sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O cidadão brasileiro, de raça negra, cor negra, afro-descendente... que não votar na Dilma é... um merda!



Mas, está tudo muito bem, pois a mensagem vem do PT.

Agora, se eu disser, já estou dizendo, que determinado deputado me enoja, que o comportamento e a 'agressividade' das 'bichas' me enoja, que essa onda de "linchamento" moral de quem não pensa como essa corja (sim, é uma corja! Nada a ver com opção sexual) me tira do sério! 

Que a espectacularização que esses idiotas promovem é um insulto à civilização! 
Mulheres com os peitos à mostra dentro de uma catedral é uma imbecilidade sem tamanho! Gratuita!

Enfim, eu serei rotulado, apontado, fotografado, execrado como "homofóbico", e/ou qualquer outro rótulo "da hora" desses imbecis, falhados, paneleiros.

Enfim, acho o fim da picada da hipocrisia (ou da paneleirice) a tolerância em relação a estes atos (e mais alguns não citados) e a INTOLERÂNCIA paneleira, sem noção, hipócrita até... imagina! contra quem diz, em público, que não gosta de homossexuais... 

Não gostar da OPÇÃO homossexual, não faz de ninguém homofóbico.

Não gostar e desconfiar de alguns 'cidadãos' de raça negra, como eu desconfio, aqui em Massamá, não me torna um racista. Imagina! Os primeiros vinte anos da minha vida passei-os (gozei-os) na África!

EXTRA: Mágico desaparece com 54 trens no Rio de Janeiro!

Depois das vigas da Perimetral, 54 trens somem no Rio
Thiago Prado

Mais um mistério envolvendo o desaparecimento de toneladas de aço ronda o Rio de Janeiro. Um relatório concluído no mês passado por técnicos da Secretaria de Transportes do governo revela que um lote de cinquenta e quatro carros de trens antigos – substituídos por novos – não foi encontrado no patrimônio do próprio estado ou da Supervia, concessionária responsável pela malha ferroviária fluminense. Quando um vagão é trocado, o contrato de concessão prevê um leilão da composição e o repasse do dinheiro arrecadado para os cofres públicos. É o segundo caso deste tipo que vem à tona em menos de um ano – em outubro, sumiram sem qualquer explicação seis vigas de aço que eram do elevado do Perimetral, demolido para a revitalização da Zona Portuária da cidade. 

A venda de vagões velhos poderia ser revertido em uma bolada para o governo fluminense. Para ilustrar o prejuízo, o documento feito por quatro técnicos da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central) relembra um leilão feito em 2005 de 83 carros que levantou 60,3 milhões de reais. Os vagões que sumiram, segundo o relatório, são da série 800 e entraram em circulação comercial entre 1980 e 1984. Os carros foram trocados por novos entre os governos de Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral.

O desaparecimento das vigas e dos trens tem uma personagem em comum, a Odebrecht. A empreiteira tem o controle da Supervia desde 2011 e é uma das sócias do Consórcio Porto Maravilha, responsável pela demolição da perimetral no ano passado. Avaliadas em 14 milhões de reais, as seis vigas da perimetral tinham cada uma 40 metros de comprimento e pesavam cerca de 20 toneladas. A prefeitura do Rio também faturaria com o leilão das vigas. Um inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro aberto no ano passado já ouviu dezenas de pessoas, mas não conseguiu avançar um milímetro na solução do caso. Em breve, mais trens vão virar sucata pronta para entrar em leilão. O governo do Rio de Janeiro fechou acordo para a compra de 60 novos trens para a rede ferroviária – alguns, inclusive, já estão em circulação ou fase de testes.

Quem quer apagar a memória?

A história de Portugal é Nuno Álvares Pereira, mas também é Leonor Teles. É Salazar e é Cunhal. É Bernardino Machado e é Carmona. É toda a gente, os que achamos bons e os que achamos maus.

Rui Ramos

Hoje, por vontade dos deputados do PCP (Partido Comunista Português) e do BE (Bloco de Esquerda), (*) a Assembleia da República deveria ter imposto a Portugal uma história alternativa, onde Carmona, Craveiro Lopes e Américo Tomás nunca teriam sido presidentes da república. A ambição parlamentar de corrigir o passado seria risível, se também não fosse contraditória. Estes deputados representam correntes de opinião em geral muito zelosas da memória do “fascismo”. Aparentemente, os mesmos que não nos deixam esquecer que a PIDE existiu, não querem que se saiba que o presidente Carmona também existiu. Reparem: a exposição de bustos presidenciais no Palácio de São Bento, causa desta última erupção de revisionismo histórico “anti-fascista”, não representa uma qualquer homenagem, mas apenas a sequência dos titulares da presidência da república, tal como sucede no museu do Palácio de Belém. Porque é que os presidentes do Estado Novo teriam de ser expurgados da memória histórica?

O Estado Novo foi uma ditadura, sujeitou a imprensa à censura, falsificou eleições, e prendeu, torturou, e matou oposicionistas. Não foi, porém, o único regime português que procedeu assim. A esquerda republicana, quando no poder entre 1910 e 1926, também censurou, também organizou fraudes eleitorais, também prendeu, também torturou e também matou — mas ninguém se indignou com os bustos dos seus presidentes, eleitos aliás da maneira menos democrática que se pode imaginar. É verdade que o salazarismo praticou as suas atrocidades por mais tempo e mais recentemente. Mas não há nenhuma força política neste parlamento que aspire a restaurar esse regime – como nunca houve depois de 1974. A direita democrática portuguesa jamais deixou dúvidas sobre o seu repúdio da ditadura e a sua identificação com a democracia pluralista, ao contrário da extrema-esquerda, sempre fiel a Estaline, a Trotsky e aos pequenos déspotas que aqui e ali sobrevivem da bancarrota comunista. Por que razão havíamos de ter medo de um busto de Carmona numa galeria de presidentes?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Maldita, uma das melhores cervejas da Europa é portuguesa

A cerveja artesanal, criada por dois engenheiros, foi eleita a Best Barley Wine da Europa nos World Beer Awards 2014. Ela é ruiva, ao estilo inglês, com elevado teor alcoólico. Mas é portuguesa.

