segunda-feira, 26 de setembro de 2016

[Comer e beber fora] Mitos e Verdades: tire suas dúvidas sobre as comidas delivery

Alguns pedem por comodidade, outros por necessidade. Já é possível receber os mais variados tipos de culinária do mundo todo sem sair de casa. Tire suas dúvidas no Mitos e Verdades das comidas delivery.


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Sem escrúpulos

Lura do Grilo


A perseguição a Trump nas televisões, jornais e rádio atinge limites difíceis de imaginar!  Estamos numa comunicação social de sentido único. Apodera-se um desespero que é uma boa premonição! As nossas TVs não podem seleccionar mais nada que não seja contra Trump.

É tempo de viragem. As cidades americanas são varridas a fogo islamita, a Europa a fogo islamita, os carros ardem todos os dias, os tiroteios são frequentes, o tráfico de droga e o proxenetismo que explora as mulheres brancas é negócio rentável, as violações um prato diário e os enclaves islâmicos são agora entidades independentes dentro das nações europeias.

É tempo de viragem. O discurso contra tudo isto é reprimido: nos tribunais, na comunicação social, nas manifs esquerdistas e a tiro maometano. A verdade e a realidade foi proscrita: tudo espera um paraíso quando a cada momento as labaredas do inferno varrem o cenário.

É tempo de viragem. As editoras têm medo de publicar qualquer coisa anti-islâmica ou crítica do islão e são obrigadas a gastar milhões em segurança. As livrarias recusam vender. Os autores escondem-se e são protegidos 24 horas. Um escritor cristão foi crivado a balas por um imã da religião da paz à porta de um tribunal.
Título e Texto: Lura do Grilo, 26-9-2016

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O que Nápoles tem de notável, segundo a RTP3

José Mendonça da Cruz
O Benfica vai jogar a Nápoles. O que é que Nápoles tem, segundo a RTP3? Segundo a RTP3, Nápoles é «uma cidade marcada por Maradona».

Ou seja, não é apenas a parcialidade, a venalidade, a falta de inteligência e escrutínio, a ignorância e a estupidez que nos devem afligir nos media que temos. É também uma indigna, redutora, miserável, confrangedora carência dos mais elementares rudimentos de cultura.
Título e Texto: José Mendonça da Cruz, Corta-fitas, 26-9-2016

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O profissionalismo dos arruaceiros

Paulo Chagas

O Artigo 142º da Constituição Federal dá às Forças Armadas, além da missão de “Defesa da Pátria”, a de “Garantia da Lei e da Ordem”, referida entre os soldados como “GLO”. Tanto numa como na outra, ou em qualquer missão atribuída aos militares, haverá sempre uma componente indispensável de inteligência (informações) que orientará os planejamentos, visando a sua eficiência e eficácia, bem como a evitar a surpresa pelo desconhecimento do inimigo ou de quaisquer outras forças a enfrentar, aí incluídos terroristas e forças adversas como baderneiros, vândalos, invasores e destruidores do patrimônio público e privado, assassinos de jornalistas, bloqueadores de estradas e tudo o mais que atente contra a segurança pública e que caracterize os crimes de desordem e desobediência à lei.

Sun Tzu, em sua milenar sabedoria, nos ensina: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...”

Os Jogos Olímpicos, Rio 2016, transcorreram sem que houvesse qualquer distúrbio ou atentado terrorista. A ação da inteligência policial e militar se fez sentir quando houve a prisão preventiva de suspeitos de terem ligações com o terrorismo internacional, realizadas com a devida e necessária antecedência.

Nas análises dos especialistas sobre os atentados terroristas ocorridos nos EUA e na Europa, em quase todos os casos, temos encontrado a negligência nas ações de inteligência como causa das surpresas e da impossibilidade de antecipação por parte das forças de contra terrorismo.

Aqui no Brasil, em São Paulo, assistimos a um irresponsável e descabido escarcéu produzido por parte da imprensa, por políticos vinculados à baderna e interessados na desestabilização da ordem (PT e PSOL) e por líderes de movimentos irregulares, ditos populares, indignados porque um Oficial do Exército foi, infelizmente, identificado como “agente de inteligência infiltrado” nas hostes contrárias ao governo e comprometidas com ameaças de entrincheiramento, bons paredões e resistência armada.

