sábado, 29 de dezembro de 2012

After Newtown massacre, teachers learn how to make use of handguns in the western USA

Translated from Portuguese by Francisco Vianna
Kasey Hansen, a special education teacher from Salt Lake City, Utah, said she would take a bullet to defend any of her pupils, but if she were before a gunned individual threatening her classroom pupils, she would have guts enough to react by shooting it.
Last Thursday, she was one of the 200 teachers from Utah who got together at a sport arena to be drilling on how to handle and use firearms, taught by pro-arms groups. These activists say armed educators might have a good chance of preventing fatal and aleatory shootouts in schools.

Teacher learns how to make use of a gunfire at a school in West Valley City, Utah, in the western USA. Photo: George Frey/Getty Images/AFP
This event was organized by the Sportive Shot Council of Utah, two weeks after the Newtown massacre, in the last 14th. In the carnage, a 20 years old mad guy shot and killed 20 children and six employees of the Sandy Hook School, in Connecticut.
The Council says that normally attracts some 16 teachers per year to its courses on the handling and use of handguns personal firearms, which all citizens have a right to possess and bear as privately or discretely in public, according to the 2nd Amendment to the American Constitution.
But the Thursday’s (27th) event near Salt Lake City, organized especially for teachers after the Newtown massacre in Connecticut, has attracted attention of hundreds of people, and the class was restrict for only 200 of them owing to room limitation.

Vendedor de peixe alcança fama mundial com pregão original


Boas Notícias
Um peixeiro paquistanês que vive em Londres, tornou-se uma vedeta internacional graças ao pregão que criou para vender o seu peixe. A música "One Pound Fish" acabou por se tornar viral no YouTube. O sucesso foi tal que Nazir assinou contrato com a Warner e gravou o tema que ficou em 29º lugar nos tops britânicos.
O peixeiro Muhammad Shahid Nazir já era conhecido no mercado onde vendia peixe, em Londres, mas foi depois de alguém filmar a sua 'performance' e colocar o vídeo no YouTube que a fama do paquistanês alcançou proporções internacionais.
Nazir criou a música de forma espontânea, depois do seu patrão lhe ter pedido que arranjasse uma maneira de atrair mais clientes para a banca. O paquistanês, pai de quatro crianças, acabou por atrair a atenção do mundo inteiro. No Youtube, o vídeo original conta já com mais de 8 milhões de visualizações.


A letra é muito simples e talvez resida aí o segredo do sucesso desta melodia que, sem dúvida, fica no ouvido: "Venham senhoras, venham senhoras, peixe a uma libra. Muito, muito bom. Peixe a uma libra. Muito, muito barato".

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Olhai por onde ele andou...

Os votos do Movimento ACORDO JÁ!

Ex-trabalhador da Varig, Aposentado e Pensionista Aerus, Familiar, Amigo e Solidário:
DESEJA a Você e seus familiares:
 
Que o ano de 2013 seja o ano da RESTAURAÇÃO, pessoal e coletiva!

Veja só para o que serve o desarmamento

Colaboração: Jorge Cunha

Um país de Baptistas da Silva

Adolfo Mesquita Nunes
Quem assegura que a crise se resolveria fácil e rapidamente, assim quisessem os políticos, está a mentir descaradamente

Não há ONU que nos salve da troika. Foto: Pring Samrang/Reuters
Precisamos tanto de alguém que nos diga que a crise se resolve com duas ou três medidas, quase sem dor, que estamos dispostos a acreditar no primeiro que, com ar distinto e currículo internacional, afirme com clareza que bastam duas ou três decisões e o país entra em crescimento.
Precisamos tanto de alguém que nos diga que a crise é culpa exclusiva de terceiros empenhados na nossa desgraça que estamos dispostos a acreditar no primeiro que, com ar distinto e currículo internacional, afirme com clareza que basta enfrentar esses inimigos com bravura e o país retoma a sua vida despreocupada.
Precisamos tanto de alguém que nos diga que a crise não resulta em nada de décadas de políticas erradas que estamos dispostos a acreditar no primeiro que, com ar distinto e currículo internacional, afirme com clareza que nada temos de mudar para o país encontrar a prosperidade.
Estes primeiros parágrafos dizem respeito ao episódio Baptista da Silva, o burlão que se fez passar por colaborador da ONU e que, com a veneração de muitos e alimentando a esperança de tantos, nos quis ensinar que esta crise nada tinha a ver com Portugal nem com os nossos erros nem com as nossas políticas mas tão somente com inimigos externos ou políticos mal-intencionados.
Mas estes primeiros parágrafos não dizem apenas respeito a esse episódio. Diariamente lemos e ouvimos quem, com currículo verdadeiro, repete, com variações pouco relevantes, o discurso de Baptista da Silva. Também para esses toda esta crise se poderia resolver com facilidade, assim quisessem os políticos.
Não estou a dizer que tem de haver apoio unânime ao rumo deste governo. É natural e desejável que, em democracia, surjam alternativas. O que estou a dizer é, e nisto estou particularmente seguro, que a crise que atravessamos não se resolve com a facilidade apregoada pelos vendedores da banha da cobra.

