quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

En France socialiste... le coq-à-l'âne de Monsieur Hollande

La taxe des 75 % est morte et (bientôt) enterrée
Pour Hervé Gattegno, le projet a juste servi à faire croire à l'électorat de gauche que la politique fiscale n'épargnerait pas les plus riches.

AFP
Vous nous annoncez ce matin une disparition qui est un peu passée inaperçue durant les fêtes. Votre parti pris : la taxe de 75 % est morte et (bientôt) enterrée. Vous en êtes sûr ?
C'est plus qu'une certitude : une évidence. Officiellement, le gouvernement assure que l'annulation de la fameuse taxe n'est qu'une malheureuse péripétie et qu'il va revoir sa copie, parce que François Hollande l'exige. Officieusement, les ministres en parlent déjà au passé. De toute façon, aucun dispositif ne sera adopté avant juin, parce qu'il faut une loi de finances rectificative, rien d'applicable donc avant 2014 ; et le taux de 75 % sera abandonné, parce que le Conseil constitutionnel a fait comprendre que c'était un autre motif de censure possible et que le gouvernement ne voudra pas en prendre le risque. Donc, on peut dire que la taxe de 75 % est abandonnée... à 100 %.

A Santíssima Trindade da Constituição

Alberto de Freitas

Temos uma lei fundamental, qual alicerce inadaptado ao prédio que deve suportar. O tal de prédio está em risco de ruir e, por todo o lado surgem bitaites de pedreiro: muda janela; altera as portas; desmonta bidés; sobe persianas; dá pintura nova. Tudo, excepto mexer onde tem que se mexer: nas fundações onde a coisa se apoia.
Enviam-se as coisas para o Tribunal Constitucional e, emoção: o que sairá? Tudo pode ser ou não ser: 50% para cada lado, cara ou coroa.
E jornalista que se preza, entra no jogo: as zangas. Quem se zangará com quem? E de A a Z, discorrem-se opiniões. É como um jogo.
Os títulos dos jornais, sucedem-se como orgasmos múltiplos: "Cavaco dá recado: concorda mas não gosta". "CDS deixa..." mas também não gosta. "O Bispo (um qualquer) exorciza o governo". E agarram-se com todas forças à Constituição a quem acendem velinhas. A tal Constituição que não previu que o Estado deixasse de imprimir dinheiro a seu belo prazer; a tal que não impediu de fazermos parte de um todo, com poderes que se sobrepõem aos nacionais; a tal que permitiu o desvario que a todos endividou.
Mas a tal que é garante de termos aquilo que não temos e de sermos aquilo que não somos.
E tal como marginais cariocas, imaginamos que: “podíamos estar a roubar, podíamos estar a matar, mas não: estamos a pedir”, porque as “palas” constitucionais não nos deixam ver que só nos resta pedinchar... ou resolver o problema entre nós. Entre nós e Ela, a Constituição.
Título e Texto: Alberto de Freitas, 03-01-2013

Capas de alguns jornais, 03-01-2013:
Clique na imagem para acessar o jornal

Europe in 2013: A Year of Decision

George Friedman
The end of the year always prompts questions about what the most important issue of the next year may be. It's a simplistic question, since every year sees many things happen and for each of us a different one might be important. But it is still worth considering what single issue could cause the world to change course. In my view, the most important place to watch in 2013 is Europe.

Taken as a single geographic entity, Europe has the largest economy in the world. Should it choose to do so, it could become a military rival to the United States. Europe is one of the pillars of the global system, and what happens to Europe is going to define how the world works. I would argue that in 2013 we will begin to get clarity on the future of Europe.

The question is whether the European Union will stabilize itself, stop its fragmentation and begin preparing for more integration and expansion. Alternatively, the tensions could intensify within the European Union, the institutions could further lose legitimacy and its component states could increase the pace with which they pursue their own policies, both domestic and foreign.

The Embattled European Project
It has been more than four years since the crisis of 2008 and about two years since the problems spawned by 2008 generated a sovereign debt crisis and a banking crisis in Europe. Since that time, the crisis has turned from a financial to an economic crisis, with Europe moving into recession and unemployment across the Continent rising above 10 percent. More important, it has been a period in which the decision-making apparatus created at the founding of the European Union has been unable to create policy solutions that were both widely acceptable and able to be implemented. EU countries have faced each other less as members of a single political entity than as individual nation-states pursuing their own national interests in what has become something of a zero-sum game, where the success of one has to come at the expense of another.