Mais depressa se apanha o doutor Louçã do que um coxo

Alberto Gonçalves
Há oito dias, escrevi aqui sobre o livro Homossexuais no Estado Novo, onde a "jornalista" São José Almeida inventariou, sem o consentimento dos próprios e com alegada legitimidade académica, a orientação sexual de diversas figuras mais ou menos ligadas ao regime anterior. A coisa veio a propósito de um livro recente de José António Saraiva, Eu e os Políticos, nova colectânea de mexericos (a acreditar na imprensa) que deu brado principalmente por causa da anunciada, e entretanto cancelada, apresentação a cargo de Pedro Passos Coelho. No fundo, limitei-me a notar que, excepto pelas inclinações ideológicas dos autores, não compreendia o escândalo provocado pela segunda "obra" face à indiferença ou à exaltação suscitadas pela primeira.

Pois bem. Num blogue que mantém no Expresso (Tudo Menos Economia), Francisco Louçã [foto] resolve proclamar que o opúsculo do arq. Saraiva foi "defendido naturalmente por um cavalheiro do mesmo calibre que dá pelo nome de Alberto Gonçalves, no DN, e porventura por ninguém mais". Na mesma página, em resposta a um leitor que discordava da afirmação, o dr. Louçã acrescenta: "Que bem que lhe fica defender o Gonçalves, que defende o Saraiva como pode e mais não consegue." Abaixo, em resposta a outro leitor, o Louçã, perdão, o dr. Louçã (não quero intimidades com gente dessa) aconselha: "Leia todo o artigo do Gonçalves para ver como ele banaliza o feito do Saraiva." Questionado por um terceiro leitor acerca do Homossexuais no Estado Novo, afinal a referência que permitiria determinar a "banalização", o dr. Louçã esclarece: "Não li."

Regresso à crónica da semana passada para lembrar a minha "defesa" arrebatada do Eu e os Políticos, da qual sinceramente não fazia ideia. Talvez por não ter existido. Fundamentado nas citações e alusões que saíram nos jornais, chamei-lhe "baldinho de lixo", e garanti não duvidar de que se tratava de "uma porcaria". É certo que não cheguei a exigir a lapidação ou o enforcamento do arq. Saraiva, mas isso deve-se apenas à brandura do meu carácter. Em qualquer dos casos, suponho, "lixo" e "porcaria" não são epítetos habitualmente utilizados na defesa seja do que for. Em qualquer dos casos, ou o dr. Louçã é demasiado burgesso até para os padrões do Bloco de Esquerda ou, para recorrer à deprimente retórica parlamentar, o dr. Louçã faltou à verdade. Em português, palpita-me que o dr. Louçã mentiu. E mentiu de maneira tão tosca, no sentido em que a verdade é tão fácil de repor, que o facto só tem uma explicação.

O livro de Saraiva e a hipocrisia dos jornalistas

José Manuel Fernandes
O livro de Saraiva tem pouco valor histórico e comete pecados graves, mas se queremos falar de jornalismo não devíamos estar antes a discutir como o DN, o JN e a TSF são hoje usados por José Sócrates?

Não faço parte daquele grupo de activistas das redes sociais (e de colunistas de jornal) que não se envergonha de escrever “não li esse livro, mas…”, desatando a seguir a proferir a maiores inanidades sobre o que não se conhece. Tratei por isso de ler Eu e os Políticos, de José António Saraiva (com quem trabalhei nos anos em que estive no Expresso, já lá vão três décadas), antes de escrever fosse o que fosse. E devo dizer desde já que não alinho com a turba ululante. Passo a explicar.

Eu e os Políticos é um livro de memórias. Na verdade, é o terceiro livro de memórias do antigo director do Expresso e do Sol. Antes escreveuConfissões de um Diretor de Jornal [2003] e Confissões – Os Últimos Anos no Expresso, o Nascer do Sol e as Conversas com Políticos à Mesa[2006]. Também li esses dois livros. E, por isso, só posso ficar espantado pelo escândalo que agora se levantou em torno de José António Saraiva ter revelado conversas privadas, pois já o tinha feito nesses dois livros anteriores. Não o desculpo por isso, mas interrogo-me: será que a turba de indignados só agora o descobriu? Por outro lado, será que os políticos, que continuaram a almoçar com ele, não estavam avisados?