Sai pra lá, urubu!

Nações Unidas avisam Artur Baptista da Silva que “não está autorizado” a falar em nome da organização
Artur Baptista da Silva “não é e nunca foi” funcionário das Nações Unidas nem está autorizado para falar em nome do programa para o desenvolvimento (PNUD), reiterou hoje a organização.


Num comunicado oficial, divulgado em português e em inglês no ‘site’ do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUD confirma que Artur Baptista da Silva “não é e nunca foi funcionário do PNUD, nem porta-voz autorizado para a organização de desenvolvimento global”.
O PNUD acrescenta que “as opiniões do Sr. Artur Baptista da Silva são única e exclusivamente dele e não refletem a posição da organização” e vai notificá-lo de que “não está autorizado a falar em nome da organização”.
Artur Baptista da Silva apresentou-se como consultor da ONU e coordenador de um suposto Observatório Económico e Social criado no âmbito do PNUD, perante várias associações, entre as quais a Academia do Bacalhau e o International Club of Portugal, sendo inclusivamente convidado como orador num jantar-debate organizado por esta entidade.
Nesta qualidade deu ainda várias entrevistas a rádios, jornais e televisões, afirmando ser também autor de um estudo sobre pobreza e desigualdade, que teria sido inclusivamente premiado com um Feelings Award da UNESCO.
O trabalho é, na realidade, da autoria de Martin Ravallion, ex-diretor do departamento de investigação do Banco Mundial, que disse à Lusa desconhecer Artur Baptista da Silva ou como beneficiou deste plágio.
O pretenso especialista, que afirmava também ser professor de uma universidade norte-americana que já não existe, enviou na quinta-feira um “esclarecimento” à agência Lusa, garantindo que é apenas "colaborador voluntário" da ONU.
Confirma nessa nota que foi condenado por duas vezes: num dos casos não explica qual o crime cometido, noutro reconhece ter sido culpado de um "trágico atropelamento mortal", pelo qual cumpriu pena de 13 meses de prisão efetiva.
O semanário Sol noticia na sua edição de hoje que o falso coordenador da ONU é alvo de 18 processos-crime, alguns dos quais ainda em fase de investigação.
Jornal “i”, 28-12-2012
Leia também:

Relacionados:

Se não há igrejas na Arábia Saudita não haverá mesquitas na Noruega…

Otacílio Guimarães comenta esta notícia. Na rápida pesquisa que fiz para verificar a veracidade da notícia cheguei a outubro de 2010, a um blogue espanhol, não tenho a certeza da sua veracidade.

"A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país. 
O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender a liberdade da Europa, frente ao totalitarismo islâmico.

Jonas Gahr Støre, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega. 
Segundo o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitarão o financiamento islâmico de milhões de euros. 
Jonas Gahr Støre argumenta que: 
«Seria um paradoxo e antinatural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa». 

O ministro também afirma que «a aceitação desse dinheiro seria um contrassenso”, recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões. 
Jonas Gahr Støre também anunciou que a «Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa», donde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com a Arábia Saudita."

