sábado, 2 de agosto de 2014

Minuto do dia – 210

PROCURE viver com equilíbrio, mesmo dentro da agitação da vida diária.
Não se deixe levar pela onda desordenada que envolve a todos.
Pode trabalhar muito, ter atividades grandes, mas nunca deixe de fazer tudo a tempo e a hora, equilibradamente.
Reserve uma hora para sua leitura, para sua meditação, para sua higiene mental, a fim de manter-se constantemente em equilíbrio.

Apagão da Seleção

Alberto José
O recado "O Silêncio dos Omissos", do colega aposentado e atuante, José Manuel, foi, para mim, uma provocação. Provocou a minha decisão de escrever alguma coisa ao invés de ficar apenas pensando nesse assunto, o que tenho feito há muitos meses!

Falta garra ao nosso grupo, falta a vontade e decisão de procurar resolver a parada.

Quando o José Manuel decidiu pela greve de fome, apareceram apenas três colegas (guerreiros) que decidiram se juntar ao protesto! Ou seja, três que se sacrificaram para representar mais de dez mil que ficaram no conforto dos seus lares!

Nos protestos, temos encontrado um máximo de 45 aeronautas e aeroviários que se dispõem a perder algumas horas das suas vidas para buscar uma resposta para o problema do grupo.

Infelizmente, a maioria, aeronautas em particular, nunca teve a vontade de se expor para exigir o que é seu!

Nós não soubemos lutar para salvar a Varig assim como não estamos sabendo lutar para defender o nosso direito que está sendo violentado pelo governo.

Um grande número de colegas, principalmente aeronautas, que por força do trabalho sempre teve uma visão política globalizada parece que não aprendeu nada voando pelo mundo, pois tem demonstrado pouco interesse em defender a sua causa. Parece que estamos com aquele "apagão" que deu na Seleção e facilitou o resultado de 7 x 1!

Será que a nossa falta de garra, de colaboração, de decisão vai nos proporcionar uma goleada por parte do governo? Na última reunião petista (Fentac/Cut), onde compareci para observar a plateia, encontrei  mais de 200 colegas, aeronautas em particular, que nunca vi participar dos nossos protestos, mas estavam lá ouvindo as justificativas daqueles sindicalistas, intimamente ligados e dependentes dos nossos algozes.

Dizem que "uma andorinha não faz verão".
No nosso caso 'é uma verda de insofismável; o nosso protesto precisa de gente, de visibilidade; a Aprus, que nos representa, precisa que você se associe (pague R$ 5,00/10,00 por mês) e compareça quando for convocado!

Para nós, o governo da Dillma nao tem servico "delivery"; se você não correr atrás ninguém vai entregar o pagamento na sua casa!
Título e Texto: Alberto José, 01-08-2014

Relacionados:

Eu continuo torcendo muito pelos 'maus da fita'

Impressionante e irritante a aparente 'unanimidade' das TVs deste mundo em nos empurrar goela abaixo o mantra "Israel é FDP, israelenses são FDP, etc.." 
Neste momento passo pela 'Al Jazeera'... e dá-lhe de comparar vítimas de um lado e de outro, e têm um cuidado macabro de frisar que das tantas vítimas israelenses, 61 são militares, quatro são civis!

É o primeiro caso, neste planeta, em que os vencedores são tratados com desprezo e os derrotados são incensados. Ignora-se, propositalmente que, de um lado tem um Exército que protege os seus civis, do outro lado tem um grupo de terroristas. Ou de 'combatentes', como acabo de ouvir.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Para conhecimento do mundo...

Em outubro deste ano, os eleitores brasileiros irão às urnas para eleger presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. O site de VEJA fez um levantamento na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e identificou os bens mais curiosos e extravagantes declarados pelos mais de 25.000 candidatos que, juntos, informaram ter patrimônio de 17 bilhões de reais.
Imagem e Texto: Carlos Jorge e Marcela Mattos, VEJA, 31-07-2014
Título: José Manuel

O silêncio dos omissos

José Manuel
Vinte mil prejudicados pelo imbróglio do fundo de pensão AERUS, causado pela não fiscalização apropriada de órgão governamental. Se formos considerar entre os direta e indiretamente prejudicados, esse número pode subir para, numa estimativa pobre, ser por volta de trinta mil pessoas.

Entre estes estão cerca de dez mil aposentados acima de 65 anos, seus cônjuges, filhos e netos, os que nada receberam quando ainda estavam trabalhando na Varig também por volta de dez mil pessoas, seus cônjuges, filhos e netos, e por aí vai a conta, sempre subindo.

