segunda-feira, 17 de setembro de 2018

O indicado para a Suprema Corte, Clarence Thomas, em outubro de 1991

Que democracia devemos defender?

Alcides dos Santos Ribeiro

Na edição 2600 do dia 19 de setembro de 2018 da Revista Veja, o cientista político José Álvaro Moisés [foto abaixo] (nas páginas amarelas) afirmou que a democracia brasileira está em risco e o risco pode aumentar em breve nas eleições.

Foto: Emiliano Capozoli/Veja
Como presidente da FAPEMS, eleitor e, acima de tudo, cidadão, gostaria de deixar inicialmente a minha opinião sobre a pseudodemocracia que dizem que temos no Brasil. Por que pseudo? Porque não temos a verdadeira democracia. O que temos hoje é um bando de agiotas eleitos pelo povo (bobos alegres) que foram enganados pelas falsas promessas de campanha, pelas mentiras repetidas diversas vezes por todos os candidatos que logo após a eleição e posse em seus respectivos cargos, passaram a exercê-los exclusivamente em seus interesses próprios, deixando a nação de lado e esquecendo todos os problemas que foram discutidos na campanha.

Assim, a tão falada democracia, na prática, não passa de mera ilusão e que na realidade, os três poderes do governo brasileiro, não passam de um mero balcão de negócios, onde prevalecem os interesses individuais e próprios dos partidos.

Estamos na eminência de elegermos um militar para o cargo político de maior importância para nosso país e do modo mais democrático e autêntico possível. Estamos elegendo-o via voto popular direto. Queremos honestidade, civismo, patriotismo e compromisso com o bem-estar de todos os brasileiros.

Não queremos golpes ou revolução civil, queremos o respeito pelas leis e pela nossa constituição. Está claro que a eleição não está sendo feita como queremos, pois o voto não será impresso e isso deixa uma grande oportunidade para que os desonestos do país façam prevalecer seus interesses. Mesmo assim, apostamos na democracia, e é claro que queremos que tudo isso seja conseguido com harmonia e paz, mas, não sendo possível, que a força seja utilizada para combater o mal.

Bolsonaro 33%

o antagonista

A pesquisa da FSB, na segunda-feira passada, foi a primeira a indicar o crescimento de Jair Bolsonaro depois do atentado.

Em seguida, naquela feita pelo Instituto Paraná, para a Crusoé e a Empiricus, ele já alcançava 26,6%.

A nova rodada da pesquisa, que acaba de ser divulgada, mostra que ele continua crescendo. 
Jair Bolsonaro aparece agora com 33% dos votos.


Título, Imagem e Texto: o antagonista, 17-9-2018

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É o Facebook, estúpido!

o antagonista

Quem precisa de TV?

De ontem para hoje, o depoimento de Jair Bolsonaro, no leito de hospital, foi visto 4,7 milhões de vezes no Facebook.


Catarina, vá pregar para Cuba!

Cristina Miranda


Cara Catarina, a propósito da sua intenção de criar uma “taxa Robles”, permita-me que lhe diga o seguinte:

Durante mais de duas décadas geri e criei empresas para descobrir que este país é inimigo de quem empreende. Que maltrata todo aquele que tem coragem de investir. Aprendi que para ter as contas em dia é preciso sacrificar fins de semana, férias e família e mesmo assim todos os meses, andar à rasca porque o Estado é o maior caloteiro que existe na economia do país, tornando-a cancerosa. Que quem não foge aos impostos, tem de andar a pedir aos bancos porque a carga fiscal é tão alta que fica sem margem para trabalhar. Que o banco público não serve sua função, porque não se interessa em apoiar pequenas e médias empresas, só se interessa pelos créditos habitação e empréstimos aos “Grandes Amigos Empresários” do Sistema a quem abre generosamente cordões à bolsa e depois vai sugar os impostos dos contribuintes. Que ser empresário é andar 24h por dia a se estafar para conseguir financiamento e quando o consegue, será em troca de “um porco por uma chouriça”. Que ser empresário por cá é ser-se masoquista, é ter prazer em andar sempre a mendigar, sempre na corda bamba, sempre a fazer contas para não falhar, tirar salário quando calha e mesmo assim falhar, porque falharam com ele. Para no fim, ver o Estado a condená-lo porque falhou, sendo o Estado o causador do falhanço.

