terça-feira, 29 de janeiro de 2013

[Aerus] O Sindicato disse que…

Caso AERUS deve voltar a pauta
Conforme informações publicadas no blog do escritório Castagna Maia, a partir do retorno das atividades na Justiça Federal no último dia 07, a ação civil pública em tramitação na 14ª vara sobre o AERUS, teve sua movimentação retomada.
O processo foi remetido para o Ministério Público Federal para parecer sobre as apelações, tanto do Sindicato quanto a da Advocacia Geral da União (AGU).
O Sindicato foi intimado para apresentar contrarrazões ao recurso da AGU. Depois de todas as partes apresentarem suas contrarrazões o processo será remetido para o Tribunal para o julgamento da apelação.
A assessoria jurídica e o Sindicato continuam aguardando as decisões sobre os pedidos de reconsideração e agravos que estão no Tribunal Regional Federal (TRF) e no Supremo Tribunal Federal (STF) que tratam da antecipação de tutela.
O processo está suspenso, aguardando o recurso que pede a cassação que derrube a decisão do desembargador Carlos Moreira Alves, que, no dia 26 de outubro de 2012, suspendeu a tramitação do processo de execução provisória.
Quanto ao pedido elaborado perante o Supremo, a SL 127 foi encaminhada para o Ministério Público Federal (MPF) para parecer. Esse processo já havia sido encaminhado para o MPF, porém, o Procurador-Geral da República Dr. Roberto Gurgel requereu que antes de seu parecer, a AGU fosse intimada para se manifestar nos autos, o que já aconteceu e o processo agora, é encaminhado para o MPF. O STF retomará suas atividades no dia 1º de fevereiro.
O Sindicato entende que os aposentados e pensionistas do AERUS devem seguir informados e mobilizados aguardando as novidades do caso.

Brasileiros, salvem o indefeso aposentado!


Amigo internauta, você não tem uma pessoa aposentada na família? 
Concorda com o massacre que é imposto a esses idosos injustiçados e descartados?
Aceita que a Previdência Social tenha dois percentuais diferentes na atualização das aposentadorias, o que acarretou em 15 anos uma defasagem próximo dos 80% para aqueles que recebem o percentual menor?
Acredita que a Previdência Social não tenha alternativa mais justa para contornar uma situação que alegam deficitária, criada por eles mesmos, por incompetência administrativa ou por desvios maciços nas contas da Previdência?
Concorda que o aposentado esteja fadado a receber mais adiante  proventos de apenas UM salário mínimo, quando na vida ativa, durante 35 anos, contribuía sobre vários?
Concorda que as regras de uma partida sejam quebradas no meio do jogo?
Concorda que um terço dos aposentados sirva de bode expiatório para salvar a irresponsabilidade das equipes econômicas, na desastrosa administração da Previdência Social? 
Concorda na manutenção do preconceito e discriminação em cima dos indefesos aposentados? 
Se não concorda, e é lógico que não concorda, assine a petição da Ong AVAAZ, "Percentual Único de Correção das Aposentadorias". Seja solidário com os aposentados... Clique aqui, por favor.
Título e Texto: Almir Papalardo, 29-01-2013

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Um sonho repetido

Luísa Castel-Branco
Sonho sobre ti vezes sem conta. Mesmo quando estou acordada. Às vezes dou comigo na rua e de repente, do nada, vejo a tua silhueta a mover-se por entre as gentes. Ou então é o teu perfume de lavanda que me apanha desprevenida obrigando-me a fixar-me em alguém que acabou de passar rente a mim. A tua falta é tão permanente que os anos não lhe retiram nem força, nem dor.
É uma dor que vive comigo, encaixada dentro de mim e escondida.
Mas sabes, pai, tenho contigo longas conversas. Maiores do que as que tive enquanto vivias. Pergunto-te muitas vezes o que pensas de mim, daquilo em que me tornei, sei lá, coisas sem importância talvez. E o facto de já teres partido há tantos anos não me fez esquecer os teus traços, o teu sorriso pequeno, as tuas mãos perfeitas.
Perfeitas. Onde eu hoje queria estar, sabes pai, abraçada por ti e ouvir-te dizer, tudo vai correr bem.Quando sonhamos podemos imaginar tudo o que queremos. E eu imagino-me novamente ao teu lado a dizer-te tudo aquilo que não tive tempo.
A vida é tão estranha, como estranha é esta saudade permanente de ti, esta imensa solidão que nunca vai desaparecer. Mas todos os dias as gaivotas rondam a minha janela e como sempre, é contigo que falo quando lhes digo adeus.
Título e Texto: Luisa Castel-Branco, Destak, 29-01-2013

‘Recuperação judicial não se dá com toque de mágica’


Um dos alvos de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre irregularidades nas varas empresariais da Justiça do Rio, o juiz Luiz Roberto Ayoub nega que tenha favorecido amigos na gestão de massas falidas e faz autocrítica sobre tentativa de salvar a Varig.
No site do 8° Ofício de Notas da capital, onde Ilka Regina Miranda, sua esposa, é escrevente, apareciam os nomes de quatro clientes ligados à falência da Varig. O senhor, como juiz do caso, não se sente constrangido com isso?
Ela é celetista e presta serviço ao cartório. Não há ingerência dela sobre mim e nem vice-versa. Meu compromisso é julgar processos com isenção e imparcialidade.

