sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Esse cara sou eu!

Há que “matar“: o cão ou o dono

Foto: Eric Gaillard/Reuters
Alberto de Freitas
Tem provocado polémica a morte de uma criança por um cão “arraçado” de pitbull e consequente condenação à morte do animal.
Por princípio e vendo o assunto com distanciamento (quando nos toca a nós, sobrepõem-se as emoções), não concordo com a pena de morte seja de quem, ou do que for.
Mas ando na rua e observo. Vejo passearem-se os tais cães, conduzidos por indivíduos - penso que os donos - que o bom senso mandaria abater. No par, quem transmite mais perigo é quem leva a trela pela mão.
O argumento da "Animal" é assaz curioso: um cão que nunca foi violento durante 8 anos, ao sê-lo, teve razões para tal. É que tal argumento, serve para os humanos. Uma vida pacífica durante 60 anos, relevaria um tiro na cabeça, ou uma espetadela de faca, num qualquer passante, em momento de má disposição.
É normal o direito de um qualquer vira-lata, em momento emocional, ferrar uma dentada. Ferra a dentada e pronto: a coisa fica por isso mesmo. Mas ter um animal cuja dentada - uma só - é capaz de dilacerar o pescoço de um adulto, ou esfrangalhar o crânio de uma criança, é como jogar à roleta russa.
Quando passamos por um animal desses, nada nos garante que tenha sido ”bem educado” e não me recordo de os ver com açaimo, nem de assistir à preocupação de um agente da autoridade pela situação.
Eu entendo que os animais não têm direitos - por incapacidade de os exigirem - e os humanos é que têm obrigações para com os animais. Razão para os começar a responsabilizar, e só a eles: os humanos

[Venezuela] Manifiesto a los sectores democráticos y a las Fuerzas Armadas

A todos los sectores democráticos del país y en especial a las Fuerzas Armadas Nacionales: ¡Hagamos cumplir la Constitución e impidamos la dominación cubana!

Nosotros, los abajo firmantes, nos dirigimos a todos los sectores democráticos del país y en especial a los integrantes de las Fuerzas Armadas Nacionales, en esta hora aciaga de la patria, para plantearles lo siguiente:
1. Desde hace catorce años Venezuela ha sido víctima de una invasión por parte del régimen castro-comunista cubano. Esta invasión se ha efectuado debido a que fue propiciada y amparada desde el más alto gobierno.
2. De manera lenta y progresiva, los cubanos han tomado control de nuestras notarías, los registros, el sistema de identificación y extranjería, la política exterior, y sectores importantes de la economía nacional. El control de los cubanos ha llegado incluso a los cuerpos policiales y a las Fuerzas Armadas, en detrimento de la seguridad y defensa del Estado.
3. Las consecuencias de la dominación castro-comunista se evidencian en todos los ámbitos del quehacer nacional. Esto ha significado, entre otros muchos males, la destrucción de nuestra industria petrolera; el desmantelamiento del aparato productivo, tanto en el campo como en la industria; la progresiva eliminación de las libertades civiles y económicas; y el avance del narcotráfico, la guerrilla y el crimen organizado.
4. Para garantizar su control sobre Venezuela, el castro-comunismo ha diseñado un sistema electoral a su medida, que le permite tergiversar la voluntad de los electores, mediante el ventajismo, el abuso, la coacción, la compra de conciencias, y un sinnúmero de vicios e irregularidades.
5. Los recursos del Estado venezolano ya no se invierten en resolver los múltiples problemas que afectan a nuestro pueblo, sino que se utilizan abiertamente para financiar la expansión del castro-comunismo en toda la región. Es por ello que una parte de la comunidad internacional, sobornada con petrodólares venezolanos, avala y legitima la invasión cubana en Venezuela.

Charge


Votação suspensa

Sinceramente, não peguei muito bem este Comunicado: não compreendi as razões da suspensão nem se as inscrições anteriores (como a deste blogue) continuarão valendo ou se é necessário a reinscrição...
Portanto, aguardemos segunda-feira.
Se for necessário a reinscrição, a gente estará fora dessa. 
Muito obrigado!


Anunciamos a suspensão deste concurso, que reabrirá 2ª feira, adiantando-se todas as datas uma semana.
Por quê? Por um erro crasso da nossa parte. Ao permitirmos inscrições após o início da votação não contávamos com um número tão elevado. Por isso tentámos um procedimento automático de cópia das nossas inscrições.
Como a pressão para rapidamente colocar os inscritos nas votações não deixou tempo para testes extensivos, surgiram alguns problemas:  desapareceram os links dos blogs que já estavam a votos. Ora o principal objectivo deste concurso é precisamente divulgar os blogs que se vão fazendo em Portugal. Não encontrando solução automática para isto, só nos resta refazer tudo no próximo domingo, além de obviamente pedir desculpa pelo sucedido. Até lá nada impede que se façam novas inscrições, que  estão reabertas na página respectiva.
Por outro lado deveríamos ter comunicado por mail o método de votação a todos os concorrentes, de forma a que fiquem em igualdade de circunstâncias.
Optámos, após a experiência do ano passado, por permitir que cada endereço IP (não confundir com cada computador, digamos que se trata antes de cada ligação à net) possa votar de 24 em 24h. Porquê? porque é relativamente fácil mudar de endereço de IP. Isso permitia a alguns “expertos” votarem muito mais vezes, prejudicando quem honestamente não o fazia. Não sendo um sistema perfeito, foi a solução menos má que encontrámos. Assim, quem divulga a votação no seu blog pode e deve informar os seus leitores desta possibilidade.

