerado um banco privado, ou melhor, seu próprio, e pode fazer do dinheiro o que bem entender. Desse modo favoreceu sua queridinha empreiteira Odebrecht (e cúmplice em golpes através de propinas) com bilhões de reais para projetos de obras no exterior. Obras fantasmas?...

Não, Lula! Não é assim que se faz com o dinheiro do povo. Este dinheiro não é teu e nem de empreiteiras corruptoras que querem enriquecer a custa de contratos superfaturados.

Ó Lula, DES significa desenvolvimento econômico e social, e de preferência que este desenvolvimento aconteça aqui dentro de nosso país e que tanto necessitamos.

E tem mais, ó Lula: BN significa banco nacional. Portanto, é o banco do povo. Nada, pois, de meter a mão e favorecer fulano e sicrano numa amizade promíscua e traiçoeira que ferem os ideais nacionais.

Pois agora, o cerco está se fechando. Nestes anos todos de reinado petista as coisas vêm à tona. Houve muita mutreta política que levou o país à putrefação. Mataram o gigante e o jogaram no buraco. Está catingando. O povo respira um ar fétido. A poluição se espalhou para todo o território nacional. O capo de tutti capi desta situação aos poucos está sendo desmascarado. Vai ter de responder pelo assassinato do gigante...
Título e Texto: Valdemar Habitzreuter, 2-5-2015

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A TAP é uma insignificante companhia a juntar à lista

Franca Política
A mais carismática empresa aérea de todos os tempos, a PAN AM, foi a principal companhia aérea do mundo, fundada em 1927, quando faliu em 1991 tinha 160 aviões.

Até os despesistas gregos fecharam a Olympic Airlines em 2009.



A Varig, companhia de bandeira entre 1927 e 2006 tinha 109 aviões e o governo brasileiro não teve dúvidas em encerrá-la. 

Também os suíços fecharam a Swissair, que tinha sido fundada em 1930, encerrou em 2002 com uma frota de 77 aeronaves.

A Alitalia foi salva com dinheiro privado em 2008, o grupo Air France-KLM, que possui 25% do capital, os bancos italianos e os acionistas fizeram um aumento de capital. 

Na Bélgica os 13 mil trabalhadores fizeram uma greve longa , que provocou o fecho da Sabena em 2001, ao fim de 78 anos de história. 

A British Airways foi privatizada em 1987, a Iberia em 2001, a Lufthansa em 1997, a Air France teve a sua privatização iniciada em 1999, a KLM em 2004

A TAP, a operar desde 14 de Março de 1945, pode muito bem fechar e vender os seus 61 aviões, aliviando os Contribuintes Portugueses. 
Título, Imagem e Texto: Franca Política, 2-5-2015

Porque o socialismo é definitivamente um engodo e jamais um engano

Luciano Henrique
Não é novidade para leitores deste blog que sempre que eu vejo alguém dizendo que “o socialismo fracassou” ou “não deu certo em lugar algum do mundo” é como se eu ouvisse o barulho de giz riscando a lousa.


Auditores de segurança da informação ficam particularmente incomodados com este comportamento pois sabem que a mente de alguém que acha estar diante de um engano e a mente de alguém que percebe uma fraude agem de forma completamente diferente diante do perigo. No primeiro caso, um cérebro colapsado tende a misturar sentimentos de compaixão e afeto com alguma indignação. No segundo caso, a mente se treina para a precaução.

Por esta perspectiva, quando alguém acha que o “socialismo fracassou” tende a achar que esta doutrina é obra de pessoas bem-intencionadas que “erraram”. Os líderes que adotaram o socialismo passam a ser pessoas “tolas”, que então devem ser lembradas de seu engano. A argumentação, mesmo que seja crítica diante do socialismo, tende a assumir tons de compaixão. Isto funciona no nível subconsciente, pois nosso cérebro tende a produzir sentimentos de compaixão diante de “enganados”.