Em nome da transparência, o senhor exibiria o livro com os atos praticados pela dona Ilka?
Não sou titular do cartório. Não sei se o livro pode ser mostrado. A contratação dela é regular.

Se o salto no faturamento do 8° Ofício com a chegada de dona Ilka se deve, como alegado, à mudança de endereço, o senhor poderia informar se o outro cartório que ocupava antes o mesmo imóvel no Centro produzia os mesmos resultados?
Não tenho ingerência sobre o cartório, mas sei que a mudança de endereço foi sensível e significativa.

Que atributos o advogado Jaime Canha, seu amigo, demonstrou para assumir a gestão e administração de massa falidas em tramitação da 1ª Vara Empresarial, já que tem pouco tempo de formado e as empresas em seu nome fecharam?
Amigo, ele é, como todos que trabalham comigo. Existe uma relação de confiança. Se eles cometerem algum equívoco, o juiz é quem responde. A propósito, eu nunca o nomeei. Respeito o rodízio. Ele é advogado. Foi empresário por dez anos. O insucesso de uma empreitada empresarial não significa incapacidade de gestão. Ele é muito bom. No momento oportuno, vou nomeá-lo novamente.

Presidenta Dilma, AJUDE os ex-trabalhadores da Varig!


Em abril de 2006, o Instituto AERUS de Seguridade Social - instituição de Previdência Complementar, Privada, mas sob a fiscalização da SPC-Secretaria de Previdência Complementar, órgão do Governo Federal, sofre liquidação extra-judicial. Os beneficiários (aposentados e pensionistas) têm os seus complementos mensais dramaticamente reduzidos. Em muitos casos a redução foi de 92%!!
Os que ainda trabalhavam na Varig souberam que as suas poupanças esfumaram-se. E, mais ainda, quando foram demitidos, em julho de 2006, pela falência da Empresa, não receberam os seus direitos trabalhistas. E ainda não receberam!
Já lá vão SEIS anos!
Existe no Supremo Tribunal Federal uma ação, na verdade um Recurso Extraordinário (RE 571 969), que e se julgado favoravelmente à reclamante VARIG, ensejaria um ACORDO entre Governo, ex-Varig e Aerus. É nesse julgamento que estão todas as nossas esperanças, até porque já nos foi acenado, algumas vezes, a possibilidade de um Acordo.
Por conseguinte, neste momento apelamos a Sua Excelência, Dra. Dilma Rousseff, Presidenta da República Federativa do Brasil, que se digne ordenar a concretização desse ACORDO que, com toda a certeza, vai tirar do desespero diário mais de 20 mil famílias!
Bem haja, Presidenta!
Movimento ACORDO JÁ!
(Ex-trabalhadores da Varig, Aposentados e Pensionistas Aerus, Familiares e Amigos)

Caríssimo leitor, se você julga esta Causa merecedora do seu apoio e solidariedade, então, por favor, junte-se a nós! Muito obrigado!

FC Porto: Jogar à Barça


José Correia
O que dizer de um jogo em que o FC Porto inaugurou o marcador aos 4 minutos, chegou aos 2-0 aos 12 minutos e, sufocou de tal maneira o Gil Vicente, que ao intervalo tinha 83% (!!!) de posse de bola e a equipa adversária não tinha sequer conseguido fazer um único remate à baliza?
Isto é jogar à Barça, sem Messi (no nosso caso sem James), mas com Moutinho a fazer de Xavi, Defour a fazer de Iniesta e Lucho, mais uma vez, a chegar ao fim do jogo com quase 11 quilómetros percorridos (velhos são os trapos).
A forma como o FC Porto resolveu o desafio antes do primeiro quarto de hora e depois controlou o jogo como uma posse de bola estratosférica (em Portugal nunca tinha visto nada semelhante) é algo verdadeiramente notável, que os comentadeiros desvalorizaram pondo o ênfase na má exibição (falta de atitude, dizem eles) dos depenados galos de Barcelos.
Num jogo que os dragões venceram por uns claros 5-0 (e ainda ficou um penalty por assinalar, num lance em que o árbitro Paulo Baptista considerou que o Danilo tinha o ombro no... peito), com 75% de posse de bola e 23-2 em remates, é dificil encontrar aspetos negativos. É que até o Varela (o elo mais fraco do habitual onze titular) marcou um golo, após uma excelente assistência de Castro (o médio mais limitado do plantel).
Elogiar as exibições de Otamendi, Mangala, Moutinho, Lucho ou Jackson é chover no molhado e, por isso, desta vez vou destacar outros dois jogadores: Danilo e Defour.