Sugestões capazes de fazer o Brasil virar foguete

Otacílio Guimarães

Caro Diretor de Redação
Revista Veja – São Paulo

Veja reuniu alguns excelentes sonhadores para apontar 11 soluções que, caso adotadas, transformariam o Brasil num foguete (Soluções existem. Basta usá-las – Veja nº 2303, de 9/01/13).
É claro que as soluções apontadas são ótimas e transformariam qualquer republiqueta de bananas como o Brasil num país decente. Ocorre que jamais serão adotadas por uma razão muito simples: no Brasil, não se luta para construir uma nação que possa oferecer um futuro melhor aos seus filhos, mas tão somente por privilégios mesquinhos individualistas ou de grupos que só pensam em si mesmos. O Brasil é o país dos privilégios e assim deverá continuar.
Se nem os militares com o poder moral e das armas conseguiram consertar o Brasil, como é que um bando de corruptos sustentados por outro bando de corruptores e apoiados por uma mulltidão de débeis mentais iriam dar jeito num monstro como este?
Às pessoas decentes do Brasil, aquelas que sempre perdem seus votos votando em pessoas honestas – ou pelo menos que aparentam honestidade – só resta mesmo uma saída: dividir o país em dois, o Brasil do Sul e o Brasil do Norte. Aqui vão algumas sugestões para esses hipotéticos dois Brasis:
a) O do Sul seria constituído pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. O Rio Grande do Sul com toda a sua população petralhista seria doado à Argentina e um muro deveria ser construído na fronteira para impedir que os gaúchos voltassem. Depois de limpar o Rio de Janeiro de sua sujeira, como os favelados, artistas, intelectuais e esquerdistas em geral, que seriam mandados para o Maranhão, Bahia e Piauí, estabeleceriam a capital do Brasil do Sul, cujo nome sugiro seja Brazil of South para desvincular do outro do Norte, na cidade do Rio de Janeiro.
b) A cidade do Rio de Janeiro seria reurbanizada, desinfectada e despoluída e os morros desocupados pelos favelados seriam loteados para a construção de condomínios de alto luxo onde morariam os ricos. Nos países decentes e ricos são os ricos que moram no alto dos morros.  
c) São Paulo também passaria por um trabalho de limpeza e desinfecção, mandando-se os eleitores das esquerdas e também seus artistas e intelectuais comunistas para a Bahia e Pernambuco, lugares ideais para esse tipo de gente.

Bruxelas confirma aumento do empréstimo a Portugal em 3 a 4 mil milhões de euros


Lusa
A Comissão Europeia confirmou hoje que o empréstimo português deverá ser aumentado em “três a quatro mil milhões de euros”, devido a alterações cambiais e nos empréstimos concedidos pelo Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).
O Jornal de Negócios noticia na sua edição de hoje que Portugal vai receber “mais três a quatro mil milhões [de euros] da ´troika’”, elevando o empréstimo “para 81 a 82 mil milhões de euros”, uma informação que foi confirmada à Lusa pelo porta-voz da Comissão Europeia para os Assuntos Económicos e financeiros, Simon O’Connor.
Segundo Simon O’Connor, a alteração no valor do empréstimo, que inicialmente totalizava 78 mil milhões de euros, deve-se a “flutuações na taxa de câmbio SDR [cabaz de moedas usado pelo Fundo Monetário Internacional nos empréstimos] e as mudanças nos empréstimos concedidos pelo FEEF”.
Tendo em conta estas alterações, acrescenta o porta-voz da “Comissão Barroso”, “Portugal pode esperar receber mais três a quatro mil milhões de euros do que estava inicialmente previsto no plano de 2011, sem condicionalidade extra”.
O empréstimo inicial a Portugal incluía 26 mil milhões de euros do FMI, 26 mil milhões de euros do Mecanismo Europeu de Estabilidade e 26 mil milhões de euros do FEEF.
Título e Texto: Agência Lusa/Jornal “i”, 11-01-2013, 11h

