segunda-feira, 19 de outubro de 2015

[O cão que fuma conversou com…] Rolando: “O Brasil me tira do sério”

Nome completo: Rolando Rodrigues da Silva
Nome de guerra: Rolando
Onde nasceu: Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro
Onde estudou: Estudei no Colégio Estadual de Nova Friburgo - Colégio Cefel e na Faculdade Helio Alonso, onde me formei em Turismo.

Quando e onde começou a trabalhar?
Fiz tornearia mecânica no SENAI de Nova Friburgo. Comecei a trabalhar muito cedo, tinha 13 anos. Com 14 anos eu já tinha a minha carteira de trabalho. Vim para o Rio de Janeiro aos 19 anos com cara e a coragem. Aqui trabalhei no Comind (Banco do Comércio e Indústria do Estado de São Paulo). Trabalhei até 1975 e logo depois fui trabalhar na Varig, era funcionário em terra. Depois fui pra o voo em 1976 de onde só saí em 2005.

Mais um ‘entrevistado’ do cão tabagista que começou a trabalhar muito cedo… Você padece de algum trauma inultrapassável por isso?
Claro que não, sou uma pessoa extremamente ativa. Até hoje trabalho normalmente.

Onde começou na Varig?
Comecei a trabalhar na Varig na loja da Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro. Isso foi em abril de 1975. No ano seguinte eu passei para o voo. Foi quando comecei a cursar Turismo. Voava ponte aérea e podia fazer faculdade e estudar alemão e italiano.

E concluiu esses cursos? Quer dizer, aprendeu a falar alemão e italiano?
Na realidade, eu falava italiano desde criança, vivia no meio da colônia italiana em Friburgo, só não sabia a gramática.

Francês, eu falo razoavelmente, leio e escrevo.

Inglês, não tenho nenhum problema, leio falo e escrevo.

Mas alemão, eu tenho que viver estudando, nunca aparece alguém para praticar.

Espanhol, eu aprendi faz pouco tempo, achava que falava, depois vi que não tinha nada a ver com o potuguês, lembro dos nosso colegas fazendo "speech" e dizendo "dentro de algunos minutos tomaremos tierra”.

Sempre intercalo, um livro em espanhol, outro em francês, inglês sempre. Atualmente estou lendo três livros: The girl who played with fire, Brasil – uma biografia e um livro muito interessante que é o L'évangile de Jimmy. Fala de um clone de Cristo feito através do Santo Sudário.
Nunca precisei de intérprete nos meus voos para a Alemanha.

Começou a voar em 1976?
Comecei a voar em dezembro de 1976. Meu primeiro voo foi uma ponte aérea com o Zingano e a comissária Lamoglia. Com direito a turbulência e tudo.

Quando foi para a Internacional?
Não fiquei muito tempo na Nacional não. Fazia voos da MaxRan que eram: Buenos Aires, Lisboa da missa, Johanesburgo, Luanda, Lagos.
Em 1979 eu já estava na Internacional.

Sentiu medo nesse primeiro voo?
Não senti medo, era algo novo, uma coisa mágica. Estava muito motivado e o casal responsável pela minha instrução era muito bom.

Os voos da MaxRan eram de B-707, certo?
Verdade, os voos da MaxRan eram de B- 707.
Tinha uns voos muito bons. Paris com três dias inativos, Paris combinado com Frankfurt. Não gostava de Joanesburgo, México com tres dias inativos.

Em 1979, quando chegou à Internacional, começou a voar os DC-10?
Fui para o DC-10, mas continuava fazendo uns voos de B-707. Tinha um Miami com três escalas. Um Paris com escala em Belém e no Porto.

Estamos em 1980, você com quatro anos de voo, continua gostando de voar, mais, menos, nem mais nem menos?
Sempre gostei de voar. Nunca pensei em parar. Voar para mim era algo fantástico, além do bom salário que tínhamos com relação aos demais brasileiros, estávamos sempre em contato com culturas diferentes.

Até então você passou por algum perrengue?
Perrengue mesmo eu passei em 1982. Havíamos decolado de Joanesburgo para Capetown e pegamos uma turbulência tão violenta que quase caímos. Foram simplesmente três quedas tão violentas que as placas do teto caíram em cima de todos, os toaletes da parte traseira da aeronave desmontaram. Um dos comissários foi tirado debaixo dos escombros da parte traseira da aeronave, onde tudo saiu do lugar.

Havia umas caixas de bandejas que voavam pelas cabines. Todos se machucaram sériamente. A maioiria dos passageiros foi para o hospital e nós tripulantes ficamos na aeronave com os passageiros que não podiam desembarcar por causa do apartheid. Angolanos, chineses, indianos tiveram que ser socorridos a bordo.

Graças a Deus havia um passageiro que era "first aider" e esse cara nos ajudou muito.

