segunda-feira, 23 de março de 2015

[Da série "A vida que levei"...] 73º capítulo: Agua Brava


Adorava pernoitar em Madrid. Década de 70 e 80, o hotel de pernoite era o Barajas, pertinho do aeroporto internacional de Madrid. Atualmente pertence ao grupo Meliá.


O pernoite era de três dias inativos, no verão, então, era a glória. Tinha um coffee shop aberto vinte e quatro horas, a boate ia até às 4h.

Ao fundo, ou  melhor, no canto esquerdo da entrada do enorme lobby, havia uma mesa de sinuca e outras mesas para o pessoal jogar às cartas. Muito se jogou ao buraco, pôquer e sete e meio…

O hotel disponibilizava um micro-ônibus para o centro de Madrid, em horários predefinidos.


Nessas idas à cidade conheci a Calle Preciados, El Corte Inglés…
E foi nesta loja galeria que comprei, pela primeira vez, um vidro de Agua Brava. Uma colônia masculina, muito popular em Madrid naquela época; Madrid cheirava a Agua Brava, troçavam alguns colegas.



E também gostava de lá comprar as lavandas pós-banho, Puig e Henno de Pravia. Só encontrava lá.
Até hoje, aqui em Lisboa, só se encontra com facilidade no El Corte Inglés.


Falando em colônias, lembrei-me da Herbíssimo. Muito sucesso então. Havia uma diferença entre as embalagens da Espanha e de Portugal: uma era de vidro, a outra era de plástico.


Ah, outra famosa, portuguesa, não encontrei registro na internet! Lembra do nome? Bem lusitano: Nau.

Ganhei uma Agua Brava no último natal. 

Continua…

2 comentários:

  1. Quero comprar a colônia Herbíssimo aqui no RJj .Vc sabe onde posso achar e o preço?

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  2. Eu também quero comprar uma Herbíssimo (recipiente em plástico ou vidro, tanto faz), aqui em Lisboa... ;)

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