Onde estão todos? Por que este silêncio sepulcral, no momento em que mais deveríamos estar mostrando a nossa indignidade?
A justiça federal está em recesso até ao dia 5 de agosto, o processo da terceira fonte deverá ter finalmente o julgamento que esperamos, e o acórdão da tarifária também deverá agora ser publicado.

Mas esses fatores que podem nos trazer a tranquilidade que merecemos, não implicam necessariamente um silêncio constrangedor, como o que sucede neste momento.
Muito pelo contrário, temos que mostrar aos desembargadores, juízes, enfim, todos aqueles que são diretamente responsáveis por nossas demandas, que estamos vivos, participativos e lutando sempre.

Hoje e já de algum tempo, temos apenas e por volta de cinco a seis membros deste imenso público, escrevendo de um a dois textos por semana, sobre o caso AERUS e seus desdobramentos. Pessoas que, inclusive, passam por problemas pessoais e de saúde, mas continuam, porque não se pode deixar que uma empreitada desta magnitude possa cair no esquecimento e na intolerância de um governo que nada faz para resolver adequadamente o problema.

A APRUS é a nosso representante legal para tais demandas e só através dela é que, se por acaso fizermos parte de algum acordo, o mesmo poderá ser efetivado. Mas a Aprus é como um cirurgião que não opera sem assistentes, um marceneiro que não faz móveis sem a madeira, ou um general sem soldados. Temos que ser participativos, tanto na ajuda financeira ou filantrópica à associação, como na produção de intelectualidade através de textos que mantenham a chama viva.

Onde anda o nosso corpo técnico, onde andam os comandantes, os comissários, os engenheiros, os doutores em economia, administração de empresas, advogados, que fizeram a Varig ser um diamante lapidado de altíssimo quilate nos céus deste país?

Não querer querendo ser 'chato'

Recebi de Nelson Ribeiro um e-mail que divide as suas preocupações acerca do assunto informado.
Inverti a ordem, isto é, coloco em ordem cronológica crescente (do mais antigo ao mais recente) a narrativa de Nelson.
Boa leitura!

Não querer querendo ser "chato", voltando ao tempo do acampamento em BSB, ao início do mês de abril/2014, quando os chamados "confinados" já estavam há mais de 20 dias por lá, foi-me repassada uma mensagem, pelo colega Roberto Haddad/RJ, emitida pela Comissão AERUS/RS (COMISSÃO AERUS POA, para a AJUDA AOS COLEGAS CONFINADOS EM BRASÍLIA), com um apelo em nome do Sr. Gerson Dias Oliveira/RS, para que fossem feitas doações em dinheiro e depositadas em uma conta corrente do Itaú (Banco Itaú Agência nº 6319, Conta Corrente 03238-6) em nome dele e de Sr. Ary Guidolin/RS, pedindo ajuda para os colegas que estavam lá acampados, para compra de material de higiene e pagamento da alimentação, etc... 

Ao receber este email, imediatamente, lá de Floripa onde me encontrava, repassei aos meus mais de dois mil contatos na Internet. A resposta foi imediata e muitos depositando razoáveis quantias na conta corrente indicada. Fiquei feliz, pois recebi inúmeras mensagens de incentivo sobre esta minha iniciativa, inclusive aqueles que não conheciam o Sr. Gerson e o Sr Ary, depositaram na minha conta onde depois eu me comprometia de repassar a importância recebida para os colegas do RS. 

Foram muitos, tanto que ao depositarem, a grande maioria enviava mensagem para mim, informando a data e valor do depósito. Foi um sucesso, pois me senti realizado, mostrando a todos que lá estavam a minha real participação.

Quando tudo corria às mil maravilhas, sou surpreendido, no dia 04 de abril de 2013,  o repasso da seguinte mensagem, assinada pelo Diretor do SNA e membro da Comissão RJ, Sr. Zoroastro:

"Sei da boa intenção de todos mas o Sindicato e a FENTAC estão custeando e vão continuar apoiando todas as nossas despesas do confinamento. A meu ver foi precipitada pedir colaboração. Nós do Rio sabendo das dificuldades de todos e não estando nos faltando nada resolvemos aguardar antes de pedir. No futuro se for necessário comunicaremos. Por favor avise aos colegas que não há necessidade do depósito por enquanto. Avise aos amigos. Repasse.
ABS
Zoroastro

Diante disto, senti-me na obrigação de colocar uma nova mensagem via Internet, tentando me retratar com os que, através de mim, fizeram os tais depósitos. A indignação foi geral, pois tenho comigo, diversos e-mails pedindo a devolução urgente das importâncias depositadas e muitos outros pediram que os envolvidos fizessem a transferência do total por eles depositados, para a Conta Corrente da APRUS (Banco Itaú, Ag, 8980, C.C.. 03437-8), pois sabiam das dificuldades financeiras que a Associação estava passando com a intenção de contratar advogado para rever os nossos direitos junto à Corte Interamericana de Direitos Humanos. 

