segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Alemanha: Três afegãos cadastrados violam rapariga de 17 anos, documentando a barbárie em vídeo

Paulo Hasse Paixão

Uma jovem alemã do grupo feminista Lukreta publicou um vídeo a denunciar mais uma violação coletiva cometida por estrangeiros no seu país, desta vez envolvendo três suspeitos afegãos acusados ​​de estupro de uma jovem de 17 anos em Dortmund. 

Os três homens – Quais W., de 20 anos, Burhanulla N., de 19 anos, e Kambiz H., de 25 anos – estão a ser julgados no Tribunal Regional de Dortmund por uma série de acusações graves, incluindo violação e filmagem de vídeo pornográfico de menor.

Os três homens terão atraído a vítima para o seu apartamento em setembro de 2024, na cidade de Dortmund, sob um falso pretexto. Uma vez no apartamento, os suspeitos embriagaram a jovem ao ponto de esta perder os sentidos.

O procurador Fabian Weishaupt afirmou a este propósito:

“Durante a noite, a vítima perdeu os sentidos devido ao consumo de álcool. Os acusados ​​aproveitaram-se da situação.”

Os três homens violaram então a jovem sistematicamente e filmaram o tenebroso ato, onde são vistos a rirem-se da situação. Um deles chegou mesmo a abrir os olhos da jovem inconsciente.

De acordo com o jornal Bild, os três suspeitos têm extensas fichas criminais, incluindo roubo, agressões a polícias, tráfico de droga, agressões físicas e outros crimes.

Quanto ao grupo feminista Lukreta, uma das suas ativistas afirmou:

“O caso não foi noticiado nem pelas estações públicas nem pela esquerda política, embora seja extremamente grave em termos de anormalidade e misoginia. A razão, claro, é que os três autores são todos de origem afegã e conhecidos da polícia”.

Por outras palavras, os meios de comunicação social e os grupos feministas de esquerda são muito cautelosos quando os autores destes ataques são estrangeiros, mas apenas porque estes casos estão a motorizar a insatisfação com as políticas de imigração do regime globalista de Berlim e a correspondente ascensão do partido Alternativa para a Alemanha (AfD). Os dados são claros: no ano passado, um número recorde de suspeitos envolvidos em violação coletiva era estrangeiro, atingindo os 53% pela primeira vez, sendo mais que três vezes sobrerepresentados na relação com a sua penetração demográfica na Alemanha.

A jovem ativista também tem pouca fé no sistema judicial alemão e questiona se os homens afegãos serão deportados caso sejam condenados:

“É questionável se os três afegãos serão condenados de forma justa. O que é certo, porém, é que, em caso de deportação, ativistas de extrema-esquerda da Antifa estarão no aeroporto para impedir a fuga dos violadores”.

Capazes disso são eles, de facto. 

Título, Imagem e Texto: Paulo Hasse Paixão, ContraCultura, 28-9-2026

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