Já criaram o Imposto Mortágua do qual, vós capitalistas caviar hipócritas da esquerda, logo arranjaram forma de se isentar. Agora querem uma taxa Robles depois de colocar vosso património a salvo. Porque não vai pregar vossas “maravilhosas” ideias de criação de impostos para Cuba ou Venezuela que tanto precisam de “mentes brilhantes” para levantar o país da miséria em que o marxismo os colocou e nos deixa em paz?

Maus perdedores: Serena Williams, Hillary Clinton e o esquerdismo vitimista

Rodrigo Constantino


O esquerdismo virou o refúgio dos maus perdedores. Basta pensar que sempre que alguém faz alguma coisa errada, logo puxa a cartada de vítima, invertendo os papéis e acusando os outros de “moralistas” ou apontando algum bode expiatório para seus “malfeitos”. O típico esquerdista é aquele que jamais assume seus próprios erros.

Vejam o caso da tenista Serena Williams. A jogadora fez um papelão no US Open após ser pega trapaceando. Em vez de reconhecer o desvio de conduta, confirmado por seu técnico, preferiu xingar o árbitro, chorar, quebrar a raquete e, não satisfeita, bancar a vítima. Alegou que se fosse um homem não sofreria tais consequências, o que é absurdo, e depois ainda insistiu: fez o que fez para lutar pelos “direitos” das mulheres. Transformou a atitude infantil de quem não sabe perder em ato de coragem feminista. E os esquerdistas engoliram!

A vergonhosa postura da tenista foi imediatamente comparada àquela de Hillary Clinton na política. Perdeu as eleições em 2016 basicamente por ser uma péssima candidata envolvida em diversos escândalos, e depois passou a culpar os russos, o FBI, Trump, seu partido, todos, menos ela mesma. A cartada sexista também esteve presente, claro. Perdeu por ser mulher, alegou. E escreveu um livro todo só para se justificar, sem procurar no espelho a verdadeira responsável pela derrota.


Os esportes, assim como a política, demandam dos participantes o “fair play”. Mas ele não vem de forma natural. Ele precisa ser incutido desde cedo, pela formação de caráter. Lembro de como tinha de me desgastar com minha filha pequena durante nossos jogos, pois ela só curtia mesmo quando estava vencendo, querendo abandonar o jogo no meio quando perdia. Aprender a perder com dignidade, admitir a superioridade e o mérito do adversário, aprender com os próprios erros, essas são atitudes que devem ser ensinadas.

Pedidos

Nelson Teixeira

Eu gostaria de ser como uma chuva generosa, que caísse na terra porosa e reverdecesse o chão. Mas, como não conseguirei, então, te pedirei meu Deus, para ser um copo de água fria que mate a sede de quem anda na desesperação.

Eu gostaria também de ser um riacho que descesse a encosta da montanha cantando, por entre as pedras, ofertando linfa refrescante às árvores que protegem o solo.

Meu Deus! Eu gostaria também de ser como a Via-Láctea de estrelas para que as noites da Terra fossem mais belas e a dor debandasse, na busca de um novo dia. Mas, na minha pequenez, sem conseguir, te quero pedir para ser um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem anda na solidão.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 17-9-2018

Charada (613)

Ema, Eva, Ana, Olga e Ainda
são irmãs. Sabendo que:

a. Olga é 3 anos mais velha do que Eva;
b. Ema é 2 anos mais nova do que Ainda;
c. Ainda nasceu 4 anos antes de Eva;
d. Ana nasceu 2 anos depois de Olga.

Qual é a
ordem de nascimento
das cinco irmãs?

domingo, 16 de setembro de 2018

Após atentado Bolsonaro fala ao público pela primeira vez

Olá amigos!
Hoje (domingo, 16 de setembro), às 16:50 fui autorizado pela equipe médica do Hospital Albert Einstein a me dirigir a vocês através de uma live em meu Facebook, que peço compartilharem!

Apesar de ainda bastante debilitado reúno forças que vem de vocês.

Creio que esse breve pronunciamento pode trazer notícias e apreensões que tenho para o futuro do nosso Brasil.

Grato pelo apoio, consideração, orações e confiança!
Brasil Acima de Tudo! Deus Acima de Todos!



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[O cão tabagista conversou com...] Coronel Paúl: “Vale lembrar que devo ter sido o primeiro a gritar ‘fora, Cabral!’ nas ruas, isso em 2008 e o primeiro a criticar as UPPs a partir de 2009, quando todos aplaudiam.”