This can be seen in two ways. The first dimension has centered on which countries should bear the financial burden of stabilizing the eurozone. The financially healthier countries wanted the weaker countries to bear the burden through austerity. The weaker countries wanted the stronger countries to bear the burden through continued lending despite the rising risk that the loans will not be fully repaid. The result has been constant attempts to compromise that have never quite worked out. The second dimension has been class. Should the burden be borne by the middle and lower classes by reducing government expenditures that benefit them? Or by the elites through increased taxation and regulation?

When you speak with Europeans who support the idea that Europe is in the process of solving its problems, the question becomes: What problem are they solving? Is it the problem of the banks? The problem of unemployment? Or the problem of countries' inability to find common solutions? More to the point, European officials have been working on this problem for years now, and they are among the best and brightest in the world. Their inability to craft a solution is not rooted in a lack of good ideas or the need to think about the problem more. It is rooted in the fact that there is no political agreement on who will pay the price geographically and socially. The national tensions and the class tensions have prevented the crafting of a solution that can be both agreed upon and honored.

Desmoralizado e com medo, Lula comanda campanha mentirosa e covarde contra Alvaro Dias

ucho.info
Sem controle – Que o objetivo de Luiz Inácio da Silva é blindar a si próprio a partir de ataques aos adversários todos sabem, algo que ficou ainda mais evidente na CPI do Cachoeira, criada por pressão do ex-metalúrgico, cujo objetivo era criar uma cortina de fumaça diante do julgamento do Mensalão do PT e vingar-se de Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás e um dos primeiros a denunciar o escândalo do Mensalão. O intento não logrou êxito, pois avançar nas investigações poderia atingir o próprio Lula e a atual inquilina do Palácio do Planalto, Dilma Rousseff.
Com a eclosão de novos escândalos de corrupção envolvendo o PT, como é o caso do esquema criminoso desmontado pela Operação Porto Seguro, os partidos de oposição decidiram não apenas cobrar explicações, o que é necessário, mas acenar com a possibilidade de criação da CPI da Rosemary, na qual Lula seria um dos investigados, já que a ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo, indiciada pela PF, falava em nome do petista e apresentava como sua namorada.

No Senado Federal, quem liderou a cobrança de explicações de forma insistente foi o senador tucano Alvaro Dias, do Paraná, que a mando de Lula passou a ser atacado diuturnamente pela cibernética tropa de choque financiada pelo PT. Da noite para o dia, começaram a circular na internet alguns e-mails acusando Alvaro Dias de ter um patrimônio de R$ 16 milhões, de origem supostamente ilícita. Acontece que Lula ordenou o ataque sem se certificar das armas que seriam utilizadas.
Durante a campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo, petistas falavam abertamente nos bastidores que o partido fracassou na tentativa de encontrar algum fato que pudesse incriminar Alvaro Dias.
É importante lembrar aos leitores que o ucho.info não tem procuração para defender o senador tucano, mas apenas cumpre o compromisso de revelar a verdade dos fatos. Quem acompanha o nosso trabalho sabe que não fazemos jornalismo de encomenda e nem protegemos políticos corruptos ou assemelhados.
Como o PT está desesperado diante das incertezas que rodeiam o futuro de Lula, a ordem é atacar os adversários, mesmo que para isso seja necessário lançar mão de leviandades e mentiras, o que não causa surpresa aos que já conhecem o modus operandi do partido. O primeiro passo do esclarecimento é desvendar de onde a tropa de choque petista tirou o valor de R$ 16 milhões. Desrespeitadores da lei, os petistas se valeram de informação que consta de um processo que corre sob segredo de Justiça, onde a mãe de uma das filhas de Alvaro Dias, que está prestes a atingir a maioridade, pleiteia de maneira atabalhoada parte do seu patrimônio.