Nunca mais eu entrei nesse avião, era só vê-lo que eu me negava a voar.

Aí, a chefia me autorizou a só voar DC-10, e só logo depois este avião começou a voar a rota. Só fiz dois voos. O primeiro, você deve lembrar do artigo, Um copo de Gorgonzola e um sanduíche de Chambertin, foi quando a força aérea britânica quase derrubou o nosso avião.

A propósito, aquele avião da turbulência, veio a cair em Abidjan. Do segundo eu não lembro muito bem.

Quais as cidades que você mais gostava de pernoitar?
Minha cidade preferida sempre foi Roma. Gostava de Paris, Frankfurt, Copenhague. Sempre gostei mais da Europa. Em Roma eu me sentia em casa, talvez pelo idioma e por conhecer bem a cidade.

Você apreendeu essas culturas?
Claro que sim. Ficou aquele jeito italiano, aquele gostar de comida francesa e alemã. Acho que sempre curti mais a Europa do que os EUA. Até hoje me aventuro na cozinha seja fazendo uma paella, uma coquille Saint-Jacques, uma (salada) caprese ou até mesmo um schweinshaxe.





Que coincidência! Acabo de jantar paella… Mas me diga, qual é a sua receita de caprese, modo de ver se… é tão boa quanto a minha, well
Mozzarella de búfala, tomate cereja, molho pesto e basílico. Corto os tamates ao meio e os coloco sobre as rodelas de mozzarella, coloco molho pesto e no final folhas de basílico, procuro não usar manjericão.

Mas… basílico e manjericão não são a mesma coisa?
Manjericão tem as folhas pequenas, o basílico, além de folhas grandes, tem um perfume mais ativo. Aliás, é um repelente natural.

Deixando os sabores, você voou até quando?
Voei até agosto de 2005. Saí no plano de demissão voluntária.

Por quê?
A situação da empresa não estava boa. Tive dois sustos em dois meses. Fiz um Frankfurt que arremeteu a decolagem três vezes o que criou um tremendo mal-estar entre os passageiros, muitos desembarcaram.

Tive uma pane elétrica em outro voo voltando de Milão e quase pousamos em emergência em Madrid. Além do mais, a empresa estava mal de caixa.

Preferi sair.

Quais eram os equipamentos?
Frankfurt/GRU era de MD-11 e de Milão/GRU era um B-767.

Como você se apercebia que ‘a empresa estava mal de caixa’?
Primeiro começou pagando em duas vezes, depois começou a atrasar  os pagamentos.
Foram trocando a qualidade dos produtos servidos a bordo por outros bem inferiores. A própria manutenção deixava a desejar.
Quando  fui fazer a homologação no sindicato, o representante da empresa levou um valor bem inferior ao que eu deveria receber. Vi que era pegar ou não levar nada.

Recebeu em promissórias?
Acho que umas quatro somente, depois não recebi mais nada.

Quer dizer, você ficou com promissórias na gaveta?
Claro, eu e todos.

A empresa durou mais um ano depois da sua saída…
Acho que sim, mas não honrou os pagamentos das promissórias, tenho praticamente a maioria que estão com um advogado.

E não honrou os últimos quatro meses de salários…
Enfim, uma agonia de dar pena, não?
Verdade, ainda voando eu emprestava algum para que colegas pudessem pagar o Cemal ou renovar passaportes.

Um final de semana eu estava indo para Amsterdam, o comandante fez um briefing e perguntou se todos nós tínhamos cartões de crédito internacional pois correríamos o risco de não voltar. Quase que o voo não saiu. Depois ele pediu desculpa e disse que era apenas uma brincadeira. De mau gosto, é claro.

Infelizmente vivemos em um país onde as pessoas não brigam por seus direitos. Povo alienado, ignorante, só discute futebol. Olha a enrascada em que estamos. O país quebrado e pessoas ainda defendem esta esquerda burra que está aí. Rasgaram a CLT, venderam a empresa a preço de banana, não indenizaram seus funcionários. Acho que a aviação no Brasil acabou. Você se lembra do Dirceu prometendo fechar a empresa quando foi retirado da primeira classe lá em Porto Alegre? Pois é, ele conseguiu, só espero que ele morra na cadeia.

Opa! Não estava sabendo desse incidente com o Dirceu…
Pois é, meu caro, eu não estava no voo. Mas soube que no voo que saiu de São Paulo para Buenos Aires com escala em Porto Alegre o avião lotou. Dirceu estava na primeira classe em um lugar da Varig. O voo era code-share com a TAM e os lugares dela estavam ocupados, nosso amigo teve que voltar para a executiva para ceder o assento para um pax Varig pago. Segundo os tripulantes ele o fez, mas antes disse um monte de impropérios e que iria fechar a Varig. Este fato foi comentado pela aviação inteira.