O “papão” neo-liberal

Fátima Bonifácio
Se a agenda apodada de “neo-liberal” pudesse ser levada por diante, Portugal entraria mais depressa no séc. XXI. Como sempre, estamos atrasados, aferrados a paradigmas que já eram velhos há 30 anos

Um dos principais contributos teóricos dados por António Costa para o enriquecimento do presente debate político em Portugal consiste na explicação clara, frontal e taxativa do que move o governo do PSD: o premeditado conluio com a troika para impor a Portugal doses nunca vistas de austeridade, dado ser esta uma “opção” “puramente ideológica” e, portanto, em nada relacionada com qualquer espécie de necessidade real. A aposta na austeridade constitui meramente uma parte da “tralha” “neoliberal”, doutrina que nas suas linhas gerais e particulares idolatra a riqueza e os ricos, louvando a multiplicação dos seus privilégios em detrimento das classes médias e dos pobres, deste modo sancionando as crescentes desigualdades que já envergonham o mundo.

Note-se, antes de avançarmos, que Costa não apenas imputa a Passos uma ideologia gratuita e nefasta, como o acusa de ter “desejado” a vinda da troika. Costa não vai ao ponto de aldrabar a história e dizer que foi Passos quem a chamou. Mas é como se a tivesse chamado. Fica claro, ainda que de forma implícita, que em seu entender o chumbo do PEC IV não passou de uma manobra concebida com o vil desígnio de colocar Portugal na dramática situação de escolher entre a bancarrota ou a rendição às mãos dos “neo-liberais” estrangeiros que se ofereceram para nos emprestar o dinheiro que os “neo-liberais” locais recolheram com avidez e regozijo pela tutela externa que a aceitação do empréstimo implicaria (e implicou).

Não preciso de me pronunciar sobre esta tese peregrina para salientar a mensagem que ela pretende transmitir e o efeito que pretende provocar: persuadir-nos de que o Partido Socialista não passa de uma virgem inocente, vítima da perfídia política do PSD, desresponsabilizando pois o PS relativamente às desgraças que há três anos assolam a Pátria para gáudio ideológico de Passos Coelho. Da mesma passada ficámos também a saber de que maneira enviesada António Costa assume a herança de José Sócrates: silenciando o seu lado negro, nomeadamente desligando o socratismo do desvario financeiro que nos conduziu à hecatombe, pois que esta é por ele apresentada como uma mera maquinação de Passos, que o PEC IV nos teria poupado. Costa apenas se dispõe a herdar e a assumir o suposto lado solar do reinado socrático, largamente fantasiado pelos fiéis do ex-primeiro ministro que Costa pretende arregimentar: a audaz modernização do país, a visão rasgada do príncipe, que, injustamente apeado do poder, se “recolheu” a Paris para se dotar de um arcaboiço filosófico susceptível de fundamentar a sua governação, que os ignorantes ou invejosos teimam em apodar de desastrada.

Christiane F: Sua Segunda Vida é Tão Assombrosa Quanto a Primeira

cri-crítica literária sem vícios de linguagem do veterano Ernesto Ribeiro 
 
Eu, Christiane F., A Vida Apesar de Tudo. Li tudo de uma vez numa tarde. É uma leitura viciante. Parte do conteúdo eu já conhecia das minhas pesquisas em reportagens sobre ela na imprensa europeia, quando eu editei e publiquei a única cobertura em português sobre a vida dela pós-livro. 

É ela mesma. 35 anos depois, o estilo narrativo de Christiane Vera Felscherinow é o mesmo, inconfundível, com o mesmo humor trágico alemão, sincero e brutal. E o mesmo espírito de "jornalismo investigativo mundo cão" com a mesma missão de apavorar o leitor e fazer a sociedade olhar as suas próprias entranhas podres, cancerígenas e escondidas que a mídia nunca mostrou. A única diferença é que, se antes ela falava como uma vítima inocente, agora se expressa num tom tão cínico de mulher calejada e culpada, que chega a ser perturbadora.