Em visão estritamente oposta, eu defendo que o socialismo tem obtido sucesso em suas implementações, pois foi criado para a obtenção de poder totalitário a partir de frames utilizados para enganar incautos. Os líderes que o adotaram são pessoas perversas que, de acordo com seu sistema moral, fizeram o que tinham que fazer e escolheram a melhor tecnologia para obter o que queriam: o socialismo. Repito: eles fizeram sua opção corretamente, de acordo com seus sistemas morais, que são bem diferentes dos nossos. Eles sabem do que fazem, e não merecem compaixão, mas uma desconstrução contínua, implacável e impiedosa.

Pode surgir daí a pergunta que “travaria” este empreendimento de passar a compreender o socialismo como uma tecnologia de sucesso (ao invés de um “engano de coitadinhos”): “Quais seus argumentos em favor desta hipótese?”. Apresento três.

(1) Algo que gera tantos benefícios para seus principais proponentes não pode ser um engano
Um engano, ou erro, resulta de uma ação inesperada, as vezes por falha de planejamento ou de conhecimento. Os resultados de enganos são normalmente malefícios de acordo com sua intenção. Por exemplo, se é sua intenção escolher um bairro seguro para morar, um engano pode levá-lo a cair em um bairro perigoso. Pelo engano, você tende a perder. Se você se engana no momento de identificar o sinal de trânsito, sua chance de bater o carro (ou ao menos de tomar uma multa) aumenta radicalmente.

Radicalizando os radicalismos

Jacinto Flecha

Se o prezado leitor teve a louvável iniciativa de desfrutar o que escrevo nestas crônicas – muitas vezes são também agudas – provavelmente considera-me radical. Não me ofende nem um pouco. De acordo com a etimologia (radix = raiz, em latim), radical é quem tem convicções firmes, solidamente enraizadas em bom terreno. Só não é radical quem não tem raízes, portanto mantenho altaneiramente meus radicalismos, com olímpico desprezo pelos radicais que me acusam de radical: Odeio videogames; nunca vejo televisão; não batuco em tabletes; detesto jeans de qualquer tipo; abomino rock, punk, funk, rap e outros; fujo das modernidades decadentes deste nosso mundo encharcado de modernidades e decadências. Minhas convicções são firmes como o Corcovado. Especialmente quando o vejo como sustentáculo de Cristo Redentor.

Talvez alguns acreditem que posições como essas levam ao isolamento. Pelo contrário, eu as assumi conscientemente, e posso afirmar que nunca me senti solitário, anti-social, marginalizado. Não espero nem desejo aplausos de decadentes, escravos da moda, títeres a serviço da difusão dos maus costumes. Se fogem de mim, também eu fujo deles. Bendito isolamento, se me põe longe de gente assim.

Mas hoje eu tive um susto, deixando-me bastante decepcionado com os meus radicalismos. Não, não me julgue apressadamente, permaneço muito confortável nas minhas posições radicais, e mais seguro ainda. O meu susto foi em sentido contrário, isto é, encontrei gente mais radical do que eu. E até com um acréscimo muito valioso para os escravos da tecnologia: São cientistas (ohhh!), neurocientistas (nossa!!), usaram aparelhos de última geração (beleza!), ressonância magnética (que barato!!).

Quais as conclusões desses luminares? As mesmas que venho desenvolvendo com base exclusivamente nas minhas experiências e observações pessoais. Ótimo que eles tenham chegado a essas conclusões, mas eu não mudaria uma vírgula das minhas, se divergissem do que afirmei. Veja algumas conclusões interessantes:

Ninguém deve usar o computador antes dos vinte anos. Depois disso, só quando estritamente necessário para o trabalho.

Nunca se deve ver televisão, em nenhuma idade ou época da vida.

Os videogames prejudicam a capacidade de raciocínio e o controle mental das crianças. Já se conhecia este efeito, mas pesquisas recentes o estendem aos adultos que passam a usar videogames. E os cientistas concluem que não se deve usá-los nunca.

Escrever à mão é mais benéfico para crianças, é necessário ao processo de aprender a ler e escrever.