É sabido que Danilo gosta pouco de jogar a lateral-direito (prefere jogar a médio interior, como se diz no Brasil), mas ontem deve ter feito a sua melhor exibição com a camisola do FC Porto. Inaugurou o marcador (após uma jogada individual), sofreu uma carga para penalty (que o árbitro não assinalou) e subiu N vezes pelo seu corredor, sendo na maior parte do jogo mais um ala do que um defesa.
Defour, para além do excelente golo que marcou, tem uma inteligência tática muito acima da média. Já substituiu Fernando, Defour e Lucho. Já jogou a médio/ala direito, na habitual posição de James. Ontem jogou a médio/ala esquerdo, à Iniesta, e mais uma vez foi aprovado com distinção. Penso que hoje em dia restam poucas dúvidas que este belga foi uma grande contratação.

A classe dos estúpidos é internacional! Ou: “Ave, Obama, os que vão morrer te saúdam!”


Reinaldo Azevedo
A estupidez até  pode encontrar um terreno fertilíssimo no Brasil e, às vezes, chegar a altitudes inigualáveis. Mas não é uma exclusividade nossa, não! Os idiotas estão soltos e, como lembrou um ex-ministro, perderam completamente a modéstia.
Mohamed Morsi, presidente do Egito, teve uma ideia para conter os protestos populares, que entram pelo quinto dia: Lei Marcial — instrumento a que recorreu o agora encarcerado e quase morto Hosni Mubarak. Nesses cinco dias, já são 58 os mortos em várias cidades do país. O Ocidente assiste atônito e mudo. Quem é que está na rua agora? Os traídos de sempre das “revoluções islâmicas”: as facções laicas e realmente democráticas que acreditam poder, porque mais racionais e informadas, dar um truque na truculência religiosa. É incrível! EUA e Europa caíram, em 2011 e 2012, na mesma conversa de 1979, com a revolução iraniana. Até o comportamento do democrata da hora que ocupa que a Casa Branca foi o mesmo: Jimmy Carter, certamente o mais patético presidente da história americana, puxou o tapete do xá Reza Pahlevi e entregou o Irã a Khomeini. Alguns meses depois, o barbudo de olhar maligno estava matando e esfolando. Barack Obama puxou o tapete de Mubarak e de outros ditadores e entregou o Egito à Irmandade Muçulmana e o Norte da África aos terroristas. Uma obra que vai ficar para a história. E ele o fez com o auxílio luxuoso de um conservador que havia virado socialite, Nicolas Sarkozy, então presidente da França, que perdera o eixo, e de outro conservador meio burrinho, David Cameron, primeiro-ministro britânico.
George W. Bush, o odiado “jorjibúsxi”, diz-se, achava que podia sair por aí derrubando ditadores inimigos. Uma coisa realmente muito feia de se fazer e que lhe rendeu o repúdio dos politicamente corretos mundo afora, especialmente no Brasil. Essas mesmas mentalidades, no entanto, acham que os americanos cumprem uma missão civilizadora e civilizatória quando saem por aí derrubando ditadores… amigos. É um jeito de ver o mundo, com o qual não concordo num caso e noutro. A Irmandade Muçulmana, obviamente, deu um passa-moleque nos seus “aliados” ocidentais, e os terroristas levaram a melhor na Líbia — e isso quer dizer levar a melhor em todo o Norte da África.
Mas é muito pequena a possibilidade de se ler o óbvio na imprensa brasileira ou estrangeira. O Estadão traz nesta terça um texto estupefaciente, escrito por Jocelyne Cesari, publicado no Washington Post. Ela é pesquisadora sênior do programa “Islam in the West”, do Cetro Berkley, da Universidade Harvard.
Contra os fatos, contra as evidências, dona Jocelyne vê “a firma marcha dos movimentos islâmicos rumo à democracia”. Mas aí ela se sentiu na obrigação de adjetivar um pouco essa democracia. E escreveu esta maravilha: “Entretanto, isso não significa que as transições em curso levarão necessariamente a democracias liberais no estilo ocidental. O mais provável é que estejamos testemunhando a ascensão de democracias ileberais, nas quais o respeito aos resultados eleitorais não significa automaticamente o fim da discriminação com base no gênero ou na religião entre os cidadãos”.
Parece um pensamento original, mas é pistolagem intelectual. Como esses vigaristas se encantaram com a dita Primavera Árabe, assegurando o seu caráter democrático — estupidez na qual este blog nunca caiu —, faz-se necessário agora inventar uma categoria em que encaixar aquele troço. Surge, assim, a “democracia ileberal”, que se resumirá, então, ao “respeito aos resultados eleitorais”. Por esse critério, a Venezuela e o Irã são democracias — “ileberais”, por certo! Como “democracias ileberais” eram alguns fascismos europeus.

Recorde de visitas!

3.205!

É esse mesmo o número de visitas!
Agradeço, de coração, aos autores, colaboradores, blogueiros amigos dos quais garimpo excelentes artigos, aos ‘indicadores’ de matérias, aos leitores e a você, especialmente a você!
Sinceramente, sem falsa modéstia e sem hipócrita humildade, penso que vai ser dificílimo bater o recorde de hoje.
Abraços e beijos de carinho./-
JP

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Pai chegou!