Não teria sido mais simples e prático ter proibido a entrada dos muçulmanos no país? Sabe, a democracia tem um defeito que precisa ser corrigido, e este é justamente dar direitos iguais para pessoas desiguais. Não sei se você já assistiu ao filme "O bom, o mau e o feio" (The good, the bad and the ugly, título original em inglês). É um filme interessante porque mostra o que é a natureza humana, ou seja, desigual. Existem os bons, os maus e os mais ou menos, ou seja, os feios, que ficam entre os primeiros e os segundos. Esta história de dizer que todos somos iguais, é uma falácia. Nem biologicamente somos iguais, porque se fosse assim não nasceriam pessoas com deficiências diversas e todos seríamos perfeitos e bons.

Os países democráticos sempre cometeram o erro de aceitar a imigração de inferiores. Agora, estão com um imenso problema cuja solução é impossível. O que não presta tem que ser preservado em seu habitat natural até morrer.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Não, não vou falar da privatização da ANA!


Vamos lá! Em frente! 
Viva Portugal!

'Financial Times' chama Dilma de rena do nariz vermelho do Natal


O desempenho da economia brasileira foi satirizado no conto de Natal do blog beyondbrics, do jornal britânico "Financial Times", sobre os países emergentes.
Estrelando o bate-boca com o próprio Papai Noel, apareciam a presidente Dilma Rousseff, caracterizada como a rena do nariz vermelho, e o ministro Guido Mantega (Fazenda), como "Guido, o "elfo vidente".
No conto, o Papai Noel afirma que os personagens deste Natal são os mesmos de 2011, exceto pela mudança do representante da América Latina –  sai Dilma e entra Enrique Peña Nieto, novo presidente do México – e pelo novo líder chinês Xi Jinping.
"Você não pode me rebaixar!", protestou Dilma. "O que me diz sobre meu maravilhoso nariz vermelho?"
"É o seu nariz vermelho o problema. As crianças pensam que você é socialista. Quem confia em um socialista para trazer brinquedos?", responde o Papai Noel.
Indignada, Dilma lembra que o líder chinês é ainda pior por ser comunista.

"Mas ele diz as coisas certas", retrucou Papai Noel, ao lado do chinês que clamava a "luta contra a corrupção".
Dilma retruca dizendo que seus "chifres" são os "sextos maiores" do mundo, quando é interrompida pelo premiê britânico David Cameron reivindicando a posição – o Brasil perderá o posto de sexta economia para a Inglaterra.
Então, a presidente brasileira explode: "Por que motivo meus chifres não crescem mais rapidamente?"
Nesse momento, entra o ministro Guido Mantega, caracterizado como o "Elfo vidente", garantindo que os chifres da presidente crescerão um metro em 2013.
Dilma cobra explicação sobre como chegou à previsão.
"Tive um estalo. Perguntei as previsões de todos os outros elfos e multipliquei por dois", respondeu Mantega.
"Oh, Guido, por que será que eu não te demito?"
"Não seria porque a revista 'Economist' pediu isso?", responde o ministro.
Título e Texto: Folha de S. Paulo, 27-12-2012
Edição: JP

Bolsas suborno

Geraldo Almendra
“Pode pagar que essa sociedade não reclama de nada. São todos uns ignorantes, idiotas, imbecis, corruptíveis ou subornáveis.” (Presidente de uma corruptocracia)

Imagem: Guto Cassiano
A Lei Geral da Copa editada em junho de 2013 – até agora sem nenhum suspiro de revolta coletiva sobre esse descalabro presidencial –, através de um dos seus artigos, concede aos jogadores de três copas do mundo um prêmio de R$ 100.000,00 (cem mil reais) – pagos imediatamente pelo Ministério dos Esportes, para titulares e reservas, além da garantia de uma aposentadoria pelo valor máximo que na época estava em torno de R$ 3800,00 (três mil e oitocentos reais), sendo esta aposentadoria extensiva ao dependente no caso de morte do beneficiado, antes ou depois da entrega da "bolsa suborno".

Considerando que muitos desses jogadores não precisam dessas “bolsas suborno”, diante da podridão moral e ética que assola o país, não nos surpreende que nenhum deles tenha se recusado a receber a “bolsa suborno”, o que, mais uma vez, demonstra o histórico nível de degeneração quase coletiva dos mais básicos valores que deveriam ser os fundamentos de uma sociedade séria, justa e digna.