Matéria diferente são as passagens sobre a vida privada, até íntima, de alguns dos protagonistas. Nalguns casos, são inúteis e de evidente mau gosto – que adiante para a História, que Saraiva diz querer servir, saber que uma antiga secretária viu o rabo de Medina Carreira quando este levava uma injecção ou que um antigo namorado de Fernanda Câncio gostava de fotografias supostamente eróticas? Noutros são muito discutíveis, e quando digo discutíveis não o faço gratuitamente. Por exemplo: a orientação sexual de um dirigente partidário deve continuar a ser um tabu em Portugal, como é na generalidade dos países latinos, ou deve ser revelada (como Saraiva faz) como sucede na generalidade dos países anglo-saxónicos? Onde está a hipocrisia? E onde está o voyeurismo?

De resto, não se aprende muito com este livro, sobretudo para quem leu os anteriores, até porque alguns dos episódios são apenas contados de novo. Aprende-se sim com a indignação selectiva que ele suscitou.

Por exemplo: ao lê-lo fiquei a saber que o jornalista do Expresso que cobria a Câmara de Lisboa era, numa determinada fase, quase íntimo do então presidente da autarquia; assim como soube que um outro jornalista do mesmo Expresso tinha relações de grande cumplicidade com um dos mais controversos políticos portugueses. Nada disso parece ter excitado os nossos “indignados”, porventura por esses dois jornalistas já se terem reformado. Ou talvez não, pois infelizmente conheço demasiado bem o corporativismo da minha classe para saber que também nela uma mão costuma lavar a outra.

[Comer e beber fora] Os melhores bitoques de Lisboa

Depois de muito dar ao dente, a Time Out elegeu os melhores bitoques da cidade

Oito bitoques que tem mesmo de provar

Foto: Arlindo Camacho


Floresta do Salitre
O bitoque é um prato remediado, mas tem os seus parentes abastados. O que está no menu da Floresta do Salitre é uma espécie de primo rico que de bitoque só tem o apelido: um suculento bife da vazia frito, coroado por batatas fritas às rodelas e o indispensável ovo a cavalo – neste caso, a cavalo de um puro-sangue lusitano. Em resumo, um belíssimo exemplar da espécie e um orgulho para a família.
Rua do Salitre, 42D (Avenida). 21 354 7605. Seg-Sáb 12.00-15.00 / 19.00-22.00. Preço: 9€.
Rui dos Pregos
Precursor da moda do bife batido, o Rui dos Pregos abriu em 2000 no Cacém e é hoje um império de nove restaurantes que vai de Odrinhas a Belém. Rui Moreira é o Rui que baptiza os restaurantes e o homem por detrás do martelo – ou, para sermos precisos, da ideia de martelar os bifes até ficarem uma fina e comprida fatia de carne. A receita fica completa com um molho de manteiga e alho e uma passagem rápida pela chapa quente. No menu chamam-lhe prego no prato com ovo. No entanto, o rácio carne/batatas e a presença do ovo a cavalo obrigam-nos a incluí-lo na lista dos melhores bitoques.
Doca de Santo Amaro (Alcântara). 96 772 3483. Ter-Dom 10.00-02.00; Rua da Junqueira, 506-512 (Belém). 21 362 1237. Qua-Seg 10.00-23.00. Preço: 5,4€.
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Uma boa dica para o pessoal que virá para o 2º Encontrão Europeu...

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[Minha Pátria é a Língua Portuguesa] CD, DVD… têm plural?

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QUIZ: James Dean

Como morreu James Dean, ícone do cinema e protagonista de Fúria de Viver/Juventude Transviada?


A – Suicídio
B – Acidente de Viação
C – Afogado 
D – Assassinado

Charada (319)

Enquanto assentava tijolos,
um pedreiro disse
ao dono da obra:
“Se eu tivesse mais dois tijolos, o
 dobro desse número seria 100”.
Então, quantos tijolos 
tinha o pedreiro?

domingo, 25 de setembro de 2016

Os genoveses e o bíblico Batista

José Manuel

Cristóvão Colombo, nascido em Gênova e navegador por profissão, tentou sensibilizar genoveses e portugueses a financiar as suas viagens. Os primeiros não se interessaram pois a recessão à época era forte por aquelas bandas, e os segundos já estavam em execução de grandes esquadras com destino à globalização. Os reis de Castela então, viram em Colombo a grande oportunidade de passar a perna nos seus vizinhos ibéricos e, apostando todas as suas riquezas, lançaram-no ao mar rumo a oeste, como ele afirmava que chegaria às índias ocidentais.
Em parte deu certo, e em uma de suas tentativas acabou aportando no continente americano em 12 de outubro de 1492, mas de índias mesmo só as caraíbas e depois as astecas, toltecas, peles vermelhas etc.