"Na minha terra, o ronco do mar é igual ao da turbina do 737"

Meu amado amigo,
Da fonte de onde peguei essas historinhas, jorra uma cachoeira delas. Eu tenho um caderno da minha infância onde aparecem um monte de historinhas com vocês desenhados no cantinho das páginas. É um barato. Não consigo imaginar a minha vida sem essa aviação dos anos 80 e 90. Acho que não seria um décimo do que sou hoje.

Foto: Carlos Macapuna
Hoje foi o meu primeiro dia na praia aqui. Estava tudo tão lindo: o céu, as plantas (tem um coqueiral lindo aqui, e dunas imensas de areia branca, é como subir naquelas nuvens que a gente contorna com o avião), o mar, a areia - eu me sentia numa catedral... Eu estava muito emocionada quando cheguei aqui, porque com esse papo de calendário Maia eu achei que nunca mais ia ver essa praia de novo, foi terrível. A sensação que tenho agora é a de ver pela primeira vez uma praia que eu já conheço há mais de 30 anos, foi como nascer de novo. 

Teve um momento em que eu caminhei de onde estava até quase ao fim da praia (ela tem pra mais de 5 km de extensão por quase 1 km de largura, entramos com carro e tudo na areia porque é tudo muito longe lá) e ao parar num local muito deserto eu só ouvia o vento e o ruído das ondas no mar, e aquela visão do chão branco de areia e aquele céu imenso azul com vários níveis de nuvem misturados, tendo ao fundo a mistura de ruídos sendo que, ao inclinar a minha cabeça, o vento parava de interferir no ruído das ondas e eu só ouvia aquele ronco do mar. Ao presenciar o ronco puro do mar, o chão branco como uma imensa nuvem o céu rente a eles, formou-se uma paisagem que eu já havia visto em algum lugar.

Quem é Nirlando Beirão?

Preste atenção ao comentário dele! E, “se não souber ler pergunte ao guarda!”
Nirlando Beirão comenta desfechos do mensalão
Durante intervalo exclusivo para o R7, Nirlando Beirão comenta decisão de Joaquim Barbosa sobre os réus do mensalão.


Esse enxame de "comentadores" e "comentaristas" vai se proliferando e alastrando (a ideologia). Tá ligado?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Vamos lá! Quanto mais são "contra", mais sou a "favor"

Decidi, propositadamente, assistir, ou melhor, ir zapeando pelos telejornais das 20.
Comecei pela RTP1: a notícia sobre a diminuição dos juros da dívida portuguesa passou, é verdade, mas eu fiquei com pena da vergonha sentida pelos jornalistas da RTP em ter que divulgar essa alvissareira notícia. Por isso, não perguntaram a opinião de ninguém, vá que alguém fosse vibrar! (A SIC tampouco perguntou a opinião de quem quer que fosse). Agora, quanto à promulgação do Orçamento do Estado, foram perguntar aos secretários-gerais de uma central sindical e do departamento sindical do Partido Comunista Português. E o que disse este último? Ora, o esperado. Mais um insulto. Eu fico com erisipela quando ouço os representantes comunistas dos trabalhadores. Pois os julgo uma cambada de covardes, pois que não se manifestam nos países com regimes que eles, comunistas, defendem: Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, Brasil. Aliás, este último é um grande, se não um excelente exemplo para a reflexão daqueles sinceramente empenhados em sacar o que move tantas indignadas intervenções. No Brasil, quando os comunistas e assemelhados, do Partido dos Trabalhadores, estavam na oposição as greves eram diárias, capitaneadas pelo Departamento Sindical do PT: a CUT. As pichações eram muito parecidas com as que se leem nas ruas de Lisboa atualmente. Agora, onde estão esses indignados? Ou estão distribuindo carteiras de estudante, e cobrando por elas, ou estão nas empresas públicas. Na Petrobras, li há pouco, são 84 mil “trabalhadores”. O poderoso chefão, que todos sabemos quem é, continua lépido e faceiro, blindado pela malta que “luta pelos trabalhadores”. Lá e cá.
Bom, voltando ao zapping. Quando estava na SIC, terminei de ouvir Miguel Sousa Tavares, cujos esgares me causam má impressão, “comentando” a atualidade norte-americana. E, claro, se referindo ao Partido Republicano, repetiu, que nem boneco de ventríloquo, que aquele é dominado pelo Movimento Tea Party, de extrema-direita, disse ele. Olha, sem presunção, eu comentaria melhor a atualidade norte-americana.
Passei correndo pelo jornal das 9, na SIC Notícias. Passei correndo porque a entrevistada é Isabel Moreira, deputada pelo PS, começa dizendo que este governo “vê a constituição como um papel”. Ai, meu menino Jezusinho!
Vou para a TVI 24: "este orçamento é uma merda!" E temos que ouvir o partido mais representativo do povo português, aquele que em todas as eleições é o mais votado pelos portugueses, o PCP, com a grosseria (por falta de argumentos consistentes) que lhe é peculiar, pois nada mais sabem dizer ou fazer, “argumentar” que este orçamento é um “saque” (!?)
Fique tranquilo, generoso leitor, não estou nervoso, pelo contrário. Quanto mais eles são contra e torcem contra, mais eu sou a favor! Me sinto cada vez melhor em ser contra os “contras”. Inté!

