terça-feira, 21 de março de 2017

[Aparecido rasga o verbo] Águas de março sob a ponte 64

Aparecido Raimundo de Souza

Há cinquenta e seis anos a democracia foi sumariamente destroçada no Brasil por um fulminante golpe militar. Tudo começou com a renúncia de Jânio Quadros (que adorava as pinturas de Michelangelo Merisi) em agosto de 1961. Como vice em exercício, João Goulart (que torcia pelo Vasco e não via Goulart, só goucart) o substituiria na presidência. Porém, um clima de insatisfação e agitação popular, logo em seguida, lhe fez deposto. Os generais Luiz Carlos Guedes e Olímpio Mourão Filho, de Minas Gerais, se rebelaram contra esse governo. O ardil ilegal e violento teve um desfecho rápido e bem-sucedido. Era 31 de março de 1964.

Brincadeiras à parte, voltemos à seriedade que o texto exige. Alguém, por acaso se lembra dos números exatos daquela repressão? Dez mil exilados, sete mil, trezentos e oitenta e sete acusações formalizadas por subversão, das quais (duas mil, oitocentos e sessenta e oito contra jovens com menos de vinte e cinco anos), quatro mil, seiscentos e oitenta e dois cassados e cerca de trezentos mortos e desaparecidos...

Outro fato também de vital importância aconteceu alguns anos adiante. Corria 1969 em sua magnificência e esplendor. John Lennon e Yoko Ono, recém-casados, se instalaram na suíte de honra do Hotel Hilton em Amsterdã. Na véspera do evento, avisaram a imprensa que estariam à disposição do público para falarem sobre seu Bed-in For Peace ou (Na cama pela paz). E assim foi.

Durante uma semana, presos aos lençóis, os dois, pelados e sem máscaras discutiram a guerra e a paz, não a de Leon Tolstói, mas a guerra, sem a paz, que nos acompanha diariamente, mostrando, de perto, que o passado continua presente, principalmente aquele relacionado ao rompimento e à violação da democracia.

Afinal, que ligações teriam esses dois fatos isolados da história com o assunto que pretendemos trazer à baila? Muitos! Na verdade, o que queremos deixar claro, senhoras e senhores, é que o 31 de março de 1964 nunca saiu de cena definitivamente. Pelo menos, não o bastante para afugentar o fantasma frio e abominável cuja figura maligna e cancerosa prevalece desde Arquimedes (matemático e inventor grego que descobriu os princípios fundamentais da hidrostática).

Rotulado com cara e roupagem moderna, esse passado, hoje, esconde por debaixo da máscara infame, a síndrome de uma doença incurável e suficientemente selvagem para ser cognominada de triste pesadelo. Está, pois, vivo e pulsante, nos atropelando como os muitos carros e ônibus que ocupam as ruas e avenidas em números cada vez maiores.

É lamentável e, porque não dizer, vergonhoso, admitir a situação caótica e vexatória pela qual atravessa o País. Sem comandante decente, redundou num verdadeiro paraíso de bandidagem, um território federativo sem ordem e sem lei.

Recordam, quando Jânio renunciou? Pois bem, seu sucessor se achava em visita à China. Alguns ministros e políticos da UDN (Um dia Dominaremos a Nação) tentavam impedir que se cumprisse a Constituição, alegando que um comunista não poderia assumir a presidência do Brasil. Como se essa presidência fosse uma coisa muito importante. Para nós, em particular, a presidência não passa de uma caixa preta, uma maçonaria de rito escuso, impudico, indecente, dúbio, um saco de fezes, onde chafurdam, como porcos, uma vara de filhos da puta que não valem o feijão que comem.  

Com a renúncia de Jânio, o então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, aliado ao comando do III Exército, lançou uma campanha, batizada com o nome de “Campanha da Legalidade”. Essa campanha tinha de tudo, menos LEGALIDADE. Com ela, e em nome dela, o malandro do Brizola conquistou o apoio de boa parte da população brasileira. Sempre haverá uma legião de trouxas por detrás de um pilantra apoiando suas ideias estapafúrdias, desde que alguém se dê bem e leve alguma vantagem, mesmo que essa vantagem seja a de tomar um cacete bem grande no olho do rabo.

Todavia, por baixo dos vestidos das putas, o temor maior dos envolvidos se fundava em que a disputa pela sucessão presidencial se convertesse numa guerra civil, o que, de certa forma, contribuiria, como de fato contribuiu, para que fosse estabelecido um acordo, às pressas, entre as partes antagonistas: João Goulart assumiria o poder, porém, somente após a aprovação, pelo Congresso Nacional, de um Ato Adicional à Constituição de 1946, que instaurasse o regime parlamentarista no País.