Mesmo que alguns desses “felizardos” precisassem da grana dada, sem qualquer consulta a quem paga a conta dessa e de muitas outras sacanagens, isto é, os contribuintes, os beneficiados deveriam lembrar que milhões de cidadãos trabalham a vida toda para ganhar uma aposentadoria que mal lhes garante alimentação e nem o tratamento médico de que necessitam. É claro que isso seria pedir demais para alguns esportistas de uma sociedade que mantêm no poder os descarados e comprovados estelionatários da política que controlam o país através do assistencialismo, do suborno e da corrupção.
Pior ainda do que qualquer reação relevante da sociedade, principalmente da classe dos aposentados que passaram a vida trabalhando para ter direito ao benefício, é o silêncio do Ministério Público e do Parlamento, ambos parcialmente ou totalmente servis a um desgoverno fascista.

A flor que Victoria colheu


Ubiratan Iorio
Dizem que o amor é uma flor delicada e da mais rara beleza, mas que nasceu e desabrochou bem na beira de um abismo, para que quem deseje pegá-la e desfrutar de sua formosura, fragrância e tudo o mais ue representa, tenha que demonstrar muita coragem.
O mundo inteiro chocou-se com o episódio ocorrido no colégio Sandy Hook, em Newtown, no estado americano de Connecticut, quando um psicopata, cujo nome não merece sequer ser mencionado, assassinou a tiros vinte crianças entre cinco e dez anos e seis adultos, incluindo a própria mãe. Imediatamente, a mídia mundial destacou o fato, mas, como sempre acontece nesses momentos de comoção, procurou capitalizar seus próprios interesses, sugerindo que, caso a posse de armas fosse proibida, a tragédia teria sido evitada. O presidente Obama, com seu populismo característico, está também tirando proveito do episódio, já se declarando a favor de mudanças radicais nas leis que regem o porte de armas nos Estados Unidos.
Isso não é verdade, pela mesma razão - para usar uma imagem popular – pela qual a culpa por um aluno ter tirado zero em uma prova não pode ser atribuída ao lápis com que fez a mesma... No triste caso de Newtown, a culpa não foi da arma e nem da legislação, ela foi simplesmente do assassino! Mas não pretendo aqui enveredar pela discussão sobre se o porte de armas deve ser ou não permitido, embora me sinta na obrigação moral de afirmar que qualquer cidadão de bem tem o direito de possuir armas para se defender dos que não são de bem. Aliás, parecem preocupantes as razões que estão por trás dessas frequentes tentativas de desarmamento das pessoas corretas, porque naquele plebiscito realizado há alguns anos no Brasil nosso povo manifestou-se maciçamente a favor do porte legal de armas para os cidadãos se defenderem.
Mas, nesta postagem, quero muito, também por dever moral, enaltecer as virtudes heroicas de uma jovem, Victoria Soto, professora de origem porto-riquenha daquele colégio de Connecticut, cristã da denominação protestante Lordship Community Church, que não hesitou em entregar sua vida, na plenitude de seus vinte e sete anos, para salvar suas crianças.

"A Cidade Maravilhosa se tornou uma favela só"

É uma verdadeira vergonha a imundice que se vê no Jardim do Méier, bem ao lado do viaduto e do hospital Salgado Filho, e é assim que querem dar saúde de qualidade a população, pode?

O local é um verdadeiro hotel e sanitário público e as pessoas que por lá passam ficam expostas a um forte cheiro fétido, pois o local é um verdadeiro sanitário a céu aberto, e o pior é que ninguém vê nada ou não quer ver.

É uma vergonha passar pelo local diariamente, e as pessoas idosas e crianças que ali passam são as que mais sofrem.

Esta é a verdadeira administração pública que se vê no local.
Lucio Cavadas, Professor e Aposentado

Morro do Dezoito, foto: Cíntia Cruz
Só da zona norte?
Lucio, eu passei quase 24 anos fora do Rio de Janeiro e quando retornei fiquei decepcionada com a variação de favelas, como se não bastassem as residências já existentes há décadas. A Cidade Maravilhosa se tornou uma favela só. Já mencionei as residenciais, mas foram criadas as do transporte alternativo com kombis e Vans em péssimo estado de conservação, que não respeitam as leis do trânsito e os usuários são levados como gado imprensado, pois no banco que cabe 3 eles levam 4, quando não fazem adaptação e aumentam mais o número de bancos, no caso atrás na Kombi ou Van, onde transportam excesso de passageiros. Na frente ninguém usa cinto de segurança, não sei como passam nas vistorias anuais do Detran, pois tem portas que não funcionam e eles amarram com arame ou corrente.

