Aparecido Raimundo de Souza
Mesmo norte, os indivíduos para enganarem os povos sofridos, as massas
desvalidas, os descamisados, os manés, os bobocas e os babacas, os “bocas
abertas”, os sem eira nem beira, os portadores dos fedegosos sujos de merda e
os bobalhões e, de contrapeso, os analfabetos e ainda os apalermados, os
“mocorongos” e abobalhados de pai e mãe que acreditam nas leis existentes, na justiça falha, nos
juízes e promotores, nos ministros comprados da pocilga STF, nos parlamentares
e nos códigos superados e existentes. Esses sujeitos todos, precisariam, a bem
da verdade, enfrentarem, de peitos abertos, as caras lavadas e prontas para
tapas e tabefes, recepcionarem sem medo os riscos futuros sabendo que não
poderão, ou melhor escrito, não poderiam voltar atrás. Conscientizarem, que
para conviverem com as bandas “dos contras”, bem ainda terem consigo as
convicções de que não poderão voltar jamais a serem honestos, haja o que
houver.
Mesmo caminho, esses antipáticos deveriam rezar as cartilhas dos absurdos e terem em mente (ainda que desistissem da empreitada), jamais, fossem ou em que circunstâncias surgissem, em hipóteses nenhuma terem a chance de retrocederem, ou darem meia volta, menos ainda, sonharem com as renúncias e pleitearem ser íntegros de novo honrados ou probos. Também terem avivadas na porra da consciência a certeza das escolhas feitas. Por conta da própria sobrevivência, lutarem de unhas e dentes, lembrando sempre que adotaram, por vontades próprias e sem coações e do mesmo modo, manifestaram os desejos de pontilharem por trilhares obscuros, sujos, cagados, portanto entenderem que pugnaram por sendas sem os regozijos do perdão e da volta, como via outra, por estradas sem retornos, ou ainda por veredas distanciadas das benesses das civilidades.
Igualmente, amamentarem as mamadeiras do bom senso e pelejarem aguerridos
para não fraquejarem pelas escolhas feitas, sabendo, de antemão que essas
opções os levariam para os recônditos dos abismos sem volta. Conscientizarem
que uma vez mergulhados nos cafundós dos despenhadeiros, nunca mais serão
estimados pela sociedade onde viveram, ou melhor, onde sujaram com as suas
imundícies. Mesmo tapa nas ventas, por terem como fantasmas os assombramentos
que os fizeram cair no lodaçal e as suas vergonhas por conta das escolhas que
atiraram nos monturos das sujidades os caminhos das seriedades e das
fidedignidades se fecharam para sempre.
Entenderem, mesma furada nos sacos escrotais, o que por adesão a esse
favoritismo, se verão no “para sempre” destituídos de vez das convivências dos
homens honestos, dos mansos e calmos de espirito. Enfim esses desgraçados
jamais deverão se esquecer que se envolveram no lodaçal das negritudes por
livre e espontânea vontade, sem serem submetidos a quaisquer imposições ou
regras, e, por conta disso, colocarem outras pessoas inocentes em alerta de
perigos iminentes. Esses crápulas que se venderam, (ainda generalizando),
necessitarão ter sempre na consciência o bom senso para sumirem do mapa e
viverem como putas entre os enxovalhados e por lá ficarem até o fim de seus
dias.
Mesmo horizonte, deixarem para os que têm vergonha em suas faces, a
construção de um mundo melhor, de um amanhã que prospere e se agigante bem
longe desses carniceiros que somente pensam em desconstruírem pisoteando os
menos desfavorecidos da sorte. Obviamente se essas desgraças se conscientizarem
dos seus estragos, as futuras gerações, conseguirão se agigantar num estágio de
dias positivos. No fundo, a bem da verdade, os homens de caráter ilibado,
carecem de uma boa dose de coragem acima de qualquer suspeita. Se imbuírem
daquelas “forças hercúleas” para serem usadas a serviço do bem comum. O que
muda tudo é a direção que os fortes de espírito deverão dar aos seus anseios.
Se os prezados leitores acharem que a coragem sem ética ainda prospera,
ou se ela só faz sentido quando está a serviço de algo vergonhoso, melhor
enfiar a cabeça num vaso cheio de titica e puxar a descarga. Cabe aqui uma
pergunta bastante oportuna. O que é preciso para seguir sendo ladrão e
vagabundo? Dito de outra forma, os fora da lei, os sem escrúpulos e princípios
teriam chances de se reinventarem em sendas futuras? As respostas a nosso
entendimento, continuam simples. Para alguém se tornar um ladrão, um corrupto
ou um desprezado, não basta somente mostrar “coragem”. É preciso agrupar uma
combinação de escolhas e características que na verdade revelarão
cristalinamente a verdadeira falta de todos os requisitos conhecidos.
Normalmente esses parasitas que pensam em oposto, ou diretamente em foder
os outros, acabam em pouco tempo bailando os verdadeiros jogos que têm em mãos.
E que jogos seriam esses? Para começar,
os desprezos pelas regras e pelas boas éticas. Esses vermes ou essas pessoas
que decidem ignorar as leis e os princípios morais deveriam ser banidas da
sociedade. Por fim, as ausências das vergonhas ou os remorsos, ou ainda as
vontades férreas de vomitarem aquelas desculpas esfarrapadas de não sentirem
culpas pelos danos causados. É importante destacar que essas “qualidades” acima
alinhadas não são virtudes, são desvios. Os mesmos impulsos das ousadias ou das
inteligências poderiam ser empregados ou usados para empreenderem, criarem ou
ajudarem aos mais carentes, e aí sim, seriam atos ou ações notadamente
admiráveis para a nova construção de um Brasil sem desonras, fistulas e
máculas.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, Sorocaba, interior de São Paulo, 29-9-2026
Anteriores:Teoria da gaveta
[Aparecido rasga o verbo] Pequena e quase imperceptível definição de “ladrões do povo”
O sofazinho azul, o dedinho polegar na boquinha e o olhar perdido num lugar que eu nunca descobri onde ficava...
O fabuloso casamento de Cuteu e Cotia

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Não publicamos comentários de anônimos/desconhecidos.
Por favor, se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.
Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-