Se no primeiro livro as intervenções eram outros depoimentos de profissionais da área (médicos, policiais, psiquiatras, clínicos, investigadores, a mãe e outros junkies) desta vez a única segunda voz é alguém que cobre todos esses setores e com estômago para encarar o insuportável: a jornalista Sonja Vukovic, acostumada a lidar com os temas mais pesados e indigestos.

É Sonja quem complementa a narrativa de CF, escancarando o horror da estória do famigerado "Parque das Seringas" em Zurique — por azar, a mesma cidade suíça onde CF morou, alternando o luxo e o lixo — e contando como a Cena da Heroína degradou a cidade como um câncer, e que ao ser removida do parque, apenas espalhou as metástases para outros pontos da cidade, até matar um bairro inteiro na guerra de quadrilhas entre traficantes muçulmanos de três países islâmicos, com criminosos de três continentes.


E vou te dizer uma coisa: a Rainha da Podreira, do Sofrimento e da Degradação continua no trono. Insuperável. Perto disso, todas as biografias de astros do rock doidões se mostram o que de fato são: conversa fiada. Pose e purpurina pra levar sua grana. A Coisa Real é a Junkie Suprema, baby. 

NADA supera a drogada ex-prostituida da Estação Zoo em termos de história real Barra-Pesada deprimente, tão chocante quanto instigante. São fatos horrendos, de fazer até o leitor mais embrutecido arrancar os cabelos e dizer: Que porra é essa, é o fim do mundo, onde estamos?!?até ficar sem palavras, estarrecido. Mundo cão mesmo. 

Quanto dá?


Lygia Cabus: A Estrela Some

Ernesto Ribeiro
Lygia Cabus é jornalista, webmaster do site internacional de notícias esotéricas mais acessado do mundo.

Mas o principal é:


Lygia Cabus foi uma estrela do teatro e do rock baiano nos anos 80 e 90

Atriz de peças adultas de autores como Jean-Paul Sartre e Paulo Ponte, dirigida por Eduardo Cabus e outros dramaturgos de renome. Trabalhando na Europa, a companhia de teatro Cabus foi a Portugal, onde ela apresentou-se nos palcos de Lisboa. Atuou em Huis Clos — o texto mais poderoso de Sartre, com o aforisma eterno de que "O Inferno São os Outros" — no papel que foi de Cacilda Becker e depois como o papel masculino que fez as platéias chorarem com tal atuação trágica.

(Isso numa montagem ousada de Entre Quatro Paredes, com ambientação e trilha sonora dark punk dos Sex Pistols, Joy Division, David Bowie, Stooges e outros, fazendo jus à visão dilacerante do existencialismo francês.)  

Em 1988, acumulou o cargo de autora de peças teatrais, brilhando no Teatro Gamboa como a jóia da elite cultural da metrópole.

Em 1989, tornou-se cantora de rock’n’roll na primeira formação da Treblinka, iniciando sua parceria com o gênio compositor e muti-instrumentista Sergio Belov. No mesmo ano, participaram da coletânea em vinil Rock Conexão Bahia. As canções "Vida em Carne Viva" e "A Queda de Sodoma" ficaram entre as mais tocadas nas FMs.

Em 1990, Lygia Cabus e Sergio Belov formaram o THC — Típicos Habitantes da Cidade, a grande banda de rock perfeccionista que Salvador já conheceu. Em letras poéticas, filosóficas e existencialistas, eles casaram a sofisticação intelectual com o apelo pop e a força do rock em arranjos musicais elegantes. O sucesso foi tão estrondoso que culminou nos inesquecíveis shows no Rio Vermelho na casa de espetáculos Off The Wall e no grande Teatro Gamboa, com todas as lotações esgotadas e filas dando voltas no quarteirão com mais gente querendo entrar.

Aos governantes do PT

 João Bosco Leal
 
Dizer que nosso país está um caos é redundante, mas penso que realmente precisamos discutir o que está ocorrendo, como chegamos aqui e para onde estamos caminhando.

Um governo como o do Partido dos Trabalhadores, com uma máquina administrativa tão inchada que possui 39 ministros para 24 ministérios e, mesmo assim, o país que governa encontra-se praticamente destruído em todas as áreas, não pode ser considerado eficiente e nem mesmo levado a sério (pastas como a Casa Civil e o Banco Central, que na prática são órgãos auxiliares, mas cujos titulares têm status de primeiro escalão, provocam a diferença entre os dois números).