Primeiro o vinho, depois a cerveja. Portugal não para de somar sucessos e prémios internacionais. 

A Maldita – bem-dita seja – foi eleita a melhor Barley Wine do continente europeu (o que em português quer dizer qualquer coisa como “vinho de cevada”) nos World Beer Awards 2014. Trata-se de uma bebida artesanal produzida na cidade de Aveiro, criada em 2013 por Artur e Gonçalo Faustino, pai e filho.

Os dois engenheiros de profissão estão à frente da Faustino Microcervejeira, responsável pela produção da ruiva English Barleywine que encantou os júris da competição pelo aroma, “carácter” e “equilíbrio”. Trata-se de um estilo de cervejas escuras de influência inglesa, cujo grau alcoólico é mais elevado do que o normal, explica João Sousa, gestor da marca, ao Observador.

”O Barleywine Inglês [é] um dos porta-estandartes da Marca Maldita. Este caracteriza-se pelos aromas frutados e intensos que persistem, acompanhados por leves notas a caramelo. No copo apresenta uma cor acobreada e espuma de cor branca. Com textura aveludada, tem um amargor característico que contrasta com um sabor a caramelo que a torna numa bebida completamente distinta e única. Tem um teor alcoólico elevado, 9% vol., e deve ser bebida a cerca de 10ºC e num copo Snifter ou idêntico”, lê-se no site oficial da marca.

Gonçalo Faustino é “o” alfaiate da cerveja, como João Sousa gosta de lhe chamar. Ao jovem cabe o papel de inventar todas as receitas que lhe passam pelas mãos, sendo que na produção das bebidas apenas são utilizados ingredientes naturais: cevada, lúpulos, leveduras e água. Nada mais, nada menos. A bebida não é filtrada, pelo que pode conter depósito, e a fermentação é feita na garrafa, o que dá origem à espuma e ao gás existentes.

Macroscópio – 2 de outubro


José Manuel Fernandes
A Comissão de Jean-Claude Juncker não está a ter uma vida fácil no Parlamento Europeu. A sua equipa está mesmo em risco, depois de algumas audições que não convenceram os eurodeputados – que dificilmente os convenceriam, de resto. Mas as dificuldades do antigo primeiro-ministro luxemburguês são apenas a parte visível de um iceberg de problemas muito maior. O problema mesmo são os eleitores de muitos países europeus, que continuam a dar sinais de um crescente distanciamento da forma como a política institucional europeia tem evoluído.

Esta segunda-feira, Simon Nixon, um colunista europeista do Wall Street Journal, punha o dedo na ferida: Fringe Parties Unleash a Political Earthquake - Populist Rebellion Accelerating in Europe. O seu alarme era evidente logo no primeiro parágrafo da crónica: “Something extraordinary is going on in European politics. The populist rebellion that saw fringe parties secure almost 25% of the seats in the European Parliament in May elections appears to be accelerating, rather than abating as some had predicted.”

Na véspera, domingo, a Frente Nacional francesa tinha conseguido, pela primeira vez na história, eleger dois membros para o Senado. Algumas semanas antes fora a vez do partido eurocético alemão, AfD – Alternativa para a Alemanha, entrar em três parlamentos regionais, com votações robustas. Na Suécia foi um partido de extrema-direita, os Democratas suecos, que, ao conseguir ser o terceiro partido mais votado, deixou o parlamento bloqueado, sem maioria viável à esquerda ou à direita. Finalmente, no Reino Unido, os conservadores de David Cameron continuam a perder parlamentares (e financiadores) para o UKIP de Nigel Farage.

O problema identificado por Simon Nixon é simples: “Across Europe, mainstream parties of both left and right are seeing their electoral base fragmenting, forcing them to compete for a shrinking center ground.” Perdem terreno mais para a sua direita no Norte da Europa, mais para a sua esquerda no sul da Europa, perdem sobretudo terreno devido ao que define como um fenómeno pan-europeu: “What they share is a repudiation of Europe's elites, which has been fueled by the financial crisis.”

Um fartar, vilanagem!...

Pinho Cardão
O Estado (quer dizer, nós todos), foi agora obrigado a assumir mais 42,5 mil milhões de euros de dívida pública escondida, isto é, dívida contraída por diversas entidades desse mesmo Estado ou aparentadas, que não dispunham de quaisquer condições, nem geravam receita, para alguma vez a pagar.

Quarenta e dois mil milhões de euros de dívida que os portugueses não conheciam, respeitante a 268 entidades tão prestimosas e distintas como:

Concept Films Pós-produção, Estádio de Aveiro, Sociedade Teatral Louletana, dezenas de empresas de cultura, animação, turismo, imobiliárias, desportivas (populares a nível local, Clube de Golfe das Amoreiras, várias Fundações, Marítimo Madeira Andebol, Amigos do Basquete da Madeira, Academia das Artes da Maia, Centro de Estudos Diogo Dias Melgaz, etc, etc. 

Claro que os políticos, nomeadamente os da área socialista, pouco se importam com a gestão correcta dos dinheiros públicos, gastando ou avalizando à tripa forra. Para mais, sabendo que o gasto, assim camuflado, nem contava para o défice, nem era incluído na dívida pública. O crime perfeito. Foi mesmo um fartar vilanagem, que o importante é distribuir para ganhar eleições. Os outros hão-de pagar!...