Portugueses esqueceram. A Comunicação Social não menciona!


"O general Jaime Neves foi um militar de excepção, um homem que deixou uma contribuição extraordinária para a implantação da democracia no nosso país", afirmou o primeiro-ministro, referindo que o general "esteve envolvido no movimento dos Capitães de Abril, em 1974, e foi ainda uma das peças muito relevantes para o desfecho do 25 de Novembro".
E o que foi o 25 de novembro?
Ora, pergunte a estes famosos machos defensores da… “Democracia”?

Estamos nas mãos dos piores

Ernesto Ribeiro 
Alguns exemplos para entender o que aconteceu conosco: 
Os diretores da editora brasileira Record quebraram um novo recorde de canalhice e inutilidade: decretaram que os brasileiros são oficialmente um povo de débeis-mentais como eles, incapazes de ler um livro de quase 1000 páginas e MUTILARAM EM DOIS TERÇOS a edição brasileira de Lincoln (Team of Rivals), o livro que inspirou o filme de Steven Spielberg. Foi CENSURADO no Brasil exatamente o trecho crucial que sustenta todo o enredo da história: o capítulo da aprovação da 13ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América, que proíbe a escravidão.  
Por essa lógica da incompetência de publicar, podemos esperar que daqui pra frente os leitores brasileiros não terão mais acesso a novas edições completas de outros livros clássicos com mais de 400 páginas. Já posso imaginar que a editora Record também reduziria Os Irmãos Karamazov de Dostoievski, de mais de 1000 páginas para apenas 300, censurando o capítulo onde se revela a identidade do personagem que matou o velho Fiodor. Enfim, ajustando o texto de Dostoievski á capacidade mental dos donos do poder literário no Brasil. 
Entendeu agora porque o mercado de livros nacional está perdendo espaço para os IMPORTADOS? 
Nos anos 90, foi feito um teste com as editoras brasileiras: o jornal Folha de S. Paulo apresentou um livro de Machado de Assis, Casa Velha, com outro título e substituindo o nome do autor por outro fictício — e ofereceu o material clássico para a aprovação das maiores editoras brasileiras. TODAS SE RECUSARAM A PUBLICAR. 
Até 1982, os diretores das filiais das grandes gravadoras no Brasil se recusavam a investir em bandas de rock’ n’ roll, alegando que "não existe público de rock no Brasil." 
A RGE e a Warner brasileira BANIRAM DO CATÁLOGO e decidiram que ninguém jamais ouvirá os discos da banda de rock Camisa de Venus. Mesmo eles já tendo vendido milhões. Principalmente o álbum Correndo o Risco, que ganhou até disco de platina e teve o hit Só o Fim tocando nas rádios por anos, fazendo mais sucesso que Madonna  — e que jamais foi sequer lançado em CD. Com isso, os empresários da indústria fonográfica brasileira decidiram que NÃO QUEREM GANHAR DINHEIRO. 
Entendeu agora porque a indústria fonográfica brasileira FALIU? 

O paulistano está entregue à propria sorte

Francisco Vianna
A pior coisa que pode acontecer a um país é a deterioração da segurança pública. A saúde até que a gente se vira e consegue obter de modo mais ou menos razoável. A educação e o ensino também, embora a lavagem cebral marxista as tenha desvirtuado. Mas quando as pessoas vivem com medo até de sair de casa, aí a coisa pega de vez. E essa é a situação do Brasil, principalmente das grandes cidades e, em particular, a maior da América do Sul, ou seja, São Paulo.

A situação beira os limites da tragédia nacional, pois a megalópole brasileira é a sede das grandes empresas nacionais e transnacionais, além de ser a capital econômica da nação e o maior centro cultural da América do Sul.

Um casal de excelentes amigos meus, hoje, mora e concentra seus negócios e atividades de uma empresa familiar em Jacareí, que dista de São Paulo cerca de setenta quilômetros. Conhecem São Paulo como as palmas de suas mãos, mas não suportaram mais viver lá, depois que ele foi assaltado mais de quarenta vezes e chegou a ser baleado no joelho, que hoje o incomoda muito. Estão sempre indo lá para quase tudo, mas, na hora de deitar e dormir com segurança e depreocupação, dirigem os setena quilômetros de volta para a segurança paga do condomínio onde moram e são meus vizinhos.

E não são apenas eles, pois conforme uma pesquisa realizada recentemente, 56% dos que vivem em São Paulo, mudariam de cidade, caso pudessem; 71% têm medo da violência urbana; 63% não saem de casa à noite, a não ser em caso de absoluta necessidade. São números impactantes que refletem a crua realidade da falência da segurança pública na megalópole, onde a municipalidade se tornou refém da bandidagem e onde os marginais, simplesmente, entravam a maior cidade do país. 

Pergunta-se, em intermináveis mesas redondas e debates prolixos, como combater e reverter uma situação trágica como essa?