O governo que aí está foi capaz de - com empregos para apadrinhados políticos, retenção artificial de preços, aquisições ou construções superfaturadas - fazer desmoronar uma das maiores empresas do mundo, a Petrobrás, que por décadas foi o orgulho de todos os brasileiros. Também em nome de controlar a inflação, manipulou o preço da energia de tal maneira que as empresas do setor estão sendo "socorridas" com bilhões de reais por mês, para também não falirem.

Por ordem do governo, os departamentos de crédito do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal não avaliam, como qualquer outro banco, os riscos de empréstimos quando os mesmos se destinam a tomadores das classes C e D e, como consequência, claro, o risco passa a ser do contribuinte brasileiro que, mais uma vez, certamente será chamado a cobrir os rombos provocados nos patrimônios da União, mas isso, sem dúvida, após as eleições.

Antissemitismo e antissionismo

Francisco Vianna
O antissemitismo é um sentimento de ódio racial, que inclui, em último caso, também os árabes descendentes de Seth (árabes e judeus são etnias primas entre si). O antissemitismo surgiu no mundo entre os eslavos, os arianos e os povos germânicos. O nacional-socialismo (nazismo) adotado pelo PT da Alemanha de Hitler, na década de 1930, estimulou o antissemitismo por causa do alto preço que a Alemanha teve que pagar ao resto dos europeus depois de perder a Primeira Guerra Mundial. Entre a maioria dos credores estavam grandes organizações controladas por judeus. Como Hitler era um lider messiânico, demagogo e populista, usou o antissemitismo para dar uma esperança ao povo alemão de se livrar de todo o ônus da derrota da Primeira Guerra e pôr a culpa nos judeus para unificar o povo alemão a se preparar militarmente para recuperar tudo o que havia perdido naquela ocasião. A adesão do povo alemão foi maciça a essa "solução final", com base num ódio racial que acabou gerando o holocausto judeu.

o antissionismo é um sentimento de oposição ao Estado de Israel. Desde o início, antes que o Reino Unido passasse a outorga da Palestina para os judeus que começaram a vir das mais diversas partes do mundo, passou a existir mesmo entre eles uma oposição à criação de um Estado Judaico. São inúmeros os judeus antissionistas, que acham que o lugar do povo judeu é esparramado por todo o mundo e que é daí que provém a sua força. O sionismo, nome oriundo no monte Zion, ou Sião em português, representa a criação de um estado basicamente judaico, mas não necessariamente apenas israelita.

Há uma boa percentagem de palestinos, árabes, na população de Israel (cerca de 2 milhões), vivendo e prosperando lá depois que adotaram a cidadania israelense, e lá têm toda a liberdade de professar sua fé maometana nas inúmeras mesquitas existentes em praticamente todas as cidades do país, algumas enormes e suntuosas. O que havia de bom e qualificado entre os palestinos, que, originariamente vieram do Reino da Jordânia, Israel conseguiu absorver. Aqueles que não quiseram adotar o sionismo, foram ficando na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, e na periferia de Jerusalém.

A loucura kirchnerista na hora do calote OU O calcanhar de Aquiles da extrema-esquerda

Luciano Henrique

Antes o governo kirchnerista era irresponsável. Agora definitivamente já pode ser taxado como um governo de loucos. A situação do país já em estágio de calote é triste e deprimente.

Como vemos em matéria da Folha, a coisa realmente está mais feia que briga de foice no escuro. O país vive inflação anual na casa dos 25% e se encontra em recessão. Vai sobrar até para o Brasil, pois espera-se que as exportações para a Argentina tenham uma queda considerável. Cabe lembrar que a Argentina é nosso terceiro maior parceiro comercial. Se você encontrar quem empreste dinheiro para essa turma, pode levar para o hospício.

Como a coisa pôde chegar a esse ponto?
O fato é que os socialistas possuem tanto uma benção como uma maldição. A “benção” é que eles são dotados de artimanhas naturais para conquistar o poder a partir do uso de frames desonestos, pois isso lhes foi incrustado no DNA a partir dos escritos de Marx. A maldição é que eles não sabem como gerenciar as economias de seus países. Até por isso mesmo precisam tanto estabelecer uma ditadura, a única forma pela qual eles conseguem esconder ao menos temporariamente os desastres econômicos que eles próprios criam.

Mas como já disse, eles conseguem esconder até certo ponto. Hoje em dia, a Argentina vive sob uma lei de mídia que amordaça a imprensa… mas eles já não são capazes de esconder os desastres que causaram.