Definiu-se, também, que a continuidade do parlamentarismo dependeria de um plebiscito a ser realizado mais tarde, ratificando ou não, aquele Ato Adicional. Assim, mais uma vez na história, o exercício do Poder Executivo passaria a ser atribuição de um primeiro-ministro, o qual, para efetivar suas decisões, deveria contar com a aprovação do Congresso.

Nesse pulo do leão, na jugular dos trouxas, aos 2 de setembro de 1961 foi aprovado o Ato Adicional e, no dia 7, João Goulart assumiu a tão sonhada e cagada presidência da República. O regime parlamentar, imposto em meio a um clima de luta e convulsão, provocou intenso descontentamento e ganhou tremenda e funesta impopularidade.

O presidente, democraticamente eleito, funcionava, a partir de então, como mero ornamento político (um boneco de fantoche movido por cordas invisíveis, como Michel Jackson Temer, hoje), pois quem efetivamente detinha o poder e usufruía dele, eram os gabinetes parlamentares chefiados por um primeiro-ministro, que no período compreendido entre 1961 e 1963, foram os seguintes: Tancredo Neves, Brochardo da Rocha, que brochou uma semana depois. Brochardo ou Brochado, carregava a bandeira do PSD (Partido dos Salafrários e Desordeiros) e junto dele, Hermes Lima, do PSB ou Partido dos Safados e Bandidos.

Observem, senhoras e senhores, que a história dos idos da revolução não difere muito da que vivemos na atualidade. Com uma diferença. Ela se tornou adulta e mesmo no patamar da maioridade apresenta sequelas irreparáveis de um passado que continua bem presente em cada um de nós.  Mas em que sentido?  Vamos tentar explicar o óbvio.

Como é do conhecimento geral, temos um Chefe de Estado, que se abancou no cargo depois de um chute bem dado na bunda da sua aliada Dilma Rouboussett. Todavia, quem governa quem efetivamente apita e manda nesse país de cobras e lagartos, são as Forças Ocultas que agem por detrás dele.

Quem, hoje, saberia dizer, quem são os líderes das Forças Ocultas? Tancredo, Brochardo e Hermes, obviamente estão fora, há muito tempo. Contudo, o chefe da nação continua sendo uma figura meramente decorativa. Um verme elevado ao quadrado, um câncer na barriga de dos brasileiros.

Michel Jackson Temer, estamos cansados de saber, levou o País ao caos, ou melhor, leva o que restou desse rincão querido, à bancarrota, à falência moral e à quebradeira de todos os preceitos éticos existentes.

Em paralelo a esse desastre, Temer entregou de bandeja aos americanos o que restou da boa terra.  Pior, nessa desgraça sem precedentes, ainda hoje, ou ainda agora, existem criaturas querendo incutir na cabeça dos mais jovens que o País é soberano. Soberano, amadas e amados, só se for nas terras descritas magistralmente nos romances de C.S. Lewis em suas “Crônicas de Nárnia”.

E as mentiras, os enganos, as fraudes e as imposturas, por seu turno, brotam como água em nascente. Por essa razão, somos obrigados a assistir, calados e amordaçados, aos horários políticos, onde o partido de um outro  Peter Pan sem charme (notem que ele tem traços de veado), sem classe, sem postura de  honestidade, engabela a população com fábulas e doutrinas do arco da velha, promovendo verdadeiras lavagens cerebrais nos milhares e milhões de despreparados e famintos, afirmando, entre outras coisas, que a inflação e a carestia estão controladas e o desemprego chegou ao fim devido as frentes de trabalho que o partido dele, criou para as massas carentes.

Sem mencionarmos a tal da reforma da previdência. A nosso ver, deveria se REFORMAR, antes de qualquer coisa, A PRESIDÊNCIA. Colocar para administrar esse Brasil fodido, por exemplo, um Tiririca da vida. Aí, nós todos, sem exceção, seríamos um povo palhaço, contudo, teríamos no PODER um presidente igualmente BUFÃO.

A merda fede a bom feder, na enorme bacia de privada chamada Brasília e esse mau cheiro não é de agora. No tempo de Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, os estragos começaram com os grampos de cabelo em face do macaco velho André Lara Resende, na época, ex-presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a volta triunfal, ao poder, ainda que por três dias, do elemento João Batista Campelo, diretor relâmpago da Polícia Federal, que tinha por hábito torturar presos como fez com o ex-padre José Antônio Monteiro.

Evidentemente, por essas visões sinistras e cavernosas, que surgem aos borbotões, todos os dias, e com as quais ficamos estarrecidos, boquiabertos e pasmos, se junta o fato mais alarmante ainda de um poder paralelo juntamente com o Planalto de asfixiar, cobrir, dominar, sem mais nem menos, as investidas da oposição (existe oposição??!!) no tocante à lista do Procurador que não procura nem seu nariz, criatura que atende pelo nome de Fachin(nha) na pitoresca enroscação de enviar a papelada onde um monte de ladrões e vigaristas, malandros e cafajestes, num total de cento e sete nomes, tem seus patronímicos citados, o que, aliás, diga-se grosso modo, redundaria no primeiro passo para o afastamento de uma corja de capadócios e parlapatões que mamam e vegetam às expensas de nossos bolsos. 