"Duas ou três histórias sobre as minhas viagens"

M. F. A.
Estou aqui no balneário de S…, uma praia pra lá de maravilhosa. Estou na minha simpática casinha de verão. Ontem não fui à praia e como ia ficar em casa, minha mãe arrumou três “daminhas de honra” para me fazer companhia... Passamos a tarde conversando sobre escola, bonecas, desenhos animados e outras amenidades juvenis (falar de política e desarranjos da aviação com elas era meio complicado, muito crianças pra isso ainda). Relembrei minha infância, a forma como dava vazão à minha criatividade fazendo roupas de bonecas, desenhos, estatuetas de barro tirado do jardim, cuidando de bichinhos e outras atividades reservadas aos puros de coração.
Só não resisti em contar duas ou três estórias sobre as minhas viagens quando eu era criança, na verdade, três momentos em que eu perturbava os comissários ou vice-versa (crianças são danadas e adoram aprontar, e eu não era diferente... ainda mais em um avião!) e porque as meninas estavam rindo muito “encarnando” umas nas outras, aí me lembrei de minhas danações, ainda mais que sempre ia a S… depois de viagens aéreas, principalmente para Manaus.

B-727, da Transbrasil, Aeroporto do Rio de Janeiro, novembro de 1984. Foto: Pedro Aragão
1° caso: Eu estava subindo a escada do 727 da Transbrasil já me desmontando de medo porque toda vez que ia pra São Paulo a merda da turbulência já me esperava na chegada. Ao ver o comissário na porta perguntei toda nervosa:
- Moço, esse avião vai pra São Paulo?!
A biba devia estar atacada esse dia, olha só o que o sacana respondeu:
- NÃO, VAI PRA MIAMI!!
- ÉGUA! EU VOU DESCER ENTÃO! TCHAU! LICENÇA! - E desci correndo, o pessoal já me alcançou do meio pro final da escada!! (E olha que eu só tinha sete anos...)
(Comissário filho da p..., hein?)