Acontece que os outros não são os governos seguintes, somos nós. E que aqueles que mais gastaram são os que agora querem aparecer impolutos como candidatos à governação do país.
Isto está mesmo sem tino! 
Título e Texto: Pinho Cardão, “4R – Quarta República”, 2-10-2014

Pots-pourris

José Manuel

É inevitável concluir que o povo brasileiro ou é extremamente alienado, ou não dá a mínima para a roubalheira. Quem aplaude o atual governo ou não sabe o que está acontecendo, ou está ganhando dinheiro com o que está acontecendo. O PT conseguiu banalizar a corrupção. Muitos repetem por aí que todos os partidos são corruptos mesmo, então tanto faz: ao menos o PT ajudou os mais pobres. Vivem em Marte?

Roberto Campos foi certeiro ao constatar que, no Brasil, a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor. Quer maior prova disso do que todos esses anos de PT no poder? Mas parece que ainda não foi o suficiente. O brasileiro quer mais! Quer dar um passo adiante nesse precipício...

Hoje começo esta colcha de retalhos, com a ajuda do  jornalista Rodrigo Constantino, que nos dá a entender o que se está passando no Brasil.
Saiu também hoje, 02-10-2014, a notícia de que os jihadistas no Iraque assassinaram um total de 9347 pessoas em 2014.
Pois bem, vamos ler com a profundidade que o assunto merece, uma outra notícia divulgada por Gil Alessi, do Uol, em São Paulo, em 27-05-2014, portanto, há cinco meses, e base de dados de 2012. Não se está falando de 2014.

 "O Brasil quebrou um triste recorde: teve o maior número de pessoas mortas em um ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (27) no Mapa da Violência 2014, que compila dados de 2012. Ao todo, foram 56.337 mortes, o maior número desde 1980. O total supera o de vítimas no conflito da Chechênia, que durou de 1994 a 1996."

A continuar esse volume de crimes, contra seres humanos no país, poderíamos também contatar a Coalizão e pedir ajuda ao Obama para que possamos pôr fim a semelhante barbárie.

Ontem, as cidades do Rio, Niterói e Florianópolis, foram vítimas de barbaridades cometidas contra a sociedade.

Se estamos só  em situação Reativa, por acaso não existe uma lei antiterrorismo?
E se existe, porque não é aplicada a quem é encontrado com uma arma? Por que não construir um presídio só para este tipo de terroristas urbanos, lá no planalto central, longe da civilização à qual esses boçais não pertencem?

G1 transmite ao vivo o debate da Globo entre candidatos à Presidência

O G1 transmite ao vivo na noite desta quinta-feira (2) o debate da Globo entre candidatos à Presidência da República. O encontro ocorrerá por volta das 22h50 (horário de Brasília).

Participam do debate os candidatos cujos partidos possuem representação na Câmara dos Deputados: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e Pastor Everaldo (PSC).


Mediado por William Bonner, o debate terá quatro blocos e duas horas de duração. O regulamento foi definido com representantes dos candidatos e seguindo as regras da Justiça Eleitoral.

A fim de dar ênfase à discussão do programa de governo de cada candidato, o debate vai priorizar perguntas entre eles.

No primeiro e no terceiro serão discutidos temas livres escolhidos pelo candidato que fará a pergunta. No segundo e no quarto blocos, o mediador sorteará temas específicos.

Cada candidato terá 30 segundos para formular a pergunta, um minuto e 30 segundos para a resposta, 40 segundos para réplica e 40 segundos para tréplica. O quarto bloco será destinado também às considerações finais dos presidenciáveis.

O debate da Globo ocorre no último dia em que irão ao ar os programas eleitorais do primeiro turno. Na terça-feira, a Globo e emissoras afiliadas promoveram debates entre candidatos a governador nos 26 estados e no Distrito Federal.
Fonte: G1, 2-10-2014

Deus

Paulo Tunhas
Hawking mostrou uma enorme indiferença pelas questões propriamente filosóficas, uma indiferença impensável nos grandes físicos da primeira metade do século XX (Einstein, Heisenberg, Bohr entre outros)

Há poucos dias, Rui Ramos escreveu aqui sobre umas recentes declarações do eminente astrofísico Stephen Hawking, para o qual de uma forma ou de outra o progresso da ciência teria provado, ou iria provar, a inexistência de Deus. Não era o ateísmo de Hawking, obviamente, que chocava Rui Ramos, mas, se bem o percebi, o particular modo da sua justificação: no fundo, a pura e simples ideia segundo a qual a ciência poderia provar algo no capítulo em questão.

Pela minha parte, quase subscreveria por inteiro o que Rui Ramos disse no seu artigo. E até me permito acrescentar algo. Não é aqui, de resto, a questão de Deus propriamente dita que me parece a mais significativa, mas sim duas atitudes mais gerais que são trazidas à luz por aquilo que Hawking (um exemplo entre muitos) exprimiu.

Em primeiro lugar, uma enorme indiferença pelas questões propriamente filosóficas, uma indiferença impensável nos grandes físicos da primeira metade do século XX (Einstein, Heisenberg, Bohr, entre muitos outros), mas que se tornou, até com alguma coquetterie, comum desde há várias décadas. E nas questões filosóficas incluo aquelas que dizem respeito à natureza da ciência e ao tipo de inteligibildade do mundo que ela nos assegura.

Em segundo lugar, e isso é o mais importante, a ideia de que as crenças científicas constituem o modelo único de todas as crenças e que a maneira de pensar das ciências natureza é válida, sem perda de eficácia, para todos os assuntos humanos. Seria pedante fazer aqui a história das muitas encarnações desta convicção. Apontar alguns dos seus defeitos certamente não o é.