Europa pode aliviar austeridade a Portugal a 21 de Janeiro

Liliana Valente
Paulo Portas concorda com presidente do Eurogrupo e diz que “quem é cumpridor merece ser reconhecido”
Jean-Claude Juncker, foto: Reuters
Da Europa ainda não chegaram boas notícias no plano económico e financeiro, mas podem chegar – ou a luz ao fundo do túnel desejada pelo primeiro-ministro – para o programa de ajustamento. Depois de o FMI ter admitido que deveria ser considerado um abrandamento da austeridade, ontem o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, disse mesmo que vai propor aos restantes ministros das Finanças, no dia 21 de Janeiro, um “reajustamento” das condições do programa português, quer em termos financeiros quer orçamentais.
O que significa esse “reajustamento” não disse. No plano financeiro poderá propor melhores condições em termos de juros e de maturidade da dívida e em termos orçamentais poderão estar em cima da mesa novos alívios nas metas. “Propus, no caso de Portugal, um reajustamento no que toca às condições financeiras e orçamentais que acompanham o ajustamento”, respondeu Jean-Claude Juncker a uma pergunta da eurodeputada Edite Estrela. O presidente do Eurogrupo deverá ser substituído no cargo ainda este mês e esta posição até nem tem sido maioritária entre os ministros das Finanças europeus, mas mostra alguma abertura no cenário europeu. Juncker afirmou mesmo que tem “muitas interrogações sobre o ritmo de ajustamento que tem sido aplicado a alguns países da zona euro”.
A abertura manifestada por Juncker entusiasmou, em uníssono, o governo. Paulo Portas gostou de ouvir o responsável europeu e defendeu que “quem é cumpridor merece ser reconhecido por isso”. Mas ser o bom aluno chegará para ter melhores condições? Mesmo que uma decisão de alívio das condições do programa venha a ser definida, Portugal tem de continuar a mostrar que cumpre com as exigências da troika. E para isso tem o importante teste de Fevereiro para passar. Na sétima avaliação, a Comissão Europeia já quer ter fechadas com o governo as principais medidas para corte na despesa do Estado de 4 mil milhões de euros. E a pressão europeia não vai baixar. A prová-lo estão as declarações de ontem do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que, perante o optimismo em relação à crise de alguns responsáveis europeus, como o próprio presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, veio lembrar que é preciso continuar a cumprir com os programas, até porque “é demasiado cedo para clamar sucesso”.

Uma insensata resolução na segurança pública de São Paulo


Archimedes Marques
Dentro dessa espécie de guerra urbana e social contra a violência diária, contra a marginalidade que cresce assustadoramente, contra a criminalidade que aumenta gradativamente a todo tempo em todo lugar, comprova-se que o Estado protetor mostra-se ineficiente para debelar tão afligente problemática e por isso teima em produzir programas, atos e resoluções emergentes que surgem e insurgem sem atingir os seus reais objetivos, quais sejam, beneficiar a população.
Nesse parâmetro nasceu em 8 de Janeiro deste ano no mais importante Estado do País, São Paulo, uma Resolução da lavra do Senhor Secretário da Segurança Pública, que além de insensata em absoluto atropela nossas leis maiores, pondo em xeque a atuação da gloriosa polícia paulistana que assim passa a praticar o crime de omissão de socorro. Da citada Resolução todos os policiais do Estado de São Paulo que atendem nas diversas ocorrências criminosas autores ou vítimas com ferimentos leves ou graves não podem mais socorrê-los. Tais pessoas, agora, necessitando de urgência ou não, obrigatoriamente terão de ser resgatadas pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ou pela equipe de emergência médica local.
As principais justificativas para tal medida, pelo menos as divulgadas na mídia, seriam a preservação do local do crime para a consequente perícia técnica, assim como, pelo fato de que muitas vezes a polícia ao dar socorro ao bandido ferido termina por matá-lo dentro da viatura antes da sua chegada ao Hospital, para tanto serviu de subsídio na imprensa um caso em que supostamente um cidadão teria tomado dois tiros e após ser socorrido pelos policiais chegou na Casa de Saúde, já morto, com três perfurações provenientes de arma de fogo.
Dentro desse segundo contexto a polícia deixaria de praticar crime de homicídio em alguns casos contra o marginal ferido, entretanto, em contra partida, por dedução lógica, a partir de então passaria tal Autoridade Pública a praticar o crime de omissão de socorro que em conseqüência pode gerar a morte ou deixar seqüelas graves tanto no próprio bandido ferido ou mesmo na vítima em agonia, seja ela criança, mulher ou velho. Trocando em miúdos: o cidadão é assaltado, toma um tiro ou é barbaramente espancado pelo marginal e precisa de socorro urgente, daí chega a polícia, mas não pode socorrê-lo. Resguarda o local do crime e espera pelo socorro médico que pode chegar logo ou pode demorar o suficiente para que não dê mais tempo de um tratamento adequado.