Nome completo: Paulo Ricardo Paúl.

Nome de Guerra: Coronel de Polícia Paúl.

Onde nasceu? Rio de Janeiro - RJ

Onde estudou? 
Terceiro grau: Academia de Polícia Militar D. João VI (Curso de Formação de Oficiais).
Faculdades Integradas Celso Lisboa (Professor de Biologia).

Quando começou a trabalhar?
Aos dezoito anos, como aluno do Curso de Formação de Oficiais que durou de 1976 até 1978.
O 3º BPM foi a minha primeira OPM, isso como Aspirante a Oficial PM, em janeiro de 1979.
Meu único emprego foi na PMERJ.

Quantos anos de PMERJ? Se aposentou?
Entrei em 1976 e fui reformado em 2009.
Na época, o governador Sérgio Cabral diminuiu o tempo de permanência dos Coronéis na ativa de seis para quatro anos, como represália à mobilização por melhores salários e condições de trabalho, liderada pelos denominados "Coronéis Barbonos", grupo que eu participei.

Antes de chegarmos ao Sérgio Cabral, diga-nos quais os cargos de grande responsabilidade que ocupou na PMERJ?
Subcomandante da Academia de Polícia Militar D. João VI.
Subchefe da1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (1a DPJM).
Chefe da 1ª DPJM
Corregedor Interno da Polícia Militar.
Cargos apenas de Tenente-Coronel e Coronel PM.
Minha carreira de Coronel foi abreviada em um terço.
Cheguei a ser nomeado Diretor de Ensino e Instrução, mas não pude assumir.

Por que a sua carreira de Coronel foi abreviada em um terço?
Em 2007, quando era o Corregedor Interno da PMERJ, fui um dos líderes da mobilização por salários dignos e adequadas condições de trabalho para os Praças. Na época fizemos um documento com onze itens e encaminhamos ao governador.

No início de 2008 o grupo de que participava (Coronéis Barbonos), ombreando com o grupo formado por Oficiais e Praças (40 da Evaristo), cansados de esperar respostas do governador, realizamos uma caminhada na orla da Zona Sul para conscientizar a população sobre os problemas. Dois mil militares participaram, tudo dentro da legalidade. Cabral irritou-se, e sem poder nos punir, exonerou os Coronéis e nos deixou sem função.

Não satisfeito, mudou o tempo de permanência na ativa dos Coronéis PM de seis para quatro anos e, ilegalmente, aplicou a nova lei em quem já era Coronel. O objetivo foi nos afastar da tropa.
Eu continuei lutando contra ele.

E foi para a Cinelândia sozinho?
A luta iniciada em 2007 reuniu milhares de apoiadores, mas após as represálias de janeiro de 2008 e o oferecimento de vantagens em termos de gratificações, esse número foi diminuindo rapidamente.

Nós ainda conseguimos reunir novamente um grupo significativo para lutar pela aprovação da PEC 300, isso a partir de 2009, mas antes disso eu acabei tendo que realizar atos contra o governo de forma isolada.

Usava um megafone, faixas e panfletos, atuando em locais de grande movimento de pessoas. Fiz isso na Cinelândia, nos "calçadões" de Bangu e Campo Grande, na orla da Zona Sul (domingos), na Central do Brasil e em vários locais onde o governador comparecia, como o Quartel Central do Corpo de Bombeiros e nas inaugurações das UPPs.

Em apertada síntese, a luta que iniciei em 2007 eu dei continuidade nos anos seguintes, sozinho ou integrando pequenos grupos.


Pela desordem

J.R. Guzzo

Está sendo executado já há algum tempo no Brasil, de forma cada vez mais agressiva, um conjunto de ações que têm tido um efeito prático muito claro: tumultuar, desmoralizar e, no fim das contas, sabotar as eleições para escolher o novo presidente da República. O cidadão é alarmado, de cinco em cinco minutos, por bulas de advertência que afirmam que a eleição, a democracia e a Constituição estão sendo ameaçadas. Mas, por trás das notas oficiais e das outras mentiras prontas que são normalmente utilizadas para enganar o brasileiro comum, quem está realmente querendo destruir as eleições de outubro? Uma coisa é certa, segundo se pode verificar pelos fatos à vista do público: não são os generais do Exército, sejam eles da reserva ou da ativa, ou os oficiais de quaisquer das três Armas. A turma que quer virar a mesa, hoje, está exatamente do outro lado. Eles gritam “cuidado com o golpe”, com a “pregação do ódio”, com o “discurso totalitário” etc. etc. Mas parecem cada vez mais com o batedor de carteira que, para disfarçar o que fez, sai gritando “pega ladrão”.