Como carioca, inevitavelmente me lembro da década de 1960, quando a bandidagem começava a sitiar a cidade do Rio de Janeiro, onde eu ainda morava, e como o chamado “esquadrão da morte”, colocou os pingos nos is e passou a despachar bandidos dessa para pior com uma eficiência invejável. Os “presuntos” se multiplicaram a cada dia e apareciam nos locais de “desova” com seus corpos cravejados de balas dos mais diversos calibres e quase sempre com um cartaz rústico de papelão que em poucas palavras “qualificava” o bandido e dava o nome do próximo a ser executado.

Cartaz do Esquadrão da Morte, “Scuderie Le Cocq" que aparecia junto aos cadáveres das execuções no RJ
Foram anos de sossego e segurança para a família carioca, que gostava de se reunir à noite nas calçadas para tomar cerveja, discutir futebol e jogar buraco. A bandidagem que não foi executada, conseguiu se espaventar para São Paulo, para Minas Gerais e para o Espírito Santo, para salvar a própria pele. Isso no escalão inferior, já que a bandidagem do escalão superior começava a se transferir para o planalto central do país. Paulistas, mineiros e capixabas se apavoraram com o súbito crescimento da criminalidade em seus estados, fruto dessa diáspora maldita e, como se poderia esperar, começaram a combater o EM (que para uns era “esquadrão motorizado”, mas para a maioria era mesmo “esquadrão da morte”) e conseguiram acabar com essa milícia paramilitar que trouxera quase uma década de segurança e tranquilidade para a família carioca.

O tempo é agora!

Rita Silva

Discute-se uma vez mais em Portugal se um animal alegadamente (ou mesmo confirmadamente) agressor deve ser morto no seguimento dessa agressão. Diz-se que essa morte pretende evitar que mais casos sucedam. Discordo que essa seja a solução, e discordo mais ainda que, dessa acção, se siga algo de minimamente pedagógico. Ora, por acreditar que esta é uma questão muito complexa e delicada, não posso deixar de defender que deve ser atacada e resolvida de raiz, pois só assim conseguiremos chegar à sua solução. Enquanto continuarmos a colocar “pensos rápidos” nas consequências deste problema, estaremos apenas a tratar os sintomas em vez de tentarmos curar a doença. Posto isto, gostaria de vos deixar aqui algumas questões para reflexão:
. Devemos continuar a permitir que se criem animais que, garantidamente, sabemos que serão diabolizados desde o dia em que nascerem?
. Devemos permitir que se perpetue o negócio da fabricação de seres que, para satisfazerem os caprichos dos seus fabricantes e dos potenciais adquirentes – quais produtos – virão ao mundo munidos de uma série de características anormais, bizarras, que os impedirão sequer de se desenvolverem e viverem da forma que seria natural para a sua espécie?
. Devemos continuar a desempenhar o papel de deuses, trazendo ao mundo mais animais do que será possível protegermos? Ou, por outro lado, devemos colocar de lado o nosso desejo de criar modelos estéticos à imagem do que – aos nossos olhos – é bonito e nos traz, de uma forma ou de outra, alguma utilidade?
. Será correcto que nós, enquanto protectores dos animais, tenhamos uma postura racista, criando, protegendo e preferindo uma raça em detrimento de outra? Ou será que, por outro lado, devemos trabalhar no sentido de acabar com este “freak show” de raças que criámos quando começámos a destruir a verdadeira essência destes animais?

Tragédias diárias

Geraldo Almendra
O mundo se comoveu com a tragédia do incêndio em uma boate que tirou a vida de mais de 250 jovens. Não poderia ser diferente.
Mas o que chama a atenção é o fato de que no Brasil morrem, por acidentes, por gravíssimas falhas no sistema de saúde, e por assassinatos – inclusive dezenas de policiais –, mais de 150 cidadãos por dia ou mais de 50.000 por ano, mas o mundo não se comove e continua com sua geopolítica genocida e hipócrita fazendo a política da boa vizinhança com um país que tem o poder público mais corrupto e sórdido do mundo.



Será que a presidente Dilma derrama lágrimas todos os dias ao saber desse genocídio e por ter a consciência que a responsabilidade é do poder público tomado por
gangs da corrupção que roubam o dinheiro do contribuinte que está sem sistema de saúde e segurança pública minimamente decentes?
Quantas pessoas já morreram no país como consequência dos roubos das gangs que tomam conta do poder público e lideradas pelo mais sórdido e canalha político de nossa história, gangs que continuam livres, leves e soltas graças a uma Justiça apodrecida e imoral?
Já está sendo noticiado as condições irregulares de funcionamento da boate que até a tragédia não havia sido impedida pelo poder público de funcionar. Provavelmente a corrupção e o suborno rolaram soltas envolvendo os órgãos responsáveis pela fiscalização.
A realidade é uma só. Nossas famílias e nossos amigos estão sendo mortos ou assassinados pelas armas do mais corrupto poder público de nossa história. Estamos sempre votando em nossos próprios assassinos. - Até quando vamos permitir que nossos amigos e entes queridos sejam assassinados por aqueles que colocamos no poder?
Basta um breve momento de reflexão para se saber o que fazer: que esses políticos e seus cúmplices do funcionalismo público sejam presos e, preferencialmente, fuzilados.
Cada político corrupto morto vai evitar a morte de muitos cidadãos que sustentam esses canalhas com mais de cinco meses de trabalho por ano.
Infelizmente nossa covardia é mais forte do que a dor que sentimos ao perder um ente querido ou um amigo.
Título e Texto (e Grifos): Geraldo Almendra, 28-01-2013