Dívida da Varig cresceu 157% durante a recuperação judicial

Administrador recebeu, nos primeiros 13 meses, R$ 2,7 milhões
Chico Otavio

Uma empresa tem uma dívida em torno de R$ 7 bilhões e pede recuperação judicial. Cinco anos depois, não só não se recupera com a administração judicial como fica ainda pior: acumula dívida 157% maior, de R$ 18 bilhões, e tem a falência decretada, sem que a maioria dos credores seja paga. Nesse meio tempo, o administrador judicial, nomeado pela 1ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, chega a receber da empresa, só pelos primeiros 13 meses de trabalho, R$ 2,725 milhões. A empresa em questão é a Varig, cujos cerca de 15 mil ex-funcionários até hoje estão à espera de seus salários e direitos atrasados, enquanto aposentados e pensionistas do fundo de pensão da companhia, o Aerus, estão prestes a ter seus benefícios cortados por falta de recursos.
A empresa, que foi a maior de aviação civil do Brasil, foi uma das primeiras a se beneficiar da Lei de Recuperação Judicial, criada em fevereiro de 2005. Acossada por uma sucessão de problemas tanto em sua administração quanto na conjuntura econômica do país , a Viação Aérea Riograndense, a Varig, entrou com pedido de recuperação à Justiça em 17 de junho do mesmo ano. O processo ficou a cargo do juiz Luiz Roberto Ayoub, que, em novembro de 2005, nomeou a Deloitte Touche Tohmatsu Consultores Ltda., empresa global de consultoria, como administradora judicial. Em dezembro do mesmo ano, afastou da gestão a Fundação Ruben Berta, proprietária da Varig.
Pela decisão do juiz, a Deloitte ganhou direito a uma remuneração de 0,2% do valor devido aos credores, o que corresponderia a cerca de R$ 8,4 milhões, considerando uma base de cálculo de R$ 4,2 bilhões (excluindo débitos fiscais). Em ofício à 4ª Câmara Cível em fevereiro de 2007, a consultoria informa que, em 13 meses como administradora da Varig, já havia retirado R$ 2,725 milhões, dos R$ 8,4 milhões a que tinha direito. Ficou determinado que 50% desse total seriam pagos ao fim do processo. Como essa parte final não foi paga, a Deloitte habilitou na massa falida o crédito do valor que não recebeu.

Balanços tinham problemas
Mas, segundo relatório de 2010 da Licks Contadores Associados (escritório de contabilidade que assumiu a administração judicial depois da renúncia da Deloitte), ao qual O GLOBO teve acesso, a consultoria não apresentou as documentações devidas.
Os balanços patrimoniais dos exercícios de 2006, 2007, 2008 e 2009 da empresa S.A. Viação Aérea Riograndense não podem ser encerrados porque ainda faltam documentos relacionados às contas de ativo para serem escrituradas, diz o texto do relatório, que afirma também que os contadores e auditores internos identificaram possíveis erros no Quadro Geral de Credores.

Valor da empresa sobe 1.000% em menos de um ano após decisão de juiz
A Varig foi um ativo bastante lucrativo: rendeu mais de 1.000% em menos de um ano. A empresa foi vendida em leilão em 20 de julho de 2006 à VarigLog, subsidiária de transporte de cargas que havia sido vendida à Volo do Brasil, do fundo Matlin Patterson, cujo sócio é o chinês Lap Wai Chan. Foi o único investidor a apresentar propostas, levando a Varig por apenas US$ 24 milhões. Em apresentação pública logo após o leilão, Lap Wai Chan afirma que o juiz da 1ª Vara Empresarial, Luiz Roberto Ayoub, convidou-o a participar do leilão, segundo gravação apresentada durante a CPI da Varig, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), e cuja documentação já foi entregue ao CNJ pelo deputado Paulo Ramos (PDT), que presidiu a comissão:

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O exemplar carinho deles... dos "irracionais"...


I found this video online, it's not mine (no copyright), but I thought it was so special I had to put a song behind it. To me, the female Lab is trying so hard to mother the child, I believe this is the first time they met, I DONT KNOW. The boy is cautious but curious at the same time. I searched but could not find any info on the person who took the video but I did keep his laugh of amazement when the dog puts her paw on the boys shoulder as if to say, I love you, everything will be ok. I was told by a beautiful little DS girl that "GOD didn't make a mistake when he made me" She was a "GIFT from GOD". I had to edit the video to fit the song but its all original content and BTW this is my first VIDEO edit. I’m just sayin :) If you saw it once, check it out again. I think you'll like it. Much love to all who Appreciate it for what it is. BTW you can find the original uncut version on here by searching down syndrome with dog.
Jim Stenson

Pedimos o seu voto – Estamos em oitavo lugar!

Sim, o nosso blogue está em 8º lugar na Categoria “Atualidade Política – blog coletivo”.
 

Página de votações 1/4:  De “Actualidade política – blog colectivo” a “Erotismo” (Estamos na letra A – Actualidade…)

Na Categoria “Generalista” não estamos tão bem, mas estamos na muvuca 
 



Página de votações 2/4:   De “Escolares e jornais de escola” a “Transportes” (Estamos na letra G – Generalista…)

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"O socialismo só é engraçadinho até à segunda página"

Ricardo Froes
Desde que entrou para a União Europeia, Portugal acreditou que tinha virado país desenvolvido. Seus governos socialistas criaram benefícios populistas de todo tipo, mas pouco se preocuparam com a conta, a diversificação e o aumento da competitividade. O resultado está aí: para sobreviver, o Estado português vende tudo o que ainda tem, como a elétrica EDP para chineses e a aérea TAP para quem der mais.
Os aeroportos passarão a concessão privada e deverá ser anunciada a privatização dos estaleiros de Viana do Castelo.
Para 2013, o governo português prepara a privatização da RTP 1 e 2, canais de sua rede pública de televisão.
Vão acabar em Portugal mamatas da legislação trabalhista, consulta gratuita na saúde pública, e aumentou a contribuição previdenciária.
Pois é... O socialismo só é engraçadinho até à segunda página. Na hora do ora veja, o bom e velho capitalismo burguês é que dá jeito.
Título e Texto: Ricardo Froes, 10-01-2013
Via Gracias Ala Vida (Resistência Democrática)