Outra favela que odeio: as barracas de comida espalhadas pelas calçadas, praças, passarelas etc. As ruas ficam imundas com a quantidade de copos descartáveis. Guardanapos de papel, restos de alimentos, cascas e caroços de frutas etc. E com isso não temos mais uma cidade limpa em nenhuma área do Rio. O serviço de coleta de lixo é péssimo, embora façam a coleta nos dias certos sem faltar, mas eles recolhem os sacos de lixos de nossas portas e os armazenam na esquina no fim da tarde e o caminhão só chega pra recolher esses sacos depois das 21 horas e os cachorros e cavalos fazem a festa deixando as ruas imundas de lixo podre.

Julgamento do RE 571969 (Defasagem Tarifária) em pauta?…

Varig, Varig, Varig
A pedido da ministra Cármen Lúcia, relatora no STF daquela ação bilionária de defasagem tarifária da Varig, o ministro Joaquim Barbosa se prepara para colocar o assunto na pauta do Supremo.
O caso se arrasta há muito tempo e as tentativas de um acordo antes do julgamento fracassaram.

No mais…
Vamos torcer, vamos cobrar.
Ancelmo Gois, O Globo, 27-12-2012

Relacionado:

Outras colunas:

Ora, aí está!

João Henrique, Inimigo Público, 27-12-2012

Relacionados:

Os indignados profissionais

Passos Coelho, como qualquer político da actualidade, colocou na sua página de Facebook uma mensagem de Natal. Logo surgiram nas redes sociais os indignados do costume, como se o Primeiro-Ministro não tivesse o direito (e acrescentaria eu, o dever) de transmitir uma mensagem ao país nesta quadra festiva. E sim, o Facebook é um veículo como outro qualquer. Vindo de profissionais da comunicação, activistas da oposição ou simples idiotas, não faltaram as críticas e os insultos a Passos Coelho. Temo até que o Daniel Oliveira já se prepara para lançar uma petição contra a mensagem no Facebook do PM. Fossem estas "redes sociais" uma imagem do país e ficaria verdadeiramente preocupado com a sanidade do povo português. Felizmente, e como observámos nos famosos boicotes ao Pingo Doce ou ao Banco Alimentar (no fundo é a mesma gente), pouco ou nada representam.
Título e Texto: Nuno Gouveia, 31 da Armada, 27-12-2012

Pois, pois…
1) Teve uma, li ontem, que se queixava de só ter podido comer um pão com margarina… escreveu isso no facebook. Se economizasse no “pão com margarina” teria podido enviar o seu (dela) comentário de um iPad…
2) Quem lhes ensinou a matraquear insultos, quem?...

Relacionados:

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

E aí, enrolões, até quando?


Prezados Senador Paulo Paim e Deputado Marco Maia:
Trabalhadores e aposentados esperam, aguardam atitudes condignas, honestas e reais de Vossas Excelências, especialmente com relação aos Projetos de Lei 001/2007, 4434/2008 e 3299/2008 que continuam há mais de quatro anos covardemente engavetados a mando do governo na Câmara dos Deputados, prejudicando, extorquindo, roubando direitos de milhões de trabalhadores e aposentados oriundos do RGPS – Regime Geral de Previdência Social. Ao longo desses mais de quatro anos, foram inúmeras promessas para a votação das citadas proposições, porém não foram e continuam não sendo cumpridas, prejudicando com essa covarde atitude, milhões de famílias. Para qualquer cidadão de bom senso, a não votação da matéria é uma atitude covarde, especialmente por parte do Presidente da Câmara e Lideranças Partidárias que há tanto tempo enganam os trabalhadores e aposentados. O Projeto de Lei 001/2007, particularmente, se votado e aprovado, estanca a hemorragia do desrespeito, humilhação, discriminação e outras denominações análogas.
Contando mais uma vez com a atenção devida e merecedora, despeço-me,
Respeitosamente
Orcelino Andrade, Belo Horizonte – MG, 26 de dezembro de 2012
Título: JP

