quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

As lágrimas de Barack Obama


Na noite de 31 de dezembro estava em casa da minha filha quando assisti, no telejornal, Barack Obama se “emocionando” na apresentação de Aretha Franklin…


Comentei baixinho com a minha mãe “que cara hipócrita! mas não adianta, a imprensa o sustenta, faça o que fizer”.

Aí, ontem, terça-feira, 5 de janeiro, eis que vejo na BBC, o sujeito “chorando”, de novo!
(O vídeo é da CNN)



Impressionante!, exclamei para os meus botões, que, disciplinadamente, nada retrucaram. Repare no vídeo que, o dedinho, não sendo o mesmo da foto acima, tem o mesmo jeito de enxugar a copiosa lágrima.

Por enorme coincidência, minutos depois, meu filho, Vitor, que reside no Rio de Janeiro, me pergunta via mensagem pessoal: “Viu as ‘lágrimas’ do Obama?”

Pois é, os mesmíssimos, aqui, ali, aquém e além-mar, que construiram e constroem Barack Obama, destroem, à nascença, qualquer um que ameace sobressair e tratorar a hipocrisia e a desonestidade do “politicamente correto”.

Veja o tratamento midiático a Marine Le Pen, na França; Pedro Passos Coelho, aqui em Portugal – compare essa ‘destruição’ com a ‘construção’ do atual usurpador primeiro-ministro; Lula da Silva, no Brasil e no mundo: mesmo quando discursava em tribunas internacionais, visivelmente ebrioso, as manchetes o glorificavam – pois, até a Universidade de Coimbra, através dos seus professores de ideologia, o glorificou; Donald Trump, nos EUA, que diz o que vai na cabeça e coração do americano ‘profundo’ (tenho essa veleidade de julgamento); e outros exemplos que o generoso leitor quiser acrescentar.

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