Aécio Neves promete dar dignidade aos idosos

Foto: Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, prometeu hoje (1º) políticas públicas em favor dos idosos. Durante campanha em Mogi das Cruzes, em São Paulo, Aécio homenageou a população idosa, cujo dia é comemorado nesta quarta-feira. O tucano também disse que, em seu governo, impedirá que as desonerações que o governo concede a diversos setores atinjam os repasses que a União faz a estados e municípios.

Segundo Aécio Neves, o Brasil é um país que vem envelhecendo e que não tem políticas públicas que permitam às pessoas envelhecerem com dignidade. “A nossa proposta de governo incorpora várias propostas que levam a essa dignidade. Quero reafirmar aqui o meu compromisso com a revisão do fator previdenciário para que nós possamos permitir que os aposentados possam terminar a sua vida, depois de terem contribuído tanto para o país, com maior dignidade, em melhores condições”, disse.

Acompanhado do governador de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, além de lideranças políticas, o candidato tucano ressaltou que será o presidente da República da “refundação da Federação”, trabalhando para que estados e municípios se fortaleçam e adquiram condições de eles próprios enfrentarem suas dificuldades.

Aécio disse que, em seu governo, as desonerações só poderão ser feitas impactando na parcela que pertence à União e não nas parcelas que são usadas para as receitas de estados e municípios. “Nós vamos avançar na renegociação da dívida com os estados. Nós vamos avançar também no percentual maior do Fundo de Participação para os municípios brasileiros”.
(…) 
Título e Texto: Agência Brasil, 1-10-2014

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Coalizão sente que apenas ataques aéreos não destruirão o ISIS

Pentágono diz que, apesar dos 310 ataques aéreos da coalizão, o califado do ISIS continua muito potente

Após mais de trezentos ataques aéreos contra o ISIS no Iraque e na Síria, o Secretário de Imprensa do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, constata que o grupo terrorista “permanece uma força muito potente”.
Francisco Vianna

Caças ingleses participam dos ataques aéreos contra o ISIS no nordeste da Síria

Kirby disse à imprensa que “sim, sem dúvida, eles mudaram algumas de suas táticas em resposta à pressão que a coalizão lhe impõe, mas que isso não torna o grupo menos perigoso ou menos violento com relação às populações civis que vai encontrando pelo seu caminho de sangue”.

"É claro que eles agora estão tendo muitas baixas, estão se dispersando, e já não se comunicam tão livremente como antes, o que sob o ponto de vista militar são bons resultados, uma vez que já não conseguem agir tão livremente e conseguir seus objetivos tão facilmente como vinha ocorrendo”, explicou o contra-almirante americano. “Mas isso não significa que esse grupo terrorista de jihadistas islâmicos passaram a representar uma ameaça menor ou que eles não estejam, aqui e ali, conseguindo tomar e manter território. Ninguém disse que seria fácil ou rápido neutralizar esse grupo e ninguém deve se iludir com um falso sentido de segurança com tais ataques aéreos precisos e eficientes. Não cairemos nessa e não bombardearemos o grupo no escuro”, acrescentou o militar.

“Temos afirmado de forma enfática e repetitiva que apenas os ataques aéreos não derrotarão ou destruirão o ISIS”, destaca Kirby. “Esta vai ser uma longa luta e precisamos urgentemente de um senso de paciência estratégica no uso de toda a nossa força, assim como melhorar a eficiência das operações de solo levadas a cabo pelas forças armadas do Iraque e do Curdistão iraquiano e sírio”.

Língua portuguesa é a quinta mais usada pelos cibernautas

A língua portuguesa é a quinta mais usada pelos cibernautas de todo o mundo, embora represente apenas 4,3% dos utilizadores de Internet, divulgou esta quarta-feira a empresa de estatísticas Internet World Stats.

De acordo com o estudo “Internet World Users by Language” (Utilizadores da Internet no Mundo por Língua), o português é usado por 121,8 milhões de cibernautas em todo o mundo, o que significa menos de 5% dos mais de 2,8 mil milhões de utilizadores de Internet estimados pela empresa.

As línguas mais usadas em todo o mundo são o inglês e o chinês, muito à frente do resto da lista, sendo que a primeira é a preferida de 28,6% dos utilizadores, ou seja, de cerca de 800 milhões de pessoas, enquanto o chinês é usado por 23,2% dos cibernautas, o que representa quase 650 milhões.

A Internet World Stats baseia as conclusões num estudo realizado no ano passado e adianta que, em 2013, a Internet não era usada sequer por metade da população, ficando-se pelos 46,7%, embora o crescimento do número de cibernautas tenha ultrapassado os 1500% entre o ano 2000 e 2013.

Na lista das cinco línguas mais usadas na Internet conta-se ainda o espanhol, que ocupa a terceira posição, sendo a preferida de 7,9% da população, enquanto o árabe se posiciona como a quarta língua mais usada.

Segundo a empresa responsável pelo estudo, o árabe é a língua usada por mais de 135 milhões de cibernautas, embora a penetração da internet na população não chegue aos 40%. O crescimento da utilização da internet no mundo árabe foi o que apresentou um “salto” maior desde o ano 2000, já que ficou perto dos 5.300%.

Eleição 2014: dois silêncios encafifantes

Leo Daniele

Numa cúpula informal da esquerda, desdobram-se os mapas do mundo. Enquanto um de seus membros fala da importância de não sei que países da América Central, um velho todo enrugado, que ocupa o centro da mesa, corta-lhe a palavra e diz:

– Que é isso, camarada? Você não vê que, como se diz vulgarmente, a “bola da vez” é o Brasil? Olhe para este mapa e compreenda, de uma vez por todas! Veja o tamanho desse gigante! Veja a pujança que pode explodir de uma hora para outra! Veja a inteligência desse povo! Se ele for nosso, a América do Sul também o será, pois tem fronteiras com quase todos os países.