As mentiras sobre os royalties do petróleo

A primeira vítima

Duvido que alguém imagine uma vitória governamental em matéria que exige maioria de três quintos em cada Casa

Ibsen Pinheiro

O senador americano Hiram Johnson proclamou, há mais de um século, uma noção a que só faltava a síntese: nas guerras, a primeira vítima é sempre a verdade.
A luta parlamentar sobre os royalties do petróleo no mar confirma o senador da Califórnia. Foram mais de 10 batalhas perdidas pela verdade e pela maioria dos brasileiros e seus representantes que votaram maciçamente a favor de uma lei que não vira lei.
A defesa do injustificável privilégio de pouquíssimos Estados e municípios baseia-se invariavelmente em três falsidades. Falando claramente, em três mentiras. A saber:
1. Estados e municípios produtores. Não são. Para serem, precisariam de ao menos uma de três hipóteses: serem proprietários do bem explorado, controladores da empresa exploradora ou, por último, ao menos titulares da área onde ocorre a produção. Nada disso se verifica. Ao contrário, tudo é da União federal, o petróleo, a Petrobras e o mar territorial, como diz o art. 20 da Constituição.
2. Segunda mentira: os royalties são compensatórios. Não são. Se houver algum dano a compensar, a responsabilidade será da companhia petroleira causadora ou de sua seguradora e, falhando estas, será da União, quer dizer, todos os brasileiros pagariam a conta. A exceção, de caráter compensatório, destina-se a poucos municípios afetados pelas operações de embarque, desembarque ou armazenamento e nisso minha emenda não mexeu a não ser para expressamente preservar a regra que beneficia cinco municípios gaúchos.
3. Terceira mentira: a redistribuição afeta os contratos em vigor, assinados sob o regime da concessão. Falso. Os royalties têm origem constitucional e distribuição por lei. Os contratos só repetem a incidência legal, definida como "receita governamental" e nada regulam do destino final, que é atribuição da lei federal. O dinheiro vai para os cofres da Agência Nacional do Petróleo, que lhes dá o destino definido pela lei, atual ou futura. Os Estados não são parte dos contratos. Nem mesmo como testemunhas.

Veja como é facinho...

Será o Windows 8 assim tão simples? Descubra a resposta numa surpreendente iniciativa que teve lugar no passado dia 7 de Dezembro na PC Experience da Fnac do Chiado. O momento fala por si.
Microsoft Portugal, 18-12-2012
Com legendas em inglês 

Chove...


Chove lá fora…
Eu queimo aqui dentro,
De vontade de te abraçar…
Quando chove…
Fica mais triste esperar,
Por alguém que não vai chegar…

Fatima Lopes

Mensagem que o PM, Passos Coelho, escreveu no Facebook

Amigos,
Este não foi o Natal que merecíamos. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa. E muitos não puderam dar aos filhos um simples presente.
Já aqui estivemos antes. Já nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos, já demos aos nossos filhos presentes menores porque não tínhamos como dar outros. Mas a verdade é que para muitos, este foi apenas mais um dia num ano cheio de sacrifícios, e penso muitas vezes neles e no que estão a sofrer.
A eles, e a todos vós, no fim deste ano tão difícil em que tanto já nos foi pedido, peço apenas que procurem a força para, quando olharem os vossos filhos e netos, o façam não com pesar mas com o orgulho de quem sabe que os sacrifícios que fazemos hoje, as difíceis decisões que estamos a tomar, fazêmo-lo para que os nossos filhos tenham no futuro um Natal melhor.
A Laura e eu desejamos a todos umas Festas Felizes.
Um abraço,
Pedro.
Na página de Pedro Passos Coelho, Primeiro-ministro, 26-12-2012, 19h30

Relacionado:

Para petistas e assemelhados os fins justificam os meios: pode roubar... pelo povo!