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Rio: Cabral e Beltrame já pacificaram bandidos o bastante; chegou a hora de prendê-los, excelências! Ou: Imaginem o quiproquó se isto tivesse acontecido em SP…

LIVRE CIRCULAÇÃO - Bando armado de fuzis e pistolas e portando pacotes de munição pesada (no detalhe, à esq.) escolta o traficante PL (de camisa listrada), um dos chefes do crime no Rio: a UPP se instala e a bandidagem muda de endereço. Imagens: Veja
Reinaldo Azevedo
A VEJA desta semana traz uma reportagem espantosa sobre o crime organizado no Rio. Na VEJA.com, há um vídeo de assustar. Antes que trate dos detalhes, algumas considerações importantes.
Entre todas as opiniões que já emiti neste blog em seis anos e meio, a mais estupidamente incompreendida e distorcida é o que penso sobre as tais UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) do Rio. Não raro, respondem ao que não escrevi para que possam ignorar o que escrevi. Alguns tolos insistem em me acusar de ser contra as ditas-cujas. É uma mentira e uma vigarice. É claro que elas são necessárias. Até porque a UPP nada mais é do que o policiamento comunitário. Reagi a alguns estúpidos, inclusive do governo federal, que sustentaram que São Paulo precisava copiar o modelo do Rio. Trata-se de uma tolice e de uma fraude política. O que o governo Cabral fez foi levar um pouco de segurança a locais onde os policiais não pisavam porque não podiam. Inexistem áreas assim em São Paulo. A polícia chega aonde quiser. Então, meus caros, atenção para a primeira e relevante questão sobre as UPPs: 1) ELAS PODEM SER UMA NOVIDADE EM VÁRIAS ÁREAS DO RIO, MAS NÃO SÃO UMA INOVAÇÃO. Absurdo é haver territórios na cidade onde a polícia não entra. Fiquem agora com a segunda questão relevante: 2) a maior parte da área dominada pelo tráfico quando Cabral chegou ao poder continua… dominada pelo tráfico! A UPP é a exceção, não a regra. Ainda há extensões imensas da capital fluminense e cidades adjacentes imunes ao estado de direito. Sigamos.
Não gosto, é certo, do nome “Unidade de Polícia Pacificadora” porque revela má consciência. A “paz”, por óbvio, é um vocabulário que pertence à guerra e, pois, à noção de que existe uma contenda entre dois ou mais litigantes legítimos que decidiram abrir mão de algumas de suas exigências. Os policiais que chegam ao morro foram “pacificar” quem exatamente? Por certo, não se está falando da população local. Polícia que “pacifica” bandido se torna cúmplice dele. Sim, aqui vai a minha 3) terceira questão relevante sobre as UPPs de Cabral: transformar os bandidos numa espécie de força beligerante legítima.
Notem bem: não estou acusando os policiais dessas unidades de serem, em regra, coniventes com o crime por determinação pessoal — há casos, mas prefiro pensar que sejam exceções. Estou, isto sim, afirmando que há uma política de segurança pública, comandada por José Mariano Beltrame — transformando em Demiurgo pela imprensa mistificadora —, que, sob o pretexto da “pacificação”, evita o confronto com os marginais. E aqui está a minha 4) quarta objeção relevante não precisamente às UPPs, mas a essa política: ao evitar o choque com os bandidos, a Polícia do Rio também não os prende — há um caso ou outro que servem ao espetáculo. Os bandidos mais perigosos deixaram as áreas ditas “ocupadas” e se mandaram para as zonas que continuam “liberadas” — e elas ainda são a maioria.

O ridículo não mata não

Alberto de Freitas
Arménio Carlos, foto: Mariline Alves/CM
O sempre vivo Marcelo Rebelo de Sousa, sobre a frase de Arménio Carlos, "o mais escurinho", relativamente ao representante do FMI, declarou: "fica mal a qualquer pessoa, ainda mais a um homem de esquerda".

O que será ser de esquerda? Pode ser esquerda pouca esquerda, ou esquerda nas bordinhas? Pode ser estalinista? Ou só marxista? Ou nem uma coisa nem outra, mas acreditar que Rosseau é que a sabia toda? Ou bastando auto-classificar-se de esquerda e acreditar que é a família de Sócrates que lhe suporta a estadia em Paris?

Algo se conclui: ser de esquerda é coisa de gente boa. Gente para quem o racismo é cruzes credo.

Mas bastaria perguntar a qualquer angolano ou moçambicano que tivesse estudado na URSS ou RDA, como tinha sido a estadia. Ou se calhar, as provocações e perseguições, vinham de elementos infiltrados ao serviço do imperialismo.

