quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] Butchers: carne maturada e desavergonhada

Fica em Lisboa, no Parque das Nações, na Rua do Polo Sul, 15. Da Estação do Oriente, fica a cinco minutos caminhando na direção sul.

A página do restaurante no Facebook. No Trip Advisor está com 57% das avaliações “excelente”.

Fomos conhecer este ‘famoso’ restaurante de carnes, o casal LT/HT e este escriba. À entrada, o restaurante  pavoneia.


Chegamos cedo, pois que a partir das 20h o restaurante não aceita reservas, vai atendendo conforme a chegada.

A recepção francamente ‘amadora’: uma funcionária olha para nós, e nós para ela, e ela não olha mais para nós. Eis que se aproxima um funcionário, e nós nos achegamos a ele, e ele nos levou a uma mesa. E nos deixou decorando o cardápio.

Eis que se aproxima uma funcionária de traços orientais, anota os nossos pedidos. Que chegaram relativamente rápido.



Os acompanhamentos, como podem ser vistos nas fotos, eram palitos ‘grosseiros’ de batata doce e uma salada: três folhinhas verdes com dois tomatinhos vermelhos. Uma fartura!

O casal pediu: ela, maminha maturada; ele, butcher steak. Eu pedi picanha.

Provei um pedacinho das carnes deles, estavam boas. (Só podiam estar boas, né?, afinal, estávamos num restaurante ‘especializado’ em carnes).

A minha picanha estava boa. (Se eu estivesse num restaurante do bairro com o menu a oito dinheirinhos, eu diria, ótima.) Mas, num restaurante, pretenso especializado e doutorado em carnes, reafirmo: a picanha estava boa (só), a fatia muito fina.


Para quem já comeu picanha maturada, servida num espeto, dois nacos de quase meio quilo para cada pessoinha, num boteco (que me perdoem os botecos), logo na esquina, saindo à direita, embaixo das subsedes do Sindicato Nacional dos Aeronautas e da Associação dos Comissários da Varig, em São Paulo, em frente ao aeroporto de Congonhas, a minha ‘picanha maturada (35 dias!) que comi no Butchers, mais parecia uma fatia de uma ótima carne servida num SPA de emagrecimento ou de rejuvenescimento.

O Trinca Bolotas, excelente. LT afirmou que o valor cobrado pelo restaurante não é escandaloso em relação ao custo da garrafa num supermercado.


Posso lá voltar, como convidado.

Se quiser ler uma avaliação bem menos condescendente do que a minha, por favor, sirva-se aqui.

Ah, outro detalhe, importantíssimo e revelador: os banheiros, tanto o feminino e o masculino, vamos dizer: abandonados.

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3 comentários:

  1. Ontem fui a uma excelente churrascaria em São Paulo, a capital da gastronomia no BRASIL.

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  2. Tô Fora. Restaurante mesmo é o Cão que Fuma. Quando for de novo a Lisboa, estarei lá no Câo que Fuma, batendo ponto e degustando os pratos que já vi por foto. Se o restaurante tiver a qualidade do homônimo escrito e se o chefe comandar a cozinha como o Jim comanda a publicação, regalar-me-ei. Como todos os meus comentários saem como se eu fosse um anônimo, trobeteio logo que meu nome é Pedro Frederico Caldas. Chega de anonimato!

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    1. Sobre o restaurante “Le chien qui fume”, no Porto, Portugal, que inspirou o nome deste blogue:
      Le chien qui fume

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