A Credibilidade não é um Papillon

Maurício Barra

Em 2004, Dan Rather, jornalista sénior da CBS, ficou marcado por uma reportagem errada que assinou sobre o presidente George W. Bush no programa 60 Minutes II.
A gafe, além de ter manchado a imagem do jornalismo da CBS, motivou a saída de Dan Rather da condução do telejornal diário CBS Evening News, em Março de 2005, bem como o cancelamento do programa 60 Minutes II, a demissão de três executivos e da produtora responsável pela matéria, e ainda a queda do então presidente da CBS News, Andrew Hayward.
Para a CBS a credibilidade é o âmago da actividade jornalística: sem ela fica afectada a função de um órgão de comunicação social, mesmo que custe a perca de um dos mais prestigiados jornalistas americanos. Porque os jornalistas passam e a CBS fica.
Em Portugal, no Expresso e na SIC Notícias, Nicolau Santos e Ricardo Costa promoveram em diversos programas, divulgaram em bastas notícias e escreveram artigos laudatórios sobre um impostor ex-arguido que mentia, o qual já tinha sido exposto e denunciado em blogs conhecidos pela sua idoneidade. Nicolau Santos e Ricardo Costa, mimetizando o PS, exponenciaram a mentira porque politicamente lhes agradava: era contra o Governo e anunciava catástrofes ciclópicas para 2013, o que ia ao encontro da formatação política à esquerda em que transformaram o jornalismo outrora isento do Expresso e da SICN.
Infringiram as regras básicas do jornalismo, faltaram gravemente ao livro de estilo daqueles dois órgãos de imprensa da Impresa.
Pois, ao contrário do que Dan Rather e a CBS fizeram em 2004, para estes senhores não foi nada de mais. Umas desculpas esfarrapadas, como se a credibilidade perdida pudesse ser varrida e ocultada debaixo do tapete. E ficaram quietinhos nos seus lugares, porque estas coisas de dignidade não lhes diz nada, treinados que já estavam quando se demitiram da sua função de jornalistas quando, durante o consulado de Sócrates, ocultaram aos portugueses a realidade económica que nos estava a levar para o abismo da bancarrota.
Senhor Francisco Pinto Balsemão, quem o viu e quem o vê: noutros tempos já teria cortado o mal pela raiz. Deixar pôr em causa a credibilidade da sua empresa é abdicar da dignidade que os leitores dos seus jornais se esforçam por lhe reconhecer.
Título e Texto: Maurício Barra, Forte Apache, 02-01-2013

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Picture of the Week


To no one's surprise, The Religion of Peace racked up 11,267 dead bodies in 2,459 barbaric terror attacks during 2012. The Nigerian child pictured above was in the wrong place at the wrong time... church on a Sunday morning.

Islam's Latest Contributions to Peace
"Mohammed is God's apostle.  Those who follow him are harsh  to the unbelievers but merciful to one another"  Quran 48:29

2013.01.01 (Karachi, Pakistan) - Tehreek-e-Taliban set off a bomb at a political rally, taking out at least six participants.
2013.01.01 (Swabi, Pakistan) - Six women are among seven humanitarian workers brutally machine-gunned by Mujahideen.
2012.12.31 (Bakarabad, Pakistan) - One civilian is killed when religious hardliners blow a girls' school.
2012.12.31 (Musayyib, Iraq) - Four women and children are among seven innocents slain in their homes by the Islamic Army of Iraq.
2012.12.31 (Karrada, Iraq) - Sunnis set off a bomb next to a group of Shi pilgrims, killing five.
2012.12.31 (Ras al-Ayn, Syria) - A pregnant Christian woman is left widowed after her husband is beheaded Islamic radicals and fed to dogs.

America’s Forgotten War

Media, public ignore war in Afghanistan, drone campaigns
Washington Free Beacon Staff
AP
The New York Times’ media blog found that public interest in the war in Afghanistan is so low that it did not register as one of the biggest stories of 2012.
The Pew Research Center’s weekly polling on the public’s interest in news stories showed such a low level of interest that the overseas conflicts didn’t make the organization’s list of the year’s top 15 stories.
Nor did the Afghan war come up often when The Associated Press conducted its annual poll of editors and news directors in the United States. The only overseas stories voted to be the year’s top news stories involved Libya and Syria.
Yahoo’s list of the top news stories of the year also omitted the war, and so did a separate list of the top international news stories. Those lists were created by analyzing millions of searches by Yahoo users.
It is hard to say if the amount of interest is low because coverage of the war is scant or if the coverage is scant because interest is low. Either way, the media has focused very little attention on both the president’s use of drone strikes to kill terrorists across the globe as well as the ongoing war in Afghanistan.
Not everyone has forgotten about the troops in Afghanistan, however. Spirit of America’s “68,000 Remember” campaign, which is collecting photos to create a wall of remembrance for those still serving. Photos can be uploaded to the group’s Facebook page; the photos submitted already can be viewed here.
Washington Free Beacon Staff, January 2, 2013 4:59 am

As outras QUATRO personalidades do Ano

Como informei ontem, a TIME escolheu CINCO personalidades do ano. A primeira, a nº 1, foi Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, recém-reeleito.
As outras quatro personalidades:

Malala Yousafzai, photo: Asim Hafeez/TIME

Tim Cook, photo: Marco Grob/TIME

Luanda: tragédia em culto da Igreja Universal

Subiu para 16 número de mortos numa cerimónia da IURD em Luanda

Mais de 250 mil pessoas afluíram a um estádio com capacidade para 70 mil

Subiu para 16 o número de mortos num acidente ocorrido numa vigília da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), no último dia de 2012, no estádio Cidadela Desportiva de Luanda.