Sem contar a esperteza de seus homens. Agora haverá eleições lá e, de um jeito ou de outro, a esquerda estará na frente. Mas não fale por enquanto do finado Chávez, por mais querido que ele nos seja, nem da Venezuela. Silêncio! Eles têm um apego enorme à própria soberania e ainda não estão no ponto para formar um bloco conosco! Espere um pouquinho só!

Como tudo que é fictício, a imagem dessa reunião dissipou-se nas névoas da minha imaginação. Entretanto, é certo que na campanha eleitoral pouco ou nada se falou de Chávez, ou de Maduro, pois aqui essas pessoas não são vistas com simpatia popular. Afinal, ordens são ordens, e o silêncio se fez. Um silêncio inteiramente lógico do ponto de vista da esquerda, não é?

Outro silêncio, este não inteiramente lógico, foi a estranha e “quase completa” omissão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Ajude sempre

Nelson Teixeira
Em quaisquer circunstâncias, busquemos auxiliar aos necessitados, fazendo todo o bem que pudermos. Ajudar o próximo é ajudar a si mesmo. Tudo o que fazemos de bom, um dia retornará a nós em forma de bênçãos. Deus sabe o que está no coração de cada um de seus filhos e sabe reconhecer quando trabalhamos com amor e desprendimento, sem esperar qualquer coisa em troca. Quando ajudamos os outros, uma paz imensa invade todo o nosso ser.

Sentimos uma alegria interior tão grandiosa, que não há nada que pague essa maravilhosa sensação. Ajudemos sempre, sem orgulho ou vaidade. Ajudemos pelo simples prazer de ajudar, de ser útil. Somos todos irmãos, filhos de Deus. Qual pai que não se sente feliz ao ver que entre seus filhos reina a generosidade, a solidariedade e o amor fraterno? Então, que tal começarmos a fazer todo o bem que pudermos, começando pelo nosso próprio lar?

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 2-10-2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Macroscópio do dia 1 de outubro

José Manuel Fernandes
Boa noite!
Deixei-vos aqui ontem algumas pistas de reflexão sobre o complicado mundo em que vivemos, um mundo recheado de incertezas e perplexidades. Vou acrescentar hoje mais alguns textos que ajudam a pensar essas complexidades. Alguns são grandes peças jornalísticas, outros são artigos de opinião que nos desafiam e interrogam.

Começo por duas sugestões relacionadas com a ascensão do Estado Islâmico em terras da Síria e do Iraque. Uma das perplexidades que nos tem assaltado desde que aquele grupo de jihadistas começou a somar vitórias militares é a sua capacidade de atrair jovens nascidas e criados na Europa, em especial a sua capacidade para levar raparigas a abandonar tudo para viajarem para a remota cidade síria de Raqqa. Uma equipa de jornalistas do britânico The Guardian tentou seguir o rasto de muitas dessas raparigas e dessa investigação resultou “School girljihadis: the female Islamists leaving home to join Isis fighters”. É uma longa e perturbante reportagem que cruza várias cidades europeias e nos conta a história de meninas de 14 e 15 anos que fugiram de casa para irem casar com guerreiros do ISIS. Histórias como as de Samra Kesinovic, de 16 anos, e da sua amiga Sabina Selimovic, de 15 (na foto que encima esta newsletter), duas austríacas de origem bósnia que foram lutar para a Síria deixando apenas uma nota onde pediam às suas famílias para não irem à sua procura: “Vamos servir Alá – e morrer por ele”. Ou como Asqa Mahmood, de 20 anos, que trocou Glasgow pela Síria, sempre muito activa nas redes sociais. Eis uma das suas mensagens, muioto reveladora:

“Most sisters I have come across have been in university studying courses with many promising paths, with big, happy families and friends, and everything in the Dunyah [material world] to persuade one to stay behind and enjoy the luxury. If we had stayed behind, we could have been blessed with it all from a relaxing and comfortable life and lots of money. Wallahi [I swear] that’s not what we want.”

A rápida ascensão do Estado Islâmico está também a preocupar os países vizinhos, mesmo aqueles que são governados por partidos de inspiração religiosa, como a Turquia. A Spiegel foi até lá e o resultado mostra o nível de inquietação do governo de Ankara - The Caliphate Next Door: Turkey Faces Up to its Islamic State Problem. Extrato:

Assad's fall would immediately increase Turkey's influence as a regional power, one possible explanation for why Ankara didn't look too closely at who exactly it was supporting in Syria. Erdogan and Davutoglu, says Behlül Özkan from the Marmara University in Istanbul, "harbor pan-Islamic imperial fantasies." But by the end of 2013, Turkey's laissez-faireapproach had become unviable. Thousands of jihadists from all over the world were flying into Antakya and Gaziantep and crossing unhindered into Syria even as the Syrian rebel groups that Ankara supported complained about the terror being perpetrated by the Islamic State. 

Moral e Religião em Bergson

Valdemar Habitzreuter 

Resumo: A filosofia de Henri Bergson nos mostra que podemos encarar a vida de duas maneiras. Uma através da capacidade intelectiva donde desponta a ciência e a tecnologia que nos dá o prazer do bem-estar material, e outra pela faculdade intuitiva que nos mostra um modo de ser que nos insere na alegria da vida. Bergson nos leva ao entendimento de que a vida é uma verdadeira fonte de alegria quando nos deixamos guiar pelo conhecimento intuitivo que nos proporciona o desfrute de uma realidade que não captamos pelo entendimento intelectual. A apreensão dessa realidade é uma experiência da alma, do eu profundo. Os místicos, os detentores por excelência do conhecimento intuitivo, denominam essa realidade de realidade divina.