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Nós e a Venezuela


Fernando Gabeira
A posição do Brasil sobre a posse de Chavez na Venezuela foi tomada após uma viagem de Marco Aurélio Garcia a Cuba.
Sem hesitar, Garcia se uniu aos chavistas e cubanos na decisão de desrespeitar o dia da posse, 10 de janeiro.
Os bolivarianos consideram a posse apenas uma formalidade. E Garcia, por sua vez, admite a ausência temporária do presidente eleito, mesmo antes de tomar posse.
A regra é clara, como diz o comentarista de televisão Arnaldo Cesar Coelho. O presidente eleito precisa tomar posse dia 10.
Duas coisas chamam a atenção. Não está bem explicada ainda a importância de adiar a posse, pois ao que tudo indica Chavez não voltará ao governo.
Cabello presidiria, haveria eleições e, possivelmente, Nicolás Maduro venceria. Deve haver contradições internas ao próprio chavismo, empurrando a posse para adiante, apesar da lei. Maduro não confia em Cabello que não confia em Maduro.
Por outro lado, chamam também a atenção a pressa e solidão com que Marco Aurélio Garcia define a posição brasileira. Parece que ela a concebeu em Cuba e parece também que nessas questões Havana é a capital do continente.
Os jornais venezuelanos estampam hoje a interpretação brasileira e parece que foi o único país, até agora,que realmente tomou posição sobre a posse de Chavez.
Não existem consultas. Não existem mais audiências no parlamento. A política externa oscila de acordo com a tendência ideologica do PT: no Paraguai houve golpe; na Venezuela é só uma prorrogação perfeitamente legal da posse de Chavez.
É o caminho da perda da credibilidade. Maquia-se tudo, do orçamento à constituição venezuelana.
Na semana passada, Dilma dizia que era ridículo falar em racionamento de energia. Agora, convoca uma reunião de emergência para tratar do tema e evitar o pior.
O desprezo pela coerência é muito comum em governos autoritários. Ou então em governo que consideram o apoio dos mais pobres um passaporte para qualquer política.
Somos populares, logo somos onipotentes-parecem pensar os petistas. E além do mais, quem se preocupa com política externa, além da midia golpista e elite reacionária?
Título, Imagem e Texto: Fernando Gabeira, 08-01-2013

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Entrevista ao Programa "Aposentado Presente!" foi a penúltima participação...

No dia 2 de fevereiro de 2010, por sugestão de Paulo Resende, aceita pela Rádio Petroleira, participei do Programa "Aposentado Presente!". Paulo produziu quatro vídeos que, agora, resolvi juntar num só. Foi a minha penúltima participação na luta em favor dos aposentados, inserido no Movimento ACORDO JÁ!

Programa “Aposentado Presente”, 02 de fevereiro de 2010, Sindipetro/RJ
Com a participação do Comissário Aposentado da Varig, Jim Pereira.
Apresentador do Programa: Nato Kandhall
Com Jayme de Freitas. E com a participação dos Diretores da Secretaria de Aposentados do Sindipetro/RJ: Roberto Ribeiro e Paulo Moreira.
Clips e fotos pelo Comissário Aposentado Varig, Paulo Resende.


A minha última participação foi no Bloco dos Aposentados, no dia 12 de fevereiro de 2010:

Jim, Coronel Paúl, Ricardo Gama e Edi Jaci, Rio de Janeiro, 12-02-2010

Meus labradores

Artur Xexéo
Convivi, nos últimos 14 anos, com uma entusiasmada família de labradores. O primeiro a chegar foi Sultão. Veio de São Paulo. Desembarcou na esteira do Santos Dumont para deleite dos passageiros que esperavam suas bagagens. Era um pouco maior que a palma da minha mão. Mas já se mostrava uma estrela.
Eu sei que todo dono de animais de estimação acha que seu bicho é especial. Mas o Sultão era especial mesmo. Tinha uma cara quadrada que eu nunca vi em outro cachorro da raça. Nos quatro primeiros meses de vida, ele ficou no apartamento do Bairro Peixoto. Foi o tempo necessário para ser educado. Ficou educadíssimo. Nunca fez suas necessidades fisiológicas em casa. Sempre na rua. Mesmo que para isso me acordasse às 3 da manhã, exigindo uma voltinha no quarteirão. Fazia isso quase todo dia. Eu nunca reclamei. Afinal, era a maneira que ele tinha de mostrar seus bons modos. Com o tempo, ele desenvolveu um insaciável interesse por pés de mesa e sapatos. Um interesse gastronômico. A mesa de jantar ficou manca e os sapatos... Bem, houve um dia em que simplesmente não tinha nenhum para calçar. Sultão comera todos.
Sultão abria portas. E as fechava também. Teve uma noite em que ele nos trancou do lado de fora do apartamento. Ele gostava de mostrar que sabia usar os trincos. Quando, enfim, foi transferido para uma casa com quintal em Vargem Grande, passou a demonstrar habilidades de saltar. Saltava muros, grades e qualquer obstáculo que pretendesse prendê-lo em algum lugar. Sultão era adepto da liberdade. Provou ser hábil nadador também, transformando a piscina, que supostamente era de todos, em seu playground particular.