Um fenômeno explicando esse comportamento socialista é o Efeito Dunning-Kruger. Saiba mais sobre:



É no que dá o socialismo. Eles partem do princípio que a realidade precisa se adequar às suas teorias, e que os opositores devem ser silenciados. Por isso mesmo, os partidos socialistas são compostos de pilhas de ideólogos que jamais tem a coragem de dizer que seus líderes estão errados na condução da economia. Incapazes de perceber suas próprias limitações, entendem que os culpados são os outros. Argumentar com eles nessas questões é impossível.

A covardia no uso dos apelos emocionais contra Israel

Luciano Henrique
 
Só há uma forma honesta de tratarmos questões de guerra: com senso de proporções, um olhar para a realidade e entendendo o que move os participantes dos conflitos sob análise. Sem isso, o que teremos são análises enviesadas, sempre mandando a racionalidade às favas.

É um fato que a análise política dos adversários de Israel já ultrapassou as raias do ridículo, mesmo que qualquer pessoa em sã consciência seja obrigada a reconhecer que de fato há efeitos colaterais indesejáveis no atual conflito entre Israel e o Hamas. A morte de pessoas inocentes, principalmente em cenários onde os terroristas têm a mania de colocar crianças perto de suas bases de lançamentos de mísseis, é uma consequência da defesa contra jihadistas.

Nada disso justifica apelos emocionais baratos e covardes, como aquele feito pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon (foto), que disse anteontem, dia 30, que “nada é mais vergonhoso que matar crianças dormindo”. Desculpem-me sair da seriedade que o assunto requer, mas… e se as crianças estivessem acordadas, teríamos um atenuante moral? É claro que Ban-Ki-moon partiu para a apelação mais barata.

Temos que avaliar a questão sob uma ótica racional: há algum traço de verdade na alegação de que Israel está escolhendo seus alvos (onde existem “crianças”) de forma deliberada? Essa é a questão a ser discutida. Não parece que isso esteja ocorrendo e não há evidência alguma nesse sentido. Dessa forma, todo o chororô contra Israel e “em nome das criancinhas palestinas” não passa do oportunismo mais calhorda que uma mente cínica pode prover.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O animal racional “ideota” e “político”...

Valdemar Habitzreuter
O ser humano caracteriza-se pela sua sociabilidade. Não há pessoas solipsistas vivendo tão somente em seu mundo particular. Todos têm necessidade de reconhecer além do seu mundo interior também o mundo exterior, o dos outros. Isto é, faz parte do gene humano a relação uns com os outros.

Os termos “ideota” e “político” nos dão a medida certa para esta abordagem. Emprego o termo “ideota” para distingui-lo do termo“idiota” (com i) que hoje em dia é um termo pejorativo denotando tolice ou burrice de uma pessoa, mas que na antiguidade grega não tinha esta conotação. Um idiota naquela época era uma pessoa possuída de idéias relevantes que lhe enriqueciam o espírito, mas ficava alheio ao debate público (na polis) na busca da melhoria social, de interesse coletivo.

Por “ideota”, pois, (talvez não exista no dicionário) quero deixar subentender as idéias nobres ou os ideais que toda pessoa alimenta para estabelecer-se e subsistir na vida. Esta pessoa prioriza seu mundo particular e tenta ser feliz. Ter uma profissão para o ganha-pão, por exemplo, é uma aspiração de todos, é um ideal que todos perseguem – um ideal para a auto-realização e garantia de seu sutento.

Mas isto não basta. Se alimentarmos tão só o lado “ideota” estará faltando algo que nos complementa: a vida em comunidade e respeitosa para com os outros. É preciso que as nossas idéias e ideais não sejam restritos exclusivamente à nossa vida privada, deverão, igualmente, circular na comunidade em que vivemos. É preciso que exponhamos nossasidéias e ideais ao debate público, na polis (termo grego para cidade, Estado; daí o termo política). Os antigos gregos eram exímios debatedores de idéias na polis. Portanto, foram os idealizadores dos diversos regimes de governo na busca de uma sociedade justa para todos.

Através da política – que é o exercício da boa convivência – criam-seleis que regem a conduta dos cidadãos para estabelecer e promover uma sociedade pacífica. Já imaginaram um Estado sem leis? Estaríamos no mundo do “homo homini lupus” (o homem é o lobo do homem – Hobbes), ou “o inferno são os outros” (Sartre).

Brasil – uma Cuba continental em formação

A CANALHA HIBERNAÇÃO ENTREGUISTA DE UMA SOCIEDADE
Geraldo Almendra
Chegou às minhas mãos o LIVRO AGENDA 2014 do SEPE – Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro-núcleo Petrópolis.