Geraldo Almendra

Foi publicado no artigo do jornalista Carlos Alberto Sardenberg titulado “Roubar pelo povo” (leia abaixo) uma manifestação da artista Fernanda Torres, pela qual, de admiração pela sua arte, passei a sentir um profundo desprezo por sua pessoa.
A manifestação publicada na “Folha”, segundo o jornalista, teve como mote uma defesa feita pela artista em relação ao suposto chefe do Mensalão, o condenado José Dirceu – o verdadeiro continua impune: “talvez seja impossível governar sem violar a lei”, refletiu a artista.
Respeitando a liberdade da artista de expor suas ideologias a favor do crime organizado do suborno e da corrupção, na minha concepção e usando da mesma liberdade, entendo que somente um caráter de semelhança abjeta ou canalha pode admitir tal premissa para que alguém consiga atingir seus objetivos como um representante qualquer de um governo, ou mesmo durante sua vida profissional.
Convém lembrar que Hebe Camargo durante a gravação de um programa pediu ao auditório que batesse palmas de pé para o mesmo José Dirceu, sendo plenamente atendida por uma plateia repleta de ignorantes e esclarecidos canalhas.
Nos dois casos, essencialmente, não estamos falando, essencialmente, de gente ignorante pela falta de educação e cultura, mas, principalmente, daqueles que qualifico como canalhas esclarecidos, pessoas muitas vezes com avançada formação cultural que se debandaram para o lado dos que participam de um projeto espúrio de poder que já transformou o país em um Paraíso de Patifes.
A deterioração moral e ética de uma parcela significativa de nossas “elites” do meio artístico, que servem de instrumentos de propaganda para a sustentação do petismo leninista, já chegou a um ponto que grande parte da desqualificação do Brasil como sociedade digna de algum respeito pelo resto do mundo se deve a esta classe da sociedade dos “patriotas mortos”.
A defesa da tese já sendo ensaiada pelo PT, diante da condenação da gang do Mensalão perante a opinião pública, mesmo que esse julgamento acabe em uma farsa de impunidade por penas ridículas fora de regime fechado – para o núcleo político –, de que roubar é um instrumento de defesa dos pobres por dar sustentação a um governo que “defende os pobres”, não é digna de qualquer sentimento minimamente decente. Na verdade se trata de uma inversão de valores absolutamente calhorda.
Com sua manifestação a atriz nos leva a entender que é partidária dos princípios de que “ladrão que rouba ladrão merece perdão”, “roubar e distribuir”, “roubar e realizar”, entre tantos outros sórdidos princípios disfarçadamente praticados pelos desgovernos civis anteriores aos do PT, mas descaradamente praticados durante os desgovernos petistas, ajudados pela omissão, covardia e cumplicidade de uma parcela majoritária da classe dos artistas, em que muitos ficam ricos com a venda de suas músicas e de seus shows para os ignorantes destituídos de capacidade crítica para olhar para um artista e entender seu verdadeiro caráter. Somados aos artistas “socialistas” que vivem de forma nababesca, ainda temos muitos outros artistas que são sustentados com verbas do desgoverno petista para serem hipócritas e cínicos ventríloquos da defesa do indefensável.

Os 10 melhores jogadores do mundo

O jornal britânico “The Guardian” divulgou uma lista onde elegeu os 100 melhores jogadores do Mundo. Messi ocupa o primeiro posto, Cristiano Ronaldo é o segundo e Xavi ocupa a terceira posição.

Com CR são três os jogadores portugueses que estão entre os 100 melhores: Pepe, no 96º lugar, e João Moutinho, do FC Porto, que surge na 76ª posição.

Destaque ainda para o colombiano do FC Porto, James Rodríguez, que é o 59º nome da lista e também para o ex-dragão, Hulk (83º). 

A lista dos 10 melhores jogadores do mundo:

10) Edinson Cavani (Napoli and Uruguay)

9) Yaya Touré (Manchester City and Ivory Coast)

8) Andrea Pirlo (Juventus and Italy)

7) Robin van Persie (Manchester United and Holland)

6) Radamel Falcao (Atlético Madrid and Colombia)

5) Zlatan Ibrahimovic (Paris St-Germain and Sweden)

4) Andrés Iniesta (Barcelona and Spain)

3) Xavi (Barcelona and Spain)

2) Cristiano Ronaldo (Real Madrid and Portugal)

1) Lionel Messi (Barcelona and Argentina)

Veja quem são os 100 melhores jogadores do mundo:


Dos 100 melhores, dois jogam no Futebol Clube do Porto:João Moutinho e James Rodriguez