Cinco séculos e alguns anos depois, um outro navegador extra profissão, também nascido em Gênova com nome que remete a laticínio também ofereceu os seus serviços a um partido político suspeito e começou a navegar em águas turvas rumo ao desconhecido, mas de final previsível. Por anos navegou entre o mar da Fazenda, a enseada do Planejamento, o oceano da Petrobras e as águas calmas do BNDES, mas sempre cercado de marujos nada confiáveis e a mando de seus armadores mal-intencionados, que fizeram a maior armação no país durante treze anos.

Finalmente, após onze anos de navegação à deriva e no escuro, no último dia 22 de setembro de 2016, mostraram ao genovês o porto de Curitiba para o qual foi empurrado por vento forte, tendo entretanto que aguardar ordem para aportar, após receber notícias de uma tempestade que se avizinhava.

A tormenta inexorável pode afundá-lo de vez e provavelmente, após navegar em diversos mares de lama, irá encontrar no fundo abissal, no lodo profundo, a carcaça de um avião da Varig, o qual ajudou a afundar.

QUIZ: Corrida de bigas

Quanto tempo dura a famosa cena da corrida de bigas na superprodução Ben-Hur?


A – 20 minutos
B – 3 minutos
C – 9 minutos 
D – 30 minutos

Charada (318)

Quando o rato roeu
a roupa da rainha,
o rei, revoltado,
arranjou uma ratoeira
e matou o raio do rato
Quantos erres tem isto?

As notícias na televisão

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo

António Barreto

É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

TV sueca apela à substituição populacional




Vemos diariamente nas Televisões uma propaganda em massa à invasão islâmica da Europa, mascarada de "refugiados sírios" - que de sírios e de refugiados não têm nada, e que não se "refugiam" nos vastíssimos e riquíssimos países islâmicos.

A campanha de islamização e substituição populacional da Europa já é oficial. O governo de extrema-esquerda hippie da Suécia é um dos que têm dado todo o apoio a esta campanha de engenharia demográfica e genocídio cultural.

Há muito que avisamos que a Esquerda vê nos colonos muçulmanos o novo "proletariado" para a sua Revolução.

Continue lendo no blogue Amigo de Israel

Indícios de sequestro das eleições de 2017

Rui Verde



“O soba Ngana Mussanga, do MPLA, veio com 20 jovens armados com paus. Deu-me chapadas na cara, enquanto os jovens me agarravam. Atiraram-me ao chão, apertaram-me nas mãos e nos pés, para não me soltar, e o soba começou a espancar-me com uma moca na cabeça.” É assim que Pedro Muiungulenu Zambicuari, fiscal do registo eleitoral da UNITA, descreve as agressões de que foi alvo na província da Lunda-Norte.

Infelizmente, este é um de entre vários incidentes que fazem levantar sérias dúvidas sobre a transparência das eleições gerais que se avizinham para 2017.

Há demasiados indícios de condicionamento e controlo das eleições. Esses indícios devem ser denunciados abertamente, para que tentar impedir o sequestro definitivo do processo eleitoral pelo partido do Governo.

O primeiro indício de que as eleições serão controladas pelo Governo  (que já abordámos neste portal) foi a introdução de nova legislação eleitoral a apenas um ano da votação. Como reacção a essa iniciativa, os partidos da oposição representados na Assembleia abandonam o plenário.

Convém sublinhar duas questões. Primeiro, não se aprova nova legislação eleitoral um ano antes da ida às urnas. Isto de andar sempre a costurar leis adaptadas a cada período eleitoral é como mudar a localização das balizas antes do início do jogo. Segundo, leis deste tipo deveriam ser alvo de tentativas de consensualização entre o partido do Governo e os partidos da oposição. Independentemente da capacidade jurídica para que sejam aprovadas sem unanimidade, estas leis, de especial relevância para o processo democrático e suas garantias, não deveriam ser pura e simplesmente impostas pelo partido maioritário.

Teologia da Libertação – Um salva-vidas de chumbo para os pobres

ABIM
Desacreditada junto à opinião católica, a “Teologia da Libertação” (TL) procura reviver agora com novas roupagens — como as chamadas teologias negra, indigenista, ambientalista, de “gênero” etc. —, favorecida por inesperados apoios eclesiásticos e publicitários.