INTRODUÇÃO

Proponho-me, neste artigo, a examinar um aspecto da filosofia de Bergson concernente a sua proposta de direcionar o ser humano para uma vivência supra-intelectual.

A filosofia de Bergson situa-se na corrente espiritualista francesa e caracteriza-se por uma filosofia evolucionista no sentido de que há um impulso de vida – seu famoso élan vital -, que é movimento criador desenrolando-se num tempo real. A esse tempo real ele dá o nome de duração (durée)[1] como movimento dinâmico de ininterrupta criação do novo imprevisível e irrepetível. No ser humano, esse movimento criador significa deixar-se transportar pelo élan vital numa constante liberdade de evolução espiritual, atingindo a Supra Consciência donde se origina. Percebemos nessa duração de movimento dinâmico o eu real que se cria continuamente a si mesmo. No dizer de Bergson, “isto que ultrapassa o corpo por todos os lados e que cria atos ao se criar continuamente a si mesmo, é o eu, é a alma, é o espírito - o espírito sendo precisamente uma força que pode tirar de si mesma mais do que contém, devolver mais do que recebe, dar mais do que possui”[2]
           
No ser humano subjaz, pois, esse eu profundo, ou alma, que se caracteriza pela liberdade de ação num dinamismo de autocriacão. Diferentemente do animal irracional que vive à mercê do instinto imposto pela natureza para sua subsistência e organização repetitiva, o homem tem sua tônica na liberdade de ação e criação. Sua trajetória na vida é um avançar constante para o imprevisível e irrepetível, é querer ultrapassar-se qualitativamente.

MORAL FECHADA E RELIGIÃO ESTÁTICA

Concomitantemente ao eu profundo há o eu superficial da inteligência que está às voltas com a angústia e o medo, pois está desconcertado pelo que a vida lhe pode reservar: tragédias, doenças, velhice, morte... Este eu superficial fomenta estratégias para sobreviver, e percebe na vida associativa (em grupo) um elemento de sobrevida. Torna-se, assim, um ser sociável que lhe confere maior força, apoio e equilíbrio para o enfrentamento das vicissitudes. Mesmo assim, a vida em sociedade lhe é penosa por causa da pressão da inteligência em querer para si a totalidade do bem-estar (egoísmo), e o ‘outro’ ser um empecilho, uma ameaça frente ao desfrute dos bens que a vida lhe fornece. Daí a necessidade de leis e regulamentos para se viver em sociedade. Nos animais - no exemplo das formigas e abelhas -, a vida em sociedade é determinada pelo instinto em que cada indivíduo age e vive para o sucesso do todo da coletividade. Todos trabalham e se sacrificam pela sobrevivência do grupo para garantir a sua própria. Há aí uma obrigação instintiva pelo sucesso da coletividade sem opção para uma escolha individual. Chama-se a isso uma sociedade fechada onde não há outra opção que laborar de um modo autômato para a subsistência coletiva. Fechada, porque há uma circularidade de criação, não há inovação, tudo é repetitivo. Os homens ao se imporem inteligentemente deveres e obrigações também constituem uma sociedade fechada como condição para garantirem sua subsistência e para não autodestruírem-se; habituam-se aos deveres e obrigações e assim exercem uma rotina de hábitos sem se abrirem ao novo. Neste caso da sociedade fechada dos homens pratica-se uma moral de pressão que simplesmente visa à conservação da sociedade. Ocorre nessa sociedade fechada também um movimento circular em que as obrigações, quando cumpridas, fornecem um estado de bem-estar individual e social sem, no entanto, atingir um estado de ‘emoção’[3] de alegria pela vida, mas um simples prazer do funcionamento normal da vida. Vê-se que a inteligência, ao impor-se uma moral de pressão ou moral fechada, não atinge o ponto culminante em que o homem possa estar no pleno gozo da vida. Sente que algo está lhe faltando.

“MEMÓRIA CÍVICA”: uma nova ferramenta da Veja em defesa da Democracia


A quem cabe zelar pela democracia e pelo estado de direito? A resposta está nas três primeiras palavras da Constituição americana, ainda um exemplo dos fundamentos que fazem a grandeza da civilização: a “nós, o povo”. Os dias que vivemos não são fáceis. Oportunistas e vigaristas de toda espécie se aproveitam de imperfeições que existem, sim, no regime democrático — e que precisam ser corrigidas — para atacar a própria essência do regime de liberdades. Um dos alvos preferenciais dessas investidas obscurantistas é o Poder sem o qual a liberdade que se quer falece: o Congresso. Sim, meus caros: ditaduras sempre têm Executivos fortes; ditaduras podem ter até um Judiciário robusto, ainda que atrelado ao poder central. Mas ainda não se viu uma tirania com um Parlamento livre.

Defender o Congresso e suas prerrogativas corresponde a defender os valores que garantem a nossa liberdade. Por isso é de aplaudir a inciativa de VEJA, que cria uma ferramenta para que você acompanhe, no detalhe, a atuação dos parlamentares nos quais você votou — ou qualquer outro. Em vez de achincalharmos o Congresso; em vez de malharmos no ferro frio da descrença e do cinismo; em vez de darmos cordas a vozes das trevas que simulam pantomimas que pretendem chamar de “democracia direta” — e não passam de autoritarismo de minorias radicalizadas —, que tal usarmos os recursos que nos fornece a tecnologia para pôr, efetivamente, o Parlamento sob nosso controle?

Clique aqui para saber como funciona. Trata-se de um instrumento interativo, que vem acompanhado com um banco de dados.