Ridículo aparte, eis que Arménio Carlos reclama: tiraram a coisa do contexto, "o que eu disse foi que em Fevereiro regressam os três reis magos, dois brancos e um escurinho, que são os representantes do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional. São os representantes dos grandes senhores. E acrescentei que são os mesmos que fizeram a sexta avaliação da troika e já falam em baixar a TSU, o IRS e em alterar o IVA e intensificar as privatizações".

Hoje é dia de recorde!

Às 13h30 (TMG) já registrávamos 1 794 visitas/visualizações!
Hoje bateremos o recorde, (que é de 2 599) com certeza! Vamos ver qual será o número final!
Obrigado!

“A Kiss não era uma boate, mas uma armadilha”

Reinaldo Azevedo
O país parou para acompanhar detalhes de uma das maiores tragédias de sua história. Duzentos e trinta e um moços e moças saíram de casa para se divertir na noite de sábado e jamais voltarão. Morreram queimados ou asfixiados — a grande maioria — na boate Kiss, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Ficamos, especialmente os pais de adolescentes e jovens, paralisados de medo, de apreensão, de terror. Qualquer morte nos diminui. A de um ente querido nos destroça. A de um filho, então, subverte aquele que é o nosso mais duro aprendizado: morrer um pouco por dia para que sobreviva a nossa descendência. Em “Cântico do Calvário”, escrito justamente em memória de um filho morto, Fagundes Varela pôs nos justos termos:
“Eras na vida a pomba predileta
Que sobre um mar de angústias conduzia
O ramo da esperança. — Eras a estrela
Que entre as névoas do inverno cintilava
Apontando o caminho ao pegureiro.”
Penso na dor dessas mães e desses pais e rezo para que encontrem algum conforto. Lembro-me de ter me irritado certa feita com a minha mãe por causa de seu excesso de preocupação, ainda que estivéssemos a centenas de quilômetros de distância: “Pô, eu sei o que faço; já tenho mais de trinta anos”. E ouvi do outro lado: “E continua meu filho; filho não tem idade para mãe e para pai”. Hoje sou eu que ouço: “Pai, eu já tenho 18, já tenho 16…”. Filhos não têm idade. As nossas crianças têm de voltar para que possamos fechar a porta, deixando do lado de fora as tormentas.
Mas a nossa dor também tem de saber exercitar a devida ira. Com a conivência de muitos, a Kiss não era uma boate, mas uma armadilha. Parece evidente que muitos milhares se arriscaram antes a morrer nas suas dependências. Faltava apenas o casamento do fortuito com o inexorável. As imprudências meticulosa e metodicamente praticadas careciam do elemento incidental, da estupidez que serve de estopim, do gesto tolo, irrelevante, que provoca a reação em cadeia e resulta na tragédia.
Na madrugada de sábado para domingo, ele veio na forma de um sinalizador, uma espécie de fogos-de-artifício, usado pela banda. Uma fagulha atingiu o teto de papelão e material de proteção acústica, altamente inflamáveis. Em segundos, o fogo se espalhou pelo teto. Estima-se que 90% das vítimas fatais tenham morrido asfixiadas pela fumaça, não queimadas. Talvez duas portas de emergência, destravadas, tivessem bastado para evitar a tragédia.
O Plano de Prevenção de Combate a Incêndio tinha vencido em agosto do ano passado e não havia sido renovado, informa o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo. É, sim, uma informação relevante, que parece indicar que a casa não primava exatamente pelo respeito às regras. Mas essa informação pode contribuir para omitir outra, que me parece ainda mais importante: quer dizer que, até agosto de 2012, o Corpo de Bombeiros julgava que tudo ia bem num imóvel que abriga duas mil pessoas e tem uma única porta. Ela não só servia à entrada e à saída dos frequentadores como era obstruída por uma espécie de biombo, que impedia os seguranças de ver o que se passava lá dentro, razão por que, por alguns poucos minutos, eles tentaram impedir a fuga dos jovens, supondo que queriam sair sem pagar a conta.

Deboche da "criatura"

Alberto de Freitas

A "criatura", dizem, é uma grande fdp. Não por desconhecimento do pai, pois são vários, mas pela recusa no reconhecimento da paternidade por parte dos mesmos. Este governo, ou parte dele, deu a entender que iria tentar reduzir-lhe a gula. Não se sabe se a coisa era para levar a sério, mas a criatura não brinca em serviço, e reage.


Apercebi-me disso na tabacaria do senhor António. Pego no "Público", entrego 5 euros e... espero. O troco veio acompanhado de uma folha "A6" «é a factura", explica-me o sr. António. Enquanto decifro o documento, uma cliente pede a "raspadinha" e, lá se pare mais uma factura. O negócio do sr. António (3X3, cave da mesma superfície e aproveitamento das escadas como armazém) baseia-se na venda de jornais, revistas, raspadinhas e fotocópias a 20 cents cada. Tudo e individualmente, com factura obrigatória. É a grande reforma das finanças: acabar de vez com os grandes delinquentes fiscais, como barbeiros, tasqueiros e bate-chapas. Além das tabacarias. «Ainda pensei poupar na máquina (1.400 euros), mas como podia fazer facturas à mão", lastima-se o sr. António, enquanto entrega a outro cliente factura comprovativa de 2 fotocópias: 40 cents com iva incluído.