É impossível cometer uma violência tão espetacular numa campanha eleitoral quanto a tentativa de assassinato praticada contra o candidato Jair Bolsonaro — mais que isso, só matando. O homem perdeu quase metade do sangue do próprio corpo. A faca do criminoso rasgou seus intestinos, o cólon, artérias vitais. Bolsonaro sofreu cirurgia extensa, demorada e altamente arriscada, e passará por outras. Só está vivo por um capricho da fortuna. Foi posto para fora da campanha eleitoral justo no momento mais decisivo. Poderia haver alguma agressão maior ou pior do que essa contra um candidato? É claro que não. O fato é que a tentativa de homicídio, cometida por um cidadão que foi militante durante sete anos da extrema esquerda, como membro do PSOL, desarrumou todo o programa contra a boa ordem da eleição presidencial. O roteiro, desde sempre, prevê que a esquerda fique no papel de vítima e Lula no de mártir, “proibido” de se candidatar e “perseguido” pela Justiça. Deu o contrário: a vítima acabou sendo justamente quem estava escalado para o papel de carrasco.

“A vítima acabou sendo quem estava escalado para o papel de carrasco”
   
A opção da esquerda para enfrentar a nova realidade parece estar sendo “dobrar a meta”. Nada representa com tanta clareza essa radicalização quanto o esforço para fazer com que as pessoas acreditem que a tentativa de matar Bolsonaro foi apenas um incidente de campanha, “um atentado a mais”, coisa de um doidão que podia fazer o mesmo com “qualquer um” — na verdade uma coisa até natural, diante da “pregação da violência” na campanha. Ninguém foi tão longe nessa trilha quanto a responsável por uma “Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão”, repartição pública que você sustenta na Procuradoria-Geral da República. Depois de demorar quatro dias inteiros para abrir a boca sobre o crime, a procuradora Deborah Duprat soltou uma nota encampando a história de que houve “mais um ataque”. E quais foram os outros? Segundo a procuradora, o “tiro” que teria sido disparado meses atrás na lataria inferior de um ônibus no qual Lula circulava tentando fazer campanha no Paraná, escorraçado de um lado para outro pelos paranaenses.

Não lavou as mãos na bacia de Pilatos

Péricles Capanema

Como amplamente noticiado, no dia 22 de agosto p.p., o arcebispo Carlo Maria Viganò [foto ao lado]— núncio nos Estados Unidos de 2011 a 2016, ademais de ter ocupado importantes cargos na diplomacia vaticana — divulgou documento relatando conivência e até promoção do homossexualismo em especial na Hierarquia católica dos Estados Unidos. O mais importante caso denunciado foi a proteção por parte de altas autoridades eclesiásticas ao antigo Arcebispo de Washington, o então cardeal Theodore McCarrick (renunciou ao chapéu cardinalício; o primeiro caso desde 1927).

Suas acusações de acobertamento, conivência e promoção não se limitaram aos Estados Unidos. Alcançaram Roma (e outros locais ainda), implicam altíssimos hierarcas católicos, entre os quais os cardeais Sodano, Bertone e Parolin, secretários de Estado.

Afirma ele a existência de um pacto infame de silêncio — uma omertà — que une hierarcas, sacerdotes e seminaristas. “Precisamos ter a valentia de derrubar esta cultura de omertà e confessar publicamente as verdades que mantivemos ocultas”. Dom Viganò denuncia que ainda continua ativa uma rede de homossexuais dentro das estruturas da Igreja.

Entre outras medidas de saneamento, Dom Viganò reclama a demissão imediata de todos os envolvidos no acobertamento e promoção dos vícios homossexuais na Igreja. O mais grave da acusação vem aqui: “Francisco está abdicando do mandato que Cristo deu a Pedro de confirmar a seus irmãos. Mais, com sua ação os dividiu, os induziu em erro, estimula aos lobos a continuar destroçando as ovelhas do rebanho de Cristo”. Em outras palavras, aponta gravíssima lesão aos deveres do cargo.