Rolando, qual é a sua opinião sobre sindicato cutista e petista se arvorar em representante dos desgraçados pelo Aerus junto ao governo… petista?
Bom, primeiro, eu gostaria de dizer que nunca gostei do PT. Nunca acreditei nesta esquerda burra e fascista que assumiu o poder no país nos levando à falência.

Sempre fui sindicalizado, mas nunca acreditei no sindicato. O nossso sindicato assim como todos os outros sempre foram uns cabides de empregos. Não me lembro da Graziella carregando bandejas, assim como também não me lembro do Lavorato fazendo algo em prol dos aeronautas.

Quando fizemos aquela greve em 1985, com adesão praticamente total, foi uma concientização geral. Não foi uma greve sindical, não havia lideranças, mas um grupo que queria ser respeitado.

Com o advento da Cut e a fundação do PT as lideranças sindicais deste país saíram dos sindicatos e foram morar em castelos em Brasília.

Quem não se lembra do ministro sindicalista Rogério Magri levando a cadela em carro oficial para o veterinário?

Do Vicentinho fazendo jogging com segurança paga pelo contribuinte brasileiro?

Na realidade estes caras nunca foram sindicalistas, mas esquerda-caviar. Ser líder sindical no país infelizmente não quer dizer comprometimento, mas sim corporativismo. Quem está lá não quer largar a mordomia e são muitas.

Quanto ao sindicato cutista e petista se arvorar em representantes dos desgraçados pelo Aerus eu acho que é balela. Se Cut quisesse fazer algo, teria feito antes da empresa falir e o Lula decretar intervenção do fundo Aerus.

A CUT e outros sindicatos ligados a ela estão com os dias contados. Os brasileiros não querem mais levar este tipo de sindicato nas costas. O Globo publicou dias atrás uma reportagem sobre os sindicatos e as fortunas que estes arrecadam.

As pessoas pagam imposto sindical porque são obrigadas, mas não querem ser sindicalizadas.

Aliás eu gostaria de perguntar como a Graziella vai se aposentar? Certamente não vai ser como aeronauta.

E o Lavorato que nunca mais ouvi falar? Sei que recebia salário de perseguido político que na época era cerca de R$23.000,00. Estes foram nossos sindicalistas. Sincalismo e esquerda são coisas que não deram certo ao longo da história da humanidade.

Na verdade verdadeira, essa usurpação representativa nem é mais feita pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas, mas sim, por uma pessoa singular que agora diz-se quadro de uma tal de Fentac, uma federação criada à feição da CUT para tirar o tapete da então (nem sei se ainda existe) FNTTA-Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aéreos…

Lavorato foi para o DIEESE, depois foi ser presidente da Abcred… atualmente não sei. Enfim, é um quadro do Partido dos Trabalhadores.

Você é aposentado pelo Aerus?
Sou sim, mas recebo tão pouco que nunca deixei de trabalhar. Trabalho em uma rede hoteleira.

Que ótimo! E o que faz?
Eu trabalho de order taker, atendo pedidos de room service e sou caixa do restaurante.

A sua prática anterior, a de comissário de voo, ‘ajuda’ nessa sua nova função?
Claro que sim. Ajuda e muito. Só hoje eu posso ver como nós éramos capacitados, como sabíamos das coisas. Como fazer um " mise en place", nome de comidas em outros idiomas que a maioria das pessoas não sabe. Acho que a aviação que voamos nos deu um "savoir faire" que nenhuma outra profissão proporcionou. A diferença entre um hotel é grande mas as coisas se parecem.

Você tem saudades do voo?
Para ser sincero não. De vez em quando eu sonho estar fazendo um voo, a habilitação vencida ou com o visto americano vencido.
Às vezes desço a Via Cavour em Roma ou a Champs-Élysées.

Avenida Champs-Élysées, Paris

Sempre sonho com Roma, talvez por ter sido o lugar para onde mais voei.

O que mais lhe tirava do sério no voo?
Acho que nada me tirava do sério. Sempre fui bom colega, bom profissinal, me considerava um bom líder.

Fui chefe de equipe muito jovem e tive que enfrentar a má vontade de colegas que me desafiavam e me boicotavam. No começo foi dificil, mas depois eles entenderam. Nunca fiquei parado, trabalhava em todas as cabines. Houve vezes que tive que me impor e falar duro, não grosseiramente. Acho que na maioria das vezes eu encarnava um paizão. 

Márcia Mendes, Maria Schufner e Rolando, Nagóia, Japão, foto: arquivo pessoal

Uma coisa que nunca vou esquecer, foi uma arremetida em Paris em um B-777. Já estávamos em procedimento para pouso e, de repente, aquela ‘senhora’ arremetida que assustou todos. Fiz o speech avisando aos passageiros o motivo daquela situação incômoda e, de repente, a comissária que estava sentada à minha frente começou a gritar e a chorar. Gritava tão alto que tive que colocá-la no toalete. Ela conseguiu se acalmar e pousamos com tranquilidade.