Artur e Sultão. Foto: Paulo Severo
Depois veio a Nega. A ideia era casá-la com Sultão. Ela aceitou, mas eles nunca foram apaixonados. Nega também teve seu período de ajuste no Bairro Peixoto. Graças a Deus, ele não se interessava por pés de mesa ou sapatos. Preferia sofás. Comeu um inteirinho. Quando, enfim, também foi deslocada para Vargem Grande, ela mostrou preferir as áreas internas aos jardins, já ocupados por Sultão. Foi na sala que ela resolveu fazer seu parto. Sim, eles não eram apaixonados, mas nunca deixaram de cumprir suas obrigações sexuais. Da união, nasceram oito labradorezinhos.

Desarmar o povo é dar segurança aos marginais

Archimedes Marques
Vivemos em um país em que muitas vezes os valores se invertem e, nessa espécie de guerra urbana e social contra a violência diária, contra a marginalidade que cresce assustadoramente, contra a criminalidade que aumenta gradativamente a todo tempo em todo lugar, comprova-se que o Estado protetor mostra-se ineficiente para debelar tão afligente problemática e por isso teima em produzir programas emergentes que surgem e insurgem sem atingir os seus reais objetivos. Um deles, pelo menos até agora, ao invés de proteger a sociedade deu maior segurança aos bandidos, ou seja, inverteu os seus valores.
O projeto desarmamento estudado e executado pelo Governo Federal desde 2003, contra a vontade popular, demonstra ser no âmago do seu curso uma ação derrotada e inócua que age infrutuosamente na tentativa de reduzir a criminalidade no país e deixa cada vez mais a população órfã de proteção.
Enquanto a população brasileira foi literalmente desarmada por conta do Estatuto do Desarmamento, a bandidagem está cada vez mais armada. Enquanto foi tolhido o direito do cidadão de se defender do bandido com a proibição de sequer possuir uma arma de fogo em sua própria casa sem passar por extrema burocracia, o bandido por sua vez, facilmente consegue armas até mesmo com alto poder de fogo, para se defender da Polícia, atacar o povo e ferir a ordem do país.
É fato presente que o chamado crime organizado, pernicioso organismo que alimenta o tráfico de drogas, criminosos perigosos e contumazes, quadrilhas de assaltantes, consegue transitar e abastecer a marginalidade com armamento privativo das forças armadas, tais como: Metralhadoras, fuzis, bazucas, morteiros, granadas, ou mesmo outras mais usadas a exemplo das escopetas, pistolas e revólveres. Essas armas provindas de diversas nacionalidades ingressam pelas nossas gigantescas e mal guarnecidas fronteiras e chegam às mãos dos bandidos de maneira inexplicável.
Retirar as armas de fogo das pessoas de bem foi muito fácil, pois essas pessoas, não sendo marginais, logo cumpriram a Lei e depuseram suas armas com a esperança de que a violência fosse realmente estancada, contudo ainda não foi, muito pelo contrário, aumentou substancialmente, pois o desafio da Polícia em desarmar os bandidos parece ser intransponível. Quanto mais se prendem os marginais armados mais armas aparecem em poder de outros e até dos mesmos quando são postos em liberdade pela Justiça.

Venezuela volta a ser “colônia” de uma ilhota falida e escravizada há 54 anos...

Aos amigos, a verdade do drama venezuelano de amanhã, nas palavras de uma conceituada jornalista do país vizinho.

A VENEZUELA AGORA ESTÁ SENDO GOVERNADA POR CUBA E PARECE NÃO HAVER FORÇAS INTERNAS CAPAZES DE POR COBRO A TAMANHO GOLPE DE ESTADO. 

Lamentamos profundamente pelo "povo venezuelano"...

Francisco Vianna


Hola Francisco:

Lo que dice en el texto del link que me hiciste llegar está perfecto, esa es exactamente la situación que estamos viviendo.

Lo único que yo reafirmaría es que lo de la junta médica para verificar el estado de salud del presidente, si está en condiciones de recuperarse y asumir el cargo para el fue electo, está como mandato en la propia Constitución, pero eso jamás lo permitirán los chavistas ni las instituciones como el tribunal Supremo de Justicia que está secuestrado por el partido de gobierno.

Todo es verdad, nosotros, oficialmente, no sabemos cómo está Chávez, cuyo cuerpo está secuestrado por los Castro, quienes gobiernan Venezuela desde Cuba. Por supuesto que el período de Chávez termina el 10 de enero de 2013, que debería iniciarse un nuevo período, que la "continuidad" es un absurdo inventado desde la Habana, que ello es anticonstitucional y si el gobierno anterior va a continuar después del 10 de enero es una especie de golpe de Estado, es una situación ilegal e ilegítima.

