sexta-feira, 22 de junho de 2018

Neymar, o mesmo péssimo exemplo para o Brasil

Assisti ao jogo. A Deus graças, sem ter que ouvir Galvão Bueno ou outros ‘patriotas’ irritantes.

Vi a tentativa de cavar o pênalti. Patética!


Percebi os palavrões que esse jogador dirigiu ao juiz e a jogadores da Costa Rica.



E o pateta fechou com chave de ouro, simulando um choro convulsivo. Tão seco, o choro, que ele finalizou o teatro puxando a camiseta para a cabeça, modo de esconder o rosto "lavado em lágrimas".


Foto: Wander Roberto/Inovafoto/Gazeta
Foto: Olga Maltseva/AFP

Gostaria de ver tantas reportagens, em direto ou não, na TV Globo, sobre este péssimo exemplo para a imagem do Brasil no mundo. Tantas quantas as dedicadas aos vídeos de uma cambada de idiotas que abusaram grosseiramente de gentis e ingênuas moças russas. Aliás, numa dessas matérias da Globo (as vi por acaso quando editava o último artigo do Aparecido), um repórter, que citou a amiga russa e o amigo russo, navegava com visível prazer na acusação de misoginia, homofobia (!?), tal e qual pronunciam os arautos e representantes de uma ideologia política que já dominou a Federação Russa.


3 comentários:

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