Em Amsterdam eu a chamei para jantar mas ela não quis. Os gritos e as coisas que ela falou ficaram na minha memória. Acho que também temos uma válvula "out flow", que é acionada de vez em quando. Respeitei aquele momento.

E sempre dei sorte, voava com os melhores profissionais da empresa, quando alguém se destoava, logo entrava no clima e coisa rolava.

Que ‘coisas’ a comissária falou?
Gritava, não dizia. Que tinha um filho com síndrome de Down e tinha sido abandonada pelo marido. Que não via a cor do dinheiro fazia tempos e que estava passando necessidades. Coisas desse tipo, afinal, todos estávamos no mesmo barco.

E atualmente, o que lhe tira do sério?
O Brasil me tira do sério. Gostaria de ir embora e não pisar mais aqui. Com essa maldita matrix econômica do PT o país quebrou. Temos um país inchado e perdulário. Um governo promíscuo que deita com quem o apóia.

Vejo o brasileiro, agora, triste, sem perspectivas. Tudo nos foi tirado. A esperança, dignidade, saúde, educação, segurança. Retrocedemos uns vinte anos.

Quando volto do trabalho vejo a quantidade de lojas que fecharam por causa de um governo incompetente e corrupto. Além disso, o brasileiro não se deu conta que ele é patrão, governo não produz nada a não ser administrar nossos impostos e investir nas coisas mais básicas.

A cada sete minutos um cidadão perde seu emprego e o país está parado.

Acho que vamos viver um momento muito único, acredito que vamos ter confronto.

As coisas por aqui nunca foram fáceis. Nossa independência de Portugal não foi pacífica, custou muitas vidas e esse processo durou mais de um ano. O aparelhamento do Estado pelo Lula e Dilma tornaram as coisas mais difíceis. Somos um país dividido em pobres e ricos, negros e brancos, patrões e empregados.

Estamos vivendo, mais ou menos, o que a Espanha viveu antes da guerra civil.

Espanha, julho de 1936, imagem: Frank Capra
Isso tudo me assusta e me tira do sério.

Relacionado:

Conversas anteriores:

6 comentários:

  1. Parabéns, Jim, e parabéns Rolando, pela entrevista!
    Experimentei um sentimento de saudade com nostalgia, que estava guardado na gaveta, com outros sonhos abortados pela situação que estamos vivendo. Mas não podemos nos abater. Vamos em frente, ainda podemos fazer e sentir muitas coisas boas. Abraço afetuoso.

    ResponderExcluir
  2. Excelente entrevista. Perguntas bem aplicadas, objetivas e as respostas assertivas . Esse é "dos meus" . Em um breve texto, o entrevistado expõe o que é o Brasil de hoje , o que foi a VARIG ontem e , principalmente, a contribuição do personagem do arcadista lusitano Tomás Antonio Gonzaga para o fim da "Pioneira" . Ao que parece , o aludido jagodes logrou êxito . Hoje jaz ( talvez não por muito tempo) no seu devido lugar: atrás das grades.
    Assim, apesar de todas as mazelas que estamos passando ( uma certa ditadura esquerdista...) mudar de pátria não deve ser a solução. Temos é que lutar aqui dentro para restaurar a dignidade , o civismo e a ética, entre outras coisas do bem .
    Ai, cinco vezes ... tem horas que bate uma saudade verde-oliva...
    Haveremos de vencer o malefício do linfoma petista ; sem perder o carinho, a tolerância e a amizade pelos que nos são caros.
    Parabéns ao "Cão que fuma" ; parabéns ao Rolando.
    Abração.

    Sidnei Oliveira
    Assistido Aerus - RJ

    ResponderExcluir
  3. Parabéns Rolando! Excelente entrevista! Ética e emocionante!
    Cláudio

    ResponderExcluir
  4. Jim, muito boa e bacana sua entrevista com Rolando. Nos relembra ene fatos e momentos vividos por cada um de nós.
    Rolando, um grande Abração, pena que estás longe, pois caso contrário poderias por em prática o Alemão que estudas, comigo.

    Realmente nossa Cultura é Múltipla e não nos dávamos conta do quanto sabíamos e conhecíamos, mas o importante é que vivemos.
    Um Abraço Fraterno.
    Heitor Rudolfo Volkart

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Whatsapp está aí para isso. Para se comunicar por voz e por escrito. Vi

      Excluir
  5. Parabéns Jim. Parabéns Rolando. Está perfeito. Grande abraço.

    ResponderExcluir

Por favor, evite o anonimato! Mesmo que opte pelo botãozinho "Anônimo", escreva o seu nome no final do seu comentário.
Não use CAIXA ALTA, (Não grite!) isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente.
Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-