Em sendo assim, somos induzidos ou persuadidos a admitir que o fatídico 31 de março mesmo tendo passado cinquenta e três anos, ainda incomoda com suas águas turvas e insondáveis (mais turvas e insondáveis que os rejeitos da mineradora Samarco, que mandou para o espaço o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais), mesclando de cores tétricas e ameaçadoras a paisagem da ponte em direção à Liberdade. Em convizinha semelhança, a democracia continua sendo aquela figura de retórica bonita e charmosa, sedutora e enfeitiçante, só encontrada nos dicionários. Justiça social, idem.

Com relação às frentes de trabalho veiculadas pelos punguistas e flibusteiros da plebe populacha, nessas propagandas partidárias em horários nobres, onde os picaretas, na maior cara de pau vomitam existir uma frente de trabalho com mais de duzentos e setenta mil empregos para serem oferecidos aos de rendas inferiores, bastando, para tanto, sejam eleitos, nos dá vontade, senhoras e senhores, meter uma bala na fuça de cada um desses pandilhas e engazopadores.

E possível, todavia, que essa mágica dos empregos fantasmas, esteja em aberto em algumas fazendas e chacrinhas espalhadas pelo Brasil, em nome de laranjas. Dessa forma, diante dessas mentiradas o que as pessoas precisam entender e colocar na cabeça, além das tramas baratas das novelas da Globo, é que Temer não governa porra nenhuma, ou melhor, governa sim, governa um país do tipo idealizado pelo escritor inglês Thomas Morus, onde tudo está organizado de forma irrepreensível.

Acomodado ajeitadamente como o nosso PCC, a Falange Vermelha, os Fernandinhos Beira-mar, e outras facções. No mesmo buraco aberto, proliferam os Lululas e Lalaus e outras denominações existentes que dispõem de carta branca e, nesse tom, mandam e desmandam. Lá no país de Morus senhoras e senhores, não existem guerras, não se falam em assaltos ou em moratórias.

Aqui também temos um país assim. A inflação é zero, o desemprego foi substituído por um tal de continuísmo (ou seria nepotismo?), não importa! Todos estão bem ocupados, graças ao bom Deus, mamando nas tetas de uma espécie incomum de mamífero de raça pura conhecida pela alcunha de “candanguense”.

Atrelados aos candanguenses, ou brasilienses, os baianos, os sergipanos, os paulistanos, os cariocas, os cearenses, enfim, amadas e amados, a lista se levada a termo seria maior que a de Schindler, não fosse o NOVO rol apresentado, agora, pelo procurador Fachin(nha). 

Michel Jackson Temer reina nessas paragens onde a tal democracia se traduz como “o conjunto dos poderes exercidos pelo Congresso Nacional, Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa e as Forças Ocultas”.  Não existe democracia plena, sem o poder das Forças Ocultas. Mas uma indagação se sobrepõe, furiosa: e a soberania do povo?

Bem, a soberania do povo está mal das pernas, internada, quase em coma, na CTI de um hospital do SUS à espera que apareça um auxiliar de enfermagem do porte de Edson Izidoro Guimarães (conseguem rememorar esse episódio??!!) e lhe aplique uma injeção de cloreto de potássio vitaminada com pelo menos 0,38% dos IMPOSTOS arrecadados dos bolsos dessa sociedade de bundas-moles todos os trilhões de boçais que mantém contas em bancos.  

Enquanto isso, aguardando pacientemente o gelo derreter, nós (os Zés Povinhos e as Luzias Regos Fundos da periferia, a velha e surrada arraia miúda, os cu-sujos) continuamos sentados, como macaquinhos de auditório assistindo o ilustre Regente e sua maravilhosa orquestra de chibancas tocando as músicas que melhor lhes encantam os ouvidos.

Nesse interregno, pelo menos, seria bom que casais de senso e mente abertas se propusessem a repetir o gesto condescendente de Lennon de 1969. Certamente se estivesse nesse planeta, o autor de “Imagine” não teria dúvidas em novamente praticar, junto com a sua Yoko, o famoso bed-in em favor não só dos desvalidos e desgraçados, como também e principalmente, dos mamanguacianos de Kosovo, nele incluído o famigerado presidente Slobodan Milosevic.


Não sabemos o que os mamanguacianos de Kosovo e Slobodan Milosevic têm a ver com esse texto, contudo, retrocedendo passos atrás e voltando a Lennon, a técnica desse músico interessante se perdeu na serração espessa do esquecimento.