¿Qué van a hacer los gobiernos "amigos" de Chávez, como el de Brasil, Argentina, Bolivia, Uruguay, etc., los cuales han venido usufructuando las riquezas de Venezuela? ¿Van a aislar a la Venezuela gobernada por Maduro, quien no fue elegido por el voto popular, tal como lo hicieron con Paraguay?

Lo dudo... El petróleo compra voluntades.

En fin, todo lo que dice en el presente artículo es totalmente cierto. Cabello dijo esa barbaridad en la mañana, de que cabe la posibilidad de que el 10 de enero se presente Chávez, mostrando que el teniente (llegó a esa jerarquía en el ejército), es un verdadero patán. Pero, en la sesión de la Asamblea en la tarde, se aclaró, por una carta de Maduro, que Chávez no vendrá. A Chávez no lo hemos visto ni oido desde el 10 de diciembre del año pasado.

Por lo que estamos viendo, no se cumplirá lo que aquí dice que es el "pacto de la Habana", pues por lo ocurrido ayer en la Asamblea, parece que mañana no asumirá Cabello como presidente interino (que así lo manda la Constitución), sino que asumirá Maduro, quien es vicepresidente hasta hoy, y pese a que asumirá mañana como un "gobierno de continuidad" eso es ilegal, pues esa figura NO existe en la Constitución.

MP ainda não iniciou análise de acusações contra Lula

O Ministério Público Federal brasileiro anunciou hoje que ainda não iniciou a análise do depoimento do empresário Marcos Valério, que acusou o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva de envolvimento no escândalo de corrupção "mensalão".
Ana Meireles
O jornal "O Estado de São Paulo" noticiou hoje que o órgão federal tinha decidido investigar as acusações, e que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, iria remeter as acusações à primeira instância, já que o ex-Presidente já não tem imunidade.
"O Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, ainda não iniciou a análise do depoimento de Marcos Valério, pois aguardava o término do julgamento da AP [Ação Penal] 470 (mensalão). Esclarece ainda que somente após a análise poderá informar o que será feito com o material", diz um comunicado divulgado hoje pelo Ministério Público.
Valério, condenado a 40 anos de prisão por ser o operador do "mensalão", o esquema de compra de votos de parlamentares durante o Governo de Lula da Silva, afirmou que o ex-Presidente deu "aval" ao pagamento de bancos brasileiros para financiarem o crime.
O empresário também afirmou que Lula da Silva negociou diretamente com Miguel Horta e Costa, então presidente da Portugal Telecom, um pagamento da operadora portuguesa para o Partido dos Trabalhadores, segundo o depoimento divulgado em dezembro pelo diário brasileiro.
Na altura, Horta e Costa divulgou um comunicado em que recordou que já prestou todos os esclarecimentos à Justiça, na época em que lhe foi solicitado, e que o "mensalão" é um tema de política interna brasileira com o qual não tem nenhum envolvimento.
Lula da Silva considerou, por seu lado, as alegações de Marcos Valério como "mentirosas".
Título e Texto: Ana Meireles, Diário de Notícias, 10-01-2013

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Constituição

João César das Neves 

Em Portugal apenas um partido costuma habitualmente invocar a Constituição: o PCP. Mais ninguém cita a lei fundamental, exceto nas tentativas sempre falhadas de a rever. A razão é evidente: o texto concebido em 1976 é estruturalmente comunista. Apesar de sete revisões (1982, 1989, 1992, 1997, 2001, 2004 e 2005) no século XXI ela continua a pretender «abrir caminho para uma sociedade socialista» (preâmbulo) e quer o «planeamento democrático do desenvolvimento económico e social» (art. 80 e). Por isso os marxistas são os únicos satisfeitos com ela. Todos os outros a querem mudar mas, como nenhum deixa que os outros a mudem, ficamos na situação caricata de ter uma lei básica a que afinal ninguém liga.
Prova disso é a (falta de) atenção dada ao Tribunal Constitucional. Desde que começou a trabalhar, a 31 de Maio de 1983, essa meritíssima instituição já emitiu 17 609 acórdãos, uma média de quase 2 por dia (incluindo domingos e feriados). Praticamente nenhum interessou ao país, que ignora alegremente esta frenética actividade jurisprudencial.
Tudo mudou a 5 de Julho de 2012, abrindo-se uma nova era na democracia. Com o Acórdão n.º 353/12 o referido Tribunal surgiu como uma força decisiva da República, intervindo politicamente para modificar o Orçamento de Estado. A partir de então todos os que anseiam bloquear as reformas estruturais centram aí as suas esperanças. E, como a Constituição é marxista, as hipóteses de paralisar o país são excelentes. Assim a nossa lei básica, que não resolve nenhum problema, ainda pode estragar tudo.
Título e Texto: João César das Neves, Destak, 10-01-2013

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"Vou cuidar mais de mim"


