quarta-feira, 3 de julho de 2019

Hackers, bandidos da internet, a serviços políticos


Júlio César Cardoso

Hackers, bandidos da internet, certamente encomendados por quem tem interesse em macular a imagem da Operação Lava Jato e prejudicar as figuras de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, os quais, em equipe, foram responsáveis por desmantelar uma quadrilha de políticos e ex-políticos que assaltavam a nação, inclusive um deles foi condenado em três instâncias e continua preso na Polícia Federal,  embora  insista espernear  jurando inocência.

É vergonhoso que um ato criminoso de invasão de privacidade, que deveria ser veementemente condenado ainda seja usado para denegrir a imagem de Sérgio Moro. Mas não vão. O Brasil inteiro está do seu lado.

Luiz Roberto Barroso, ministro do SFT, assim se manifestou: “Tenho dificuldade em entender a euforia que tomou os corruptos e seus parceiros”.

Pois bem, a euforia dos corruptos e de seus parceiros ficou bem estampada no delírio da claque petista ainda magoada pela condenação em três instâncias por corrupção e formação de quadrilha do “impoluto” ex-presidente Lula, uma peça rara que conseguiu ficar rico só vivendo de política.

Mas a euforia desvairada de políticos mambembes tem nuances quixotescas. Vejam:
(1) o  senador petista pernambucano, Humberto Costa, um  político inexpressivo, defendeu até a abertura de CPI, destilando o seu ódio ao ex-juiz Sérgio Moro: “Agora é pau”, depois de afirmar que a Lava Jato está ferida de morte;
(2) a inebriada parlamentar comunista carioca, Jandira Feghali, vociferou que “esse é um dos maiores escândalos da democracia brasileira”, tentando a parlamentar minimizar e desqualificar os efeitos bombásticos e positivos da Lava Jato, que além de lavar legalmente para cadeia um ex-presidente da República e outros políticos corruptos, ainda fez retornar  aos cofres públicos bilhões de reais surrupiados.

Mas as investidas criminosas de hackers – nitidamente encomendados para denegrir a imagem de servidores retos e destemidos no cumprimento de seus deveres funcionais, bem como desacreditar a Lava Jato – não vão intimidar a República.
Título, Imagem e Texto: Júlio César Cardoso é Bacharel em Direito e já atuou como Servidor federal. Instituto Liberal, 2-7-2019

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Um comentário:

  1. O que descobrimos com esse comentário?
    Em 2000 aposentei meu celular.
    Se você não quer que descubram onde foi e com quem esteve, tire o chip e desligue seu celular.
    Não sei quem propaga essa ideia de 5 anos para deletarem seu uso nas redes sociais, lembrem-se que o FACEBOOK relembra você de mensagens postas de mais de 15 anos.
    Não uso Instagram por causa de SPAMMERS, tem gente que posta 20 selfies por dia.
    Não uso Whatsup porque não há controle de segurança nenhum.
    Não uso telegram pelo mesmo motivo.
    Nossos funcionários públicos deveriam voltar ao telefone fixo ou usarem CHIPS PRÉ PAGOS, usam 1 semana e jogam fora.
    TELEMARKETING quando ligam para o meu fixo mando tomar no CU, gostem ou não.
    Podem gravar, mas há uma lei os proibindo de importunar.
    Vocês que reclamam de democracia e liberdade, não deveriam reclamar de celulares e suas mídias de comunicações.
    Isso não existe.
    Aliás eu acho que deveria ter uma lei proibindo produzir provas com interceptações de mídias eletrônica.
    Você nunca está só nas redes sociais.
    Outra coisa é que mensagens de texto podem ser editadas nas redes sociais.
    Até mensagens de voz podem, mas deixa rastro no espectro de gravação.
    O bom e velho "old school" telefone fixo deveria ser o único meio de contato entre autoridades.

    Se você não quer ser encontrado não use o celular, suas antenas são tal e qual um GPS.
    FUI, aceitem o meu conselho, não revelem nada, não exijam nada e não peçam nada em seus celulares.

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