O Tribunal de Contas acusou os Gabinetes do Governo de continuarem em "roda livre", no que respeita a despesas. Espero que as facturas dos srs. Antónios cheguem para o "gasto". Porque com tal reforma podem não obter-se grandes resultados, mas obtém-se justificação para um maior controlo estatal. Mais burocracia, representa mais poder. E mais poder, é o que satisfaz a criatura.

A criatura diz-nos que se todos pagarem, todos pagarão menos. O conhecimento adquirido, indica-nos o contrário: só na falta de dinheiro, os "criadores" se atrevem a propor reduzir a criatura. Mesmo em governos liberais na retórica e socialistas nas acções. O caso.

Dizer não à factura será antipatriótico? Será? Leio no DN, uma notícia da LUSA: "Os 10 autarcas pertencentes aos órgãos sociais da Associação de Municípios da Ilha de S. Miguel (AMISM) recebem 800 euros de senhas de presença em cada reunião que participam". Segundo relatório do TC. Em 12 reuniões ordinárias mais 3 da assembleia municipal, cada um recebeu 12.000 euros. Além do salário, ajudas de custo e mordomias afins. Isto, numa ilha bucólica onde não se passa nada. Esta gente só pára quando tiver que parar. Quando não houver dinheiro.

[O cão tabagista conversou com…] Cristina Cruz: "Até hoje me deprimo muito com essa história da demissão"

Nome completo: Cristina Salles dos Santos Cruz
Nome de guerra: Cristina Cruz

Quando entrou na aviação: 1985 (com 28 anos)

Setor(es) onde trabalhou: só como Comissária

Cargos ocupados: sempre fui Auxiliar

Quando saiu: em 2006, na demissão em massa após o leilão.


Você acha que entrou tarde para a aviação?
Entrei tarde em relação aos meus colegas, mas estava formada em Psicologia (que não me ajudou e não ajuda em nada até hoje) e havia trabalhado em outras carreiras, mas sem ter dado certo.
Nunca havia pensado em ser comissária. Uma amiga, me vendo desempregada, me sugeriu ser comissária, aí fui fazendo os testes, sem sonhar com a carreira, mas me encontrei nela.

Quais os equipamentos que voou?
B727, B737, B747, B777, DC10 e MD11.
Fiquei 14 meses na Nacional e depois subi para a Internacional. Meu primeiro voo foi um Frankfurt.
Fiz baseamentos curtos em Los Angeles (3 vezes) e Hong Kong (2 vezes).

Eu também fiz baseamentos curtos em Hong Kong (uma vez) e Los Angeles (três vezes). Embora goste muito de Los Angeles (moraria correndo em El Segundo), Hong Kong foi a cidade que mais me impressionou…
Também moraria em El Segundo.

Em Hong Kong, no princípio, chorava. Não me adaptei nem ao cheiro de óleo de amendoim.

Acabei gostando, até voltei outra vez, mas não foi o lugar que mais gostei nem me impressionou tanto assim…

Não sou ligada no Oriente, adorava a África.

Não gosto do Japão.

Well, quanto ao Japão, embora eu admire e respeite o povo japonês, também não me disse nada. Quais as cidades em que você mais gostava de pernoitar? Por quê?
Roma, Paris, Nova Iorque, Chicago, Zurique… Pelos passeios que podia fazer na cidade e arredores. Sempre privilegiei os passeios, nunca fui ligada em compras e nem em vida noturna.

Versailles, 1990

domingo, 27 de janeiro de 2013

A succession of impostures

The gang of Cuban communists along with 'Bolivarian' followers of the deceased "Hugorila Chávez" tried to fool their people and the whole world, by using a Chávez's double and training him hard to the exhaustion so that the guy could perform as better as he might do the role of the Venezuelan dictator.
Their intention was taking him to Venezuela, from Cuba, pretending to be Chávez and inaugurating a new term as President of the country and, then, bringing him back to Havana to continue "his" medical treatment.
Last week the double guy was undergone a series of tests, when they put him to be seen by people familiar with Chávez in order to know if the double were actually recognized as the caudillo himself and eventually managed to succeed.
But everything went wrong: most of the familiar persons to Chávez instantly saw the guy was not the President, and said "This is not President Chávez"!

The fake Chávez in the whole forgery...
After the double guy fiasco, they had to abort such a sort of "Resurrected Jesus operation” designed to fool the Venezuelan people and the whole world...
To divert the attention on this "imbroglio" and forgery, they invented an “attempted attack” against the two communist rats, Maduro and a military official, who are both in Havana planning shits like that...
Another planned coup against a fragile and almost ruined Democracy in Venezuela, but, most of all, another communist fiasco exposed before the world.
Now they are desperate and there's no alternative but to tell the cruel truth: Chavez is already dead!
And do you wonder the source of this story? Well, I’ve just heard it from a bird through a grapevine in Cuba...
Author: not me, but who cares?