 A ferramenta “Memória Cívica” nasce da certeza de que os males da democracia serão corrigidos com mais democracia e com maios transparência. Participe! 
Título e Texto: Reinaldo Azevedo, 1-10-2014

Se não ganhar na primeira, é muito provável que perca na segunda

Rui A.
Como era mais do que expectável, Dilma Rousseff tem vindo a aumentar substancialmente o espaço de intenções de voto entre si e os seus concorrentes mais próximos, principalmente em relação a Marina Silva. Todos os institutos de pesquisas eleitorais brasileiros o confirmam, e, hoje mesmo, o Ibope apresentou uma nova sondagem que dá resultados próximos dos números da pesquisa de ontem da Datafolha: 39% para Dilma, 25% para Marina e 19% para Aécio.

O facto, porém, é que não estando eleita na primeira volta, Dilma tem grandes probabilidades de perder a eleição na segunda, como, de resto, o PT sempre temeu, e isso tem uma explicação muito simples.

Na verdade, existem três tempos eleitorais muito diferentes nas eleições presidenciais brasileiras: a pré-campanha, até ao início da propaganda eleitoral televisiva; a campanha eleitoral da primeira volta; e a campanha eleitoral da segunda, quando esta ocorre. Resolvendo-se as eleições brasileiras essencialmente na televisão (é impressionante a política de alianças partidárias para fazer aumentar os tempos de antena), até começar a campanha televisiva a realidade é uma, e outra muito distinta após o seu início. Contudo, da primeira volta para a segunda, as coisas podem também mudar profundamente.

Para se ter uma ideia simples do que se passa neste momento na televisão brasileira, fruto dos partidos que apoiam cada um dos candidatos, Dilma dispõe de 11m e 24s diários, Aécio tem 4m e 35 s e Marina apenas 2m e 3s. Ou seja, sozinha Dilma tem quase o dobro do tempo televisivo dos outros dois candidatos juntos, quase três vezes o tempo de Aécio e seis vezes o de Marina. No segundo turno, porém, o candidato que lá chegar receberá certamente alguns dos tempos de outros partidos e poderá equilibrar as coisas. O jogo volta, por isso, a recomeçar. É por esta razão que o PT, Lula e Dilma temem a segunda volta. E têm excelentes razões para isso. 
Título e Texto: Rui A., Blasfémias, 1-10-2014

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Nos últimos dias de campanha, muita, muita coisa ainda pode mudar nesta eleição atípica

Cesar Maia

1. A campanha fria, a proporção dos que mesmo tendo marcado intenção de voto afirmam que podem mudar, os que dizem votar em branco/nulo ou se abster, o impacto de fatos novos e a reversão dos mesmos, enfim, todo este conjunto que tem caracterizado a presente eleição, mostra, que tudo – ou quase tudo – é possível nesses últimos dias.

2. A começar pela taxa de não voto (branco-nulo-abstenção): quanto será? As flutuações nas pesquisas mostram que o eleitor aponta seus preferidos de forma displicente. O impacto Marina gerou duas curvas: uma de imediata, ascendente, e outra em seguida descendente.

3. Os que concluem que se tratou da propaganda negativa contra ela se equivocam. Ela afirmou em 2010 seu nível de voto e nenhum fato novo ocorreu sobre ela que se pudesse imaginar mudança desse patamar.

4. As acomodações se dão muito mais pela baixa adesão dos eleitores em geral a seus preferidos. O controle das máquinas de governo produz uma adesão maior de eleitores de seu entorno, por pragmatismo.

5. As flutuações levam candidatos a flutuarem sua comunicação também. Um equívoco, pois ajuda a insegurança do eleitor e reforça a ideia que é melhor não mudar nada. Deixar como está para ver como é que fica.

6. Em nível parlamentar – deputados e senadores – tudo pode acontecer. Com exceção de, no máximo, uns 20% das vagas garantidas pelas máquinas e pelos recursos financeiros, as demais vagas ainda estão em jogo.

7. Isso aponta para uma reta final ou boca elástica de urna, em que eleitores realmente decididos terão bem maior capacidade de influência. E as “colinhas” entregues por pessoas, referentes das pessoas, terão um peso maior que nunca.

8. Agora é ir ao boca a boca – físico e eletrônico. 
Título e Texto: Cesar Maia, 1-10-2014

Dilma diz “presidente não pode mentir, isso é desvio de caráter”. Ela levantou a bola para a oposição…


Luciano Ayan
Desconstrução também é a arte de destruir construções feitas por nossos opositores. Pronto. Você não precisa mais ler Derrida, até por que os livros dele são absurdamente chatos.

Enquanto o PT usa essa técnica de Derrida como se fosse uma arte, a oposição “trava”. Não deveria. Vamos a um exemplo prático de como se usa a desconstrução com extrema facilidade. Antes, leia um trecho da matéria “Presidente não pode mentir, isso é desvio de caráter, diz Dilma”, da Folha de S. Paulo:

A presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, subiu o tom nos ataques à adversária Marina Silva, do PSB, sobre as votações da então senadora na questão da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Ao final do ato que participou, nesta terça, 30, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, de apoio dos atletas à sua candidatura, Dilma disse que um presidente “não pode mentir”.

“Errar é humano, pode até se confundir, mas não pode mentir. Um presidente não pode mentir. Isso é desvio de caráter”, disse.

As acusações de Dilma Rousseff sobre Marina Silva tratam da aprovação da lei que regulamentou o imposto após o processo de discussão em plenário durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, Marina votou, em mais de uma ocasião, contra a criação do imposto, seguindo o posicionamento da bancada do PT.

Durante o debate entre os presidenciáveis na Band, na sexta, 26, Marina usou a votação da CPMF no Congresso para falar de sua atuação no Senado e disse: “ainda que meu partido [PT] fosse contra”.

No horário eleitoral, a campanha de Dilma Rousseff elaborou uma peça em que diz que Marina “mente”.