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Jornais ‘tradicionais’ transformaram-se em bunkers esquerdistas...

... de onde atiram, dia sim, dia sim, contra aqueles que eles designam por machistas, racistas, fascistas e outras istas.

Veja abaixo o que o The New York Times – uma das únicas fontes de informação dos “correspondentes” globais em Nova Iorque; as outras fontes são a CNN e o Washington Post –, fez com a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, nomeada pelo presidente Donald Trump, em fevereiro de 2017.

Resumo da ópera: a administração Obama, através do Departamento de Estado (equivalente ao ministério das Relações Exteriores) contratou, em 2016,  novas cortinas para a residência oficial da embaixadora. Que foram instaladas recentemente.

Foi o suficiente para o NYT bradar contra Nikki Haley que, recorde-se, é Embaixadora dos EUA junto à ONU, nomeada pelo diabólico Tump; foi suficiente para o conhecido extremista David Hogg, escrever uma peça vertendo copiosas lágrimas sobre os cadáveres diários das crianças norte-americanas que morrem de fome, exigindo a demissão de Haley.

Confira abaixo:

NYT, Dems, David Hogg Slam Nikki Haley For $52K Curtains. Haley: There's Just One Big Problem.

James Barrett

Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP/Getty Images

A New York Times report on the "priceless" view from the official New York residence of Nikki Haley as Ambassador to the United Nations has inspired outrage from Democrats and left-wing activists.

"Nikki Haley’s View of New York Is Priceless. Her Curtains? $52,701," the Times' title reads. That was enough for Democratic Rep. Ted Lieu to call for "an oversight hearing on State Department spending on Nikki Haley and her deputy."


Left-wing activist David Hogg also got in on the anti-Haley action, writing a mini-letter on behalf of "America" condemning the ambassador for having the "audacity to misappropriate thousands of tax dollars for your own lavish lifestyle" while there are children starving in America. "Resign immediately," "America" demanded (h/t Twitchy).

Dear Nikki Haley,

There are starving children in America everyday and you have the audacity to misappropriate thousands of tax dollars for your own lavish lifestyle. Resign immediately

sincerely,

America https://t.co/j9h5t50GPb
— David Hogg (@davidhogg111) September 14, 2018

But, as Haley's office told the Times in its deceptively titled article, there's just one big problem: She had nothing to do with those pricey curtains. They were ordered back in 2016, approved by Obama's State Department. Here's the line buried in the sixth paragraph of the article on "Ms. Haley's curtains":

A spokesman for Ms. Haley said plans to buy the curtains were made in 2016, during the Obama administration. Ms. Haley had no say in the purchase, he said.

Páginas da vida

Nelson Teixeira

As páginas da vida são cheias de surpresas.

Há capítulos de alegrias e também de tristezas,

Há mistérios e fantasias, sofrimentos e decepções. Não pule páginas nem pule etapas, deixe caminhar tranquilamente.

Por isso, não rasgue páginas, nem solte capítulos, pois todos são importantes serem vistos. Não se apresse em descobrir os mistérios, nem sofra por antecipação. E não perca as esperanças, confie sempre. Pois muitos são os finais felizes.

E mais importante do que o fim é a trajetória. E nunca se esqueça do principal: No livro da sua vida, o autor é VOCÊ.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 16-9-2018

QUIZ: Muro de Berlim

A divisão da Alemanha em oriental e ocidental reafirmou-se e reforçou-se com a construção do Muro de Berlim. Em que ano foi erguido o muro?


A – 1957
B – 1958
C – 1961
D – 1962

Charada (612)

Quando é que
a palavra
ARCAS
se transforma
num sinônimo
de SAGRADA?

sábado, 15 de setembro de 2018

Os pombos e os ‘anônimos’

Acho muita graça no caminhar dos pombos. Mas, infelizmente, eles mais sujam do que limpam o ambiente; com as suas caganitas sujam estátuas, carros – chegando a danificar a pintura –, enfim, como ouvi uma vez, “pombos são ratos voadores”.

Foto: Margaret Decker
É. Tem gente que continua a alimentá-los, com pão de ontem ou restos de comida. Uma pena. Uma vez, caminhando com o meu amigo, vi um senhor idoso, que habitualmente alimenta os bichinhos com pão que ele vai esfarelando, sendo admoestado, meio que grosseiramente (fiquei com pena do senhor), por um homem que, estava na cara, tinha tido a pintura do seu carro corroída.

