quinta-feira, 26 de maio de 2016

A minha luta, de Hitler

Já há alguns (muitos) dias que concluí a leitura do primeiro volume da “Minha Luta”, de Adolf Hitler.

Este volume tem quatrocentas e cinquenta e seis páginas, não é leitura fácil. Não o estudei. Talvez por isso não tenha percebido a razão, ou razões, do profundo ódio do autor pelos judeus.

Ele considerava a imprensa alemã ‘judaica’:
“Quem não é atacado pela imprensa não é alemão.”

Curioso (e me surpreendeu) ressaltar que Hitler enxergava os judeus como perigosos marxistas.

Gozado!, não conheço nenhuma sociedade de judeus, ou judia, de cariz marxista-leninista.

Gozado, sim, pois Stalin, lá na União Soviética, na primeira metade do século XX (de 1922 a 1953), também quis aniquilá-los. (Aliás, estima-se que entre vinte e sessenta milhões de pessoas tenham morrido durante seus trinta anos de governo, muito mais do que os estimados onze milhões aniquilados por Hitler. As fontes divergem quanto ao número de mortos.)

Para concluir, tenho para mim que, se ele, Adolf Hitler, não tivesse odiado e perseguido também os marxistas e os comunistas, não deixando de ser considerado louco e criminoso, a sua rejeição comparar-se-ia à de outros notórios criminosos comunistas, como o já citado Stalin, Mao Tse-Tung, Pol Pot…

O primeiro volume tem como ‘Introdução’ sessenta e sete páginas do historiador britânico, Donald Cameron Watt, falecido em 30 de outubro de 2014. Para quê? Para alertar os leitores sobre a maldade de Adolf Hitler, etc… quase pedindo que os leitores não lessem o livro…

Eu acho do C…! Não deves ler Adolf Hitler! Mas tudo bem quanto a Marx, Engels, Mao Tsé-Tung e qualquer lindo carbonário!

Podes ler Pascal Boniface, um francês que apareceu no Roda Viva, sempre a colocar bolinhas de gude, modo de ver se os cavalos da civilização ocidental se estrepam…

Vale (muito) lembrar que este livro está proibido no... Estado do Rio de Janeiro!

Este volume termina com o relato dos primeiros passos do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, em 24 de fevereiro de 1920, no salão de festas da cervejaria Hofbräu Haus, em Munique. O partido adotou este nome em março de 1920, tornando-se conhecido como NSDAP, abreviaturas do extenso original alemão.

“Quando, quatro horas depois, uma multidão compacta começou lentamente a dirigir-se para as portas de saída, soube então que os princípios de um movimento tinham passado para o povo alemão e que nunca mais seriam esquecidos.

Tinha-se ateado o fogo de cuha incandescência haveria de sair um dia a espada que devolveria a liberdade ao Siegfried alemão e a vida à nação alemã.

E para lá do renascimento iminente, eu sentia a deusa da implacável vingança que vinha exigir a reparação do perjúrio do 9 de novembro de 1918.

Lentamente, a sala ficou vazia.

O movimento seguia o seu curso.”

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Um comentário:

  1. Meu caro, há de se confundir as comunas judaicas do século 14 e 15, com as reduções dos jesuítas no além mar, e as comunas que Marx descreve como sociedade comunista.
    As inquisições espanholas e portuguesas produziram muitas mortes e muitos ganhos com as comunas judaicas, assim como houve a destruição de documentos históricos.
    eis um documento: Sentença da comuna judaica de Miranda do Douro (14-III-1496)
    Em época anterior a D. Dinis, se é que já existiam judeus em Bragança, devia ser muito pequeno o seu número e fraca a sua influencia. É a
    partir deste período que os judeus vão assentando arraiais em terras bragancianas, chegando o rabino da comuna de Moncorvü a ter jurisdição
    sobre os hebreus residentes em toda a província trasmontana.
    Dom Dinis logo após a sua subida ao trono, assinou um tratado' com os judeus de Bragança, em que estes se comprometiam a pagar ao rei, anualmente, um tributo de 600 maravedis leoneses, alem de adquirirem bens de raiz da Coroa pela quantia de 3.500 maravedis, sendo' 2.000 maravedis em edificações. Todos esses bens nãoo podiam ser revendidos e deviam ser explorados pelos próprios donos. Ao mesmo tempO' foi estabelecida a participação obrigatória e proporcional, neste convênio, de qualquer judeu que viesse a estabelecer-se em Bragança.
    Desculpe o tamanho, mas é para provar que as comunas judaicas se auto beneficiavam como nos dias atuais. Já as reduções dos jesuítas sustentavam o clero e o Vaticano, tal e qual as comunas comunistas sustentam os estado.
    Judeus não escravizavam, jesuítas e comunistas escravizam.
    Alem do mais isso prova que as comunas judaicas participam do desenvolvimento dos países.


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