Aparecido Raimundo de Souza
OS SENHORES SE LEMBRAM daquele
‘slogan’ “Lula solto?” Teve um gaiato que alterou para “Lula preso, Lula
solto”. Deu certo. O petista não está mais encarcerado. Lula agora está solto.
Perdão, “souto”. Encarceradamente preso na Polícia Federal, em Curitiba, a
cidade que ele ama de coração. Pretende comprar um apê por lá, talvez um novo
tríplex ou um sítio, ainda não decidiu. Enquanto não se decide, sabemos que
Lula não dá um peido sem que os cachorrinhos que o vigiam deem aquela cheirada
básica. Se a coisa feder diferente, Lula não vai. Se feder de acordo como manda
o figurino, com perfume francês, por exemplo, Lula vai. Vai aonde? Ali mesmo, dez passos ou doze.
Lula está sendo protegido, zelado e observado pior, nos perdoem a
comparação, mais monitorado e dissecado que o fantástico e instrutivo programa
“BBB”, aquela “casa diferente” da Rede Globo. Para quem não sabe, a tal “casa”
é conhecida entre nós, seres mortais, como “BBB”. “BBB” se traduz desde a sua edição prima, por
(Boca, Boceta e Bunda). Vamos adiante. Lula parece ter perdido aquela
“umildade” dos tempos em que “dava um duro danado trabalhando”.
Não fosse pela perca fatal de um membro, ou seja, de um dedinho, com
certeza, até hoje, estaria suando a camisa. Lula sempre foi um ativo e
desembestado. Mais desembestado que ativo. Dinâmico, eficaz laborioso e essas
qualidades, os senhores sabem, vieram de berço.
Lula nasceu para executar, obrar, pôr em prática, sobretudo, enfrentar
as situações difíceis. Haja vista seus arroubamentos em face do tríplex de
Guarujá e o sítio de Atibaia. Nenhum “capinha preta” metido a juiz ou, lado
outro da “moerda”, os deuses intocáveis e melindrados miSinistros do olimpo
(STJ), conseguiram provar que ambas as propriedades eram suas. Pois bem!
Hoje, a postura do cidadão mais conhecido em São Bernardo do Campo, pela
sua bravura e “onradez”, como essas moedinhas de um real, sem dúvida alguma, a
figura lacigóstica de Lula. Entretanto,
por algum oposto ainda não devidamente explicado, Lula se tornou uma cobra
irritante, um ser acrimonioso, irascível e abespinhado. Mais camalioso que
aquele sujeito que come bosta e se delicia com o prato pedindo bis. Faz
beicinho. Mostra a língua. De Lula, virou Fula e agora, a sua Gula não tem
limites.
Lula come as próprias fezes e faz cara feia, cara de zanga. Mantém o
cenho franzido, como um menininho travesso. Não se comporta como gente grande.
Como ex-presidente de uma nação que ajudou a enfiar no ralo. Assim, sem mais
nem menos, Lula resolveu atacar outro personagem partícipe da sua história.
Quem?! O miniSinistro Sergio Porro, desculpem, Sergio Moro. E como ele ataca?
Dando tiros nos ônibus de seus “companheiros?”.
Na, ne, ni, no, NÃAAOOO! Lula
mudou de estratégia. Reparem.