A apresentação é uma fala transcrita tipo PT-Lula-Dilma, uma chamada aos “companheiros” tendo no seu texto a seguinte frase: “Que as lutas aqui descritas sirvam de inspiração a cada um de nós” terminando com a chamada: “Participe, essa luta é de todos nós”.

Depois de algumas páginas introdutórias com menções à América Latina e fotos de “Nossas lutas em 2013”, encontro na página JANEIRO DE 2014, nada mais, nada menos, uma página com o seguinte título: “REVOLUÇÃO CUBANA: EXEMPLO DE CONSCIÊNCIA E LUTA PARA A AMÉRICA LATINA”.

Na página seguinte a mensagem “ATÉ SEMPRE, COMANDANTE CHE GUEVARA” na forma de um poema de Carlos Puebla em homenagem ao porco sanguinário.

O resto da agenda é todo dedicado às revoluções comunistas na América Latina. Na página do dia 10 de fevereiro aparece, como não podia deixar de ser, uma homenagem à criação do PT, o mesmo que consolidou o poder público do Brasil como um Covil de Bandidos e acabou transformando o Brasil em um Paraíso de Patifes.

A hipocrisia, a leviandade, a desonestidade e a imoralidade, entre muitos outros pejorativos cabíveis para qualificar essa esquerda fascista e degenerada que está tomando conta da educação pública, não tem limites, pois a impunidade pela destruição do país já não tem mais controle.

Atenção famílias! As escolas públicas estão fazendo uma lavagem cerebral nos seus filhos para transformá-los em lacaios de um regime comunista. Estão construindo uma geração para servir aos propósitos de um projeto de poder corrupto, subornador e genocida.

Enquanto a Fraude da Abertura Democrática se consumava nas mãos de desgovernos corruptos e sórdidos, as agressões às FFAA que, independente de erros cometidos, foram as responsáveis por um dos períodos mais profícuos da história do país, acabaram, intencionalmente as transformando em vilãs de uma história cada vez mais deturpada, quando deveriam ter sido qualificadas de heróis da libertação do nosso país da sanha comunista durante o Regime Militar.

Ao mesmo tempo que humilhavam, perseguiam e desmobilizavam, de forma criminosa e apátrida, a estrutura operacional das FFAA, tratavam de falir a educação e a cultura com o claro objetivo de criar uma massa de manobra com os instrumentos do assistencialismo comprador de votos e destruidor de consciência crítica.

Acabaram transformando a classe política do país em um antro de corruptos e ladrões do dinheiro público.

Qual o sentido da crítica às FFAA e a apologia a CUBA e seu porco guerrilheiro assassino?

Tudo para Cuba!

Alberto José
Fachada do defasado Aeroporto de Havana, o que afeta o setor de turismo, fonte de US$ 1,8 bilhão ao país em 2013. Foto: Ty Wright/Bloomberg/31-05-2012

Adivinha quem vai fazer a obra? Isso mesmo! É a empreiteira Lulla/Odebrecht, a mesma que construiu o Porto de Mariel para a família Castro! A presidanta Dilma decidiu, junto com o "nove dedos" adotar a ditadura cubana, não com o dinheiro delle ou della mas com o dinheiro do contribuinte brasileiro!!!
Depois reclamam que o Obama manda espionar o Brasil!
Título e Texto: Alberto José, 31-07-2014

O Pato


Jonathas Filho
Há algumas semanas, ainda convalescendo de uma “virose”, deitei-me e comecei a divagar pensando em vitória... a nossa tão esperada Vitória que recomporia muito das finanças das nossas vidas. Adormeci e sonhei. Como sonhador nato, com título auferido já há bastante tempo, me vi sentado em uma daquelas antigas cadeiras de barbeiro olhando para uma pequena televisão em preto e branco, num lugar onde nunca estive antes, mas que me parecia conhecido. Déjà vu? Regressão? Universo paralelo? Quem sabe?

Na tela, um gajo apresentou-se dizendo ser “O Repórter Animal” e que a Cidade de Promessas teria naquele instante o “Momento Bicho ”. No quadro seguinte ele entrevista uma senhora da localidade.
– Boa tarde. Qual o seu nome?
– Dolores das Dores...
– Lindo nome! Qual o seu animal de estimação?
– Ah, seu moço... eu adoro um pato que vive aqui em casa, o nome dele é Brasileiro.       
– Engraçado, Dona Dolores... qual a relação do nome com o animal?
– Sei não, seu moço. Eu nem crio patos; ele apareceu por aqui ainda pequeno e foi ficando... ficando... e ficou. Quem deu o nome a ele foi o Eurípedes, o jardineiro... disse que esse pato tem todo o “jeito” de brasileiro.
O senhor não sabe, mas outro dia quase perdi as minhas poucas economias por causa dele...