Marina voltou a ser questionada sobre o tema no debate da Record, no domingo, 28. No ar, ela falou que votou favorável ao imposto, mas para jornalistas, após o encontro, a candidata mudou a versão dizendo ter sido favorável apenas na comissão.

Na segunda (29), o PSB divulgou nota informando que o PT “distorce a realidade e mente sobre a questão da CPMF”. O documento segue: ” Não houve qualquer alteração no projeto que a Câmara aprovou. O único voto contrário foi do senador Fernando Bezerra (PMDB-RN). A votação foi simbólica, sem registro eletrônico do voto. A bancada do PT no Senado –e Marina era senadora pelo PT no período– foi favorável ao projeto, de maneira contrária ao que decidiram os deputados do partido”, completa.

Moscovitas bradam: “Putin, chega de mentiras!”

Luis Dufaur
No domingo, 21 de setembro, dezenas de milhares de cidadãos russos participaram de uma passeata no centro de Moscou, pela paz na Ucrânia e contra o papel do Kremlin na guerra que abala o leste ucraniano, segundo informou o site francês 20minutes.fr.

O grande cortejo incluía figuras da oposição, e muitos levavam bandeiras ucranianas enquanto bradavam slogans como “Não à guerra na Ucrânia” e “Parem com as mentiras de Putin”, constatou um jornalista da agência France Press – AFP.

Dezenas de milhares de russos protestaram em Moscou contra a guerra na Ucrânia e as mentiras de Putin

Tratou-se da primeira manifestação maciça contra a guerra. Guerra essa que a mídia oficial nega que Putin esteja conduzindo…

As fraudes da informação oficial – única existente na Rússia, uma vez que a Internet acaba de perder a sua liberdade – foram denunciadas na “Marcha pela Paz”.

Dela participaram “dezenas de milhares” de pessoas segundo Sergueï Davidis, um dos organizadores, e apenas 5.000 segundo a polícia.

“Estou persuadido de que a guerra foi provocada por Putin”, desabafou Vladimir Kachitsine, 44, que participou de cadeira de rodas. “Eu quero que Putin pare de se meter nos assuntos internos da Ucrânia”, acrescentou.

Mumbai e o Brasil

José Manuel

De cima para baixo e da esquerda para a direita: 
1) vista da Cuffe Parade desde Nariman Point; 
2) Porta da Índia (Gateway of India);
 3) Torre Rajabai; 
4) Vista noturna de Nariman Point;
 5) Hotel-Palácio Taj Mahal
A cidade de Mumbai, ou como era conhecia anteriormente, Bombaim , é a capital do Estado de Maharashtra, e situa-se nas margens do oceano Índico.
É uma cidade densamente povoada, com estimados 20 milhões de habitantes, sendo a quarta cidade mais populosa do mundo.
Recentemente vi um documentário sobre a cidade de Mumbai e fiquei conhecedor de que é um poderoso centro financeiro e, está muito perto de desbancar a cidade de Antuérpia na Holanda como a capital mundial dos diamantes.

A construção civil é frenética, com grandes empreendimentos em arquitetura se desenvolvendo na cidade e o comércio cada vez mais diversificado é intenso.

Também é a capital de um dos maiores centros de informação, entretenimento e cinema, do mundo, chamado HINDI  ou mais conhecido como BOLLYWOOD.

O apresentador  deste documentário que presenciei fez durante o programa várias entrevistas, principalmente com personalidades artísticas e empresariais. Notei que ao longo dessas entrevistas, a tônica sempre foi a mesma:
A Índia, o povo indiano, hoje, quer desbancar a China e para isso caminha a passos largos para tal, em todos os ramos de atividades, que vão do seu comércio intenso da sua indústria multifacetada e ascendente, a seus programas espaciais, passando pela modernização das suas cidades.

A Índia faz parte de um bloco comercial-político denominado BRICS, cujos parceiros Brasil e Rússia, são de longe os mais complicados, dos cinco que compõe esse bloco.
A longo prazo, pela crise geopolítica que se apresenta, assim como a ideologia belicista Russa e a falta de comprometimento por parte do Brasil com a modernidade, farão com que esse país se afaste desses parceiros, pela linha democrática e desenvolvimentista que  tanto almeja, pois já é a terceira economia do mundo.

Ao final dos governos militares, em 1985, o Brasil encontrava-se em uma ótima posição de infraestrutura operacional com as obras que se realizaram durante aquele período.
Isso se traduzia em hidrelétricas, telecomunicações, infraestrutura viária, enfim, algumas das maiores obras do século XX no mundo foram realizadas no Brasil.

O período militar fez a maior revolução industrial do século XX. Encontraram o país com o 45º PIB do mundo e 21 anos após entregaram aos civis como o 10º PIB mundial. 

Para se ter a ideia da importância desta colocação, hoje, em 2014, ou seja, 29 anos depois, ocupamos a 7ª colocação, ou quase a mesma de então.
Essa década, a de 80, foi exatamente o período em que a China e os tigres asiáticos  começaram  a sua trajetória fantástica para o progresso.

Hoje pelas nossas estradas circulam mais de 40 milhões de veículos e grande parte é de origem asiática, como a Hyundai sul-coreana cujo PIB entre 1980 e 1989 estava em 40º no ranking mundial, enquanto nós estávamos em 10º.

Minuto do dia – 241

SE está desempregado, não se desespere, não amaldiçoe a sorte.
Enfrente as dificuldades corajosamente.
Não pense em abandonar a vida.
Não seja covarde!
Você pode vencer!
Você vai vencer!
Não recuse trabalho pelo fato de ser modesto.
O grande Ford começou a vida como simples mecânico.
Tenha coragem, porque o Pai não abandona ninguém.