Ninguém, desde então, teve a coragem e a ousadia de repetir o “jait”, ainda que sem o sensacionalismo que envolveria o ex-integrante dos Beatles. Uma pena!

No entanto, se de repente a multidão acordasse, despertasse, saísse do sono eterno que anda enfiado no corpo de cada brasileiro (de bem) e houvesse um levante de pessoas com os pensamentos voltados para Charles Chal, que morreu nas masmorras da ditadura, açoitado como rato de esgoto (sete costelas quebradas, hemorragia interna, hemorragia puntiformes cerebrais e esquimoses por todo o corpo), talvez criassem  coragem para um “road show” em praça pública em clamor dos desempregados, dos esfaimados, dos sem teto, dos menores abandonados, ou em campanha para que as cestas básicas da população não aumentassem e as crianças  que encontramos pelas sinaleiras arranjassem um lugar decente para viverem condignamente.

Aqui está o ponto nevrálgico em que os dois fatos da história (31 de março de 1964 e o casamento de Lennon e Yoko em 1969 se interligam e deixam, portanto, de ser isolados, para ser um fato único e relevante). Na verdade, queríamos que a cena do Hotel Hilton, em Amsterdã, se repetisse continuamente, com gente de agora, com pessoas que vivem o dia a dia da complicadíssima era Temer.

Se essa multidão se juntasse, coesa, indestrutível e escudada sob a bandeira de Lucia Maria Murat Vasconcelos, currada na prisão e submetida a toda sorte de sevícias pelo patriotismo desmiolado de seus algozes (que se divertiam introduzindo baratas em seu ânus e depois a fazendo mastigar e engolir), quem sabe se dariam ao luxo de um bad-in pela inflação, pelos doentes e moribundos que se deslocam até os postos de saúde da rede pública e ali amargam por um socorro que nunca chegará, ainda que para tomar uma simples dose de vacina contra a erradicada (kikikiki...) febre amarela.

Na mesma linha de idéias e ideais, os nossos adolescentes, ao invés de buscarem lugares perigosos para namoros e flertes escondidos dos pais, ao invés de ficarem como idiotas alienados dependurados em seus aparelhos celulares de ultima geração, se enfrentassem os curiosos das pracinhas e jardins de seus bairros e, por algumas horas se dedicassem a presentear os transeuntes com um bed-in (não necessariamente ficar pelados e descambar com a coisa para o lado da sacanagem), quem sabe a coisa melhorasse um pouco.

Demonstrassem com o gesto, a mesma coragem e a garra de Lennon e Yoko, certamente teríamos uma chance maior para pugnarmos por uma causa nobre e justa, e talvez, o pisoteado e angustiado neobobo do caipira não se sentisse encurralado, desprotegido, espoliado e literalmente aterrorizado.

Quem sabe a união desses jovens mudasse, para melhor, o quadro, o perfil lúgubre das nossas instituições falidas e corrompidas, que servem de fachada para o acobertamento de interesses cooperativistas em detrimento das leis e direitos dos cidadãos. O passo certo para se chegar a isso é muito simples e de fácil entendimento.

Enquanto perdurarem os currais de porcos no epicentro Brasília, enquanto os vagabundos chafurdam na merda, as cidades, melhor dizendo, os Estados que compõem o grande leque da Federação, continuarão a ser tomados de assalto por verdadeiras quadrilhas organizadas, espalhadas pelos mais variados segmentos, girando a engrenagem como um imenso carrossel e, com o seu gingar, vibrando cada vez mais alta a paranóica sintonia com os ruídos da repressão de 31 de março de 1964.

Se efetivamente queremos e objetivamos dar transparência ao processo político, acabando com as torturas que nos ultrajam a cada nova mudança de governo, precisamos impingir a ele, ou melhor a eles, os safados da câmara, os vigaristas do senado, os enganadores da justiça, sem mais delongas, a nossa vontade maior, cobrando, ao pé da letra, uma definição sem meios termos, não depondo as armas, jamais, ou abrindo a guarda, entretanto, conduzindo o sistema de maneira que possamos, de uma vez por todas, esmagá-los, triturá-los com a força pujante da soberania que emana do meio do povo.

O povo tem a força, mas se limita a pensar como o cavalo, que se deixa escravizar pelo dono da carroça. Será que é tão difícil assim para as pessoas de brio, vergonha, caráter e senso prático entenderem tudo isso?

Acreditem minha gente, somente nesse patamar e desse estágio, nossas vozes, serão, finalmente, ouvidas. A futuro porvir, combateremos o Dragão faminto e infame, infame e faminto, como espetacularmente nos ensinou Cressida Cowell.  

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Título e texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. Do Sítio ”Shangri-La” – Um lugar perdido no meio do nada. 21-3-2017

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