O balanço feito terça-feira à noite confirmou 16 mortos, entre os quais três crianças, com idades entre três e quatro anos, segundo informações citadas pelo Jornal de Angola. O acidente ocorreu ao fim da tarde de segunda-feira. O número de feridos rondou os 120, mas a maior parte teve rapidamente alta.

Dez das vítimas mortais perderam a vida já nos hospitais para onde foram transportadas, três enquanto eram transportadas e as outras três no local da tragédia, explicou Filomena Wilson, porta-voz da comissão de acompanhamento da quadra festiva.

Lina Antunes, directora clínica do hospital Américo Boavida, para onde foram encaminhadas a maior parte das vítimas, disse que diversas mortes terão sido provocadas por asfixia. O porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, Faustino Sebastião, falou em asfixia e esmagamento. Serão as autópsias a confirmar as causas.

Momento em que as vítimas eram socorridas pelos Serviços de Protecção Civil. Imagem: Cândido Bessa
O estádio tem capacidade para 70 mil pessoas, mas números avançados pela imprensa local indicam que terão comparecido à Vigília da Virada – Dia do Fim entre 250 e 280 mil.

Xixi na rua termina em briga; um dos envolvidos aperta o gatilho duas vezes, mas arma não dispara

Ana Carolina Torres
Um carioca de 22 anos nasceu de novo neste último dia de 2012. Depois de se envolver numa briga na rua com um homem que fez xixi em sua bicicleta, ele teve uma pistola calibre PT 380 encostada em seu pescoço. O gatilho foi apertado duas vezes, mas a arma não disparou. O acusado, o turista mineiro William Gomes de Oliveira, foi preso e levado para a 12ª DP (Copacabana), onde acabou autuado por tentativa de homicídio qualificado. Ao delegado Alexandre Magalhães, que estava de plantão na delegacia e registrou a ocorrência, a vítima desabafou:
- Doutor, nasci de novo.

William se desespera na delegacia Foto: Fábio Teixeira/Extra
A confusão foi durante a madrugada, na Rua Barata Ribeiro. Segundo o delegado, William fez xixi na bicicleta da vítima, que chamou sua atenção. Houve bate-boca. William, então, sacou a arma, que tinha 16 balas. Ainda de acordo com Alexandre Magalhães, o rapaz e um grupo de amigos, todos de Minas Gerais, alugaram um apartamento em Copacabana para passar o réveillon.
- Essa arma veio com ele de Minas até aqui. Esse caso foi realmente uma loucura. O rapaz agora tem que aproveitar muito a vida - disse o delegado.
Título e Texto: Ana Carolina Torres, Extra, 31-12-2012

Juros a 10 anos aliviam em Portugal no arranque do novo ano

Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos seguem hoje a descer, voltando a negociar abaixo dos 7%.
Cerca das 10h00, os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos estavam a negociar no mercado secundário nos 6,950%, abaixo dos 7,011% do valor de sexta-feira e longe do máximo histórico de 17,39% registado em janeiro de 2012.
A dois anos, os juros seguem a cair para os 3,540%, abaixo dos 3,700% de sexta-feira e a 5 anos, os juros seguiam a negociar nos 5,100%, abaixo dos 5,234% de sexta-feira.
Destak/Lusa, 02-01-2013, 10h42 (UTC)