Essa reaparição torna atualíssimo o tema do presente livro, Teologia da Libertação – Um salva-vidas de chumbo para os pobres, em cujas páginas o leitor encontrará uma ampla e documentada relação das origens históricas da TL, a sequência dos erros dos quais se nutre, as estratégias que utiliza para se apresentar na Igreja, os altos e baixos de sua trajetória lado a lado com o comunismo; como também para revelar seus nefastos efeitos, piorando a situação daqueles a quem ela presume “libertar”: os pobres da América Latina.

Inclui ainda o detalhe das novas aventuras nas quais a TL se lançou no século XXI, sempre procurando revolucionar a Igreja e a sociedade.

Pelo seu excepcional valor didático, apologético e documental, esta obra constitui eficaz antídoto contra o veneno da TL. Sendo assim, certamente contribuirá para precaver os católicos contra as tentativas de fazer ressurgir, metamorfoseada e camuflada, uma corrente revolucionária que tanto dano causou à Santa Igreja, no Brasil e às demais nações-irmãs da América Latina.
Para adquirir essa obra de impactante atualidade, clique neste link da Livraria Petrus
Título, Imagem e Texto: ABIM, 24-9-2016

Mentes obtusas

Rodrigo Constantino


Quando eu era garoto, tinha uma divisão clara na escola entre o grupo dos inteligentes e aqueles mais obtusos. Estes nunca eram capazes de captar a ironia daqueles. Falo com conhecimento de causa: nunca fui inteligente, e ainda não sou. Mas me esforço bastante. E gostaria de compartilhar com os leitores algumas lições importantes que aprendi – ou assim acredito – com os sábios.

Comecemos pela tese de golpe no impeachment de Dilma. Um sujeito burro dirá que não houve golpe só porque a Constituição foi respeitada, as leis foram cumpridas e houve amplo direito de defesa. Poderão alegar que, para prevalecer a ideia de golpe, todos – Congresso, imprensa, Ministério Público, Polícia Federal e até STF – teriam de estar envolvidos. São limitados, tadinhos.

Meus mestres sábios explicaram que nada disso importa. Dilma era representante dos pobres e oprimidos, apesar do alto desemprego e da elevada inflação. Logo, derrubá-la é golpe e ponto final. Tudo não passou de uma vingança de Cunha, aquele que também caiu logo depois, pelo mesmo Congresso “sem moral”. As elites não suportam as conquistas sociais dos mais pobres, eis o fato. Por isso criticam tanto o socialismo. Basta ver como vivem bem os pobres na Venezuela.

As elites não suportam as conquistas sociais dos mais pobres, eis o fato. Por isso criticam tanto o socialismo. Basta ver como vivem bem os pobres na Venezuela

Mas o golpe passou. E agora Temer, vejam só!, quer aprovar reformas estruturais, reduzindo os direitos dos trabalhadores. Seu governo quer flexibilizar as leis trabalhistas, que datam da era Vargas e foram inspiradas em Mussolini. Só alguém muito insensível pode desejar uma coisa dessas. Onde já se viu um trabalhador poder ter a liberdade de negociar diretamente com o patrão, sem ser obrigado a aceitar a incrível ajuda sindical?

Maledicência

Nelson Teixeira
Certa vez, uma jovem foi ter com um sábio para confessar seus pecados.

Ele já conhecia muito bem uma das suas falhas. Não que ela fosse má, mas costumava falar dos amigos, dos conhecidos, deduzindo histórias sobre eles. Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo mal, sem nenhum proveito para ninguém.

O sábio disse:
– Minha filha, você age mal falando dos outros; tenho que lhe dar um dever. Você deverá comprar uma galinha no mercado, e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as. Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte.

Ela pensou com seus botões que era mesmo um dever muito singular!
Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu caminhando e arrancando as penas, como ele dissera. Depois voltou e contou ao sábio.

– Minha filha – disse o sábio – você completou a primeira parte do dever. Agora vem o resto.

– Sim senhor, o que é?

– Você deve voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas.

– Mas, senhor, é impossível! A esta hora o vento já as espalhou por todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas!

– É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece, com as palavras tolas que você deixa sair? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance? Será que você conseguiria segui-las e cancelá-las se desejasse?

– Não, senhor.

– Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus amigos, feche os lábios. Não espalhe essas penas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho. Elas ferem, magoam, e te afastam do principal objetivo da vida, que é ter amigos e ser feliz!!

Pense nisso…
Usando apenas lindas palavras…
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 25-9-2016

QUIZ: Ponte de David Lean

Como se chamava a ponte do último filme realizado por David Lean?