As campanhas oficiais são claras: não alimente os pombos, eles acabarão por irem para outro local, onde encontrem comida.

Então, parodiando as campanhas que alertam para o perigo de alimentar os pombinhos:
Por favor, não alimente os ‘anônimos’! Não os alimentando eles acabarão por irem cagar em outro blogue.
Obrigado!

JP

O FC Porto usa New Balance – desde 2014 e até 2024


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Gab.ai de-platformed by Google


Ethan Huff

(Natural News) A popular social media alternative to Twitter has reportedly been “suspended and removed” from the Google Play Store for alleged “hate speech” –at the very same time, it’s important to note, that Google, Facebook, Twitter and many other mainstream social media and tech platforms are openly tolerating racist, anti-American, and even pro-pedophilia content on their own platforms.

Reports indicate that Google officially pulled the plug on Gab.ai for the second time on September 9, the tech behemoth’s excuse being that its “global filter on ‘hate speech’ words” was triggered by some Gab.ai users.

While Gab.ai admittedly has some unsavory users, as all social media platforms do, the platform’s promise is to uphold its commitment to free speech – which is more than can be said for Google, which has been on a censorship melee in recent weeks.

Gab.ai CEO Andrew Torba published a list of all the “hate” words that Google filters out of its Play Store, which is apparently quite extensive. At the same time, Google allows all sorts of evil to pervade its various platforms, proving once again that the world’s most evil search engine is discriminately selective in what it chooses to filter.

“Weird that apps which allow pedophiles to roam freely and prey on young children (Twitter, Periscope, Mastodon) are all allowed on the App Stores. But Gab.ai, which takes a hardline stance against illegal pornography and child abuse, is not allowed,” Torba said in a statement.

Leftists are going after ALL forms of online free speech that they don’t like

The reason why Google, Twitter, Periscope, et al. seem to have no concern for protecting innocent children and shielding users from violent and sexual predators is because these leftist corporations actually support such evil. What they don’t support, and wish to stamp out, is free speech that violates their agenda, aka “terms and conditions.”

Vacine-se enquanto há tempo

Haroldo P. Barboza


Quatro artefatos disputam o primeiro lugar para ser “o mais sujo do Brasil” (e talvez do mundo): celular, controle remoto, solas de sapatos e cédulas de dinheiro. Com certeza armazenam centenas de vírus infecciosos que, em contato com partes mais sensíveis de nosso corpo, certamente nos trarão sérias complicações de saúde.

Depois destes, seguem embolados: escovas de dentes, maçanetas de portas de prédios comerciais, painéis de elevadores de shoppings e outros menos votados.

De uma forma ou de outra, a população vai tentando efetuar a higienização paliativa adequada para criar barreiras que evitem perigosas infecções em nossos organismos.

Claro que não vamos finalizar este resumo de domínio público sem citar os hors-concours deste adverso universo que nos envolve: os políticos brasileiros.

Desde alguns Vereadores do interior de um falido Estado do Norte (como queimadura de 1º grau, pois atinge um município), passando por diversos Deputados estaduais (2º grau, pois atinge vários lugarejos), até dezenas de Deputados Federais, Senadores, Ministros, Presidentes e alguns Magistrados que servem de “conselheiros” para que a turma aqui evidenciada (3º grau, pois atinge TODA a nação) se arvore de baluarte da Democracia.

[Versos de través] Chove lá fora!

Paizote Marques


Chove lá fora,
Constato com desalento!
Chove quase tanto...
Quanto chove aqui dentro!

Apesar de, amargo alumbramento,
Me desnudo em versos curtos,
Tomando conta de mim...
Este estranho sentimento

Coisa estranha... Este caminho.
Atinge-me... embora fugaz.
Pois mesmo o trilhando sozinho.
Emociona, e mal já não faz!

Assalta-me qual sonífero,
Com esperança e gentilezas
De um passado prolífero
Só restaram... Sutilezas.

E encerrando o desafogo
Sobra sutil constatação
Só rimar versos, fazer rogo.
Não acalenta o coração!

Deixa chover lá fora!
Dentro... Conserto não!
Pois é onde desafora,
Esta estranha emoção.
Título e Texto: Paizote Marques, 15-9-2018

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