A década perdida

Marco Antonio Villa

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 foi recebida como um conto de fadas. O País estaria pagando uma dívida social. E o recebedor era um operário.
Operário que tinha somente uma década de trabalho fabril, pois aos 28 anos de idade deu adeus, para sempre, à fábrica. Virou um burocrata sindical. Mesmo assim, de 1972 a 2002 - entre a entrada na diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e a eleição presidencial -, portanto, durante 30 anos, usou e abusou do figurino do operário, trabalhador, sofrido. E pior, encontrou respaldo e legitimação por parte da intelectualidade tupiniquim, sempre com um sentimento de culpa não resolvido.
A posse - parte dos gastos paga pelo esquema do pré-mensalão, de acordo com depoimento de Marcos Valério ao Ministério Público - foi uma consagração. Logo a fantasia cedeu lugar à realidade. A mediocridade da gestão era visível. Como a proposta de governo - chamar de projeto seria um exagero - era inexequível, resolveram manter a economia no mesmo rumo, o que foi reforçado no momento da alta internacional no preço das commodities.
Quando veio a crise internacional, no final de 2008, sem capacidade gerencial e criatividade econômica, abriram o baú da História, procurando encontrar soluções do século 20 para questões do século 21. O velho Estado reapareceu e distribuiu prebendas aos seus favoritos, a sempre voraz burguesia de rapina, tão brasileira como a jabuticaba. Evidentemente que só poderia dar errado. Errado se pensarmos no futuro do País. Quando se esgotou o ciclo de crescimento mundial - como em tantas outras vezes nos últimos três séculos -, o governo ficou, como está até hoje, buscando desesperadamente algum caminho. Sem perder de vista, claro, a eleição de 2014, pois tudo gira em torno da permanência no poder por mais um longo tempo, como profetizou recentemente o sentenciado José Dirceu.
Os bancos e as empresas estatais foram usados como instrumentos de política partidária, em correias de transmissão, para o que chamou o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, de "projeto criminoso de poder", quando do julgamento do mensalão. Os cargos de direção foram loteados entre as diferentes tendências do Partido dos Trabalhadores (PT) e o restante foi entregue à saciedade dos partidos da base aliada no Congresso Nacional. O PT transformou o patrimônio nacional, construído durante décadas, em moeda para obter recursos partidários e pessoais, como ficou demonstrado em vários escândalos durante a década.

2 859 manifestantes! Rumo aos 3 000!


Muito obrigado!
Um feliz e abençoado 2 013!
Abraços e beijos de carinho. 

Para participar clique aqui, por favor.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

[TIME] Personalidade do Ano (de 2012)

Photo: Nadav Kander
A TIME, na sua atual edição (nº 27, 31-12-2012 a 07-01-2013) traz na primeira capa a personalidade do ano de 2012: Barack Obama.
Eu disse primeira capa pois a revista vem com mais quatro capas mostrando-nos as outras quatro personalidades escolhidas pela TIME:

2) A ativista paquistanesa Malala  Yousafzai;
3) O CEO da Apple, Tim Cook;
4) O presidente egípcio, Mohamed Morsi e
5) A física italiana,  Fabiola Gianotti
Claro que, no seu interior, vem uma entrevista com Barack Obama além de outras matérias enaltecendo a escolha da revista TIME.

No panegírico da TIME, escrito por Rick Stengel, este parágrafo me chamou a atenção (os grifos são meus):

“In mid-December, as Obama settles into one of the Oval Office’s reupholstered chairs — brown leather instead of Bush’s blue and gold candy stripes — the validation of Election Day still hovers around him, suggesting that his second four years in office may turn out to be quite different from his first. Beyond the Oval Office, overwhelming challenges remain: deadlocked fiscal-cliff talks; a Federal Reserve that predicts years of high unemployment; and more unrest in places like Athens, Cairo and Damascus. But the President seems unbound and gives inklings of an ambition he has kept in check ever since he arrived at the White House to find a nation in crisis. He leans back, tea at his side, legs crossed, to explain what he thinks just happened. ‘It was easy to think that maybe 2008 was the anomaly,’ he says. ‘And I think 2012 was an indication that, no, this is not an anomaly. We’ve gone through a very difficult time. The American people have rightly been frustrated at the pace of change, and the economy is still struggling, and this President we elected is imperfect. And yet despite all that, this is who we want to be.’ He smiles. ‘That’s a good thing.’”

Sorte do Obama que não conta com uma oposição inteligente e patriota e uma comunicação social acutilada e independente como as portuguesas! Inté!

Não percebo a indignação


Segundas e sextas, 24 e 25 de dezembro e 1 de janeiro. As greves na CP deixaram de ser um protesto. Agora são um complemento das férias.
Rodrigo Moita de Deus, 31 da Armada