Nisso, entra no ambiente o Pato.Todo sestroso e cheio de manha; devia saber que era o alvo da conversa. Malandramente, parecia ter-se “vestido” das melhores penas para tal acontecimento. Eu mal podia acreditar no que via: um pato cheio de meneios e trejeitos de galã, enfatiotado e usando gravata borboleta azul.
Perdido no tempo, saboreei cada gesto e palavra daquela surreal entrevista...

– Bem... a senhora falava que quase perdeu suas economias por causa dele...
– Pois é, seu moço... se sente ali na poltrona, que a história é longa. Um neto meu veio passar uma tarde comigo e ele, o pato, cheio de ciúmes, ficou grasnando alto o tempo todo. O menino, coitado... com a melhor das intenções, foi oferecer-lhe sua simpatia e carinho, levando algumas migalhas de pão dormido. O pato, bruscamente recusou e agressivamente “mordeu-lhe” as mãos. Tive que sair às pressas para levar o menino ao Pronto-Socorro para fazer curativos. Quando lá cheguei, um soldado da Policia de plantão quis saber a causa das lesões. Enquanto meu neto estava sendo atendido por um enfermeiro, expliquei detalhadamente ao agente da lei o que aconteceu e o policial foi taxativo, dizendo que seria necessário preencher um B.O. e que, com certeza, os responsáveis pela criança e o pato, provavelmente seriam chamados para prestar maiores esclarecimentos. Isso é crime, disse ele... de lesão corporal, artigo 121 do Código Penal, com penas estipuladas.

Italian Journalist Defies Hamas: ‘Out of Gaza Far From Hamas Retaliation: Misfired Rocket Killed Children in Shati’

Gabriele Barbati, Jerusalem Correspondent for
Radio Popolare Milano. Photo: GB
Italian journalist Gabriele Barbati said he was able to speak freely about witnessing a Hamas misfire that killed nine children at the Shati camp, confirming the Israel Defense Forces version of events, but only after leaving Gaza, “far from Hamas retaliation.”

On Twitter, Barbati, Jerusalem Correspondent for Radio Popolare Milano, and a former reporter for Sky Italia, in Beijing, said, “Out of #Gaza far from #Hamas retaliation: misfired rocket killed children yday [yesterday] in Shati. Witness: militants rushed and cleared debris.”
He said, “@IDFSpokesperson said truth in communique released yesterday about Shati camp massacre. It was not #Israel behind it.”

On Tuesday, the IDF released aerial photos showing how a rocket from Gaza targeting Israel hit the Shati camp, run by the UNRWA, and Al Shifa Hospital, which has become a de-facto Hamas headquarters, against international rules of war.

Barbati said he was unable to speak about the Al Shifa hit, but he was certain that it was a Hamas rocket that hit the Shati camp, and a witness saw militants rushing to clean the debris.
Blogger Elder of Ziyon, who praised Barbati for telling the truth in a war where many journalists have been intimidated by Hamas, noted that “When Hamas made the area off limits to reporters, it was cleaning the area from any debris that could show the truth.”

An IDF diagram showing how four rockets from Gaza hit the sea,
Israel, Shati and Al Shifa Hospital. Photo: IDF
On Tuesday, CAMERA, the Committee for Accuracy in Middle East Reporting in America, called out two correspondents from The Wall Street Journal for deleting photographs that would implicate Hamas in the war crime of using the Al Shifa hospital as a military headquarters. Other journalists, including a Gazan reporter for French media recounted to France’s Libération how Hamas had interrogated him in the same hospital, but later asked the newspaper to take down the story.

Elder of Ziyon said, “Every single report on TV from Gaza should have this disclaimer: ‘Our reporters have been threatened, implicitly and perhaps explicitly, by Hamas to only report one side of the story.Viewers must not trust anything they are saying.’”

“There is an assumption of fairness in journalism, a contract between the media and the viewers,” the influential blogger said. “This contract has been broken, as far as I can tell, by nearly every single reporter in Gaza in nearly every report, with a couple of rare exceptions.”
Joshua Levitt, The Algemeiner, July 31, 2014