Intervenções do (Governo) Brasil imperialista e comunista

Oportunidad de callar
Inaceptable
Marco Aurelio García, el asesor comunista de asuntos internacionales de la Presidencia de Brasil, perdió una gran oportunidad de callar. El 'consejero' de la presidente Rousseff y personaje de la política que juega paralelamente a las cancillerías, "sostuvo que el vicepresidente de Venezuela, Nicolás Maduro, podría asumir temporalmente el poder hasta que Chávez se recupere o se determine su incapacidad".
En otras palabras y según los cables, "Brasil apoya los planes del Gobierno (y de La Habana) de postergar la asunción del nuevo mandato del presidente de Venezuela, por tiempo indeterminado, Hugo Chávez, debido a su delicado estado de salud". Habló como un "gran experto en asuntos constitucionales de Venezuela". Dijo en Brasilia: "Hay un vacío constitucional en ese punto y la interpretación que está siendo dada es que quien asume es el vicepresidente".
Si esta impertinencia la hubiera hecho un portavoz de la Secretaría de Estado estadounidense, ¿se imagina usted cómo habría ardido Troya? Seguramente Brasil habría convocado el Consejo de Seguridad para denunciar a la Casa Blanca por esta "intervención imperialista" de Estados Unidos en los asuntos internos de la República Bolivariana de Venezuela. Pero no, como se trata de Brasil, todo es aceptable... Si hablamos de intervencionismo, la historia es larga y ejemplar. Los latinoamericanos, grandes brasileños entre ellos, hemos luchado de manera incesante por la soberanía de nuestras naciones. Enfrentamos los imperios y, finalmente logramos avances de significación, capítulos como la creación de la ONU o de la OEA, el incontable número de tratados multilaterales, todo eso resume la lucha por la soberanía y la independencia, por la no intervención y la igualdad de los Estados. La actitud del consejero García en nombre del Gobierno de Brasil desacredita esas luchas persistentes por el respeto entre nuestros países y las relaciones de confianza. Ya en la crisis de Honduras, jugó un oscuro papel y contribuyó a sembrar dudas sobre la neutralidad del gran país sureño.
¿Qué se puede esperar en América Latina si un país como Brasil imita o pretende suplantar a los viejos imperios? Un poco de respeto a los venezolanos sería lo aconsejable.
Dejar que nosotros nos equivoquemos sin interferencias infelices podría ser una discreta contribución para que superemos nuestros dilemas. Lo que aquí se dice sobre o para el consejero de Brasilia cuenta para todos los demás, para la señora Kirchner o para quienes ven los asuntos constitucionales de Venezuela con ojos distintos a como aprecian los de países sin riqueza y sin petróleo (pero con cojones), como Paraguay y Honduras.
Con estas actitudes no se resuelven los problemas, solo se socavan y se degeneran las instituciones, y nuestros pueblos quedan condenados al retraso y al anacronismo. Es trágico que haya venezolanos que pretendan cobijarse bajo prácticas como las del consejero Marco Aurelio García. Quizás no tengan tanta necesidad de ser cómplices de abusos inaceptables. 
Editorial do EL NACIONAL , Caracas, Miércoles 09 de Enero de 2013
Grifos: Francisco Vianna

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A crise é moral

Rodrigo Constantino
O Japão está em crise há décadas. A Europa está em grave crise. Os Estados Unidos cada vez se parecem mais com a Europa. Não seria exagero falar em uma grande crise das democracias modernas. O que pode explicar tal fenômeno?
A esquerda vai apontar para os bodes expiatórios de sempre: o capitalismo, o liberalismo, o individualismo. E a esquerda vai errar o alvo, como sempre. Foi o capitalismo liberal com foco no indivíduo que tirou milhões da miséria e permitiu uma vida mais confortável a essa multidão. Quem está mais longe desse sistema, está em situação muito pior.
O que explica as crises atuais então? Claro que um fenômeno complexo tem mais de uma causa. Mas eu arriscaria uma resposta por meio de um antigo provérbio conhecido: avô rico, filho nobre, neto pobre. Isso quer dizer, basicamente, que o próprio sucesso planta as sementes do fracasso, só que de outra geração.
Somos os herdeiros de uma geração mimada, que colheu os frutos do árduo trabalho de seus pais, acostumados com vidas mais duras, com guerras, com diversas restrições. Essa geração, principalmente na década de 1960 e 70, pensou que bastava demandar, e todos os seus desejos seriam atendidos, sabe-se lá por quem.
Acostumados com o conforto ocidental, essas pessoas passaram a crer que a opulência era o estado natural da humanidade, e não a miséria. Em vez de pesquisar as causas da riqueza das nações, como fez Adam Smith, eles acharam que bastava distribuir direitos e jogar a conta para o governo.
O Estado se tornou, nas palavras de Bastiat, “a grande ficção pela qual todos tentam viver à custa de todos”. O conceito de escassez foi ignorado, e muitos passaram a acreditar na ilusão de que basta um decreto estatal para se obter crescimento e progresso. Vários olharam para esse deus da modernidade em busca de milagres.