AKwai
B – Madison County
C – Waterloo 
D – Vermelha

Charada (317)

Se uma escada de corda,
colocada na parte exterior
de um barco de pesca
tiver dez graus
separados por
0,15m e três
desses degraus
estiverem
submersos,
quantos
degraus ficarão
submersos
se a maré subir 
0,35m?

sábado, 24 de setembro de 2016

[O cão que fuma conversou com…] Volkart: "Eu nunca fui um poupador, já tive várias discussões em casa a este respeito, gosto de gastar, tenho prazer em gastar..."

Nome completo: Heitor Rudolfo Volkart
Nome de guerra: Volkart
Onde nasceu: Hospital Moinhos de Ventos, Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Onde estudou: Primário: Colégio Agrícola, Taquari-RS; Ginásio: Escola Técnica de Comércio São Leopoldo-RS; Científico: Colégio Luiz Dourado, Porto Alegre-RS. Depois, foi a Escola da Vida…

Quando e onde começou a trabalhar?
Trabalhei no Grupo Gerdau em POA - 1968/69, em 1970 fui transferido para o Rio e em 1974 entrei na Varig, como Comissário.

Comecei a tirar o brevê de piloto, em Jacarepaguá, sem concluir. Mas me senti tão feliz com a formação de Comissário, voando quase desde o início na RAI por ter um idioma, o Alemão, que herdei de berço, mesmo tendo estudado no Ginásio além do Inglês e Espanhol.

Segui a Carreira de Comissário de Voo, tendo sido Auxiliar em todas as cabines; Supervisor de Cabine e, por fim, Chefe de Equipe.
Na Varig fiz vários cursos de supervisão e gerenciamento.


Então, quando começou o curso de Comissário já morava no Rio de Janeiro?
Sim, trabalhava na Induco SA, uma indústria de Elevadores, como Auxiliar de Custos. Certo dia abro o jornal e vejo na folha central um anúncio da Varig para o curso de comissário, em especial para quem tinha os idiomas Alemão, Francês, Japonês e outros.

Tenho um irmão que na época já era funcionário da Varig em POA.

A vida que levava no Rio não era muito bonita, pois passava os dias preso e de gravata atrás de uma mesa, pensei, sim é isto que vou fazer, fui logo selecionado e passei a viver as delícias do Rio de Janeiro.

Quando fez o seu primeiro voo? E para onde foi?
Fiz o primeiro voo no final de 1974, de Electra, na Ponte Aérea e logo fiz o voo para Belém pela costa, também de Electra.

Ficou muito tempo no Electra ou foi logo promovido para o equipamento ‘superior’? Julgo que nessa época o equipamento ‘superior’ era o B-727…
Sim, logo passei a fazer voos nacionais de B-727 e também chegavam os 737.
Fazia também alguns voos de B-707, como o voo 100 para POA, mas foi um período bem curto. Pois a Varig, pelo que eu entendia, precisava do meu idioma alemão.

Aí você foi promovido para o DC-10, certo?
Então, fui para o B-707, pois o mesmo ainda fazia muitos voos para toda a Europa, América e Tóquio, e os fretamentos da Schwaben para a Alemanha, voei pouco o DC-10.

Schwaben?...
Sim, era uma empresa de turismo alemã que assinou um grande contrato de fretamentos com a VARIG, na época.

Daí foi promovido para o Jumbo?
Sim. Foi a grande promoção, quando chegaram os B-747 em 81 e 82 passei a fazer somente voos de Jumbo, FRA e NYC. Foi uma belíssima promoção, sempre motivada pelo idioma, não pela antiguidade.

Muito interessante essa sua observação… Voltaremos a ela mais à frente.
Qual a cidade que mais apreciava: Frankfurt ou Nova Iorque?
Caramba!, esta é uma resposta difícil, porque no contexto Frankfurt está Mainz, onde mais tempo pernoitamos, no Hilton. Esta cidade alemã eu acho incrível.
Os pernoites nossos em Frankfurt no InterContinental foram logo transferidos, creio que em 75 ou 76.

Nova Iorque também é incrível, tem uma energia ímpar, Manhattan é demais.
Fico em cima do muro nesta resposta!



Falando em cidades, além das duas acima citadas, quais as outras em que você gostava de pernoitar?
Muitas, muitas, se tivesse que morar nos EUA seria Los Angeles, gosto muito da Califórnia como um todo.

A Europa, minhas origens genéticas, tem cidades muito interessantes para se conhecer e desfrutar, gosto de Roma, e claro, Paris.